BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Arte Que Acontece - ECPv6.15.20//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-WR-CALNAME:Arte Que Acontece
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para Arte Que Acontece
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20220101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230929T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T200000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20230929T145946Z
LAST-MODIFIED:20240928T142147Z
UID:44072-1695981600-1743364800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/funk-um-grito-de-ousadia-e-liberdade-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/09/mar-obra-de-ge_viana-que-integra-a-exposicao-funk-1200x887-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240307T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240907T190000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240307T190915Z
LAST-MODIFIED:20240307T190919Z
UID:47115-1709812800-1725735600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Riscar o Chão" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:Guy Veloso\, Portela\, 2019\n\n\n\nO Centro Cultural Arte Sesc (Rua Marquês de Abrantes 99 – Flamengo) abre\, nesta quinta-feira (07/03)\, às 18h\, a exposição Riscar o Chão\, que articula linhas e traços de gravuras com fotografias que registraram os movimentos dos corpos dos sambistas que “riscam o chão” da avenida. A mostra será aberta com um show da cantora e compositora Nina Wirtti. A entrada é franca. \n\n\n\nA exposição reúne 61 obras\, em serigrafia e litogravura\, de Abelardo Zaluar\, Alfredo Volpi\, Athos Bulcão\, Carlos Scliar e Dionísio Del Santo\, que datam de 1984 e integram o acervo do Sesc RJ\, e fotografias dos artistas convidados Guy Veloso e Vítor Melo\, registradas entre os anos de 2019 e 2023\, durante o Carnaval\, no Rio de Janeiro. \n\n\n\nCom curadoria de Marcelo Campos e Leonardo Antan\, a mostra propõe um diálogo de gravuras com fotografias que registram a técnica\, a engenhosidade de sambistas e a evolução de corpos no Carnaval\, aproximando a geometria e a figuração com uma ginga de linhas e cores\, estabelecendo uma relação com o lugar ao qual pertenciam\, criando ambientações singulares e dialogando com o contexto brasileiro. \n\n\n\n“Se para muitos\, os pensamentos elaborados por artistas do Carnaval parecem distantes ou superficiais diante de outras formas de arte\, eles são importantes discursos que se criam sobre nosso país. É preciso perceber como o universo plástico das artes institucionais e o pensamento de artistas-carnavalescos sempre estiveram em sinergia e reinventando possibilidades de país nas telas e avenidas”\, observa o curador Marcelo Campos. \n\n\n\nRiscar o Chão é a quarta exposição a ocupar o Arte Sesc desde a reabertura do espaço em 2022. O centro cultural vem se dedicando a tornar acessível ao público obras do seu acervo de mais de 500 peças do Sesc RJ\, que vêm sendo paulatinamente tratadas\, restauradas e selecionadas para compor exibições a partir de recortes curatoriais alinhados às discussões contemporâneas em artes visuais. \n\n\n\nA mostra inaugural foi Notícias do Brasil: Carybé\, Cícero Dias e Glauco Rodrigues\, com gravuras assinadas por esses artistas\, em celebração aos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922. Na sequência\, o espaço recebeu Abstrações\, composta por obras de artistas mulheres que exploram o caminho da abstração em diferentes tempos e formas expressivas: Fayga Ostrower\, Renina Katz\, Anna Letycia e Anna Maria Maiolino (peças do acervo)\, Ana Cláudia Almeida e Laís Amaral (convidadas). \n\n\n\nA terceira mostra\, ÀMÌ: Signos Ancestrais\, partiu de uma obra de Emanoel Araújo\, restaurada após anos exposta em uma área externa do Sesc Copacabana\, e contou com os artistas convidados Raphael Cruz e Guilhermina Augusti. As obras estão\, agora\, em exibição na galeria do Sesc Barra Mansa\, até 14 de julho.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/riscar-o-chao-no-centro-cultural-arte-sesc/
LOCATION:Arte Sesc\, Rua Marquês de Abrantes\, 99 - Flamengo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Portela-2019-Guy-Veloso.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240405T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240811T180000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240422T182751Z
LAST-MODIFIED:20240422T182754Z
UID:48280-1712314800-1723399200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Bloco do Prazer" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Foto: Marcio Vasconcelos\, Cazumbas\n\n\n\nOs versos de Fausto Nilo e Moraes Moreira eternizados na canção interpretada por Gal Costa serviram como fonte de inspiração para a nova exposição do Museu de Arte do Rio. “Bloco do Prazer”\, título da música lançada em 1982\, dá nome à mostra que inaugura no dia 05 de abril no MAR\, e apresenta ao público festas e celebrações que configuram momentos de alegria\, catarse\, transe e desejo da cultura brasileira. A exposição tem curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Thayná Trindade\, Amanda Rezende\, Jean Carlos Azuos e do curador convidado Bitú Cassundé.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/bloco-do-prazer-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Marcio-Vasconcelos_Cazumbas.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240413T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240804T180000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240422T174857Z
LAST-MODIFIED:20240422T174900Z
UID:48274-1713002400-1722794400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Carmézia Emiliano e a vida macuxi na floresta" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Carmézia Emiliano\, Araras [detalhe]\, 2018. Foto: Roumen Koynov\n\n\n\nA vida e a cultura do povo Macuxi\, além da paisagem natural de Roraima\, são as grandes fontes de inspiração da artista indígena Carmézia Emiliano\, que\, nos últimos anos\, vem firmando o seu nome no cenário das artes visuais do País. No dia 13 de abril\, o Museu do Pontal inaugura a sua primeira individual no Rio de Janeiro\, Carmézia Emiliano e a vida macuxi na floresta. Com curadoria dos diretores do museu\, Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, a mostra reúne 21 pinturas (em tinta óleo e acrílica). A exposição\, que segue em cartaz até agosto\, integra a programação do segundo Festival das Culturas Indígenas no Museu do Pontal\, que acontecerá nos dias 13 e 14 de abril\, com entrada gratuita. \n\n\n\n– Retrato minhas memórias. Não copio de outros. Tiro os desenhos da minha lembrança\, dos lugares que fui e das histórias que vi. Retrato as comidas\, as danças\, bebidas\, como fazíamos as redes\, o trabalho com a mandioca. A arte para mim é minha vida\, minha identidade – afirma Carmézia. \n\n\n\nAutodidata\, Carmézia Emiliano (Normandia\, Roraima\, 1960) começou a pintar em 1992\, utilizando tintas naturais\, feitas de ingredientes como folha de algodão roxo\, pimenta e jenipapo.  Não parou mais e\, aos poucos\, foi experimentando novos materiais e aprendendo com a prática. Sua trajetória de vida marca a sua arte\, que funciona também como uma forma de propagar sua origem e cultura. O dia a dia dos indígenas\, a rotina na maloca\, os mistérios do Lago Caracaraña\, a diversidade dos animais estão entre os elementos presentes em suas pinturas. \n\n\n\nSegundo Denilson Baniwa\, “A obra de Carmézia Emiliano é\, antes de tudo\, um convite a conhecer o território Macuxi\, assim como parte das complexidades da vida da artista\, que escolheu a arte como forma de levar-nos ao interior da Maloca do Japó\, em Roraima.” \n\n\n\nNascida na comunidade do Japó\, terra indígena Raposa Serra do Sol\, em Roraima\, a artista passou a viver em Boa Vista\, a partir dos 29 anos. Sua primeira exposição aconteceu em 1996\, no Sesc Boa Vista. Mas\, a partir dos anos 2020\, sua pintura ultrapassou rótulos e fronteiras. Em 2023\, contou com uma individual no Masp e participou da 35ª Bienal de Artes de São Paulo e da primeira Bienal das Amazônias. \n\n\n\n– Eu fico muito feliz em ver minhas obras em exposição. Nunca imaginei que isso fosse acontecer. Estou mostrando a cultura macuxi para as pessoas – afirma Carmézia. \n\n\n\nCarmézia vem pela primeira vez ao Rio de Janeiro\, especialmente para a abertura da exposição\, e faz planos de visitar o mar. \n\n\n\n– Além dessa importante mostra\, que contará com uma grande variedade de obras e com um documentário sobre sua trajetória\, durante o festival faremos um bate-papo com a artista e uma vivência de pintura aberta ao público – explicam Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, curadores da mostra e diretores do Museu do Pontal.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/carmezia-emiliano-e-a-vida-macuxi-na-floresta-no-museu-do-pontal/
LOCATION:Museu do Pontal\, 3300 Av. Célia Ribeiro da Silva Mendes Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/04/CarmeziaEmiliano_ID4202_araras_01c_web.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240503T093000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20241027T170000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240503T185950Z
LAST-MODIFIED:20240503T185953Z
UID:48534-1714728600-1730048400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro" no Centro Cultural Sesc Quitandinha
DESCRIPTION:Waleff Dias\, Sem título\, da série Até os Filhos do Urubu Nascem Brancos\, 2019. Foto: Pablo Bernardo\n\n\n\nO Centro Cultural Sesc Quitandinha recebe a exposição “Dos Brasis”\, maior mostra dedicada à produção negra nacional. \n\n\n\nSucesso de público e elogiada pela crítica\, a mostra\, que reúne obras de 240 negros do país no Centro Cultural Sesc Quitandinha\, foi vista por mais de 130 mil pessoas no Sesc Belenzinho\, em São Paulo. Exposição estará em cartaz\, em Petrópolis de 3 de maio a 27 de outubro. \n\n\n\nA centralidade do pensamento negro no campo das artes visuais brasileiras\, em diferentes tempos e lugares\, é uma das principais premissas que guiam o processo curatorial da mostra Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro\, a mais abrangente exposição dedicada exclusivamente à produção de artistas negros. Depois de passar sete meses em São Paulo\, com registro de mais de 130 mil visitantes\, a exposição chega ao Rio de Janeiro e será instalada em um dos principais cartões postais da Região Serrana: o Centro Cultural Sesc Quitandinha (CCSQ)\, em Petrópolis. Com abertura marcada para o dia 3 de maio\, a mostra receberá visitantes até 27 de outubro deste ano. \n\n\n\nResultado de um trabalho desenvolvido pelo Sesc em todo o país\, a mostra conta com sete núcleos temáticos\, reunindo aproximadamente 240 artistas negros\, de todos os estados do Brasil\, sob curadoria de Igor Simões\, em parceria com Lorraine Mendes e Marcelo Campos. Realizada por meio de um trabalho em conjunto de analistas de cultura da Insituição de todo o país\, a exposição traz obras em diversas linguagens artísticas como pintura\, fotografia\, escultura\, instalações e videoinstalações\, produzidas desde o fim do século XVIII até o século XXI. A lista completa dos artistas participantes está disponível ao final do texto. \n\n\n\nA exposição chega na íntegra ao Centro Cultural Sesc Quitandinha (CCSQ). As 314 obras que estavam em exibição no Sesc Belenzinho (SP) vão ocupar os salões da área monumental do histórico edifício\, que em 2024 completa 80 anos. Parte dos trabalhos\, alguns inéditos\, também serão expostos pela primeira vez na área externa e no lago em frente à unidade. A mostra vai ainda oferecer ao público uma programação paralela com ações em mediação cultural e atividades educativas\, além de um programa público composto de debates e palestras com convidados. \n\n\n\nInaugurado em 1944\, um ano antes do fim da Segunda Guerra Mundial\, o Quitandinha abrigou um dos maiores hotéis-cassino das Américas. Recebeu personalidades brasileiras e hollywoodianas\, como Carmen Miranda e Walt Disney. Também foi palco de eventos que marcaram a história\, como da Conferência Interamericana para a Manutenção da Paz e da Segurança no Continente\, em 1947\, e a 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata\, realizada em 1953. Na década de 1960\, após a proibição dos jogos no Brasil\, o cassino foi fechado e o hotel teve seus apartamentos vendidos\, tornando-se um condomínio. Em 2007\, a área monumental passou a ser administrada pelo Sesc RJ\, que a transformou em um Centro Cultural. \n\n\n\nDesde que foi reinaugurado como um Centro Cultural\, em abril do ano passado\, o Quitandinha vem sendo ocupado por exposições que resgatam a forte identidade afro-brasileira em Petrópolis. A primeira\, intitulada “Um oceano para lavar as mãos”\, com curadoria de Marcelo Campos e Filipe Graciano\, apresentou uma revisão da história do Brasil a partir de narrativas não eurocentradas\, pensada por curadores e artistas negros\, levando o espectador à reflexão sobre a forte memória e produção artística negra na contemporaneidade\, no Brasil e no município\, e sua relação com o passado imperial. Depois\, dos mesmos curadores\, recebeu a coletiva “Da Kutanda ao Quitandinha”\, em que o ponto de partida foi o território onde o edifício está inserido – uma região marcada por quilombos formadores da cidade.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/dos-brasis-arte-e-pensamento-negro-no-centro-cultural-sesc-quitandinha/
