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SUMMARY:O MAM Rio celebra seus 75 anos
DESCRIPTION:A exposição museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas propõe um exercício de memória no 75º aniversário do museu: um ato de olhar para o passado\, para o que já foi feito e as coisas que aqui aconteceram\, como convite para pensar o que o MAM Rio pode ser hoje e no futuro.  Focando nas primeiras três décadas de sua história\, a exposição apresenta cinco áreas que ancoram as ações do MAM Rio\, e um evento que marcou seu curso. Educação\, design\, cinema\, o experimental e os movimentos de criação artística que atravessaram a existência do museu são os campos de atuação escolhidos\, os quais cimentam a relevância de uma instituição intimamente ligada às dinâmicas da cidade. Como evento\, o incêndio ocorrido em 1978 no museu representa um momento de mudanças caracterizado pelo engajamento coletivo de profissionais da cultura e da população\, e pela revisão institucional.  Em cada um desses eixos\, obras do acervo do MAM Rio são apresentadas junto com documentos provenientes\, em sua maior parte\, dos arquivos do museu\, escrevendo histórias por meio de objetos\, imagens e impressos. A exposição reúne grandes nomes do acervo do MAM Rio para pontuar os momentos em que o museu foi espaço de experimentação\, produção de pensamento e fazer artístico: Abraham Palatnik\, Alberto Giacometti\, Anita Malfatti\, Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Antonio Dias\, Candido Portinari\, Carlos Vergara\, Carlos Zilio\, Cildo Meireles\, Constantin Brancuși\, Fayga Ostrower\, Hélio Oiticica\, Ivan Serpa\, Lygia Clark\, Lygia Pape\, Max Bill\, Nelson Leirner\, Rubens Gerchman\, Tunga e Willys de Castro\, dentre 93 nomes da arte brasileira e internacional.
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SUMMARY:Instalação inédita "Cosmococa 5 Hendrix War" no Centro Municipal Hélio Oiticica
DESCRIPTION:O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, em colaboração com o Projeto Hélio Oiticica apesenta a instalação inédita Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê)\, da icônica obra Cosmococa – Programa in Progress\, criada em 1973 por Hélio Oiticica (1937-1980) e o cineasta Neville D’Almeida (1941). O Programa in Progress abrange vários desdobramentos – livro\, fotografias\, cartazes\, instalações públicas e domésticas\, como a Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê). A obra é a única\, das seis criadas especialmente para residências\, que nunca havia sido mostrada em público. Foi criada em homenagem a Jimi Hendrix (1942-1970)\, e elaborada para ser instalada em um espaço residencial\, privado\, com projetores nos diversos cômodos da casa. Para a exposição no CMAHO\, foi montado um apartamento\, com mobília\, e obras de outros artistas\, como Alexandre Murucci\, Anna Costa e Silva\, Elmo Martins\,Julianne Chaves\, Lígia Teixeira\, Paulo Jorge Gonçalves e Rita Chaves. A exposição da “CC5” faz parte do tour mundial que durará um ano\, em celebração aos 50 anos da criação da emblemática série Cosmococas. O tour foi iniciado no dia em 13 de março de 2023\, na EAV Parque Lage\, no Rio de Janeiro\, quando foi mostrada a Cosmococa 4 Nocagions. Em seguida\, em 18 de março\, durante a SP-Arte\, a CC4\, em versão privê\, integrou a mostra Hélio Oiticica: Mundo-Labirinto\, na Vila Modernista\, nos Jardins\, em São Paulo\, com projeto arquitetônico de Flávio de Carvalho. Depois\, haverá a exibição da Cosmococa 5 Hendrix War e da CC2 Onobject\, na Lisson Galery\, em Nova York; CC2 Onobject e CC3 Maileryn (versões domésticas)\, na Hunter College\, em Nova York; e ainda no The Mistake Room\, em Los Angeles\, EUA; e Carcará Photo Arte\, em São Paulo. A exposição integra o programa Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, que seleciona diferentes ações\, que vão de performances a aulas de diferentes artistas\, pensadores\, professores\, entre outros profissionais\, relacionadas à obra de Hélio Oiticica.
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LOCATION:Centro Municipal Hélio Oiticica\, Rua Luís de Camões\, 68 - Praça Tiradentes - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros é dedicada à trajetória e à produção literária da autora mineira que se tornou internacionalmente conhecida com a publicação de seu livro Quarto de despejo\, em agosto de 1960. Inicialmente concebida para o IMS Paulista e com passagens por outras cidades\, a exposição continua sua itinerância em uma versão ampliada em parceria com o Museu de Arte do Rio. O objetivo central da mostra é apresentar sua produção autoral que incluiu a publicação\, em vida\, de outras obras. Além disso\, a exposição destaca as incursões da autora em outras formas de expressão\, como a composição musical\, o canto e a arte circense. Carolina\, uma intérprete essencial para compreender a história do Brasil\, é apresentada como uma multiartista e tem um papel particularmente significativo para a história da população negra brasileira. Nascida em 1914 em Sacramento\, Minas Gerais\, e falecida em 1977 em São Paulo\, Carolina Maria de Jesus explorou diversos gêneros literários\, incluindo romance\, poesia\, teatro\, provérbios\, autobiografia e contos. No entanto\, é mais conhecida por seus diários\, que resultaram em seu livro mais famoso\, Quarto de Despejo. O sucesso desse livro pode ser medido pela sua tradução imediata para 13 línguas. O acervo de Literatura do Instituto Moreira Salles conta com dois manuscritos inéditos de Carolina Maria de Jesus\, intitulados Um Brasil para os brasileiros\, e seu disco com composições próprias\, também chamado Quarto de Despejo. Esses elementos foram o ponto de partida para a elaboração da exposição pelo IMS. Com curadoria do antropólogo Hélio Menezes e da historiadora Raquel Barreto\, e pesquisa literária realizada pela doutora em letras Fernanda Miranda\, a exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros busca destacar a grandeza da escritora e apresentá-la como convém: mulher negra e artista emancipada\, símbolo de resistência e de luta política e cultural para o país. A parceria com o Museu de Arte do Rio acontece no momento em que a sede do IMS na cidade está fechada para obras.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Exposição "MAM Rio: origem e construção"
DESCRIPTION:MAM Rio: origem e construção apresenta o processo de constituição do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, começando com sua concepção e concluindo na inauguração de sua sede definitiva\, no Parque do Flamengo. Uma seleção de aproximadamente 160 documentos mostra as ideias e intenções que deram forma ao museu\, as pessoas que contribuíram ou acompanharam sua criação\, e o desenho e construção de seu icônico prédio\, concebido pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy e executado junto à engenheira e urbanista Carmen Portinho entre 1954 e 1967. A exposição complementa a mostra museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas\, em cartaz desde maio no museu. Compartilhar esses processos\, no ano em que o MAM Rio celebra seu 75º aniversário\, tem como objetivo incitar uma reflexão sobre as instituições culturais e explorar de que maneira suas funções respondem a lugares e momentos\, com mudanças ao longo do tempo. Os documentos do arquivo do museu\, com contribuições dos Museus Castro Maya\, ocupam mesas que servem tanto como espaço para encontros e oficinas quanto área de leitura e consulta às publicações\, ou mesmo para o descanso do público. Os livros que integram a exposição são cópias de títulos da biblioteca do museu sobre aspectos e desenvolvimentos relacionados ao MAM Rio e sua história. A mostra será acompanhada por oficinas\, ciclos de palestras e laboratório de leituras.
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SUMMARY:"Sai-Fai: Ficção Científica à Brasileira" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Inspirados por movimentos como o afrofuturismo e o futurismo indígena\, 19 autores de todo o Brasil deram vida a realidades alternativas\, utopias\, distopias e aventuras fantásticas. Esses contos foram cuidadosamente ilustrados por dez talentosos artistas visuais e transformados em um livro digital\, disponível para apreciação no espaço expositivo. Na exposição\, a magia ganha vida através das ilustrações elaboradas por dez talentosos artistas visuais\, que\, juntamente com os textos\, foram transformados em um livro digital publicado pelo Museu do Amanhã. Além disso\, a experiência imersiva da mostra incorpora uma narrativa sonora\, uma videoarte e a emocionante experiência de realidade aumentada chamada Herança\, desenvolvida pelo coletivo 2050. Ao adentrar o espaço imersivo de Sai-Fai\, os visitantes são convidados a se transformarem em leitores ativos\, onde a imaginação é a tecnologia sensível e a arte é uma ferramenta poderosa que desafia a percepção da realidade\, transportando-nos para outros mundos. Essa exposição é uma convergência entre literatura e artes visuais\, apresentando trechos dos contos escritos durante a oficina\, com ilustrações de artistas de estilos distintos. Som\, imagem e palavra se fundem\, convidando-nos a questionar as fronteiras entre o real e o imaginário.
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LOCATION:Museu do Amanhã\, Praça Mauá\, 1 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Angelo Venosa\, escultor" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Um mergulho na obra de um dos nomes mais importantes da arte contemporânea brasileira é o que espera o visitante de Angelo Venosa\, escultor\, mostra panorâmica a ser aberta publicamente no dia 25 de agosto de 2023\, na Casa Roberto Marinho. Sob a curadoria de Paulo Venancio Filho\, a individual ocupará os 1.200m² de área expositiva do instituto cultural no Cosme Velho\, Zona Sul do Rio de Janeiro\, reunindo 85 trabalhos de um arco temporal que vai do início da década de 1970 às últimas obras realizadas em 2021. \n\n\n\n“A mostra homenageia um dos mais relevantes escultores brasileiros\, que participou de algumas exposições realizadas pela Casa Roberto Marinho\, e reafirma o interesse do instituto pela arte contemporânea”\, comenta o diretor Lauro Cavalcanti. De acordo com o curador\, que acompanhou a trajetória artística de Angelo Venosa (São Paulo\, 1954 – Rio de Janeiro\, 2022) desde os primórdios\, a exposição apresenta um amplo panorama de sua produção absolutamente singular. E revela a complexidade de seu pensamento escultórico expresso em obras de grandes dimensões ou de pequeno formato\, construídas a partir da diversa gama de materiais que caracteriza seu processo criativo. \n\n\n\n“A carreira do Angelo surge quando a pintura volta a tomar proeminência no ambiente artístico brasileiro e vários de seus amigos eram pintores da chamada ‘Geração 80’. O fato é que ele foi o único\, senão o mais importante\, escultor dessa geração. E teve pouca influência das experiências neoconcretas tridimensionais que privilegiavam o plano e não o volume. Ele se voltou de maneira absolutamente heterodoxa para as características clássicas da escultura; o volume\, a massa\, o peso. Suas primeiras obras\, resultado de uma artesania própria e quase rústica\, enfatizavam o volume\, a presença física entre uma forma abstrata ou representação de uma entidade orgânica”\, analisa Paulo Venancio.  \n\n\n\nSem obedecer a uma cronologia linear\, o curador selecionou esculturas suspensas\, de parede ou de chão. Provenientes de acervos institucionais e de coleções particulares\, as peças serpenteiam pelo espaço\, emergem horizontalmente ou exploram a verticalidade\, incorporando luz e sombra como parte do projeto\, e revelando uma inusitada investigação da estrutura e da forma. \n\n\n\n“Fiz questão de colocar\, lado a lado\, trabalhos de diferentes períodos\, tamanhos e volumes. Cada sala tem uma unidade que se comunica com o todo. A proposta é apresentar o conjunto com certa liberdade\, sem pautá-lo por eixos temáticos\, deixando que o espectador encontre suas próprias referências a partir da multiplicidade de significados e inquietações que as obras evocam”\, informa Venancio Filho. \n\n\n\nA radicalidade experimental que marca a produção de Venosa manifesta-se em cada trabalho. Em sua poética\, materiais recorrentes à prática da escultura tradicional\, como o bronze\, o mármore\, o aço e a madeira\, se fundem a ossos\, dentes de boi\, piche\, areia\, cera de abelha\, bandagem\, filamentos de café\, galho de árvore\, breu\, fibra de vidro\, gesso\, tecido e arame. \n\n\n\nApesar do aspecto eminentemente artesanal de sua obra\, o escultor sempre esteve atento às tecnologias digitais e\, a partir de um determinado período\, incorporou a impressora 3D à sua prática\, sem deixar de lado os meios tradicionais. Sobre esta fase\, Paulo Venancio Filho escreveu\, em 2013\, no texto “A metamorfose dos corpos”: “Ficaram para trás as reminiscências do orgânico… É como se a escultura tivesse abandonado um período\, um estágio do vertebrado para o seriado\, do orgânico para o sintético. Do ateliê para o laboratório\, um salto ‘evolutivo’ acompanha o andamento tecnológico do mundo. O acrílico\, o recorte computadorizado do material\, o seu ordenamento mecânico\, preciso\, irretocável\, dos produtos em série”. \n\n\n\nA panorâmica apresenta os trabalhos negros do início da carreira — estruturados a partir de madeira\, tecido e tinta — em diálogo com a produção recente\, estabelecendo relações plásticas entre as peças. Um autorretrato em xilogravura\, de 1972\, é a obra mais antiga em exibição. No térreo\, há um espaço dedicado aos desenhos\, anotações e esboços do artista que tinha grande fluência no traço. Completa a seleção uma série de retratos em acrílica sobre papel produzida por Luiz Zerbini\, grande amigo de Venosa. A mostra contempla\, ainda\, uma cronologia ampliada organizada por Ileana Pradilla Ceron.
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LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Principio de Semejanza" de Gabriel Chaile na Carpintaria
DESCRIPTION:Principio de Semejanza\, a primeira exposição do artista argentino Gabriel Chaile (Tucumán\, 1985) no Brasil\, acontece na Carpintaria e apresenta três novas esculturas construídas entre São Paulo e Rio de Janeiro. Manipulando o barro e a argila\, Chaile articula as dimensões rituais de seus materiais em grandes construções figurativas que costuram alusões formais à estatuária clássica – como a escultura cicládica grega – e à manufatura indígena – como os artefatos condorhuasi da região de Tucumán. Neste novo corpo de trabalho\, o artista mobiliza uma configuração visual herdada desses povos pré-colombianos\, tomando minúsculos talismãs\, muitos deles medindo menos de 3cm\, e extrapolando a sua escala para grandes dimensões. \n\n\n\nAs figuras da exposição têm um aspecto feminino\, com seios protuberantes e sulcos descrevendo nádegas e genitália\, silhuetas opulentas que remetem a personificações arcaicas da fertilidade. Chaile distribui grafismos sobre as faces dessas obras\, numa exploração tátil do desenho\, como se fossem imensas superfícies de inscrição. Curiosamente acéfalos\, esses corpos poderiam também ser vistos como máscaras hipertrofiadas\, em que os traços não delimitam mais órgãos\, membros ou apêndices\, mas rugas e linhas num rosto. Trata-se de uma nova direção na obra do artista\, que até aqui produziu figuras cujos contornos bojudos\, cilíndricos ou quase esféricos evocavam fornos\, potes e chaminés. \n\n\n\nO título da exposição é emprestado da fotografia intitulada Principio de Semejanza\, tirada pelo artista em 2008\, e alude a essa composição aglutinadora de culturas visuais\, procedimentos e repertórios\, transpostos ao contexto brasileiro\, além do processo de encontrar similaridade no dissemelhante. A imagem\, parte de um arquivo compilado por ele ao longo dos anos\, espécie de registro de seu percurso\, mostra duas mulheres de sua família\, uma com um cachorro e outra com uma menina no colo\, catando piolhos dos pelos e cabelos\, respectivamente. A diferença entre uma criança e um cachorro\, entre uma neta e uma avó\, estabelece uma troca a um só tempo intergeracional e interespecífica. A configuração “em dupla” da fotografia reflete-se na exposição\, com as esculturas achatadas ocupando o espaço expositivo em pares\, sempre com uma figura maior e uma menor. Individualmente\, cada escultura é também um par\, formado por cada face de seus volumes. Os dois pares não são oposições binárias\, mas metáforas complementares. Remetendo à sua fotografia\, essas formas são imagens de cuidado. Em certo sentido\, é o cuidado e a transmissão da memória\, unidas às propriedades físicas do espaço e das coisas\, que criam um lugar. \n\n\n\nNa prática do artista\, a caixa de ferramentas empregada na construção de um novo corpo de trabalho é sempre dada pelo contexto\, pelos recursos e restrições cedidas ou impostas pelo ambiente. Quando produzia em Tucumán\, sua cidade natal\, em proximidade com os métodos e técnicas dos povos originários\, a sua prática envolvia coletar o barro e produzir a argila segundo os saberes locais\, em colaboração com aqueles que o transmitiam. Quando se mudou para para Lisboa\, onde mora desde 2020\, precisou reconstruir um contexto comunitário para que pudesse trabalhar: sem os amigos e a família que o cercavam anteriormente\, aproximou-se da população latina imigrante\, com quem passou a trabalhar\, estabelecendo uma espécie de comunidade nômade. No Brasil\, ocupou o Galpão e a Carpintaria com seus materiais e equipamentos\, transformando o espaço expositivo num contexto provisório\, entre uma escavação arqueológica e um ateliê aberto. \n\n\n\nDesarraigamento e habitação territorial\, como dois pólos de uma relação dinâmica\, desdobram-se numa pergunta central: como se constrói e como se transmite a memória? Seus trabalhos não demarcam fronteiras visuais\, mas tecem uma gama de elementos heterogêneos sem hierarquizá-los. São ilustrações do que Chaile chama “engenharia da necessidade”\, procedimento sintetizado por ele na fórmula lapidar: “trabalhar a partir do que tenho para dar forma ao que me falta”.
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LOCATION:Fortes D’aloia & Gabriel Carpintaria\, R. Jardim Botânico\, 971 - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Evandro Teixeira. Chile 1973" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Evandro Teixeira (1935) é um dos nomes mais importantes do fotojornalismo brasileiro\, tendo atuado na imprensa por quase seis décadas. Com suas lentes\, registrou os bastidores do poder no país\, as manifestações contrárias ao regime militar instaurado no país em 1964\, e temas associados ao esporte\, à moda e à cultura. \n\n\n\nParticipou também de uma importante cobertura internacional: a do golpe militar no Chile em 1973. No país andino\, produziu imagens impactantes do Palácio De La Moneda bombardeado pelos militares\, dos prisioneiros políticos no Estádio Nacional em Santiago e do enterro do poeta Pablo Neruda. As fotografias tiradas durante esse capítulo traumático da história chilena são o destaque da presente exposição. A mostra\, realizada pelo Instituto Moreira Salles\, já foi apresentada no IMS Paulista e chega ao CCBB Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição reúne cerca de 160 fotografias em preto e branco\, livros\, fac-símiles e outros objetos\, como máquinas fotográficas e crachás de imprensa. Além dos registros feitos no Chile\, a exposição traz imagens produzidas por Evandro durante a ditadura civil-militar brasileira\, em um diálogo entre os contextos históricos dos dois países. No espaço expositivo\, também são apresentados trechos de filmes que documentam o período\, como Setembro chileno\, de Bruno Moet\, e Brasil\, relato de uma tortura\, de Haskell Wexler e Saul Landau.
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SUMMARY:"A Quarta Geração Construtiva no Rio de Janeiro" na FGV Arte
DESCRIPTION:Localizada na sede da FGV\, em Botafogo\, no Rio de Janeiro\, a FGV Arte será um espaço voltado à valorização e experimentação artística e a debates contemporâneos em torno da arte e da cultura\, buscando incentivar o diálogo com setores mais criativos e heterogêneos da sociedade. A iniciativa pretende conectar\, a partir de projetos artísticos\, as escolas da FGV\, tais como a Escola Brasileira de Administração Pública\, a Escola de Economia\, a Escola de Matemática Aplicada\, a Escola de Ciências Sociais (CPDOC) e a Escola de Comunicação\, Mídia e Informação. A FGV Arte prevê ainda seminários\, oficinas metodológicas e cursos práticos de formação para as artes. \n\n\n\nA exposição inaugural foi intitulada de A Quarta Geração Construtiva no Rio de Janeiro pelo curador Paulo Herkenhoff e ficará em cartaz\, com entrada gratuita\, até dezembro de 2023. Na abertura\, às 17h\, será lançado o livro Rio XXI Vertentes Construtivas\, também sob a concepção de Herkenhoff\, que além de organizar a publicação\, dirigiu o projeto editorial junto ao artista e designer gráfico Fernando Leite. O livro é o segundo volume da coleção\, que se iniciou com Rio XXI Vertentes Contemporâneas\, lançado em 2019. \n\n\n\nA relação da FGV com a arte contemporânea vem sendo resgatada desde 2012\,  quando passou a editar publicações sobre diversas vertentes da arte e do design\, a exemplo do livro Móvel brasileiro moderno. \n\n\n\n“Ainda na década de 1940\, a FGV promoveu um curso pioneiro no âmbito artístico que possibilitou a formação especializada para o campo gráfico – em forte expansão à época. A FGV Arte resgata a tradição de incentivo à arte da Fundação\, buscando encorajar e desenvolver ainda mais o setor cultural no Rio de Janeiro”\, avaliza o presidente da FGV\, Carlos Ivan Simonsen Leal\, que completa: “A importância do novo espaço se firma na promoção de diálogos multidisciplinares\, algo que a Fundação tem em sua missão”. \n\n\n\n“A FGV Arte surge em um movimento importante de revitalização do Rio de Janeiro”\, diz Sidnei Gonzalez\, diretor da FGV Conhecimento\, um dos incentivadores do projeto: “O novo espaço abre com a intenção de apoiar a arte contemporânea brasileira e carioca. Local de produção de conhecimento\, prospecção de novos artistas e promoção de diálogos\, a FGV Arte se integra à cidade\, ressaltando um dos seus grandes diferenciais: o setor artístico e seu engajamento criativo”.
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SUMMARY:"Cidade Mulher" no Centro Municipal Hélio Oiticica
DESCRIPTION:O direito de ir e vir é igual para todas as pessoas? Como seria uma cidade pensada por e para as mulheres na sua diversidade – negras\, com deficiência\, lésbicas\, grávidas\, trans\, idosas\, mães? A Exposição Cidade Mulher discute esse tema para promover uma reflexão sobre o acesso\, a mobilidade e o direito das mulheres à cidade. \n\n\n\nA Exposição Cidade Mulher fica em cartaz no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, onde ocupa quatro salas com intervenções artísticas\, instalações e vídeos que abordam assuntos como a participação das mulheres no planejamento das cidades\, mobilidade urbana\, assédio e segurança no transporte público\, direito das mulheres a uma vida sem violência e à moradia digna\, entre outras pautas urgentes para construirmos cidades seguras e acessíveis para todas as pessoas. \n\n\n\n“As perspectivas das mulheres são fundamentais para pensarmos em cidades mais acessíveis\, inclusivas e sustentáveis. Diversas especialistas\, ativistas e artistas estão propondo soluções para nossas cidades\, e a Exposição Cidade Mulher busca visibilizar suas ações e intervenções urbanas\, que apontam caminhos para cidades melhores para todas as pessoas”\, afirmam Claudia Alencar\, Juliana Câmara e Leonardo Bungarten\, idealizadores e produtores da exposição. \n\n\n\nA exposição foi concebida coletivamente\, reunindo vozes dos campos da arquitetura e do urbanismo\, da comunicação\, da assistência social\, da educação\, da cultura e das artes. Com pesquisa de Renata Saavedra e colaboração de Clarisse Linke\, Giordana Moreira\, Hilda Gomes\, Rafaela Albergaria e Tainá de Paula\, a exposição reúne depoimentos da transativista Bárbara Aires\, de Carolina Santos do Coletivo Inclusivas\, da curadora de arte Isabel Portella\, de Val Munduruku\, do grupo Suraras do Tapajós\, e diversas outras ativistas e artistas. A exposição conta ainda com obras das fotógrafas Claudia Ferreira e Camila Kamillo e intervenções dos coletivos Deixa Ela em Paz\, Vem pra Luta Amada\, Facção Feminista Cineclube e AmoCrew. \n\n\n\nA programação de abertura\, no dia 16 de setembro\, contará com a participação da DJ Bieta\, artista multimídia que transita pelas batidas de raiz africana e música brasileira; Slam das Minas\, uma batalha poética em busca da potência artística das mulheres; e Baque Mulher\, movimento liderado pela Mestra Joana\, a primeira e única mulher a comandar o tradicional ritmo Maracatu de Baque Virado. \n\n\n\nMediada por mulheres\, a exposição é gratuita e está disponível para visitação de segunda a sábado\, das 10 às 18h\, até 16 de dezembro. A mostra conta com audiodescrição\, legendagem e tradução em Libras – a Língua Brasileira de Sinais. Haverá ainda oficinas de música\, dança e serigrafia\, sessões de cineclube e rodas de conversa ao longo da exposição\, em programação a ser divulgada em breve. \n\n\n\nCom idealização da Festum\, a exposição tem apoio da Lei de Incentivo à Cultura / Ministério da Cultura\, Prefeitura do Rio de Janeiro\, Secretaria Municipal de Cultura e Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica e patrocínio da Meta. A Exposição Cidade Mulher faz parte de uma plataforma sobre acessibilidade\, mobilidade e diversidade que inclui também as exposições Cidade Acessível e Cidade 60+.
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LOCATION:Centro Municipal Hélio Oiticica\, Rua Luís de Camões\, 68 - Praça Tiradentes - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Larguem minha fantasia" na ASFALTO Galeria
DESCRIPTION:A exposição faz referência ao carnaval de 1989 de Joãozinho Trinta na Beija-Flor de Nilópolis\, “Ratos e Urubus\, Larguem Minha Fantasia”. Na esteira do enredo subversivo da escola\, a exposição convida os espectadores a caminhar entre a multiplicidade de histórias presentes nas obras dos artistas\, reinterpretando o termo “fantasia” não apenas como vestimenta carnavalesca\,mas também como uma tecnologia política da imaginação. \n\n\n\nAlice Lara\, Asmahen Jaloul\, Bruno Lyfe\, Edu de Barros\, Daniel Barreto\, Ian Nes\, Juliana dos Santos\, Laryssa Machada\, Marcus Deusdededit\, Maria Amélia Vieira\, Retratistas do Morro\, Victor Fidelis e Victória Cribb compõem a exposição. A nova sede da ASFALTO está localizada na Rua Pedro Ernesto\, 43\, Gamboa\, Rio de Janeiro.
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SUMMARY:"Essas pessoas na sala de jantar" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Com curadoria de Raphael Fonseca\, a exposição Essas pessoas na sala de jantar reúne 12 jovens artistas visuais contemporâneos\, entre 17 de setembro e 19 de novembro na Casa Museu Eva Klabin\, em uma ocupação inédita com intervenções em todos os ambientes da casa\, incluindo jardim e fachada. Integrante do circuito oficial da 13ª edição da Feira de Arte do Rio de Janeiro (ArtRio 2023)\, o imóvel na Lagoa Rodrigo de Freitas será ocupado com obras em doze espaços. Desta interferência surgirá um diálogo trans-histórico com um dos mais importantes acervos de arte clássica do país\, composto por mais de duas mil peças de arte clássica\, quadros e esculturas\, situadas em cinco séculos – do Egito Antigo ao Impressionismo. \n\n\n\nRaphael Fonseca\, curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum e da 14ª Bienal do Mercosul (2024)\, convidou para a coletiva: Ana Cláudia Almeida\, Ana Hortides\, Andréa Hygino\, Arthur Chaves\, Felipe Rezende\, Jonas Arrabal\, Marcus Deusdedit\, Santiago Pooter\, Tadáskía\, Talles Lopes\, Tiago Sant’ana e Vitória Cribb. \n\n\n\nSão artistas nascidos em regiões vistas como periféricas\, seja em bairros do subúrbio do Rio de Janeiro ou nas periferias de cidades como Anápolis\, Belo Horizonte\, Cabo Frio\, Salvador e Santo Antônio de Jesus\, que trazem para suas pesquisas noções de lar\, história da arte\, ficção\, propriedade e cidadania\, numa produção de imagens que aponta para direções contrastantes\, mas dialógicas com os itens da coleção de arte de Eva Klabin. \n\n\n\n“Essas pessoas na sala de jantar é um projeto importante porque traz uma presença massiva de artistas que têm práticas que refletem seu lugar socioeconômico não privilegiado. Estamos falando de artistas que\, assim como eu\, vêm de uma classe trabalhadora e que\, diferentemente da própria história dessa residência na Lagoa\, não apontam para uma narrativa sobre as elites econômicas brasileiras\, mas\, sim\, para o pólo oposto: para os corpos que compõem aquelas massas tidas como anônimas”\, diz Raphael Fonseca.
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LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Ultranírico" de Felipa Queiroz na Asfalto
DESCRIPTION:Obra de Felipa Queiroz. Via @asfalto.asfalto\n\n\n\n\n\n\n\nA obra de Felipa Queiroz explora as possibilidades da pintura no campo instalativo\, con- cebendo a tela como um corpo\, em vez de uma janela. Chassis\, estruturas e materiais de qualidade industrial se apresentam em pé de igualdade com as imagens que preenchem as superfícies das telas. Dessa forma\, Felipa expande o plano narrativo de suas fantasias quiméricas ao “pintar-ocupar o espaço”. A artista desenvolve uma figuração que dialoga com mitologias e fábulas\, incorporando o humor como elemento que permeia as diver- sas camadas de sua obra\, enquanto o ornamento adiciona complexidade e densidade ao universo borrado de figuração e abstração que constrói. \nAo longo de sua trajetória\, Felipa participou e organizou diversas exposições coletivas\, como Resto/Ruído/Futura/Jogo no Memorial do Rio Grande do Sul\, Hora Grande na SP-Arte 2022\, Repângalo no LINHA e Iconocrise na Galeria Ista. Entre suas exposições individuais\, destacam-se macrodrama na Sala Branca\, Dinofilia no IEAVI\, Antropotrá- xico no LINHA\, Teoria da fumaça na Fundação Força e Luz (2021) e sua mais recente mostra\, Bocadelobo no espaço 25m. Atualmente\, continua com sua pesquisa em pintura contemporânea\, montagem expográfica e cultura visual no ateliê compartilhado e espaço expositivo Totó\, do qual é cofundadora.
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SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
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SUMMARY:"DISPONÍVEL" de Leandra Espírito no MAC Niterói
DESCRIPTION:Inaugurada no último dia 2 de setembro\, em comemoração aos 27 anos do Museu deArte Contemporânea de Niterói\, a obra DISPONÍVEL\, instalação de Leandra EspíritoSanto\, ocupa até o dia 26 de novembro a área externa do museu. \n\n\n\nInspirada nos letreiros presentes em diversos pontos turísticos e em grandesempreendimentos imobiliários\, a artista instala uma escultura de 10 metros de larguracom a palavra DISPONÍVEL diante do icônico edifício de Oscar Niemeyer. O projetoconta com texto crítico de Icaro Ferraz Vidal Jr. \n\n\n\nA obra investe nas ambiguidades que resultam do deslocamento da palavraDISPONÍVEL por diferentes contextos paisagísticos e arquitetônicos. Por um lado\, ainstalação evoca toda uma problemática relacionada às questões urbanas e àespeculação imobiliária; por outro\, literaliza a disponibilidade da instituição que acolheo trabalho em relação à artista e ao seu público. \n\n\n\n“Contemporaneamente\, assistimos à proliferação\, por todo o mundo\, de letreirosposicionados diante de pontos turísticos\, incrementando seus coeficientes deinstagramabilidade. Tal fenômeno pode ser lido à luz das mudanças nas relações entreos corpos e as cidades\, que passam a ser ostensivamente mediadas pelas telas decelulares e computadores e pelas plataformas de redes sociais”\, destaca Icaro FerrazVidal Jr.\, no texto crítico dedicado ao projeto. \n\n\n\nA produção recente de Leandra Espírito Santo é fortemente marcada pela apropriaçãode signos e imagens que mediam nossos corpos e subjetividades nas diferentesplataformas de rede social que frequentamos. Isso agrega mais um sentido à palavra monumentalizada pela artista: DISPONÍVEL também é uma configuração de status quepodemos associar a nossos avatares online quando podemos/queremos conversar.
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SUMMARY:"Tesouros Ancestrais do Peru" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Entre 11 de outubro e 29 de janeiro de 2024\, o visitante do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro poderá conferir a exposição Tesouros Ancestrais do Peru. As 162 peças apresentadas – em cerâmica\, cobre\, ouro\, prata e têxteis – permitem uma viagem pelas antigas civilizações andinas até a cristalização do Império Inca. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pela internet (bb.com.br/cultura). \n\n\n\nReconhecido como patrimônio pelo Ministério da Cultura do Peru\, o conjunto raro de objetos descobertos em diversas expedições arqueológicas pertence à Fundação Mujica Gallo e faz parte do catálogo do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo. Com curadoria de Patricia Arana e Rodolfo de Athayde\, a mostra é dividida em cinco blocos temáticos – Linha do tempo\, Mineração\, Divindades e Rituais\, Cerâmica e Têxteis e Colonização – e apresenta ao público um dos mais importantes acervos da história das civilizações. \n\n\n\n“A escolha dessa exposição no aniversário de 34 anos do CCBB Rio estimula um importante debate sobre a memória latino-americana e seus processos de colonização”\, afirma Sueli Voltarelli\, Gerente Geral do CCBB Rio de Janeiro. “É uma oportunidade tanto de conferir a complexidade de técnicas e saberes de civilizações que habitaram a região quanto de reconhecer o apagamento do legado desses povos em decorrência da ação de colonizadores”\, completa. \n\n\n\nApós a temporada na capital fluminense\, Tesouros Ancestrais do Peru segue para os Centros Culturais Banco do Brasil Belo Horizonte (21 de fevereiro a 6 de maio)\, Brasília (28 de maio a 11 de agosto) e São Paulo (4 de setembro a 26 de novembro). A exibição no Rio tem início com um debate entre os curadores e Camila Pérez Palacio Mujica\, diretora do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo\, em 12 de outubro\, às 15h. O patrocínio da mostra é do Banco do Brasil e da BB Asset Management. A organização é da Arte A Produções.
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LOCATION:CCBB\, 66 R. Primeiro de Março Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Abstrações" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:O Centro Cultural PGE-RJ e o Sesc RJ inauguram na quarta-feira (11/10) a exposição Abstrações\, com obras de 5 artistas mulheres: Fayga Ostrower\, Renina Katz\, Anna Letycia e Anna Maria Maiolino\, pertencentes ao acervo institucional do Sesc RJ\, e de Ana Cláudia Almeida\, artista convidada. \n\n\n\nEsta é a primeira mostra da parceria entre a Procuradoria Geral do Estado e o Serviço Social do Comércio\, celebrada em setembro com a instalação do Bristrô Sesc no antigo Convento do Carmo\, sede do Centro Cultural PGE-RJ. \n\n\n\n“Apresentamos aqui artistas mulheres que ampliam tal diretriz\, mostrando-nos que a dicotomia Geometria versus Informalismo foi produto de um discurso ancorado no império da razão\, não raro misógino\, no qual as mulheres permaneciam mal interpretadas pelas características supostamente ambíguas e subjetivas de seu desejo de gestualidade”\, afirma o texto curatorial.
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LOCATION:Centro Cultural PGE-RJ\, Rua do Carmo\, 27 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Começar pelo chão" de Bruno Cançado na Galeria Silvia Cintra + Box4
DESCRIPTION:No dia 19 de outubro será inaugurada Começar pelo chão\, a primeira exposição individual de Bruno Cançado na galeria. A mostra exibirá 10 trabalhos – 4 esculturas de chão\, 5 de parede\, uma fotografia e um site specific que ocupará uma lateral inteira do espaço expositivo. A mostra é um recorte da produção do artista de 2012 até os dias de hoje. \n\n\n\nAs obras apresentadas surgem muitas vezes das investigações do artista sobre os materiais e a forma como estes se comportam em determinadas situações\, ou seja\, quando o peso do concreto parece dissipar\, ao ser vergado junto com tábuas de madeira\, ou ainda no momento que um galho suporta um bloco de tijolo. Esse jogo criado pelo artista\, altera a percepção de quem observa\, dando a entender que estamos perante algo ilusório. Um outro aspecto importante é a relação que os trabalhos têm com a arquitetura\, o espaço construído. \n\n\n\nSão fragmentos de colunas\, vigas\, pedaços de parede\, que dialogam com o seu entorno\, como se estabelecesse um paralelo entre o fazer da escultura e o fazer da construção. Dessa forma\, o artista nos leva a refletir sobre como surgiram e o sentido que os materiais e as técnicas\, como o concreto e o chapisco\, são vistos na nossa cultura.
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LOCATION:Galeria Silvia Cintra + Box4\, Rua das Acácias\, 104 – Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Passeio Público" na Caixa Cultural
DESCRIPTION:O Passeio Público\, primeiro parque da cidade do Rio de Janeiro\, é o tema da exposição homônima que chega à Caixa Cultural Rio de Janeiro no dia 28 de outubro\, com curadoria de Carolina Rodrigues\, Daniela Name e Paula de Oliveira Camargo. \n\n\n\nA partir de suas memórias e imaginações\, o jardim projetado por Mestre Valentim no século XIX é abordado por obras inéditas de 18 artistas nacionais\, com linguagens\, trajetórias e origens diversas. \n\n\n\nOs participantes desenvolveram trabalhos para pensar\, a partir desse espaço\, a trajetória do país e seus múltiplos processos de ocupação urbana e de embates político-sociais. \n\n\n\nAbandono\, desigualdade social\, processos de “revitalização”\, exploração humana\, preconceitos\, tentativas de controle da natureza e até mesmo histórias de amor estão discutidas nas obras que ocupam duas galerias e em instalações e ações que acontecerão em pleno parque. \n\n\n\nParticipam da exposição Ana Kemper; André Vargas; Barbara Copque; Denilson Baniwa;  Diambe da Silva; Eloá Carvalho; Gabriel Haddad e Leonardo Bora; Gilson Plano; Ivan Grilo; Luana Aguiar; Mano Penalva; Mariana Maia; Moisés Patrício; Rafael Amorim; Raul Lea\, Ronald Duarte  e Zé Carlos Garcia.
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LOCATION:Caixa Cultural Rio de Janeiro\, R. do Passeio\, 38 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Labirinto Particular" de Raimundo Rodriguez no Sesc Copacabana
DESCRIPTION:É em seu ateliê\, com mais de mil metros quadrados\, localizado em Nova Iguaçu\, na Baixada Fluminense\, que o artista visual Raimundo Rodriguez passa cerca de 12 horas por dia dando novos significados a materiais encontrados. Latas de tinta\, retalhos de tecidos\, vidros vazios de perfume\, sobras de madeira\, fotografias\, brinquedos e bilhetes antigos\, nada escapa ao seu olhar minucioso\, que devolve os objetos ao mundo em forma de arte. \n\n\n\nTodos os detalhes desse processo artístico tão pessoal chamaram a atenção da curadora Sonia Salcedo del Castillo\, que selecionou um pequeno recorte das quatro décadas de trabalho de Raimundo Rodriguez para a exposição Labirinto Particular\, em cartaz de 27 de outubro a 28 de janeiro de 2024\, na Galeria Sesc Copacabana. A mostra reúne cerca de 20 obras entre esculturas\, instalações\, assemblages\, pinturas e painéis de sete séries produzidas pelo artista no período de 2011 a 2023. \n\n\n\n“Essa exposição é realmente parte da minha história\, da minha memória e dos meus sentimentos. Meu ateliê é um labirinto\, com todo o tipo de material que pode existir. Meus trabalhos não têm fim. Volto\, revisito\, estão sempre em movimento”\, conta o artista visual. A grande inspiração de Raimundo vem da arte popular brasileira\, do neodadaísmo\, dadaísmo\, neorrealismo e da pop art. Produzida pela Modernistas Produções\, a mostra “Labirinto Particular” foi selecionada através do Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2022/2023. \n\n\n\nNuma montagem enxuta\, a primeira série que o público vai conferir é “Heróis e Vilões”. Totalmente em preto e branco\, os trabalhos são interferências de seres abissais feitas pelo artista em plotter de histórias em quadrinho guardados desde 2011. A série “#papelariatemtudo” é uma espécie de diário\, com todo o tipo de papel que faz parte da vida de Raimundo\, de rabiscos e anotações de reuniões a fotos antigas e recados de alunos. \n\n\n\n“Acredito na sacralidade dos objetos. Tenho todo tipo de papel que um acumulador guarda e não me permito perder nada. Tudo isso é parte do meu trabalho\, da minha história”\, conta Rodriguez. “Cubos Latifúndios” e “Esculturas Planas”\, feitas de tampas de latas de tintas\, são objetos que estarão expostos sobre mesas para\, intencionalmente\, serem manipulados pelos visitantes\, numa clara alusão à obra “Bichos”\, de Ligia Clark. \n\n\n\nCom mais de 2 metros\, a instalação da série “Coisário” traz elementos encontrados nas ruas ou doados por amigos e parentes\, como embalagens\, brinquedos e tampas de garrafas\, entre outros. “Ao mesmo tempo que nos deparamos com objetos oriundos de extremo acúmulo de materiais\, vislumbramos outros de simplicidade extraordinária. Na produção de Raimundo há uma verve pop que corre junto com a outra minimalista”\, explica a curadora. \n\n\n\nAté mesmo vidros alvejados por tiros ou pedras\, recolhidos na estação de trem de Deodoro\, e expostos por anos ao tempo\, ganham espaço na série inédita “Fé Inabalável”. Já “Latifúndios”\, a série mais antiga do artista\, é toda feita por latas de tintas usadas por Raimundo em suas pinturas de murais de rua\, na década de 1990. O material também serviu para compor todo o cenário da novela “Pedacinho de Chão” (2016)\, da TV Globo. “Nunca paro. Sempre estou descobrindo novidades neste trabalho. Com as sobras vou cortando\, fazendo coisas menores\, detalhes”\, resume o artista.
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SUMMARY:"Labirinto Particular" de Raimundo Rodriguez no Sesc Copacabana
DESCRIPTION:É em seu ateliê\, com mais de mil metros quadrados\, localizado em Nova Iguaçu\, na Baixada Fluminense\, que o artista visual Raimundo Rodriguez passa cerca de 12 horas por dia dando novos significados a materiais encontrados. Latas de tinta\, retalhos de tecidos\, vidros vazios de perfume\, sobras de madeira\, fotografias\, brinquedos e bilhetes antigos\, nada escapa ao seu olhar minucioso\, que devolve os objetos ao mundo em forma de arte. \n\n\n\nTodos os detalhes desse processo artístico tão pessoal chamaram a atenção da curadora Sonia Salcedo del Castillo\, que selecionou um pequeno recorte das quatro décadas de trabalho de Raimundo Rodriguez para a exposição Labirinto Particular\, em cartaz de 27 de outubro a 28 de janeiro de 2024\, na Galeria Sesc Copacabana. A mostra reúne cerca de 20 obras entre esculturas\, instalações\, assemblages\, pinturas e painéis de sete séries produzidas pelo artista no período de 2011 a 2023. \n\n\n\n“Essa exposição é realmente parte da minha história\, da minha memória e dos meus sentimentos. Meu ateliê é um labirinto\, com todo o tipo de material que pode existir. Meus trabalhos não têm fim. Volto\, revisito\, estão sempre em movimento”\, conta o artista visual. A grande inspiração de Raimundo vem da arte popular brasileira\, do neodadaísmo\, dadaísmo\, neorrealismo e da pop art. Produzida pela Modernistas Produções\, a mostra “Labirinto Particular” foi selecionada através do Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2022/2023. \n\n\n\nNuma montagem enxuta\, a primeira série que o público vai conferir é “Heróis e Vilões”. Totalmente em preto e branco\, os trabalhos são interferências de seres abissais feitas pelo artista em plotter de histórias em quadrinho guardados desde 2011. A série “#papelariatemtudo” é uma espécie de diário\, com todo o tipo de papel que faz parte da vida de Raimundo\, de rabiscos e anotações de reuniões a fotos antigas e recados de alunos. \n\n\n\n“Acredito na sacralidade dos objetos. Tenho todo tipo de papel que um acumulador guarda e não me permito perder nada. Tudo isso é parte do meu trabalho\, da minha história”\, conta Rodriguez. “Cubos Latifúndios” e “Esculturas Planas”\, feitas de tampas de latas de tintas\, são objetos que estarão expostos sobre mesas para\, intencionalmente\, serem manipulados pelos visitantes\, numa clara alusão à obra “Bichos”\, de Ligia Clark. \n\n\n\nCom mais de 2 metros\, a instalação da série “Coisário” traz elementos encontrados nas ruas ou doados por amigos e parentes\, como embalagens\, brinquedos e tampas de garrafas\, entre outros. “Ao mesmo tempo que nos deparamos com objetos oriundos de extremo acúmulo de materiais\, vislumbramos outros de simplicidade extraordinária. Na produção de Raimundo há uma verve pop que corre junto com a outra minimalista”\, explica a curadora. \n\n\n\nAté mesmo vidros alvejados por tiros ou pedras\, recolhidos na estação de trem de Deodoro\, e expostos por anos ao tempo\, ganham espaço na série inédita “Fé Inabalável”. Já “Latifúndios”\, a série mais antiga do artista\, é toda feita por latas de tintas usadas por Raimundo em suas pinturas de murais de rua\, na década de 1990. O material também serviu para compor todo o cenário da novela “Pedacinho de Chão” (2016)\, da TV Globo. “Nunca paro. Sempre estou descobrindo novidades neste trabalho. Com as sobras vou cortando\, fazendo coisas menores\, detalhes”\, resume o artista.
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SUMMARY:"Transeunte" de André Baía no Centro Cultural Justiça Federal
DESCRIPTION:A produção recente de André Baía\, artista visual paulistano radicado em Curitiba\, chega ao Rio no dia 28 de outubro e ocupa a galeria do 1º andar do Centro Cultural Justiça Federal\, no centro da cidade. Intitulada Transeunte\, a exposição reflete o trânsito do artista por diferentes culturas e aponta para questões relacionadas às influências simbólicas que marcam a cultura visual brasileira. Em ambiente instalativo\, a curadoria de Alexandre Sá reúne 17 pinturas de três séries distintas e um único objeto.   \n\n\n\nDe acordo com o curador\, o fio condutor que une as séries apresentadas é pautado pela exploração do universo pictórico e pela influência que a pintura europeia teve na construção de todo um repertório semiótico dentro da cultura visual ocidental\, bem como na cultura popular. \n\n\n\nAndré Baía vem desenvolvendo seus trabalhos por mais de cinco anos em ritmo intenso de conceituação\, pesquisa e produção\, com interesse nas relações entre as culturas pop e visual\, considerando a lógica simbólica da História da Arte dentro de um imaginário nacional e internacional. \n\n\n\nA produção recente do artista ecoa a atual paisagem cultural brasileira\, uma mistura de referências com raízes históricas que funcionam como um disparador criativo para ele. Vem daí a apropriação\, expressa nas telas\, que repensa a tradição pictórica e a contrapõe com o universo pop\, compondo uma espécie de plataforma de reflexão crítica. \n\n\n\nO conjunto de obras exibido revisita o arranjo iconográfico que compõe as cédulas do papel-moeda brasileiro e se apropria da fotografia vernacular típica das redes sociais\, incorporando elementos da cultura pop\, da história da arte e da pintura. Outro elemento evocado pelas pinturas de Baía são as entidades associadas ao sincretismo religioso da Umbanda\, com a qual o artista tem profunda ligação. \n\n\n\n“As séries apresentadas conjugam seus vetores mais pungentes para tecer comentários sobre a cultura afro-brasileira e o universo intransponível da sociedade de consumo”\, analisa Alexandre. \n\n\n\n“O colonialismo e o imperialismo cultural estão intrinsecamente ligados ao consumo\, sobretudo o das imagens. A violência inerente à produção pode ser vista como uma metáfora que simboliza a desconstrução de um legado eurocêntrico”\, reflete André. O artista afirma ainda que questionar o significado de elementos figurativos é sua intenção principal nas séries que vem produzindo. \n\n\n\n“A obra de Baía promove um comentário abrangente sobre a diversidade social\, racial e econômica que nos erige como país atualmente\, reforçando a possibilidade de existência democrática dentro de uma sociedade múltipla como a brasileira”\, conclui o curador.  \n\n\n\nDurante a temporada\, serão realizadas visitas públicas mediadas e uma mesa redonda com participação do artista e do curador.
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SUMMARY:"Narrativas em Processo: Livros de Artista na Coleção Itaú Cultural" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Narrativas em Processo: Livros de Artista na Coleção Itaú Cultural\, também disponível virtualmente em livrosdeartista.itaucultural.org.br\, chega ao Rio de Janeiro\, sétima cidade de sua itinerância pelo Brasil\, com cinco novas peças\, recém-adquiridas. Em cartaz de 28 de outubro de 2023 e 21 de janeiro de 2024\, no Museu de Arte do Rio – MAR\, a mostra percorre mais de 80 anos desse tipo de produção no cenário brasileiro\, sendo também composta por obras da instituição carioca. Assim\, somando 134 itens de 99 artistas\, uma coleção alimenta-se da outra\, preenchendo vazios e formando uma rede robusta\, em um diálogo entre acervos. \n\n\n\nFelipe Scovino assina a curadoria da Coleção Itaú Cultural\, concentrada nos artistas brasileiros\, particularmente na transição entre o moderno e o contemporâneo. Entre as novidades estão Aberto pela aduana\, de Eustáquio Neves\, projeto selecionado pelo Rumos Itaú Cultural 2019-2020; Anotações Visuais\, de Dalton Paula; Búfala e Senhora das Plantas\, de Rosana Paulino; …Umas\, de Lenora de Barros; e Reprodutor\, de Rochelle Costi. \n\n\n\nPor sua vez\, com curadoria de Júlio Martins a coleção de livros de artista do MAR se foca em produções brasileiras recentes com interesses em recortes de racialidade\, ancestralidade\, gênero e território\, além de apresentar caráter internacional. Há\, por exemplo\, revistas editadas pelo coletivo feminista Guerrilla Girls\, que reescreve a história da arte nesse suporte acessível e direto. \n\n\n\nAs 55 obras do Itaú Cultural estão distribuídas em cinco eixos: Rasuras\, Paisagens\, Álbuns de Gravura\, Uma Escrita em Branco e Livros-objetos. As do MAR somam 72 agrupadas em três: Outros começos\, Livro de carne e No vazio do mundo. Entenda cada um deles abaixo. \n\n\n\nA exposição contará com programação paralela composta por duas mesas de debates: uma no dia 30 de novembro\, com participação da artista Rosângela Rennó\, e outra no dia 19 de dezembro\, com Yhuri Cruz\, também artista integrante da mostra. A curadoria das duas instituições também estará presente nos bate-papos sobre a produção artística e as obras de ambos os artistas.
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SUMMARY:"Ònà Irin: Caminho de Ferro" de Nádia Taquary no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A artista baiana Nádia Taquary inaugura sua primeira exposição individual no Museu de Arte do Rio (MAR) com a mostra Ònà Irin: Caminho de Ferro\, que se concentra na joalheria afro-brasileira e na ancestralidade. A exposição apresenta esculturas\, objetos-esculturas\, instalações e videoinstalações que exploram as jóias de crioulas\, tradições nagô e yorubá\, e elementos de transformação. A exposição reflete a missão do MAR em promover a arte contemporânea brasileira produzida por mulheres. Nádia Taquary é conhecida por sua pesquisa sobre a cultura afro-brasileira e já participou de exposições nacionais e internacionais. A exposição é curada pelo artista e curador Ayrson Heráclito e pela equipe do MAR.
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SUMMARY:"Paisagem sem dono" de Geraldo Marcolini na Galeria Cassia Bomeny
DESCRIPTION:Curada por Christiane Laclau\, a individual Paisagem sem dono reúne telas de duas séries que\, apesar de distintas na técnica e no resultado estético\, abordam a temática da paisagem marcada pela ausência do sujeito. O título da mostra remete a uma questão política relacionada à paisagem contemporânea. “Se pensarmos no termo em inglês\, landscape é um pedaço de terra\, um lugar físico. E\, hoje\, todos os metros quadrados da Terra são propriedade privada ou pública. Por outro lado\, a paisagem será sempre sem dono porque é caracterizada pela visão subjetiva de cada indivíduo – e também do artista”\, reflete Marcolini.
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SUMMARY:"Sala de espera" de Vijai Maia Patchineelam na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:No dia 9 de novembro a Cavalo apresenta Sala de espera\, a segunda individual de VijaiMaia Patchineelam no espaço da galeria\, em Botafogo. A exposição reunirá obras querepresentam um ciclo de dez anos de prática e pesquisa do artista. Durante essa década\, Vijaibuscou investigar o posicionamento de artistas dentro da divisão administrativa deInstituições de Arte e experimentar o potencial das atividades ali desenvolvidas. Em busca demudanças estruturais\, a pesquisa defendia a vinculação de artistas como parte integral\, eremunerada\, no funcionamento e planejamento de museus\, fundações\, espaços culturais\,coleções\, entre outros. \n\n\n\nEm 2013\, Vijai transformou seu ateliê individual em uma cozinha coletiva e informal acontragosto da diretoria da Jan van Eyck Academie\, Países Baixos. A criação da cozinhainformal teve como intenção criar um espaço de trocas entre artistas\, curadores\, designersalém de orientadores e demais funcionários. No ano anterior\, a Academia havia passado poruma renovação que retirara a cantina\, que funcionava também de cozinha coletiva fora dohorário comercial\, e no seu lugar colocou um Restaurante Café aberto ao público. Asnegociações junto à diretoria para manter a cozinha informal aberta acabou por motivar Vijaia transformar essa experiência em um doutorado prático-teórico. Concluído ano passado\, odoutorado resultou na publicação do livro The Artist Job Description\, for the Employment ofthe Artist\, as an Artist\, Inside the Art Institution (2020). \n\n\n\nJá no Brasil\, a pesquisa de Vijai se desenvolveu através da colaboração com o InstitutoMoreira Salles que resultou no fotolivro Samba Shiva: as fotografias de Sambasiva RaoPatchineelam (2017). O foto-livro apresenta as fotografias tiradas pelo geólogo Sambasiva\,pai de Vijai\, que retratou sua migração da Índia ao Brasil\, via Europa\, entre o final da décadade 60 ao início da década de 80. Em paralelo a sua história de família\, o trabalho editorial deVijai junto ao IMS buscou uma reflexão sobre a relação entre artista e instituição através doquestionamento de conceitos como de autoria e legitimação institucional. Reflexão queculminou em discussões produtivas em relação a aspectos contratuais e autoria artísticacompartilhadas.
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LOCATION:Galeria Cavalo\, Rua Sorocaba\, 51 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Rubem Valentim (1922-1991) – Sagrada Geometria" na Pinakotheke Cultural
DESCRIPTION:A Pinakotheke Cultural\, no Rio de Janeiro\, tem o prazer de convidar o público para exposição Rubem Valentim (1922-1991) – Sagrada Geometria\, de 13 de novembro a 16 de dezembro de 2023\, com entrada gratuita. A curadoria é de Max Perlingeiro\, e consultoria de Bené Fonteles\, artista plástico\, poeta e amigo mais próximo de Rubem Valentim\, e que o acompanhou por duas décadas\, até sua morte. \n\n\n\nA exposição celebra este extraordinário artista\, nascido em Salvador\, em 9 de novembro de 1922\, e falecido em São Paulo\, em 30 de janeiro de 1991\, que fez do sagrado sua vida e obra\, “representante genuíno da arte afro-descendente no país\, e dono de um dom único em mesclar arte\, religião e todo o sincretismo que vive a nossa cultura”\, afirma Max Perlingeiro. \n\n\n\nA exposição reúne perto de 75 obras\, em pinturas e desenhos\, e ainda seus “objetos”\, com pintura sobre madeira\, e um ensaio fotográfico de Christian Cravo\, dedicado ao celebrado conjunto com 20 esculturas e 10 relevos brancos chamado “Templo de Oxalá”. Este conjunto\, feito por Rubem Valentim em 1974\, e pertencente ao Museu de Arte Moderna da Bahia\, em Salvador\, é um dos destaques da 35ª Bienal de São Paulo. \n\n\n\nA Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) elegeu Rubem Valentim – Sagrada Geometria como a melhor retrospectiva de 2022\, quando foi realizada na Pinakotheke\, em São Paulo.
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SUMMARY:"Ana Durães – Diálogos da Paisagem" na Casa de Petrópolis
DESCRIPTION:Quem conhece a artista Ana Durães sabe que a delicadeza rege sua vida e sua arte intrinsicamente\, assim como sua conexão com a natureza. Isso está perceptível\, pulsando\, na exposição Ana Durães – Diálogos da Paisagem\, que abre para visitação a partir do dia 11 de novembro\, na lendária Casa de Petrópolis\, sob curadoria de Monica Xexéo. A individual é realizada pela Galeria Patricia Costa\, que a representa\, e reúne trabalhos desenvolvidos nos últimos três anos em seu ateliê no Vale das Videiras\, cidade serrana fluminense\, a partir do jardim projetado pelo botânico e paisagista francês Auguste François Marie Glaziou (Lannion\, França\, 1828-Bordeaux\, França\, 1906)\, para a residência do empresário José Tavares Guerra (1861-1907)\, bisavô de Luiz Aquila\, um dos herdeiros do icônico casarão do século XIX. Atualmente\, abriga a Casa de Petrópolis – Instituto de Cultura\, reconhecida por seus inovadores projetos de inclusão e acessibilidade da arte contemporânea brasileira. Com esta exposição\, Luiz Aquila encerra sua gestão “com chave de ouro”\, como ele mesmo frisa\, no espaço cultural. No ano que vem\, em fevereiro\, está programada uma roda de conversa finalizando esta etapa. \n\n\n\n“A obra de Ana Durães é um dos mais belos exemplos contemporâneos da pintura de paisagem\, gênero cultivado ao longo da história da arte por artistas brasileiros e estrangeiros. Com sólida e erudita formação\, retrata com escrita própria\, em muitos dos seus trabalhos\, as suas investigações de botânica e sua preocupação com a preservação da natureza”\, afirma a curadora. \n\n\n\nA coloração das sapucaias com suas variações do bordô ao rosa\, misturadas ao verde\, impressionou Ana ao chegar um dia na cidade. Estarão expostas obras inéditas em tinta a óleo de grandes formatos\, além de outras impressas em fine art  em papel de bambu e hemp – resultado\, segundo ela\, de uma pesquisa em que fotografa a natureza reproduzindo como uma “paisagem inventada” de sua janela no período em que permaneceu reclusa na serra.  “Desde que o Aquila me convidou para fazer essa exposição fiquei muito feliz e honrada; Petrópolis tem uma representação muito importante na minha vida\, principalmente nos últimos tempos. A ideia do ateliê no Vale das Videiras\, que mantenho há mais de 10 anos\, foi justamente a de ter um lugar onde eu pudesse pintar dentro da paisagem”.  Fui muito bem acolhida pela cidade e posso dizer que a delicadeza das pessoas do lugar foi o fator primordial para mim”\, diz Ana Durães. “Se eu puder levar para alguma pessoa um sopro de beleza\, um respiro\, é o que me proponho a fazer”\, resume. \n\n\n\nNatural de Diamantina\, Minas Gerais\, Ana Durães iniciou a sua formação artística na tradicional Escola Guignard\, em Belo Horizonte\, criada em 1943 e\, hoje\, vinculada a Universidade do Estado de Minas Gerais. Na década de 1980\, mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro\, onde cursou a Escola de Belas Artes\, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Hoje\, a artista se divide entre Petrópolis e Lisboa\, onde mantém outra residência e contatos profissionais e afetivos.
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SUMMARY:"Miguel Afa — Em construção" no Instituto Inclusartiz
DESCRIPTION:No dia 11 de novembro\, o Centro Cultural Inclusartiz abre ao público sua nova exposição: Miguel Afa — Em construção. Sob a curadoria de Victor Gorgulho\, curador-chefe da instituição\, a mostra individual irá ocupar o espaço expositivo do primeiro andar até fevereiro de 2024 com um recorte de cerca de 20 pinturas da produção recente do artista Miguel Afa (Rio de Janeiro\, 1987) — incluindo trabalhos inéditos — voltados para a sua pesquisa em relação ao uso da cor. \n\n\n\nNorteada pelo tempo de maturação que um artista leva para entender e identificar em sua obra aquilo que é reincidente e realmente importante em seu repertório poético\, visual e temático\, a curadoria desta exposição chama atenção para uma produção artística em processo\, em transformação. Nome proeminente do cenário carioca da arte contemporânea\, Miguel Afa nasceu no Complexo do Alemão\, Zona Norte da cidade\, e iniciou sua carreira como grafiteiro nos anos 2000. Desde 2019\, vem se dedicando à pintura e explorando suas inúmeras nuances em paletas que transitam entre tons de marrom\, bege\, terra\, preto e suas muitas variações. \n\n\n\n“Nesta exposição\, temos a chance de presenciar a obra de Afa em construção diante de nossos olhos\, nos convidando a contemplar o momento atual em que esta se encontra\, já distante dos experimentos iniciais em grafite que ocuparam o início de sua carreira\, e ainda afastada do que está por vir. E que nem o artista e tampouco nós podemos atestar o que será”\, conta Victor Gorgulho. \n\n\n\nO trabalho de Miguel Afa reside no reino figurativo\, reconstruindo meticulosamente memórias\, tecendo fios enigmáticos do inconsciente com elementos tangíveis da realidade. Este processo o permite criar narrativas profundamente alinhadas com a sua visão artística. Com o tempo\, esta jornada em evolução transformou-se numa exploração matizada da cor. Como colorista\, descobriu sua autêntica identidade artística. \n\n\n\nA construção\, presente no título da mostra\, realizada em parceria com a galeria NONADA (representante do artista)\, evidencia-se também na aparição recorrente de casas e construções nas pinturas presentes na exposição — ora em estágio intermediário de seu erguimento\, ora em estágio similar às ruínas daquilo que já foi uma casa —\, a exemplo da tela de larga escala “O tremor e o terroso” (2023). Trabalhos inéditos da série “Moonlight” (2023)\, baseadas em frames do filme homônimo de Barry Jenkins lançado em 2016\, também estão presentes nesta individual. \n\n\n\n“É difícil pensar em resumir em poucas palavras a reunião destas obras. Ao mesmo tempo que há certos hiatos temporais entre elas\, elas também se encontram em tempos diferentes\, em um cruzamento que eu vejo que é muito forte. Eu também consigo perceber a maturidade que vai crescendo de uma pintura para outra. É como se as pinturas ficassem provocando a si mesmas\, umas às outras. Acho que aqui\, vendo este recorte apresentado pela curadoria\, percebo que estou propondo uma visualidade muito nova dentro do meu trabalho”\, conclui Afa.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/miguel-afa-em-construcao-no-instituto-inclusartiz/
LOCATION:Instituto Inclusartiz\, Rua Sacadura Cabral\, 333 - Gamboa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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