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SUMMARY:"ÀMÌ: Signos Ancestrais" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:ÀMÌ\, palavra que designa “signo” e “símbolo” na língua yorubá. Trazidos da África para o Brasil no século XIX\, o povo de origem nagô\, antes residente abaixo do deserto do Saara\, possuía uma riqueza de ritos\, cultos\, pensamento matemático que acabaram sendo incorporados ao Brasil como partícipes da cultura nacional. Tornou-se corriqueiro\, desde então\, vermos e identificarmos cores e formas sobreviventes da diáspora que se associam aos cultos de matrizes africanas. O preto e o vermelho de Exú\, o amarelo-ouro de Oxum\, o vermelho e o branco de Xangô\, e o branco de Oxalá. Na arte brasileira\, a aceitação de tais signos yorubás custou a acontecer. O século XX teve um grande influxo de pesquisas sobre a realidade nacional\, que resultou em pensamentos e programas de um modernismo ao qual podemos adjetivar de “identitário”. A cultura popular passou a interessar\, as cores tropicais foram protagonizadas; no paisagismo\, passamos a valorizar a vegetação nativa\, comum. E\, com isso\, uma elite intelectual passa a se apropriar de culturas diaspóricas afroindígenas\, às quais os artistas não pertenciam. \n\n\n\nA exposição ÀMÌ: signos ancestrais parte de outro viés. Estimulados pela obra de Emanoel Araújo\, constante da Coleção Arte Sesc\, percebemos um jogo dual que o grande artista nos propunha. Por um lado\, a geometrização abstrata\, formal; por outro\, cores que se relacionam aos cultos afro-brasileiros. Decidimos\, então\, seguir esta rota\, perguntar ao presente sobre o legado deixado por Araújo nas criações mais recentes. Convidamos ao diálogo dois artistas de jovem produção: Guilhermina Augusti e Raphael Cruz. Associar cor e forma aos signos ancestrais é atentar para um complexo pensamento que ora coaduna o poder e a potência das divindades a gestos significativos\, ora simplifica e essencializa imagens da natureza. Assim\, é apresentada uma trama prenhe de significados transpassada por criações diversas de artistas que\, hoje\, assumem um lugar de representação e representatividade.
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SUMMARY:O MAM Rio celebra seus 75 anos
DESCRIPTION:A exposição museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas propõe um exercício de memória no 75º aniversário do museu: um ato de olhar para o passado\, para o que já foi feito e as coisas que aqui aconteceram\, como convite para pensar o que o MAM Rio pode ser hoje e no futuro.  Focando nas primeiras três décadas de sua história\, a exposição apresenta cinco áreas que ancoram as ações do MAM Rio\, e um evento que marcou seu curso. Educação\, design\, cinema\, o experimental e os movimentos de criação artística que atravessaram a existência do museu são os campos de atuação escolhidos\, os quais cimentam a relevância de uma instituição intimamente ligada às dinâmicas da cidade. Como evento\, o incêndio ocorrido em 1978 no museu representa um momento de mudanças caracterizado pelo engajamento coletivo de profissionais da cultura e da população\, e pela revisão institucional.  Em cada um desses eixos\, obras do acervo do MAM Rio são apresentadas junto com documentos provenientes\, em sua maior parte\, dos arquivos do museu\, escrevendo histórias por meio de objetos\, imagens e impressos. A exposição reúne grandes nomes do acervo do MAM Rio para pontuar os momentos em que o museu foi espaço de experimentação\, produção de pensamento e fazer artístico: Abraham Palatnik\, Alberto Giacometti\, Anita Malfatti\, Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Antonio Dias\, Candido Portinari\, Carlos Vergara\, Carlos Zilio\, Cildo Meireles\, Constantin Brancuși\, Fayga Ostrower\, Hélio Oiticica\, Ivan Serpa\, Lygia Clark\, Lygia Pape\, Max Bill\, Nelson Leirner\, Rubens Gerchman\, Tunga e Willys de Castro\, dentre 93 nomes da arte brasileira e internacional.
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SUMMARY:Instalação inédita "Cosmococa 5 Hendrix War" no Centro Municipal Hélio Oiticica
DESCRIPTION:O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, em colaboração com o Projeto Hélio Oiticica apesenta a instalação inédita Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê)\, da icônica obra Cosmococa – Programa in Progress\, criada em 1973 por Hélio Oiticica (1937-1980) e o cineasta Neville D’Almeida (1941). O Programa in Progress abrange vários desdobramentos – livro\, fotografias\, cartazes\, instalações públicas e domésticas\, como a Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê). A obra é a única\, das seis criadas especialmente para residências\, que nunca havia sido mostrada em público. Foi criada em homenagem a Jimi Hendrix (1942-1970)\, e elaborada para ser instalada em um espaço residencial\, privado\, com projetores nos diversos cômodos da casa. Para a exposição no CMAHO\, foi montado um apartamento\, com mobília\, e obras de outros artistas\, como Alexandre Murucci\, Anna Costa e Silva\, Elmo Martins\,Julianne Chaves\, Lígia Teixeira\, Paulo Jorge Gonçalves e Rita Chaves. A exposição da “CC5” faz parte do tour mundial que durará um ano\, em celebração aos 50 anos da criação da emblemática série Cosmococas. O tour foi iniciado no dia em 13 de março de 2023\, na EAV Parque Lage\, no Rio de Janeiro\, quando foi mostrada a Cosmococa 4 Nocagions. Em seguida\, em 18 de março\, durante a SP-Arte\, a CC4\, em versão privê\, integrou a mostra Hélio Oiticica: Mundo-Labirinto\, na Vila Modernista\, nos Jardins\, em São Paulo\, com projeto arquitetônico de Flávio de Carvalho. Depois\, haverá a exibição da Cosmococa 5 Hendrix War e da CC2 Onobject\, na Lisson Galery\, em Nova York; CC2 Onobject e CC3 Maileryn (versões domésticas)\, na Hunter College\, em Nova York; e ainda no The Mistake Room\, em Los Angeles\, EUA; e Carcará Photo Arte\, em São Paulo. A exposição integra o programa Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, que seleciona diferentes ações\, que vão de performances a aulas de diferentes artistas\, pensadores\, professores\, entre outros profissionais\, relacionadas à obra de Hélio Oiticica.
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LOCATION:Centro Municipal Hélio Oiticica\, Rua Luís de Camões\, 68 - Praça Tiradentes - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros é dedicada à trajetória e à produção literária da autora mineira que se tornou internacionalmente conhecida com a publicação de seu livro Quarto de despejo\, em agosto de 1960. Inicialmente concebida para o IMS Paulista e com passagens por outras cidades\, a exposição continua sua itinerância em uma versão ampliada em parceria com o Museu de Arte do Rio. O objetivo central da mostra é apresentar sua produção autoral que incluiu a publicação\, em vida\, de outras obras. Além disso\, a exposição destaca as incursões da autora em outras formas de expressão\, como a composição musical\, o canto e a arte circense. Carolina\, uma intérprete essencial para compreender a história do Brasil\, é apresentada como uma multiartista e tem um papel particularmente significativo para a história da população negra brasileira. Nascida em 1914 em Sacramento\, Minas Gerais\, e falecida em 1977 em São Paulo\, Carolina Maria de Jesus explorou diversos gêneros literários\, incluindo romance\, poesia\, teatro\, provérbios\, autobiografia e contos. No entanto\, é mais conhecida por seus diários\, que resultaram em seu livro mais famoso\, Quarto de Despejo. O sucesso desse livro pode ser medido pela sua tradução imediata para 13 línguas. O acervo de Literatura do Instituto Moreira Salles conta com dois manuscritos inéditos de Carolina Maria de Jesus\, intitulados Um Brasil para os brasileiros\, e seu disco com composições próprias\, também chamado Quarto de Despejo. Esses elementos foram o ponto de partida para a elaboração da exposição pelo IMS. Com curadoria do antropólogo Hélio Menezes e da historiadora Raquel Barreto\, e pesquisa literária realizada pela doutora em letras Fernanda Miranda\, a exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros busca destacar a grandeza da escritora e apresentá-la como convém: mulher negra e artista emancipada\, símbolo de resistência e de luta política e cultural para o país. A parceria com o Museu de Arte do Rio acontece no momento em que a sede do IMS na cidade está fechada para obras.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Exposição "MAM Rio: origem e construção"
DESCRIPTION:MAM Rio: origem e construção apresenta o processo de constituição do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, começando com sua concepção e concluindo na inauguração de sua sede definitiva\, no Parque do Flamengo. Uma seleção de aproximadamente 160 documentos mostra as ideias e intenções que deram forma ao museu\, as pessoas que contribuíram ou acompanharam sua criação\, e o desenho e construção de seu icônico prédio\, concebido pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy e executado junto à engenheira e urbanista Carmen Portinho entre 1954 e 1967. A exposição complementa a mostra museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas\, em cartaz desde maio no museu. Compartilhar esses processos\, no ano em que o MAM Rio celebra seu 75º aniversário\, tem como objetivo incitar uma reflexão sobre as instituições culturais e explorar de que maneira suas funções respondem a lugares e momentos\, com mudanças ao longo do tempo. Os documentos do arquivo do museu\, com contribuições dos Museus Castro Maya\, ocupam mesas que servem tanto como espaço para encontros e oficinas quanto área de leitura e consulta às publicações\, ou mesmo para o descanso do público. Os livros que integram a exposição são cópias de títulos da biblioteca do museu sobre aspectos e desenvolvimentos relacionados ao MAM Rio e sua história. A mostra será acompanhada por oficinas\, ciclos de palestras e laboratório de leituras.
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SUMMARY:"Sai-Fai: Ficção Científica à Brasileira" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Inspirados por movimentos como o afrofuturismo e o futurismo indígena\, 19 autores de todo o Brasil deram vida a realidades alternativas\, utopias\, distopias e aventuras fantásticas. Esses contos foram cuidadosamente ilustrados por dez talentosos artistas visuais e transformados em um livro digital\, disponível para apreciação no espaço expositivo. Na exposição\, a magia ganha vida através das ilustrações elaboradas por dez talentosos artistas visuais\, que\, juntamente com os textos\, foram transformados em um livro digital publicado pelo Museu do Amanhã. Além disso\, a experiência imersiva da mostra incorpora uma narrativa sonora\, uma videoarte e a emocionante experiência de realidade aumentada chamada Herança\, desenvolvida pelo coletivo 2050. Ao adentrar o espaço imersivo de Sai-Fai\, os visitantes são convidados a se transformarem em leitores ativos\, onde a imaginação é a tecnologia sensível e a arte é uma ferramenta poderosa que desafia a percepção da realidade\, transportando-nos para outros mundos. Essa exposição é uma convergência entre literatura e artes visuais\, apresentando trechos dos contos escritos durante a oficina\, com ilustrações de artistas de estilos distintos. Som\, imagem e palavra se fundem\, convidando-nos a questionar as fronteiras entre o real e o imaginário.
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LOCATION:Museu do Amanhã\, Praça Mauá\, 1 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Angelo Venosa\, escultor" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Um mergulho na obra de um dos nomes mais importantes da arte contemporânea brasileira é o que espera o visitante de Angelo Venosa\, escultor\, mostra panorâmica a ser aberta publicamente no dia 25 de agosto de 2023\, na Casa Roberto Marinho. Sob a curadoria de Paulo Venancio Filho\, a individual ocupará os 1.200m² de área expositiva do instituto cultural no Cosme Velho\, Zona Sul do Rio de Janeiro\, reunindo 85 trabalhos de um arco temporal que vai do início da década de 1970 às últimas obras realizadas em 2021. \n\n\n\n“A mostra homenageia um dos mais relevantes escultores brasileiros\, que participou de algumas exposições realizadas pela Casa Roberto Marinho\, e reafirma o interesse do instituto pela arte contemporânea”\, comenta o diretor Lauro Cavalcanti. De acordo com o curador\, que acompanhou a trajetória artística de Angelo Venosa (São Paulo\, 1954 – Rio de Janeiro\, 2022) desde os primórdios\, a exposição apresenta um amplo panorama de sua produção absolutamente singular. E revela a complexidade de seu pensamento escultórico expresso em obras de grandes dimensões ou de pequeno formato\, construídas a partir da diversa gama de materiais que caracteriza seu processo criativo. \n\n\n\n“A carreira do Angelo surge quando a pintura volta a tomar proeminência no ambiente artístico brasileiro e vários de seus amigos eram pintores da chamada ‘Geração 80’. O fato é que ele foi o único\, senão o mais importante\, escultor dessa geração. E teve pouca influência das experiências neoconcretas tridimensionais que privilegiavam o plano e não o volume. Ele se voltou de maneira absolutamente heterodoxa para as características clássicas da escultura; o volume\, a massa\, o peso. Suas primeiras obras\, resultado de uma artesania própria e quase rústica\, enfatizavam o volume\, a presença física entre uma forma abstrata ou representação de uma entidade orgânica”\, analisa Paulo Venancio.  \n\n\n\nSem obedecer a uma cronologia linear\, o curador selecionou esculturas suspensas\, de parede ou de chão. Provenientes de acervos institucionais e de coleções particulares\, as peças serpenteiam pelo espaço\, emergem horizontalmente ou exploram a verticalidade\, incorporando luz e sombra como parte do projeto\, e revelando uma inusitada investigação da estrutura e da forma. \n\n\n\n“Fiz questão de colocar\, lado a lado\, trabalhos de diferentes períodos\, tamanhos e volumes. Cada sala tem uma unidade que se comunica com o todo. A proposta é apresentar o conjunto com certa liberdade\, sem pautá-lo por eixos temáticos\, deixando que o espectador encontre suas próprias referências a partir da multiplicidade de significados e inquietações que as obras evocam”\, informa Venancio Filho. \n\n\n\nA radicalidade experimental que marca a produção de Venosa manifesta-se em cada trabalho. Em sua poética\, materiais recorrentes à prática da escultura tradicional\, como o bronze\, o mármore\, o aço e a madeira\, se fundem a ossos\, dentes de boi\, piche\, areia\, cera de abelha\, bandagem\, filamentos de café\, galho de árvore\, breu\, fibra de vidro\, gesso\, tecido e arame. \n\n\n\nApesar do aspecto eminentemente artesanal de sua obra\, o escultor sempre esteve atento às tecnologias digitais e\, a partir de um determinado período\, incorporou a impressora 3D à sua prática\, sem deixar de lado os meios tradicionais. Sobre esta fase\, Paulo Venancio Filho escreveu\, em 2013\, no texto “A metamorfose dos corpos”: “Ficaram para trás as reminiscências do orgânico… É como se a escultura tivesse abandonado um período\, um estágio do vertebrado para o seriado\, do orgânico para o sintético. Do ateliê para o laboratório\, um salto ‘evolutivo’ acompanha o andamento tecnológico do mundo. O acrílico\, o recorte computadorizado do material\, o seu ordenamento mecânico\, preciso\, irretocável\, dos produtos em série”. \n\n\n\nA panorâmica apresenta os trabalhos negros do início da carreira — estruturados a partir de madeira\, tecido e tinta — em diálogo com a produção recente\, estabelecendo relações plásticas entre as peças. Um autorretrato em xilogravura\, de 1972\, é a obra mais antiga em exibição. No térreo\, há um espaço dedicado aos desenhos\, anotações e esboços do artista que tinha grande fluência no traço. Completa a seleção uma série de retratos em acrílica sobre papel produzida por Luiz Zerbini\, grande amigo de Venosa. A mostra contempla\, ainda\, uma cronologia ampliada organizada por Ileana Pradilla Ceron.
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SUMMARY:"Principio de Semejanza" de Gabriel Chaile na Carpintaria
DESCRIPTION:Principio de Semejanza\, a primeira exposição do artista argentino Gabriel Chaile (Tucumán\, 1985) no Brasil\, acontece na Carpintaria e apresenta três novas esculturas construídas entre São Paulo e Rio de Janeiro. Manipulando o barro e a argila\, Chaile articula as dimensões rituais de seus materiais em grandes construções figurativas que costuram alusões formais à estatuária clássica – como a escultura cicládica grega – e à manufatura indígena – como os artefatos condorhuasi da região de Tucumán. Neste novo corpo de trabalho\, o artista mobiliza uma configuração visual herdada desses povos pré-colombianos\, tomando minúsculos talismãs\, muitos deles medindo menos de 3cm\, e extrapolando a sua escala para grandes dimensões. \n\n\n\nAs figuras da exposição têm um aspecto feminino\, com seios protuberantes e sulcos descrevendo nádegas e genitália\, silhuetas opulentas que remetem a personificações arcaicas da fertilidade. Chaile distribui grafismos sobre as faces dessas obras\, numa exploração tátil do desenho\, como se fossem imensas superfícies de inscrição. Curiosamente acéfalos\, esses corpos poderiam também ser vistos como máscaras hipertrofiadas\, em que os traços não delimitam mais órgãos\, membros ou apêndices\, mas rugas e linhas num rosto. Trata-se de uma nova direção na obra do artista\, que até aqui produziu figuras cujos contornos bojudos\, cilíndricos ou quase esféricos evocavam fornos\, potes e chaminés. \n\n\n\nO título da exposição é emprestado da fotografia intitulada Principio de Semejanza\, tirada pelo artista em 2008\, e alude a essa composição aglutinadora de culturas visuais\, procedimentos e repertórios\, transpostos ao contexto brasileiro\, além do processo de encontrar similaridade no dissemelhante. A imagem\, parte de um arquivo compilado por ele ao longo dos anos\, espécie de registro de seu percurso\, mostra duas mulheres de sua família\, uma com um cachorro e outra com uma menina no colo\, catando piolhos dos pelos e cabelos\, respectivamente. A diferença entre uma criança e um cachorro\, entre uma neta e uma avó\, estabelece uma troca a um só tempo intergeracional e interespecífica. A configuração “em dupla” da fotografia reflete-se na exposição\, com as esculturas achatadas ocupando o espaço expositivo em pares\, sempre com uma figura maior e uma menor. Individualmente\, cada escultura é também um par\, formado por cada face de seus volumes. Os dois pares não são oposições binárias\, mas metáforas complementares. Remetendo à sua fotografia\, essas formas são imagens de cuidado. Em certo sentido\, é o cuidado e a transmissão da memória\, unidas às propriedades físicas do espaço e das coisas\, que criam um lugar. \n\n\n\nNa prática do artista\, a caixa de ferramentas empregada na construção de um novo corpo de trabalho é sempre dada pelo contexto\, pelos recursos e restrições cedidas ou impostas pelo ambiente. Quando produzia em Tucumán\, sua cidade natal\, em proximidade com os métodos e técnicas dos povos originários\, a sua prática envolvia coletar o barro e produzir a argila segundo os saberes locais\, em colaboração com aqueles que o transmitiam. Quando se mudou para para Lisboa\, onde mora desde 2020\, precisou reconstruir um contexto comunitário para que pudesse trabalhar: sem os amigos e a família que o cercavam anteriormente\, aproximou-se da população latina imigrante\, com quem passou a trabalhar\, estabelecendo uma espécie de comunidade nômade. No Brasil\, ocupou o Galpão e a Carpintaria com seus materiais e equipamentos\, transformando o espaço expositivo num contexto provisório\, entre uma escavação arqueológica e um ateliê aberto. \n\n\n\nDesarraigamento e habitação territorial\, como dois pólos de uma relação dinâmica\, desdobram-se numa pergunta central: como se constrói e como se transmite a memória? Seus trabalhos não demarcam fronteiras visuais\, mas tecem uma gama de elementos heterogêneos sem hierarquizá-los. São ilustrações do que Chaile chama “engenharia da necessidade”\, procedimento sintetizado por ele na fórmula lapidar: “trabalhar a partir do que tenho para dar forma ao que me falta”.
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LOCATION:Fortes D’aloia & Gabriel Carpintaria\, R. Jardim Botânico\, 971 - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Evandro Teixeira. Chile 1973" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Evandro Teixeira (1935) é um dos nomes mais importantes do fotojornalismo brasileiro\, tendo atuado na imprensa por quase seis décadas. Com suas lentes\, registrou os bastidores do poder no país\, as manifestações contrárias ao regime militar instaurado no país em 1964\, e temas associados ao esporte\, à moda e à cultura. \n\n\n\nParticipou também de uma importante cobertura internacional: a do golpe militar no Chile em 1973. No país andino\, produziu imagens impactantes do Palácio De La Moneda bombardeado pelos militares\, dos prisioneiros políticos no Estádio Nacional em Santiago e do enterro do poeta Pablo Neruda. As fotografias tiradas durante esse capítulo traumático da história chilena são o destaque da presente exposição. A mostra\, realizada pelo Instituto Moreira Salles\, já foi apresentada no IMS Paulista e chega ao CCBB Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição reúne cerca de 160 fotografias em preto e branco\, livros\, fac-símiles e outros objetos\, como máquinas fotográficas e crachás de imprensa. Além dos registros feitos no Chile\, a exposição traz imagens produzidas por Evandro durante a ditadura civil-militar brasileira\, em um diálogo entre os contextos históricos dos dois países. No espaço expositivo\, também são apresentados trechos de filmes que documentam o período\, como Setembro chileno\, de Bruno Moet\, e Brasil\, relato de uma tortura\, de Haskell Wexler e Saul Landau.
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SUMMARY:"O Tremor e o Terroso: Miguel Afa" na Nonada Zona Norte
DESCRIPTION:Miguel Afa é nome predominante nos dois espaços da NONADA. Em sua primeira individual na galeria\, onde foi o primeiro artista com representação e\, também\, tem na NONADA sua primeira galeria\, apresenta O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, sob curadoria de Igor Simões. Uma exposição em dois tempos\, com um total de 40 pinturas\, exibe\, em Copacabana (NONADA ZS) seis telas de forma mais intimista como preparação e apresentação do segundo ato. No espaço da Penha (NONADA ZN)\, “uma exposição maior e com obras de grande formato que chegam a lugares novos na produção do artista”\, como define Paulo Azeco\, tem-se dez (10) pinturas e um políptico composto por vinte e quatro (24) trabalhos. \n\n\n\nComo ressalta o curador\, “Miguel Afa desloca seus mais recentes trabalhos para uma atmosfera da ordem do onírico. (…) Um jogo contínuo de reescrever o mundo a partir do encontro do corpo com a pintura”. Em sua dedicação incessante ao fazer\, aprimorar\, ascender\, o artista reproduz\, em tela\, sua vivência diária de forma afetuosa amainando cenas duras da realidade com a qual convive. Pinceladas precisas adquiridas através da persistência de um artista autodidata determinado a “fazer a diferença”\, aprimoram as técnicas utilizadas e apresentam emoção em pinturas de situações que\, não corriqueiras\, transmitem ‘vida real’. “Eu tento abordar as questões não objetivas\, o contraponto da visão pré-estabelecida sobre nós\, pretos e favelados. Abordo as relações afetivas\, saberes locais e como intuitivamente cuidamos um do outro\, seja no aspecto emocional ou físico”\, define o artista. \n\n\n\nEm O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, “(…) do embate entre a natureza e a construção\, surgem alguns dos trabalhos dessa mostra. A planta rompe o tijolo. Mas o que está ali em tensão não é a planta\, não é o tijolo. “É o tempo”\, define Igor Simões. E prossegue: ”Para alguns\, poderia soar que as camadas e sobre camadas de tinta podem soar sujas\, para ele não. Para um artista estudioso das histórias da arte\, nada é acaso. Fabular a terra nos seus mais diferentes sentidos exigiu desse jovem artista carioca uma relação que passa pela herança da pintura nomeada ocidental\, mas que se assinala como inegavelmente brasileira. Creio que\, a essa altura da carreira de Afa\, já não resta dúvida que estamos diante de um dos mais importantes pintores da sua geração”. \n\n\n\nPossivelmente\, estamos observando um momento em que um ciclo se encerra para permitir novos desafios e novas conquistas. Como anotado pelo curador\, “Miguel é um artista que já superou a fase das ideias que querem parecer o trabalho realizado. Ele sabe que ideia é o início\, mas arte é trabalho\, labuta diária\, busca pela tarifa certa que permite surgir a poesia. Afa assegura [ou reitera constantemente: quero ser relevante. Essa nota mental aponta para um necessário caminho de constante busca. Miguel o faz!” \n\n\n\nEm seu agora\, Miguel Afa vive um momento de relação nova com sua inventividade\, seu criadouro de imagens. Os tons terrosos\, mas não depressivos\, destacam a beleza do menino\, que mesmo com céu nublado\, abaixa-se para resgatar sua pipa.
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LOCATION:Nonada Zona Norte\, Rua Conde de Agrolongo\, 677 - Penha\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Naturas: Assim eu vejo" de Claudia Jaguaribe no Paço Imperial
DESCRIPTION:A paisagem e o universo botânico entraram desde cedo na vida de Claudia Jaguaribe\, sendo um dos interesses prediletos de seu avô Francisco\, geógrafo e autor de parte expressiva da cartografia brasileira. A atração precoce pelo tema foi determinante na trajetória da artista\, que aguçou o seu olhar e se aprofundou na paisagem e nos aspectos da natureza. Naturas: Assim eu vejo\, que acaba de inaugurar no Paço Imperial\, curada por Heloísa Amaral Peixoto\, reúne obras que fazem parte de uma pesquisa que se inicia com a série Tudo é Sofia\, de 2004\, e se estende a trabalhos mais recentes e inéditos\, realizados com recursos de Inteligência Artificial em Viveiro\, de 2023. No dia 15 de setembro\, ela e a curadoria conduzem uma visita guiada a partir das 12h. \n\n\n\nCom uma agenda cheia tanto no âmbito nacional quanto internacional\, tendo realizado projetos na Usina de Arte (Recife)\, exposições em São Paulo\, além da participação este ano no Festival Off and On\, Brasil Imprevisto\, em Arles (França)\, onde expôs em um telão ao ar livre\, Claudia escolheu a cidade do Rio para mostrar esse recorte de seus trabalhos antigos e mais atuais\, totalmente voltados para questões ambientais. Ocupando as salas Amarela e Mestre Valentim\, a exposição apresenta uma pesquisa dupla: uma visão particular sobre como retratar a paisagem e a natureza e as mudanças radicais que se operaram na fotografia em nossa cultura visual. As obras iniciais foram feitas de forma analógica\, com uma simples câmera pinhole até as últimas\, com fotografia digital\, e\, no seu estágio mais avançado\, incluindo a IA. 
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LOCATION:Paço Imperial\, Praça Quinze de Novembro\, 48 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"A Quarta Geração Construtiva no Rio de Janeiro" na FGV Arte
DESCRIPTION:Localizada na sede da FGV\, em Botafogo\, no Rio de Janeiro\, a FGV Arte será um espaço voltado à valorização e experimentação artística e a debates contemporâneos em torno da arte e da cultura\, buscando incentivar o diálogo com setores mais criativos e heterogêneos da sociedade. A iniciativa pretende conectar\, a partir de projetos artísticos\, as escolas da FGV\, tais como a Escola Brasileira de Administração Pública\, a Escola de Economia\, a Escola de Matemática Aplicada\, a Escola de Ciências Sociais (CPDOC) e a Escola de Comunicação\, Mídia e Informação. A FGV Arte prevê ainda seminários\, oficinas metodológicas e cursos práticos de formação para as artes. \n\n\n\nA exposição inaugural foi intitulada de A Quarta Geração Construtiva no Rio de Janeiro pelo curador Paulo Herkenhoff e ficará em cartaz\, com entrada gratuita\, até dezembro de 2023. Na abertura\, às 17h\, será lançado o livro Rio XXI Vertentes Construtivas\, também sob a concepção de Herkenhoff\, que além de organizar a publicação\, dirigiu o projeto editorial junto ao artista e designer gráfico Fernando Leite. O livro é o segundo volume da coleção\, que se iniciou com Rio XXI Vertentes Contemporâneas\, lançado em 2019. \n\n\n\nA relação da FGV com a arte contemporânea vem sendo resgatada desde 2012\,  quando passou a editar publicações sobre diversas vertentes da arte e do design\, a exemplo do livro Móvel brasileiro moderno. \n\n\n\n“Ainda na década de 1940\, a FGV promoveu um curso pioneiro no âmbito artístico que possibilitou a formação especializada para o campo gráfico – em forte expansão à época. A FGV Arte resgata a tradição de incentivo à arte da Fundação\, buscando encorajar e desenvolver ainda mais o setor cultural no Rio de Janeiro”\, avaliza o presidente da FGV\, Carlos Ivan Simonsen Leal\, que completa: “A importância do novo espaço se firma na promoção de diálogos multidisciplinares\, algo que a Fundação tem em sua missão”. \n\n\n\n“A FGV Arte surge em um movimento importante de revitalização do Rio de Janeiro”\, diz Sidnei Gonzalez\, diretor da FGV Conhecimento\, um dos incentivadores do projeto: “O novo espaço abre com a intenção de apoiar a arte contemporânea brasileira e carioca. Local de produção de conhecimento\, prospecção de novos artistas e promoção de diálogos\, a FGV Arte se integra à cidade\, ressaltando um dos seus grandes diferenciais: o setor artístico e seu engajamento criativo”.
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LOCATION:FGV Arte\, Praia de Botafogo\, 190 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Meu mundo caiu – Outros países na coleção do Mian" na Z42 Arte
DESCRIPTION:As artes visuais\, em especial as expressões populares\, são um espelho da cultura de um povo. Dentro desta ótica\, exibir as obras de artistas de outros países do Museu Internacional de Arte Naïf é investir em história e memória para além de fronteiras geográficas. É manter viva esta coleção tão importante\, que durante tantos anos foi exibida em sua sede\, que funcionou entre 1995 e 2016\, em um casarão também no Cosme Velho. É de extrema importância a continuidade desta coleção\, por meio da dedicação de Jacqueline Finkelstein\, gestora do acervo\, e do projeto Arte nas Estações\, que promoveu nove mostras nas cidades mineiras de Ouro Preto\, Conselheiro Lafaiete e Congonhas e agora apresenta Meu mundo caiu no Rio de Janeiro. As manifestações poéticas aqui reunidas\, de culturas tão diversas\, só reforçam a potência destes artistas autodidatas. E o projeto Arte nas Estações segue com seu objetivo de garantir a visibilidade da coleção de tamanha magnitude\, por meio da itinerância por diferentes lugares do país.
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SUMMARY:"O rio (e o voo) de Amelia no Rio" de Amelia Toledo na Nara Roesler
DESCRIPTION:Nara Roesler Rio de Janeiro apresenta a exposição O rio (e o voo) de Amelia no Rio\, com obras da grande artista Amelia Toledo (1926\, São Paulo – 2017\, Cotia\, São Paulo) desenvolvidas no período em que viveu no Rio de Janeiro\, nas décadas de 1970 e 1980\, trazendo também uma seleção de obras mais recentes\, que dão seguimento às experimentações que ela iniciou naquele período. São mais de 50 obras\, em diversos meios\, como pinturas\, esculturas\, objetos\, aquarelas\, serigrafias e desenhos\, entre trabalhos históricos e outros inéditos\, como pinturas e aquarelas criadas por Amelia Toledo na década de 1980. A artista e seu legado são representados por Nara Roesler. \n\n\n\nPonte permanente entre a natureza concreta da abstração moderna e a própria natureza\, a pesquisa carioca de Amelia Toledo marca o desenvolvimento de uma obra pioneira\, que poderia se qualificar como abstração ecológica. A artista\, ao manter o mundo orgânico como fonte e destino de sua obra\, foi renovadora das fontes organicistas da modernidade. \n\n\n\nAlém de trabalhos icônicos\, como “Divino Maravilhoso – Para Caetano Veloso” (1971)\, um livro-objeto em papel\, acetato e fotomontagem\, dedicado ao cantor e compositor – um dos exemplos na mostra de seu caráter profundamente experimental\, com um interesse voltado para formas orgânicas e linguagens pouco usuais\, produzidos pela artista na década de 1970 – “O rio (e o voo) de Amelia no Rio” reúne pinturas e aquarelas inéditas criadas na década de 1980\, como as quatro obras da série “Anotações da Casa”\, em acrílica sobre tela\, em que a artista busca representar sua experiência com a luz\, seu espaço criativo e sua morada no Rio de Janeiro. \n\n\n\nA diversidade de meios de Amelia Toledo é reveladora de um espírito voltado para uma investigação expandida das possibilidades artísticas. A partir dos anos 1970 a produção da artista ultrapassa a gramática construtiva\, que fazia uso de elementos geométricos regulares e curvas\, e passa a se debruçar sobre formas da natureza. Ela começa a colecionar materiais como conchas e pedras\, e a paisagem passa a se tornar um tema fundamental de sua prática. Já a pintura da artista possui inclinações monocromáticas\, revelando seu interesse pela pesquisa com a cor.
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SUMMARY:"O que há de música em você" na Galeria Athena
DESCRIPTION:Edições únicas das icônicas obras Relevo Espacial\, 1959/1986 e Parangolé P4 Capa 1\, 1964/1986 voltarão a ser exibidas ao público na exposição O que há de música em você\, na Galeria Athena. Elas foram produzidas em 1986\, para a primeira exposição póstuma de Hélio Oiticica (1937 – 1980)\, organizada pelo Projeto HO\, na época coordenado por Lygia Pape\, Luciano Figueiredo e Wally Salomão\, com o objetivo de arrecadar fundos para a organização\, catalogação e conservação das obras e documentos deixados pelo artista. Desde então\, essas obras permaneceram em uma coleção particular\, e agora voltam a público\, depois de 37 anos\, sendo o ponto de partida para a exposição O que há de música em você\, com curadoria de Fernanda Lopes. Icônicas para o desenvolvimento do pensamento de Oiticica\, as duas obras são de grande importância – o Parangolé\, inclusive\, foi vestido por Caetano Veloso na época de sua criação. Partindo delas\, e da célebre frase de Hélio Oiticica: “O q faço é música”\, a exposição apresenta um diálogo com fotograﬁas\, vídeos\, objetos e performances de outros 20 artistas\, entre modernos e contemporâneos\, como Alexander Calder\, Aluísio Carvão\, Andro de Silva\, Atelier Sanitário\, Ayla Tavares\, Celeida Tostes\, Ernesto Neto\, Felipe Abdala\, Felippe Moraes\, Flavio de Carvalho\, Frederico Filippi\, Gustavo Prado\, Hélio Oiticica\, Hugo Houayek\, Leda Catunda\, Manuel Messias\, Marcelo Cidade\, Rafael Alonso\, Raquel Versieux\, Sonia Andrade\, Tunga e Vanderlei Lopes.
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SUMMARY:"Ensaio sobre uma duna" de Jonas Arrabal na Galeria Athena
DESCRIPTION:Ensaio sobre uma duna\, com curadoria de Fernanda Lopes\, é a primeira exposição que Jonas Arrabal realiza na Athena. Ocupando a Sala Casa estarão trabalhos inéditos\, produzidos sob mídias diversas e reunidos em conjunto como uma grande instalação\, pensada especialmente para ocupar o espaço da galeria. Bronze\, sal\, chumbo\, betume e resíduos orgânicos são alguns dos exemplos de materiais utilizados por Arrabal nos últimos anos\, traduzidos aqui entre objetos e desenhos. \n\n\n\nEm sua pesquisa poética há um interesse particular sobre o tempo e a memória\, numa aproximação com a ecologia\, meio ambiente e a história\, propondo uma reflexão sobre a transformação constante das coisas\, dos lugares e como isso nos afeta e nos permite novas percepções. Em seus trabalhos há uma operação que transita entre a invisibilidade e a visibilidade\, transições e apagamentos concretos (conscientes ou não) numa aproximação com elementos da natureza\, opondo materiais industriais com orgânicos\, propondo novas mutações. \n\n\n\nO título da exposição traz à luz a noção de tempo e de deslocamento que Jonas Arrabal transporta\, através da instalação central\, para dentro da sala expositiva. As dunas são formadas a partir da adição de camadas de areia pela ação do vento\, que deslocam o material até formar\, com o tempo\, montanhas. Na exposição\, uma estrutura metálica com placas de vidros nos remetem às dunas\, em uma espécie de estante que registra a existência humana e sua intervenção sobre a natureza\, com fragmentos deixados ali como uma relíquia de tempo e de memórias pessoais e coletivas.
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SUMMARY:"Escada D’água" de Marina Weffort na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Marina Weffort abre a exposição Escada D’água no espaço da Cavalo\, em Botafogo. O seu retorno para a segunda individual na galeria contará com obras inéditas da série ‘Tecido’. Em suas obras\, Marina parte de leves tecidos nos quais a manualidade e a repetição constituem seu processo de criação. As brechas abertas pelo processo de retirada dos fios horizontal e verticalmente\, interagem com a luz e com o movimento ao redor. A obra exige a atenção do observador que tenta diferenciar os desenhos geométricos de sua própria sombra e encanta ao começar a se movimentar\, quase que por vontade própria\, como ondas que se propagam e se dissipam em um espelho d’água. \n\n\n\nA artista vem dando cada vez mais destaque aos espaços criados no meio dos tecidos\, antigas estruturas que antes asseguravam a rigidez do todo\, hoje aparecem como ornamentos internos\, linhas finas se desenham com cada vez mais proeminência\, de forma leve\, quase invisíveis. Neste processo\, a obra dá a impressão de participar dos três estágios da matéria\, simultaneamente sólida\, líquida e gasosa. \n\n\n\nO nome da exposição é\, curiosamente\, também um termo da engenharia que denomina estruturas de concreto para o escoamento da água\, são escadas que não se pode subir mas que contam com gravidade para guiar o percurso das chuvas. Esse sentido de rigidez e fluidez compõe toda obra de Marina. Em ‘Escada D’água’\, é com essa sensação de transitar entre estados da matéria que a artista brinca. As forças que interagem nas obras ora as fazem parecer sólido\, ora parece prestes a desmanchar no ar.
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LOCATION:Galeria Cavalo\, Rua Sorocaba\, 51 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Quando deixou de ser" das Irmãs Gelli na LURIXS
DESCRIPTION:A LURIXS: Arte Contemporânea apresenta Quando deixou de ser das Irmãs Gelli\, com curadoria de Daniela Mattos. A exposição reúne\, nos vinte e cinco trabalhos\, a produção artística recente das Irmãs Gelli. As obras\, moldadas em cera e outros materiais orgânicos\, se materializam na presente mostra como objetos de parede\, esculturas ou mesmo em outras linguagens artísticas como o vídeo e a performance. \n\n\n\nOs trabalhos apresentados articulam-se com elementos da arte concreta e neoconcreta brasileira e seus desdobramentos posteriores\, seja pelas questões formais\, conceituais\, ou mesmo na importância da medida relacional entre obra e espectadores\, conjugando aspectos constitutivos da arte contemporânea de modo ímpar. A geometria sensível desenvolvida pelas artistas está presente em cada peça desta mostra\, sendo resultante de um processo profundamente dialógico que combina repetições e desvios ao longo do percurso de criação. 
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LOCATION:LURIXS: Arte Contemporânea\, Rua Dias Ferreira\, 214 – Leblon\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Jorge Guinle – Uma pincelada certa vale mais do que uma boa ideia" na Danielian Galeria
DESCRIPTION:A Danielian Galeria apresenta a exposição Jorge Guinle – Uma pincelada certa vale mais do que uma boa ideia\, com mais de 85 obras\, entre pinturas em óleo sobre tela e desenhos\, do pintor Jorge Guinle (1947–1987)\, considerado um dos principais artistas brasileiros do século 20\, com relevância internacional no âmbito da abstração\, e uma referência para a chamada Geração 80. As obras são oriundas de diversas coleções particulares. A exposição tem curadoria de Marcus Lontra Costa e Rafael Peixoto. \n\n\n\nMarcus Lontra destaca que Jorge Guinle“ é um dos artistas fundamentais para a Geração 80”.“Ele foi uma referência. Para aqueles artistas\, ele era o grande pintor internacional culto. É o pintor da tensão entre o expressionismo abstrato e a arte pop produzidos nos EUA\, vertentes que parecem conflitantes mas que na verdade servem de provocação para a ação contemporânea. É por isso que Jorge Guinle\, hoje\, é um artista extremamente contemporâneo\, porque busca sínteses e pontes entre essas questões. Era uma pessoa brilhante”. Rafael Peixoto complementa\, assinalando que “a obra de Guinle não tem apenas importância local\, mas também relevância internacional no que se refere tanto à gestualidade da pintura como na relação com um processo de abstração\, herdeiro da actionpainting [pintura abstrata e gestual] e também do expressionismo”. \n\n\n\nA mostra inaugura a expansão da Danielian Galeria\, que construiu um novo pavilhão expositivo em seu terreno\, em que o salão térreo reforça a ideia do cubo branco e mede 200 metros quadrados\, com pé direito de 4\,5 metros. O segundo andar\, ainda fechado à visitação\, tem mais 200 metros quadrados de área expositiva\, com pé direito de três metros de altura. Com esta nova edificação\, a Danielian Galeria ampliou seu espaço expositivo em 600 metros quadrados\, que se somam à área da casa principal\, de 900 metros quadrados. “A nossa proposta é ampliar não só o espaço\, para receber exposições. É também fornecer meios de apresentar ao público e aos colecionadores a diversidade artística brasileira”\, afirma Ludwig Danielian\, sócio da Galeria. “Jorge Guinle – Uma pincelada certa vale mais do que uma boa ideia” vai ocupar todo o espaço expositivo da casa principal e o salão térreo na nova construção.
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LOCATION:Danielian Galeria\, 414 Rua Major Rubens Vaz Gávea\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Vida transbordante e os desejos do mundo" no Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:O Solar dos Abacaxis\, que mudou de sede em dezembro do ano passado e passou por reformas\, está retomando suas atividades em setembro. No dia 16\, eles inauguram uma exposição chamada “Vida transbordante e os desejos do mundo”\, apresentando obras de 11 artistas\, muitas das quais inéditas. A exposição explora temas provocativos relacionados à interação entre seres humanos e não humanos\, natureza e sexualidade. A abertura contará com uma festa na Rua do Senado\, incluindo oficinas\, visitas guiadas e uma celebração noturna comandada pelo coletivo Escola de Mistérios\, que promove a profissionalização e representação de afrodescendentes na música eletrônica do Rio de Janeiro. \n\n\n\nA curadoria da exposição se baseia na compreensão da Ecologia Queer/Cuir de que a natureza é mais interconectada e fluida do que tradicionalmente se acreditava. A mostra\, patrocinada pelo Instituto Cultural Vale e produzida pela Automatica\, oferece um terreno fértil para explorar novas concepções sobre a vida\, relações no mundo\, tempo\, espaço\, encantamento\, o invisível e o inverificável. Através de redefinições poderosas de sexualidade e natureza\, a exposição examina diferentes aspectos de poder\, desejo e significado. Os artistas selecionados apresentam uma multiplicidade de linguagens\, desafiando fronteiras e materialidades na produção contemporânea. Isso contribui para a riqueza e diversidade de perspectivas na exposição\, demonstrando o compromisso do Solar dos Abacaxis em celebrar a pluralidade de experiências e identidades. \n\n\n\nAlém da exposição\, o instituto realizará performances artísticas no final de setembro\, oferecendo também um Manjar produzido pelo coletivo Mariwô\, que promove a cultura afro-diaspórica. O último ciclo de eventos relacionados à exposição incluirá um programa educativo destinado a alunos da rede pública de ensino\, coordenado por Isabelle Ferreira e Isadora Machado\, e terá ações ao longo de toda a duração da exposição.
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SUMMARY:"Cidade Mulher" no Centro Municipal Hélio Oiticica
DESCRIPTION:O direito de ir e vir é igual para todas as pessoas? Como seria uma cidade pensada por e para as mulheres na sua diversidade – negras\, com deficiência\, lésbicas\, grávidas\, trans\, idosas\, mães? A Exposição Cidade Mulher discute esse tema para promover uma reflexão sobre o acesso\, a mobilidade e o direito das mulheres à cidade. \n\n\n\nA Exposição Cidade Mulher fica em cartaz no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, onde ocupa quatro salas com intervenções artísticas\, instalações e vídeos que abordam assuntos como a participação das mulheres no planejamento das cidades\, mobilidade urbana\, assédio e segurança no transporte público\, direito das mulheres a uma vida sem violência e à moradia digna\, entre outras pautas urgentes para construirmos cidades seguras e acessíveis para todas as pessoas. \n\n\n\n“As perspectivas das mulheres são fundamentais para pensarmos em cidades mais acessíveis\, inclusivas e sustentáveis. Diversas especialistas\, ativistas e artistas estão propondo soluções para nossas cidades\, e a Exposição Cidade Mulher busca visibilizar suas ações e intervenções urbanas\, que apontam caminhos para cidades melhores para todas as pessoas”\, afirmam Claudia Alencar\, Juliana Câmara e Leonardo Bungarten\, idealizadores e produtores da exposição. \n\n\n\nA exposição foi concebida coletivamente\, reunindo vozes dos campos da arquitetura e do urbanismo\, da comunicação\, da assistência social\, da educação\, da cultura e das artes. Com pesquisa de Renata Saavedra e colaboração de Clarisse Linke\, Giordana Moreira\, Hilda Gomes\, Rafaela Albergaria e Tainá de Paula\, a exposição reúne depoimentos da transativista Bárbara Aires\, de Carolina Santos do Coletivo Inclusivas\, da curadora de arte Isabel Portella\, de Val Munduruku\, do grupo Suraras do Tapajós\, e diversas outras ativistas e artistas. A exposição conta ainda com obras das fotógrafas Claudia Ferreira e Camila Kamillo e intervenções dos coletivos Deixa Ela em Paz\, Vem pra Luta Amada\, Facção Feminista Cineclube e AmoCrew. \n\n\n\nA programação de abertura\, no dia 16 de setembro\, contará com a participação da DJ Bieta\, artista multimídia que transita pelas batidas de raiz africana e música brasileira; Slam das Minas\, uma batalha poética em busca da potência artística das mulheres; e Baque Mulher\, movimento liderado pela Mestra Joana\, a primeira e única mulher a comandar o tradicional ritmo Maracatu de Baque Virado. \n\n\n\nMediada por mulheres\, a exposição é gratuita e está disponível para visitação de segunda a sábado\, das 10 às 18h\, até 16 de dezembro. A mostra conta com audiodescrição\, legendagem e tradução em Libras – a Língua Brasileira de Sinais. Haverá ainda oficinas de música\, dança e serigrafia\, sessões de cineclube e rodas de conversa ao longo da exposição\, em programação a ser divulgada em breve. \n\n\n\nCom idealização da Festum\, a exposição tem apoio da Lei de Incentivo à Cultura / Ministério da Cultura\, Prefeitura do Rio de Janeiro\, Secretaria Municipal de Cultura e Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica e patrocínio da Meta. A Exposição Cidade Mulher faz parte de uma plataforma sobre acessibilidade\, mobilidade e diversidade que inclui também as exposições Cidade Acessível e Cidade 60+.
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SUMMARY:"Projeto Fossilium" de José Rufino no Centro Cultural Futuros - Arte e Tecnologia
DESCRIPTION:A exposição individual Projeto Fossilium\, do artista\, geólogo e paleontólogo José Rufino\, ocupa três andares do centro cultural Futuros – Arte e Tecnologia a partir de 16 de setembro. Com curadoria de Franklin Espath Pedroso\, Fossilium nos convida a conhecer a vasta e rica trajetória do cientista por meio de vídeos; peças originais\, intervenções sobre fotografias\, uma instalação site specific (um trabalho inédito criado durante a montagem); além de materiais como blocos de basalto\, pedras\, ferro\, folhagens e conchas\, dentre outros. A mostra conta com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro\, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Oi\, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura\, e apoio cultural do Oi Futuro. \n\n\n\nJosé Rufino conciliou a carreira de geólogo e paleontólogo com a de artista visual durante 20 anos\, e a influência do trabalho científico em sua produção artística se iniciou de forma esporádica e instintiva\, mas ganhou importância crescente em sua pesquisa ao longo do tempo. Projeto Fossilium se propõe a ser um divisor de águas na trajetória do artista ao radicalizar de forma definitiva a junção entre arte e ciência\, enquanto lados indissociáveis de sua obra. A exposição promete despertar o interesse de toda a família\, levando o público a se questionar sobre a preservação do patrimônio natural brasileiro por meio de reflexões que englobam passado\, presente e futuro. \n\n\n\n“Sempre disse que a arte tinha surgido para completar aquilo que a ciência e a paleontologia não me permitem ficcionar\, subverter o estado das coisas da natureza. O paleontólogo só pode medir\, comparar\, dar nome científico\, enfim\, não pode inventar. E por isso vinha a arte\, para completar esse outro lado”\, explica Rufino. Ao longo dos anos\, compreendeu a ciência também com gosto do pesquisador e com mais sensibilidade. E por outro lado\, foi entendendo que a arte também precisava de métodos. “Hoje entendo a arte como a ciência da arte. Ela passou a ser encarada como área de conhecimento pelo CNPq desde os anos 80\, então não tenho mais pudor de chamar hoje de Ciência da Arte\, assim como existem as Ciências Humanas\, Exatas e Naturais”\, completa.
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SUMMARY:"Larguem minha fantasia" na ASFALTO Galeria
DESCRIPTION:A exposição faz referência ao carnaval de 1989 de Joãozinho Trinta na Beija-Flor de Nilópolis\, “Ratos e Urubus\, Larguem Minha Fantasia”. Na esteira do enredo subversivo da escola\, a exposição convida os espectadores a caminhar entre a multiplicidade de histórias presentes nas obras dos artistas\, reinterpretando o termo “fantasia” não apenas como vestimenta carnavalesca\,mas também como uma tecnologia política da imaginação. \n\n\n\nAlice Lara\, Asmahen Jaloul\, Bruno Lyfe\, Edu de Barros\, Daniel Barreto\, Ian Nes\, Juliana dos Santos\, Laryssa Machada\, Marcus Deusdededit\, Maria Amélia Vieira\, Retratistas do Morro\, Victor Fidelis e Victória Cribb compõem a exposição. A nova sede da ASFALTO está localizada na Rua Pedro Ernesto\, 43\, Gamboa\, Rio de Janeiro.
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SUMMARY:"Essas pessoas na sala de jantar" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Com curadoria de Raphael Fonseca\, a exposição Essas pessoas na sala de jantar reúne 12 jovens artistas visuais contemporâneos\, entre 17 de setembro e 19 de novembro na Casa Museu Eva Klabin\, em uma ocupação inédita com intervenções em todos os ambientes da casa\, incluindo jardim e fachada. Integrante do circuito oficial da 13ª edição da Feira de Arte do Rio de Janeiro (ArtRio 2023)\, o imóvel na Lagoa Rodrigo de Freitas será ocupado com obras em doze espaços. Desta interferência surgirá um diálogo trans-histórico com um dos mais importantes acervos de arte clássica do país\, composto por mais de duas mil peças de arte clássica\, quadros e esculturas\, situadas em cinco séculos – do Egito Antigo ao Impressionismo. \n\n\n\nRaphael Fonseca\, curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum e da 14ª Bienal do Mercosul (2024)\, convidou para a coletiva: Ana Cláudia Almeida\, Ana Hortides\, Andréa Hygino\, Arthur Chaves\, Felipe Rezende\, Jonas Arrabal\, Marcus Deusdedit\, Santiago Pooter\, Tadáskía\, Talles Lopes\, Tiago Sant’ana e Vitória Cribb. \n\n\n\nSão artistas nascidos em regiões vistas como periféricas\, seja em bairros do subúrbio do Rio de Janeiro ou nas periferias de cidades como Anápolis\, Belo Horizonte\, Cabo Frio\, Salvador e Santo Antônio de Jesus\, que trazem para suas pesquisas noções de lar\, história da arte\, ficção\, propriedade e cidadania\, numa produção de imagens que aponta para direções contrastantes\, mas dialógicas com os itens da coleção de arte de Eva Klabin. \n\n\n\n“Essas pessoas na sala de jantar é um projeto importante porque traz uma presença massiva de artistas que têm práticas que refletem seu lugar socioeconômico não privilegiado. Estamos falando de artistas que\, assim como eu\, vêm de uma classe trabalhadora e que\, diferentemente da própria história dessa residência na Lagoa\, não apontam para uma narrativa sobre as elites econômicas brasileiras\, mas\, sim\, para o pólo oposto: para os corpos que compõem aquelas massas tidas como anônimas”\, diz Raphael Fonseca.
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LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Ultranírico" de Felipa Queiroz na Asfalto
DESCRIPTION:Obra de Felipa Queiroz. Via @asfalto.asfalto\n\n\n\n\n\n\n\nA obra de Felipa Queiroz explora as possibilidades da pintura no campo instalativo\, con- cebendo a tela como um corpo\, em vez de uma janela. Chassis\, estruturas e materiais de qualidade industrial se apresentam em pé de igualdade com as imagens que preenchem as superfícies das telas. Dessa forma\, Felipa expande o plano narrativo de suas fantasias quiméricas ao “pintar-ocupar o espaço”. A artista desenvolve uma figuração que dialoga com mitologias e fábulas\, incorporando o humor como elemento que permeia as diver- sas camadas de sua obra\, enquanto o ornamento adiciona complexidade e densidade ao universo borrado de figuração e abstração que constrói. \nAo longo de sua trajetória\, Felipa participou e organizou diversas exposições coletivas\, como Resto/Ruído/Futura/Jogo no Memorial do Rio Grande do Sul\, Hora Grande na SP-Arte 2022\, Repângalo no LINHA e Iconocrise na Galeria Ista. Entre suas exposições individuais\, destacam-se macrodrama na Sala Branca\, Dinofilia no IEAVI\, Antropotrá- xico no LINHA\, Teoria da fumaça na Fundação Força e Luz (2021) e sua mais recente mostra\, Bocadelobo no espaço 25m. Atualmente\, continua com sua pesquisa em pintura contemporânea\, montagem expográfica e cultura visual no ateliê compartilhado e espaço expositivo Totó\, do qual é cofundadora.
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SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
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SUMMARY:"DISPONÍVEL" de Leandra Espírito no MAC Niterói
DESCRIPTION:Inaugurada no último dia 2 de setembro\, em comemoração aos 27 anos do Museu deArte Contemporânea de Niterói\, a obra DISPONÍVEL\, instalação de Leandra EspíritoSanto\, ocupa até o dia 26 de novembro a área externa do museu. \n\n\n\nInspirada nos letreiros presentes em diversos pontos turísticos e em grandesempreendimentos imobiliários\, a artista instala uma escultura de 10 metros de larguracom a palavra DISPONÍVEL diante do icônico edifício de Oscar Niemeyer. O projetoconta com texto crítico de Icaro Ferraz Vidal Jr. \n\n\n\nA obra investe nas ambiguidades que resultam do deslocamento da palavraDISPONÍVEL por diferentes contextos paisagísticos e arquitetônicos. Por um lado\, ainstalação evoca toda uma problemática relacionada às questões urbanas e àespeculação imobiliária; por outro\, literaliza a disponibilidade da instituição que acolheo trabalho em relação à artista e ao seu público. \n\n\n\n“Contemporaneamente\, assistimos à proliferação\, por todo o mundo\, de letreirosposicionados diante de pontos turísticos\, incrementando seus coeficientes deinstagramabilidade. Tal fenômeno pode ser lido à luz das mudanças nas relações entreos corpos e as cidades\, que passam a ser ostensivamente mediadas pelas telas decelulares e computadores e pelas plataformas de redes sociais”\, destaca Icaro FerrazVidal Jr.\, no texto crítico dedicado ao projeto. \n\n\n\nA produção recente de Leandra Espírito Santo é fortemente marcada pela apropriaçãode signos e imagens que mediam nossos corpos e subjetividades nas diferentesplataformas de rede social que frequentamos. Isso agrega mais um sentido à palavra monumentalizada pela artista: DISPONÍVEL também é uma configuração de status quepodemos associar a nossos avatares online quando podemos/queremos conversar.
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SUMMARY:"Plantas Imaginárias de Proteção" de Yuli Anastassakis no Ateliê 31
DESCRIPTION:A artista Yuli Anastassakis apresenta\, a partir do dia 06 de outubro (sexta-feira)\, das 13 às 18h\, a exposição individual “Plantas Imaginárias de Proteção”\, no Ateliê 31\, centro do Rio de Janeiro\, com texto crítico de Shannon Botelho. Na mostra\, composta integralmente por obras em bordados\, Yuli apresenta um recorte recente de sua pesquisa\, na qual investiga as dinâmicas do tempo\, sua transcorrência\, sua velocidade e os sentidos por ele abarcados. \n\n\n\nEm “Plantas Imaginárias de Proteção”\, a artista que atualmente vive em Lisboa (Portugal)\, sugere um momento em que a projeção de imagens nos auxilia a pensar o presente e as possíveis formas de proteção que as plantas podem nos ofertar. Nos trabalhos apresentados são dispostas espécies inventadas para nos proteger\, uma vez que o real não basta e a imaginação criadora atravessa os véus do mundo palpável\, como amuletos bordados. \n\n\n\n“Após tantos séculos\, os humanos – apesar da negação sistêmica – não conseguiram abandonar\, nem desentender as plantas como seres protetores. Por esta razão esta exposição acontece\, como um misto de imaginação\, desejo\, crença e celebração das formas de proteção que subsistem ao embrutecimento do mundo contemporâneo”\, explica Shannon Botelho no texto crítico da exposição. Indicada ao Prêmio Pipa 2023\, Yuli Anastassakis cativa o observador pela poética do seu trabalho a partir da identificação que cada um\, individualmente\, se relacionará com o seu sentido de proteção.
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SUMMARY:"Tesouros Ancestrais do Peru" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Entre 11 de outubro e 29 de janeiro de 2024\, o visitante do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro poderá conferir a exposição Tesouros Ancestrais do Peru. As 162 peças apresentadas – em cerâmica\, cobre\, ouro\, prata e têxteis – permitem uma viagem pelas antigas civilizações andinas até a cristalização do Império Inca. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pela internet (bb.com.br/cultura). \n\n\n\nReconhecido como patrimônio pelo Ministério da Cultura do Peru\, o conjunto raro de objetos descobertos em diversas expedições arqueológicas pertence à Fundação Mujica Gallo e faz parte do catálogo do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo. Com curadoria de Patricia Arana e Rodolfo de Athayde\, a mostra é dividida em cinco blocos temáticos – Linha do tempo\, Mineração\, Divindades e Rituais\, Cerâmica e Têxteis e Colonização – e apresenta ao público um dos mais importantes acervos da história das civilizações. \n\n\n\n“A escolha dessa exposição no aniversário de 34 anos do CCBB Rio estimula um importante debate sobre a memória latino-americana e seus processos de colonização”\, afirma Sueli Voltarelli\, Gerente Geral do CCBB Rio de Janeiro. “É uma oportunidade tanto de conferir a complexidade de técnicas e saberes de civilizações que habitaram a região quanto de reconhecer o apagamento do legado desses povos em decorrência da ação de colonizadores”\, completa. \n\n\n\nApós a temporada na capital fluminense\, Tesouros Ancestrais do Peru segue para os Centros Culturais Banco do Brasil Belo Horizonte (21 de fevereiro a 6 de maio)\, Brasília (28 de maio a 11 de agosto) e São Paulo (4 de setembro a 26 de novembro). A exibição no Rio tem início com um debate entre os curadores e Camila Pérez Palacio Mujica\, diretora do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo\, em 12 de outubro\, às 15h. O patrocínio da mostra é do Banco do Brasil e da BB Asset Management. A organização é da Arte A Produções.
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SUMMARY:"Abstrações" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:O Centro Cultural PGE-RJ e o Sesc RJ inauguram na quarta-feira (11/10) a exposição Abstrações\, com obras de 5 artistas mulheres: Fayga Ostrower\, Renina Katz\, Anna Letycia e Anna Maria Maiolino\, pertencentes ao acervo institucional do Sesc RJ\, e de Ana Cláudia Almeida\, artista convidada. \n\n\n\nEsta é a primeira mostra da parceria entre a Procuradoria Geral do Estado e o Serviço Social do Comércio\, celebrada em setembro com a instalação do Bristrô Sesc no antigo Convento do Carmo\, sede do Centro Cultural PGE-RJ. \n\n\n\n“Apresentamos aqui artistas mulheres que ampliam tal diretriz\, mostrando-nos que a dicotomia Geometria versus Informalismo foi produto de um discurso ancorado no império da razão\, não raro misógino\, no qual as mulheres permaneciam mal interpretadas pelas características supostamente ambíguas e subjetivas de seu desejo de gestualidade”\, afirma o texto curatorial.
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