LOCATION:Centro Cultural Sesc Quitandinha\, Avenida Joaquim Rolla\, nº 2\, Quitandinha\, Petrópolis\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/05/WaleffDias1_11x17cm_300dpi-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240510T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240825T180000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240514T134903Z
LAST-MODIFIED:20240514T134905Z
UID:48704-1715338800-1724608800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Pamuri Pati – Mundo de transformação” de Daiara Tukano no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Daiara Tukano\, Kahtiri wi’i – casa da vida\, 2023. Foto: Ana Pigosso\n\n\n\nA beleza e a força do feminino ancestral causam impacto aos olhos de quem observa as pinturas que chegaram ao Museu de Arte do Rio. A primeira exposição individual da artista indígena Daiara Tukano\, na cidade do Rio de Janeiro\, será inaugurada no MAR\, a partir do dia 10 de maio. A mostra Pamuri Pati – Mundo de transformação é realizada em parceria com a galeria Millan\, de São Paulo\, que representa a artista\, e ficará em cartaz até o dia 25 de agosto. Por meio da mostra\, Daiara Tukano fala sobre as transformações sociais que podem ser observadas pelas óticas do feminino e do próprio povo indígena. Para ela\, isso se dá por uma retomada da “memória ancestral” com a qual a sociedade se reconecta. “Quero compartilhar um pouco da cultura do meu povo\, mas também dessa vivência de luta”\, afirma a artista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/pamuri-pati-mundo-de-transformacao-de-daiara-tukano-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/05/daiara-tukano_15940_ft-ana-pigosso_1_web.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240511T093000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240731T170000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240514T172049Z
LAST-MODIFIED:20240520T153112Z
UID:48747-1715419800-1722445200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Inauguração da galeria Flexa com a mostra “Rio: a medida da terra”
DESCRIPTION:Adriana Varejão\, Panorama da Guanabara (detalhe)\, 2012. Créditos: Eduardo Ortega\n\n\n\nO Rio de Janeiro ganha no dia 11 de maio uma nova galeria de arte: a Flexa. O nome\, derivado do adjetivo flexo\, denota a natureza flexível\, adaptável do espaço\, que vai atuar no mercado secundário de arte\, mas com um olhar contemporâneo\, realizando diálogos entre distintas gerações\, promovendo resgates históricos\, apoiando instituições e fomentando a formação de coleções. Para isso\, conta com a expertise e o acesso ao acervo de uma galeria consolidada no setor: a paulistana Almeida & Dale\, de onde vêm dois de seus cinco sócios: Antônio Almeida e Carlos Dale. Completam o time os cariocas Pedro Buarque\, diretor executivo\, Luisa Duarte\, diretora artística\, e Maria Ferro\, diretora comercial da casa. A reforma do projeto arquitetônico do prédio na Rua Dias Ferreira\, no Leblon\, é do escritório paulistano Vão\, responsável pela expografia da última Bienal de São Paulo. Já a identidade visual da galeria é assinada pelo renomado diretor de arte Giovanni Bianco. \n\n\n\nA Flexa vai também atuar representando espólios e realizando parcerias com outras galerias associadas ao grupo Almeida & Dale: Cerrado\, em Goiânia e Brasília\, e a Marco Zero\, em Recife.Sobre a exposição coletiva que abre a galeria\, curada por Luisa Duarte: \n\n\n\n“Rio: a medida da terra” \n\n\n\nO Rio de Janeiro se constituiu como cidade a partir do encontro singular entre sua exuberante geografia natural e o seu tortuoso desenvolvimento urbano. Conhecida como “Metrópole à Beira-mar”\, a antiga capital brasileira pode ser vista como um palco vivo da disputa entre a ortogonalidade do traçado urbano que caracteriza as cidades modernas e uma paisagem capaz de desafiar tal intento racional que visa domesticar a natureza. Tal disputa\, por sua vez\, encontra uma ressonância em um importante capítulo da história da arte carioca – o neoconcretismo. Iniciado em 1959 por nomes hoje consagrados como Hélio Oiticica\, Lygia Pape\, Lygia Clark\, o movimento foi responsável por desconstruir as bases do projeto construtivo europeu –segundo o qual a arte deveria emular uma abstração geométrica ideal\, pura e organizada. Os artistas neoconcretos instauraram\, por sua vez\, uma subversão desse projeto construtivo\, retirando-o do plano idealizado ao estabelecer um atrito entre a assepsia característica da geometria e o registro do que é vivo\, pulsante\, pois parte do corpo\, da natureza\, da rua\, do cotidiano. \n\n\n\nA exposição coletiva “Rio: a medida da terra” aborda tais tensões\, apresentando paisagens históricas e atuais da cidade\, obras neoconcretas e contemporâneas\, além de abordar questões políticas e sociais\, como a violência urbana e a resistência cultural\, explicitando um panorama sobre as formas de vida e criação plurais na cidade. A mostra também destaca a sobrevivência das tradições culturais cariocas\, como o carnaval\, em meio às mudanças urbanas e temporais. \n\n\n\nO título da exposição evoca a origem pouco lembrada da palavra geometria: o termo vem do grego e significa\, grosso modo\, “medida da terra”. Nesse sentido\, “Rio: a medida da terra” trata de recordar tanto a tensão entre paisagem natural e um processo de urbanização cujo modelo foi importado de cidades europeias\, quanto as ressonâncias do neoconcretismo\, movimento que abordou a geometria não como medida ideal\, tal qual as correntes artísticas hegemônicas do hemisfério norte fizeram\, mas sim associada ao mundo\, como reconexão com o que é vital. Ou seja\, como medida da terra\, como medida da vida. \n\n\n\nEntre os artistas presentes na mostra estão: Agrippina Roma Manhattan\, Alair Gomes\, Allan Weber\, Carlos Vergara\, Giovanni Castagneto\, Henry Chamberlain\, Glauco Rodrigues\, Georg Grimm\, Gustavo Dall’Lara\, Heitor dos Prazeres\, Hélio Oiticica\, Ione Saldanha\, Ivens Machado\, Jonas Arrabal\, Laercio Redondo\, Laura Lima\, Lívio Abramo\, Luiz Zerbini\, Lygia Pape\, Marcia Falcão\, Marcos Chaves\, Nicolas Antoine Taunay\, Nicolau Facchinetti\, Oswaldo Goeldi\, Panmela Castro\, Raymundo Colares\, Timóteo da Costa\, Victor Arruda\, Wanda Pimentel\, Wilma Martins\, Zé Tepedino.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/inauguracao-da-galeria-flexa-com-a-mostra-rio-a-medida-da-terra/
LOCATION:Flexa\, Rua Dias Ferreira\, 214 - Leblon\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Adriana-Varejao_Panorama-da-Guanabara-2012_Eduardo-Ortega_detalhe-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240518T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240908T180000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240516T181542Z
LAST-MODIFIED:20240516T181545Z
UID:48764-1716030000-1725818400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Têta" de Lidia Lisbôa no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Lidia Lisbôa. Foto/Imagem: Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\nEsculturas e instalações suspensas que\, através de tramas e elementos têxteis\, apresentam ao público a força da manufatura na arte contemporânea brasileira. Essa é poética encontrada nas obras criadas pela artista paranaense Lidia Lisbôa\, em cartaz no Museu de Arte do Rio (MAR) a partir deste sábado\, 18/05\, Dia Internacional dos Museus. \n\n\n\nA exposição “Têta”\, primeira individual da artista na instituição\, apresenta cerca de 30 obras\, com curadoria de Amanda Bonan\, Marcelo Campos\, Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos e terá algumas obras inéditas comissionadas pela instituição. A mostra faz parte do “Mulheres no MAR”\, programa que visa ampliar a exibição da arte produzida por artistas brasileiras. Essa é a terceira exposição do projeto\, que iniciou com a individual “Ònà Irin: Caminho de ferro”\, de Nádia Taquary\, e recentemente com “Pamuri Pati: Mundo de Transformação”\, de Daiara Tukano. \n\n\n\nÚteros\, tetas\, cordões umbilicais e cupinzeiros fazem parte da poética da artista Lidia Lisbôa. Com uma pesquisa que perpassa o território ancestral e o corpo feminino\, a artista convida o público a uma imersão em suas obras. “Lidia é uma mulher negra que se aproxima do que\, poeticamente\, se vinculou ao feminino nas artes\, principalmente a questão têxtil e a própria pesquisa sobre a argila. Em tudo é uma obra muito próxima das mãos\, do fazer manual\, mas com o pensamento contemporâneo ampliado. Ela instala\, pendura\, espalha no chão\, faz em quantidade e acumula. O ateliê de Lidia é constituído de elementos de costura como tecidos e retalhos\, botões\, filós\, todos os elementos que a gente encontraria num ateliê de costura. Mas é importante dizer também\, que há neste lugar uma escolha muito assertiva dela nesses materiais\, ou seja\, ela compra os rolos de tecido\, não é somente um material de coleta ou descarte. Isso dá à própria obra da Lidia o elemento da escolha\, sobre a qual a noção de uma colcha de retalhos não se enquadraria”\, afirma Marcelo Campos\, curador-chefe do MAR. \n\n\n\nO Museu de Arte do Rio é um equipamento da Prefeitura do Rio de Janeiro\, de responsabilidade da Secretaria Municipal de Cultura\, gerido pela Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI). A mostra ficará em cartaz até 8 de setembro e ocupa o térreo do pavilhão de exposições. A prática da artista se desenvolve em suportes distintos e suas instalações escultóricas trazem elementos como crochê\, macramê e costura. “O MAR tem a vocação de ser um espaço plural e pulsante\, onde o pensamento extrapola os sentidos. E é isso que Lidia Lisbôa transmite em suas produções\, quando valoriza a força da figura feminina e a coloca em sintonia com a arte contemporânea brasileira ao mesmo tempo em que nos inquieta com as paisagens do corpo e da memória para além do que se vê”\, afirma Leonardo Barchini\, diretor da OEI no Brasil.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/teta-de-lidia-lisboa-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Teta_LidiaLisboa.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240518T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240824T180000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240517T180148Z
