BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Arte Que Acontece - ECPv6.15.20//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para Arte Que Acontece
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20220101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230929T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T200000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20230929T145946Z
LAST-MODIFIED:20240928T142147Z
UID:44072-1695981600-1743364800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/funk-um-grito-de-ousadia-e-liberdade-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/09/mar-obra-de-ge_viana-que-integra-a-exposicao-funk-1200x887-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231011T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240129T210000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231013T191011Z
LAST-MODIFIED:20231013T191021Z
UID:44319-1697014800-1706562000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Tesouros Ancestrais do Peru" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Entre 11 de outubro e 29 de janeiro de 2024\, o visitante do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro poderá conferir a exposição Tesouros Ancestrais do Peru. As 162 peças apresentadas – em cerâmica\, cobre\, ouro\, prata e têxteis – permitem uma viagem pelas antigas civilizações andinas até a cristalização do Império Inca. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pela internet (bb.com.br/cultura). \n\n\n\nReconhecido como patrimônio pelo Ministério da Cultura do Peru\, o conjunto raro de objetos descobertos em diversas expedições arqueológicas pertence à Fundação Mujica Gallo e faz parte do catálogo do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo. Com curadoria de Patricia Arana e Rodolfo de Athayde\, a mostra é dividida em cinco blocos temáticos – Linha do tempo\, Mineração\, Divindades e Rituais\, Cerâmica e Têxteis e Colonização – e apresenta ao público um dos mais importantes acervos da história das civilizações. \n\n\n\n“A escolha dessa exposição no aniversário de 34 anos do CCBB Rio estimula um importante debate sobre a memória latino-americana e seus processos de colonização”\, afirma Sueli Voltarelli\, Gerente Geral do CCBB Rio de Janeiro. “É uma oportunidade tanto de conferir a complexidade de técnicas e saberes de civilizações que habitaram a região quanto de reconhecer o apagamento do legado desses povos em decorrência da ação de colonizadores”\, completa. \n\n\n\nApós a temporada na capital fluminense\, Tesouros Ancestrais do Peru segue para os Centros Culturais Banco do Brasil Belo Horizonte (21 de fevereiro a 6 de maio)\, Brasília (28 de maio a 11 de agosto) e São Paulo (4 de setembro a 26 de novembro). A exibição no Rio tem início com um debate entre os curadores e Camila Pérez Palacio Mujica\, diretora do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo\, em 12 de outubro\, às 15h. O patrocínio da mostra é do Banco do Brasil e da BB Asset Management. A organização é da Arte A Produções.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/tesouros-ancestrais-do-peru-no-ccbb-rj/
LOCATION:CCBB\, 66 R. Primeiro de Março Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/10/capa-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231011T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240119T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231106T135407Z
LAST-MODIFIED:20231106T135413Z
UID:44722-1697018400-1705687200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Abstrações" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:O Centro Cultural PGE-RJ e o Sesc RJ inauguram na quarta-feira (11/10) a exposição Abstrações\, com obras de 5 artistas mulheres: Fayga Ostrower\, Renina Katz\, Anna Letycia e Anna Maria Maiolino\, pertencentes ao acervo institucional do Sesc RJ\, e de Ana Cláudia Almeida\, artista convidada. \n\n\n\nEsta é a primeira mostra da parceria entre a Procuradoria Geral do Estado e o Serviço Social do Comércio\, celebrada em setembro com a instalação do Bristrô Sesc no antigo Convento do Carmo\, sede do Centro Cultural PGE-RJ. \n\n\n\n“Apresentamos aqui artistas mulheres que ampliam tal diretriz\, mostrando-nos que a dicotomia Geometria versus Informalismo foi produto de um discurso ancorado no império da razão\, não raro misógino\, no qual as mulheres permaneciam mal interpretadas pelas características supostamente ambíguas e subjetivas de seu desejo de gestualidade”\, afirma o texto curatorial.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/abstracoes-no-centro-cultural-pge-rj/
LOCATION:Centro Cultural PGE-RJ\, Rua do Carmo\, 27 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Fayga-Ostrower-1-1-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231028T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240128T190000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231101T133139Z
LAST-MODIFIED:20231101T133455Z
UID:44695-1698487200-1706468400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Labirinto Particular" de Raimundo Rodriguez no Sesc Copacabana
DESCRIPTION:É em seu ateliê\, com mais de mil metros quadrados\, localizado em Nova Iguaçu\, na Baixada Fluminense\, que o artista visual Raimundo Rodriguez passa cerca de 12 horas por dia dando novos significados a materiais encontrados. Latas de tinta\, retalhos de tecidos\, vidros vazios de perfume\, sobras de madeira\, fotografias\, brinquedos e bilhetes antigos\, nada escapa ao seu olhar minucioso\, que devolve os objetos ao mundo em forma de arte. \n\n\n\nTodos os detalhes desse processo artístico tão pessoal chamaram a atenção da curadora Sonia Salcedo del Castillo\, que selecionou um pequeno recorte das quatro décadas de trabalho de Raimundo Rodriguez para a exposição Labirinto Particular\, em cartaz de 27 de outubro a 28 de janeiro de 2024\, na Galeria Sesc Copacabana. A mostra reúne cerca de 20 obras entre esculturas\, instalações\, assemblages\, pinturas e painéis de sete séries produzidas pelo artista no período de 2011 a 2023. \n\n\n\n“Essa exposição é realmente parte da minha história\, da minha memória e dos meus sentimentos. Meu ateliê é um labirinto\, com todo o tipo de material que pode existir. Meus trabalhos não têm fim. Volto\, revisito\, estão sempre em movimento”\, conta o artista visual. A grande inspiração de Raimundo vem da arte popular brasileira\, do neodadaísmo\, dadaísmo\, neorrealismo e da pop art. Produzida pela Modernistas Produções\, a mostra “Labirinto Particular” foi selecionada através do Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2022/2023. \n\n\n\nNuma montagem enxuta\, a primeira série que o público vai conferir é “Heróis e Vilões”. Totalmente em preto e branco\, os trabalhos são interferências de seres abissais feitas pelo artista em plotter de histórias em quadrinho guardados desde 2011. A série “#papelariatemtudo” é uma espécie de diário\, com todo o tipo de papel que faz parte da vida de Raimundo\, de rabiscos e anotações de reuniões a fotos antigas e recados de alunos. \n\n\n\n“Acredito na sacralidade dos objetos. Tenho todo tipo de papel que um acumulador guarda e não me permito perder nada. Tudo isso é parte do meu trabalho\, da minha história”\, conta Rodriguez. “Cubos Latifúndios” e “Esculturas Planas”\, feitas de tampas de latas de tintas\, são objetos que estarão expostos sobre mesas para\, intencionalmente\, serem manipulados pelos visitantes\, numa clara alusão à obra “Bichos”\, de Ligia Clark. \n\n\n\nCom mais de 2 metros\, a instalação da série “Coisário” traz elementos encontrados nas ruas ou doados por amigos e parentes\, como embalagens\, brinquedos e tampas de garrafas\, entre outros. “Ao mesmo tempo que nos deparamos com objetos oriundos de extremo acúmulo de materiais\, vislumbramos outros de simplicidade extraordinária. Na produção de Raimundo há uma verve pop que corre junto com a outra minimalista”\, explica a curadora. \n\n\n\nAté mesmo vidros alvejados por tiros ou pedras\, recolhidos na estação de trem de Deodoro\, e expostos por anos ao tempo\, ganham espaço na série inédita “Fé Inabalável”. Já “Latifúndios”\, a série mais antiga do artista\, é toda feita por latas de tintas usadas por Raimundo em suas pinturas de murais de rua\, na década de 1990. O material também serviu para compor todo o cenário da novela “Pedacinho de Chão” (2016)\, da TV Globo. “Nunca paro. Sempre estou descobrindo novidades neste trabalho. Com as sobras vou cortando\, fazendo coisas menores\, detalhes”\, resume o artista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/labirinto-particular-de-de-raimundo-rodriguez-no-sesc-copacabana/
LOCATION:Sesc Copacabana\, Rua Domingos Ferreira\, 160 - Copacabana\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Exposicao-Labirinto-Particular_de-Raimundo-Rodriguez_Serie-Latifundio_Credito-Sandra-Moraes-46-scaled-1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231028T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240128T190000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231101T133139Z
LAST-MODIFIED:20240927T204131Z
UID:53943-1698487200-1706468400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Labirinto Particular" de Raimundo Rodriguez no Sesc Copacabana
DESCRIPTION:É em seu ateliê\, com mais de mil metros quadrados\, localizado em Nova Iguaçu\, na Baixada Fluminense\, que o artista visual Raimundo Rodriguez passa cerca de 12 horas por dia dando novos significados a materiais encontrados. Latas de tinta\, retalhos de tecidos\, vidros vazios de perfume\, sobras de madeira\, fotografias\, brinquedos e bilhetes antigos\, nada escapa ao seu olhar minucioso\, que devolve os objetos ao mundo em forma de arte. \n\n\n\nTodos os detalhes desse processo artístico tão pessoal chamaram a atenção da curadora Sonia Salcedo del Castillo\, que selecionou um pequeno recorte das quatro décadas de trabalho de Raimundo Rodriguez para a exposição Labirinto Particular\, em cartaz de 27 de outubro a 28 de janeiro de 2024\, na Galeria Sesc Copacabana. A mostra reúne cerca de 20 obras entre esculturas\, instalações\, assemblages\, pinturas e painéis de sete séries produzidas pelo artista no período de 2011 a 2023. \n\n\n\n“Essa exposição é realmente parte da minha história\, da minha memória e dos meus sentimentos. Meu ateliê é um labirinto\, com todo o tipo de material que pode existir. Meus trabalhos não têm fim. Volto\, revisito\, estão sempre em movimento”\, conta o artista visual. A grande inspiração de Raimundo vem da arte popular brasileira\, do neodadaísmo\, dadaísmo\, neorrealismo e da pop art. Produzida pela Modernistas Produções\, a mostra “Labirinto Particular” foi selecionada através do Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2022/2023. \n\n\n\nNuma montagem enxuta\, a primeira série que o público vai conferir é “Heróis e Vilões”. Totalmente em preto e branco\, os trabalhos são interferências de seres abissais feitas pelo artista em plotter de histórias em quadrinho guardados desde 2011. A série “#papelariatemtudo” é uma espécie de diário\, com todo o tipo de papel que faz parte da vida de Raimundo\, de rabiscos e anotações de reuniões a fotos antigas e recados de alunos. \n\n\n\n“Acredito na sacralidade dos objetos. Tenho todo tipo de papel que um acumulador guarda e não me permito perder nada. Tudo isso é parte do meu trabalho\, da minha história”\, conta Rodriguez. “Cubos Latifúndios” e “Esculturas Planas”\, feitas de tampas de latas de tintas\, são objetos que estarão expostos sobre mesas para\, intencionalmente\, serem manipulados pelos visitantes\, numa clara alusão à obra “Bichos”\, de Ligia Clark. \n\n\n\nCom mais de 2 metros\, a instalação da série “Coisário” traz elementos encontrados nas ruas ou doados por amigos e parentes\, como embalagens\, brinquedos e tampas de garrafas\, entre outros. “Ao mesmo tempo que nos deparamos com objetos oriundos de extremo acúmulo de materiais\, vislumbramos outros de simplicidade extraordinária. Na produção de Raimundo há uma verve pop que corre junto com a outra minimalista”\, explica a curadora. \n\n\n\nAté mesmo vidros alvejados por tiros ou pedras\, recolhidos na estação de trem de Deodoro\, e expostos por anos ao tempo\, ganham espaço na série inédita “Fé Inabalável”. Já “Latifúndios”\, a série mais antiga do artista\, é toda feita por latas de tintas usadas por Raimundo em suas pinturas de murais de rua\, na década de 1990. O material também serviu para compor todo o cenário da novela “Pedacinho de Chão” (2016)\, da TV Globo. “Nunca paro. Sempre estou descobrindo novidades neste trabalho. Com as sobras vou cortando\, fazendo coisas menores\, detalhes”\, resume o artista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/labirinto-particular-de-de-raimundo-rodriguez-no-sesc-copacabana-2/
LOCATION:Sesc Copacabana\, Rua Domingos Ferreira\, 160 - Copacabana\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Exposicao-Labirinto-Particular_de-Raimundo-Rodriguez_Serie-Latifundio_Credito-Sandra-Moraes-46-scaled-1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231028T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240121T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231030T211217Z
LAST-MODIFIED:20231030T211222Z
UID:44622-1698490800-1705860000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Narrativas em Processo: Livros de Artista na Coleção Itaú Cultural" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Narrativas em Processo: Livros de Artista na Coleção Itaú Cultural\, também disponível virtualmente em livrosdeartista.itaucultural.org.br\, chega ao Rio de Janeiro\, sétima cidade de sua itinerância pelo Brasil\, com cinco novas peças\, recém-adquiridas. Em cartaz de 28 de outubro de 2023 e 21 de janeiro de 2024\, no Museu de Arte do Rio – MAR\, a mostra percorre mais de 80 anos desse tipo de produção no cenário brasileiro\, sendo também composta por obras da instituição carioca. Assim\, somando 134 itens de 99 artistas\, uma coleção alimenta-se da outra\, preenchendo vazios e formando uma rede robusta\, em um diálogo entre acervos. \n\n\n\nFelipe Scovino assina a curadoria da Coleção Itaú Cultural\, concentrada nos artistas brasileiros\, particularmente na transição entre o moderno e o contemporâneo. Entre as novidades estão Aberto pela aduana\, de Eustáquio Neves\, projeto selecionado pelo Rumos Itaú Cultural 2019-2020; Anotações Visuais\, de Dalton Paula; Búfala e Senhora das Plantas\, de Rosana Paulino; …Umas\, de Lenora de Barros; e Reprodutor\, de Rochelle Costi. \n\n\n\nPor sua vez\, com curadoria de Júlio Martins a coleção de livros de artista do MAR se foca em produções brasileiras recentes com interesses em recortes de racialidade\, ancestralidade\, gênero e território\, além de apresentar caráter internacional. Há\, por exemplo\, revistas editadas pelo coletivo feminista Guerrilla Girls\, que reescreve a história da arte nesse suporte acessível e direto. \n\n\n\nAs 55 obras do Itaú Cultural estão distribuídas em cinco eixos: Rasuras\, Paisagens\, Álbuns de Gravura\, Uma Escrita em Branco e Livros-objetos. As do MAR somam 72 agrupadas em três: Outros começos\, Livro de carne e No vazio do mundo. Entenda cada um deles abaixo. \n\n\n\nA exposição contará com programação paralela composta por duas mesas de debates: uma no dia 30 de novembro\, com participação da artista Rosângela Rennó\, e outra no dia 19 de dezembro\, com Yhuri Cruz\, também artista integrante da mostra. A curadoria das duas instituições também estará presente nos bate-papos sobre a produção artística e as obras de ambos os artistas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/narrativas-em-processo-livros-de-artista-na-colecao-itau-cultural-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Thiago-Honorio_2016_FotoHumbertoPimentel_ItauCultural-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231028T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240630T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231027T195042Z
LAST-MODIFIED:20231030T211248Z
UID:44555-1698490800-1719770400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Ònà Irin: Caminho de Ferro" de Nádia Taquary no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A artista baiana Nádia Taquary inaugura sua primeira exposição individual no Museu de Arte do Rio (MAR) com a mostra Ònà Irin: Caminho de Ferro\, que se concentra na joalheria afro-brasileira e na ancestralidade. A exposição apresenta esculturas\, objetos-esculturas\, instalações e videoinstalações que exploram as jóias de crioulas\, tradições nagô e yorubá\, e elementos de transformação. A exposição reflete a missão do MAR em promover a arte contemporânea brasileira produzida por mulheres. Nádia Taquary é conhecida por sua pesquisa sobre a cultura afro-brasileira e já participou de exposições nacionais e internacionais. A exposição é curada pelo artista e curador Ayrson Heráclito e pela equipe do MAR.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/ona-irin-caminho-de-ferro-de-nadia-taquary-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Mundo_Ifa_2012-scaled-1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231111T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240218T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231128T142928Z
LAST-MODIFIED:20231128T142932Z
UID:45040-1699700400-1708279200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Miguel Afa — Em construção" no Instituto Inclusartiz
DESCRIPTION:No dia 11 de novembro\, o Centro Cultural Inclusartiz abre ao público sua nova exposição: Miguel Afa — Em construção. Sob a curadoria de Victor Gorgulho\, curador-chefe da instituição\, a mostra individual irá ocupar o espaço expositivo do primeiro andar até fevereiro de 2024 com um recorte de cerca de 20 pinturas da produção recente do artista Miguel Afa (Rio de Janeiro\, 1987) — incluindo trabalhos inéditos — voltados para a sua pesquisa em relação ao uso da cor. \n\n\n\nNorteada pelo tempo de maturação que um artista leva para entender e identificar em sua obra aquilo que é reincidente e realmente importante em seu repertório poético\, visual e temático\, a curadoria desta exposição chama atenção para uma produção artística em processo\, em transformação. Nome proeminente do cenário carioca da arte contemporânea\, Miguel Afa nasceu no Complexo do Alemão\, Zona Norte da cidade\, e iniciou sua carreira como grafiteiro nos anos 2000. Desde 2019\, vem se dedicando à pintura e explorando suas inúmeras nuances em paletas que transitam entre tons de marrom\, bege\, terra\, preto e suas muitas variações. \n\n\n\n“Nesta exposição\, temos a chance de presenciar a obra de Afa em construção diante de nossos olhos\, nos convidando a contemplar o momento atual em que esta se encontra\, já distante dos experimentos iniciais em grafite que ocuparam o início de sua carreira\, e ainda afastada do que está por vir. E que nem o artista e tampouco nós podemos atestar o que será”\, conta Victor Gorgulho. \n\n\n\nO trabalho de Miguel Afa reside no reino figurativo\, reconstruindo meticulosamente memórias\, tecendo fios enigmáticos do inconsciente com elementos tangíveis da realidade. Este processo o permite criar narrativas profundamente alinhadas com a sua visão artística. Com o tempo\, esta jornada em evolução transformou-se numa exploração matizada da cor. Como colorista\, descobriu sua autêntica identidade artística. \n\n\n\nA construção\, presente no título da mostra\, realizada em parceria com a galeria NONADA (representante do artista)\, evidencia-se também na aparição recorrente de casas e construções nas pinturas presentes na exposição — ora em estágio intermediário de seu erguimento\, ora em estágio similar às ruínas daquilo que já foi uma casa —\, a exemplo da tela de larga escala “O tremor e o terroso” (2023). Trabalhos inéditos da série “Moonlight” (2023)\, baseadas em frames do filme homônimo de Barry Jenkins lançado em 2016\, também estão presentes nesta individual. \n\n\n\n“É difícil pensar em resumir em poucas palavras a reunião destas obras. Ao mesmo tempo que há certos hiatos temporais entre elas\, elas também se encontram em tempos diferentes\, em um cruzamento que eu vejo que é muito forte. Eu também consigo perceber a maturidade que vai crescendo de uma pintura para outra. É como se as pinturas ficassem provocando a si mesmas\, umas às outras. Acho que aqui\, vendo este recorte apresentado pela curadoria\, percebo que estou propondo uma visualidade muito nova dentro do meu trabalho”\, conclui Afa.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/miguel-afa-em-construcao-no-instituto-inclusartiz/
