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SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
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SUMMARY:"Ònà Irin: Caminho de Ferro" de Nádia Taquary no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A artista baiana Nádia Taquary inaugura sua primeira exposição individual no Museu de Arte do Rio (MAR) com a mostra Ònà Irin: Caminho de Ferro\, que se concentra na joalheria afro-brasileira e na ancestralidade. A exposição apresenta esculturas\, objetos-esculturas\, instalações e videoinstalações que exploram as jóias de crioulas\, tradições nagô e yorubá\, e elementos de transformação. A exposição reflete a missão do MAR em promover a arte contemporânea brasileira produzida por mulheres. Nádia Taquary é conhecida por sua pesquisa sobre a cultura afro-brasileira e já participou de exposições nacionais e internacionais. A exposição é curada pelo artista e curador Ayrson Heráclito e pela equipe do MAR.
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SUMMARY:"Sentir Mundo\, Uma jornada imersiva" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Sentir Mundo\, uma experiência única de imersão na perspectiva de outras espécies\, chega ao Museu do Amanhã. Idealizada pela Sensory Odyssey Studio em coprodução com o Muséum National d’Histoire Naturelle (Museu Nacional de História Natural)\, em Paris\, França\, onde foi exibida de outubro de 2021 a julho de 2022\, a exposição é uma versão reduzida de Odisseia Sensorial\, aclamada em Paris e Singapura. \n\n\n\nA mostra aguça os sentidos dos visitantes\, aproximando-os do mundo natural como nunca antes. Ela é acompanhada por um painel detalhado\, que inclui textos\, ilustrações e um acervo entomológico\, destacando as principais espécies de cada área da exposição. Este painel enfatiza a interação entre diferentes organismos\, realçando a importância da preservação dos ecossistemas e a complexa rede de conexões que sustentam a vida na Terra.
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SUMMARY:"Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Hiromi Nagakura\, Andila Caxi Krikati\, década de 1990\n\n\n\nNo dia 28 de fevereiro de 2024\, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro inaugura a exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak\, mostra idealizada pelo Instituto Tomie Ohtake\, de São Paulo. Com curadoria de Ailton Krenak e curadoria adjunta de Angela Pappiani\, Eliza Otsuka e Priscyla Gomes\, a exposição apresenta 160 fotografias inéditas no Brasil do premiado fotógrafo japonês Hiromi Nagakura\, realizadas em viagens com Krenak\, principalmente pelo território amazônico\, entre 1993 e 1998. A mostra\, com entrada gratuita\, chega ao CCBB RJ ampliada\, com uma nova seleção de imagens\, além de objetos dos povos visitados\, que não estiveram presentes na edição paulistana da exposição\, em cartaz no ITO até o início deste ano.  \n\n\n\nAlém disso\, lideranças indígenas de diversas etnias participarão de conversas realizadas em torno da exposição\, junto com o fotógrafo e o curador.  No dia da abertura da exposição\, às 17h\, haverá a roda de conversa Hiromi Nagakura e Ailton Krenak encontram os povos da floresta\, com a presença da dupla e também das lideranças indígenas Moisés Pyianko Ashaninka e Leopardo Huni Kuin\, com a participação de Marize Guarani\, presidente da Associação Indígena Aldeia Maracanã. No dia 29 de fevereiro\, também às 17h\, haverá mais uma roda de conversa\, Hiromi Nagakura e Ailton Krenak encontram os povos do cerrado\, com Krenak\, Nagakura e as lideranças indígenas Marineuza Pryj Krikati\, Maria Salete Krikati e Caimi Waiassé Xavante\, com a participação de Carlos Tukano\, presidente do Conselho Estadual de Direitos Indígenas do Rio de Janeiro. No dia 1 de março\, às 17h\, Ailton Krenak e as cinco lideranças indígenas da Amazônia convidadas farão palestra no CCBB RJ.   \n\n\n\n“Nagakura-san é um samurai. Sua espada é uma câmera que ele maneja com a segurança de quem já passou por campos de refugiados e esteve no centro das praças de guerra\, por lugares como África do Sul\, Palestina\, El Salvador e Afeganistão. Depois desse mergulho no inferno global\, quando sentiu de perto a loucura dos seres humanos\, o samurai da câmera descobriu a floresta amazônica e seus povos nativos”\, escreveu Ailton Krenak\, curador da mostra\, no texto que acompanha a exposição. \n\n\n\nA exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil\, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A mostra segue para os CCBBs Brasília e Belo Horizonte após temporada no Brio de Janeiro.
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SUMMARY:"Boneca de Papel" de Maria Fernanda Lucena na Casa França-Brasil
DESCRIPTION:Obra de Maria Fernanda Lucena (detalhe)\n\n\n\nA exposição individual de Maria Fernanda Lucena revisita e amplia a série Boneca de Papel\, apresentada ano passado\, no Paço Imperial. A artista ressalta que os trabalhos começaram a ser pensados por práticas que lhe são comuns\, o recorte e a colagem\, fazeres que ela considera lúdicos por rememorarem modos de brincar\, além de gestos costumeiros ao universo da moda\, do qual é oriunda sua pesquisa. \n\n\n\nCom uma paleta de cores mais aberta\, diversa e sobreposições menos uniformes\, nessa nova mostra Lucena expande seus personagens e explora ainda mais as representações e as identidades. Segundo Bruna Araújo\, curadora da mostra “A exposição de Maria Fernanda ganha uma nova dimensão na Casa França Brasil. Nesse espaço monumental a percepção dos atravessamentos propostos pela artista se torna mais instigante\, somos convidados a refletir sobre não só sobre a pluralidade dos corpos\, mas a celebrá-los\, uma ideia de que o corpo pode ser uma festa”. \n\n\n\nMaria Fernanda Lucena (Rio de Janeiro\, 1968). Depois de estudar e trabalhar com indumentária e design de moda\, ingressa na EAV- Parque Lage – frequenta diversos cursos e passa a se dedicar ao desenho e à pintura. Suas exposições individuais foram curadas por Efrain Almeida\, na C. galeria\, e na galeria Sem título\, e por Cesar Kiraly A intimidade é uma escolha\, na galeria de Arte Ibeu\, em 2017\, no ano anterior foi vencedora do prêmio “Novíssimos”. Em projetos coletivos expôs a convite dos curadores Brígida Baltar\, Isabel Portella e Marcelo Campos. Integra coleções particulares e o acervo do Mar – Museu de Arte do Rio.