LAST-MODIFIED:20240517T180151Z
UID:48784-1716033600-1724522400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Novíssimo Edgar: Arqueologia de si" na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Novíssimo Edgar. Imagem: Divulgação A Gentil Carioca\n\n\n\nEm “Arqueologia de si”\, Edgar propõe um léxico próprio composto por formas\, símbolos e cores. Este vocabulário\, que habita na interseção entre produções históricas/culturais de diferentes sociedades\, surge de uma busca do artista por suas origens: “Estou fazendo uma escavação dentro de mim mesmo para poder encontrar uma civilização perdida\, o que bate em questões de ancestralidade\, colonialismo e diáspora”. Com texto crítico de Tamar Clarke-Brown\, curadora da Serpentine Gallery em Londres\, a exposição apresenta um conjunto de obras inéditas entre esculturas\, pinturas em tecido e objetos elaborados manualmente pelo artista. Segundo Tamar\, “Novíssimo adota o método arqueológico para aprofundar suas investigações sobre o ‘devir’\, tecendo fios memoriais e ancestrais em novas formações”.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/novissimo-edgar-arqueologia-de-si-na-a-gentil-carioca/
LOCATION:A Gentil Carioca\, Rua Gonçalves Lédo\, 11/17\, sobrado - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Novissimo-Edgar.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240518T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240824T180000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240517T180534Z
LAST-MODIFIED:20240517T180536Z
UID:48787-1716033600-1724522400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Rose Afefé: A vergonha quase me tirou a memória" na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação A Gentil Carioca\n\n\n\nAs obras presentes em “A vergonha quase me tirou a memória” surgem a partir de recortes das muitas recordações que Rose carrega de sua vida e infância no interior da Bahia. A artista\, que em 2018 realizou a obra Terra Afefé – uma microcidade levantada com terra na na região da Chapada Diamantina – traz desdobramentos da poética desse território em pinturas e instalações inéditas: “Afefé surge como um processo de investigação artística sobre a minha própria vida\, tudo se mistura e pouco se explica\, a única coisa que posso compartilhar com você\, com toda certeza de quem viveu\, é que eu me desenvergonhei. Espero que  as minhas vergonhas tenham alguma serventia de pulsar coragem aí.” Para aqueles que não estão familiarizados com a prática de Rose Afefé\, o artista Luiz Zerbini\, que assina o texto de apresentação da mostra\, declara: “Para quem não sabe\, ela é a mulher que construiu uma cidade sozinha”.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/rose-afefe-a-vergonha-quase-me-tirou-a-memoria-na-a-gentil-carioca/
LOCATION:A Gentil Carioca\, Rua Gonçalves Lédo\, 11/17\, sobrado - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Rose-Afefe.-A-Gentil-Carioca.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240525T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240810T190000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240524T173851Z
LAST-MODIFIED:20240524T173854Z
UID:48880-1716634800-1723316400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"O burro cansou" de Gerben Mulder na Nonada Zona Norte
DESCRIPTION:Gerben Mulder\, The Blind Leading The Blind\, 2017\n\n\n\nTemos o orgulho de apresentar O burro cansou\, uma retrospectiva de Gerben Mulder na NONADA ZN com curadoria de Luiz Zerbini e Paulo Azeco\, em parceria com a Fortes D’Aloia & Gabriel. A mostra reúne pinturas\, desenhos e esculturas dos últimos 20 anos da produção do artista.Mulder\, que vive e trabalha em Amsterdã\, apresenta pela primeira vez uma visão panorâmica de sua obra no Rio de Janeiro. O artista explora flores\, figuras humanas e animais como pontos de partida para suas pinturas oníricas repletas de energia erótica. Em cenas fragmentárias ou naturezas-mortas\, a ambientação taciturna de seus quadros responde à observação do público com ecos de alucinação. Vacilando entre rostos de adultos e corpos infantis\, seus personagens em permanente transformação trilham uma linha tênue entre inocência e perversidade. \n\n\n\nEm pinturas como The blind leading the blind (2017)\, uma cena alegórica se desenrola num colorido híbrido sem cores puras\, tratada com ironia e um senso de humor sardônico. As telas de Mulder parecem construídas a partir do acúmulo maníaco de camadas\, rabiscos e turbilhões de tinta\, com o aspecto figurativo quase dissolvido sob os véus de informação pictórica\, como em Reclining nude (2017). As criaturas do artista tomam forma num espaço pictórico indefinido ou ainda em definição. Em desenhos como Tears of an angel (2019)\, um anjo hermafrodita aparece desarraigado mas aspirante ao céu\, entre a carnalidade ameaçadora e a travessura. Em outros\, como Monkey seduction (2015) e Divided pleasures (2022)\, a dimensão erótica de sua poética toma centralidade\, e na indeterminação das figuras existe um aceno à dimensão corrosiva e volátil do desejo. \n\n\n\nA mostra na NONADA ZN ocorre em paralelo à exposição dialógica Gerben Mulder & Iberê Camargo\, na Carpintaria\, com curadoria de Luiz Zerbini\, Paulo Azeco e Tiago Mesquita.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/o-burro-cansou-de-gerben-mulder-na-nonada-zona-norte/
LOCATION:Nonada Zona Norte\, Rua Conde de Agrolongo\, 677 - Penha\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/05/gm10276-the-blind-leading-the-blind.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240525T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240810T190000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240524T175025Z
LAST-MODIFIED:20240524T175027Z
UID:48883-1716634800-1723316400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Xepa" de Nati Canto na Nonada Zona Norte
DESCRIPTION:Obra de Nati Canto. Foto: Divulgação\n\n\n\n“Xepa”\, a primeira exposição individual da artista Nati Canto na NONADA\, sob curadoria de Luisa Seipp\, é uma ode ao absurdo. O início do projeto se dá com a série “Bituca” (2024)\, que mergulha no universo das pontas de cigarros descartadas nas ruas\, bem como nos restos de frutas e legumes nos chãos de feiras\, onde uma beleza decadente se mescla à vida urbana pulsante. A artista desafia as percepções convencionais ao criar obras que encapsulam a contradição do mundo contemporâneo. \n\n\n\nCom 10 obras inéditas\, desenvolvidas especialmente para a exposição\, Nati Canto faz uso de ingredientes culinários considerados nobres\, como urucum\, barbatimão\, cacau preto\, spirulina verde e tucupi\, transformando-os em gelatinas em sua cozinha-ateliê para compor suas obras. No entanto\, essa nobreza é contrastada com a própria gelatina\, um subproduto desperdiçado da agropecuária nacional. Em diálogo com a arte brasileira\, sua produção extrapola as técnicas tradicionais do campo artístico\, trazendo procedimentos gastronômicos para o universo da arte contemporânea. Sua pesquisa se concentra na investigação do prazer\, da memória e dos sentidos\, suscitados tanto pelo ato de comer quanto pelas questões sobre permanência postas pela materialidade de suas obras. \n\n\n\n“Xepa” convida o público a explorar um espaço para incertezas e ambiguidades\, aberto a interpretações diversas. \n\n\n\nTrabalhando atualmente com materiais da culinária\, Nati Canto utiliza gelatinas\, tapiocas\, pães de massa morta e pigmentos naturais para criar objetos que se posicionam entre a pintura\, a escultura e a instalação. Em diálogo com a arte brasileira\, sua produção extrapola as técnicas tradicionais do campo artístico trazendo ao universo da arte contemporânea procedimentos gastronômicos. Sua pesquisa se volta à investigação do prazer\, da memória\, dos sentidos\, suscitados tanto pelo ato de comer\, pelo processo de assimilação da comida pelo corpo e sua evacuação\, quanto pelas questões sobre permanência postas pela materialidade de suas obras. Nesse sentido\, seus trabalhos procuram refletir a respeito da simbologia da alimentação\, do processo digestivo no corpo e sobre os ciclos de vida e de morte.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/xepa-de-nati-canto-na-nonada-zona-norte/
LOCATION:Nonada Zona Norte\, Rua Conde de Agrolongo\, 677 - Penha\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Nati-Canto_Xepa-NONADA-ZN-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240529T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240830T200000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240528T133348Z
LAST-MODIFIED:20240528T140149Z
UID:48902-1716984000-1725048000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Inauguração da Arrecife Galeria com a mostra "Juntos devemos nos mover como ondas"
DESCRIPTION:Coletivo Encruzilhada\, da série “Olindina – estudo nº 01”\, 2023\n\n\n\nEm parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro\, a Arrecife Galeria será inaugurada no dia 29 de maio no Rio de Janeiro\, integrando o projeto de revitalização do centro da cidade. Situada no distrito Reviver Cultural\, a nova galeria visa impulsionar a reativação urbana\, cultural e econômica da região. \n\n\n\nFundada pelo artista visual pernambucano Bruno Alheiros\, a Arrecife Galeria nasce com a missão de promover a educação\, a cultura e a arte na região. Mais do que um espaço expositivo\, a galeria pretende ser um ponto de encontro para a criação de redes e o desenvolvimento profissional de artistas independentes\, especialmente do Nordeste\, que ainda não fazem parte do circuito tradicional de arte do eixo Rio-São Paulo. “Sempre acreditei em galerias de arte como equipamentos culturais de uma cidade e\, principalmente\, como agentes transformadores na vida dos artistas”\, afirma Bruno. \n\n\n\nCom um espaço de 71m²\, o projeto arquitetônico da galeria foi idealizado por Paula Quintas\, da APÓS Arquitetura\, e está localizado a poucos metros de importantes instituições culturais\, como o Centro Cultural Banco do Brasil\, a Casa França-Brasil e o Paço Imperial. \n\n\n\nA inauguração da Arrecife Galeria será marcada pela mostra “Juntos devemos nos mover como ondas\,” com curadoria de Aslan Cabral. A exposição\, que abre ao público no dia 29 de maio\, destaca a produção diversificada de artistas pernambucanos de várias gerações e técnicas\, refletindo a riqueza cultural do estado. \n\n\n\nPara a inauguração\, a galeria conta com exposições somente de artistas nordestinos como: Carlos Melo\, Christina Machado\, Coletivo Encruzilhada\, Débora Vicente\, Diogum\, Fernando Portela\, Heitor Dutra\, Marcela Dias\, Ossy Nascimento e Vitor Genuíno. \n\n\n\nA exposição ficará em cartaz até o final do mês de agosto e os horários de visitação são de terça à sexta-feira das 12h às 20h e aos sábados\, das 9h às 15h. \n\n\n\nA Arrecife Galeria convida a todos e todas para o evento de abertura e para conhecerem um novo espaço dedicado à arte e à cultura no centro do Rio de Janeiro.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/inauguracao-da-arrecife-galeria-com-a-mostra-juntos-devemos-nos-mover-como-ondas/
LOCATION:Arrecife Galeria\, Rua do Rosário\, 61 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Coletivo-Encruzilhada-da-serie-Olindina-estudo-no-01-2023.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240605T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240812T210000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240604T210203Z
LAST-MODIFIED:20240604T210205Z
