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SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
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SUMMARY:"Ònà Irin: Caminho de Ferro" de Nádia Taquary no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A artista baiana Nádia Taquary inaugura sua primeira exposição individual no Museu de Arte do Rio (MAR) com a mostra Ònà Irin: Caminho de Ferro\, que se concentra na joalheria afro-brasileira e na ancestralidade. A exposição apresenta esculturas\, objetos-esculturas\, instalações e videoinstalações que exploram as jóias de crioulas\, tradições nagô e yorubá\, e elementos de transformação. A exposição reflete a missão do MAR em promover a arte contemporânea brasileira produzida por mulheres. Nádia Taquary é conhecida por sua pesquisa sobre a cultura afro-brasileira e já participou de exposições nacionais e internacionais. A exposição é curada pelo artista e curador Ayrson Heráclito e pela equipe do MAR.
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SUMMARY:"Entroncados\, Enroscados e Estirados" de Ana Holck no Paço Imperial
DESCRIPTION:No dia 02 de dezembro\, o Paço Imperial inaugura a exposição Entroncados\, Enroscados e Estirados\, com obras inéditas da artista carioca Ana Holck\, que marcam uma nova fase na sua reconhecida e destacada trajetória de 22 anos nas artes. Com curadoria de Felipe Scovino\, serão apresentados oito trabalhos\, pertencentes às três séries que dão nome à mostra. As obras\, que foram produzidas este ano\, em porcelana e aço inox – materiais até então nunca utilizados pela artista –\, transitam entre a ideia de pintura e escultura. \n\n\n\n“Os objetos criam uma situação transicional\, variam entre serem bidimensionais e tridimensionais\, colocando-se de maneira duplamente vetorizada\, ou seja\, tem uma proximidade com a pintura – não só pelo fato de estarem presos à parede\, mas especialmente pela grafia destes trabalhos – e\, ao mesmo tempo\, não deixa de ser uma escultura”\, afirma o curador Felipe Scovino. \n\n\n\nOs novos trabalhos se aproximam muito dos temas sobre os quais a artista já vem se debruçando desde o início de sua trajetória: a cidade\, o urbano\, a arquitetura e a construção civil. No entanto\, se nas obras anteriores Ana Holck utilizava materiais pré-fabricados\, industrializados\, como blocos de concreto\, tijolos e vinis adesivos\, nesta nova fase a artista resolveu experimentar\, pela primeira vez\, materiais mais maleáveis. “Não sou ceramista\, a porcelana para mim é um meio a mais para fazer escultura e por isso mesmo sempre quis junta-la com outros materiais”\, conta a artista\, que usa uma fita de aço inox maleável\, com mola\, para essa combinação com a porcelana. Formada em Arquitetura e Urbanismo\, a artista utiliza em suas obras muitas questões ligadas a sua formação\, mas de forma diferente. “Minha percepção do espaço com base na temporalidade da experiência vem da arquitetura\, mas procuro desconstruir o que aprendi\, aceitando o improviso\, o acaso\, o acidente”\, diz.  \n\n\n\nApesar do encanto pelo novo material\, Ana Holck encontrou na cerâmica um desafio às suas obras monumentais\, que marcam sua trajetória. A solução para aumentar a escala veio a partir de peças que se encaixam\, com módulos e repetições. O aço inox entrou como um elemento de ligação. “Este metal que utilizo tem uma mola\, que dá estrutura\, o que me atraiu bastante. Os “arranjos” dos tubos de porcelana geram um núcleo a partir do qual o metal se expande no espaço\, gerando um desenho que não é muito controlado\, no qual há um dado de surpresa”\, conta a artista que\, apesar de utilizar um material bruto e maleável\, ela o subverte\, transformando a porcelana em tubos de bitolas regulares\, pré-estabelecidas\, através de uma prensa chamada extrusora. “A passagem pelo equipamento apaga as digitais deixadas pela manipulação do barro\, tornando-o impessoal\, indo contra sua natureza moldável e imprimível”\, ressalta. Além disso\, os materiais são afastados de sua funcionalidade original: a cerâmica\, que em seu uso cotidiano costuma conter algo\, em potes\, vasos e louças\, aqui torna-se passagem para o metal\, que cria desenhos no espaço.  \n\n\n\nEsses desenhos\, por sua vez\, criam um jogo de luz e sombra. “A incidência da luz sobre os trabalhos projeta uma sombra que\, por sua vez\, reforça a ideia de dinâmica e de velocidade das três séries e causa também uma sensação de prolongamento desta grafia no ambiente\, criando desenhos no espaço”\, afirma o curador Felipe Scovino\, que destaca\, ainda\, que\, apesar de não serem trabalhos cinéticos\, a ideia de dinamismo e velocidade explora esse aspecto. Além disso\, ele ressalta que há\, nestes trabalhos\, uma referência ao construtivismo russo e ao minimalismo norte-americano. 
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SUMMARY:"Iole de Freitas\, anos 1970 / Imagem como presença" no Paço Imperial
DESCRIPTION:A mostra\, organizada e já exibida pelo Instituto Moreira Salles em São Paulo\, reúne fotos e filmes dos tempos em que a artista viveu em Milão\, Londres e Nova York. Pouco conhecidas pelo público brasileiro\, as obras também abordam temas como o movimento e a passagem do tempo \n\n\n\nNa década de 1970\, Iole de Freitas vivia em Milão\, em um ambiente de efervescência política e cultural; as galerias e museus da cidade mostravam obras da arte povera\, da body art e da arte conceitual\, e artistas mulheres ganhavam inédita proeminência no circuito de arte. Iole\, que ficaria conhecida posteriormente sobretudo por sua produção escultórica\, vinha de uma experiência de 18 anos com dança contemporânea e\, na cidade italiana\, começava a se lançar a performances silenciosas\, sem audiência\, nas quais se fotografava ou se filmava\, muitas vezes lidando com a dispersão de sua própria imagem em fragmentos de espelhos\, com os quais interagia nessas performances. Assim\, construía um dos trabalhos mais originais de sua geração\, numa interseção entre body art\, performance e filme experimental. \n\n\n\nOs trabalhos dessa fase inicial da carreira da artista são o foco da exposição Iole de Freitas\, anos 1970 / Imagem como presença\, em cartaz no Paço Imperial\, com curadoria de Sônia Salzstein\, professora de história e teoria da arte e diretora do Instituto de Estudos Brasileiros da USP. A mostra\, que tem assistência de curadoria do pesquisador Leonardo Nones\, traz uma seleção de 18 sequências fotográficas\, 9 filmes e 3 instalações\, sendo a maior parte pouco conhecida ou até mesmo inédita para o público brasileiro. No Paço\, a mostra foi adaptada para ocupar metade do primeiro andar (antessala Gomes Freire\, sala Gomes Freire\, sala 13 de maio\, sala do trono e sala do dossel)\, e ganhou uma sala documental\, com originais e fac-símiles. Além disso\, o Paço Imperial já conta com uma escultura da artista que está localizada no mesmo pavimento ocupado pela exposição.  \n\n\n\nSobre o período abarcado pela mostra\, a curadora comenta: “A radicalidade do debate político europeu da época coincidia com as primeiras experiências da arte conceitual e da body art e com manifestações em que os afetos e as vulnerabilidades do corpo do artista eram questões cruciais. A década de 1970 testemunha a vibrante presença de Iole e\, em geral\, de artistas mulheres no circuito de arte mais arrojado do período e\, não por acaso\, ela comparecia em exposições ao lado de outras artistas pioneiras na exploração da imagem fílmica em seus trabalhos.”
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SUMMARY:"MAQUÍNICA" de Edith Derdyk na Galeria Clima
DESCRIPTION:A série de trabalhos são frutos de uma pesquisa iniciada em 2020 realizada pela artista sobre a Geometria Descritiva\, técnica desenhística que surge em meados do final do século XVIII\, provocando um impacto no desenvolvimento tecnológico na época da Revolução Industrial\, por facilitar a visualização de objetos fabricados e sua sistematização.  \n\n\n\nO nome da exposição MAQUÍNICA deriva do embate entre o desenho técnico que revela uma ação mecânica com o gesto artesanal\,  presente na exposição com as costuras. A exposição “especula sobre a os métodos de representação de funcionamentos maquínicos\, movidos por uma certa razão insana\, frutos da abstração calcada na observação do real e sua projeção no modo de produzir objetos industriais\, avalizando um modo de pensar a própria vida”\, afirma a artista\, autora de vários livros sobre desenho. 
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SUMMARY:"Abstrações Utópicas" na Danielian Galeria
DESCRIPTION:Em comemoração aos 70 anos da primeira exposição de arte abstrata feita no Brasil\, a Danielian Galeria apresenta a partir do dia 7 de dezembro de 2023\, para convidados\, e do dia seguinte para o público\, a exposição Abstrações Utópicas\, com aproximadamente 80 obras de mais de 50 importantes artistas\, que exploraram o universo da abstração e criaram as bases desta vertente artística\, presente até hoje em nosso cenário cultural\, e berço da arte contemporânea brasileira. A curadoria é de Marcus de Lontra Costa e Rafael Fortes Peixoto\, com consultoria de Anna Bella Geiger\, que além de ter participado da exposição de 1953\, no Quitandinha\, em Petrópolis\, também é autora junto com Fernando Cocchiaralle do livro-referência sobre o assunto. \n\n\n\nAtuante aos 90 anos\, Anna Bella Geiger ganhará uma mostra especial\, inaugurando o segundo andar do pavilhão recém-construído atrás da casa principal na Danielian Galeria\, onde estarão telas e “Macios”\, em que vem desenvolvendo suas experiências no campo da pintura nos últimos 30 anos. \n\n\n\nEntre os artistas da vertente abstração geométrica estão os que integraram nos anos 1950 os grupos Ruptura\, de São Paulo\, Frente e o movimento Neoconcreto\, do Rio de Janeiro\, como Ivan Serpa\, Lygia Clark\, Lygia Pape\, Hélio Oiticica\, Décio Vieira\, Aluísio Carvão\, Franz Weissmann e Abraham Palatnik (Rio)\, e Geraldo de Barros\, Hermelindo Fiaminghi\, Lothar Charoux\, Luiz Sacilotto (São Paulo). Dos artistas informais estarão presentes obras de Antonio Bandeira\, Iberê Camargo\, Fayga Ostrower\, Manabu Mabe\, Maria Polo\, Frans Krajcberg\, Flávio Shiró e Glauco Rodrigues\, entre muitos outros.
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SUMMARY:"Corpo Formoso" no Museu da República
DESCRIPTION:Neste sábado\, dia 9 de dezembro\, das 13h às 17h\, será inaugurada\, na Galeria do Lago\, no Museu da República\, a exposição Corpo Formoso\, com 11 pinturas inéditas da artista carioca Yoko Nishio\, que faz sua primeira exposição individual\, depois de ter participado de diversas coletivas no próprio Museu da República\, no Centro Cultural Correios de Niterói\, no Sesc Teresópolis\, entre outros reconhecidos museus e galerias. \n\n\n\nCom cores fortes e vibrantes\, em tinta a óleo sobre tela\, as pinturas\, que chegam a medir 1\,90cm X 1\,90cm\, têm como tema a relação entre o corpo e a cidade\, destacando os ornamentos que a artista vê nas pessoas e nos lugares\, combinados às suas memórias e fabulações. Estão retratados nas obras a feirante de Vila Isabel\, com sua tatuagem no braço; pai e filho arrumados para uma festa em Cabuçu\, em Nova Iguaçu; corpos que caminham na multidão de Calolé\, na Bahia; as senhoras que conversam no bairro do Encantado\, no Rio de Janeiro\, com estampas combinando com os ornamentos das fachadas; o bar em Madureira\, cujos azulejos ornam com as roupas dos frequentadores; o homem que mostra orgulhoso a tatuagem com nome de seu filho no pescoço\, entre muitos outros. \n\n\n\n“O olhar interessado e atento de Yoko encontra nos anônimos que percorrem as ruas de cidades também sem identificação alguma\, o objeto de seu interesse. O corpo se faz formoso porque é essencial. É necessário que a beleza e o cuidado prevaleçam sobre tudo que pode nos derrotar. Encontrar o prazer de enfeitar muros\, casas\, corpos ou vestimentas é uma maneira de dizer ao empobrecimento\, às perdas diárias que sofremos\, às muitas faltas na vida\, que nada é mais forte do que a vontade de superar. Procurar a alegria das cores e estampas faz parte de uma cultura de sobrevivência que o olhar da artista captura e compartilha com a mesma alegria”\, afirma a curadora Isabel Portella. \n\n\n\nYoko Nishio sempre teve na vida urbana\, nas cidades e nas pessoas a inspiração para o seu trabalho artístico. “Minha pesquisa tem esse aspecto de campo\, de andar\, procurar\, fotografar\, conversar\, o ateliê é só mais uma etapa de uma construção que começa muito antes”\, conta a artista\, que também é professora e pesquisadora. Desta forma\, os trabalhos sempre surgem na rua. E não foi diferente com esta nova série. Em Belém do Pará\, ao ver uma pessoa ornamentada com diversas estampas\, iniciou a pesquisa que deu origem aos trabalhos que são apresentados na atual exposição. \n\n\n\nApesar de ter começado a partir de uma estampa\, a série fala sobre os ornamentos de forma geral. “Não é só estampa\, também está na pele\, na tatuagem\, nos acessórios\, como brincos\, colares\, pulseiras\, e também nas cidades\, nas superfícies das casas\, dos bares\, nos pisos\, nas grades”\, explica a artista\, que completa: “São muito corpos\, é o meu corpo\, o corpo do outro e o corpo da cidade”. \n\n\n\nOs títulos das obras são os nomes dos locais aonde os ornamentos foram encontrados\, que inclui muitos bairros do Rio de Janeiro e vários outros estados brasileiros\, mostrando a diversidade dos corpos\, das cores\, dos ornamentos\, nas pessoas e nas cidades. Para realizar os trabalhos\, a artista vai para as ruas de diversas cidades\, fotografa o que chama a sua atenção\, tanto de maneira mais posada\, como também colocando a câmera mais baixa\, na altura do seu corpo\, de forma a mostrar o que seu corpo está vendo. “As faces nem sempre me interessam tanto\, mas sim estar entre os corpos\, por isso às vezes há alguns cortes\, pois coloco a câmera mais baixa\, de maneira que não pareça uma fotografia e sim meu corpo andando e captando todos aqueles ornamentos”\, diz. \n\n\n\nCom as fotografias em mãos\, chega a etapa de ir para o ateliê e iniciar a pintura. Nesta série\, a artista optou por ser totalmente fiel às estampas que vê\, pintando-as exatamente da forma como encontrou nas ruas\, mas acrescentando elementos aos trabalhos\, criando novos cenários\, não seguindo fielmente a fotografia. “Não quero que a pintura seja só uma reprodução fotográfica\, por isso misturo os corpos\, os lugares. Para que a pintura funcione\, preciso escolher a relação entre figura e fundo”\, conta. \n\n\n\nDurante a pesquisa\, a artista lembrou do famoso livro “Ornamento e crime”\, escrito em 1908 pelo arquiteto austríaco do início do século XX Adolf Loos\, que afirmava que a ornamentação era uma prática de povos primitivos\, de criminosos e de outros degenerados. Nos seus termos\, as sociedades mais desenvolvidas e modernas deveriam rejeitar os usos da ornamentação na produção de suas roupas\, casas e instrumentos. “Hoje\, seu argumento é compreendido como uma fala impregnada por preconceitos social-darwinistas\, racistas e coloniais. Ornar nos faz ver profundamente o cotidiano e onde está a resistência a ele; ornar desobedece a essas normatizações; ornar é in.corporar o agir. E essa expressão do movimento do corpo atravessa a cidade. Eis um convite: azulejos\, grades\, tatuagens\, vestidos florais\, enfeites\, chão\, piso\, pele. A cidade também é corpo e caminhar pelas ruas faz com que o corpo ganhe contornos\, já que a vida urbana é feita das relações corpo-cidade”\, afirma Yoko Nishio. \n\n\n\nPara não associar seus trabalhos à teoria de Loos\, de quem discorda totalmente\, a artista optou por usar no título da mostra a palavra “formoso” ao invés de ornamento. “Quando comecei a pensar o que seria este corpo ornamentado\, entendi que é um corpo que quer sorrir e cheguei na palavra formoso\, um adjetivo que está na boca das pessoas mais velhas e está associado à beleza\, a estar bem\, a estar feliz. O corpo formoso é um corpo que sorri\, que vibra\, decora\, para produzir alegria\, felicidade. Isso não quer dizer que não tenha precariedade\, dificuldade\, luta\, tristeza\, mas apesar disso tudo a gente vai botar o ornamento para tentar sorrir”\, diz a artista.
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SUMMARY:"Brasil Futuro: As formas da democracia" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:As questões da igualdade\, da diversidade\, da conquista dos direitos civis\, bem como políticas de reparação\, acolhimento e cidadania são os temas que perpassam a exposição Brasil Futuro: As formas da democracia\, que inaugura dia 09 de dezembro no Museu de Arte do Rio. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF)\, a mostra conta com a curadoria de Lilia Schwarcz\, Paulo Vieira\, Márcio Tavares\, Rogério Carvalho e com o acompanhamento curatorial de Marcelo Campos\, Amanda Bonan e Amanda Rezende\, da equipe do MAR\, que contribui com 68 obras da coleção\, sendo que 18 delas nunca foram expostas ao público\, como um oratório do século XVIII e um adorno do povo Baniwa\, do século XX. \n\n\n\nCom o sucesso da parceria com o MAR\, a Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação\, a Ciência e a Cultura (OEI) e o CAF assinaram um memorando de entendimento em 06.11 ampliando as ações no setor cultural para toda a América Latina e Caribe. O Museu de Arte do Rio pertence à Prefeitura do Rio de Janeiro e sua gestão é feita pelo organismo internacional desde 2021. \n\n\n\nA exposição Brasil Futuro: As formas da democracia foi inaugurada em Brasília\, no dia 01 de janeiro\, na posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva\, e agora a itinerância chega ao Rio de Janeiro\, após passagem pelo Pará e pela Bahia.  A exposição reúne uma variedade de obras de artistas de diferentes gerações\, raças\, gêneros e regiões do país\, colocando em pauta a grande diversidade cultural do país. Brasil Futuro é dividida em três núcleos e conta com mais de 250 obras de artistas consagrados como Djanira\, Mestre Didi\, Tarsila do Amaral\, juntamente com contemporâneos como Denilson Baniwa\, Bastardo\, Victor Fidélis e Daiara Tukano que integram a mostra.  \n\n\n\nPara o Museu de Arte do Rio\, receber uma exposição que coloca em pauta as questões da democracia brasileira é extremamente importante e necessário. “A história da retomada da democracia no Brasil através da arte é o ponto de partida de Brasil Futuro. Para o Museu de Arte do Rio é\, sem dúvida\, essa mostra ajudará a promover para os nossos visitantes um debate que trata prioritariamente da democracia\, dos direitos humanos e da igualdade. Tais temas corroboram com a missão do Museu de Arte do Rio de ser um espaço de trocas de conhecimento e da pluralidade”\, afirma Leonardo Barchini\, Diretor e Chefe da Representação da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação\, a Ciência e a Cultura (OEI) no Brasil\, instituição que faz a gestão do MAR.
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SUMMARY:"Ocupação Bori: o filme + coleção MAR" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Ocupação Bori: o filme + coleção MAR abre ao público no dia 09 de dezembro\, no Museu de Arte do Rio. A ocupação apresenta fotografias do trabalho do artista visual e curador Ayrson Heráclito\, numa pesquisa que ele realiza desde 2006\, inspirada nos ritos da tradição afro-brasileira\, onde as pessoas performaram junto às comidas e toques dos respectivos deuses iorubanos. \n\n\n\nAlém disso\, a ocupação ainda conta com o lançamento do filme Iwano Bori\, – oferenda para a cabeça cósmica\, do diretor Lula Buarque de Hollanda\, um registro poético da performance de Bori\, apresentada na Pinacoteca de São Paulo\, em 2022.
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SUMMARY:"Laroyê\, Grande Rio" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O desfile Fala\, Majeté! Sete Chaves de Exu da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio\, campeã do Carnaval de 2022\, saiu da avenida para o Museu de Arte do Rio. A exposição denominada Laroyê\, Grande Rio\, produzida pelo coletivo Carnavalize em parceria com a escola\, vai ocupar o MAR entre os dias 15 de dezembro a 03 de março de 2024 e promete fazer o público reviver as emoções que levaram a agremiação a um inédito campeonato. Com curadoria de Leonardo Antan\, Luise Campos e Thomas Reis\, e acompanhamento curatorial de Marcelo Campos\, Amanda Bonan e Jean Carlos Azuos\, da equipe MAR\, a exposição exibirá peças que foram para a Avenida\, como fantasias\, esculturas e elementos cenográficos e alegóricos. Além de contar com a obra de artistas convidados que serviram de inspiração para o trabalho dos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora. São nomes como Mulambo\, Cety Soledade\, Guilherme Kid e Ju Angelino\, que irão compor o time de artistas que mostram a atualidade e a ressonância do cortejo na sociedade contemporânea. \n\n\n\nPara os curadores\, um dos intuitos da mostra é celebrar a potência artística do desfile ressignificando as peças que passaram pela Sapucaí com sua presença em um museu. Segundo eles\, o desafio de fazer com que o público experiencie de forma diferente a produção carnavalesca\, produzindo novas emoções em diálogo com a chamada arte canônica\, foi um exercício instigante. “Um desfile de escola de samba é pensado para ser uma experiência única\, que passa pela Avenida em 75 minutos. Fazer com que seus elementos ganhem caráter mais permanente\, coroando o trabalho de todo um ano de artistas de barracão\, é ao mesmo tempo um desafio e uma tarefa gratificante”\, declaram. \n\n\n\nPara além da ocupação das galerias de arte com obras de arte do carnaval\, o que por si só gera uma série de discussões\, a exposição evoca ainda um orixá bastante demonizado e controverso das religiões de matriz africana. Por isso\, a exposição busca também uma forma de discutir a essência dessa divindade para além do preconceito e da visão comum de que o orixá estaria associado ao diabo na cultura ocidental. Sobre isso\, o carnavalesco Leonardo Bora afirma: “Ocupar um espaço tão importante como o Museu de Arte do Rio com uma exposição integralmente pensada a partir de um desfile de escola de samba cujo enredo exaltou (e continua a exaltar\, porque nunca termina – se transforma e expande) as potências de Exu\, complexo divino tão demonizado devido ao racismo religioso\, é algo que nos enche de orgulho\, força e alegria. Axé\, energia vital. As escolas de samba do Rio de Janeiro anualmente interpretam\, fantasiam\, projetam visões de Brasil. Brasis. O nosso desejo é que as narrativas carnavalescas e as visualidades das agremiações sambistas ocupem cada vez mais espaços\, levantando discussões e causando fricções\, faíscas. Ruas\, barracões\, museus\, avenidas\, galerias\, praças\, terreiros\, o infinito. Redemoinho fervente.” \n\n\n\nO desfile da Tricolor de Caxias\, em 2022\, fez a Sapucaí pulsar\, viva e combativa. Mais do que tentar reproduzir ou recriar tudo isso\, o que seria uma tarefa sem sentido\, a exposição é uma celebração e um convite aos atravessamentos. A inauguração da exposição será no dia 15 de dezembro\, a partir das 16 horas\, com show da bateria e diversos segmentos da Grande Rio.
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SUMMARY:"Conversas entre coleções" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:A Casa Roberto Marinho anuncia a mostra Conversas entre coleções\, que será inaugurada no dia 15 de dezembro de 2023\, a partir das 12h. Por sugestão dos irmãos Marinho\, o diretor do instituto\, Lauro Cavalcanti\, convidou seis dos mais importantes colecionadores do país para curarem os espaços expositivos do casarão no Cosme Velho\, Zona Sul do Rio\, estabelecendo um diálogo artístico entre o acervo da Casa e peças de suas coleções particulares. \n\n\n\n“Com enorme alegria recebemos\, deste dezembro de 2023 a março de 2024\, 256 obras de 127 artistas\, que pertencem a colecionadores fundamentais para a criação e memória da arte brasileira atual”\, celebram os patronos da Casa. A partir da imersão no conjunto reunido pelo jornalista Roberto Marinho\, com cerca de 1.400 peças em diferentes suportes\, Andrea e José Olympio Pereira\, Luciana e Luis Antonio de Almeida Braga\, Mara e Marcio Fainziliber\, Marcia e Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho\, Paulo Vieira\, Mônica e George Kornis tiveram autonomia curatorial para explorar as possibilidades visuais desse encontro e organizar suas salas. O resultado é uma espécie de ponto de convergência intergeracional do colecionismo brasileiro. \n\n\n\nEntre muitos trabalhos ainda inéditos para o público\, as seleções incluem modernistas e contemporâneos de diversas nacionalidades\, como Abdias do Nascimento (1914-2011)\, Adriana Varejão\, Ai Weiwei\, Alberto Guignard (1896-1962)\, Anna Maria Maiolino\, Beatriz Milhazes\, Candido Portinari (1903-1962)\, Di Cavalcanti (1897-1976)\, Djanira (1914-1979)\, Ernesto Neto\, Iberê Camargo (1914-1994)\, Iole de Freitas\, Ismael Nery (1900-1934)\, José Pancetti (1902-1958)\, Lasar Segall (1889-1957)\, Leonilson (1957-1993)\, Lucia Laguna\, Luiz Zerbini\, Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992)\, Mira Schendel (1919-1988)\, Mona Hatoum\, Pierre Soulages (1919-2022)\, Roberto Magalhães\, Rubens Gerchman (1942-2008)\, Sonia Gomes\, Tarsila do Amaral (1886-1973)\, Vik Muniz e outros. \n\n\n\n“Ao reunir centenas de peças de diferentes meios e correntes artísticas\, a nova exposição é uma rara oportunidade para o público conferir produções de tempos e geografias díspares. Com ela\, encerramos com chave de ouro um ano muito profícuo para a Casa”\, afirma Lauro Cavalcanti\, que assina a coordenação geral do projeto.
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SUMMARY:"Corpo Botânico" no Arte Clube Jacarandá
DESCRIPTION:O Arte Clube Jacarandá e a Lagoa Aventuras têm o prazer de convidar para a abertura\, no dia 16 de dezembro de 2023\, às 11h\, para a exposição Corpo Botânico\, com curadoria do artista Vicente de Mello\, que inaugura a sede do Arte Clube Jacarandá no Parque da Catacumba\, na Lagoa Rodrigo de Freitas\, no Rio de Janeiro. Na ocasião\, será apresentado o projeto arquitetônico de Zanini de Zanine e Pedro Coimbra\, para a construção em 2024 da sede do Arte Clube Jacarandá para os próximos 25 anos\, em parceria com a Lagoa Aventuras\, concessionária do Parque da Catacumba desde 2009. O Arte Clube Jacarandá é uma plataforma transversal para exposições\, reflexões e publicações\, que congrega artistas visuais diversos\, criado em 2014\, sob a sombra da mangueira do ateliê de Carlos Vergara. \n\n\n\nAté a construção da sede permanente no local\, o Arte Clube Jacarandá ocupará com exposições temporárias o Pavilhão Victor Brecheret. Os artistas com obras em “Corpo Botânico” são: Aderbal Ashogun\, Adriana Varejão\, Afonso Tostes\, Ana Bia Silva\, Ana Kemper\, Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Antonio Manuel\, Arjan Martins\, Ayla Tavares\, Barrão\, Beth Jobim\, Brígida Baltar\, Cabelo\, Carlos Vergara\, Daisy Xavier\, Deborah Engel\, Denilson Baniwa\, Everardo Miranda\, Fernanda Gomes\, Fessal\, Gabriela Machado\, Getúlio Damado\, Herbert De Paz\, Jacques Jesion\, Joelington Rios\, José Bechara\, Luiz Zerbini\, Luiza Macedo\, Lynn Court\, Mãe Celina de Xangô\, Manauara Clandestina\, Marcela Cantuária\, Marcos Chaves\, Maria Laet\, Maria Nepomuceno\, Mariana Manhães\, Moara Tupinambá\, Mulambö\, Nathan Braga\, Opavivará\, Oskar Metsavaht\, Paulo Vivacqua\, Rafael Adorján\, Raul Mourão\, Rosana Palazyan\, Siri\, Tadáskía\, Victor Arruda\, Vitória Taborda\, Waltercio Caldas e Xadalu Tupã Jekupé. \n\n\n\nCORPO BOTÂNICO \n\n\n\nVicente de Mello conta que o ponto de partida da elaboração da exposição “foi a especulação das possibilidades oferecidas pelas iconografias singulares dos artistas\, e suas perspectivas e parâmetros visuais em práticas sutis e transparentes da estética da natureza\, como algo a ser decifrado por uma lupa que seleciona e reinterpreta dados científicos”. Ele acrescenta que o conjunto das obras dos 52 artistas pode ser chamado de “um gabinete de curiosidades\, um pequeno atlas da matéria viva”. \n\n\n\n“Corpo Botânico é uma mescla de ideias híbridas sobre a botânica\, no sentido de um mimetismo orgânico das experiências\, que toma a natureza como ponto de partida”\, diz. “Os artistas aqui reunidos de certa forma lidam com uma prática de estudo de observação. Seus trabalhos se aproximam de uma propriedade científica que é a criação de documento difusor de informação\, mas com suas próprias ficções\, onde experimentam suas identidades diante de preciosas coletas\, moldagens\, combinações\, traços\, reuniões\, interferência e acasos”\, afirma. \n\n\n\n“O Arte Clube Jacarandá tem em sua célula matriz esta proposição de reunir\, expor\, experimentar\, rever pensamentos e fluir pela experiência coletiva da realização”\, conclui.
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LOCATION:Arte Clube Jacarandá\, Av. Epitácio Pessoa\, 3.000 - Lagoa Rodrigo de Freitas\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Djanira\, um panorama da Coleção Museu Nacional de Belas Artes" na CAIXA Cultural RJ
DESCRIPTION:A partir do dia 5 de janeiro\, a CAIXA Cultural RJ apresenta a exposição Djanira\, um panorama da Coleção Museu Nacional de Belas Artes\, um recorte expressivo das mais de 800 obras do acervo de Djanira da Motta e Silva\, sob curadoria de Luiz Eduardo Meira de Vasconcellos. Nascida em Avaré\, no interior de São Paulo\, em 1914\, a artista é considerada um dos expoentes do movimento artístico modernista no Brasil. Nesta individual\, serão reunidas 100 obras do MNBA\, entre pinturas\, desenhos\, gravuras e matrizes\, com ênfase em questões fundamentais da sociedade brasileira\, como o trabalho\, a religião e o lazer\, interpretados e retratados por ela com curiosidade antropológica e lirismo. A produção está a cargo da Artepadilla e poderá ser visitada até 24 de março de 2024. \n\n\n\nComo o curador Luiz Eduardo Meira de Vasconcellos lembra\, Djanira da Motta e Silva pode ser considerada uma artista fundamental do cenário da arte brasileira do século XX\, não só porque desenvolveu uma linguagem\, a um só tempo\, própria e universal\, mas também por sua obra ter abordado e refletido sobre questões essenciais da formação sociocultural do país. Não por acaso\, esta tem sido cada vez mais reconhecida nacional e internacionalmente nas últimas décadas. Sua trajetória artística\, no entanto\, ainda não se encontra suficientemente documentada e conhecida para que se avalie com o devido embasamento histórico a singularidade de suas contribuições. \n\n\n\nA ampla coleção de seus estudos e trabalhos pertencentes ao Museu Nacional de Belas Artes\, constituída sobretudo pela doação feita por seu viúvo\, José Shaw da Motta\, em 1984\, permite compor um panorama de sua obra\, abarcando a grande maioria dos temas privilegiados por ela e os diferentes meios e técnicas de que se valeu ao longo de sua trajetória artística. Desse modo\, apresentar parte significativa dessa coleção ao público de diferentes cidades brasileiras pode tornar mais conhecida a sua trajetória artística e contribuir para pesquisas sobre a sua produção plástica em diferentes campos. 
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LOCATION:CAIXA Cultural RJ\, Rua do Passeio\, 38 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Bandeira "Todo Poder para o Povo" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio celebra a luta popular com sua nova bandeira. A arte produzida pelo californiano Emory Douglas representa a luta pela democracia e a igualdade racial. A imagem traz um jovem negro com um jornal na mão onde a manchete que se lê é Todo Poder para o Povo. Emory Douglas foi responsável em grande parte pela concepção estética e publicitária do ‘Partido dos Panteras Negras’ \, um dos principais movimentos antirracistas dos Estados Unidos. Sua arte gráfica contribuiu para a construção de imagens ícones com temas sociais e políticos que transcendem fronteiras
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"No Music Left" de Aksel Ree na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Cavalo (Rio de Janeiro) e Papai Contemporary (Oslo) têm o prazer de apresentar No Music Left\, a primeira exposição individual fora da Noruega do artista Aksel Ree. Abrindo no dia 25 de janeiro\, a exposição investiga os contrastes entre o corpo humano e a natureza\, inocência e maturidade\, criação e morte\, particularmente através do período da infância do artista após o falecimento do seu pai\, um pianista clássico. \n\n\n\nRee navega pelos desaﬁos de sua juventude através da criação de esculturas e instalações poéticas\, investigando os ciclos de luto e renascimento após a ausência paterna e o trauma familiar que se seguiu. O artista apresenta uma nova série de obras\, incluindo a instalação que dá título à exposição – um arranjo de pedais de piano suspensos no teto da galeria\, complementados por um pé esquerdo decepado esculpido. Além disso\, Aksel apresenta Interlude I e II (Umbilical and Floral Motifs)\, um conjunto de peças de parede em mármore com temas ﬂorais em estilo Art Nouveau adornando a cicatriz do umbigo. \n\n\n\nNo Music Left narra o delicado processo de fazer as pazes com o passado e com questões não resolvidas. Essas respostas podem vir de simples atos como olhar as coisas de uma perspectiva diferente. Em When I look upside down on a graveyard isso pode ser observado em uma foto projetada na parede com a imagem invertida. É uma lápide em forma de obelisco cercada por árvores. O artista reposiciona este exemplo de arquitetura fálica em uma adaga apontando para baixo ou uma estalactite\, espelhando este símbolo de masculinidade e fazendo-o ﬁcar voltado para o chão.
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LOCATION:Galeria Cavalo\, Rua Sorocaba\, 51 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Itinerância da 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível no MAM Rio
DESCRIPTION:Já em sua sétima edição\, o programa de mostras itinerantes da Bienal de São Paulo leva recortes da mostra paulistana no ano seguinte ao de sua realização para cidades do Brasil e exterior. Em 2024\, a primeira parada será correalizada com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio)\, para onde os curadores Diane Lima\, Grada Kilomba\, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel conceberam um recorte especial da mostra\, adaptado às características e ao contexto da cidade\, com abertura marcada para o dia 27 de janeiro. \n\n\n\nDos 121 participantes presentes no Pavilhão da Bienal em São Paulo\, 19 estarão no Rio de Janeiro. Segundo os curadores\, a seleção oferece um panorama do que foi visto em São Paulo: “É um recorte da exposição que traz aspectos importantes da 35ª Bienal de São Paulo. É um exercício desafiador\, mas igualmente interessante\, recortar uma exposição tão complexa e monumental\, ainda mais pensando no contexto do Rio de Janeiro\, uma cidade que tem tantos atravessamentos com as urgências contemporâneas e belezas que as coreografias do impossível trazem consigo”. \n\n\n\nParticipam da exposição os seguintes nomes: Citra Sasmita\, Edgar Calel\, Emanoel Araujo\, Katherine Dunham\, Leilah Weinraub\, Luiz de Abreu\, M’barek Bouhchichi\, Malinche\, Marilyn Boror Bor\, Maya Deren\, Min Tanaka e François Pain\, Quilombo Cafundó\, Rosana Paulino\, Santu Mofokeng\, Simone Leigh e Madeleine Hunt-Ehrlich\, The Living and the Dead Ensemble\, Torkwase Dyson\, Xica Manicongo e Zumví Arquivo Afro Fotográfico. \n\n\n\nAndrea Pinheiro\, presidente da Fundação Bienal de São Paulo\, expressa seu entusiasmo em relação a este novo capítulo\, dado que a primeira itinerância da exposição é\, também\, sua primeira exposição no cargo de presidente: “Iniciar pela cidade do Rio é uma alegria e um desafio. Em uma metrópole onde o cenário cultural é tão rico e singular\, levar esta mostra que aborda nossas principais urgências contemporâneas\, e que se comunicou de maneira tão direta com o público\, representa uma grande conquista para a Fundação Bienal”. \n\n\n\n“No Rio\, o MAM é o pouso natural para a itinerância de uma edição da Bienal que abraça e reflete as urgências do mundo. Para nós\, é um prazer e uma honra receber as ‘coreografias do impossível’”\, celebra Paulo Vieira\, diretor-executivo do museu. Para Pablo Lafuente\, diretor artístico do MAM Rio\, a exposição reativa a colaboração que as duas instituições desenvolveram desde os anos 1950\, quando os artistas premiados na Bienal de São Paulo eram mostrados em sequência no museu no Rio de Janeiro. “E\, como aconteceu historicamente\, ao deslocar as obras é possível não só disponibilizá-las para novos públicos\, mas também testar outros argumentos desde a curadoria e a mediação.”
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LOCATION:MAM Rio\, 85 Av. Infante Dom Henrique Parque do Flamengo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Poéticas do Agora" no Centro Cultural Justiça Federal
DESCRIPTION:Guilhermina Augusti\, Atravecar Escurecer\, Bandeira\, 2022\n\n\n\nEm colaboração inédita\, o Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)\, o Consulado Geral da França e o Goethe-Institut Rio de Janeiro\, no âmbito na cooperação cultural franco-alemã #JuntesnaCultura\, uniram suas forças para criar um evento significativo para o circuito das artes visuais: o Edital de Residência Casa Europa\, que culminará na Mostra Poéticas do Agora\, com abertura marcada para o próximo dia 27 de janeiro\, às 15h. A chamada pública recebeu mais de 200 inscrições de artistas visuais atuantes no estado do Rio de Janeiro. Três deles foram contemplados com bolsas de residência: Guilhermina Augusti\, Loren Minzú e Tainan Cabral.  Ao longo dos últimos meses de 2023\, o grupo desenvolveu projetos inéditos nos ateliês instalados na Casa Europa\, prédio que abriga o Consulado da França\, o Consulado da Alemanha\, entre outras instituições\, no Centro. Outros 16 artistas foram selecionados para participar\, com os três residentes\, da mostra que apresentará os resultados do projeto e será realizada nas galerias do CCJF. A exposição\, dessa forma\, reúne um total de 19 artistas atuantes no estado e que trabalham diferentes aspectos do universo da arte: desde o artista visual indígena Frank Baniwa\, alcançando a artista francesa Marie Hego\, que reside no Rio e atua como carnavalesca. \n\n\n\nPOÉTICAS DO AGORA• Mostra Edital Casa Europa apresenta um recorte atual da nova produção visual em desenvolvimento em diferentes áreas do estado\, trazendo uma pluralidade de visões e expressões oriundas de diferentes setores sociais que nos constituem. Não tendo a pretensão de abarcar a totalidade das manifestações artísticas contemporâneas da região\, esse recorte\, entretanto\, contempla aspectos novos da produção de arte que surgem e se desenvolvem em diferentes setores socioculturais: artistas que se dedicam a questões intrínsecas às favelas e periferias sociais\, outros às questões de gênero\, outros ainda a questões formais relativas ao universo da arte\, discutindo linguagem e forma. \n\n\n\nA mostra configura-se assim como um conjunto experimental\, novo e contundente das imersões artísticas da atualidade. Reunindo diferentes linguagens\, que vão dos procedimentos tradicionais\, como a pintura\, às práticas contemporâneas da vídeo-arte e instalação\, a mostra proporciona ao visitante um panorama do pensamento estético contemporâneo\, bem como das questões sociais\, políticas e culturais do Brasil atual\, em particular do estado do Rio de Janeiro\, onde esses artistas residem e atuam. \n\n\n\nA mostra permanecerá aberta para visitação até 31 de março\, das 11h às 19h. A entrada é gratuita. \n\n\n\nAs obras \n\n\n\n“Plantas do Baile” é uma série iniciada e aprofundada pelo artista Tainan Cabral ao longo da residência. Materiais como 10 mil bicos de lança-perfume — usualmente conhecidos como “bico verde” —\, dispostos em corrente\, simulam a queda das folhas de plantas trepadeiras e\, em outros casos\, com auxílio de hastes de sustentação\, reproduzem a folhagem mais densa de palmeiras. A obra apresentada ilustra uma ideia de ambiente do baile. O título “selva do baile/baile da selva” é uma referência à natureza que inspira o trabalho do autor e\, ao mesmo tempo\, o nome de uma favela de Senador Camará\, Zona Oeste do Rio\, onde acontece um baile que é rodeado de montanhas e de natureza. \n\n\n\nJá “Cenas de Corpo e Segredo” é uma série de videoarte iniciada por Loren Minzú no ano de 2020\, com uma trilogia que inaugurou uma extensa pesquisa acerca das negociações entre a linguagem\, as identidades e a instância do mistério que permeia a totalidade da vida universal. O artista apresentará duas novas cenas de um trabalho que tem a escala da urbanidade enquanto questão. As cenas V e VII expandem e adensam o pensamento da relacionabilidade dentro da arquitetura da cidade do Rio de Janeiro\, evocando novas comunidades e articulações. \n\n\n\nEm “Osram Ne Nsoromma”\, Guilhermina Augusti parte da signografia Adinkra para desestruturar o arsenal da violência que se construiu historicamente\, principalmente em relação às pessoas negras e/ou transexuais. Dessa reflexão surge o desejo de pensar certos signos\, baseados em outra ontologia — ramo da filosofia que estuda conceitos como existência\, ser\, devir e realidade —\, capazes de criar novas formas de interação com o mundo humano e o não-humano. Essas questões são produzidas em plataforma de serigrafia\, bandeira e escrita.
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LOCATION:Centro Cultural Justiça Federal\, Avenida Rio Branco\, 241 - Cinelândia\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Sentir Mundo\, Uma jornada imersiva" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Sentir Mundo\, uma experiência única de imersão na perspectiva de outras espécies\, chega ao Museu do Amanhã. Idealizada pela Sensory Odyssey Studio em coprodução com o Muséum National d’Histoire Naturelle (Museu Nacional de História Natural)\, em Paris\, França\, onde foi exibida de outubro de 2021 a julho de 2022\, a exposição é uma versão reduzida de Odisseia Sensorial\, aclamada em Paris e Singapura. \n\n\n\nA mostra aguça os sentidos dos visitantes\, aproximando-os do mundo natural como nunca antes. Ela é acompanhada por um painel detalhado\, que inclui textos\, ilustrações e um acervo entomológico\, destacando as principais espécies de cada área da exposição. Este painel enfatiza a interação entre diferentes organismos\, realçando a importância da preservação dos ecossistemas e a complexa rede de conexões que sustentam a vida na Terra.
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SUMMARY:"Fusão" de Gustavo Magalhães na CAIXA Cultural RJ
DESCRIPTION:A CAIXA Cultural RJ apresenta Fusão\, primeira mostra individual do artista visual Gustavo Magalhães no Estado. \n\n\n\nA exposição vai ocupar uma das galerias da Unidade Passeio da CAIXA Cultural RJ a partir de 1º de fevereiro com uma série de pinturas sobre suportes variados. Com curadoria de Ayala Prazeres\, destaca as materialidades presentes no trabalho por meio de uma expografia flutuante. As obras\, que não se apoiam nas paredes\, podem ser vistas de frente\, verso e lado\, valorizando\, assim\, as características das diversas bases utilizadas na pintura. \n\n\n\n“Os suportes eu encontro em sua maioria na rua: são madeira\, telas\, papel e qualquer tipo de superfície que me interesse por suas especificidades\, como o formato\, a dimensão\, a cor e a textura. Tenho um grande arquivo em cada desses materiais que encontro por aí\, ou que me são doados”\, explica o artista. Seu processo criativo se dá em três tempos: o da base da obra\, o da imagem\, e a união dos dois. \n\n\n\nAs imagens funcionam da mesma forma que os suportes. Gustavo tem uma pasta de arquivo com centenas de imagens que vai garimpando principalmente da Internet\, de posts\, vídeos do YouTube e do Google. A escolha delas se dá por suas especificidades\, desde questões formais (cores\, dimensões\, etc.) como também por seu significado e possibilidade de se elaborar outros conteúdos a partir da confecção do trabalho. “Para elaborar a pintura\, eu busco encontrar um suporte que contenha a imagem\, levando em conta as características de ambos\, buscando potencializar as possibilidades de leitura da obra”\, destaca Magalhães. \n\n\n\nA exposição também trata das questões postas pelas imagens\, como racialidade e colonialidade\, como também questões próprias do campo da pintura\, buscando discutir a narrativa historiográfica da linguagem. \n\n\n\nSegundo a curadoria\, “a imagem é transfigurada no mesmo momento que é retirada do seu lugar de origem\, redes sociais\, bancos de imagens ou fotografias autorais. A imagem deslocada passa por uma operação de reconfiguração e reorganização mental\, espacial e material\, até encontrar no suporte escolhido uma ampliação de seu sentido original\, não apenas pelo deslocamento da imagem mas\, sobretudo\, pela criação de uma nova imagem\, que se relaciona com a materialidade e a partir dela constroem características pictóricas únicas”.
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SUMMARY:"Alvorada" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Anita Schwartz Galeria de Arte tem o prazer de convidar para a abertura\, em 2 de fevereiro de 2024\, às 19h\, da exposição “Alvorada”\, com 51 trabalhos de 32 artistas selecionados pela chamada pública Projeto GAS – Chamada Aberta de Verão\, lançada em agosto do ano passado\, e que recebeu 770 inscrições de artistas brasileiros e estrangeiros. Na noite de abertura\, às 20h\, a artista Carolina Kasting fará a performance “Corpo-Memória”\, com a criação de duas pinturas que serão integradas à exposição.“Alvorada” ficará em cartaz até o dia 9 de março. \n\n\n\nCenas do cotidiano; a cultura popular brasileira; a história da arte revista sob a ótica de questões atuais; reflexões do campo político\, a natureza e os impactos das ações humanas; gênero e sexualidade são alguns dos assuntos tratados nas obras da exposição. \n\n\n\nOs trabalhos reunidos em “Alvorada” são resultado de interesses\, realidades e práticas distintas entre si. Há artistas que moram no exterior (Gustavo Riego e Graziela Guardino) vivendo em diferentes culturas\, enquanto outros convivem com o dia a dia de zonas centrais e periféricas de cidades brasileiras. \n\n\n\nA pintura está presente na maior parte dos trabalhos\, de maneira expandida\, com o uso de vários materiais e suportes – tecido\, madeira\, papel\, tela de celular – usados também de maneiras singulares\, com grande variedade de resultado. Dentro do campo da pintura há ainda obras cinéticas (Bruna Snaiderman); ou que conjugam performance e pintura (Carolina Kasting); e as que usam tecido\, como os volumes tridimensionais de Desirée Jaromicz Feldmann ou as obras em linho desconstruído de Graziela Guardino\, o estandarte de Badu\, e as colagens de retalhos\, bordados\, cacos de azulejos e outros materiais criadas por Nita Monteiro\, a partir de uma pintura encontrada em um brechó. \n\n\n\nOs 32 artistas\, que ocuparão todo o espaço expositivo da galeria Anita Schwartz Galeria de Arte são: Ana Raylander (SP)\, Badu (PB/GO)\, Bruna Snaiderman (RJ)\, Bruno Lyfe (RJ)\, Caetano Costa (PE)\, Caio Borges (SP)\, Carolina Kasting (SC/RJ)\, Cela Luz (RJ)\, Clarice Rosadas (RJ)\, Desirée Jaromicz Feldmann (DF)\, Diego Castro (SP)\, Flávia Metzler (RJ)\, Fogo (RJ)\, Graziela Guardino (SP/Sydney)\, Guilherme Kid (RJ)\, Gustavo Riego (Bruxelas/Assunção)\, Janaína Vieira (SE/SP)\,Jorge Cupim (RJ)\, Julia Ciampi e Tiago Lima (MG)\, Luiz Eduardo Rayol (RJ)\, Malvo (RJ)\, Maria Victoria Santos (MG/RJ)\, Maryam Souza (BA/SP)\, Michele Martines (RS)\, Myriam Glatt (RJ)\, Nita Monteiro (RJ/SP)\, Rafael Amorim (RJ)\, Tetê Lian (MG/SP)\, Thales Pomb (DF/SP)\, Thix (RS/RJ)\, Vera Schueler (RJ) e Vinicius Carvas (RJ).
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SUMMARY:19ª edição do Abre Alas na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:A Gentil Carioca tem o prazer de convidar a todes para a abertura da 19ª edição do Abre Alas\, primeira mostra do calendário de atividades da galeria em 2024 que ocorrerá no dia 3 de fevereiro. Além da exposição e do tradicional concurso de fantasias\, o evento contará com uma programação de DJs e performances. \n\n\n\nOs 28 artistes participantes desta edição são: \n\n\n\nBELLACOMSOM\, Brenda Cantanhede\, Bruno Pinheiro\, Carlos Matos\, Cynthia Loeb\, Emilia Estrada\, Guilherme Kid\, Jeff Seon\, Joelington Rios\, Jorge Cupim\, Jota Carneiro\, LYV\, Luiz Pasqualini\, Marlon de Paula\, Matheus Pires\, Mauricio Igor\, Medusa\, Nalu Rosa\, Natha Calhova\, Naomi Shida\, Rafael Simba\, RHAY\, Silia Moan\, Sofia Ramos\, Thaís Iroko\, Thiago Modesto\, Uma Moric e Virgínia Di Lauro. \n\n\n\nA comissão de seleção – composta por Agrade Camíz e Daniela Castro – exerceu uma espécie de ausculta de um corpo social\, cuja respiração entendem serem as artes\, que reverberou a partir e através dos projetos e práticas artísticas recebidos para compor o 19º ABRE ALAS. Uma respiração coletiva\, viva\, pulsante.  \n\n\n\nO edital ABRE ALAS 19 é um convite para artistas e/ou coletivos enviarem seus projetos autorais das mais diversas linguagens: pinturas\, fotografias\, performances\, instalações\, etc. ⁠Até 20 artistas são selecionades para compor uma exposição coletiva n’A Gentil Carioca do Rio de Janeiro.
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LOCATION:A Gentil Carioca\, Rua Gonçalves Lédo\, 11/17\, sobrado - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Sereias" de Isidora Gajić na Galeria Silvia Cintra + Box4
DESCRIPTION:Nesta mostra especialmente pensada para a galeria\, a artista expõe onze fotografias e um políptico impressos sobre seda: o mais recente material que vem experimentando\, conferindo às suas delicadas imagens uma nova forma\, viva\, móvel e flutuante. Um mar agitado\, sirenes e medusas nadando\, ondas espumantes\, uma brisa\, um céu giratório. Suas imagens estão firmemente fundamentadas em elementos básicos: água\, fogo\, ar e terra\, mas\, ao mesmo tempo\, anseiam por algo etéreo e de outro mundo: estrelas\, universo e céu. \n\n\n\nDe acordo com Paulo Sérgio Duarte\, – em seu texto crítico sobre a série – “As Sereias de Gajic escapam de qualquer mitologia; seja a grega\, as mulheres voadoras cujo canto enlouqueciam os marinheiros; seja a nórdica\, lindas mulheres metade peixe\, narcisistas – adoravam um espelho. Essas fotos são partituras diferentes\, elas se opõem sem brigar. São musicais\, sem dúvida alguma. Contrastam e nas imagens díspares evocam diferentes momentos da modernidade. Mas têm uma particularidade que as fazem únicas: engana-se quem estiver observando fotos sobre seda. A seda não é um suporte\, é protagonista tão importante quanto as imagens emulsionadas. E isso tudo transforma. Emancipada\, a seda vem com sua longa história\, lá do extremo oriente\, nos fazer ver o que nunca tínhamos visto. Com sua leveza e textura únicas\, as imagens literalmente flutuam diante de nossos olhos”.
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LOCATION:Galeria Silvia Cintra + Box4\, Rua das Acácias\, 104 – Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Comigo Ninguém Pode – A pintura de Jeff Alan" na CAIXA Cultural RJ
DESCRIPTION:Jeff Alan\, Há pinturas que são canções (detalhe)\n\n\n\nVista por 85 mil pessoas em uma curta temporada de três meses\, na Caixa Cultural Recife\, a exposição individual Comigo Ninguém Pode – A pintura de Jeff Alan\, exibe as feições\, texturas e tons retintos de personagens reais do cotidiano popular do Recife\, retratados em 40 obras do artista visual pernambucano que nasceu e cresceu no Barro\, na periferia da capital pernambucana. Agora\, a mostra chega à Caixa Cultural Rio de Janeiro\, a partir do dia 21 de fevereiro. A mostra tem entrada gratuita e fica aberta até 14 de abril. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal\, sob a gestão e produção da Fervo Projetos Culturais. \n\n\n\nNa abertura\, o artista Jeff Alan e o curador Bruno Albertim também fazem uma visita mediada numa conversa com o público sobre os significados da produção das obras e processo de criação. O bate-papo começa às 18h30. No dia 22\, às 17h\, eles recebem o público para a segunda visita mediada. \n\n\n\nEntre as obras selecionadas pela curadoria de Bruno Albertim\, as pinturas de pessoas pretas preenchem as molduras dos quadros dando a elas o protagonismo que historicamente lhes foi negado\, um traço político que fundamenta a trajetória artística de Jeff. A narrativa da exposição individual do artista tem completa relação com o Rio de Janeiro e o cotidiano das favelas. \n\n\n\n“Hoje a gente vê a explosão do figurativismo negro e periférico. Esse rosto que aparece nas obras é o mesmo rosto negro que foi silenciado durante anos no Rio de Janeiro. A gente ficou muito surpreso com o diálogo estabelecido com o público. Agora\, no Rio\, a gente espera encontrar espectadores que esteja ansioso por entender que estamos querendo mudar a curva da construção das identidades visuais”\, diz Bruno Albertim\, curador da mostra. \n\n\n\nNos 40 trabalhos figurativos presentes na exposição em dimensões diversas\, em acrílica sobre tela e desenho sobre papel\, Jeff Alan retrata o cotidiano e o movimentar das ruas por onde passam personagens que protagonizam sua obra. O próprio nome da exposição também fala desse lugar. “Comigo Ninguém Pode” é o nome popular de uma planta comum nos terraços ou calçadas das casas no bairro onde vive Jeff. “Serve como um amuleto. Dizem que quando a planta está ali evita os olhares de azar para aquela residência”\, conta o curador. \n\n\n\nJeff é daltônico e pinta desde a infância motivado pela sua mãe\, Lucilene Mendes. É no Barro\, onde vive e mantém seu ateliê\, na Zona Oeste do Recife\, e em outras comunidades periféricas que ele encontra seu material poético. A dedicação em usar seus pincéis evidencia os traços estéticos das gentes simples que compõem o tecido urbano de áreas vulnerabilizadas. \n\n\n\n“Eu sou um artista de periferia. Nasci e me criei nas quebradas. É onde eu quero viver\, respirar e vivenciar\, é de onde vem minhas referências\, onde meu coração pulsa mais forte. Eu preciso estar nos lugares onde vivem famílias pretas. Quero dialogar com a juventude preta e periférica do Rio\, que tem tantos sonhos em comum com a juventude de outros lugares semelhantes do Brasil. Sabendo que no Rio tem tantos artistas pretos com proposta de trabalho parecida é bem importante “\, diz Jeff Alan. \n\n\n\nO artista já teve obras expostas em países como França e Inglaterra e conquista cada vez mais atenção do público e crítica\, despontando como um dos principais nomes das artes visuais do Estado e do mercado de arte contemporânea brasileira. \n\n\n\nA exposição contará com legendas em braile e QR code com a audiodescrição das peças\, que destacam os traços e biotipos de crianças\, jovens e adultos negros que entrecruzam o caminho do artista.
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SUMMARY:"Dell’Architettura - presença italiana na paisagem carioca" no Polo Cultural ItalianoRio
DESCRIPTION:Raffaele Rebecchi\, Hospital N. Sª das Dores\n\n\n\nO Consulado Geral da Itália no Rio de Janeiro\, o Instituto Italiano de Cultura do Rio e o IED (Instituto Europeu de Design) se reuniram em prol da criação do “Polo Cultural ItalianoRio – arte\, design e inovação”\, que abre para o público no dia 22 de fevereiro\, na semana em que é comemorado o Dia Nacional do Imigrante Italiano no Brasil. Inteiramente revitalizado\, o novo polo cultural funcionará como uma vitrine\, reverberando o diálogo entre Itália e Brasil em várias instâncias. Situado no prédio da Casa d’Italia\, no coração do Centro do Rio (próximo à Cinelândia e ao aeroporto Santos Dumont)\, o espaço com lounge e mezanino totaliza quase 500m² e foi projetado para abrigar exposições de arte\, moda e design\, além de eventos de gastronomia\, tecnologia e inovação. Serão oferecidos também cursos\, seminários\, ciclos de palestras e demais programações. Com a proposta de reforçar e estabelecer laços culturais e científicos\, estão previstas parcerias com a colaboração de outras instituições. \n\n\n\nAbrindo a agenda anual de exposições temporárias\, a mostra “ 1874-2024: 150 anos de amizade e conexão entre Itália e Brasil\, juntos rumo ao futuro” apresentará um painel de 42 m²\, grafitado pelo artista Bruno Big\, retratando a chegada dos imigrantes e o relevante desempenho deles no cultivo do café\, além de vídeos e paneis temáticos sobre sua influência na formação sócio cultural da sociedade carioca e brasileira. No mezanino\, será inaugurada “Dell’Architettura – presença italiana na paisagem carioca”\, com cerca de 40 imagens de mestres da arquitetura\, captadas por Aristides Corrêa Dutra. \n\n\n\nHaverá\, ainda\, a exposição do novo logotipo oficial do 150º Aniversário da Imigração Italiana no Brasil\, selecionado através de um concurso entre os alunos das escolas italianas no Brasil\, lançado pela Embaixada da Itália em Brasília. A iniciativa foi divulgada nas Escolas italianas paritárias no Brasil e foi selecionado como vencedor o projeto de Joshua Azze Distel\, de 17 anos\, aluno do 4º ano do Liceu Científico da “Fondazione Torino”. \n\n\n\nO logotipo representa um navio\, o meio de transporte utilizado por milhões de imigrantes que\, com coragem e espírito de aventura\, lançavam-se em longas travessias oceânicas em direção ao “novo mundo”\, em busca de melhores condições de vida. \n\n\n\nNum jogo de encaixes formados por linhas minimalistas\, o número “150” é inserido no desenho do navio: o “zero” representa\, ao mesmo tempo\, o número e um semicírculo\, como um horizonte\, um céu comum\, composto pelas cores das bandeiras dos dois países\, simboliza a ligação histórica e cultural entre eles. \n\n\n\nSobre a exposição Dell’Architettura – presença italiana na paisagem carioca \n\n\n\nRicardo Buffa\, Luigi Fossati\, Raffaele Rebecchi\, Antonio Virzi\, Mario Vodret e Antonio Jannuzzi estão entre os grandes nomes da arquitetura italiana que deixaram seu legado na cidade do Rio de Janeiro e que integram “Dell’Architettura – presença italiana na paisagem carioca”. Registros de joias arquitetônicas de diferentes épocas\, feitos em preto e branco pelo fotógrafo\, professor e artista visual Aristides Corrêa Dutra\, foram selecionados para esta exposição\, que é realizada pelo Instituto Italiano de Cultura do Rio e poderá ser visitada até 26 de abril.  Aristides também assina a curadoria e os textos das fotografias\, destacando-se entre elas: o Edifício Lage (1924–1925)\, na Glória; o Edifício Seabra (1931)\, na Praia do Flamengo; o Edifício Unidos (1937)\, no Centro; o Hospital Nossa Senhora das Dores (1910–1914)\, em Cascadura; a Igreja Matriz de São Geraldo (1931)\, em Olaria; a Torre da Antiga Sé (1905–1913)\, no Centro; a Vila Maurina (1915)\, em Botafogo; a casa Villino Silveira (1915)\, na Glória.
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SUMMARY:"Fraturas" e "Tábulas" na Portas Vilaseca Galeria
DESCRIPTION:Obra de Marcone Moreira\n\n\n\nO programa Verão na Vila marca o início da temporada de exposições na Portas Vilaseca Galeria com a realização de projetos especiais de artistas e curadores convidados. Nesta segunda edição\, o artista Marcone Moreira apresenta sua nova individual – Fraturas – com texto crítico do poeta e escritor Eucanaã Ferraz.  \n\n\n\nPara além da mostra no espaço da galeria\, também será inaugurada Tábulas\, exposição pop-up do artista representado Arthur Palhano – com curadoria de Lucas Albuquerque e mentoria de Karla Portas – que acontece em um estúdio de cerâmica localizado na vila de casas onde também está situado o sobrado da Portas Vilaseca.  \n\n\n\nOs dois eventos acontecem simultaneamente no dia 24 de fevereiro\, sábado\, a partir das 14h. A entrada é gratuita. \n\n\n\nFraturas \n\n\n\nA exposição Fraturas aponta os desdobramentos e os novos caminhos da arrojada pesquisa de Marcone Moreira em torno do universo naval e irá ocupar dois andares da galeria com cerca de 20 obras\, entre pinturas\, objetos e instalações. \n\n\n\nSobre a pesquisa e a prática de Moreira\, Eucanaã Ferraz comenta: “A paisagem marca toda a obra do artista. Viver onde vive – Marabá\, cidade do sudeste do Pará\, ponto de encontro entre dois grandes rios\, Tocantins e Itacaiúnas – é seu bem mais precioso. Seus olhos estão ali. É a realidade do lugar que define as linhas mestras do trabalho – pinturas\, instalações\, esculturas\, fotografias\, coisas. Mas a presença do vocabulário local se dá por meio de uma sensibilidade formal que remonta processos fundamentais das artes moderna e contemporânea. O mais flagrante: Marcone apropria-se da inteligência plástica popular em readymades originados de embarcações\, caminhões\, caixotes\, caixas de isopor e outros objetos. No entanto\, ou por isso mesmo\, a paisagem aparece apenas como metonímia: pedaço\, resto. Ou ainda\, fratura\, compreendida como forma fragmentária\, mas não amorfa”. \n\n\n\nTábulas \n\n\n\nA exposição pop-up Tábulas apresenta uma série de obras inéditas do artista Arthur Palhano\, resultado de um processo imersivo conduzido e coordenado pela designer e ceramista Karla Portas em seu ateliê. Este espaço\, situado na mesma vila que abriga a galeria\, tem se revelado um ambiente propício para o desenvolvimento de uma abordagem investigativa em constante diálogo entre a cerâmica e a produção artística contemporânea. \n\n\n\nPalhano troca o pigmento oleoso de suas telas por engobe\, criando gordas massas de barro colorido sobre a qual cava\, camada por camada\, como o faz um arqueólogo que delimita seu campo de interesse na busca por um determinado artefato. \n\n\n\nEm seu texto crítico\, o curador da mostra Lucas Albuquerque comenta: “Entre a mão da ceramista que prepara a tábua\, a espátula do artista que escava os estratos e o calor que tudo contrai\, vislumbramos a dança de gestos em ziguezague pela superfície – ora fruto do rastro obsessivo da escavação\, ora da fina camada de engobe que se dilata e deixa revelar a cor ao fundo\, numa belíssima conversa entre duas ordens de vida: a humana e a mineral.”
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/fraturas-e-tabulas-na-portas-vilaseca-galeria/
LOCATION:Portas Vilaseca\, Rua Dona Mariana\, 137 casa 2\, Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
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