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SUMMARY:"Riscar o Chão" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:Guy Veloso\, Portela\, 2019\n\n\n\nO Centro Cultural Arte Sesc (Rua Marquês de Abrantes 99 – Flamengo) abre\, nesta quinta-feira (07/03)\, às 18h\, a exposição Riscar o Chão\, que articula linhas e traços de gravuras com fotografias que registraram os movimentos dos corpos dos sambistas que “riscam o chão” da avenida. A mostra será aberta com um show da cantora e compositora Nina Wirtti. A entrada é franca. \n\n\n\nA exposição reúne 61 obras\, em serigrafia e litogravura\, de Abelardo Zaluar\, Alfredo Volpi\, Athos Bulcão\, Carlos Scliar e Dionísio Del Santo\, que datam de 1984 e integram o acervo do Sesc RJ\, e fotografias dos artistas convidados Guy Veloso e Vítor Melo\, registradas entre os anos de 2019 e 2023\, durante o Carnaval\, no Rio de Janeiro. \n\n\n\nCom curadoria de Marcelo Campos e Leonardo Antan\, a mostra propõe um diálogo de gravuras com fotografias que registram a técnica\, a engenhosidade de sambistas e a evolução de corpos no Carnaval\, aproximando a geometria e a figuração com uma ginga de linhas e cores\, estabelecendo uma relação com o lugar ao qual pertenciam\, criando ambientações singulares e dialogando com o contexto brasileiro. \n\n\n\n“Se para muitos\, os pensamentos elaborados por artistas do Carnaval parecem distantes ou superficiais diante de outras formas de arte\, eles são importantes discursos que se criam sobre nosso país. É preciso perceber como o universo plástico das artes institucionais e o pensamento de artistas-carnavalescos sempre estiveram em sinergia e reinventando possibilidades de país nas telas e avenidas”\, observa o curador Marcelo Campos. \n\n\n\nRiscar o Chão é a quarta exposição a ocupar o Arte Sesc desde a reabertura do espaço em 2022. O centro cultural vem se dedicando a tornar acessível ao público obras do seu acervo de mais de 500 peças do Sesc RJ\, que vêm sendo paulatinamente tratadas\, restauradas e selecionadas para compor exibições a partir de recortes curatoriais alinhados às discussões contemporâneas em artes visuais. \n\n\n\nA mostra inaugural foi Notícias do Brasil: Carybé\, Cícero Dias e Glauco Rodrigues\, com gravuras assinadas por esses artistas\, em celebração aos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922. Na sequência\, o espaço recebeu Abstrações\, composta por obras de artistas mulheres que exploram o caminho da abstração em diferentes tempos e formas expressivas: Fayga Ostrower\, Renina Katz\, Anna Letycia e Anna Maria Maiolino (peças do acervo)\, Ana Cláudia Almeida e Laís Amaral (convidadas). \n\n\n\nA terceira mostra\, ÀMÌ: Signos Ancestrais\, partiu de uma obra de Emanoel Araújo\, restaurada após anos exposta em uma área externa do Sesc Copacabana\, e contou com os artistas convidados Raphael Cruz e Guilhermina Augusti. As obras estão\, agora\, em exibição na galeria do Sesc Barra Mansa\, até 14 de julho.
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SUMMARY:"Entrelinhas" de Valéria Costa Pinto na Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea
DESCRIPTION:Obra de Valéria Costa Pinto. Imagem: Reprodução/Divulgação Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea\n\n\n\n“(…) Nas entrelinhas da dobradura do papel\, em seus vincos\, vazios e flexões\, Valéria Costa Pinto sustenta um longo diálogo com a tradição construtiva brasileira. Nos trabalhos recentes (2023-2024)\, a matriz construtiva histórica é desafiada pelo jogo lúdico de intervenções gráficas: ondas\, arcos\, elipses e círculos\, que disputam o plano flexível e sanfonado do papel. Sobrepostos a estes relevos angulares\, cada esquema geométrico é afetado por modulações da dobra\, tais como a compressão\, a distensão ou a curva. O círculo se expande em elipse\, o arco aberto se comprime\, o retângulo fecha em quadrado. Por vezes\, essa geometria dobrada sugere a continuidade da linha no vazio\, por outras esboça o movimento onde não há. Ao ocultar e desvelar o outro lado da dobra\, entre fendas e pequenos cumes\, a artista desafia a condição planar\, na interseção entre desenho\, pintura e relevo.(…)” \n\n\n\nLuiza Interlenghi
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SUMMARY:"Abolicionistas Brasileiras" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Guilhermina Augusti\, Aqualtune em Escuro Indizível n1 [detalhe]\, 2023. Imagem: Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio inaugura no dia 09 de março a exposição Abolicionistas Brasileiras. A mostra\, realizada em parceria com o Instituto Artistas Latinas\, faz parte das comemorações de 11 anos do MAR. O projeto Abolicionistas Brasileiras traz obras de oito artistas contemporâneas brasileiras\, inspiradas em mulheres que tiveram papéis de influência e liderança no processo de abolição da escravatura no Brasil. A exposição que ocupa a biblioteca do MAR tem entrada gratuita e conta com a curadoria de Ana Carla Soler. 
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SUMMARY:"PHYGITAL" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:Créditos: Paulo Vitor/PGE-RJ\n\n\n\nO Centro Cultural PGE-RJ inaugura\, no próximo dia 14 de março\, a exposição PHYGITAL\, que reúne obras de 9 artistas brasileiros que pesquisam os desdobramentos da presença do universo digital em nosso cotidiano e as suas consequências para a sociedade. A mostra vai ocupar o salão de exposições do antigo Convento do Carmo\, no Centro do Rio\, e ficará aberta até 13 de julho para visitas gratuitas. \n\n\n\nO termo “phygital” vem da fusão das palavras físico (physical\, em inglês) e digital\, e tem sido adotado para se referir a iniciativas que integrem o mundo físico e o mundo digital. Nas palavras da Curadora Cecília Fortes\, do Centro Cultural PGE-RJ\, a mostra sugere “uma reflexão sobre os efeitos deste mundo híbrido físico x digital cada vez mais presente no nosso dia a dia\, bem como sobre as novas formas de interações humanas através do uso da tecnologia”. \n\n\n\nA exposição traz os trabalhos de Anna Costa e Silva que aborda as relações humanas e as relações homem-máquina; de Ilê Sartuzi que incentiva a pensar sobre a ausência do humano no universo digital; de Leo Zeba\, que evidencia a forma como as imagens moldam a vida cotidiana; de Luiz D’Orey que com elementos do virtual no mundo físico\, embaralha os limites entre o real e o digital; de Monica Rizzoli\, com um resgate ao ambiente natural em meio a tantos aparatos tecnológicos e o ruído visual do emaranhado de fios; de Piti Tomé\, focando a solidão em contraponto ao teórico aumento na conectividade entre pessoas pelos meios de comunicação digitais; de Rafael Alonso e Sofia Caesar com a exaustão física e mental\, resultante de horas de interação com computadores e outras telas; e de Vitória Cribb que questiona o hábito cada vez mais comum de dividir o espaço íntimo\, profissional e psicológico com as máquinas.
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LOCATION:Centro Cultural PGE-RJ\, Rua do Carmo\, 27 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Anjos com armas – Sergio Camargo\, Lygia Clark\, Mira Schendel e Hélio Oiticica" na Pinakotheke Cultural
DESCRIPTION:Lygia Clark\, Bicho\, década de 1960. Crédito: Jaime Acioli/Pinakotheke\n\n\n\nA Pinakotheke Cultural\, no Rio de Janeiro\,abrirá para o público no dia 18 de março de 2024 a exposição Anjos com armas\, apresentando aproximadamente 50 obras dos artistas Sergio Camargo (1930-1990)\, Lygia Clark (1920-1988)\, Mira Schendel (1919-1988) e Hélio Oiticica (1937-1980. A curadoria é de Max Perlingeiro\, diretor da Pinakotheke Cultural\, com a colaboração do artista Luciano Figueiredo. \n\n\n\nA mostra é um tributo ao crítico e curador britânico Guy Brett (1942-2021)\, que desempenhou papel decisivo na internacionalização da arte brasileira\, ao criar\, junto com o artista filipino David Medalla (1942-2020)\, e outros amigos\, a lendária galeria Signals\, que de 1964 a 1966 exibiu obras desses fundamentais artistas que são Lygia Clark\, Hélio Oiticica\, Mira Schendel e Sergio Camargo. Quatro obras que estiveram originalmente na Signals\, estarão expostas na Pinakotheke Cultural: Bicho-Contrário II (1961)\, Espaço Modulado nº 4 (1958) e Espaço modulado nº8 (1959)\, de Lygia Clark\, e Relief (1964)\, de Sergio Camargo.
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SUMMARY:"Mekong: Memórias e correntezas" de Jeane Terra na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Jeane Terra\, As Mulheres e o Rio\, 2024. Foto: Isadora Oliveira\n\n\n\nAnita Schwartz Galeria de Arte tem o prazer de convidar para a abertura\, em 21 de março de 2024\, às 19h\, da exposição Mekong: Memórias e correntezas\, com dezenove trabalhos da artista Jeane Terra\, resultado de sua pesquisa no rio Mekong no sudeste asiático. A exposição ficará em cartaz até o dia 04 de maio de 2024. O texto crítico que acompanha a exposição é de Cecília Fortes\, consultora artística d Anita Schwartz. \n\n\n\nJeane Terra tem como principal interesse em sua prática artística “as curvas da memória”\, os deslocamentos forçados e o impacto nas populações da ação humana sobre o meio ambiente. Ela pesquisa locais que não existem mais\, e no caso desta produção atual “lugares que podem vir a desaparecer”. “É um registro antes do fim”\, diz. \n\n\n\nA exposição reúne seus trabalhos feitos a partir de uma viagem ao Laos\, Cambodja e Vietnã pelo rio Mekong\, o mais extenso do sudeste asiático\, e que atravessa mais três países: China\, Mianmar e Tailândia. Meio de transporte\, de moradia\, de pesca de subsistência e ainda território de conflitos\, o Mekong abriga 24 hidrelétricas. O rompimento de uma barragem no Laos\, em 2018\, matou mais de cem pessoas (dezenas ainda estão desaparecidas) e desalojou outras seis mil. \n\n\n\nA fim de buscar os vestígios deste alagamento\, Jeane Terra fotografou o local\, e transformou as imagens em sua maior obra produzida até hoje: um painel de 7\,6 metros de extensão\, por 3 metros de altura. Para este painel\, a artista utilizará a técnica característica que desenvolveu – a pintura seca\, ou pele de tinta\, com recortes que aplica sobre a tela\, a partir de pigmentos e aglutinantes. Pela primeira vez ela irá usar recortes de 20cm x 20cm\, e não os habituais quadrados de 1centímetro\, que estão nas demais obras no piso térreo da Anita Schwartz. \n\n\n\n“O rio Mekong é responsável por 15% do arroz e 25% da pesca produzidos no mundo”\, observa Jeane Terra. As casas flutuantes\, as palafitas\, a pesca\, o plantio do arroz e da flor de lótus\, também estão nos trabalhos reunidos na exposição. “Há beleza na forma como o ser humano\, entregue a sua própria condição\, busca formas de sobreviver e de se relacionar com o rio. O Mekong está pedindo socorro\, co grandes áreas de lixo\, apesar do apelo turístico dos mercados flutuantes\, mas também ali há uma certa beleza na crueza daquela realidade”\, conta.
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LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30\, Rido de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:“O Mágico de N’Oz” na Danielian Galeria
DESCRIPTION:Nelly Gutmacher\, A Dama\, s/d\n\n\n\nA Danielian Galeria apresenta a partir do dia 21 de março de 2024 a exposição O Mágico de N’Oz\, com aproximadamente 100\, de mais de 50 artistas\, de diversas épocas de movimentos\, selecionadas pelo curador Fernando Mota\, que propõe ao público uma visita ao clássico de L. Frank Baum\, O Mágico de Oz (1900)\, que ganhou uma versão antológica no cinema\, em 1939\, com Judy Garland no papel da menina Dorothy\, e se desdobrou em outros filmes\, peças de teatro e canções como Goodbye Yellow Brick Road (1973)\, de Elton John e Bernard Taupin. \n\n\n\nFernando Mota cita a famosa frase de Dorothy – “não há melhor lugar do que a nossa casa” – e pergunta “por que\, então\, escolhemos sair de casa\, ansiamos por visitar outras casas\, desbravar novos mundos? E não estamos falando aqui das tarefas e necessidades do dia a dia\, pois estas de certa forma continuam dentro da nossa zona de conforto\, do nosso lar. O que nos fascina e nos comove a ponto de irmos além do arco-íris no nosso quintal? É tempo de calçar outros sapatos\, descobrir caminhos alternativos e questionar\, afinal: o que há de mágico em cada um de nós?”. \n\n\n\nA exposição O Mágico de N’Oz propõe uma releitura artística do clássico literário por meio de uma linguagem curatorial baseada na alegoria\, na metáfora e no simbolismo. As obras\, de naturezas e formatos diversos\, compõem um universo lúdico e onírico\, no qual o publico está convidado a acessar e reinterpretar uma conhecida fábula moderna. As obras\, de várias épocas – desde o par de faisões\, de cerca de 1800\, da Companhia das Índias\, trabalhos acadêmicos\, até contemporâneos. As obras são oriundas de ateliês de artistas e coleções privadas. \n\n\n\nDuas obras foram feitas especialmente para a exposição: Contato (2024)\, de Wagner Malta Tavares\, uma projeção de luz verde no elevador panorâmico da Danielian Galeria; e Sem título (2024)\, de Francis Petrucci e Victor Hugo Mattos\, uma escultura de parede com 100 placas de cerâmica “bordada” por vários materiais\, com 29 x 21 cm cada.
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SUMMARY:"Topiarius" de Vanessa Freitag no Sesc Três Rios
DESCRIPTION:O Sesc Três Rios inaugura no dia 22 de março de 2024\, a partir das 14h\, a exposição TOPIARIUS\, individual da artista Vanessa Freitag\, com curadoria de Renata Santini. Vanessa\, hoje radicada no México\, apresentará uma instalação têxtil composta por cerca de 50 peças tecidas em pequeno e médio formato\, a partir do chão da galeria com alguns filamentos presos ao teto; e 15 desenhos cujas formas geradas designam-se criaturas\, pequenos seres que podem remeter às existências da natureza ou seres imaginários. A exposição foi selecionada pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar. \n\n\n\nTopiarius\, palavra grega latinizada\, significa “jardim artificial”\, e também se refere ao encarregado de organizar\, aparar e cuidar do jardim. Numa referência à “arte da jardinagem”\, a artista Vanessa Freitag estende o uso da palavra à relação de cuidado que estabelecemos no cotidiano\, começando pelo ofício da artista em seu processo criativo\, até abranger lugares e pessoas. \n\n\n\n“Uma memória de infância do jardim da avó materna é o gatilho para a série de trabalhos selecionados para esta proposta. A artista empreende uma investigação escultórica tomando como fio condutor imagens de flores\, plantas e animais dos quais recorda o jardim de sua infância. Concretiza essas lembranças em formas desenhadas\, tecidas\, costuradas e ornamentadas\, que aludem a organismos imaginários vivendo em simbiose em um espaço delimitado. Pensa nas conexões por trás da criação de um jardim e da criação de uma peça tecida: tempo\, paciência\, imersão. Maneiras de conceber o mundo lentamente. E em silêncio. Um tipo de tempo que aparentemente pouco temos no nosso dia a dia”\, comenta a curadora Renata Santini. \n\n\n\nVanessa cria os objetos com materiais reutilizados\, como roupas de segunda mão\, retalhos de tecidos\, linhas\, fios\, bolinhas de gude e pequenos objetos encontrados em bazares da cidade onde vive (Léon\, México). “Queria que as roupas carregassem marcas de uso\, porque acredito que nelas se encontra a memória do corpo\, travando assim uma espécie de diálogo silencioso com o outro”\, relata a artista. \n\n\n\nTopiarius nasce durante o período da quarentena e aborda as linguagens do têxtil e do desenho\, a partir\, sobretudo\, do exercício do pensamento por meio da prática artística\, na qual se articulam formas de experimentação de lugares\, como o jardim artificial criado por Freitag através de referências pessoais.
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SUMMARY:"Em falso" de Simone Cupello no Museu da República
DESCRIPTION:Pensar a imagem como um fenômeno poderoso na sociedade atual é talvez a intenção maior das pesquisas de Simone Cupello. O olhar da artista\, treinado na cenografia e edição de vídeos para TV\, se debruça constantemente sobre o comportamento do homem em relação ao meio imagético que o cerca\, acolhe e modifica. \n\n\n\nEM FALSO\, reúne obras que a natureza e o jardim romântico do Museu da República inspiraram e ensinaram. “Entendi com a pedra falsa do rocaille que posso ter a figura se a figura falar de matéria”\, afirma a artista sobre a representação da matéria\, sobre texturas\, tempo e memória. \n\n\n\nFotografias são fragmentos de uma determinada forma de ver o mundo\, um recorte preciso que enquadra na bidimensionalidade uma ruptura temporal\, indicando que algo aconteceu ou esteve ali por determinado tempo. Susan Sontag\, entretanto\, sinaliza sobre o destino das fotografias tiradas exaustivamente e que terão\, certamente\, pouco tempo de vida útil. \n\n\n\n“O que vai ser de um maço de fotografias daqui a 500 anos?”\, questiona Simone diante do acervo de imagens com as quais trabalha\, interfere\, experimenta e aprende. \n\n\n\nIsabel Sanson Portella (curadora do Museu da República do Rio de Janeiro)
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LOCATION:Museu da República\, Rua do Catete\, 153 - Catete\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Krajcberg & Zanine" na Galeria Athena
DESCRIPTION:Zanine – Hammock hanging (detalhe)\n\n\n\nNo dia 23 de março de 2024\, será inaugurada a exposição Krajcberg & Zanine\, na Galeria Athena\, que une\, pela primeira vez\, obras do artista Frans Krajcberg (1921-2017) e do arquiteto e designer José Zanine Caldas (1919-2001)\, que foram amigos e se influenciaram mutuamente. A relação dos dois é pouco conhecida e até hoje nunca havia sido feita uma exposição sobre o assunto. A mostra\, que é realizada em parceria com a Diletante42\, explora\, em um diálogo inédito\, os pontos de contato entre as obras destes dois grandes nomes da cultura brasileira\, ressaltando a preocupação de ambos com o meio ambiente. Na ocasião também será inaugurada a exposição Pandro Nobã: Caminho de volta\, na Sala Casa. \n\n\n\n“Krajcberg e Zanine foram muito amigos e tiveram uma convivência muito próxima com a natureza. Existe um diálogo entre as suas obras\, e a ideia da exposição é apresentar o melhor de cada um deles\, com peças importantes e extremamente representativas”\, diz Liecil Oliveira\, um dos sócios da Galeria Athena. \n\n\n\nA exposição apresentará cerca de 20 peças\, entre esculturas de Krajcberg\, dos anos 1960 e 1970\, e itens de mobiliário e também uma escultura de Zanine\, dos anos 1970 e início de 1980. Com produções bem diversas\, os dois têm em comum o uso sustentável da madeira e a preocupação com o meio ambiente\, já na década de 1970\, quando pouco se falava sobre o assunto\, sendo pioneiros neste aspecto. A mudança de ambos para a cidade de Nova Viçosa\, no sul da Bahia\, teve grande influência nisso e foi um marco na produção de ambos. \n\n\n\nNa exposição\, serão apresentados relevos de parede de Frans Krajcberg\, feitos a partir de madeiras provenientes de queimadas e desmatamentos\, com pigmentos naturais\, criados por ele\, nas cores preto\, branco e vermelho. Haverá\, ainda\, uma única e grande obra de chão\, da série Bailarinas\, da década de 1980\, feita a partir de madeira queimada e pigmentos naturais\, medindo 2\,90m de altura. “Krajcberg tentou\, com esta escultura\, recriar a dança de sua namorada bailarina no mangue”\, conta Liecil Oliveira. \n\n\n\nAinda de Krajcberg\, haverá obras da Série Sombra\, técnica que consiste em capturar a sombra projetada por algum elemento natural\, recortando em um suporte de madeira o desenho criado\, que depois é fixado na peça\, dando relevo e volume. “Era um projeto complicadíssimo\, no qual ele colocava no sol aquilo que ele queria criar uma sombra\, mas nem sempre ficava como ele queria e ele ia desenhando na madeira o defeito que aparecia. Ficava horas fazendo isso. Algumas eram sem cor\, madeira lavada\, mas na grande maioria ele usava elementos da natureza\, pigmentos que ele encontrava no minério ou na terra\, e trabalhava este pigmento para criar essas
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LOCATION:Galeria Athena\, R. Estácio Coimbra\, 50 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Legado Perdido" de Adeline Rapon na Galeria da Aliança Francesa
DESCRIPTION:Adeline Rapon\, Haut Jaune da série “Fanm Fò”\, 2020. Imagem: Divulgação Galeria da Aliança Francesa\n\n\n\nA Galeria da Aliança Francesa Botafogo\, com o apoio da Embaixada da França no Brasil apresentam a exposição “Legado Perdido” da fotógrafa francesa de origem martinicana\, Adeline Rapon. A mostra destaca 37 fotografias\, incluindo a marcante série de autorretratos “Fanm Fò”\, uma reflexão sobre mulheres conhecidas ou anônimas das Antilhas Francesas\, que desafia nossa percepção do século XIX. A abertura acontece no dia 28 de março (quinta-feira)\, às 18h30\, com a presença da artista\, e a exposição permanece em cartaz até 25 de maio de 2024. \n\n\n\nEm 2020\, criou a série de autorretratos “Fanm Fò”\, onde criou um jogo de espelhos compostais do século XIX das Antilhas – nome dado às ilhas do Mar do Caribe\, questionando asua identidade como mulher mestiça da Martinica e o papel das mulheres nas Antilhas. Esta série foi exibida em importantes eventos\, como o Rond-Point (Fort-de-France) em 2020 e no Rencontres Photographiques du 10e (Paris)\, em 2021. \n\n\n\n“Negra da Martinica”\, “Mulata de cabelos macios”\, “Tipo de mulher de Guadalupe” designam mulheres anônimas\, fazendo pose\, algumas com os olhos perdidos\, outras desgrenhadas. Na sua maioria retirados de postais\, estes retratos antigos apresentam figuras reais\, muitas vezes fantasiadas\, e apresentam-nas como um ponto de venda para o turismo emergente\, destacando o Império Colonial Francês no poder até 1945 na Martinica\, Guadalupe e na Guiana. Este tipo de imagens foi recorrente em todas as colônias francesas\, criando uma imagem estereotipada dos países africanos e asiáticos na França. \n\n\n\nA exposição também apresenta as séries “Vie et Mort” (Vida e Morte) e “Lien.s” (“Elos”)\, ambas destacando a população e a cultura martinicana. “Vie et Mort” inclui seis fotos que exploram as tradições e a herança da Martinica por meio das celebrações do Dia de Todos os Santos e do contador de histórias local Alain Légarès. Por outro lado\, “Liens” visa dar visibilidade à comunidade LGBTQIAP+ da Martinica e aos desafios enfrentados por eles.
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LOCATION:Galeria da Aliança Francesa Botafogo\, Rua Muniz Barreto\, 730 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Carlos Muniz: O Olhar Abstrato" na Galeria Patrícia Costa
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Carlos Muniz. Imagem: Diculgação Galeria Patricia Costa\n\n\n\nPassadas quase quatro décadas desde quando estiveram juntos em uma exposição nos idos dos anos 1980\, Carlos Muniz\, Patrícia Costa e Vanda Klabin voltam a se encontrar profissionalmente na individual “Carlos Muniz: O Olhar Abstrato”\, que tem abertura marcada para o dia 4 de abril. A relação dos três vem de longa data: antes da galerista Patrícia Costa\, Muniz foi representado pela galeria de Paulo Klabin\, então casado com a curadora e historiadora (e onde Patrícia também trabalhava). Para celebrar esse revival\, foram selecionadas duas obras desta época\, pertencentes ao acervo pessoal do artista.    \n\n\n\nDa produção recente de 2023\, ele mostrará um recorte com cerca de 15 obras inéditas em tinta acrílica\, incluindo dípticos\, trípticos e polípticos de grandes e médios formatos – alguns chegam a medir até três metros. A contraposição dos planos\, as linhas paralelas simétricas que exploram cores primárias\, sempre com muita precisão\, são características marcantes em sua trajetória. \n\n\n\nCarlos Muniz se divide entre a residência em Montes Claros e o Rio de Janeiro\, onde mantém ateliê numa charmosa casa de vila em Botafogo. \n\n\n\nSua filha Lúcia Muniz\, cantora que foi revelação no programa “The Voice Kids” em 2019\, fará uma apresentação no dia da abertura\, às 19h\, ocasião em que será lançado um filme documentário sobre a carreira do artista\, dirigido pelo cineasta Pedro Paulo Mendes. \n\n\n\n“Carlos Muniz compõe a sua nova gramática visual no zigue-zague dos padrões anunciados pela geometria e pelas vibrações cromáticas. Passamos a observar o mundo através desses exercícios geométricos coloridos\, que trazem uma nova irradiação do seu olhar abstrato. A pintura e suas infinitas possibilidades se imbricam no amplo leque de experimentações que caracteriza a arte contemporânea. Uma geometria transitiva sempre antecedeu as suas pinturas\, seja na elaboração do quadrado\, do círculo ou do triângulo\, repletos de um forte cromatismo\, seja pela evidência de segmentos desiguais que revelam um acento existencial e trazem à tona\, as assimetrias do mundo\, o que contribui efetivamente para o florescimento de seu pensamento visual”\, diz a curadora\, Vanda Klabin. 
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LOCATION:Galeria Patricia Costa\, Av. Atlântica\, 4.240/lojas 224 e 225 – Copacabana\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Trançados de Arumã e Tucum: Artes de uma Comunidade Baniwa" no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
DESCRIPTION:Imagem: Francisco Moreira da Costa/Divulgação\n\n\n\nNo dia 4 de abril\, às 17h\, o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP/Iphan) inaugura a nova exposição da Sala do Artista Popular\, intitulada “Trançados de arumã e tucum: artes de uma comunidade baniwa”. A mostra apresenta a produção artística da etnia indígena Baniwa\, residente na região do baixo Içana\, afluente do Rio Negro\, no município de São Gabriel da Cachoeira\, Amazonas. \n\n\n\nAs peças expostas\, como balaios\, jarros\, fruteiras\, peneiras e abanos\, são feitas com o belo trançado de arumã e tucum\, plantas abundantes na região e essenciais para o cotidiano da comunidade. O processo de produção\, que inclui tipitis\, peneiras e aturás\, é utilizado na fabricação de farinha e beiju a partir da mandioca\, para o consumo familiar. \n\n\n\nA tradição do trançado em arumã é mantida por Francisco Luiz Fontes\, conhecido como maadzero\, que também é benzedor\, narrador\, mestre de danças\, cantos\, instrumentos musicais e artesão. Esse conhecimento é transmitido às novas gerações na escola indígena multilíngue e intercultural Kariamã. \n\n\n\nO artesanato em tucum é produzido pelas mulheres da comunidade\, que se dedicam à criação de peças artesanais e à mobilização coletiva\, lideradas por Vigília Arágua Almeida\, também conhecida como Nassaro\, coordenadora da Associação das Artesãs de Assunção de Içana. \n\n\n\nEssas expressões de arte em arumã e tucum são parte integrante da cultura material ligada ao Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro\, reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo Iphan em 2010. A exposição estará em exibição na Sala do Artista Popular até 19 de maio.
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LOCATION:Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP)\, Rua do Catete\, 179 - Catete\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Bloco do Prazer" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Foto: Marcio Vasconcelos\, Cazumbas\n\n\n\nOs versos de Fausto Nilo e Moraes Moreira eternizados na canção interpretada por Gal Costa serviram como fonte de inspiração para a nova exposição do Museu de Arte do Rio. “Bloco do Prazer”\, título da música lançada em 1982\, dá nome à mostra que inaugura no dia 05 de abril no MAR\, e apresenta ao público festas e celebrações que configuram momentos de alegria\, catarse\, transe e desejo da cultura brasileira. A exposição tem curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Thayná Trindade\, Amanda Rezende\, Jean Carlos Azuos e do curador convidado Bitú Cassundé.
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SUMMARY:"Outras paisagens" no MAC Niterói
DESCRIPTION:Franzoi\, almacorpomarterra I\, 2019\n\n\n\nA representação de paisagem atravessou muitos movimentos e fases da História da Arte\, mas sempre se manteve consolidada e é reinventada na produção contemporânea. É desta afirmação que nasce a exposição Outras paisagens\, apresentada de 6 de abril a 26 de maio no Museu de Arte Contemporânea – MAC Niterói\, no Rio de Janeiro.  Com curadoria de Juliana Crispe\, a exposição busca trazer ao público como\, a partir do diálogo com outras formas de expressão e linguagens artísticas\, a “paisagem” propõe um olhar atento e questionador sobre outras realidades e invenções. \n\n\n\nO corpo da exposição é formado por obras de 16 artistas de diferentes gerações\, são eles Aline Moreno\, Anaís-karenin\, Antonio Pulquério\, Carlos Asp\, Corina Ishikura\, Dani Shirozono\, Elias Muradi\, Franzoi\, Jussara Marangoni\, Marcella Moraes\, Marcia Gadioli\, Myriam Glatt\, Natália Lage\, Sérgio Adriano H\, Silvana Macêdo e Tuca Chicalé. \n\n\n\nCrispe explica em seu texto curatorial que “a exposição Outras Paisagens propõe pensar não apenas na paisagem composta por aspectos naturais\, mas também nas paisagens culturais presentes na contemporaneidade. Em uma dimensão rizomática\, esta exposição nos provoca a refletir sobre transposições de percepções do termo Paisagem no campo histórico/artístico”. \n\n\n\nPara Victor De Wolf\, Diretor Geral do MAC Niterói\, “mais do que uma simples contemplação da paisagem\, Outras Paisagens desafia as fronteiras convencionais da arte e da percepção e nos convida a repensar nossa relação com o mundo e a explorar novas narrativas e horizontes\, inspirando reflexões e diálogos sobre as várias paisagens que habitamos.” 
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SUMMARY:"Carmézia Emiliano e a vida macuxi na floresta" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Carmézia Emiliano\, Araras [detalhe]\, 2018. Foto: Roumen Koynov\n\n\n\nA vida e a cultura do povo Macuxi\, além da paisagem natural de Roraima\, são as grandes fontes de inspiração da artista indígena Carmézia Emiliano\, que\, nos últimos anos\, vem firmando o seu nome no cenário das artes visuais do País. No dia 13 de abril\, o Museu do Pontal inaugura a sua primeira individual no Rio de Janeiro\, Carmézia Emiliano e a vida macuxi na floresta. Com curadoria dos diretores do museu\, Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, a mostra reúne 21 pinturas (em tinta óleo e acrílica). A exposição\, que segue em cartaz até agosto\, integra a programação do segundo Festival das Culturas Indígenas no Museu do Pontal\, que acontecerá nos dias 13 e 14 de abril\, com entrada gratuita. \n\n\n\n– Retrato minhas memórias. Não copio de outros. Tiro os desenhos da minha lembrança\, dos lugares que fui e das histórias que vi. Retrato as comidas\, as danças\, bebidas\, como fazíamos as redes\, o trabalho com a mandioca. A arte para mim é minha vida\, minha identidade – afirma Carmézia. \n\n\n\nAutodidata\, Carmézia Emiliano (Normandia\, Roraima\, 1960) começou a pintar em 1992\, utilizando tintas naturais\, feitas de ingredientes como folha de algodão roxo\, pimenta e jenipapo.  Não parou mais e\, aos poucos\, foi experimentando novos materiais e aprendendo com a prática. Sua trajetória de vida marca a sua arte\, que funciona também como uma forma de propagar sua origem e cultura. O dia a dia dos indígenas\, a rotina na maloca\, os mistérios do Lago Caracaraña\, a diversidade dos animais estão entre os elementos presentes em suas pinturas. \n\n\n\nSegundo Denilson Baniwa\, “A obra de Carmézia Emiliano é\, antes de tudo\, um convite a conhecer o território Macuxi\, assim como parte das complexidades da vida da artista\, que escolheu a arte como forma de levar-nos ao interior da Maloca do Japó\, em Roraima.” \n\n\n\nNascida na comunidade do Japó\, terra indígena Raposa Serra do Sol\, em Roraima\, a artista passou a viver em Boa Vista\, a partir dos 29 anos. Sua primeira exposição aconteceu em 1996\, no Sesc Boa Vista. Mas\, a partir dos anos 2020\, sua pintura ultrapassou rótulos e fronteiras. Em 2023\, contou com uma individual no Masp e participou da 35ª Bienal de Artes de São Paulo e da primeira Bienal das Amazônias. \n\n\n\n– Eu fico muito feliz em ver minhas obras em exposição. Nunca imaginei que isso fosse acontecer. Estou mostrando a cultura macuxi para as pessoas – afirma Carmézia. \n\n\n\nCarmézia vem pela primeira vez ao Rio de Janeiro\, especialmente para a abertura da exposição\, e faz planos de visitar o mar. \n\n\n\n– Além dessa importante mostra\, que contará com uma grande variedade de obras e com um documentário sobre sua trajetória\, durante o festival faremos um bate-papo com a artista e uma vivência de pintura aberta ao público – explicam Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, curadores da mostra e diretores do Museu do Pontal.
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LOCATION:Museu do Pontal\, 3300 Av. Célia Ribeiro da Silva Mendes Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Uma Casa Toda Sua" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Sani Guerra\n\n\n\nA curadora Isabel Portella une Eva Klabin e Virginia Woolf em um pensamento comum\, convidando catorze artistas mulheres com discursos e poéticas bastante diversos para trazer propostas instigantes e interferências no espaço. São elas: Bel Barcellos\, Carolina Kaastrup\, Claudia Hersz\, Daniela Mattos\, Dora Smék\, Julie Brasil\, Karola Braga\, Lyz Parayzo\, Mariana Maia\, Marlene Stamm\, Panmela Castro\, Patrizia D’Angello\, Sani Guerra e Simone Cupello. \n\n\n\n“O que proponho é uma exposição só com artistas mulheres independentes. Mães solo\, mulheres negras\, lésbicas\, trans\, periféricas\, deficientes\, idosas e mulheres livres que fazem seus trabalhos com garra e força\, independentes de críticas e do mundo fálico dos curadores homens que habitam o nosso cenário artístico atual. No encontro da arte com tantos desejos e conquistas\, celebremos a figura de mulheres que ousaram transgredir\, oferecendo à vida o que têm de mais íntimo e sagrado”. Isabel Portella – curadora
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SUMMARY:"Pedro Carneiro – Antes que a Memória me Esqueça" no Sesc Madureira
DESCRIPTION:Pedro Carneiro\, Herói tropicaos marginal [detalhe]\, 2023\n\n\n\nO Sesc Madureira tem o prazer de convidar para a exposição “Antes que a Memória me Esqueça”\, com aproximadamente 40 obras – pinturas\, vídeos e fotografias – de Pedro Carneiro\, artista nascido no Rio de Janeiro em 1988. Com curadoria de Raphael Couto\, e textos críticos dele e de Clara Machado\, a mostra irá ocupar os espaços expositivos do térreo da instituição. \n\n\n\nOs trabalhos de Pedro Carneiro partem de sua memória pessoal\, principalmente em torno das matriarcas de sua família: as avós materna e paterna\, que moravam juntas com as tias do artista em Oswaldo Cruz\, bairro vizinho a Madureira. A morte da avó Ridete\, em 2023\, e a isquemia sofrida pela outra avó\, Luiza\, provocaram no artista uma urgência em registrar suas memórias. O curador Raphael Couto observa que a exposição “fala de afetos\, de vínculos”. “Celebra o matriarcado de duas avós que decidem compartilhar uma casa\, celebra a mãe que repete a feijoada de São Jorge\, celebra os silêncios”. Pedro Carneiro ressalta: “Ainda que sejam relacionadas a minha memória\, tento encontrar um lugar familiar na memória de todos que vejam meus trabalhos”. “Mesmo quando eu partir\, eu quero que algumas coisas sejam lembradas. A memória é frágil\, ela pode se perder\, mas resistimos e queremos que ela persista o máximo de tempo possível”. \n\n\n\nO artista tem participado de exposições coletivas importantes\, como “Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros” – apresentada no IMS Paulista entre setembro de 2021 a abril de 2022\, e depois em itinerância em Sorocaba e São José do Rio Preto\, em São Paulo\, e no Rio de Janeiro\, onde esteve no Parque Madureira\, em 2022\, na Ocupação MAR\, e no Museu de Arte do Rio (MAR)\, de junho a novembro de 2023. No MAR\, Pedro Carneiro integrou também a mostra “Um Defeito de Cor” (2022/2023)\, que depois foi apresentada no Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab)\, em Salvador. Entre outras coletivas\, também participou de “Parada 7”\, no Centro Cultural Hélio Oiticica e Centro Cultural da Justiça Federal\, no Rio de Janeiro\, e da Bienal do Mercosul\, em Porto Alegre\, todas em 2022. \n\n\n\nRaphael Couto afirma que “Pedro reforça os vínculos ao se cercar de amigos para construir a exposição\, ampliando uma rede de afetos e de recordações. Tal como defende Oswald de Andrade\, a memória aqui não é a fonte dos costumes\, mas a experiência pessoal renovada e\, sobretudo\, ética”. \n\n\n\nO curador distribuiu as obras de Pedro Carneiro em três grandes núcleos: o primeiro\, relacionado ao cotidiano\, ao ambiente familiar e afetivo; o segundo\, lúdico\, o movimento em busca dos sonhos; e o terceiro com comentários mais diretamente políticos. O artista destaca: “Todo trabalho é político\, mas neste segmento da exposição o discurso é mais direto”.
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LOCATION:Sesc Madureira\, Rua Ewbank da Câmara\, 90 - Madureira\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Transmutação: alquimia e resistência" de Marcela Cantuária no Paço Imperial
DESCRIPTION:Marcela Cantuária\, 1° Salão Latino-americano y Caribeño de Artes / Salão das Mulheres (depois de Willem van Haetch)\, 2022. Foto: Vicente de Mello\, cortesia da artista e A Gentil Carioca\n\n\n\nA mostra\, que tem curadoria de Aldones Nino e assistência curatorial de Andressa Rocha\, contará com cerca de 20 obras da artista\, incluindo trabalhos recentes e inéditos. “Cantuária não se limita a pintar; ela conjura\, diariamente engajando-se em uma prática que se assemelha à magia\, capaz de remodelar a realidade\, redefinir narrativas e transformar perspectivas. Como uma alquimista contemporânea\, cada tela age como um encantamento\, um chamado à reflexão e à transformação. Ela propõe uma reinvenção constante da criação artística\, estabelecendo conexões entre múltiplas temporalidades”\, afirmam os curadores no texto que acompanha a exposição.
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SUMMARY:"Caboclos da Amazônia: arquitetura\, design e música" no Paço Imperial
DESCRIPTION:Foto: Divulgação\n\n\n\nO Paço Imperial inaugura\, no dia 17 de abril (quarta-feira)\, a exposição “Caboclos da Amazônia: arquitetura\, design e música”\, apresentada pelo Ministério da Cultura\, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN e Instituto Cultural Vale via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com mais de 300 peças autênticas e diversificadas\, organizadas em quatro categorias distintas – Arquitetura e Interiores\, Objetos\, Letras e Música – a exposição representa a essência do rico universo das expressões artísticas do Estado do Pará. \n\n\n\nIdealizada pelo designer paraense Carlos Alcantarino\, residente no Rio de Janeiro desde 1982\, a exposição documenta e celebra a regionalidade nos aspectos naturais e culturais vivenciados pelos caboclos que habitam a floresta amazônica. \n\n\n\nDocumentada a partir das impressões paisagísticas da Amazônia e das incursões realizadas nas comunidades da ilha de Marajó\, incluindo Afuá\, e na ilha do Combu\, em Belém\, a mostra reflete o olhar atento do curador Carlos Alcantarino sobre os elementos do cotidiano. Esses elementos incluem a elevação das habitações para proteção contra as cheias das marés\, a vibrante paleta de cores das casas\, a música regional e as elaboradas inscrições nas embarcações\, minuciosamente confeccionadas pelos talentosos artistas conhecidos como “abridores de letra”. \n\n\n\nA abertura\, no dia 17 de abril\, quarta-feira\, às 15h\, conta com apresença especial do “abridor de letras paraense” Idaias Dias de Freitas\, que virá ao Rio exclusivamente para inaugurar a exposição. \n\n\n\n“Caboclos da Amazônia: arquitetura\, design e música” já passou por Belém do Pará\, São Paulo e Belo Horizonte. Após temporadas de sucesso nessas cidades chega ao Paço Imperial\, onde estará em exibição até 7 de julho de 2024\, com entrada gratuita.
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SUMMARY:“Para Gal” de Omar Salomão na Galeria Silvia Cintra + Box4
DESCRIPTION:Vista da exposição | Para Gal II\, 2024\n\n\n\nNo dia 18 de abril\, será inaugurada “Para Gal”\, a segunda exposição individual de OmarSalomão na galeria. A mostra exibirá 6 obras inéditas do artista e uma série de bandeirasconfeccionadas em parceria com Guga Ferraz\, que também assina 2 desenhos que ilustram o processo criativo dos artistas ao longo de anos trabalhando com a cantora Gal Costa. Desde 2014\, Omar desenvolveu\, ao lado de Gal\, trabalhos em diversas mídias\, como cenários para os shows\, design de capas de disco\, letras de música\, livros e direção de espetáculos musicais. Todos esses trabalhos foram uma fonte vital de estímulo criativo que permitiu Omar a pensar\, explorar\, discutir\, modificar\, se empolgar com a força e o impacto do trabalho dessa intérprete única\, que estão reunidos e sintetizados no salão da galeria. \n\n\n\nQuando Gal faleceu\, Omar estava fora do Brasil – fazendo um doutorado nos EUA\, e ovazio aberto\, aumentava na distância: física e cultural. O artista lembra de sentar-se por um longo tempo\, com um café com leite no gramado do campus\, sozinho. “Fiquei olhando\, de frente para uma árvore com algumas poucas folhas que resistiam ao outono e todas pareciam bocas: folhas bocas\, bocas-gal.” Assim\, Omar une o seu lado poeta ao seu lado artista plástico\, criando a série de aquarelas em index cards\, primando por imagens que não precisam de palavra e por palavras que não precisam de imagem. Isso\, sem que o poeta e o artista plástico tenham que estar jamais em lados opostos. \n\n\n\nAlém disso\, Omar nos revela nova técnica em sua trajetória artística que são trabalhosfeitos em tecido: as bandeiras e as tranças. Nas bandeiras\, é possível enxergar a influência das aquarelas no tecido\, que ficaram pendurados nos shows de Gal e\, agora\, compõem a exposição ao lado das tranças\, que transbordam das telas e ocupam todo o teto da galeria\, criando uma conexão entre as obras e os trabalhos em tecido\, que são parte do cenário original dos shows de Gal Costa e Adriana Calcanhotto. Essa exposição é um agradecimento à Gal Costa e sua enorme presença em nossas vidas.
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LOCATION:Galeria Silvia Cintra + Box4\, Rua das Acácias\, 104 – Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:“Pequenas Alegrias” de Bruno Dunley na Nara Roesler
DESCRIPTION:Bruno Dunley\, Luar [detalhe]\, 2023\n\n\n\nNara Roesler Rio de Janeiro tem o prazer de convidar para a abertura de “Pequenas Alegrias”\, com 20 trabalhos inéditos de Bruno Dunley\, no dia 18 de abril de 2024\, das 18h às 21h\, com texto crítico de Pedro França. As obras em “Pequenas Alegrias” são resultado de um ano de trabalho de Bruno Dunley\, um dos expoentes da nova e preeminente geração de pintores brasileiros. \n\n\n\nA adoção de pinturas em formato reduzido é um dos principais eixos da exposição. Depois de explorar os grandes formatos durante sete anos – mostrado em duas  individuais\, em 2020 e 2023 – Bruno Dunley se volta para trabalhos em menores dimensões. A pesquisa com materiais pictóricos e suas propriedades – muito também  em função da Joules & Joules\, a fábrica de tintas a óleo artesanais fundada em 2020 por ele e seu amigo e também artista Rafael Carneiro – o levaram a pensar em novas soluções plásticas e pictóricas para seus trabalhos. \n\n\n\n“Após as exposições com telas de três metros por dois metros e pouco\, senti a necessidade de experimentar mais as soluções pictóricas\, por causa dos materiais e meios que estavam entrando no meu pensamento\, no meu cotidiano\, por conta da Joules”\, conta. “Daí\, surgiu a ideia de fazer pequeno\, para eu poder testar soluções\, e chegar mais perto das coisas de uma forma mais rápida”\, diz. \n\n\n\nO pequeno formato possibilita um aspecto mais fluído e experimental na concretização de seu pensar artístico. Nas palavras do artista\, existe um forte componente “desenhístico” nessas novas pinturas. Esse aspecto não se dá apenas em função de seu caráter experimental\, mas também pela leveza\, agilidade e gestualidade que esse formato possibilita. \n\n\n\nAinda que sejam trabalhos inéditos\, as obras presentes em “Pequenas Alegrias” revisitam momentos anteriores da trajetória de Bruno Dunley: “Em 2014\, durante uma viagem para a Serra da Capivara\, deparei com uma série de desenhos e pinturas rupestres realizados pelos primeiros habitantes do lugar. Ainda que fossem anteriores ao próprio conceito de arte e extremamente simples\, eram carregados de significados\, e fundamentais para organizarem o imaginário de um grupo. Naquele momento [estes desenhos] tiveram influência em minha poética e\, agora\, voltam a ser revisitados”. \n\n\n\nBruno Dunley ressalta também o fato de que\, ainda que se tratem de trabalhos diminutos\, estes são repletos de detalhes\, tanto de natureza temática\, como elementos figurativos\, resquícios de paisagens e seres reduzidos a formas essenciais\, até elementos de natureza técnica\, como sutis gradações tonais e elementos táteis.
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LOCATION:Nara Roesler  Rio de Janeiro\, R. Redentor\, 241 - Ipanema\, Rio de Janeiro - RJ\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Nhe’e˜ Porã: Memória e Transformação" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Foto: Divulgação/Ciete Silvério\n\n\n\nApós seu sucesso no Museu da Língua Portuguesa\, a exposição Nhe’e˜ Porã: Memória e Transformação encontra-se agora no Museu de Arte do Rio (MAR). Com curadoria da artista indígena e mestre em Direitos Humanos Daiara Tukano e da antropóloga Majoí Gongora\, a mostra apresenta de maneira poética e acessível a diversidade linguística como expressão cultural e ferramenta de resistência das populações indígenas. Contando com a colaboração de mais de 50 especialistas indígenas\, a exposição se expandiu para além do espaço físico e virtual do museu\, incluindo materiais educativos\, debates\, mostras de cinema\, apresentações culturais e cursos online gratuitos.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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