UID:49000-1717578000-1723496400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"LUZ ÆTERNA – Ensaio Sobre o Sol" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Luz Æterna Ensaio sobre o Sol Gênesis (2024)\, Estúdio Aya. Crédito: Lua Morales\n\n\n\nDe entidade divina nos primórdios – ao papel crucial na criação da eletricidade\, a jornada da principal estrela do universo é o fio condutor da exposição. \n\n\n\nSete obras imersivas evocam a poética do Sol por meio de projeções digitais einstalações interativas\, convidando os participantes a vivenciarem a evolução e o poder deste corpo celeste\, essencial à vida na terra. \n\n\n\nUsando tecnologia digital e a luz como elementos primordiais\, sete artistas brasileiros foram convidados a criar as obras concebidas exclusivamente para as galerias do CCBB RJ. \n\n\n\nCom obras de grandes proporções unidas a sons etéreos\, a mostra é atração imperdível para quem busca experiências sensoriais produzidas pela arte. \n\n\n\nUma das características mais importantes de LUZ ÆTERNA – Ensaio Sobre o Sol é a sualinguagem acessível e democrática. “Não é preciso ter conhecimento prévio sobre artecontemporânea para compreender as obras. Elas captam a atenção\, mesmo em tempos de tantos estímulos. Qualquer pessoa\, de qualquer idade\, poderá vivenciá-las.Isso porque o visitante sai da contemplação e passa para a imersão\, se torna parte da experiência.” Destaca Antonio Curti\, curador da exposição. \n\n\n\nVeja os olhares de artistas brasileiros sobre a importância do Sol na jornada da humanidade. Alguns dos nomes presentes: Felipe Sztutman\, Antonio Curti\, ERO\, Junior Costa Carvalho\, Rodrigo Machado\, Arthur Boeira\, Gustavo Milward\, Leandro Mendes\, Leston. \n\n\n\nCuradoria: Antonio Curti\, do estúdio AYA
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/luz-aeterna-ensaio-sobre-o-sol-no-ccbb-rj/
LOCATION:CCBB\, 66 R. Primeiro de Março Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Luz-AEterna-Ensaio-sobre-o-Sol-Genesis-2024-Estudio-Aya-cred.-Lua-Morales.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240608T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240817T180000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240607T125437Z
LAST-MODIFIED:20240607T144936Z
UID:49148-1717840800-1723917600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Korakrit Arunanondchai: Mas palavras fazem mundos" no Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:Korakrit Arunanondchai | Solar dos Abacaxis\n\n\n\nO Solar dos Abacaxis tem o prazer de anunciar a inauguração do seu programa anual de exposições individuais nesta instituição de arte autônoma\, localizada no Mercado Central: Rua do Senado\, 48\, no Centro do Rio de Janeiro. Como parte de seu compromisso com a experimentação e inovação no campo da arte contemporânea\, o Solar fomenta a produção de artistas de todo o Brasil e do Sul Global\, proporcionando a produção de obras e ações públicas inéditas. A importância de construir intercâmbios internacionais é enfatizada pelo Solar dos Abacaxis ao apresentar a primeira exposição individual no Brasil do aclamado artista tailandês Korakrit Arunanondchai. \n\n\n\nA exposição de Arunanondchai inaugura uma iniciativa anual que visa oferecer uma plataforma para artistas explorarem novas perspectivas e experimentações em suas práticas artísticas\, realizando comissionamentos inéditos e exclusivos para apresentação no Solar dos Abacaxis. Em sua primeira edição\, o programa conta com o patrocínio da Mattos Filho e do Instituto Cultural Vale\, Patrocinador Master do ciclo expositivo anual do Solar. Nesta edição inaugural\, Arunanondchai apresentará uma videoinstalação imersiva desenvolvida de maneira site-specic\, a obra inclui dois lmes do artista\, “No History in a room filled with people with funny names 5″(2018-30:40 min) e “Withhistory in a room filled with people with funny names 4” (2017 23:32 min). As obras exploram questões espirituais e políticas em torno da interseção entre as inteligências da natureza e as organizações da sociedade\, desdobrando o eixo de pesquisa sobre Ecologias Queer desenvolvida pelo Solar ao longo do ano. \n\n\n\nCom currículo que inclui exposições em instituições de prestígio como a Bienal de Veneza\, Moderna Museet em Estocolmo\, Museu Serralves em Portugal\, Bienal de Gwangiu e o MoMA PS1\, Korakrit Arunanondchai é reconhecido pelo seu interesse na arte como espaço de potência\, união e aprendizagem. Seu trabalho entre performance\, vídeo e instalação reflete a complexidade da sociedade contemporânea na perspectiva de uma Tailândia em transformação\, explorando temas como memória digital e experiência pessoal em cruzamentos entre a política\, a família e a mitologia. \n\n\n\nA exposição oferecerá ao público brasileiro a oportunidade de vivenciar pela I primeira vez a obra de Arunanondchai em um ambiente imersivo\, e também proporcionará uma série de atividades educativas\, incluindo visitas mediadas\, encontros com curadores\, e ainda uma palestra e uma o cina com o próprio artista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/korakrit-arunanondchai-no-solar-dos-abacaxis/
LOCATION:Solar dos Abacaxis\, Rua do Senado\, 48 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/1_Korakrit_Solar-dos-Abacaxis.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240608T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240817T190000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240607T130117Z
LAST-MODIFIED:20240607T130119Z
UID:49151-1717844400-1723921200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Brotar no Vazio\, Atmosférico Breu" na NONADA ZS
DESCRIPTION:Ana Matheus Abbade\n\n\n\nNONADA ZS abre a exposição Brotar no Vazio\, Atmosférico Breu\, que reúne um total de 18 obras de Ana Matheus Abbade com trabalhos selecionados de Alberto da Veiga Guignard e Mira Schendel\, sob curadoria de Clarissa Diniz. \n\n\n\nBrotar no Vazio\, Atmosférico Breu é uma oportunidade para explorar a intersecção entre diferentes abordagens artísticas que lidam com materialidade e as obras escolhidas proporcionam uma reflexão sobre a relação entre o visível e o invisível\, o tangível e o intangível\, trazendo à tona a poética das materialidades efêmeras. Esta proposta viabiliza uma conversa entre os recentes trabalhos de Ana Matheus Abbade\, a pintura de Alberto da Veiga Guignard e as monotipias de Mira Schendel. Clarissa Diniz observa que “Abbade e Guignard compartilham o desafio de representar e performar a umidade\, a densidade do ar e a opacidade”. Guignard utiliza o gênero da paisagem para explorar “as formas de impregnação e continuidade entre seres\, tempos\, topografias e atmosferas”\, enquanto Ana Matheus Abbade possui uma outra abordagem sobre o tema. \n\n\n\nOs desenhos de Ana Matheus Abbade são compostos com carvão\, uma matéria seca\, mas densa\, que aproxima suas obras da pintura. A curadora comenta: “É com essa matéria seca\, porém densa\, que a artista tem composto desenhos atmosféricos que se aproximam da fatura da pintura\, encarando o problema da mancha desde a experiência do pó”. Através de suas séries Serpentes no Mangue (2024)\, Noturna (2022) e Floresta (2024)\, Abbade explora a incisão e outras formas de inscrição na superfície. Ela aborda a questão da transição\, onde a unha se torna navalha\, relacionando o corte à experiência não binária de gênero e suas implicações sociais e políticas diante da cisnormatividade\, como exemplificado na fotografia Unhas rasgarão cidades (2020). Em suas obras recentes\, a incisura fascina a artista como uma perspectiva estética e política diante da matéria do mundo e dos corpos. \n\n\n\nA curadora estabelece um paralelo entre Abbade e Schendel\, destacando o interesse de ambas pelo caráter gráfico e ontológico das marcas deixadas pela passagem e ação sobre o papel. “Reunidas\, Ana Matheus Abbade\, Alberto da Veiga Guignard e Mira Schendel habitam o vazio\, o ar e a umidade na qual estamos todos imersos. Entre paisagens e monotipias\, acariciam suas fugidias materialidades e\, assim\, dão relevo aos invisíveis que nos cercam e nos constituem”\, diz Diniz. Schendel e Abbade produzem rastros na forma de sulcos sutis\, através da monotipia ou de desenhos que se avizinham às técnicas da gravura. Estes rastros\, nas palavras de Ana Matheus\, “medem o mundo à unha\, daqui até ali”.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/brotar-no-vazio-atmosferico-breu-na-nonada-zs/
LOCATION:Nonada Zona Sul\, R. Aires Saldanha\, 24\, Copacabana\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Ana-Matheus-Abbade.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240609T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240825T180000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240606T102705Z
LAST-MODIFIED:20240606T102707Z
UID:49056-1717923600-1724608800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Luzes da Coreia - Festival de Lanternas de Jinju” no MAC Niterói
DESCRIPTION:Foto: Divulgação\n\n\n\nA maior exposição de arte da Coreia do Sul já realizada no Brasil chega ao Salão Principal do Museu de Arte Contemporânea – MAC Niterói no dia 9 de junho. Com organização do Centro Cultural Coreano no Brasil\, que tem direção de Cheul Hong Kim\, e da Prefeitura de Jinju; patrocínio da Prefeitura de Niterói; realização da Scuola di Cultura e curadoria da jornalista Ana Cláudia Guimarães\, “Luzes da Coreia – Festival de Lanternas de Jinju” convida o público para um mergulho em uma das mais populares tradições culturais coreanas a partir da experiência imersiva com instalações em site specific. As milenares lanternas coloridas de seda dialogam com elementos cenográficos contemporâneos\, transportando os visitantes à famosa cidade de Jinju\, que desde 2003 sedia um dos mais tradicionais festivais culturais do país.  \n\n\n\nNa abertura para convidados\, no dia 8 de junho\, às 19h\, o Museu de Arte Contemporânea e o Cristo Redentor serão iluminados ao mesmo tempo\, com as cores da bandeira da Coreia do Sul:  vermelho e azul. Na véspera\, dia 7\, com uma ação de videomapping\, o Cristo ficará vestido com um Hanbok – traje típico coreano feito de seda e utilizado em casamentos e celebrações específicas. Na vernissage\, estarão presentes no MAC o embaixador Ki-Mo Lim\, o prefeito de Niterói\, Axel Grael\, o diretor do Centro Cultural Coreano\, Cheul Hong Kim\, e o vice-prefeito de Jinju Seak-Ho Cha. O duo de cordas formado pelos músicos Hyu-Kyung Jung (violino) e Eduardo Swerts (violoncelo) farão uma apresentação com repertório de clássicos coreanos. \n\n\n\nO MAC Niterói será ocupado por túneis coloridos formados por 1200 lanternas de seda originais da cidade de Jinju. No final dos túneis\, o público encontra uma enorme lua em 3D\, além de instalações\, fotos e vídeos da cidade e do Festival Jinju Namgang Yudeung\, mostrando a unidade entre a tradição e a contemporaneidade. Além das lanternas\, estarão expostos os Hanboks. A exposição também conta com a presença do mascote de Jinju\, a lontra Hamo\, de 3 metros de altura. \n\n\n\n“A exposição “Luzes da Coreia – Festival de Lanternas de Jinju” cria uma ponte luminosa que une passado e presente. Atravessa o oceano para nos conectar a uma cultura milenar por meio de delicadas lanternas\, produzidas manualmente a partir de uma seda fabricada exclusivamente em Jinju\, pequena cidade da Coreia do Sul. Acesas\, geram trilhas de memória e emoção. Um universo em que cores e formas conduzem a uma experiência única de imersão. As curvas e formas do MAC projetadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer geram um rico diálogo entre culturas e tempos tão distintos e nos transpõe a essa festividade. Hoje\, as luzes representam um momento de celebração num país cuja riqueza cultural tem encantado o mundo”\, diz a curadora Ana Cláudia Guimarães.  \n\n\n\nA tradição das lanternas de seda começou na 1ª Batalha da Fortaleza de Jinjuseong\, durante a Guerra Imjin (1592-1598)\, entre 3.800 soldados do Exército Suseong (Coreia)\, que protegiam o castelo\, e 20.000 soldados japoneses. Os coreanos usaram a lanterna no Rio Namgang em uma noite escura para avistar os japoneses\, impedindo-os de cruzar o rio. Além de tática militar\, as lanternas também foram usadas para enviar recados aos familiares fora da fortaleza. Mais tarde\, a população da cidade de Jinju começou a lançar lanternas no Rio Namgang para homenagear as almas dos soldados que se sacrificaram\, como símbolo de resistência.  \n\n\n\nA tradição deu lugar ao Festival Jinju Namgang Yudeung como um evento de destaque na Coreia\, que é conhecido internacionalmente e todo ano reúne mais de 2 milhões de pessoas. A festividade foi designada pelo Ministério da Cultura\, Esportes e Turismo como o festival representativo da Coreia e ainda foi selecionada como um festival de luxo global de desenvolvimento da Coreia por 5 anos consecutivos. \n\n\n\n“Estou muito feliz que a exposição “Luzes da Coreia – Festival de Jinju” acontecerá no MAC-Niterói. A exposição é uma ótima oportunidade para promover a beleza da seda e das lanternas de Jinju\, cidade criativa da UNESCO no campo do artesanato e das artes folclóricas. Assim\, espero que a exposição Luzes da Coreia fortaleça a relação de amizade entre as cidades de Jinju e Niterói”\, conta o prefeito de Jinju\, Kyoo-II Jo. \n\n\n\nA exposição “Luzes da Coreia – Festival de Lanternas de Jinju” tem organização do Centro Cultural Coreano no Brasil e da Prefeitura de Jinju e realização da Scuola di Cultura e de Ana Cláudia Guimarães. O patrocínio é da Prefeitura de Niterói\, Neltur (Niterói Empresa de Lazer e Turismo)\, FAN (Fundação de Arte de Niterói)\, Embaixada da República da Coreia\, Santuário Cristo Redentor\, Instituto Redemptor\, Hyundai e Ecoponte. Apoio de Casal Garcia.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/luzes-da-coreia-festival-de-lanternas-de-jinju-no-mac-niteroi/
LOCATION:MAC Niterói\, Mirante da Boa Viagem\, s/nº – Boa Viagem\, Niterói\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image00017.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240613T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240811T170000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240613T142407Z
LAST-MODIFIED:20240613T142410Z
UID:49236-1718272800-1723395600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Tudo que tive que engolir nessa vida” de Pedro Varela na EAV Parque Lage
DESCRIPTION:Pedro Varela\, Sem título\, 2022. Foto: Julia Thompson\n\n\n\nA Escola de Artes Visuais do Parque Lage anuncia “Tudo que tive que engolir nessa vida”\, exposição inédita de Pedro Varela (Niterói\, 1981)\, artista visual e professor da instituição. Sob a curadoria de Adriana Nakamuta\, a mostra vai ocupar a Capelinha a partir do dia 13 de junho de 2024\, com inauguração às 19h. \n\n\n\n“Fruto de uma geração atravessada pela tecnologia e marcada pela chegada dos smartphones\, Pedro Varela nos convida a uma experimentação visual e uma vivência contemporânea ao conectar real e virtual\, analógico e digital. Sua prática é uma importante demonstração das múltiplas perspectivas do próprio ofício da pintura e do desenho\, tão presentes nas aulas que acontecem na EAV há quase cinco décadas”\, comenta a curadora. \n\n\n\nÉ vasto o universo iconográfico pelo qual o artista transita. E a paisagem é uma espécie de eixo central em sua produção. Pequenos fragmentos simbólicos do imaginário coletivo funcionam como “hiperlinks analógicos” nas muitas camadas que compõem a cartografia imagética de Varela\, frequentemente pautada pelo humor e pela crítica. \n\n\n\nA exposição reúne um conjunto de seis trabalhos realizados nos últimos três anos\, que partem da matriz do desenho e\, orientados pela lógica da colagem\, resultam num híbrido entre paisagem e narrativa. Referências que vão da história da arte aos memes tentam dar conta dos excessos e das vivências do artista em um mundo digital e analógico. \n\n\n\n“Durante muito tempo eu me referi a essas séries como ‘hiperpaisagens’\, mas hoje tenho outro entendimento. Vejo que sou uma pessoa que vive de forma ansiosa sob a pressão de um fluxo muito intenso de informações e\, para dar conta desse excesso\, foi preciso repensar o espaço-tempo. Me interessa um ponto de vista fragmentado\, um conceito de paisagem que vá além da representação tradicional baseada em uma única perspectiva\, como era no Renascimento”\, diz Varela\, que já expôs sua obra em países como França\, Dinamarca\, México\, Uruguai e Catar. \n\n\n\nA seleção apresentada na individual inclui a multicolorida instalação “Sonhário” (2022)\, em sua terceira versão\, com peças inéditas de dimensões variadas. Uma profusão de pinturas azuis (em referência à tinta da caneta bic) compõe a série monocromática sem título\, produzida em 2024: são pequenos fragmentos que\, recortados e colados uns aos outros\, narram a complexidade de um tempo. \n\n\n\nOs insetários que a avó de Pedro criava\, a bióloga Lourdes Silveira Barreto\, são o disparador da série de trabalhos em técnica mista organizados com alfinetes. A intenção\, segundo o artista\, é catalogar imagens e experiências vividas em diferentes universos. \n\n\n\nA palavra é um elemento conceitual recorrente nas obras reunidas na mostra. São expressões cotidianas\, memórias\, letras de músicas\, trechos do noticiário\, de conversas com amigos ou memes extraídos das redes sociais. Em recente texto crítico\, o curador carioca e ex-professor da EAV Parque Lage\, Marcelo Campos\, escreveu que “devorar é verbo impositivo para quem resolve se lançar nas atividades da criação. Devoração tornou-se gesto e consciência autofágicos nos trabalhos recentes de Pedro Varela… O ato de rever seus próprios desenhos e pinturas\, recortando-as e aproveitando os pedaços\, talvez seja um fato\, desde o início da produção de Varela. Portanto\, aqui\, não se trata da ‘hipocrisia da saudade’\, nos termos do Manifesto Antropófago\, de Oswald de Andrade. Selecionar\, seccionar\, dar sentido aos papeis em fragmentos\, imaginar aparições são procedimentos que vemos em trabalhos do artista ao longo de sua trajetória”. \n\n\n\nDesde 2019\, Pedro Varela ministra os cursos “Colagem como forma de pensamento” e “Perdendo a linha”\, na EAV Parque Lage.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/tudo-que-tive-que-engolir-nessa-vida-de-pedro-varela-na-eav-parque-lage/
LOCATION:EAV Parque Lage\, Rua Jardim Botânico\, 414\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Pedro-Varela-Sem-titulo-tecnica-mista-sobre-papel-montado-com-alfinete-sobre-painel-120-x-180-cm-2022-foto-Julia-Thompson.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240614T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240908T190000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240613T143844Z
LAST-MODIFIED:20240613T143846Z
UID:49239-1718359200-1725822000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Anna Bella Geiger – Entre o relevo e o recorte" no Sesc Copacabana
DESCRIPTION:Atelier Anna Bella Geiger\, 1968\, Rio de Janeiro. Foto: Fernando Ferro\n\n\n\nO Sesc Copacabana tem o prazer de anunciar a abertura da exposição Anna Bella Geiger – Entre o relevo e o recorte\, que acontecerá de 14 de junho a 8 de setembro de 2024. A mostra inédita mergulha no universo multifacetado de Anna Bella Geiger\, uma das mais influentes artistas brasileiras do século XX. Com uma abordagem inovadora\, a mostra destaca os primeiros passos da artista no mundo das artes visuais\, explorando sua jornada desde a juventude até o surgimento de sua assinatura artística reconhecida mundialmente. A individual é realizada pela Agência Dellas e produzida pela Atelier Produtora\, e conta com a curadoria de Ana Hortides. A mostra foi contemplada pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2024. \n\n\n\nCelebrando não apenas os 91 anos de vida da artista\, mas também os seus 75 anos de contribuições nas artes visuais\, a mostra apresentará 29 trabalhos fundamentais que datam da década de 1960\, especificamente no período entre 1960 e 1966. Destacando-se a obraSem título\, de 1961\, vencedora do 1º Concurso Interamericano de Grabado\, na Casa de las Americas\, em Havana\, Cuba\, no ano de 1962. A mostra oferece uma visão privilegiada da evolução artística de Anna Bella Geiger. Reunindo uma coleção ímpar de obras\, a exposição apresenta uma faceta da artista que muitos ainda não conhecem — uma jovem artista experimental. Embora tenha alcançado renome como gravurista e pioneira na videoarte brasileira\, Geiger iniciou sua trajetória artística em uma fase abstrata\, explorando o suporte da gravura de maneira não convencional. \n\n\n\nAnna Bella Geiger – Entre o Relevo e o Recorte destaca especificamente a fase inicial da artista como gravurista\, revelando a sua ousadia ao desafiar as convenções do meio. Um aspecto crucial da exposição é a exploração da técnica de recorte da chapa de metal da gravura\, uma prática não usual na época\, que sinalizava a direção de suas futuras experimentações. Com a subversão da técnica sempre presente\, Anna Bella se utilizava da chapa de metal da gravura como suporte para experimentação\, cortando-a\, o que era inimaginável para a produção gráfica do período. A ousadia da sua poética pode ser percebida ao vislumbrarmos as suas obras com o passar do tempo. As formas gráficas começam a se soltar do retângulo da chapa de metal\, ganhando novos contornos e promovendo novas discussões dentro do campo da própria arte. \n\n\n\n“Anna Bella Geiger é uma artista plástica e professora carioca pioneira no campo da gravura e da videoarte brasileiras. A mostra é uma homenagem ao seu importante legado\, revelando os seus primeiros trabalhos e experimentações em gravura\, enquanto ainda uma jovem artista\, parte pouco conhecida e explorada de sua obra. Na mostra\, o público poderá ver trabalhos em desenho e gravuras que marcaram o início da sua carreira\, muitos deles nunca antes expostos”\, comenta Ana Hortides\, curadora da exposição. \n\n\n\nA partir da mostra\, o público terá a oportunidade de conhecer e se aproximar não apenas da produção gráfica da artista\, mas também do contexto histórico e das influências que moldaram sua trajetória singular. Desde seus estudos iniciais no ateliê de Fayga Ostrower\, de quem a artista Lygia Pape também fora aluna no mesmo período\, até sua experimentação pioneira de técnicas de gravura que desafiaram as convenções da época\, a exposição destaca a ousadia e a inovação que caracterizaram a obra de Geiger desde o início de sua carreira. Dali\, partiu para o ateliê de gravura do Museu de Arte Moderna (MAM)\, do Rio de Janeiro\, onde pode dar continuidade ao seu processo artístico. \n\n\n\nA abertura da exposição contará com uma visita guiada e conduzida pela própria artista e curadora. No dia 3 de setembro\, será lançado o catálogo da individual\, seguido por uma palestra que contará também com a participação de Anna Bella Geiger. A artista nos conta como começou a explorar os recortes em seu trabalho: “As questões desenvolvidas na minha obra eram denominadas no vocabulário internacional como abstração informal ou lírica\, com certa identidade com os pintores da Escola de Nova Iorque e de Paris. Assim como as da Fayga\, do Iberê Camargo\, da Yolanda Mohalyi\, entre outros. Em 1965 a minha própria concepção abstrata começa a se radicalizar assumindo recortes e relevos na composição. É o caso de duas gravuras sem título como as outras anteriores\, mas onde recorto uma forma trapezóide na própria placa de latão\, e o relevo surge impresso no papel branco\, vazio.”