LOCATION:Instituto Inclusartiz\, Rua Sacadura Cabral\, 333 - Gamboa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Thumb_Sem-titulo_Serie-Moonlight_2023_Miguel-Afa-1060x655-1-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231114T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240119T190000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231116T172615Z
LAST-MODIFIED:20231116T172620Z
UID:44866-1699956000-1705690800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Espectros (Cadeira 17)" de Nuno Ramos na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Anita Schwartz Galeria de Arte apresenta a exposição Espectros (Cadeira 17)\, constituída por uma peça teatral mecânica de Nuno Ramos\, em uma grande instalação que ocupará o espaço térreo expositivo\, com oito metros de pé direito. A obra é um monumento culminante da aproximação do artista com o teatro\, presente ao longo de sua trajetória. \n\n\n\nNuno Ramos conta que o título se refere à peça “Espectros”\, do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen (1828-1906)\, “onde o passado\, o hereditário\, o inevitável\, não cessam de retornar”. “Este trabalho é uma homenagem ao teatro\, e principalmente à Fernanda Montenegro”\, diz o artista. “Seu discurso na cerimônia de posse na Academia Brasileira de Letras é uma das fontes e inspirações deste trabalho”. “Cadeira 17” é a cadeira ocupada desde março de 2022 por Fernanda Montenegro\, na ABL. \n\n\n\nEm um trabalho exaustivo e minucioso – “infernal”\, observa Nuno Ramos – elevem se ocupando da elaboração desta obra há um ano. Para construir as falas dos personagens\, o artista mixou mais de sete mil fragmentos de vozes\, selecionadas em arquivos históricos e na internet\, em uma extensa pesquisa. “É uma homenagem ao teatro\, uma fantasmagoria. Lidar com vozes pré-existentes me deu uma liberdade maior para criar o texto. Elas falam o que querem\, e eu tento fazer com que falem o que quero\, e desta luta saiu meu texto”\, explica. \n\n\n\nO espaço expositivo se transformará em um palco\, em que estarão\, como elementos cênicos\, uma cortina vermelha\, com cinco metros de altura\, três cadeiras e uma corneta militar. A cada um desses itens\, ou personagens\, será associado um conjunto de vozes. O movimento em cena será dado por um sistema mecânico e automático de roldanas e contrapesos\, que farão com que cortina\, cadeiras e a corneta subam e desçam. A cada um dos cinco objetos cênicos corresponde uma caixa de som\, que será acionada quando o contrapeso que movimenta os objetos pousar sobre ela. “Trata-se de uma ‘Peça de Teatro Mecânica’\, que funciona sozinha\, \n\n\n\ncomo uma geringonça autônoma que não precisa de atores nem de espectadores”\, dizNuno Ramos”.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/espectros-cadeira-17-de-nuno-ramos-na-anita-schwartz-galeria-de-arte/
LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30\, Rido de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/11/EmptyName-2-Edit-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231123T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240217T190000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231124T225327Z
LAST-MODIFIED:20231127T134858Z
UID:45007-1700733600-1708196400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Construtor de memória" de Fabio Miguez na Nara Roesler
DESCRIPTION:Nara Roesler Rio de Janeiro tem o prazer de apresentar Construtor de memória\, individual de Fabio Miguez que reúne em torno de 30 pinturas realizadas ao longo de 2023 e que representam novos desdobramentos da sua série Atalhos. Os exemplares mais recentes da pesquisa se dividem em dois percursos principais desenvolvidos a partir de fragmentos de seu campo referencial pessoal e afetivo: pinturas em pequeno formato feitas a partir de releituras de fragmentos de obras de mestres renascentistas e experimentos combinatórios e geométricos derivados da planificação esquemática de volumes. A mostra abre ao público no dia 23 de novembro e segue em exibição até 17 de fevereiro de 2024. \n\n\n\nMais do que o nome de uma série\, Atalhos é um conceito norteador da prática de Miguez. “Atalhos permite a junção de trabalhos formando sentenças. Dependendo da vizinhança\, eles ganham\, inclusive\, outro sentido. Essa é a ideia do atalho\, a passagem de um campo referencial a outro que se dá na criação desses conjuntos propondo possivelmente novos sentidos”\, revela o artista.Nos últimos anos\, Miguez tem se dedicado a releituras feitas a partir de fragmentos de obras de mestres renascentistas como Giotto\, Fra Angelico\, Simone Martini e Piero della Francesca. Pioneiros no domínio da espacialidade\, da perspectiva e do ilusionismo no campo da pintura a partir de fins do Século XIII\, estes mestres construíram em suas representações composições inovadoras que incluíam estruturas arquitetônicas complexas\, em geral como cenários para acontecimentos de cunho religioso. Ao revisitar essas antigas pinturas\, Miguez remove os episódios narrativos das representações\, dando protagonismo ao espaço\, destacando a geometria presente nestes fragmentos deslocados pelo artista.  \n\n\n\nAo enfatizar o aspecto espacial das composições pré-renascentistas\, o artista também estabelece um ponto de contato entre elementos da história da pintura europeia com a arte brasileira\, em especial os movimentos do século XX ligados à tradição construtiva\, que se detém com mais profundidade na forma e na espacialidade.  \n\n\n\nO segundo atalho da série nos leva a outra dimensão da investigação que deriva de uma pesquisa iniciada através da planificação de caixas de papel: por meio dos esquemas por elas obtidos\, Miguez passou a observar a estrutura combinatória ali presente\, as regras que compunham o conjunto e as exceções sugeridas por essas regras\, por meio das quais o trabalho foi se desdobrando em uma série de possíveis composições e novos arranjos formais.   \n\n\n\nEssa lógica de combinações\, regras e exceções também pode ser observada no modo como os conjuntos de obras estão organizados na exposição. Seja nos conjuntos que reúnem as releituras dos mestres ou no conjunto que reúne as derivas combinatórias alcançadas através do exercício de planificação\, o espectador é convidado a desvendar as exceções produzidas pelas regras criadas pelo artista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/construtor-de-memoria-de-fabio-miguez-na-nara-roesler/
LOCATION:Nara Roesler  Rio de Janeiro\, R. Redentor\, 241 - Ipanema\, Rio de Janeiro - RJ\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/11/53525-Fabio-Miguez-Sem-titulo-Piero-2023-tinta-oleo-e-cera-sobre-linho-243-x-184-x-24-cm_FM_FlavioFreire_high_1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231123T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240120T190000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231124T232051Z
LAST-MODIFIED:20231124T232054Z
UID:45013-1700740800-1705777200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Chão de Terra" de na Francisca Martins no Centro Cultural dos Correios
DESCRIPTION:Com uma pesquisa que perpassa a força da geometria cromática e questões do território e da paisagem\, a artista Ana Francisca Martins inaugura a sua primeira mostra individual no Rio de Janeiro. A exposição Chão de Terra terá início no dia 23 de novembro no Centro Cultural dos Correios.  A mostra aborda as relações entre o humano e o ambiente\, contemplando tanto espaços urbanos quanto rurais por meio de pinturas\, fotografias\, objetos e instalações. \n\n\n\nA curadoria da exposição é assinada pela também artista e curadora Cota Azevedo. “Ana utiliza cores e composições expressivas para estabelecer um diálogo entre esses diferentes cenários\, explorando símbolos ligados à habitação e às conexões emocionais com o ambiente. A geometria cromática desempenha um papel fundamental na obra. Os trabalhos apresentam uma poesia visual que convida os espectadores a explorar memórias e a relação entre o ser e o espaço ambivalente que ele ocupa na contemporaneidade”\, afirma a curadora Cota Azevedo. \n\n\n\nA exposição Chão de terra aponta o cruzamento entre diferentes espaços e tempos\, inscritos em cada lugar\, no campo e na cidade\, e o surgimento de diversos suportes e materiais na construção de cidades\, é que constitui a paisagem contemporânea. “Revendo meu percurso\, percebo que estas questões permearam o meu trabalho desde sempre. O corpo que contempla é o mesmo que se insere neste espaço em busca de um alargamento do olhar\, e talvez\, de pertencimento. Recentemente meus olhos voltaram-se para as coisas que fazem parte do cotidiano de cada lugar. Tudo o que parece ter nascido ali: um prego\, um tijolo ou uma simples tábua apoiada. Tudo está inerte\, mas sua presença é um acontecimento\, que demarca um tempo e o espaço que o habita”\, revela a artista Ana Francisca Martins.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/chao-de-terra-de-na-francisca-martins-no-centro-cultural-dos-correios/
LOCATION:Centro Cultural dos Correios\, Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Chao-de-Terra-1-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231125T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240119T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231124T225810Z
LAST-MODIFIED:20231124T225814Z
UID:45010-1700910000-1705687200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Poá-Panema" de Renan Cepeda na Gaby Indio da Costa
DESCRIPTION:Poá-Panema é a primeira exposição individual do artista Renan Cepeda (Rio de Janeiro\, 1966) na galeria Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea. Marcando o início da representação do artista pela galeria\, a mostra reúne trabalhos recentes\, com cerca de dezoito obras. \n\n\n\nProduzida inteiramente em 2023 no vale do Paranapanema\, entre os estados de São Paulo e Paraná\, “Poá-Panema” é um conjunto de fotografias noturnas de árvores solitárias em meio às vastas plantações da região\, iluminadas por lanternas e luzes presas em um drone\, que sobrevoa a paisagem. A luz da lua\, muitas vezes presente\, complementa a exposição longa na câmera\, de vários minutos\, marcando os horizontes. \n\n\n\nO título deste trabalho é uma oposição dos significados em tupi entre os termos “poá” (sorte\, felicidade\, prosperidade) e “panema” (azar\, maldição). A intenção do artista é questionar a forma intensa e predatória de como produzimos comida\, considerando-se a necessidade de se alimentar bilhões de pessoas no mundo. \n\n\n\nPara apresentar este novo trabalho\, Cepeda rompe com duas práticas tradicionais de se expor fotografia\, apresentando as obras em suporte de alumínio e não mais em papel\, quando obtém as impressões no metal por sublimação\, o que confere resistência e permanência superiores a qualquer outro material. As molduras com vidro também são abolidas\, lançando mão de pranchas de uma madeira de lei que era muito presente no Paranapanema e que agora é rara de se encontrar\, a peroba-rosa. Nestas peças Cepeda cavou entalhes e instalou as lâminas de alumínio sublimadas com as imagens.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/poa-panema-de-renan-cepeda-na-gaby-indio-da-costa/
LOCATION:Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea\, Estr. da Gávea\, 712 - São Conrado\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Renan-Cepeda-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231130T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240226T210000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231211T162330Z
LAST-MODIFIED:20231211T162333Z
UID:45224-1701334800-1708981200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Década dos Oceanos – 1ª Mostra Nacional de Criptoarte" no CCBB RJ
DESCRIPTION:A exposição propõe um espaço para o debate sobre as novas fronteiras da arte contemporânea e apresenta a primeira geração brasileira de artistas digitais que usam a plataforma blockchain para validação da sua produção. \n\n\n\nA temática da mostra se alinha com a iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para Educação\, Ciência e Cultura (Unesco) em favor dos oceanos. Deste modo\, promove reflexões sobre o mundo contemporâneo e o futuro em um planeta ecossistêmico\, interdependente\, hiperconectado e altamente tecnológico\, porém com grandes desafios de coexistência e sustentabilidade.  \n\n\n\nO projeto destaca a produção nacional no cenário da arte contemporânea e reúne 27 artistas: Monica Rizzolli\, Eduardo Kac\, Carlos Vamoss\, Rejane Cantoni\, Hifa Cybe & Maurizio Mancioli\, Fesq\, Vitoria Cribb\, Alexandre Rangel\, Clelio de Paula\, Giselle Beiguelman\, Marlus Araujo\, Gustavo Von Ha\, Occulted\, Anaisa Franco\, Leandro Lima\, Suzete Venturelli\, Tânia Fraga\, Biarritzzz\, Adriano Franchini\, Vini Naso\, Katia Maciel\, Simone Michelin\, Lucas Bambozzi\, Vita Evangelista\, Andrei Thomaz\, Tais Koshino e PV Dias.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/decada-dos-oceanos-1a-mostra-nacional-de-criptoarte-no-ccbb-rj/
LOCATION:CCBB\, 66 R. Primeiro de Março Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Lucas-Bambozzi-Mar-Solo-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231130T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240208T190000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231129T153719Z
LAST-MODIFIED:20231129T153723Z
UID:45054-1701338400-1707418800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Nunca só essa mente\, nunca só esse mundo" na Carpintaria
DESCRIPTION:A mostra reúne trabalhos históricos\, obras recentes e inéditas que juntas dão forma à busca por proximidade e reciprocidade com o mundo físico. Situando-se nos intervalos entre a nossa percepção imediata e a capacidade de imaginar outras cenas\, o trajeto construído delineia a natureza como reunião de processos de correlação entre o dado e o construído. As paisagens e configurações espaciais não se atém à representação de imagens ou vistas literais\, mas reconstituem atmosferas e ambiências intangíveis. \n\n\n\nCom obras de Aislan Pankararu\, Allan Weber\, Amadeo Luciano Lorenzato\, Anderson Borba\, Antonio Tarsis\, Barrão\, Carlos Bevilacqua\, Cristiano Lenhardt\, Efrain Almeida\, Erika Verzutti\, Ernesto Neto\, Frank Walter\, Gerben Mulder\, Gokula Stoffel\, Janaina Tschäpe\, João Maria Gusmão + Pedro Paiva\, Leda Catunda\, Luiz Zerbini\, Lucia Laguna\, Marina Rheingantz\, Mauro Restiffe\, Paulo Monteiro\, Robert Mapplethorpe\, Rodrigo Andrade\, Rodrigo Cass\, Rodrigo Matheus\, Sheroanawe Hakihiiwe\, Tadáskía\, Tatiana Chalhoub\, Tiago Carneiro da Cunha e Yuli Yamagata.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/nunca-so-essa-mente-nunca-so-esse-mundo-na-carpintaria/
LOCATION:Fortes D’aloia & Gabriel Carpintaria\, R. Jardim Botânico\, 971 - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/11/GOKULA-STOFFEL-Bota-2022-1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231201T093000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240225T170000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231204T155958Z
LAST-MODIFIED:20231204T160003Z
UID:45087-1701423000-1708880400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Da Kutanda ao Quitandinha – 80 anos" no Centro Cultural Sesc Quitandinha
DESCRIPTION:O Sesc Rio de Janeiro tem o prazer de convidar\, no dia 1º de dezembro de 2023\, a partir das 10h\, para a inauguração da exposição Da Kutanda ao Quitandinha – 80 anos\, que abre as celebrações dos 80 anos do espaço inaugurado em 1944 como hotel-cassino\, e que hoje sedia o Centro Cultural Sesc Quitandinha. A grandiosa exposição tem curadoria geral de Marcelo Campos\, e será composta por seis núcleos\, traçando um percurso que começa no século 18\, com as primeiras referências da presença de negros na Freguesia de Nossa Senhora de Inhomirim\, base do povoamento da região\, por meio da navegação do rio Piabanha e das fazendas que exploravam o trabalho escravizado\, que deu origem à cidade que hoje conhecemos como Petrópolis. \n\n\n\nA mostra irá destacar inicialmente as tecnologias trazidas pelos africanos\, suas lideranças\, e a quitanda – assentada no local onde está o Quitandinha – operada por mulheres pretas\, e responsável por parte expressiva da economia do século 19. A palavra é derivada de kitanda\, “feira”\, e kutanda\, “ir para longe”\, no idioma quimbundo\, falado em Angola\, origem de muitos africanos que formam a grande população afro-brasileira. Vários artistas contemporâneos participam deste núcleo. \n\n\n\nEm outro segmento\, Anna Bella Geiger (1933) ocupa um lugar central\, com um documentário sobre ela feito especialmente para a exposição\, e com obras que participaram da 1ª Exposição de Arte Abstrata\, em 1953. Para se ter uma ideia do ambiente glamuroso do local em sua época de cassino\, de 1944 a 1946\, vários itens do mobiliário e da decoração foram recriados\, além de uma galeria com reproduções de fotografias de época\, pertencentes ao Instituto Moreira Salles. Bailes Black\, de carnaval\, funk\, jambetes\, Furacão 2000\, nos anos 1970\, também terão registros na exposição. \n\n\n\nDois importantes artistas negros\, que tiveram forte presença no antigo hotel-cassino\, ganham visibilidade e são homenageados. Tomás Santa Rosa (1909-1956)\, pintor\, ilustrador\, responsável pela inovação no design de capas de livros – Cacau (1934)\, de Jorge Amado\, e Caetés (1933)\, de Graciliano Ramos\, são exemplos – e importante cenógrafo – a peça Vestido de Noiva (1943)\, de Nelson Rodrigues\, em 1943\, marco no teatro brasileiro – e autor dos murais da piscina e do café-concerto\, e da pintura decorativa de biombos do Quitandinha. Em outros dois espaços do CCSQ serão reproduzidas as decorações de carnaval do Rio\, feitas por ele em 1954. Ativista dos movimentos étnico-raciais\, trabalhou de 1947 a 1949 no Teatro Experimental do Negro\, fundado por Abdias Nascimento (1914-2011). Já o gaúcho Wilson Tibério 1920-2005) fez nos salões do Quitandinha\, em 1946\, uma exposição com cerca de 130 obras. Militante político e antirracista\, foi viver na França\, de onde fez constantes viagens à África\, onde pesquisou o cotidiano das populações e ritos afro-brasileiros\, criando várias pinturas\, e participando de eventos sobre artes negras\, como o 1º Congresso de escritores e artistas negros na Universidade de Sorbonne\, Paris\, em 1951\, e do 1º Festival Mundial de Artes Negra\, em Dacar\, em 1966\, hoje em dia um evento emblemático. \n\n\n\n“Pensar e celebrar os 80 anos do Quitandinha\, focando em arte e cultura\, é rever uma história\, sublinhar fatos\, em sua maioria\, desconhecidos\, e cuidar para que uma sociedade desigual não permaneça”\, afirma Marcelo Campos. “O Quitandinha foi protagonista nas relações da paz mundial\, com a assinatura\, em 1947\, do tratado que se tornaria\, anos depois\, na Organização dos Estados Americanos\, a OEA. Dois importantes artistas brasileiros\, Tomás Santa Rosa e Wilson Tibério\, realizaram murais e exposições neste local. A primeira mostra de arte abstrata do Brasil aconteceu lá. Portanto\, a exposição ‘Da Kutanda ao Quitandinha’ atravessará parte dessa história sob um olhar atual. Levantamos imagens de imprensa importantes e raras. Entrevistamos Anna Bella Geiger\, uma das participantes da exposição de Arte abstrata”\, assinala. “Realizar esta exposição é evidenciar a centralidade do Quitandinha\, hoje\, Centro Cultural Sesc\, na realização de ações culturais”.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/da-kutanda-ao-quitandinha-80-anos-no-centro-cultural-sesc-quitandinha/
LOCATION:Centro Cultural Sesc Quitandinha\, Avenida Joaquim Rolla\, nº 2\, Quitandinha\, Petrópolis\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Quitandinha_Acervo-Instituto-Moreira-Salles-1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231202T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240225T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20240207T162725Z
LAST-MODIFIED:20240207T162730Z
UID:46288-1701507600-1708884000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Ah\, Eu Amo As Mulheres Brasileiras!" no MAC Niterói
DESCRIPTION:A exposição coletiva Ah\, Eu Amo As Mulheres Brasileiras!\, após ser apresentada em Nova York e São Paulo\, chega a Niterói trazendo uma importante reflexão sobre a representação estereotipada da mulher brasileira. Curada por Luiza Testa\, a mostra busca desconstruir a imagem objetificada e hipersexualizada da mulher brasileira\, tradicionalmente vista como um ícone de sensualidade. Através de 34 obras de artistas mulheres de diversas partes do Brasil\, a exposição aborda essa temática sob novas perspectivas. \n\n\n\nOrganizada em quatro núcleos\, a exposição inclui uma variedade de expressões artísticas como instalações\, fotografias\, esculturas\, vídeos e litogravuras\, todas escolhidas para desafiar o clichê da sensualidade feminina brasileira. A curadora selecionou tanto artistas consagradas internacionalmente quanto novos talentos\, visando enriquecer o diálogo sobre a mulher brasileira através de um leque diversificado de vozes e olhares.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/ah-eu-amo-as-mulheres-brasileiras-no-mac-niteroi/
LOCATION:MAC Niterói\, Mirante da Boa Viagem\, s/nº – Boa Viagem\, Niterói\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/02/EU-AMO-AS-MULHERES-BRASILEI.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231202T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240128T170000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231214T195215Z
LAST-MODIFIED:20231214T195219Z
UID:45286-1701511200-1706461200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"VIVA VIVA ESCOLA VIVA" na Casa França-Brasil
DESCRIPTION:Entre 2 de dezembro de 2023 e 28 de janeiro de 2024\, o Selvagem\, ciclo de estudos vai celebrar as Escolas Vivas com uma grande exposição de artes e medicinas aqui na Casa França-Brasil\, centro do Rio de Janeiro. VIVA VIVA ESCOLA VIVA será o primeiro grande encontro\, mediado por Ailton Krenak e Cristine Takuá\, dos artistas\, professores\, pajés e mestres que representam e conduzem as Escolas Vivas. \n\n\n\nA abertura será no sábado\, 02/12\, às 15h\, contará com 13 convidados indígenas e terá uma grande roda de cantos e falas de representantes de cada Escola Viva\, seguida do lançamento do livro UM RIO UM PÁSSARO\, de Ailton Krenak\, às 17h\, com mesa de autógrafos. \n\n\n\nSerão mais de 100 obras expostas\, entre elas\, pinturas\, desenhos Maxakali\, aquarelas Baniwa\, um painel de miçangas\, um pano professor Huni Kuï\, cestarias\, animais em madeira\, uma cartografia da Nhe’ërÿ – um grande mapa da Mata Atlântica pintado por jovens artistas Guarani -\, uma pintura de Ailton Krenak e uma Farmácia Viva Amazônica organizada pelo Centro de Medicina Bahserikowi\, que traz preparados medicinais dos povos Tukano e Desana.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/viva-viva-escola-viva-na-casa-franca-brasil/
LOCATION:Casa França-Brasil\, Rua Visconde de Itaboraí\, 78\, Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/401085578_18028588030679491_2305372311465796041_n-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231202T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240324T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231204T160904Z
LAST-MODIFIED:20231204T160907Z
UID:45091-1701518400-1711303200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Entroncados\, Enroscados e Estirados" de Ana Holck no Paço Imperial
DESCRIPTION:No dia 02 de dezembro\, o Paço Imperial inaugura a exposição Entroncados\, Enroscados e Estirados\, com obras inéditas da artista carioca Ana Holck\, que marcam uma nova fase na sua reconhecida e destacada trajetória de 22 anos nas artes. Com curadoria de Felipe Scovino\, serão apresentados oito trabalhos\, pertencentes às três séries que dão nome à mostra. As obras\, que foram produzidas este ano\, em porcelana e aço inox – materiais até então nunca utilizados pela artista –\, transitam entre a ideia de pintura e escultura. \n\n\n\n“Os objetos criam uma situação transicional\, variam entre serem bidimensionais e tridimensionais\, colocando-se de maneira duplamente vetorizada\, ou seja\, tem uma proximidade com a pintura – não só pelo fato de estarem presos à parede\, mas especialmente pela grafia destes trabalhos – e\, ao mesmo tempo\, não deixa de ser uma escultura”\, afirma o curador Felipe Scovino. \n\n\n\nOs novos trabalhos se aproximam muito dos temas sobre os quais a artista já vem se debruçando desde o início de sua trajetória: a cidade\, o urbano\, a arquitetura e a construção civil. No entanto\, se nas obras anteriores Ana Holck utilizava materiais pré-fabricados\, industrializados\, como blocos de concreto\, tijolos e vinis adesivos\, nesta nova fase a artista resolveu experimentar\, pela primeira vez\, materiais mais maleáveis. “Não sou ceramista\, a porcelana para mim é um meio a mais para fazer escultura e por isso mesmo sempre quis junta-la com outros materiais”\, conta a artista\, que usa uma fita de aço inox maleável\, com mola\, para essa combinação com a porcelana. Formada em Arquitetura e Urbanismo\, a artista utiliza em suas obras muitas questões ligadas a sua formação\, mas de forma diferente. “Minha percepção do espaço com base na temporalidade da experiência vem da arquitetura\, mas procuro desconstruir o que aprendi\, aceitando o improviso\, o acaso\, o acidente”\, diz.  \n\n\n\nApesar do encanto pelo novo material\, Ana Holck encontrou na cerâmica um desafio às suas obras monumentais\, que marcam sua trajetória. A solução para aumentar a escala veio a partir de peças que se encaixam\, com módulos e repetições. O aço inox entrou como um elemento de ligação. “Este metal que utilizo tem uma mola\, que dá estrutura\, o que me atraiu bastante. Os “arranjos” dos tubos de porcelana geram um núcleo a partir do qual o metal se expande no espaço\, gerando um desenho que não é muito controlado\, no qual há um dado de surpresa”\, conta a artista que\, apesar de utilizar um material bruto e maleável\, ela o subverte\, transformando a porcelana em tubos de bitolas regulares\, pré-estabelecidas\, através de uma prensa chamada extrusora. “A passagem pelo equipamento apaga as digitais deixadas pela manipulação do barro\, tornando-o impessoal\, indo contra sua natureza moldável e imprimível”\, ressalta. Além disso\, os materiais são afastados de sua funcionalidade original: a cerâmica\, que em seu uso cotidiano costuma conter algo\, em potes\, vasos e louças\, aqui torna-se passagem para o metal\, que cria desenhos no espaço.  \n\n\n\nEsses desenhos\, por sua vez\, criam um jogo de luz e sombra. “A incidência da luz sobre os trabalhos projeta uma sombra que\, por sua vez\, reforça a ideia de dinâmica e de velocidade das três séries e causa também uma sensação de prolongamento desta grafia no ambiente\, criando desenhos no espaço”\, afirma o curador Felipe Scovino\, que destaca\, ainda\, que\, apesar de não serem trabalhos cinéticos\, a ideia de dinamismo e velocidade explora esse aspecto. Além disso\, ele ressalta que há\, nestes trabalhos\, uma referência ao construtivismo russo e ao minimalismo norte-americano. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/entroncados-enroscados-e-estirados-de-ana-holck-no-paco-imperial/
LOCATION:Paço Imperial\, Praça Quinze de Novembro\, 48 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Ana_Holck_Foto_Pat_Kilgore__2_-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231202T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240324T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20240109T214053Z
LAST-MODIFIED:20240109T214057Z
UID:45396-1701518400-1711303200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Iole de Freitas\, anos 1970 / Imagem como presença" no Paço Imperial
DESCRIPTION:A mostra\, organizada e já exibida pelo Instituto Moreira Salles em São Paulo\, reúne fotos e filmes dos tempos em que a artista viveu em Milão\, Londres e Nova York. Pouco conhecidas pelo público brasileiro\, as obras também abordam temas como o movimento e a passagem do tempo \n\n\n\nNa década de 1970\, Iole de Freitas vivia em Milão\, em um ambiente de efervescência política e cultural; as galerias e museus da cidade mostravam obras da arte povera\, da body art e da arte conceitual\, e artistas mulheres ganhavam inédita proeminência no circuito de arte. Iole\, que ficaria conhecida posteriormente sobretudo por sua produção escultórica\, vinha de uma experiência de 18 anos com dança contemporânea e\, na cidade italiana\, começava a se lançar a performances silenciosas\, sem audiência\, nas quais se fotografava ou se filmava\, muitas vezes lidando com a dispersão de sua própria imagem em fragmentos de espelhos\, com os quais interagia nessas performances. Assim\, construía um dos trabalhos mais originais de sua geração\, numa interseção entre body art\, performance e filme experimental. \n\n\n\nOs trabalhos dessa fase inicial da carreira da artista são o foco da exposição Iole de Freitas\, anos 1970 / Imagem como presença\, em cartaz no Paço Imperial\, com curadoria de Sônia Salzstein\, professora de história e teoria da arte e diretora do Instituto de Estudos Brasileiros da USP. A mostra\, que tem assistência de curadoria do pesquisador Leonardo Nones\, traz uma seleção de 18 sequências fotográficas\, 9 filmes e 3 instalações\, sendo a maior parte pouco conhecida ou até mesmo inédita para o público brasileiro. No Paço\, a mostra foi adaptada para ocupar metade do primeiro andar (antessala Gomes Freire\, sala Gomes Freire\, sala 13 de maio\, sala do trono e sala do dossel)\, e ganhou uma sala documental\, com originais e fac-símiles. Além disso\, o Paço Imperial já conta com uma escultura da artista que está localizada no mesmo pavimento ocupado pela exposição.  \n\n\n\nSobre o período abarcado pela mostra\, a curadora comenta: “A radicalidade do debate político europeu da época coincidia com as primeiras experiências da arte conceitual e da body art e com manifestações em que os afetos e as vulnerabilidades do corpo do artista eram questões cruciais. A década de 1970 testemunha a vibrante presença de Iole e\, em geral\, de artistas mulheres no circuito de arte mais arrojado do período e\, não por acaso\, ela comparecia em exposições ao lado de outras artistas pioneiras na exploração da imagem fílmica em seus trabalhos.”
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/iole-de-freitas-anos-1970-imagem-como-presenca-no-paco-imperial/
LOCATION:Paço Imperial\, Praça Quinze de Novembro\, 48 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/01/1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231206T130000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240210T200000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231205T181633Z
LAST-MODIFIED:20231205T181637Z
UID:45153-1701867600-1707595200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Arquitetura e feminismos. Sem princípio nem fim" no Instituto de Arquitetura do Brasil
DESCRIPTION:Depois de ser exibida em Porto Alegre e Brasília\, a exposição Arquitetura e feminismos. Sem princípio nem fim\, organizada pelo Instituto Cervantes\, chega ao Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)\, no Rio de Janeiro. A abertura acontece no dia 6 de dezembro\, com projetos de urbanismo\, design e arquitetura apresentados sob uma perspectiva feminista. A curadoria de Semíramis González traz obras das criadoras espanholas e latino-americanas Ana Gallardo\, Costa Badía\, Julia Galán\, Col-lectiu Punt 6\, Colectivo offmothers\, e os projetos “Women’s New European Bauhaus” – coordenado por Inés Sánchez de Madariaga -\, “Madrid ciudad de las mujeres”\, de Marián López Fdz. Cao e “Musas de vanguardia”\, de Mara Sánchez Llorens e Luciana Levinton. Arquitetas\, urbanistas e artistas\, todas elas percorreram um longo caminho para reivindicar espaços feministas em edifícios e ruas\, dando prioridade a outras formas de construir o mundo. \n\n\n\nBaseada nas palavras da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi\, a proposta está comprometida com essa concepção “sem começo nem fim”\, entendendo a arquitetura\, o planejamento urbano e a criação como uma possibilidade múltipla\, contínua\, interseccional e sem hierarquias patriarcais. \n\n\n\nSegundo Semíramis González\, “esta exposição apresenta projetos que trabalham no eixo feminista e interseccional\, desde a nova configuração das cidades com uma perspectiva de gênero\, até o transporte urbano\, a genealogia das mulheres arquitetas do passado ou a realidade das mulheres artistas em suas vidas\, em seus espaços e nas ruas. Isso nos aproxima de algo tão comum quanto os lugares que habitamos\, levando em conta o ponto de vista daqueles que tradicionalmente têm sido ignorados e propondo alternativas mais feministas”. \n\n\n\nAntes\, haverá uma performance com a Colab La Perereka (um coletivo transfeminista)\, e um colóquio com a participação da curadora\, Semíramis González\, e uma das artistas\, Mara Sánchez\, que vêm para o Brasil especialmente para a ocasião\, com tradução simultânea\, tendo Marcela Abla\, presidente do IAB\, como moderadora.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/arquitetura-e-feminismos-sem-principio-nem-fim-no-instituto-de-arquitetura-do-brasil/
LOCATION:Instituto de Arquitetura do Brasil\, Rua do Pinheiro\, 10 - Flamengo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/obra_ana_gallardo_Mi-casa-rodante13-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231207T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240120T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231211T142118Z
LAST-MODIFIED:20231211T142121Z
UID:45195-1701943200-1705773600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Vírgula" de Douglas Knesse na Galeria Iconic
DESCRIPTION:O artista visual Douglas Knesse apresenta a exposição individual Vírgula\, com abertura no dia 07 de dezembro de 2023 (quinta-feira)\, às 19h\, na Galeria Iconic\, no Rio de Janeiro. \n\n\n\nCom curadoria de Isabella Cestare\, a mostra apresenta um conjunto de 16 pinturas datadas de 2020\, produzidas no período da pandemia\, tendo como tema central o símbolo da marca esportiva Nike. Vírgula\, que também é o nome desta série de trabalhos\, questiona a apropriação de signos no contexto de status social e emocional\, com um certo tom de sarcasmo. \n\n\n\n“As criações que se manifestam no universo pictórico de Douglas Knesse comunicam sua narrativa pessoal por meio de símbolos que traduzem uma linguagem universal. Na mostra\, questões existenciais como pertencimento\, status e validação social emergem na repetição de um ícone indiscutivelmente popular\, a Vírgula\, logomarca da Nike. O trabalho de Knesse rompe fronteiras ao brincar com o conhecido\, e convoca o espectador de forma reflexiva e satírica a transpassar a sua própria realidade”\, descreve a curadora. \n\n\n\nDouglas propõe uma reflexão em torno dos condicionamentos sociais\, explorando as complexidades que mediam nossos corpos e subjetividades através do uso de marcas legitimadas como símbolos de “vitória” e “poder” dentro do emoji de smile\, expressando assim\, um tensionamento entre frustrações e meras aparências. \n\n\n\n“Durante o período da pandemia\, enquanto a maioria das pessoas estava sob isolamento social\, víamos\, através das redes sociais\, o consumismo desenfreado por parte dos que tinham condições financeiras mais elevadas. Esse tipo de exposição revelou uma necessidade de explicitar o seu status e mascarar as suas tristezas\, medos e anseios pelo momento em que o mundo inteiro vivia. Mas essa construção de narrativas de ‘poder’ é cotidiana\, e continua mascarando cicatrizes e temores não tão evidentes assim”\, explica Douglas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/virgula-de-douglas-knesse-na-galeria-iconic/
LOCATION:Galeria Iconic\, Rua Andrade Neves\, 444 – Tijuca\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Douglas-Knesse_Just_Do_It1_2020-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231207T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240315T220000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231211T135007Z
LAST-MODIFIED:20231211T135011Z
UID:45182-1701943200-1710540000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"MAQUÍNICA" de Edith Derdyk na Galeria Clima
DESCRIPTION:A série de trabalhos são frutos de uma pesquisa iniciada em 2020 realizada pela artista sobre a Geometria Descritiva\, técnica desenhística que surge em meados do final do século XVIII\, provocando um impacto no desenvolvimento tecnológico na época da Revolução Industrial\, por facilitar a visualização de objetos fabricados e sua sistematização.  \n\n\n\nO nome da exposição MAQUÍNICA deriva do embate entre o desenho técnico que revela uma ação mecânica com o gesto artesanal\,  presente na exposição com as costuras. A exposição “especula sobre a os métodos de representação de funcionamentos maquínicos\, movidos por uma certa razão insana\, frutos da abstração calcada na observação do real e sua projeção no modo de produzir objetos industriais\, avalizando um modo de pensar a própria vida”\, afirma a artista\, autora de vários livros sobre desenho. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/maquinica-de-edith-derdyk-na-galeria-clima/
LOCATION:Galeria Clima\, Estr. da Gávea\, 899 - Loja 233 - Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Edith-Derdyk-Epura-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231207T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240217T190000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231211T180443Z
LAST-MODIFIED:20231211T180446Z
UID:45239-1701946800-1708196400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"A Aurora de um Dia Seguinte" de Thiago Rocha Pitta na Danielian Galeria
DESCRIPTION:A Danielian Galeria apresenta a partir do dia 7 de dezembro de 2023\, para convidados\, e do dia seguinte para o público\, a exposição A Aurora de um Dia Seguinte\, com 19 obras inéditas e recentes do artista Thiago Pitta\, em sua pesquisa sobre o meio ambiente. A mostra tem curadoria de Paulo Azeco e vai ocupar o espaço térreo do pavilhão recém-construído no terreno da Danielian Galeria\, com 200 metros quadrados e pé direito de 4\,5 metros.  \n\n\n\n“A Aurora de um Dia Seguinte é uma reflexão sobre os perigos desse futuro próximo\, que nós\, humanos\, os animais e plantas – todos os seres que habitam este planeta – já estamos enfrentando. É uma reflexão contemplativa sobre um futuro incerto e perigoso”\, diz Thiago Rocha Pitta. Ele acrescenta: “As paisagens são silenciosas. Elas não falam a linguagem humana. Ruído é uma produção humana. Mesmo os ruídos da natureza não configuram uma linguagem. As obras são silenciosas\, mas estão falando um monte de coisa…”. \n\n\n\nPaulo Azeco destaca que Thiago Rocha Pitta “tece uma narrativa visual que focaliza o caos e a ecologia\, criando uma dicotomia intrigante entre o bucolismo cínico e a iminência apocalíptica”. “Adotando uma abordagem multidisciplinar\, seu trabalho mergulha profundamente na complexa interação entre a humanidade e o meio ambiente\, desafiando o paradigma ultrapassado que separa natureza e cultura”. Ele complementa: “Pertencendo à talentosa geração que emergiu no final dos anos 1990\, ele se tornou uma figura incontornável no cenário contemporâneo brasileiro”.  \n\n\n\nO curador enfatiza que “é crucial destacar que Thiago é um dos raros artistas contemporâneos a produzir afrescos\, técnica que desempenha um papel fundamental na história da arte ocidental\, e sua habilidade magistral subverte expectativas\, utilizando-a de forma inovadora\, criando um vocabulário imagético potente e conceitualmente impecável”.  \n\n\n\nRocha Pitta aprendeu e dominou esta técnica de pintura que utiliza cal\, areia\, água e pigmentos\, durante os períodos em que fez residência artística na Itália\, em 2013 e 2017.  \n\n\n\nPaulo Azeco observa ainda que “a exposição apresenta aquarelas em grande formato\, cujo virtuosismo e força poética não contradizem os afrescos\, mas\, ao contrário\, complementam seu universo visual. Poucos artistas conseguem integrar técnicas tão complexas e discrepantes em um único corpo de obra\, mantendo um elevado grau de precisão”.  \n\n\n\nPara o curador\, o trabalho do artista “ressoa com os diálogos urgentes iniciados pelo sociólogo Ulrich Beck [sociólogo alemão\, 1944-2015]\, explorando os riscos e consequências da modernidade no equilíbrio ambiental”. As obras de Rocha Pitta “funcionam como um discurso visual sobre a era do Antropoceno\, onde a atividade humana se torna uma força geológica destrutiva\, visualizando as intricadas conexões entre a humanidade\, considerada como cultura\, e o mundo natural. Ao convidar os espectadores a confrontar narrativas simbólicas do fim dos tempos e a urgência do presente\, as obras de Pitta incorporam ideologia e sublime\, revelando a beleza em meio a crises iminentes”. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-aurora-de-um-dia-seguinte-de-thiago-rocha-pitta-na-danielian-galeria/
LOCATION:Danielian Galeria\, 414 Rua Major Rubens Vaz Gávea\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Thiago-Rocha-Pitta-Lunar-Eclipse-27072018-Aquarela-sobre-papel-92-x-132.5-x-5-cm-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231207T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240302T190000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231211T141536Z
LAST-MODIFIED:20240215T133245Z
UID:45192-1701946800-1709406000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Abstrações Utópicas" na Danielian Galeria
DESCRIPTION:Em comemoração aos 70 anos da primeira exposição de arte abstrata feita no Brasil\, a Danielian Galeria apresenta a partir do dia 7 de dezembro de 2023\, para convidados\, e do dia seguinte para o público\, a exposição Abstrações Utópicas\, com aproximadamente 80 obras de mais de 50 importantes artistas\, que exploraram o universo da abstração e criaram as bases desta vertente artística\, presente até hoje em nosso cenário cultural\, e berço da arte contemporânea brasileira. A curadoria é de Marcus de Lontra Costa e Rafael Fortes Peixoto\, com consultoria de Anna Bella Geiger\, que além de ter participado da exposição de 1953\, no Quitandinha\, em Petrópolis\, também é autora junto com Fernando Cocchiaralle do livro-referência sobre o assunto. \n\n\n\nAtuante aos 90 anos\, Anna Bella Geiger ganhará uma mostra especial\, inaugurando o segundo andar do pavilhão recém-construído atrás da casa principal na Danielian Galeria\, onde estarão telas e “Macios”\, em que vem desenvolvendo suas experiências no campo da pintura nos últimos 30 anos. \n\n\n\nEntre os artistas da vertente abstração geométrica estão os que integraram nos anos 1950 os grupos Ruptura\, de São Paulo\, Frente e o movimento Neoconcreto\, do Rio de Janeiro\, como Ivan Serpa\, Lygia Clark\, Lygia Pape\, Hélio Oiticica\, Décio Vieira\, Aluísio Carvão\, Franz Weissmann e Abraham Palatnik (Rio)\, e Geraldo de Barros\, Hermelindo Fiaminghi\, Lothar Charoux\, Luiz Sacilotto (São Paulo). Dos artistas informais estarão presentes obras de Antonio Bandeira\, Iberê Camargo\, Fayga Ostrower\, Manabu Mabe\, Maria Polo\, Frans Krajcberg\, Flávio Shiró e Glauco Rodrigues\, entre muitos outros.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/abstracoes-utopicas-na-danielian-galeria/
LOCATION:Danielian Galeria\, 414 Rua Major Rubens Vaz Gávea\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Abstracoes-Utopicas-Antonio-Bandeira-1962-ost-70x110-cm_Credito-Fernando-Costa-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231207T140000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240225T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231211T140643Z
LAST-MODIFIED:20231211T140647Z
UID:45188-1701957600-1708884000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Ultramar" de Kika Carvalho na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:A artista Kika Carvalho inaugura sua nova individual – Ultramar – nesta quinta-feira\, dia 7\, na Casa Museu Eva Klabin. A exposição tem a curadoria de Lucas Albuquerque e reúne cerca de 20 obras – incluindo trabalhos inéditos – entre pinturas\, cianotipias\, instalações e colagens desenvolvidas a partir da profunda pesquisa da artista sobre a cor azul e a sua função nas relações materiais\, históricas e sociais ao longo dos séculos. \n\n\n\nA mostra nasce de uma parceria entre a Casa Museu Eva Klabin e o Instituto Inclusartiz\, por meio do programa de residências artísticas “Éden”\, que tem como objetivo investigar a casa e a coleção resultante das oito décadas de colecionismo de Eva Klabin (1903-1991). Contando com um dos mais importantes acervos de arte clássica do Brasil – que abrange um arco temporal de quase 50 séculos – a união das duas instituições se funda no desejo de convidar artistas contemporâneos para promover novas frequências dentro da casa e da coleção por meio da criação de trabalhos inéditos\, feitos a partir de uma pesquisa realizada em conjunto com as equipes de curadoria e museologia.   \n\n\n\nPara o curador\, a oportunidade de trabalhar junto ao acervo da coleção da Casa Museu Eva Klabin permite pensar projetos curatoriais e de pesquisa capazes de deslocar a produção contemporânea para outros lugares de significação\, ampliando o diálogo entre tempos e a fortuna crítica dos artistas convidados. \n\n\n\n“A escolha do trabalho de Carvalho se dá justamente nesse lugar: possibilitar a revelação de dados inerentes ao seu interesse de pesquisa poética que por vezes se vê sublimado pela velocidade do cotidiano. Nesse sentido\, o período de pesquisa junto à coleção tão rica instaura outros tempos\, tanto de produção como de percepção\, que a artista\, por sua vez\, visa a subverter em sua ocupação. Promover novas leituras não só do presente\, mas também do passado\, em um pensamento espiralar”\, destaca Lucas. \n\n\n\nUltramar conta com trabalhos profundamente atravessados pela vivência da artista em Luanda\, capital da Angola\, onde participou de uma residência artística em 2022\, sendo este o seu primeiro atravessamento Atlântico. Para esta exposição\, Carvalho também preparou obras inéditas que refletem suas experimentações em outras técnicas para além da pintura\, como a cianotipia e processos de fotografia analógica. Estes trabalhos propõem ainda um confronto entre a utilização simbólica da cor azul no Egito antigo e sua posterior valorização na imagem sacra cristã\, por meio do diálogo direto com itens presentes no acervo da Casa Museu Eva Klabin. \n\n\n\nA exposição tem o apoio institucional da Portas Vilaseca Galeria e segue em cartaz até fevereiro de 2024. Não perca!
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/ultramar-de-kika-carvalho-na-casa-museu-eva-klabin/
LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/KC_105-1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231209T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240310T170000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231211T181022Z
LAST-MODIFIED:20240609T202827Z
UID:45242-1702116000-1710090000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Corpo Formoso" no Museu da República
DESCRIPTION:Neste sábado\, dia 9 de dezembro\, das 13h às 17h\, será inaugurada\, na Galeria do Lago\, no Museu da República\, a exposição Corpo Formoso\, com 11 pinturas inéditas da artista carioca Yoko Nishio\, que faz sua primeira exposição individual\, depois de ter participado de diversas coletivas no próprio Museu da República\, no Centro Cultural Correios de Niterói\, no Sesc Teresópolis\, entre outros reconhecidos museus e galerias. \n\n\n\nCom cores fortes e vibrantes\, em tinta a óleo sobre tela\, as pinturas\, que chegam a medir 1\,90cm X 1\,90cm\, têm como tema a relação entre o corpo e a cidade\, destacando os ornamentos que a artista vê nas pessoas e nos lugares\, combinados às suas memórias e fabulações. Estão retratados nas obras a feirante de Vila Isabel\, com sua tatuagem no braço; pai e filho arrumados para uma festa em Cabuçu\, em Nova Iguaçu; corpos que caminham na multidão de Calolé\, na Bahia; as senhoras que conversam no bairro do Encantado\, no Rio de Janeiro\, com estampas combinando com os ornamentos das fachadas; o bar em Madureira\, cujos azulejos ornam com as roupas dos frequentadores; o homem que mostra orgulhoso a tatuagem com nome de seu filho no pescoço\, entre muitos outros. \n\n\n\n“O olhar interessado e atento de Yoko encontra nos anônimos que percorrem as ruas de cidades também sem identificação alguma\, o objeto de seu interesse. O corpo se faz formoso porque é essencial. É necessário que a beleza e o cuidado prevaleçam sobre tudo que pode nos derrotar. Encontrar o prazer de enfeitar muros\, casas\, corpos ou vestimentas é uma maneira de dizer ao empobrecimento\, às perdas diárias que sofremos\, às muitas faltas na vida\, que nada é mais forte do que a vontade de superar. Procurar a alegria das cores e estampas faz parte de uma cultura de sobrevivência que o olhar da artista captura e compartilha com a mesma alegria”\, afirma a curadora Isabel Portella. \n\n\n\nYoko Nishio sempre teve na vida urbana\, nas cidades e nas pessoas a inspiração para o seu trabalho artístico. “Minha pesquisa tem esse aspecto de campo\, de andar\, procurar\, fotografar\, conversar\, o ateliê é só mais uma etapa de uma construção que começa muito antes”\, conta a artista\, que também é professora e pesquisadora. Desta forma\, os trabalhos sempre surgem na rua. E não foi diferente com esta nova série. Em Belém do Pará\, ao ver uma pessoa ornamentada com diversas estampas\, iniciou a pesquisa que deu origem aos trabalhos que são apresentados na atual exposição. \n\n\n\nApesar de ter começado a partir de uma estampa\, a série fala sobre os ornamentos de forma geral. “Não é só estampa\, também está na pele\, na tatuagem\, nos acessórios\, como brincos\, colares\, pulseiras\, e também nas cidades\, nas superfícies das casas\, dos bares\, nos pisos\, nas grades”\, explica a artista\, que completa: “São muito corpos\, é o meu corpo\, o corpo do outro e o corpo da cidade”. \n\n\n\nOs títulos das obras são os nomes dos locais aonde os ornamentos foram encontrados\, que inclui muitos bairros do Rio de Janeiro e vários outros estados brasileiros\, mostrando a diversidade dos corpos\, das cores\, dos ornamentos\, nas pessoas e nas cidades. Para realizar os trabalhos\, a artista vai para as ruas de diversas cidades\, fotografa o que chama a sua atenção\, tanto de maneira mais posada\, como também colocando a câmera mais baixa\, na altura do seu corpo\, de forma a mostrar o que seu corpo está vendo. “As faces nem sempre me interessam tanto\, mas sim estar entre os corpos\, por isso às vezes há alguns cortes\, pois coloco a câmera mais baixa\, de maneira que não pareça uma fotografia e sim meu corpo andando e captando todos aqueles ornamentos”\, diz. \n\n\n\nCom as fotografias em mãos\, chega a etapa de ir para o ateliê e iniciar a pintura. Nesta série\, a artista optou por ser totalmente fiel às estampas que vê\, pintando-as exatamente da forma como encontrou nas ruas\, mas acrescentando elementos aos trabalhos\, criando novos cenários\, não seguindo fielmente a fotografia. “Não quero que a pintura seja só uma reprodução fotográfica\, por isso misturo os corpos\, os lugares. Para que a pintura funcione\, preciso escolher a relação entre figura e fundo”\, conta. \n\n\n\nDurante a pesquisa\, a artista lembrou do famoso livro “Ornamento e crime”\, escrito em 1908 pelo arquiteto austríaco do início do século XX Adolf Loos\, que afirmava que a ornamentação era uma prática de povos primitivos\, de criminosos e de outros degenerados. Nos seus termos\, as sociedades mais desenvolvidas e modernas deveriam rejeitar os usos da ornamentação na produção de suas roupas\, casas e instrumentos. “Hoje\, seu argumento é compreendido como uma fala impregnada por preconceitos social-darwinistas\, racistas e coloniais. Ornar nos faz ver profundamente o cotidiano e onde está a resistência a ele; ornar desobedece a essas normatizações; ornar é in.corporar o agir. E essa expressão do movimento do corpo atravessa a cidade. Eis um convite: azulejos\, grades\, tatuagens\, vestidos florais\, enfeites\, chão\, piso\, pele. A cidade também é corpo e caminhar pelas ruas faz com que o corpo ganhe contornos\, já que a vida urbana é feita das relações corpo-cidade”\, afirma Yoko Nishio. \n\n\n\nPara não associar seus trabalhos à teoria de Loos\, de quem discorda totalmente\, a artista optou por usar no título da mostra a palavra “formoso” ao invés de ornamento. “Quando comecei a pensar o que seria este corpo ornamentado\, entendi que é um corpo que quer sorrir e cheguei na palavra formoso\, um adjetivo que está na boca das pessoas mais velhas e está associado à beleza\, a estar bem\, a estar feliz. O corpo formoso é um corpo que sorri\, que vibra\, decora\, para produzir alegria\, felicidade. Isso não quer dizer que não tenha precariedade\, dificuldade\, luta\, tristeza\, mas apesar disso tudo a gente vai botar o ornamento para tentar sorrir”\, diz a artista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/corpo-formoso-no-museu-da-republica/
LOCATION:Museu da República\, Rua do Catete\, 153 - Catete\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Yoko-Nishio_Calole-1_oleo-sobre-tela_2022_Foto-Bruna-Prado-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231209T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240303T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231211T155720Z
LAST-MODIFIED:20231211T155725Z
UID:45215-1702119600-1709488800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Brasil Futuro: As formas da democracia" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:As questões da igualdade\, da diversidade\, da conquista dos direitos civis\, bem como políticas de reparação\, acolhimento e cidadania são os temas que perpassam a exposição Brasil Futuro: As formas da democracia\, que inaugura dia 09 de dezembro no Museu de Arte do Rio. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF)\, a mostra conta com a curadoria de Lilia Schwarcz\, Paulo Vieira\, Márcio Tavares\, Rogério Carvalho e com o acompanhamento curatorial de Marcelo Campos\, Amanda Bonan e Amanda Rezende\, da equipe do MAR\, que contribui com 68 obras da coleção\, sendo que 18 delas nunca foram expostas ao público\, como um oratório do século XVIII e um adorno do povo Baniwa\, do século XX. \n\n\n\nCom o sucesso da parceria com o MAR\, a Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação\, a Ciência e a Cultura (OEI) e o CAF assinaram um memorando de entendimento em 06.11 ampliando as ações no setor cultural para toda a América Latina e Caribe. O Museu de Arte do Rio pertence à Prefeitura do Rio de Janeiro e sua gestão é feita pelo organismo internacional desde 2021. \n\n\n\nA exposição Brasil Futuro: As formas da democracia foi inaugurada em Brasília\, no dia 01 de janeiro\, na posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva\, e agora a itinerância chega ao Rio de Janeiro\, após passagem pelo Pará e pela Bahia.  A exposição reúne uma variedade de obras de artistas de diferentes gerações\, raças\, gêneros e regiões do país\, colocando em pauta a grande diversidade cultural do país. Brasil Futuro é dividida em três núcleos e conta com mais de 250 obras de artistas consagrados como Djanira\, Mestre Didi\, Tarsila do Amaral\, juntamente com contemporâneos como Denilson Baniwa\, Bastardo\, Victor Fidélis e Daiara Tukano que integram a mostra.  \n\n\n\nPara o Museu de Arte do Rio\, receber uma exposição que coloca em pauta as questões da democracia brasileira é extremamente importante e necessário. “A história da retomada da democracia no Brasil através da arte é o ponto de partida de Brasil Futuro. Para o Museu de Arte do Rio é\, sem dúvida\, essa mostra ajudará a promover para os nossos visitantes um debate que trata prioritariamente da democracia\, dos direitos humanos e da igualdade. Tais temas corroboram com a missão do Museu de Arte do Rio de ser um espaço de trocas de conhecimento e da pluralidade”\, afirma Leonardo Barchini\, Diretor e Chefe da Representação da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação\, a Ciência e a Cultura (OEI) no Brasil\, instituição que faz a gestão do MAR.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/brasil-futuro-as-formas-da-democracia-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/2023_BrFuturo_porJPXP-E7um13_D12-1_Marlon-Amaro_Pro-futuro1-1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231209T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240330T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20240207T181637Z
LAST-MODIFIED:20240207T181641Z
UID:46305-1702119600-1711821600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Ocupação Bori: o filme + coleção MAR" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Ocupação Bori: o filme + coleção MAR abre ao público no dia 09 de dezembro\, no Museu de Arte do Rio. A ocupação apresenta fotografias do trabalho do artista visual e curador Ayrson Heráclito\, numa pesquisa que ele realiza desde 2006\, inspirada nos ritos da tradição afro-brasileira\, onde as pessoas performaram junto às comidas e toques dos respectivos deuses iorubanos. \n\n\n\nAlém disso\, a ocupação ainda conta com o lançamento do filme Iwano Bori\, – oferenda para a cabeça cósmica\, do diretor Lula Buarque de Hollanda\, um registro poético da performance de Bori\, apresentada na Pinacoteca de São Paulo\, em 2022.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/ocupacao-bori-o-filme-colecao-mar-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Ocupacao-Bori-o-filme-colecao-MAR.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231209T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240218T170000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231211T143031Z
LAST-MODIFIED:20231211T143130Z
UID:45200-1702123200-1708275600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"CORPO-GESTO" na Nonada Zona Norte
DESCRIPTION:No próximo sábado\, dia 09 de Dezembro\, será a inauguração da exposição CORPO-GESTO na galeria Nonada – Zona Norte. Com curadoria de Gabriela Davies e Maíra Marques\, por meio da plataforma Comadre\, a coletiva reúne 20 artistas mulheres e não bináries\, de diferentes gerações e linguagens\, com trabalhos que exploram a gestualidade presente no fazer artístico. \n\n\n\nA exposição foi concebida a partir do debate sobre a intenção do corpo perante o gesto: um gesto emocional\, um gesto reativo\, uma marca de identidade ou até mesmo a prevenção do gesto. “Duas obras que trazem paralelos sobre a nossa curadoria são a de Ana Clara Tito\, com Os Usos da Raiva\, onde ela molda vergalhões em volta de seu corpo transformando a peça em um abrigo-repressor de si. A força e a emoção por trás do ato de contorcer o vergalhão são notáveis ao analisarmos a obra. Já a obra de Lyz Parayzo\, que de certa forma também pode servir como um escudo-abrigo\, também impede que pessoas se aproximem da obra. As lâminas do móbile se tornam armas com o movimento contínuo em espiral. Você pode se cortar com a obra\, atuando de certa forma como um contra-gesto”\, nota Gabriela Davies. Foi do pensamento dessa pluralidade de resultados através do gesto que curadoria se estabeleceu\, e que conta com uma diversidade de obras que abarcam tanto expressões corporais como resultados obtidos através dos movimentos do corpo. Segundo Maíra Marques\, “Algumas obras destacam a proposta curatorial de forma mais evidente com a imagem dos corpos das artistas\, como por exemplo o vídeo Ora Pro Nobis de Letícia Parente\, já outras nos sugerem imaginar o gesto precedente ao resultado\, como a de Nazareth Pacheco\, uma imagem da gota de sangue que é resultado de um pequeno movimento no manuseio das giletes tão presentes na pesquisa da artista”. \n\n\n\nRecentemente\, no meio da arte\, observa-se um movimento de descentralização\, seja por abarcar nomes de artistas historicamente excluídos ou por trazer à tona debates sociais que outrora seriam silenciados. Esta exposição representa também uma tentativa de abrir novas perspectivas\, ao ocupar a galeria da Zona Norte – uma região destacada na produção artística\, mas ainda pouco explorada na exposição destas obras e que enfrenta o desafio da acessibilidade limitada para o público frequentador de espaços de arte\, que costuma concentrar-se majoritariamente na Zona Sul e no Centro da cidade. \n\n\n\nAlém disso\, o compromisso da exposição em impactar positivamente é solidificado pela intenção de contribuir para um projeto social através das vendas das obras. A Comadre\, fundamentada na premissa de colaboração com outras organizações de cunho social ou de pesquisa\, estabelece\, neste projeto\, que 10% do valor arrecadado com a venda das obras da mostra será destinado à Casa Nem\, espaço dedicado ao apoio de pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade no Rio de Janeiro. Essa parceria reforça o comprometimento da exposição não apenas com a promoção artística\, mas também com a responsabilidade social e a busca por impactos positivos nacomunidade. \n\n\n\nAlém da abertura da CORPO-GESTO\, neste mesmo dia\, a galeria Nonada vai inaugurar a coletiva Caos Primordial com curadoria de Paulo Azeco e a instalação cinematográfica Nada Mais Disse de Raphael Medeiros.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/corpo-gesto-na-nonada-zona-norte/
LOCATION:Nonada Zona Norte\, Rua Conde de Agrolongo\, 677 - Penha\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/aca92f_680c74723b6145e4a11bbc4088d5b7d3mv2-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231215T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240303T180000
DTSTAMP:20260427T055133
CREATED:20231214T160845Z
LAST-MODIFIED:20231214T160900Z
UID:45282-1702638000-1709488800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Laroyê\, Grande Rio" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O desfile Fala\, Majeté! Sete Chaves de Exu da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio\, campeã do Carnaval de 2022\, saiu da avenida para o Museu de Arte do Rio. A exposição denominada Laroyê\, Grande Rio\, produzida pelo coletivo Carnavalize em parceria com a escola\, vai ocupar o MAR entre os dias 15 de dezembro a 03 de março de 2024 e promete fazer o público reviver as emoções que levaram a agremiação a um inédito campeonato. Com curadoria de Leonardo Antan\, Luise Campos e Thomas Reis\, e acompanhamento curatorial de Marcelo Campos\, Amanda Bonan e Jean Carlos Azuos\, da equipe MAR\, a exposição exibirá peças que foram para a Avenida\, como fantasias\, esculturas e elementos cenográficos e alegóricos. Além de contar com a obra de artistas convidados que serviram de inspiração para o trabalho dos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora. São nomes como Mulambo\, Cety Soledade\, Guilherme Kid e Ju Angelino\, que irão compor o time de artistas que mostram a atualidade e a ressonância do cortejo na sociedade contemporânea. \n\n\n\nPara os curadores\, um dos intuitos da mostra é celebrar a potência artística do desfile ressignificando as peças que passaram pela Sapucaí com sua presença em um museu. Segundo eles\, o desafio de fazer com que o público experiencie de forma diferente a produção carnavalesca\, produzindo novas emoções em diálogo com a chamada arte canônica\, foi um exercício instigante. “Um desfile de escola de samba é pensado para ser uma experiência única\, que passa pela Avenida em 75 minutos. Fazer com que seus elementos ganhem caráter mais permanente\, coroando o trabalho de todo um ano de artistas de barracão\, é ao mesmo tempo um desafio e uma tarefa gratificante”\, declaram. \n\n\n\nPara além da ocupação das galerias de arte com obras de arte do carnaval\, o que por si só gera uma série de discussões\, a exposição evoca ainda um orixá bastante demonizado e controverso das religiões de matriz africana. Por isso\, a exposição busca também uma forma de discutir a essência dessa divindade para além do preconceito e da visão comum de que o orixá estaria associado ao diabo na cultura ocidental. Sobre isso\, o carnavalesco Leonardo Bora afirma: “Ocupar um espaço tão importante como o Museu de Arte do Rio com uma exposição integralmente pensada a partir de um desfile de escola de samba cujo enredo exaltou (e continua a exaltar\, porque nunca termina – se transforma e expande) as potências de Exu\, complexo divino tão demonizado devido ao racismo religioso\, é algo que nos enche de orgulho\, força e alegria. Axé\, energia vital. As escolas de samba do Rio de Janeiro anualmente interpretam\, fantasiam\, projetam visões de Brasil. Brasis. O nosso desejo é que as narrativas carnavalescas e as visualidades das agremiações sambistas ocupem cada vez mais espaços\, levantando discussões e causando fricções\, faíscas. Ruas\, barracões\, museus\, avenidas\, galerias\, praças\, terreiros\, o infinito. Redemoinho fervente.” \n\n\n\nO desfile da Tricolor de Caxias\, em 2022\, fez a Sapucaí pulsar\, viva e combativa. Mais do que tentar reproduzir ou recriar tudo isso\, o que seria uma tarefa sem sentido\, a exposição é uma celebração e um convite aos atravessamentos. A inauguração da exposição será no dia 15 de dezembro\, a partir das 16 horas\, com show da bateria e diversos segmentos da Grande Rio.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/laroye-grande-rio-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/granderio2-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR