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SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
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SUMMARY:"Ònà Irin: Caminho de Ferro" de Nádia Taquary no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A artista baiana Nádia Taquary inaugura sua primeira exposição individual no Museu de Arte do Rio (MAR) com a mostra Ònà Irin: Caminho de Ferro\, que se concentra na joalheria afro-brasileira e na ancestralidade. A exposição apresenta esculturas\, objetos-esculturas\, instalações e videoinstalações que exploram as jóias de crioulas\, tradições nagô e yorubá\, e elementos de transformação. A exposição reflete a missão do MAR em promover a arte contemporânea brasileira produzida por mulheres. Nádia Taquary é conhecida por sua pesquisa sobre a cultura afro-brasileira e já participou de exposições nacionais e internacionais. A exposição é curada pelo artista e curador Ayrson Heráclito e pela equipe do MAR.
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SUMMARY:Itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no MAM Rio
DESCRIPTION:Já em sua sétima edição\, o programa de mostras itinerantes da Bienal de São Paulo leva recortes da mostra paulistana no ano seguinte ao de sua realização para cidades do Brasil e exterior. Em 2024\, a primeira parada será correalizada com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio)\, para onde os curadores Diane Lima\, Grada Kilomba\, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel conceberam um recorte especial da mostra\, adaptado às características e ao contexto da cidade\, com abertura marcada para o dia 27 de janeiro. \n\n\n\nDos 121 participantes presentes no Pavilhão da Bienal em São Paulo\, 19 estarão no Rio de Janeiro. Segundo os curadores\, a seleção oferece um panorama do que foi visto em São Paulo: “É um recorte da exposição que traz aspectos importantes da 35ª Bienal de São Paulo. É um exercício desafiador\, mas igualmente interessante\, recortar uma exposição tão complexa e monumental\, ainda mais pensando no contexto do Rio de Janeiro\, uma cidade que tem tantos atravessamentos com as urgências contemporâneas e belezas que as coreografias do impossível trazem consigo”. \n\n\n\nParticipam da exposição os seguintes nomes: Citra Sasmita\, Edgar Calel\, Emanoel Araujo\, Katherine Dunham\, Leilah Weinraub\, Luiz de Abreu\, M’barek Bouhchichi\, Malinche\, Marilyn Boror Bor\, Maya Deren\, Min Tanaka e François Pain\, Quilombo Cafundó\, Rosana Paulino\, Santu Mofokeng\, Simone Leigh e Madeleine Hunt-Ehrlich\, The Living and the Dead Ensemble\, Torkwase Dyson\, Xica Manicongo e Zumví Arquivo Afro Fotográfico. \n\n\n\nAndrea Pinheiro\, presidente da Fundação Bienal de São Paulo\, expressa seu entusiasmo em relação a este novo capítulo\, dado que a primeira itinerância da exposição é\, também\, sua primeira exposição no cargo de presidente: “Iniciar pela cidade do Rio é uma alegria e um desafio. Em uma metrópole onde o cenário cultural é tão rico e singular\, levar esta mostra que aborda nossas principais urgências contemporâneas\, e que se comunicou de maneira tão direta com o público\, representa uma grande conquista para a Fundação Bienal”. \n\n\n\n“No Rio\, o MAM é o pouso natural para a itinerância de uma edição da Bienal que abraça e reflete as urgências do mundo. Para nós\, é um prazer e uma honra receber as ‘coreografias do impossível’”\, celebra Paulo Vieira\, diretor-executivo do museu. Para Pablo Lafuente\, diretor artístico do MAM Rio\, a exposição reativa a colaboração que as duas instituições desenvolveram desde os anos 1950\, quando os artistas premiados na Bienal de São Paulo eram mostrados em sequência no museu no Rio de Janeiro. “E\, como aconteceu historicamente\, ao deslocar as obras é possível não só disponibilizá-las para novos públicos\, mas também testar outros argumentos desde a curadoria e a mediação.”
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SUMMARY:"Sentir Mundo\, Uma jornada imersiva" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Sentir Mundo\, uma experiência única de imersão na perspectiva de outras espécies\, chega ao Museu do Amanhã. Idealizada pela Sensory Odyssey Studio em coprodução com o Muséum National d’Histoire Naturelle (Museu Nacional de História Natural)\, em Paris\, França\, onde foi exibida de outubro de 2021 a julho de 2022\, a exposição é uma versão reduzida de Odisseia Sensorial\, aclamada em Paris e Singapura. \n\n\n\nA mostra aguça os sentidos dos visitantes\, aproximando-os do mundo natural como nunca antes. Ela é acompanhada por um painel detalhado\, que inclui textos\, ilustrações e um acervo entomológico\, destacando as principais espécies de cada área da exposição. Este painel enfatiza a interação entre diferentes organismos\, realçando a importância da preservação dos ecossistemas e a complexa rede de conexões que sustentam a vida na Terra.
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SUMMARY:"Comigo Ninguém Pode – A pintura de Jeff Alan" na CAIXA Cultural RJ
DESCRIPTION:Jeff Alan\, Há pinturas que são canções (detalhe)\n\n\n\nVista por 85 mil pessoas em uma curta temporada de três meses\, na Caixa Cultural Recife\, a exposição individual Comigo Ninguém Pode – A pintura de Jeff Alan\, exibe as feições\, texturas e tons retintos de personagens reais do cotidiano popular do Recife\, retratados em 40 obras do artista visual pernambucano que nasceu e cresceu no Barro\, na periferia da capital pernambucana. Agora\, a mostra chega à Caixa Cultural Rio de Janeiro\, a partir do dia 21 de fevereiro. A mostra tem entrada gratuita e fica aberta até 14 de abril. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal\, sob a gestão e produção da Fervo Projetos Culturais. \n\n\n\nNa abertura\, o artista Jeff Alan e o curador Bruno Albertim também fazem uma visita mediada numa conversa com o público sobre os significados da produção das obras e processo de criação. O bate-papo começa às 18h30. No dia 22\, às 17h\, eles recebem o público para a segunda visita mediada. \n\n\n\nEntre as obras selecionadas pela curadoria de Bruno Albertim\, as pinturas de pessoas pretas preenchem as molduras dos quadros dando a elas o protagonismo que historicamente lhes foi negado\, um traço político que fundamenta a trajetória artística de Jeff. A narrativa da exposição individual do artista tem completa relação com o Rio de Janeiro e o cotidiano das favelas. \n\n\n\n“Hoje a gente vê a explosão do figurativismo negro e periférico. Esse rosto que aparece nas obras é o mesmo rosto negro que foi silenciado durante anos no Rio de Janeiro. A gente ficou muito surpreso com o diálogo estabelecido com o público. Agora\, no Rio\, a gente espera encontrar espectadores que esteja ansioso por entender que estamos querendo mudar a curva da construção das identidades visuais”\, diz Bruno Albertim\, curador da mostra. \n\n\n\nNos 40 trabalhos figurativos presentes na exposição em dimensões diversas\, em acrílica sobre tela e desenho sobre papel\, Jeff Alan retrata o cotidiano e o movimentar das ruas por onde passam personagens que protagonizam sua obra. O próprio nome da exposição também fala desse lugar. “Comigo Ninguém Pode” é o nome popular de uma planta comum nos terraços ou calçadas das casas no bairro onde vive Jeff. “Serve como um amuleto. Dizem que quando a planta está ali evita os olhares de azar para aquela residência”\, conta o curador. \n\n\n\nJeff é daltônico e pinta desde a infância motivado pela sua mãe\, Lucilene Mendes. É no Barro\, onde vive e mantém seu ateliê\, na Zona Oeste do Recife\, e em outras comunidades periféricas que ele encontra seu material poético. A dedicação em usar seus pincéis evidencia os traços estéticos das gentes simples que compõem o tecido urbano de áreas vulnerabilizadas. \n\n\n\n“Eu sou um artista de periferia. Nasci e me criei nas quebradas. É onde eu quero viver\, respirar e vivenciar\, é de onde vem minhas referências\, onde meu coração pulsa mais forte. Eu preciso estar nos lugares onde vivem famílias pretas. Quero dialogar com a juventude preta e periférica do Rio\, que tem tantos sonhos em comum com a juventude de outros lugares semelhantes do Brasil. Sabendo que no Rio tem tantos artistas pretos com proposta de trabalho parecida é bem importante “\, diz Jeff Alan. \n\n\n\nO artista já teve obras expostas em países como França e Inglaterra e conquista cada vez mais atenção do público e crítica\, despontando como um dos principais nomes das artes visuais do Estado e do mercado de arte contemporânea brasileira. \n\n\n\nA exposição contará com legendas em braile e QR code com a audiodescrição das peças\, que destacam os traços e biotipos de crianças\, jovens e adultos negros que entrecruzam o caminho do artista.
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SUMMARY:"Dell’Architettura - presença italiana na paisagem carioca" no Polo Cultural ItalianoRio
DESCRIPTION:Raffaele Rebecchi\, Hospital N. Sª das Dores\n\n\n\nO Consulado Geral da Itália no Rio de Janeiro\, o Instituto Italiano de Cultura do Rio e o IED (Instituto Europeu de Design) se reuniram em prol da criação do “Polo Cultural ItalianoRio – arte\, design e inovação”\, que abre para o público no dia 22 de fevereiro\, na semana em que é comemorado o Dia Nacional do Imigrante Italiano no Brasil. Inteiramente revitalizado\, o novo polo cultural funcionará como uma vitrine\, reverberando o diálogo entre Itália e Brasil em várias instâncias. Situado no prédio da Casa d’Italia\, no coração do Centro do Rio (próximo à Cinelândia e ao aeroporto Santos Dumont)\, o espaço com lounge e mezanino totaliza quase 500m² e foi projetado para abrigar exposições de arte\, moda e design\, além de eventos de gastronomia\, tecnologia e inovação. Serão oferecidos também cursos\, seminários\, ciclos de palestras e demais programações. Com a proposta de reforçar e estabelecer laços culturais e científicos\, estão previstas parcerias com a colaboração de outras instituições. \n\n\n\nAbrindo a agenda anual de exposições temporárias\, a mostra “ 1874-2024: 150 anos de amizade e conexão entre Itália e Brasil\, juntos rumo ao futuro” apresentará um painel de 42 m²\, grafitado pelo artista Bruno Big\, retratando a chegada dos imigrantes e o relevante desempenho deles no cultivo do café\, além de vídeos e paneis temáticos sobre sua influência na formação sócio cultural da sociedade carioca e brasileira. No mezanino\, será inaugurada “Dell’Architettura – presença italiana na paisagem carioca”\, com cerca de 40 imagens de mestres da arquitetura\, captadas por Aristides Corrêa Dutra. \n\n\n\nHaverá\, ainda\, a exposição do novo logotipo oficial do 150º Aniversário da Imigração Italiana no Brasil\, selecionado através de um concurso entre os alunos das escolas italianas no Brasil\, lançado pela Embaixada da Itália em Brasília. A iniciativa foi divulgada nas Escolas italianas paritárias no Brasil e foi selecionado como vencedor o projeto de Joshua Azze Distel\, de 17 anos\, aluno do 4º ano do Liceu Científico da “Fondazione Torino”. \n\n\n\nO logotipo representa um navio\, o meio de transporte utilizado por milhões de imigrantes que\, com coragem e espírito de aventura\, lançavam-se em longas travessias oceânicas em direção ao “novo mundo”\, em busca de melhores condições de vida. \n\n\n\nNum jogo de encaixes formados por linhas minimalistas\, o número “150” é inserido no desenho do navio: o “zero” representa\, ao mesmo tempo\, o número e um semicírculo\, como um horizonte\, um céu comum\, composto pelas cores das bandeiras dos dois países\, simboliza a ligação histórica e cultural entre eles. \n\n\n\nSobre a exposição Dell’Architettura – presença italiana na paisagem carioca \n\n\n\nRicardo Buffa\, Luigi Fossati\, Raffaele Rebecchi\, Antonio Virzi\, Mario Vodret e Antonio Jannuzzi estão entre os grandes nomes da arquitetura italiana que deixaram seu legado na cidade do Rio de Janeiro e que integram “Dell’Architettura – presença italiana na paisagem carioca”. Registros de joias arquitetônicas de diferentes épocas\, feitos em preto e branco pelo fotógrafo\, professor e artista visual Aristides Corrêa Dutra\, foram selecionados para esta exposição\, que é realizada pelo Instituto Italiano de Cultura do Rio e poderá ser visitada até 26 de abril.  Aristides também assina a curadoria e os textos das fotografias\, destacando-se entre elas: o Edifício Lage (1924–1925)\, na Glória; o Edifício Seabra (1931)\, na Praia do Flamengo; o Edifício Unidos (1937)\, no Centro; o Hospital Nossa Senhora das Dores (1910–1914)\, em Cascadura; a Igreja Matriz de São Geraldo (1931)\, em Olaria; a Torre da Antiga Sé (1905–1913)\, no Centro; a Vila Maurina (1915)\, em Botafogo; a casa Villino Silveira (1915)\, na Glória.
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SUMMARY:"Fraturas" e "Tábulas" na Portas Vilaseca Galeria
DESCRIPTION:Obra de Marcone Moreira\n\n\n\nO programa Verão na Vila marca o início da temporada de exposições na Portas Vilaseca Galeria com a realização de projetos especiais de artistas e curadores convidados. Nesta segunda edição\, o artista Marcone Moreira apresenta sua nova individual – Fraturas – com texto crítico do poeta e escritor Eucanaã Ferraz.  \n\n\n\nPara além da mostra no espaço da galeria\, também será inaugurada Tábulas\, exposição pop-up do artista representado Arthur Palhano – com curadoria de Lucas Albuquerque e mentoria de Karla Portas – que acontece em um estúdio de cerâmica localizado na vila de casas onde também está situado o sobrado da Portas Vilaseca.  \n\n\n\nOs dois eventos acontecem simultaneamente no dia 24 de fevereiro\, sábado\, a partir das 14h. A entrada é gratuita. \n\n\n\nFraturas \n\n\n\nA exposição Fraturas aponta os desdobramentos e os novos caminhos da arrojada pesquisa de Marcone Moreira em torno do universo naval e irá ocupar dois andares da galeria com cerca de 20 obras\, entre pinturas\, objetos e instalações. \n\n\n\nSobre a pesquisa e a prática de Moreira\, Eucanaã Ferraz comenta: “A paisagem marca toda a obra do artista. Viver onde vive – Marabá\, cidade do sudeste do Pará\, ponto de encontro entre dois grandes rios\, Tocantins e Itacaiúnas – é seu bem mais precioso. Seus olhos estão ali. É a realidade do lugar que define as linhas mestras do trabalho – pinturas\, instalações\, esculturas\, fotografias\, coisas. Mas a presença do vocabulário local se dá por meio de uma sensibilidade formal que remonta processos fundamentais das artes moderna e contemporânea. O mais flagrante: Marcone apropria-se da inteligência plástica popular em readymades originados de embarcações\, caminhões\, caixotes\, caixas de isopor e outros objetos. No entanto\, ou por isso mesmo\, a paisagem aparece apenas como metonímia: pedaço\, resto. Ou ainda\, fratura\, compreendida como forma fragmentária\, mas não amorfa”. \n\n\n\nTábulas \n\n\n\nA exposição pop-up Tábulas apresenta uma série de obras inéditas do artista Arthur Palhano\, resultado de um processo imersivo conduzido e coordenado pela designer e ceramista Karla Portas em seu ateliê. Este espaço\, situado na mesma vila que abriga a galeria\, tem se revelado um ambiente propício para o desenvolvimento de uma abordagem investigativa em constante diálogo entre a cerâmica e a produção artística contemporânea. \n\n\n\nPalhano troca o pigmento oleoso de suas telas por engobe\, criando gordas massas de barro colorido sobre a qual cava\, camada por camada\, como o faz um arqueólogo que delimita seu campo de interesse na busca por um determinado artefato. \n\n\n\nEm seu texto crítico\, o curador da mostra Lucas Albuquerque comenta: “Entre a mão da ceramista que prepara a tábua\, a espátula do artista que escava os estratos e o calor que tudo contrai\, vislumbramos a dança de gestos em ziguezague pela superfície – ora fruto do rastro obsessivo da escavação\, ora da fina camada de engobe que se dilata e deixa revelar a cor ao fundo\, numa belíssima conversa entre duas ordens de vida: a humana e a mineral.”
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SUMMARY:"Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Hiromi Nagakura\, Andila Caxi Krikati\, década de 1990\n\n\n\nNo dia 28 de fevereiro de 2024\, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro inaugura a exposição Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak\, mostra idealizada pelo Instituto Tomie Ohtake\, de São Paulo. Com curadoria de Ailton Krenak e curadoria adjunta de Angela Pappiani\, Eliza Otsuka e Priscyla Gomes\, a exposição apresenta 160 fotografias inéditas no Brasil do premiado fotógrafo japonês Hiromi Nagakura\, realizadas em viagens com Krenak\, principalmente pelo território amazônico\, entre 1993 e 1998. A mostra\, com entrada gratuita\, chega ao CCBB RJ ampliada\, com uma nova seleção de imagens\, além de objetos dos povos visitados\, que não estiveram presentes na edição paulistana da exposição\, em cartaz no ITO até o início deste ano.  \n\n\n\nAlém disso\, lideranças indígenas de diversas etnias participarão de conversas realizadas em torno da exposição\, junto com o fotógrafo e o curador.  No dia da abertura da exposição\, às 17h\, haverá a roda de conversa Hiromi Nagakura e Ailton Krenak encontram os povos da floresta\, com a presença da dupla e também das lideranças indígenas Moisés Pyianko Ashaninka e Leopardo Huni Kuin\, com a participação de Marize Guarani\, presidente da Associação Indígena Aldeia Maracanã. No dia 29 de fevereiro\, também às 17h\, haverá mais uma roda de conversa\, Hiromi Nagakura e Ailton Krenak encontram os povos do cerrado\, com Krenak\, Nagakura e as lideranças indígenas Marineuza Pryj Krikati\, Maria Salete Krikati e Caimi Waiassé Xavante\, com a participação de Carlos Tukano\, presidente do Conselho Estadual de Direitos Indígenas do Rio de Janeiro. No dia 1 de março\, às 17h\, Ailton Krenak e as cinco lideranças indígenas da Amazônia convidadas farão palestra no CCBB RJ.   \n\n\n\n“Nagakura-san é um samurai. Sua espada é uma câmera que ele maneja com a segurança de quem já passou por campos de refugiados e esteve no centro das praças de guerra\, por lugares como África do Sul\, Palestina\, El Salvador e Afeganistão. Depois desse mergulho no inferno global\, quando sentiu de perto a loucura dos seres humanos\, o samurai da câmera descobriu a floresta amazônica e seus povos nativos”\, escreveu Ailton Krenak\, curador da mostra\, no texto que acompanha a exposição. \n\n\n\nA exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil\, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A mostra segue para os CCBBs Brasília e Belo Horizonte após temporada no Brio de Janeiro.
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SUMMARY:"Zonas Urbanas do Pensamento" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:Medusa\, De grão em grão [detalhe]\, 2023\n\n\n\nEm parceria entre o Instituto Artistas Latinas e a Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ)\, o Centro Cultural PGE-RJ\, localizado no antigo Convento do Carmo\, recebe a exposição inédita das artistas Leoa e Medusa\, Zonas Urbanas do Pensamento\, com curadoria de Ana Carla Soler. A exposição\, com abertura em 28 de fevereiro de 2024\, reúne obras das pesquisas mais recentes das artistas que\, além de dividirem o amor pela pintura\, compartilham o ateliê\, as conversas e suas investigações entre tintas e telas. \n\n\n\nLeoa traz em suas pinturas um olhar sagaz aos contornos que envolvem a cidade e suas arquiteturas. Trabalha na representação de paisagens em tons suaves e pinceladas marcadas\, retratando o cotidiano das ruas e vielas das regiões cariocas. Seu trabalho eleva as cenas do dia-a-dia\, os muros\, as casas e transições de luz\, como vistas dignas de se tornarem eternas nas mãos da pintora. \n\n\n\nJá a pintura da Medusa se situa em um híbrido entre a abstração e indícios de figurações\, explorando cores e texturas. Seus trabalhos se comunicam pela linguagem dos sonhos\, do espiritual\, dos sentimentos e de tudo que se configura enquanto expressão sobre o que pulsa na vida. \n\n\n\n“As artistas foram muito generosas ao compartilharem conosco suas pesquisas ainda frescas. Em alguns momentos da exposição\, podemos imaginar como é a atmosfera do ateliê que Leoa e Medusa compartilham. Como extensão da troca de intimidade\, as artistas também gravaram as suas vozes para a exposição\, contando sobre suas investigações em andamento”\, comenta a curadora Ana Carla Soler. \n\n\n\nA exposição Zonas Urbanas do Pensamento é parte da programação artística do Instituto Artistas Latinas\, que tem entre suas ações\, uma plataforma internacional de mapeamento de artistas contemporâneas em toda a América Latina\, atuando como força de inserção de artistas mulheres emergentes no sistema da Arte. Juntamente com a atuação de Cecília Fortes na curadoria do Centro Cultural PGE-RJ\, a mostra entra para o calendário de exposições temporárias do espaço e fica em cartaz até 13 de abril de 2024. com visitação gratuita.
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SUMMARY:"Essa cidade 'sempre' maravilhosa" na Nara Roesler
DESCRIPTION:Elian Almeida\, Ismael Silva (Casa Vogue)\, 2024\n\n\n\nNara Roesler Rio de Janeiro tem o prazer de apresentar\, no dia 29 de fevereiro de 2024\, das 18h às 21h\, a exposição Essa cidade ‘sempre’ maravilhosa\, com trabalhos de doze artistas selecionados pelo curador Theo Monteiro. As obras discutem questões ligadas à cidade do Rio de Janeiro\, como a paisagem\, lazer\, violência\, sexualidade\, o sagrado\, em toda a complexidade que envolve esta metrópole que “desempenha papel decisivo na formação cultural e política do país”. O título da exposição é retirado da apresentação que o grande compositor Ismael Silva (1905-1978) fez antes de cantar seu clássico “Antonico”\, no disco “Se você jurar”\, de 1973. \n\n\n\nOs artistas participantes da exposição são: Alberto Baraya (1968\, Bogotá)\, Ana Hortides (1989\, Rio de Janeiro)\, André Griffo (1979\, Barra Mansa; vive no Rio de Janeiro)\, Arthur Chaves (1986\, Rio de Janeiro)\, Celo Moreira (1986\, Rio de Janeiro)\, Elian Almeida (1994\, Rio de Janeiro)\, Jaime Lauriano (1985\, São Paulo)\, Marcos Chaves (1961\, Rio de Janeiro)\, Priscila Rooxo (2001\, Rio de Janeiro)\, Raul Mourão (1967\, Rio de Janeiro)\, Vik Muniz (1961\, São Paulo; vive e trabalha no Rio de Janeiro e em Nova York)\, Yohana Oizumi (1989\, Rubiataba\, Goiás; vive e trabalha em São Paulo).No térreo da Nara Roesler Rio de Janeiro\, estão os trabalhos que “dialogam diretamente com questões de natureza mais cotidiana”\, diz Theo Monteiro. “Se fazer presente em uma cidade espremida entre mares\, morros e mares de morros requer capacidade humana\, técnica\, trabalho e estratégia. Paisagens idílicas convivem ao lado de elementos como violência\, sexualidade\, arquitetura\, lazer\, propaganda\, cultura de massa\, histórias e memórias”\, observa. “Falamos de uma urbe que conjuga uma natureza de aparência intocada com a agitação característica de uma metrópole latino-americana. E existe todo um universo no meio e por causa disso”. \n\n\n\nNo piso superior\, “afloram os temas ligados ao espírito\, aqueles que só a lógica\, a sociologia e o intelecto não dão conta de explicar”. “Em uma cidade onde a vida se faz veemente\, só o cotidiano não dá conta. E aí entram o metafísico\, o onírico\, o sagrado e o celestial”\, assinala. “A religião\, por exemplo\, e seus desdobramentos\, afinal\, falamos de uma metrópole em que a fé é um destacado agente social e político\, mas não somente. Também o futebol (o que é o Maracanã senão um grande templo devotado ao nobre esporte bretão?)\, o carnaval e a ficção dão as caras por aqui\, mostrando uma cidade cujo imaginário se enraiza não só geograficamente\, mas também nas almas”\, afirma Theo Monteiro.
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SUMMARY:"Iole de Freitas + Matthew Lutz-Kinoy + Trisha Brown" na Carpintaria
DESCRIPTION:Matthew Lutz-Kinoy\, The Red G Dances Under a Pink Roof\, 2023\n\n\n\nA exposição Iole de Freitas + Matthew Lutz-Kinoy + Trisha Brown abre no dia 29 de fevereiro na Carpintaria\, Rio de Janeiro\, traçando caminhos entre as obras de cada artista\, as artes visuais e os modos expressivos da dança. Desenhos\, pinturas e esculturas formam uma teia de relações entre movimento e repouso\, gesto e espaço\, corpo e matéria.  \n\n\n\nDesde a década de 1980\, Iole de Freitas (1945 – ) trabalha principalmente com esculturas e instalações. As Arruaças (2022)\, esculturas de policarbonato e hastes de aço expostas\, não tramam um volume\, nem completam umas às outras\, mas formam torções de planos em relação à sala\, se interrompendo mutuamente. Cada escultura é autônoma\, mas essa autonomia é solidária à situação ambiental constituída pelo conjunto\, como o tecido movente de dançarinas chama a atenção às distâncias entre elas\, aos intervalos e desencontros entre seus movimentos sincopados. Como se respondessem a correntezas invisíveis do ar\, as Arruaças instauram uma rede de latência e direções possíveis.  \n\n\n\nTrisha Brown (1936 – 2017) redefiniu a dança contemporânea. Nos seus dispositivos coreográficos\, mesclava parâmetros rígidos à improvisação livre para ver como “o movimento revela estruturas\, e as estruturas revelam o movimento”. O seu projeto envolvia desvincular a dança da configuração cênica determinada pela subordinação do gesto à música. As obras dessa exposição\, desenhos de grandes dimensões feitos entre 2002 e 2006\, foram executados em performances ao vivo\, no estúdio ou no palco. Brown traduz a espontaneidade e liquidez da improvisação livre em grafismos abstratos de carvão\, distribuindo sobre o papel marcas indexicais\, rastros do dispêndio físico. \n\n\n\nEm sua produção\, Matthew Lutz-Kinoy (1984 – ) frequentemente escora-se em sistemas como a arquitetura\, o paisagismo e as artes do corpo para orientar suas composições. Lutz-Kinoy declara que ele toma emprestado de coreógrafos a ideia de uma perspectiva aérea\, posicionada diretamente acima do espaço\, que permite uma visualização privilegiada de corpos em movimento. The Red G Dances Under a Pink Roof (2023)\, umas das 4 obras obras do artista que integra a exposição\, revela particularmente bem esse modo de percepção que\, diferente da vista frontal\, permite enxergar trajetórias\, transições e distâncias relativas no amplo espaço vazio\, que aparece como reservatório de ocupações potenciais. \n\n\n\nOs trabalhos mostrados neste diálogo transcrevem o movimento\, impalpável e intangível\, em matéria. Num acúmulo de síncopes\, a ação se converte em espaço.
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LOCATION:Fortes D’aloia & Gabriel Carpintaria\, R. Jardim Botânico\, 971 - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Davi Pontes & Wallace Ferreira na Carpintaria
DESCRIPTION:Davi Pontes & Wallace Ferreira na Carpintaria\, Repertório nº 2\, 2021\n\n\n\nDesde 2018\, Davi Pontes (São Gonçalo\, RJ\, Brasil\, 1990) e Wallace Ferreira (Rio de Janeiro\, Brasil\, 1993) desenvolvem conjuntamente uma prática artística na interseção entre os campos da dança\, da performance e das artes visuais. Em seus trabalhos\, a dupla executa engenhosas coreografias que investigam as relações entre duração e exaustão\, repetição e precisão\, resultando em complexas obras híbridas\, frequentemente registradas em vídeo.  \n\n\n\nA expressividade corporal em jogo em seus trabalhos evoca as ideias do teórico André Lepecki\, para quem o conceito de coreopolítica designa um “entrelaçamento profundo entre movimento\, corpo e lugar.” Na série Repertório (2018–em curso)\, Pontes e Ferreira contam com a colaboração de outros agentes nas frentes da fotografia\, trilha sonora e direção de arte de modo a transpor suas performances em vídeos que funcionam como trabalhos autônomos.  \n\n\n\nNa obra Repertório n.2\, exibida em vídeo no Aquário da Carpintaria e performada em uma única apresentação in loco Davi e Wallace apresentam-se – assim como em todos os seus outros trabalhos em dupla\, invariavelmente –\, nus\, diante de uma plateia a observá-los atentamente. Seus dois corpos negros assinalam e abrem um leque de questões pertinentes ao pensamento contemporâneo nas artes e além. A dupla executa uma coreografia que\, gradualmente\, ganha corpo\, intensidade e velocidade\, através de uma expressiva harmonia rítmica alcançada aos poucos ao longo da obra. \n\n\n\nA dança\, de repente\, apresenta-se apenas como a porta de entrada para entendermos uma prática densa e repleta de camadas que tangenciam questões raciais\, questões próprias do campo do movimento e\, ainda além\, questões que desafiam as noções convencionais com que as ideias de coreografia vêm sendo pensadas\, desde a modernidade.  \n\n\n\nEnquanto\, historicamente\, a dança moderna instaurou uma experiência em que o público espectador tende a esperar por performances e acontecimentos grandiosos\, o esforço mínimo e repetitivo dos passos precisos dos artistas contradizem esta noção e resultam\, enfim\, em uma coreografia expandida\, capaz de transbordar tais noções já ultrapassadas.  \n\n\n\nComo observadores\, uma vez imersos em seus ritos performáticos\, também não nos importamos mais com ideias pré-concebidas de início e de fim. Estamos apenas a segui-los\, a observarmos seus gestos\, tomando o espaço por completo e sem um nítido caminho de volta. O percurso é espiralar.  \n\n\n\nSe o corpo negro\, mesmo inerte\, parado\, ainda evoca a suspeita de um corpo-ameaça – se entendermos que\, ainda hoje\, as vidas negras são sumariamente desamparadas pelo Estado e vítimas do racismo em todas as suas dimensões –\, o fazer coreográfico da dupla aponta para possíveis reelaborações de imaginários coletivos\, provando-se para além de um ato artístico\, um pleno exercício político acerca da ideia de decolonialidade. Ao passo em que borram o espaço onde dançam\, Davi e Wallace borram também fronteiras\, recusam a lógica com que o mundo ocidental foi (e ainda é) regido até aqui. Mas\, eles parecem nos dizer firmemente\, através de seus corpos: apenas até aqui. \n\n\n\n– Victor Gorgulho
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SUMMARY:"Boneca de Papel" de Maria Fernanda Lucena na Casa França-Brasil
DESCRIPTION:Obra de Maria Fernanda Lucena (detalhe)\n\n\n\nA exposição individual de Maria Fernanda Lucena revisita e amplia a série Boneca de Papel\, apresentada ano passado\, no Paço Imperial. A artista ressalta que os trabalhos começaram a ser pensados por práticas que lhe são comuns\, o recorte e a colagem\, fazeres que ela considera lúdicos por rememorarem modos de brincar\, além de gestos costumeiros ao universo da moda\, do qual é oriunda sua pesquisa. \n\n\n\nCom uma paleta de cores mais aberta\, diversa e sobreposições menos uniformes\, nessa nova mostra Lucena expande seus personagens e explora ainda mais as representações e as identidades. Segundo Bruna Araújo\, curadora da mostra “A exposição de Maria Fernanda ganha uma nova dimensão na Casa França Brasil. Nesse espaço monumental a percepção dos atravessamentos propostos pela artista se torna mais instigante\, somos convidados a refletir sobre não só sobre a pluralidade dos corpos\, mas a celebrá-los\, uma ideia de que o corpo pode ser uma festa”. \n\n\n\nMaria Fernanda Lucena (Rio de Janeiro\, 1968). Depois de estudar e trabalhar com indumentária e design de moda\, ingressa na EAV- Parque Lage – frequenta diversos cursos e passa a se dedicar ao desenho e à pintura. Suas exposições individuais foram curadas por Efrain Almeida\, na C. galeria\, e na galeria Sem título\, e por Cesar Kiraly A intimidade é uma escolha\, na galeria de Arte Ibeu\, em 2017\, no ano anterior foi vencedora do prêmio “Novíssimos”. Em projetos coletivos expôs a convite dos curadores Brígida Baltar\, Isabel Portella e Marcelo Campos. Integra coleções particulares e o acervo do Mar – Museu de Arte do Rio.
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LOCATION:Casa França-Brasil\, Rua Visconde de Itaboraí\, 78\, Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Ervas Daninhas" na Galeria Quadra RJ
DESCRIPTION:Manuella Silveira\, Espelho d’água (Dança do Pincel)\, 2024. Foto: Julia Thompson\n\n\n\nInício de Março\, Rio de Janeiro esturrica sob o sol escaldante. O verão se estica e nas avenidas ainda ecoam o som das marchinhas e das batucadas: glitter e confetes brilham nas frestas da calçada. O sangue pulsa quente entre corpos suados e copos vazios\, asfalto e morro\, areia e floresta\, cachoeiras e banhos de plantas. Ervas Daninhas\, depois de um primeiro capítulo em São Paulo\, segue a sua dança paga para atracar aqui\, emendando a febre de fevereiro com mais vida\, a arte\, embriaguez\, e vertigem. Pois a arte propicia – assim como o carnaval – um momento acima e para fora do tempo\, uma Saturnália\, devaneio e jubileu. \n\n\n\nJulie Dumont
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LOCATION:Quadra Rio de Janeiro\, Rua Dias Ferreira\, 175/301 – Leblon\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"ObjetoCorpo" de Marilou Winograd no Centro Cultural dos Correios
DESCRIPTION:“Em sua nova mostra\, Marilou Winograd nos fala de um corpo cerebral\, transcrito em imagens atávicas de um corpo objetificado em nossa memória. As imagens que apresenta não nascem de corpos reais\, e sim de seus simulacros em tecidos\, texturas\, amarrados e sombras que deram forma à sua pesquisa escultórica nos últimos anos\, também presente aqui\, e que agora resultam em composições orgânicas que nos falam da verdade de um corpo registrado. Subconsciente”\, afirma o curador Alexandre Murucci ao definir a nova individual da artista visual Marilou Winograd\, ObjetoCorpo. Seus trabalhos recentes e inéditos ocuparãp duas salas no 3º andar do Centro Cultural Correios RJ\, no Centro\, a partir do dia 7 de março. Na primeira\, serão apresentadas nove fotocolagens em tecido\, de 140x230cm (intituladas Objeto Corpo)\, dois backlights CorpoemObra\, medindo 50x50cm\, e um ObjetoPele de 70x500cm. Todos estes trabalhos são recentes\, produzidos entre 2023 e 2024\, e especialmente pensados para o espaço expositivo. Ocupa a segunda sala o grande site-specific ObjetoCorpoemconstrução\, com cerca de 30 obras brancas ocupando todo o salão\, além de três fotocolagens impressas em acrílico. \n\n\n\nA produção da exposição é assinada por Carlos Bertão\, com iluminação de Alê Teixeira\, e estará aberta ao público até 20 de abril. \n\n\n\n“Um gesto\, um relevo\, a cada relevo uma sombra\, um volume. A cada volume um gesto\, um toque\, a cada toque uma pele\, a cada pele uma memória\, meu corpo. ObjetoCorpo. Estas duas frases sintetizam bem a essência deste meu novo trabalho”\, diz a artista Marilou Winograd.
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LOCATION:Centro Cultural dos Correios\, Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Riscar o Chão" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:Guy Veloso\, Portela\, 2019\n\n\n\nO Centro Cultural Arte Sesc (Rua Marquês de Abrantes 99 – Flamengo) abre\, nesta quinta-feira (07/03)\, às 18h\, a exposição Riscar o Chão\, que articula linhas e traços de gravuras com fotografias que registraram os movimentos dos corpos dos sambistas que “riscam o chão” da avenida. A mostra será aberta com um show da cantora e compositora Nina Wirtti. A entrada é franca. \n\n\n\nA exposição reúne 61 obras\, em serigrafia e litogravura\, de Abelardo Zaluar\, Alfredo Volpi\, Athos Bulcão\, Carlos Scliar e Dionísio Del Santo\, que datam de 1984 e integram o acervo do Sesc RJ\, e fotografias dos artistas convidados Guy Veloso e Vítor Melo\, registradas entre os anos de 2019 e 2023\, durante o Carnaval\, no Rio de Janeiro. \n\n\n\nCom curadoria de Marcelo Campos e Leonardo Antan\, a mostra propõe um diálogo de gravuras com fotografias que registram a técnica\, a engenhosidade de sambistas e a evolução de corpos no Carnaval\, aproximando a geometria e a figuração com uma ginga de linhas e cores\, estabelecendo uma relação com o lugar ao qual pertenciam\, criando ambientações singulares e dialogando com o contexto brasileiro. \n\n\n\n“Se para muitos\, os pensamentos elaborados por artistas do Carnaval parecem distantes ou superficiais diante de outras formas de arte\, eles são importantes discursos que se criam sobre nosso país. É preciso perceber como o universo plástico das artes institucionais e o pensamento de artistas-carnavalescos sempre estiveram em sinergia e reinventando possibilidades de país nas telas e avenidas”\, observa o curador Marcelo Campos. \n\n\n\nRiscar o Chão é a quarta exposição a ocupar o Arte Sesc desde a reabertura do espaço em 2022. O centro cultural vem se dedicando a tornar acessível ao público obras do seu acervo de mais de 500 peças do Sesc RJ\, que vêm sendo paulatinamente tratadas\, restauradas e selecionadas para compor exibições a partir de recortes curatoriais alinhados às discussões contemporâneas em artes visuais. \n\n\n\nA mostra inaugural foi Notícias do Brasil: Carybé\, Cícero Dias e Glauco Rodrigues\, com gravuras assinadas por esses artistas\, em celebração aos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922. Na sequência\, o espaço recebeu Abstrações\, composta por obras de artistas mulheres que exploram o caminho da abstração em diferentes tempos e formas expressivas: Fayga Ostrower\, Renina Katz\, Anna Letycia e Anna Maria Maiolino (peças do acervo)\, Ana Cláudia Almeida e Laís Amaral (convidadas). \n\n\n\nA terceira mostra\, ÀMÌ: Signos Ancestrais\, partiu de uma obra de Emanoel Araújo\, restaurada após anos exposta em uma área externa do Sesc Copacabana\, e contou com os artistas convidados Raphael Cruz e Guilhermina Augusti. As obras estão\, agora\, em exibição na galeria do Sesc Barra Mansa\, até 14 de julho.
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SUMMARY:"Entrelinhas" de Valéria Costa Pinto na Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea
DESCRIPTION:Obra de Valéria Costa Pinto. Imagem: Reprodução/Divulgação Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea\n\n\n\n“(…) Nas entrelinhas da dobradura do papel\, em seus vincos\, vazios e flexões\, Valéria Costa Pinto sustenta um longo diálogo com a tradição construtiva brasileira. Nos trabalhos recentes (2023-2024)\, a matriz construtiva histórica é desafiada pelo jogo lúdico de intervenções gráficas: ondas\, arcos\, elipses e círculos\, que disputam o plano flexível e sanfonado do papel. Sobrepostos a estes relevos angulares\, cada esquema geométrico é afetado por modulações da dobra\, tais como a compressão\, a distensão ou a curva. O círculo se expande em elipse\, o arco aberto se comprime\, o retângulo fecha em quadrado. Por vezes\, essa geometria dobrada sugere a continuidade da linha no vazio\, por outras esboça o movimento onde não há. Ao ocultar e desvelar o outro lado da dobra\, entre fendas e pequenos cumes\, a artista desafia a condição planar\, na interseção entre desenho\, pintura e relevo.(…)” \n\n\n\nLuiza Interlenghi
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LOCATION:Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea\, Estr. da Gávea\, 712 - São Conrado\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Abolicionistas Brasileiras" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Guilhermina Augusti\, Aqualtune em Escuro Indizível n1 [detalhe]\, 2023. Imagem: Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio inaugura no dia 09 de março a exposição Abolicionistas Brasileiras. A mostra\, realizada em parceria com o Instituto Artistas Latinas\, faz parte das comemorações de 11 anos do MAR. O projeto Abolicionistas Brasileiras traz obras de oito artistas contemporâneas brasileiras\, inspiradas em mulheres que tiveram papéis de influência e liderança no processo de abolição da escravatura no Brasil. A exposição que ocupa a biblioteca do MAR tem entrada gratuita e conta com a curadoria de Ana Carla Soler. 
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SUMMARY:"A cara do Brasil" de Ticiana Parada no Espaço Cultural Correios Niterói
DESCRIPTION:Obra de Ticiana Parada. Imagem: Reprodução/Divulgação Espaço Cultural Correios Niterói\n\n\n\nOs quadros da artista plástica Ticiana Parada já estiveram no cenário de novelas como Amor Perfeito (2023) e algumas de suas telas\, em grandes dimensões\, fizeram parte da ambientação de programas como Encontro com Patrícia Poeta. No dia 9 de março\, sua arte chega a Niterói\, com a inauguração da exposição A cara do Brasil\, no Espaço Cultural Correios. A mostra\, que conta com curadoria de Marcia Marschhausen\, tem como inspiração as mais variadas facetas do povo brasileiro\, da sua religiosidade à diversidade cultural. \n\n\n\n– O artesanato\, a poesia\, a música\, as histórias e o colorido do brasileiro são inspiração para o meu trabalho. Mostro tudo o que sinto e o que vivi. Fico muito feliz quando enxergam o país dentro de cada obra feita. Quero colocar o samba\, o frevo\, o sertão – afirma. \n\n\n\nA exposição\, que ocupa o segundo andar do centro cultural\, contará com cerca de 20 obras de tamanhos variados\, feitas em tinta acrílica e óleo. Caixas de papelão e materiais reciclados também estarão presentes em instalações e esculturas. A diversidade do país estará representada na mistura de materiais e de temáticas abordadas. Entre as obras\, por exemplo\, há uma tela em grandes dimensões de Nossa Senhora Aparecida e imagens inspiradas no Candomblé e na Umbanda. \n\n\n\nA exposição contará também com um setor interativo. Antes de se dedicar integralmente às artes plásticas\, Ticiana trabalhou por 30 anos com educação infantil. A experiência com crianças inspirou a artista a criar uma área na exposição em que os pequenos poderão desenhar a cara do Brasil em um papel gigante.
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SUMMARY:"PHYGITAL" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:Créditos: Paulo Vitor/PGE-RJ\n\n\n\nO Centro Cultural PGE-RJ inaugura\, no próximo dia 14 de março\, a exposição PHYGITAL\, que reúne obras de 9 artistas brasileiros que pesquisam os desdobramentos da presença do universo digital em nosso cotidiano e as suas consequências para a sociedade. A mostra vai ocupar o salão de exposições do antigo Convento do Carmo\, no Centro do Rio\, e ficará aberta até 13 de julho para visitas gratuitas. \n\n\n\nO termo “phygital” vem da fusão das palavras físico (physical\, em inglês) e digital\, e tem sido adotado para se referir a iniciativas que integrem o mundo físico e o mundo digital. Nas palavras da Curadora Cecília Fortes\, do Centro Cultural PGE-RJ\, a mostra sugere “uma reflexão sobre os efeitos deste mundo híbrido físico x digital cada vez mais presente no nosso dia a dia\, bem como sobre as novas formas de interações humanas através do uso da tecnologia”. \n\n\n\nA exposição traz os trabalhos de Anna Costa e Silva que aborda as relações humanas e as relações homem-máquina; de Ilê Sartuzi que incentiva a pensar sobre a ausência do humano no universo digital; de Leo Zeba\, que evidencia a forma como as imagens moldam a vida cotidiana; de Luiz D’Orey que com elementos do virtual no mundo físico\, embaralha os limites entre o real e o digital; de Monica Rizzoli\, com um resgate ao ambiente natural em meio a tantos aparatos tecnológicos e o ruído visual do emaranhado de fios; de Piti Tomé\, focando a solidão em contraponto ao teórico aumento na conectividade entre pessoas pelos meios de comunicação digitais; de Rafael Alonso e Sofia Caesar com a exaustão física e mental\, resultante de horas de interação com computadores e outras telas; e de Vitória Cribb que questiona o hábito cada vez mais comum de dividir o espaço íntimo\, profissional e psicológico com as máquinas.
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SUMMARY:"Anjos com armas – Sergio Camargo\, Lygia Clark\, Mira Schendel e Hélio Oiticica" na Pinakotheke Cultural
DESCRIPTION:Lygia Clark\, Bicho\, década de 1960. Crédito: Jaime Acioli/Pinakotheke\n\n\n\nA Pinakotheke Cultural\, no Rio de Janeiro\,abrirá para o público no dia 18 de março de 2024 a exposição Anjos com armas\, apresentando aproximadamente 50 obras dos artistas Sergio Camargo (1930-1990)\, Lygia Clark (1920-1988)\, Mira Schendel (1919-1988) e Hélio Oiticica (1937-1980. A curadoria é de Max Perlingeiro\, diretor da Pinakotheke Cultural\, com a colaboração do artista Luciano Figueiredo. \n\n\n\nA mostra é um tributo ao crítico e curador britânico Guy Brett (1942-2021)\, que desempenhou papel decisivo na internacionalização da arte brasileira\, ao criar\, junto com o artista filipino David Medalla (1942-2020)\, e outros amigos\, a lendária galeria Signals\, que de 1964 a 1966 exibiu obras desses fundamentais artistas que são Lygia Clark\, Hélio Oiticica\, Mira Schendel e Sergio Camargo. Quatro obras que estiveram originalmente na Signals\, estarão expostas na Pinakotheke Cultural: Bicho-Contrário II (1961)\, Espaço Modulado nº 4 (1958) e Espaço modulado nº8 (1959)\, de Lygia Clark\, e Relief (1964)\, de Sergio Camargo.
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SUMMARY:"Mekong: Memórias e correntezas" de Jeane Terra na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Jeane Terra\, As Mulheres e o Rio\, 2024. Foto: Isadora Oliveira\n\n\n\nAnita Schwartz Galeria de Arte tem o prazer de convidar para a abertura\, em 21 de março de 2024\, às 19h\, da exposição Mekong: Memórias e correntezas\, com dezenove trabalhos da artista Jeane Terra\, resultado de sua pesquisa no rio Mekong no sudeste asiático. A exposição ficará em cartaz até o dia 04 de maio de 2024. O texto crítico que acompanha a exposição é de Cecília Fortes\, consultora artística d Anita Schwartz. \n\n\n\nJeane Terra tem como principal interesse em sua prática artística “as curvas da memória”\, os deslocamentos forçados e o impacto nas populações da ação humana sobre o meio ambiente. Ela pesquisa locais que não existem mais\, e no caso desta produção atual “lugares que podem vir a desaparecer”. “É um registro antes do fim”\, diz. \n\n\n\nA exposição reúne seus trabalhos feitos a partir de uma viagem ao Laos\, Cambodja e Vietnã pelo rio Mekong\, o mais extenso do sudeste asiático\, e que atravessa mais três países: China\, Mianmar e Tailândia. Meio de transporte\, de moradia\, de pesca de subsistência e ainda território de conflitos\, o Mekong abriga 24 hidrelétricas. O rompimento de uma barragem no Laos\, em 2018\, matou mais de cem pessoas (dezenas ainda estão desaparecidas) e desalojou outras seis mil. \n\n\n\nA fim de buscar os vestígios deste alagamento\, Jeane Terra fotografou o local\, e transformou as imagens em sua maior obra produzida até hoje: um painel de 7\,6 metros de extensão\, por 3 metros de altura. Para este painel\, a artista utilizará a técnica característica que desenvolveu – a pintura seca\, ou pele de tinta\, com recortes que aplica sobre a tela\, a partir de pigmentos e aglutinantes. Pela primeira vez ela irá usar recortes de 20cm x 20cm\, e não os habituais quadrados de 1centímetro\, que estão nas demais obras no piso térreo da Anita Schwartz. \n\n\n\n“O rio Mekong é responsável por 15% do arroz e 25% da pesca produzidos no mundo”\, observa Jeane Terra. As casas flutuantes\, as palafitas\, a pesca\, o plantio do arroz e da flor de lótus\, também estão nos trabalhos reunidos na exposição. “Há beleza na forma como o ser humano\, entregue a sua própria condição\, busca formas de sobreviver e de se relacionar com o rio. O Mekong está pedindo socorro\, co grandes áreas de lixo\, apesar do apelo turístico dos mercados flutuantes\, mas também ali há uma certa beleza na crueza daquela realidade”\, conta.
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SUMMARY:“O Mágico de N’Oz” na Danielian Galeria
DESCRIPTION:Nelly Gutmacher\, A Dama\, s/d\n\n\n\nA Danielian Galeria apresenta a partir do dia 21 de março de 2024 a exposição O Mágico de N’Oz\, com aproximadamente 100\, de mais de 50 artistas\, de diversas épocas de movimentos\, selecionadas pelo curador Fernando Mota\, que propõe ao público uma visita ao clássico de L. Frank Baum\, O Mágico de Oz (1900)\, que ganhou uma versão antológica no cinema\, em 1939\, com Judy Garland no papel da menina Dorothy\, e se desdobrou em outros filmes\, peças de teatro e canções como Goodbye Yellow Brick Road (1973)\, de Elton John e Bernard Taupin. \n\n\n\nFernando Mota cita a famosa frase de Dorothy – “não há melhor lugar do que a nossa casa” – e pergunta “por que\, então\, escolhemos sair de casa\, ansiamos por visitar outras casas\, desbravar novos mundos? E não estamos falando aqui das tarefas e necessidades do dia a dia\, pois estas de certa forma continuam dentro da nossa zona de conforto\, do nosso lar. O que nos fascina e nos comove a ponto de irmos além do arco-íris no nosso quintal? É tempo de calçar outros sapatos\, descobrir caminhos alternativos e questionar\, afinal: o que há de mágico em cada um de nós?”. \n\n\n\nA exposição O Mágico de N’Oz propõe uma releitura artística do clássico literário por meio de uma linguagem curatorial baseada na alegoria\, na metáfora e no simbolismo. As obras\, de naturezas e formatos diversos\, compõem um universo lúdico e onírico\, no qual o publico está convidado a acessar e reinterpretar uma conhecida fábula moderna. As obras\, de várias épocas – desde o par de faisões\, de cerca de 1800\, da Companhia das Índias\, trabalhos acadêmicos\, até contemporâneos. As obras são oriundas de ateliês de artistas e coleções privadas. \n\n\n\nDuas obras foram feitas especialmente para a exposição: Contato (2024)\, de Wagner Malta Tavares\, uma projeção de luz verde no elevador panorâmico da Danielian Galeria; e Sem título (2024)\, de Francis Petrucci e Victor Hugo Mattos\, uma escultura de parede com 100 placas de cerâmica “bordada” por vários materiais\, com 29 x 21 cm cada.
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SUMMARY:"Topiarius" de Vanessa Freitag no Sesc Três Rios
DESCRIPTION:O Sesc Três Rios inaugura no dia 22 de março de 2024\, a partir das 14h\, a exposição TOPIARIUS\, individual da artista Vanessa Freitag\, com curadoria de Renata Santini. Vanessa\, hoje radicada no México\, apresentará uma instalação têxtil composta por cerca de 50 peças tecidas em pequeno e médio formato\, a partir do chão da galeria com alguns filamentos presos ao teto; e 15 desenhos cujas formas geradas designam-se criaturas\, pequenos seres que podem remeter às existências da natureza ou seres imaginários. A exposição foi selecionada pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar. \n\n\n\nTopiarius\, palavra grega latinizada\, significa “jardim artificial”\, e também se refere ao encarregado de organizar\, aparar e cuidar do jardim. Numa referência à “arte da jardinagem”\, a artista Vanessa Freitag estende o uso da palavra à relação de cuidado que estabelecemos no cotidiano\, começando pelo ofício da artista em seu processo criativo\, até abranger lugares e pessoas. \n\n\n\n“Uma memória de infância do jardim da avó materna é o gatilho para a série de trabalhos selecionados para esta proposta. A artista empreende uma investigação escultórica tomando como fio condutor imagens de flores\, plantas e animais dos quais recorda o jardim de sua infância. Concretiza essas lembranças em formas desenhadas\, tecidas\, costuradas e ornamentadas\, que aludem a organismos imaginários vivendo em simbiose em um espaço delimitado. Pensa nas conexões por trás da criação de um jardim e da criação de uma peça tecida: tempo\, paciência\, imersão. Maneiras de conceber o mundo lentamente. E em silêncio. Um tipo de tempo que aparentemente pouco temos no nosso dia a dia”\, comenta a curadora Renata Santini. \n\n\n\nVanessa cria os objetos com materiais reutilizados\, como roupas de segunda mão\, retalhos de tecidos\, linhas\, fios\, bolinhas de gude e pequenos objetos encontrados em bazares da cidade onde vive (Léon\, México). “Queria que as roupas carregassem marcas de uso\, porque acredito que nelas se encontra a memória do corpo\, travando assim uma espécie de diálogo silencioso com o outro”\, relata a artista. \n\n\n\nTopiarius nasce durante o período da quarentena e aborda as linguagens do têxtil e do desenho\, a partir\, sobretudo\, do exercício do pensamento por meio da prática artística\, na qual se articulam formas de experimentação de lugares\, como o jardim artificial criado por Freitag através de referências pessoais.
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SUMMARY:"Em falso" de Simone Cupello no Museu da República
DESCRIPTION:Pensar a imagem como um fenômeno poderoso na sociedade atual é talvez a intenção maior das pesquisas de Simone Cupello. O olhar da artista\, treinado na cenografia e edição de vídeos para TV\, se debruça constantemente sobre o comportamento do homem em relação ao meio imagético que o cerca\, acolhe e modifica. \n\n\n\nEM FALSO\, reúne obras que a natureza e o jardim romântico do Museu da República inspiraram e ensinaram. “Entendi com a pedra falsa do rocaille que posso ter a figura se a figura falar de matéria”\, afirma a artista sobre a representação da matéria\, sobre texturas\, tempo e memória. \n\n\n\nFotografias são fragmentos de uma determinada forma de ver o mundo\, um recorte preciso que enquadra na bidimensionalidade uma ruptura temporal\, indicando que algo aconteceu ou esteve ali por determinado tempo. Susan Sontag\, entretanto\, sinaliza sobre o destino das fotografias tiradas exaustivamente e que terão\, certamente\, pouco tempo de vida útil. \n\n\n\n“O que vai ser de um maço de fotografias daqui a 500 anos?”\, questiona Simone diante do acervo de imagens com as quais trabalha\, interfere\, experimenta e aprende. \n\n\n\nIsabel Sanson Portella (curadora do Museu da República do Rio de Janeiro)
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SUMMARY:"Krajcberg & Zanine" na Galeria Athena
DESCRIPTION:Zanine – Hammock hanging (detalhe)\n\n\n\nNo dia 23 de março de 2024\, será inaugurada a exposição Krajcberg & Zanine\, na Galeria Athena\, que une\, pela primeira vez\, obras do artista Frans Krajcberg (1921-2017) e do arquiteto e designer José Zanine Caldas (1919-2001)\, que foram amigos e se influenciaram mutuamente. A relação dos dois é pouco conhecida e até hoje nunca havia sido feita uma exposição sobre o assunto. A mostra\, que é realizada em parceria com a Diletante42\, explora\, em um diálogo inédito\, os pontos de contato entre as obras destes dois grandes nomes da cultura brasileira\, ressaltando a preocupação de ambos com o meio ambiente. Na ocasião também será inaugurada a exposição Pandro Nobã: Caminho de volta\, na Sala Casa. \n\n\n\n“Krajcberg e Zanine foram muito amigos e tiveram uma convivência muito próxima com a natureza. Existe um diálogo entre as suas obras\, e a ideia da exposição é apresentar o melhor de cada um deles\, com peças importantes e extremamente representativas”\, diz Liecil Oliveira\, um dos sócios da Galeria Athena. \n\n\n\nA exposição apresentará cerca de 20 peças\, entre esculturas de Krajcberg\, dos anos 1960 e 1970\, e itens de mobiliário e também uma escultura de Zanine\, dos anos 1970 e início de 1980. Com produções bem diversas\, os dois têm em comum o uso sustentável da madeira e a preocupação com o meio ambiente\, já na década de 1970\, quando pouco se falava sobre o assunto\, sendo pioneiros neste aspecto. A mudança de ambos para a cidade de Nova Viçosa\, no sul da Bahia\, teve grande influência nisso e foi um marco na produção de ambos. \n\n\n\nNa exposição\, serão apresentados relevos de parede de Frans Krajcberg\, feitos a partir de madeiras provenientes de queimadas e desmatamentos\, com pigmentos naturais\, criados por ele\, nas cores preto\, branco e vermelho. Haverá\, ainda\, uma única e grande obra de chão\, da série Bailarinas\, da década de 1980\, feita a partir de madeira queimada e pigmentos naturais\, medindo 2\,90m de altura. “Krajcberg tentou\, com esta escultura\, recriar a dança de sua namorada bailarina no mangue”\, conta Liecil Oliveira. \n\n\n\nAinda de Krajcberg\, haverá obras da Série Sombra\, técnica que consiste em capturar a sombra projetada por algum elemento natural\, recortando em um suporte de madeira o desenho criado\, que depois é fixado na peça\, dando relevo e volume. “Era um projeto complicadíssimo\, no qual ele colocava no sol aquilo que ele queria criar uma sombra\, mas nem sempre ficava como ele queria e ele ia desenhando na madeira o defeito que aparecia. Ficava horas fazendo isso. Algumas eram sem cor\, madeira lavada\, mas na grande maioria ele usava elementos da natureza\, pigmentos que ele encontrava no minério ou na terra\, e trabalhava este pigmento para criar essas
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SUMMARY:Ana Raylander e iah bahia na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Ana Raylander Mártis dos Anjos\, detalhe da obra da série Marrom A (série Painéis)\, 2024\n\n\n\nNo dia 23 de março\, a Cavalo apresenta as individuais de Ana Raylander Mártis dos Anjos (1995) e iah bahia (1993) no espaço da galeria em Botafogo. As exposições contarão com obras inéditas de ambas as artistas que dividem  espaço da galeria\, cada uma ocupando uma sala expositiva. \n\n\n\nNa primeira sala Ana Raylander expõe Painéis\, onde estão dispostos três murais cobertos em feltro com pinturas que recorrem à escrita\, diagramas e figurações a óleo\, afixados por alfinetes. Toda obra\, do tecido aos alfinetes\, segue a mesma escala cromática passando pelo marrom\, caramelo e bege claro. Tendo como referência murais de avisos em escolas e hospitais. Raylander dialoga com esse contexto institucional onde informações diversas são reunidas e na medida em que novas necessidades e urgências surgem\, se sobrepõem umas as outras. \n\n\n\nNa segunda sala expositiva iah bahia exibe Aquilo que se tange\, composta por diversas esculturas têxteis baseadas em sólitons\, ou ondas solitárias\, um fenômeno da física na qual uma onda se propaga de forma estável sem nunca perder sua forma original. As torções e dobras dos tecidos de tons noturnos pretendem deslocar o olhar que tenta seguir as curvas que as obras fazem ao entorno de si mesmas até não sabermos onde elas começam e onde terminam. \n\n\n\nAmbas as individuais trabalham por meios têxteis e conversam na medida que tratam da orientação e reorientação do mundo ao redor\, cada uma a sua maneira\, seja na aplicação de sua prática interdisciplinar escolar transformada em obra\, por Ana Raylander\, ou na inspiração das ondas dos astros celestes\, no caso de iah bahia.
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SUMMARY:"Legado Perdido" de Adeline Rapon na Galeria da Aliança Francesa
DESCRIPTION:Adeline Rapon\, Haut Jaune da série “Fanm Fò”\, 2020. Imagem: Divulgação Galeria da Aliança Francesa\n\n\n\nA Galeria da Aliança Francesa Botafogo\, com o apoio da Embaixada da França no Brasil apresentam a exposição “Legado Perdido” da fotógrafa francesa de origem martinicana\, Adeline Rapon. A mostra destaca 37 fotografias\, incluindo a marcante série de autorretratos “Fanm Fò”\, uma reflexão sobre mulheres conhecidas ou anônimas das Antilhas Francesas\, que desafia nossa percepção do século XIX. A abertura acontece no dia 28 de março (quinta-feira)\, às 18h30\, com a presença da artista\, e a exposição permanece em cartaz até 25 de maio de 2024. \n\n\n\nEm 2020\, criou a série de autorretratos “Fanm Fò”\, onde criou um jogo de espelhos compostais do século XIX das Antilhas – nome dado às ilhas do Mar do Caribe\, questionando asua identidade como mulher mestiça da Martinica e o papel das mulheres nas Antilhas. Esta série foi exibida em importantes eventos\, como o Rond-Point (Fort-de-France) em 2020 e no Rencontres Photographiques du 10e (Paris)\, em 2021. \n\n\n\n“Negra da Martinica”\, “Mulata de cabelos macios”\, “Tipo de mulher de Guadalupe” designam mulheres anônimas\, fazendo pose\, algumas com os olhos perdidos\, outras desgrenhadas. Na sua maioria retirados de postais\, estes retratos antigos apresentam figuras reais\, muitas vezes fantasiadas\, e apresentam-nas como um ponto de venda para o turismo emergente\, destacando o Império Colonial Francês no poder até 1945 na Martinica\, Guadalupe e na Guiana. Este tipo de imagens foi recorrente em todas as colônias francesas\, criando uma imagem estereotipada dos países africanos e asiáticos na França. \n\n\n\nA exposição também apresenta as séries “Vie et Mort” (Vida e Morte) e “Lien.s” (“Elos”)\, ambas destacando a população e a cultura martinicana. “Vie et Mort” inclui seis fotos que exploram as tradições e a herança da Martinica por meio das celebrações do Dia de Todos os Santos e do contador de histórias local Alain Légarès. Por outro lado\, “Liens” visa dar visibilidade à comunidade LGBTQIAP+ da Martinica e aos desafios enfrentados por eles.
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SUMMARY:"Carlos Muniz: O Olhar Abstrato" na Galeria Patrícia Costa
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Carlos Muniz. Imagem: Diculgação Galeria Patricia Costa\n\n\n\nPassadas quase quatro décadas desde quando estiveram juntos em uma exposição nos idos dos anos 1980\, Carlos Muniz\, Patrícia Costa e Vanda Klabin voltam a se encontrar profissionalmente na individual “Carlos Muniz: O Olhar Abstrato”\, que tem abertura marcada para o dia 4 de abril. A relação dos três vem de longa data: antes da galerista Patrícia Costa\, Muniz foi representado pela galeria de Paulo Klabin\, então casado com a curadora e historiadora (e onde Patrícia também trabalhava). Para celebrar esse revival\, foram selecionadas duas obras desta época\, pertencentes ao acervo pessoal do artista.    \n\n\n\nDa produção recente de 2023\, ele mostrará um recorte com cerca de 15 obras inéditas em tinta acrílica\, incluindo dípticos\, trípticos e polípticos de grandes e médios formatos – alguns chegam a medir até três metros. A contraposição dos planos\, as linhas paralelas simétricas que exploram cores primárias\, sempre com muita precisão\, são características marcantes em sua trajetória. \n\n\n\nCarlos Muniz se divide entre a residência em Montes Claros e o Rio de Janeiro\, onde mantém ateliê numa charmosa casa de vila em Botafogo. \n\n\n\nSua filha Lúcia Muniz\, cantora que foi revelação no programa “The Voice Kids” em 2019\, fará uma apresentação no dia da abertura\, às 19h\, ocasião em que será lançado um filme documentário sobre a carreira do artista\, dirigido pelo cineasta Pedro Paulo Mendes. \n\n\n\n“Carlos Muniz compõe a sua nova gramática visual no zigue-zague dos padrões anunciados pela geometria e pelas vibrações cromáticas. Passamos a observar o mundo através desses exercícios geométricos coloridos\, que trazem uma nova irradiação do seu olhar abstrato. A pintura e suas infinitas possibilidades se imbricam no amplo leque de experimentações que caracteriza a arte contemporânea. Uma geometria transitiva sempre antecedeu as suas pinturas\, seja na elaboração do quadrado\, do círculo ou do triângulo\, repletos de um forte cromatismo\, seja pela evidência de segmentos desiguais que revelam um acento existencial e trazem à tona\, as assimetrias do mundo\, o que contribui efetivamente para o florescimento de seu pensamento visual”\, diz a curadora\, Vanda Klabin. 
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SUMMARY:"Trançados de Arumã e Tucum: Artes de uma Comunidade Baniwa" no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
DESCRIPTION:Imagem: Francisco Moreira da Costa/Divulgação\n\n\n\nNo dia 4 de abril\, às 17h\, o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP/Iphan) inaugura a nova exposição da Sala do Artista Popular\, intitulada “Trançados de arumã e tucum: artes de uma comunidade baniwa”. A mostra apresenta a produção artística da etnia indígena Baniwa\, residente na região do baixo Içana\, afluente do Rio Negro\, no município de São Gabriel da Cachoeira\, Amazonas. \n\n\n\nAs peças expostas\, como balaios\, jarros\, fruteiras\, peneiras e abanos\, são feitas com o belo trançado de arumã e tucum\, plantas abundantes na região e essenciais para o cotidiano da comunidade. O processo de produção\, que inclui tipitis\, peneiras e aturás\, é utilizado na fabricação de farinha e beiju a partir da mandioca\, para o consumo familiar. \n\n\n\nA tradição do trançado em arumã é mantida por Francisco Luiz Fontes\, conhecido como maadzero\, que também é benzedor\, narrador\, mestre de danças\, cantos\, instrumentos musicais e artesão. Esse conhecimento é transmitido às novas gerações na escola indígena multilíngue e intercultural Kariamã. \n\n\n\nO artesanato em tucum é produzido pelas mulheres da comunidade\, que se dedicam à criação de peças artesanais e à mobilização coletiva\, lideradas por Vigília Arágua Almeida\, também conhecida como Nassaro\, coordenadora da Associação das Artesãs de Assunção de Içana. \n\n\n\nEssas expressões de arte em arumã e tucum são parte integrante da cultura material ligada ao Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro\, reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo Iphan em 2010. A exposição estará em exibição na Sala do Artista Popular até 19 de maio.
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