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/anna-bella-geiger-entre-o-relevo-e-o-recorte-no-sesc-copacabana/
LOCATION:Sesc Copacabana\, Rua Domingos Ferreira\, 160 - Copacabana\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/atelier-Anna-Bella-Geiger_1968_Rio-de-Janeiro_-foto-Fernando-Ferro-1536x1335.jpg-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240615T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240901T180000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240614T170651Z
LAST-MODIFIED:20240614T170655Z
UID:49325-1718442000-1725213600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Tromba D'Água" no Sesc São Gonçalo
DESCRIPTION:Alice Yura / Imagem: Divulgação\n\n\n\nO Instituto Artistas Latinas tem o prazer de convidar para a exposição “Tromba D’Água”\, a ser realizada no Sesc São Gonçalo\, com abertura em 15 de junho de 2024 (sábado)\, das 15h às 18h. A mostra\, que tem realização do Instituto Artistas Latinas\, reúne as elaborações de oito artistas mulheres latino-americanas sobre a força e a potência das águas\, entendendo a coletividade enquanto catalisadora de transformações\, apresentando 20 obras que ocuparão a Galeria da instituição. \n\n\n\nCom curadoria de Ana Carla Soler\, Carolina Rodrigues e Francela Carrera\, a mostra reúne artistas do Brasil\, Guatemala e Argentina em diferentes linguagens\, como pintura\, escultura\, fotografia e videoarte\, composta por trabalho das artistas brasileiras Alice Yura\, Azizi Cypriano\, Guilhermina Augusti\, Luna Bastos\, Roberta Holiday e Thais Iroko\, da artista guatemalteca Marilyn Boror Bor e da argentina Natália Forcada. \n\n\n\nAs obras abordam assuntos ligados à espiritualidade\, ancestralidade e à relação do feminino com a natureza. A temática gira em torno da coletividade e suas potências\, partindo da ideia de afluência das águas para discutir questões sociais e de gênero que perpassam as vivências da América Latina.  \n\n\n\n“Em um contexto social em que se pretende sufocar\, soterrar e ignorar essa pulsão ambiental\, o fenômeno da tromba d’água surge como uma alusão ao respeito que se deve ter por esta energia impetuosa. Nesta exposição\, as características das águas criam espaço para trilharmos outros percursos na construção de uma sociedade pautada em relações sensíveis entre a humanidade e a natureza”\, destacam as curadoras\, que assinam o texto curatorial coletivamente. \n\n\n\nA exposição também cumpre um papel de intercâmbio cultural\, visto que são apresentadas obras de artistas da Guatemala e Argentina. \n\n\n\nSOBRE TROMBA D’ÁGUA \n\n\n\nA exposição\, que parte do conceito curatorial desenvolvido pelo conselho de curadoria do Instituto Artistas Latinas\, explora a força soberana das águas\, que se assemelha ao papel do sol para os planetas. As águas estruturam sociedades\, fornecem recursos vitais e revelam a fragilidade daqueles que tentam controlá-las. O fenômeno da tromba d’água\, seja nos oceanos ou rios\, cria uma conexão entre o mar\, o céu\, os rios e a terra\, destacando o poder intrínseco das águas em sua ação transformadora e muitas vezes imprevisível. \n\n\n\nO projeto visa não apenas promover reflexões sobre justiça climática e ações de preservação ambiental\, mas também proporcionar espaços de diálogo e educação através de oficinas e atividades complementares. “Aqui\, as artistas apresentam propostas que ignoram os obstáculos que poderiam limitar suas agências e abrem os caminhos que um dia estiveram obstruídos”\, reforçam as curadoras Ana Carla Soler\, Carolina Rodrigues e Francela Carrera.  \n\n\n\nUm dos destaques da exposição é um mural inédito\, intitulado “A água me contou muitos segredos”\, com 10\,35 metros de largura\, pintado pela artista Luna Bastos\, direto na parede da Galeria. A mostra\, que faz parte da programação artística anual do Instituto Artistas Latinas\, ficará em cartaz até o dia 1º de setembro de 2024.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/tromba-dagua-no-sesc-sao-goncalo/
LOCATION:Sesc São Gonçalo\, Av. Pres. Kennedy\, 755 – Estrela do Norte\, São Gonçalo\, São Gonçalo\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Alice-Yura_2021_MENOR_O-MARTIRIO.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240615T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20241027T180000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240614T142630Z
LAST-MODIFIED:20240614T142633Z
UID:49315-1718449200-1730052000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Renunciar / Mobi" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Coleção MOBI. Imagem: Divulgação/Reprodução\n\n\n\nAbre ao público no dia 15 de junho\, às 11h\, no Museu de Arte do Rio – MAR a exposição itinerante Renunciar / Mobi\, que apresenta a cidade de São Luís (MA) dos anos 70 aos 2000 de uma maneira jamais vista\, por meio do trabalho do fotógrafo maranhense Mobi. \n\n\n\nCom curadoria de Gabriel Gutierrez\, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão – CCVM\, a exposição convida o público a conhecer o Brasil que ficou à margem e apresenta a obra de Mobi em três linhas narrativas: a cidade oficial\, berço das transformações urbanas e mobilizações políticas; a cidade marginal\, que\, embora esquecida\, constitui os alicerces para seu funcionamento maior; e as pessoas\, agentes que constroem\, transformam\, assistem e habitam os espaços urbanos. \n\n\n\nO acervo utilizado para compor a exposição pertence ao Instituto Federal do Maranhão e foi digitalizado pelo Centro Cultural Vale Maranhão. Ao todo 5 mil fotos foram pesquisadas. “Mobi foi um fotógrafo que esteve à margem do que foi amplamente exposto\, publicado e divulgado. Ele documentou o que podemos chamar de ‘cidade amazônica’\, que é uma cidade complexa\, que não cabe nos moldes que estamos habituados a conceber e construir. O trabalho é um manifesto sobre a importância do cotidiano e do humano na conformação e sustentação da urbanidade específica. Por trás dos grandes feitos\, são as pessoas que\, em profundidade psicológica e de experiência\, miram-se nesse grande espelho. Mobi fotografou a rua\, as praças\, os edifícios\, os bichos e o que encontrava enquanto cidadão\, sujeito popular\, de São Luís\, e revelou a oposição flagrante própria desse espaço urbano”\, conta Gabriel. \n\n\n\nAs visitas de Ulysses Guimarães\, Teotônio Vilela e Luiz Inácio Lula da Silva ao Maranhão são alguns dos destaques entre as 151 fotos escolhidas para compor a mostra\, que também conta com um documentário dirigido pelo cineasta Beto Matuck\, cujo conteúdo apresenta Mobi pelos depoimentos e reações de amigos que mergulharam no universo fotográfico do artista\, desconhecido até por quem fazia parte de seu ciclo. \n\n\n\nEsta é a quarta exposição do Centro Cultural Vale Maranhão que itinera por espaços culturais do Brasil. “A itinerância de ‘Renunciar/Mobi’ apresenta a diversidade cultural do Maranhão e dialoga com diferentes públicos ao trazer um olhar sobre a cidade e como seus moradores se relacionam com ela. Mostrar essa experiência para o Rio de Janeiro se conecta à atuação do Instituto Cultural Vale no sentido de promover a circulação da cultura entre os eixos Norte-Nordeste e Sul-Sudeste\, e vice-versa\, contribuindo para a descentralização do acesso e promovendo novos diálogos”\, diz Hugo Barreto\, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale. \n\n\n\nO Museu de Arte do Rio é um equipamento da Prefeitura do Rio de Janeiro\, de responsabilidade da Secretaria Municipal de Cultura\, gerido pela Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI). A itinerância inaugura uma parceria entre o CCVM e o MAR\, que ainda prevê uma segunda exposição com temática maranhense para o segundo semestre. Renunciar / Mobi ficará em cartaz gratuitamente no Foyer do MAR\, espaço localizado no 5º andar do prédio da Escola do Olhar\, até o dia 27 de outubro.  “Apresentar\, em parceria com o Centro Cultural Vale Maranhão\, um panorama da obra fotográfica de Mobi no Museu de Arte do Rio é abrir a possibilidade de enxergar a poética de um fotógrafo para além do trivial. Diante de suas fotos\, enxergamos a rotina das ruas\, dos rostos\, da fruição da vida. Eis a beleza da função foto-jornalística: documentar. A nova mostra do MAR pontua esse cruzamento da imagem revelada como arte e da intenção do artista como um produtor de documentos históricos”\, destaca Leonardo Barchini\, diretor do MAR e da OEI no Brasil. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/renunciar-mobi-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ColecaoMOBI3836red-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240619T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240902T210000
DTSTAMP:20260426T154108
CREATED:20240616T133527Z
LAST-MODIFIED:20240616T133529Z
UID:49333-1718787600-1725310800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Paisagens Ruminadas" de Luiz Zerbini no CCBB RJ
DESCRIPTION:Luiz Zerbini\, Lago Quadrado\, 2010. Crédito: Eduardo Ortega\n\n\n\nNuma reflexão sobre seu processo de criação\, Luiz Zerbini afirma que “viver é ruminar paisagens”. Com este mote\, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro apresenta a primeira grande retrospectiva do artista\, um dos principais expoentes da Geração 80 da arte brasileira. Intitulada Paisagens Ruminadas\, a exposição\, que acontece de 19 de junho a 2 de setembro de 2024\, ocupa todo o primeiro andar do CCBB\, oferecendo ao público um momento único para apreciar e refletir sobre os quase 50 anos de trajetória de Luiz Zerbini\, cuja obra multifacetada e inovadora marca profundamente o cenário artístico nacional e internacional. \n\n\n\nNesta retrospectiva\, sob a curadoria de Clarissa Diniz\, os visitantes terão a oportunidade de mergulhar no universo peculiar e instigante do artista e imergir no processo criativo de Zerbini\, que descreve sua arte como uma jornada de ruminação\, em que paisagens\, sonhos e memórias são triturados e reconfigurados de forma involuntária. Com 140 obras\, algumas delas nunca exibidas\, incluindo uma instalação criada especialmente para o CCBB\, divididas em cinco núcleos temáticos\, os visitantes serão conduzidos por uma viagem visual que perpassa as constantes reelaborações paisagísticas do artista ao longo de sua carreira. \n\n\n\nA mostra destaca a centralidade da paisagem na prática artística de Zerbini\, que transcende os limites da pintura para se manifestar em múltiplas linguagens e experimentações. Sua produção artística revela-se como um verdadeiro mosaico de formas\, cores\, padrões e narrativas\, refletindo não apenas a visão do artista\, mas também sua inquietude e sensibilidade diante do mundo. \n\n\n\n“Paisagens Ruminadas percorre alguns dos caminhos da voluptuosa e fascinante paisagística de Luiz Zerbini. Ao reunir obras de várias décadas e apresentar esculturas\, objetos\, monotipias\, instalações e vídeos\, a exposição matiza o já conhecido protagonismo de sua pintura\, convidando os visitantes a observarem como a ruminação tem sido o principal método de criação desse artista que desde cedo vem mastigando\, digerindo\, regurgitando e novamente devorando suas próprias referências\, signos\, composições\, perspectivas\, narrativas\, formas\, cores\, padronagens\, imagens”\, comenta Clarissa Diniz. \n\n\n\nA obra de Zerbini é um convite à reflexão sobre a natureza da arte e sua relação intrínseca com a vida. Além de sua proeminência como pintor\, ele destaca-se como um artista multimídia\, cuja produção multifacetada explora os limites entre as artes visuais\, a música e o cinema. Há quase 30 anos\, a serem completados em 2025\, Zerbini participa do coletivo sonoro Chelpa Ferro\, criado junto com os artistas Barrão e Sergio Mekler\, que produz obras como objetos\, instalações\, performances\, além de shows e CDs. \n\n\n\nApós o CCBB Rio de Janeiro\, a exposição segue para o CCBB Brasília. O patrocínio é do Banco do Brasil\, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/paisagens-ruminadas-de-luiz-zerbini-no-ccbb-rj/
LOCATION:CCBB\, 66 R. Primeiro de Março Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Lago-Quadrado_alta-Eduardo-Ortega.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240620T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240810T190000
DTSTAMP:20260426T154109
CREATED:20240618T163813Z
LAST-MODIFIED:20240619T154009Z
UID:49366-1718877600-1723316400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Outros Carnavais" de Alberto Pitta na Nara Roesler
DESCRIPTION:Alberto Pitta\, Namorados (detalhe)\, 2020\n\n\n\nA Nara Roesler Rio de Janeiro tem o prazer de apresentar Outros Carnavais\, primeira exposição individual de Alberto Pitta (Salvador\, 1961) na galeria\, que passou a representá-lo este ano. Com curadoria de Vik Muniz\, a mostra faz um apanhado histórico de sua produção ao longo de mais de quarenta anos\, apresentando elementos documentais\, como matrizes antigas\, esboços\, cadernos e livros com a presença de sua obra. O segundo andar da galeria será dedicado a trabalhos recentes e inéditos\, em serigrafia e tinta sobre tela\, com predominância de tons de branco\, que remetem aos bordados em ponto Richelieu que a mãe do artista fazia. A exposição conta ainda com um ambiente instalativo composto por amostras de tecido de seu acervo de mais de três décadas. \n\n\n\nEm seu trabalho\, Pitta representa elementos e simbolismos ligados à espiritualidade e a religiões de matriz africana\, fazendo referência direta ao contexto baiano. Se originalmente esses motivos eram trabalhados através do vestuário e da estamparia que realizava para os blocos de carnaval baianos\, mais recentemente\, o artista tem se dedicado a outras linguagens\, como a pintura e serigrafia sobre tela e trabalhos instalativos. A simbologia explorada pelo artista remete em especial à mitologia Iorubá: oriunda do Oeste africano\, onde hoje se situam especialmente Nigéria e Benim\, e que exerceu grande influência em Salvador e no Recôncavo baiano. \n\n\n\nVik Muniz diz que\, como artista\, sempre está muito preocupado em como “a arte se torna relevante\, do momento em que transcende o contexto da galeria e do museu e passa a fazer parte do dia a dia das pessoas”. “Isso abriu um enorme diálogo\, longevo\, entre Pitta e eu”\, comenta. “Quero que as pessoas vejam o tamanho deste artista\, e o que ele vem fazendo há mais de quarenta anos. Ele já expôs na Alemanha\, em Sidney\, em muitos lugares. Esta mostra pode ser importante para ele\, mas é mais ainda para o mundo da arte”\, salienta. \n\n\n\nPitta e Muniz se conheceram em 2000\, na exposição “A Quietude da Terra: vida cotidiana\, arte contemporânea e projeto axé”\, que reunia artistas baianos e internacionais\, com curadoria de France Morin\, no Museu de Arte Moderna da Bahia e\, desde então\, os artistas tornaram-se grandes amigos. A realização de uma mostra na galeria\, contudo\, é uma das primeiras vezes em que conversam diretamente sobre trabalho. \n\n\n\nFilho da ialorixá Mãe Santinha\, do Ilê Axé Oyá\, educadora e bordadeira\, especialista em ponto Richelieu\, Pitta começou sua trajetória ainda no final dos anos 1970\, criando estampas para pequenos blocos de carnaval como o Zâmbia Pombo e Oba Layê\, do bairro onde morava\, em São Caetano. Ao longo de sua carreira\, no entanto\, realizou trabalhos em parceria com outros importantes blocos da capital baiana\, como o Ara Ketu e o Ilê Aiyê\, e tendo atuado como diretor artístico do Olodum. Desde 1998\, comanda seu próprio bloco\, o Cortejo Afro\, para o qual realiza toda a produção visual. Pitta afirma gostar de provocar “encontros de analfabetos”: “Entre os que não tiveram oportunidade de estudar\, e os que são da academia\, mas não conhecem os símbolos das religiões de matriz africana”.  \n\n\n\nDe acordo com Vik Muniz\, “a iconografia dentro do trabalho dele é muito importante\, e se vai aprendendo. É uma cartilha de significados\, muitos deles discretos\, porque o candomblé não gosta muito de falar\, e Pitta vai soltando as coisas de forma homeopática”\, afirma\, e complementa:  “Pitta já invadiu o entorno do cubo branco\, e agora nesta mostra queremos contar um pouco de cada coisa que ele fez”.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/outros-carnavais-de-alberto-pitta-na-nara-roesler/
LOCATION:Nara Roesler  Rio de Janeiro\, R. Redentor\, 241 - Ipanema\, Rio de Janeiro - RJ\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/55420_apt_flaviofreire_high_6-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240622T080000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240921T170000
DTSTAMP:20260426T154109
CREATED:20240622T124108Z
LAST-MODIFIED:20240622T124110Z
UID:49458-1719043200-1726938000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Maré de Sonhos Intranquilos” de Fava da Silva no Sesc Duque de Caxias
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Fava da Silva. Imagem: Divulgação\n\n\n\nA galeria do Sesc Duque de Caxias recebe a partir de sábado (22/06)\, a exposição “Maré de Sonhos Intranquilos”\, contemplada no Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2023/2024. A mostra é a primeira individual da artista Fava da Silva no Rio de Janeiro e reúne cerca de 16 pinturas produzidas entre os anos de 2021 e 2024. A curadoria é assinada por Emmanuele Russel e Renata Gesomino. Fava constrói suas narrativas através da realidade vivenciada em seu dia a dia\, perpassando por temáticas que refletem sobre a morte\, o luto\, a violência que atinge os territórios favelados e o cotidiano. “Eu faço uma pintura baseada no que vivo\, no entanto a fabulação recorre ao onírico\, faço uso da linguagem do sonho para representar esses cenários”\, avalia a artista. \n\n\n\nO público vai encontrar uma série de obras que se apresentam em diferentes suportes\, e que foram produzidas a partir das experiências da artista\, que cresceu no Complexo da Maré\, na zona norte da capital fluminense. As telas possuem destacada assinatura cromática. A técnica a óleo é utilizada pela artista e em suas composições é possível encontrar a densidade do azul ampliando um contraste com a transformação do vermelho. “Pintar com as mãos\, com os pés\, com o corpo e com a alma. É desta forma que podemos mergulhar nas imagens que retratam de forma onírica e sensível um universo íntimo e ambíguo da artista Fava da Silva. Com cenas decodificadas por cores\, linhas\, formas e planos que se repetem e remontam às lições formais deixadas pelas vanguardas estéticas do modernismo\, a artista carioca atualiza seu repertório simbólico a partir da influência incontornável da pintura contemporânea de artistas como Marlene Dumas\, Cristina Canale e Eduardo Berliner\, criando uma maré de imagens\, narrativas e situações cotidianas que abarcam o ciclo natural da vida e da morte”\, afirmam as curadoras Renata Gesomino e Emmanuele Russel. A exposição será gratuita é terá duração de três meses no Sesc Duque de Caxias. \n\n\n\nEm “Maré de Sonhos Intranquilos”\, é possível encontrar o trabalho visual de uma artista que possui uma poética ampla e coerente. Pelas obras de Fava da Silva encontramos uma autobiografia das suas experiências pessoais: as cidades percorridas pela artista\, a presença da violência e do luto\, a necropolítica\, as perdas e os ganhos\, sem deixar de provocar no público um encantamento pelo cotidiano\, por sonhos que a artista ampliou em tessituras visuais\, com o poder gesto e a força das cores.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/mare-de-sonhos-intranquilos-de-fava-da-silva-no-sesc-duque-de-caxias/
LOCATION:Sesc Duque de Caxias\, 47 Rua General Argolo Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fava-48.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240629T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T180000
DTSTAMP:20260426T154109
CREATED:20240718T215629Z
LAST-MODIFIED:20240718T215632Z
UID:49814-1719655200-1743357600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"J. Borges – O Sol do Sertão" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:J. Borges\, O forró dos bichos. Foto: Divulgação\n\n\n\nA exposição “J. Borges – O Sol do Sertão”\, com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, é a mais abrangente da carreira do mestre da xilogravura brasileira. Com mais de 200 obras que percorrem seus 60 anos de trajetória\, a mostra inclui xilogravuras\, matrizes\, cordéis e vídeos. As obras de J. Borges estão distribuídas em duas galerias do mezanino\, parte do foyer e da galeria principal\, interagindo com o acervo de arte brasileira do Museu do Pontal. No jardim interno\, um mural de 24 m² apresentará a popular xilogravura “Asa Branca”\, inspirada pela música de Luís Gonzaga e reproduzida por Pablo Borges\, filho do artista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/j-borges-o-sol-do-sertao-no-museu-do-pontal/
LOCATION:Museu do Pontal\, 3300 Av. Célia Ribeiro da Silva Mendes Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/07/img-9883-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240706T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240809T180000
DTSTAMP:20260426T154109
CREATED:20240703T152434Z
LAST-MODIFIED:20240703T152437Z
UID:49538-1720261800-1723226400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Jacqueline Belotti abre individual na Galeria Mercedes Viegas
DESCRIPTION:Imagem/Divulgação. Crédito: Gabi Carrera\n\n\n\nIntegrando elementos díspares e construindo peças que contenham acontecimentos\, informações e objetos de universos multifacetados\, a artista e ceramista Jacqueline Belotti vai moldando\, manualmente suas obras\, sempre agregadas a um caráter experimental. Suas criações recentes estarão na exposição “E DE TODAS AS COISAS UM”\, que inaugura no dia 6 de julho\, sábado\, na Galeria Mercedes Viegas\, no Horto. Paula Terra-Neale\, que faz a curadoria\, selecionou 15 cerâmicas e porcelanas de produção recente. A argila\, nas mãos da artista\, se torna um meio para transmitir histórias\, emoções e visões únicas\, ecoando o poder da criação que celebra. Da argila bruta ao objeto final\, a magia do processo artístico dá nova vida e significado à matéria\, que pode assumir a forma de folhagens\, rosas\, orquídeas\, entre outras flores – inventadas ou não – mãos\, cabeças\, pássaros\, asas\, peixes\, conchas\, vegetação marinha\, misturados a cacos de cerâmica diversos. \n\n\n\nInspiração em Bordalo Pinheiro e Heráclito \n\n\n\nSegundo a artista\, a obra de Bordalo Pinheiro sempre foi uma fonte inesgotável de inspiração para o seu trabalho: “Sua capacidade de combinar técnicas tradicionais com uma abordagem inovadora e crítica ressoa profundamente com minha própria prática artística”. \n\n\n\nMas é do conceito de “harmonia dos contrários”\, do filósofo Heráclito\, que vem a inspiração para dar forma às suas cerâmicas\, que parecem afirmar que os opostos não são apenas necessários para a existência de tudo\, mas também a harmonia e a unidade emergem da tensão entre eles. A artista incorpora ao seu processo de criação a visão de que a realidade é caracterizada pela mudança constante e pelo fluxo\, tudo está em constante transformação e os opostos são interdependentes. A “harmonia dos contrários” sugere que a tensão e contraste entre os opostos cria um equilíbrio dinâmico. Assim como para Heráclito\, essa tensão e contraste são fundamentais para a ordem e a estrutura das suas obras únicas\, sempre se transformando mas mantendo a harmonia através do conflito contínuo entre todas as partes da obra. Cada peça de Jaqueline é uma expressão desse espírito. \n\n\n\n“Jacqueline Belotti nos apresenta sua mais recente série de trabalhos: são vasos biomórficos de cerâmica em argila e porcelana esmaltados\, produzidos desde 2020. O senso de urgência\, de iminência da tragédia e de potência de vida transpiram deles. São peças únicas e elaboradas com experimentalidade técnica e sofisticação intelectual. Apresentam um deslocamento delicado e conflituoso entre as pequenas partes; os pequenos dramas equilibrados na totalidade da peça única\, o vaso. As formas de cada uma das partes individuais\, que podem ser associadas às da flora e da fauna\, incluindo as dos corpos feminilizados\, são aqui amalgamadas num todo fluído\, e contínuo como que na tradição barroca e do rococó\, mas com um toque de surrealidade. O fogo da queima unindo pigmentos e pedra num ardor sensual e erótico. \n\n\n\nA artista cria seu próprio diálogo e exploração com a cerâmica\, não apenas com o material em si\, mas na possibilidade de trabalhar nele as questões da arte\, as questões subjetivas\, e empreender uma reflexão crítica sobre processos históricos\, num mesmo mergulho”\, sintetiza a curadora\, Paula Terra-Neale.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/jacqueline-belotti-abre-individual-na-galeria-mercedes-viegas/
LOCATION:Galeria Mercedes Viegas\, Rua Abreu Fialho 5 S (sobrado) - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/07/25_2406_8600_GabiCarreraFOTO-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240706T140000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240915T180000
DTSTAMP:20260426T154109
CREATED:20240703T153720Z
LAST-MODIFIED:20240703T153723Z
UID:49564-1720274400-1726423200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Eterno Egito" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Estela de Per-a-Iset\, Acervo Mariano Procópio. Foto: Marcio Brigatto\n\n\n\nA exposição “Eterno Egito: A Imortalidade nas Coleções Viscondessa de Cavalcanti e Eva Klabin” traz a união inédita das coleções de Eva Klabin e da Viscondessa de Cavalcanti\, duas colecionadoras que reuniram artefatos do antigo Egito em seus acervos. A mostra apresentará 100 peças de diversas dinastias\, datando desde 3000 a.C. até o século I d.C. Com a curadoria de Helena Severo e Douglas Fasolato\, a nova exposição da Casa Museu Eva Klabin estará aberta à visitação gratuita de quarta a domingo\, das 14h às 18h\, a partir do dia 6 de julho. \n\n\n\nA exposição conjunta traz artefatos e objetos que refletem a crença egípcia na vida após a morte. Na coleção da Viscondessa\, destacam-se uma estela policromada\, de Per-a-Iset\, que faz oferendas ao deus Ra-Osíris; fragmentos de um rosto de ataúde masculino; figuras shabtis (servidores funerários); e um significativo conjunto de amuletos funerários. A coleção de Eva Klabin apresenta como destaques um rosto de esquife de madeira dourada com olhos incrustados de marfim e ébano da XVIII Dinastia\, uma estela funerária de pedra que pertenceu a Thutmés\, representado se apresentando a Osíris\, além de objetos votivos que destacam o importante papel dos animais na religião egípcia\, como um esquife para uma múmia de gato. A coleção egípcia de Eva Klabin\, atualmente a maior em exibição no Rio de Janeiro e uma das maiores do Brasil\, integra o acervo permanente da Casa Museu\, \, enquanto a da Viscondessa de Cavalcanti pertence ao acervo do Museu Mariano Procópio\, em Juiz de Fora (MG). \n\n\n\nApesar de separadas por cinquenta anos\, a Viscondessa de Cavalcanti (1853-1946) e Eva Klabin (1903-1991) tiveram em comum o interesse por artefatos do Egito Antigo\, desenvolvendo suas coleções por meio de viagens internacionais\, residências em diversos países e visitas a ateliês de artistas\, antiquários renomados e casas de leilões. A união de suas coleções nesta exposição permite uma reflexão sobre o papel das mulheres no colecionismo brasileiro e oferece um olhar sobre as motivações\, práticas e intenções envolvidas no ato de colecionar.  \n\n\n\nO fascínio contínuo pelo Egito Antigo transcende o tempo e continua a influenciar a sociedade\, nos mais diversos setores. Na arte contemporânea este fascínio se materializa nas obras de artistas que completam a exposição “Eterno Egito”\, dialogando com os acervos históricos de Eva e da Viscondessa. A exposição é uma iniciativa da Casa Museu Eva Klabin\, com patrocínio da Klabin S.A\, produção da AREA27 e realização do Ministério da Cultura. Apoio da Atlantis e da Everaldo Molduras.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/eterno-egito-na-casa-museu-eva-klabin/
LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Estela-de-Per-a-Iset-Acervo-Mariano-Procopio-Fotos-Marcio-Brigatto-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240710T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240824T190000
DTSTAMP:20260426T154109
CREATED:20240712T195103Z
LAST-MODIFIED:20240712T195105Z
UID:49747-1720605600-1724526000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Duda Moraes – Entre force et fragilité\, e a continuação do gesto” na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Duda Moraes\, Dans la forêt (detalhe)\, 2024\n\n\n\nAnita Schwartz Galeria de Arte tem o prazer de convidar para a abertura\, em 10 de julho de 2024\, às 19h\, da exposição “Duda Moraes – Entre force et fragilité\, e a continuação do gesto”\, com obras da artista carioca nascida em 1985 e residente em Bordeaux\, na França\, há sete anos. Duda Moraes estará presente na abertura da exposição. O texto crítico que acompanha a mostra é de Élise Girardot\, com tradução do texto em português de Madeleine Deschamps. \n\n\n\nGraduada em desenho industrial pela PUC Rio em 2010\, Duda Moraes trabalhou por cinco anos na criação de estampas para a indústria têxtil e grandes marcas de moda\, no escritório de Ana Laet. Criada em ambiente artístico – sua mãe\, a artista Gabriela Machado\, a levava para onde ia\, ateliê\, exposições – Duda Moraes realizou o que realmente desejava fazer após ter frequentado um curso com Charles Watson. Fez exposições em Belo Horizonte e no Rio\, cidade em que vivia intensamente\, seja no contato com a natureza\, ou nas rodas de capoeira e de samba\, onde cantava. No final de 2016\, entretanto\, um acontecimento iria levá-la para outro universo\, muito distinto: a paixão fulminante por um mestre de capoeira a fez se mudar para Bordeaux\, onde casou e teve seu primeiro filho\, nascido antes da pandemia. \n\n\n\n“Entre force et fragilité\, e a continuação do gesto” apresenta este percurso vivido por Duda Moraes\,que atravessou a mudança de país e continente\, com uma cultura muito diferente da sua\, e de status social\, com o casamento e a maternidade\, e a pandemia no meio. “Quero mostrar no Rio esta minha passagem\, a maturação deste tempo em que estou na França\, sete anos\, um número marcante\, como um primeiro ciclo”\, diz.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/duda-moraes-entre-force-et-fragilite-e-a-continuacao-do-gesto-na-anita-schwartz-galeria-de-arte/
LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30\, Rido de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Duda-Moraes_Dans-la-foret-Oleo-e-acrilica-sob-tela-195x130cm-2024.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240710T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240824T190000
DTSTAMP:20260426T154109
CREATED:20240712T203608Z
LAST-MODIFIED:20240712T203611Z
UID:49751-1720605600-1724526000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Visita ao acervo #4 – Diálogos” na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Livia Flores\, Xu 06\, 2021\n\n\n\nAnita Schwartz Galeria de Arte tem o prazer de convidar para a abertura\, em 10 de julho de 2024\, às 19h\, da exposição “Visita ao acervo #4 – Diálogos”\, com curadoria de Cecília Fortes. Esta é a quarta edição do programa que apresenta as obras do acervo de Anita Schwartz Galeria de Arte a partir de um recorte curatorial. Cecília Fortes explica que nesta exposição “a proposta foi identificar pontos de convergência entre trabalhos\, criando diálogos diversificados. Conexões que ocorrem de forma orgânica\, estabelecendo conversas diretas em alguns casos e relações inusitadas\, emoutros”. \n\n\n\nA curadora exemplifica: “Contornos do corpo feminino e suas camadas físicas e metafóricas\, observados em planos positivo e negativo no ato escultórico”\, conectam as obras ‘Presas em frestas\, da série Vazante’ (2024)\, de Liana Nigri (1984)\, em bronze e granito em liga\, com 76 x 24 x 10 cm\, e ‘Mulher em dobras 1 (Vênus)’\, de Cristina Salgado (1957)\, produzida em 2022\, com tapete e parafusos\, medindo 170 x 70 cm. \n\n\n\n“A materialidade da tinta a óleo\, que ganha corpo e se transforma em elemento marcante de composição”\, estão nas pinturas “O céu como cicatriz\, Tapetes” (2019)\, de Nuno Ramos (1960)\, em óleo e pigmento sobre papel\, com 50 x 65 cm\, e “Sem título” (2022)\, de Ronaldo do Rego Macedo (1950)\, em óleo sobre tela\, 100 x 150 cm. \n\n\n\n“Esferas laminadas que preenchem o espaço expositivo com seus volumes repletos de ausências e ilusões óticas colocam em relação as criações de Bruna Snaiderman (1984) – ‘Sem título’ (2024)\, da série ‘Presença através da ausência’\, em metacrilato e vinil\, com 100 x 100 x 21 cm – e Eduardo Frota (1959) – “Esfera (com anel)\, 1991\, em compensado industrial\, de 62 x 73 x 22 cm. \n\n\n\n“Ondas sonoras derivadas da escultura‘Sem título’ (2019)\, de Paulo Vivacqua(1971) – composta por alto-falantes\, vidro\, espelho e mesa de madeira\, com 83 x 36 x 80 cm – se propagam pelo ar e reverberam na obra‘W-H/112’ (2018)\, de Abraham Palatnik (1928-2020)\, em acrílica sobre madeira\, com 105 x 134 cm. “Seguindo uma narrativa surreal imaginária\, a relação das mãos que tocam pinturas de círculos brancos e pretos sobre pedra\, no plano bidimensional na obra ‘Direita para esquerda\, esquerda para direita’ (2023)\, de Rodrigo Braga (1976)\, em impressão fine art sobre papel de algodão\, com 150 x 50 cm\, mergulham nas formas e acessam a matéria expondo a sua tridimensionalidade em ‘Mão dupla 1’ (2017)\, de Lenora de Barros (1953)\, da série “Performance escultura para mãos”\, impressão em jato de tinta\, 40 x 30\,5 cm. \n\n\n\n“O uso da geometria como elemento de abstração estabelece a relação entre as obras de Livia Flores (1959) – ‘Xu (06)’ e ‘Xu (08) Plot’\, de 2021\, em colagem sobre tela\, com 30 x 40 cm e 80 x 60 cm\, respectivamente – com os ‘Cadernos de confinamento 1 e 2’ (2020/21)\, de Renato Bezerra de Mello (1960)\, desenho em tinta nanquim sobre folha de papel Canson\, 40 x 60 cm.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/visita-ao-acervo-4-dialogos-na-anita-schwartz-galeria-de-arte/
LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30\, Rido de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/07/2021.11.23-14.41-0221-scaled-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240710T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240901T180000
DTSTAMP:20260426T154109
CREATED:20240716T155246Z
LAST-MODIFIED:20240716T155535Z
UID:49609-1720605600-1725213600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Lab Cinema Expandido - Rio de Janeiro: Fantasmas\, Máscaras e Territórios" no Futuros – Arte e Tecnologia
DESCRIPTION:Cao Guimarães\, Tokkotai Paquetá (film still)\n\n\n\nResultado de uma residência artística em formato inédito no Brasil\, a exposição Lab Cinema Expandido – Rio de Janeiro: Fantasmas\, Máscaras e Territórios ocupa todos os andares do Futuros – Arte e Tecnologia\, no Flamengo\, de 10 de julho até 1º de setembro. A mostra apresenta videoinstalações sobre o Rio de Janeiro criadas por nove duplas de artistas e pelos cineastas Cao Guimarães e Paz Encina durante o LAB Cinema Expandido\, uma residência de formação artística sobre a relação do cinema com outras linguagens\, que ocorreu entre junho e setembro de 2023\, na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. O projeto é coordenado pela cineasta\, produtora e artista visual Marina Meliande e pelo cineasta e roteirista Felipe M. Bragança. No dia da abertura\, 10/07 (quarta)\, às 18h30\, será realizada uma visita guiada com Cao Guimarães e Paz Encina. \n\n\n\nA exposição começa no videowall do térreo\, com Tokkotai Paquetá\, de Cao Guimarães\, que assina a direção\, roteiro\, fotografia e montagem. A obra foi filmada na ilha de Paquetá e a trilha sonora é do grupo O Grivo. Já no último andar\, está instalada a obra Carta a un viejo Master\, da cineasta paraguaia Paz Encina\, uma homenagem a Eduardo Coutinho\, filmada no Edifício Master\, icônico prédio de Copacabana. A montagem do vídeo é de Jordana Berg\, editora dos filmes de Coutinho e dos últimos trabalhos de Paz. \n\n\n\nNos outros andares do centro cultural\, o visitante encontra as nove videoinstalações das duplas de artistas exibidas em diversos suportes e ambientes\, contando\, algumas delas\, com objetos de cena. O Rio de Janeiro é o personagem comum de todas as obras\, retratado em diversas regiões como a Vila Vintém\, Floresta da Tijuca\, Ilha do Sol (Baía de Guanabara)\, Maracanã\, Baixada Fluminense\, Central do Brasil\, Copacabana\, Paquetá ou em detalhes sutis como o vento que corta a cidade. Ficções e documentários exploram personagens\, locais e histórias do imaginário carioca. \n\n\n\n“O tema Fantasmas\, Máscaras e Territóriosfoi proposto para se pensar nas transformações aceleradas dos espaços urbanos brasileiros\, em especial a cidade do Rio de Janeiro. Na forma como a cidade\, como um corpo vivo\, vai reconfigurando seus territórios\, assumindo novas identidades\, máscaras\, que se expressam como novos corpos\, novas latitudes\, novas representações\, e deixam para trás os fantasmas de suas memórias. Falar em fantasmas\, máscaras e territórios no Rio de janeiro de hoje é falar daquilo que a cidade tenta esquecer\, daquilo que ela é\, e daquilo que ela deseja ser. Esse é o conceito por trás da Residência”\, resume Mariana Meliande\, idealizadora do LAB. \n\n\n\n“Por meio de suas obras\, o LAB Cinema Expandido traz uma proposta de reflexão sobre a nossa cidade. Acreditamos que o cinema é uma das principais ferramentas de geração de conhecimento e aprendizado\, e ter no Futuros – Arte e Tecnologia uma exposição com obras e filmes que exploram as nuances e maravilhas do Rio tem tudo a ver com a gente”\, comemora Victor D’Almeida\, gerente de cultura do Instituto Oi Futuro. \n\n\n\nNo dia da abertura para convidados\, 9 de julho\, às 21h\, os artistas Anne Santos e João L. Lourenço\, diretores de Bacia dos Sonhos\, farão uma performance durante a exibição do filme\, que será gravada e somará camadas sonoras à obra. Esta nova versão da obra é a que será projetada durante o período da exposição. \n\n\n\nSerão realizadas ainda mais três visitas guiadas\, aos sábados\, às 16h: dias 13/07 e 20/07\, com as duplas de artistas que criaram as nove vídeo-instalações; e\, no dia 03/08\, com os curadores Felipe M. Bragança e Marina Meliande.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/lab-cinema-expandido-rio-de-janeiro-fantasmas-mascaras-e-territorios-no-futuros-arte-e-tecnologia/
LOCATION:Futuros – Arte e Tecnologia\, Rua Dois de Dezembro\, 63 - Flamengo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/07/LAB_Tokkotai_Paqueta_still2-1-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR