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SUMMARY:"Um oceano para lavar as mãos" no Centro Cultural Sesc Quitandinha
DESCRIPTION:O Sesc Rio de Janeiro acaba de abrir as portas do Centro Cultural Sesc Quitandinha\, trazendo a exposição “Um oceano para lavar as mãos”. A mostra\, com curadoria de Marcelo Campos e Filipe Graciano\, reúne obras dos artistas negros Aline Motta\, Arjan Martins\, Ayrson Heráclito\, Azizi Cypriano\, Cipriano\, Juliana dos Santos\, Lidia Lisbôa\, Moisés Patrício\, Nádia Taquary\, Rosana Paulino\, Thiago Costa e Tiago Sant’ana\, ocupando um espaço monumental de 3.350 metros quadrados. Durante seis meses\, a exposição será acompanhada por uma programação diversificada e gratuita\, que inclui música\, cinema\, teatro\, literatura\, atividades infantis\, oficinas e um seminário. O Café Concerto do Centro Cultural Sesc Quitandinha\, um amplo teatro com capacidade para 270 pessoas\, será o local para a programação musical e cinematográfica. Os curadores são todos negros. A curadoria musical ficará a cargo do cantor\, compositor\, violonista e poeta baiano Tiganá Santana\, enquanto a mostra de cinema terá como curador Clementino Junior\, cineasta dedicado à difusão da obra audiovisual racializada. O grupo Pretinhas Leitoras\, formado pelas gêmeas Helena e Eduarda Ferreira\, nascidas em 2008 no Morro da Providência\, no Rio de Janeiro\, estará à frente das atividades infantis\, que serão feitas na Biblioteca do Centro Cultural. Para enriquecer a experiência dos visitantes em relação às obras expostas\, serão oferecidas oito oficinas e laboratórios\, que ocorrerão nos salões da exposição e nas Varandas. Flávio Gomes\, pesquisador do pensamento social e da história do racismo\, da escravidão e da história atlântica\, será o curador das ações da linguagem escrita\, literária e oral paralelas à exposição. Estão também sendo programadas performances com grupos artísticos da região.
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SUMMARY:"ÀMÌ: Signos Ancestrais" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:ÀMÌ\, palavra que designa “signo” e “símbolo” na língua yorubá. Trazidos da África para o Brasil no século XIX\, o povo de origem nagô\, antes residente abaixo do deserto do Saara\, possuía uma riqueza de ritos\, cultos\, pensamento matemático que acabaram sendo incorporados ao Brasil como partícipes da cultura nacional. Tornou-se corriqueiro\, desde então\, vermos e identificarmos cores e formas sobreviventes da diáspora que se associam aos cultos de matrizes africanas. O preto e o vermelho de Exú\, o amarelo-ouro de Oxum\, o vermelho e o branco de Xangô\, e o branco de Oxalá. Na arte brasileira\, a aceitação de tais signos yorubás custou a acontecer. O século XX teve um grande influxo de pesquisas sobre a realidade nacional\, que resultou em pensamentos e programas de um modernismo ao qual podemos adjetivar de “identitário”. A cultura popular passou a interessar\, as cores tropicais foram protagonizadas; no paisagismo\, passamos a valorizar a vegetação nativa\, comum. E\, com isso\, uma elite intelectual passa a se apropriar de culturas diaspóricas afroindígenas\, às quais os artistas não pertenciam. \n\n\n\nA exposição ÀMÌ: signos ancestrais parte de outro viés. Estimulados pela obra de Emanoel Araújo\, constante da Coleção Arte Sesc\, percebemos um jogo dual que o grande artista nos propunha. Por um lado\, a geometrização abstrata\, formal; por outro\, cores que se relacionam aos cultos afro-brasileiros. Decidimos\, então\, seguir esta rota\, perguntar ao presente sobre o legado deixado por Araújo nas criações mais recentes. Convidamos ao diálogo dois artistas de jovem produção: Guilhermina Augusti e Raphael Cruz. Associar cor e forma aos signos ancestrais é atentar para um complexo pensamento que ora coaduna o poder e a potência das divindades a gestos significativos\, ora simplifica e essencializa imagens da natureza. Assim\, é apresentada uma trama prenhe de significados transpassada por criações diversas de artistas que\, hoje\, assumem um lugar de representação e representatividade.
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SUMMARY:O MAM Rio celebra seus 75 anos
DESCRIPTION:A exposição museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas propõe um exercício de memória no 75º aniversário do museu: um ato de olhar para o passado\, para o que já foi feito e as coisas que aqui aconteceram\, como convite para pensar o que o MAM Rio pode ser hoje e no futuro.  Focando nas primeiras três décadas de sua história\, a exposição apresenta cinco áreas que ancoram as ações do MAM Rio\, e um evento que marcou seu curso. Educação\, design\, cinema\, o experimental e os movimentos de criação artística que atravessaram a existência do museu são os campos de atuação escolhidos\, os quais cimentam a relevância de uma instituição intimamente ligada às dinâmicas da cidade. Como evento\, o incêndio ocorrido em 1978 no museu representa um momento de mudanças caracterizado pelo engajamento coletivo de profissionais da cultura e da população\, e pela revisão institucional.  Em cada um desses eixos\, obras do acervo do MAM Rio são apresentadas junto com documentos provenientes\, em sua maior parte\, dos arquivos do museu\, escrevendo histórias por meio de objetos\, imagens e impressos. A exposição reúne grandes nomes do acervo do MAM Rio para pontuar os momentos em que o museu foi espaço de experimentação\, produção de pensamento e fazer artístico: Abraham Palatnik\, Alberto Giacometti\, Anita Malfatti\, Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Antonio Dias\, Candido Portinari\, Carlos Vergara\, Carlos Zilio\, Cildo Meireles\, Constantin Brancuși\, Fayga Ostrower\, Hélio Oiticica\, Ivan Serpa\, Lygia Clark\, Lygia Pape\, Max Bill\, Nelson Leirner\, Rubens Gerchman\, Tunga e Willys de Castro\, dentre 93 nomes da arte brasileira e internacional.
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SUMMARY:Instalação inédita "Cosmococa 5 Hendrix War" no Centro Municipal Hélio Oiticica
DESCRIPTION:O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, em colaboração com o Projeto Hélio Oiticica apesenta a instalação inédita Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê)\, da icônica obra Cosmococa – Programa in Progress\, criada em 1973 por Hélio Oiticica (1937-1980) e o cineasta Neville D’Almeida (1941). O Programa in Progress abrange vários desdobramentos – livro\, fotografias\, cartazes\, instalações públicas e domésticas\, como a Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê). A obra é a única\, das seis criadas especialmente para residências\, que nunca havia sido mostrada em público. Foi criada em homenagem a Jimi Hendrix (1942-1970)\, e elaborada para ser instalada em um espaço residencial\, privado\, com projetores nos diversos cômodos da casa. Para a exposição no CMAHO\, foi montado um apartamento\, com mobília\, e obras de outros artistas\, como Alexandre Murucci\, Anna Costa e Silva\, Elmo Martins\,Julianne Chaves\, Lígia Teixeira\, Paulo Jorge Gonçalves e Rita Chaves. A exposição da “CC5” faz parte do tour mundial que durará um ano\, em celebração aos 50 anos da criação da emblemática série Cosmococas. O tour foi iniciado no dia em 13 de março de 2023\, na EAV Parque Lage\, no Rio de Janeiro\, quando foi mostrada a Cosmococa 4 Nocagions. Em seguida\, em 18 de março\, durante a SP-Arte\, a CC4\, em versão privê\, integrou a mostra Hélio Oiticica: Mundo-Labirinto\, na Vila Modernista\, nos Jardins\, em São Paulo\, com projeto arquitetônico de Flávio de Carvalho. Depois\, haverá a exibição da Cosmococa 5 Hendrix War e da CC2 Onobject\, na Lisson Galery\, em Nova York; CC2 Onobject e CC3 Maileryn (versões domésticas)\, na Hunter College\, em Nova York; e ainda no The Mistake Room\, em Los Angeles\, EUA; e Carcará Photo Arte\, em São Paulo. A exposição integra o programa Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, que seleciona diferentes ações\, que vão de performances a aulas de diferentes artistas\, pensadores\, professores\, entre outros profissionais\, relacionadas à obra de Hélio Oiticica.
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LOCATION:Centro Municipal Hélio Oiticica\, Rua Luís de Camões\, 68 - Praça Tiradentes - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros é dedicada à trajetória e à produção literária da autora mineira que se tornou internacionalmente conhecida com a publicação de seu livro Quarto de despejo\, em agosto de 1960. Inicialmente concebida para o IMS Paulista e com passagens por outras cidades\, a exposição continua sua itinerância em uma versão ampliada em parceria com o Museu de Arte do Rio. O objetivo central da mostra é apresentar sua produção autoral que incluiu a publicação\, em vida\, de outras obras. Além disso\, a exposição destaca as incursões da autora em outras formas de expressão\, como a composição musical\, o canto e a arte circense. Carolina\, uma intérprete essencial para compreender a história do Brasil\, é apresentada como uma multiartista e tem um papel particularmente significativo para a história da população negra brasileira. Nascida em 1914 em Sacramento\, Minas Gerais\, e falecida em 1977 em São Paulo\, Carolina Maria de Jesus explorou diversos gêneros literários\, incluindo romance\, poesia\, teatro\, provérbios\, autobiografia e contos. No entanto\, é mais conhecida por seus diários\, que resultaram em seu livro mais famoso\, Quarto de Despejo. O sucesso desse livro pode ser medido pela sua tradução imediata para 13 línguas. O acervo de Literatura do Instituto Moreira Salles conta com dois manuscritos inéditos de Carolina Maria de Jesus\, intitulados Um Brasil para os brasileiros\, e seu disco com composições próprias\, também chamado Quarto de Despejo. Esses elementos foram o ponto de partida para a elaboração da exposição pelo IMS. Com curadoria do antropólogo Hélio Menezes e da historiadora Raquel Barreto\, e pesquisa literária realizada pela doutora em letras Fernanda Miranda\, a exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros busca destacar a grandeza da escritora e apresentá-la como convém: mulher negra e artista emancipada\, símbolo de resistência e de luta política e cultural para o país. A parceria com o Museu de Arte do Rio acontece no momento em que a sede do IMS na cidade está fechada para obras.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"O Tremor e o Terroso: Miguel Afa" na Nonada Zona Sul
DESCRIPTION:Miguel Afa é nome predominante nos dois espaços da NONADA. Em sua primeira individual na galeria\, onde foi o primeiro artista com representação e\, também\, tem na NONADA sua primeira galeria\, apresenta O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, sob curadoria de Igor Simões. Uma exposição em dois tempos\, com um total de 40 pinturas\, exibe\, em Copacabana (NONADA ZS) seis telas de forma mais intimista como preparação e apresentação do segundo ato. No espaço da Penha (NONADA ZN)\, “uma exposição maior e com obras de grande formato que chegam a lugares novos na produção do artista”\, como define Paulo Azeco\, tem-se dez (10) pinturas e um políptico composto por vinte e quatro (24) trabalhos. \n\n\n\nComo ressalta o curador\, “Miguel Afa desloca seus mais recentes trabalhos para uma atmosfera da ordem do onírico. (…) Um jogo contínuo de reescrever o mundo a partir do encontro do corpo com a pintura”. Em sua dedicação incessante ao fazer\, aprimorar\, ascender\, o artista reproduz\, em tela\, sua vivência diária de forma afetuosa amainando cenas duras da realidade com a qual convive. Pinceladas precisas adquiridas através da persistência de um artista autodidata determinado a “fazer a diferença”\, aprimoram as técnicas utilizadas e apresentam emoção em pinturas de situações que\, não corriqueiras\, transmitem ‘vida real’. “Eu tento abordar as questões não objetivas\, o contraponto da visão pré-estabelecida sobre nós\, pretos e favelados. Abordo as relações afetivas\, saberes locais e como intuitivamente cuidamos um do outro\, seja no aspecto emocional ou físico”\, define o artista. \n\n\n\nEm O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, “(…) do embate entre a natureza e a construção\, surgem alguns dos trabalhos dessa mostra. A planta rompe o tijolo. Mas o que está ali em tensão não é a planta\, não é o tijolo. “É o tempo”\, define Igor Simões. E prossegue: ”Para alguns\, poderia soar que as camadas e sobre camadas de tinta podem soar sujas\, para ele não. Para um artista estudioso das histórias da arte\, nada é acaso. Fabular a terra nos seus mais diferentes sentidos exigiu desse jovem artista carioca uma relação que passa pela herança da pintura nomeada ocidental\, mas que se assinala como inegavelmente brasileira. Creio que\, a essa altura da carreira de Afa\, já não resta dúvida que estamos diante de um dos mais importantes pintores da sua geração”. \n\n\n\nPossivelmente\, estamos observando um momento em que um ciclo se encerra para permitir novos desafios e novas conquistas. Como anotado pelo curador\, “Miguel é um artista que já superou a fase das ideias que querem parecer o trabalho realizado. Ele sabe que ideia é o início\, mas arte é trabalho\, labuta diária\, busca pela tarifa certa que permite surgir a poesia. Afa assegura [ou reitera constantemente: quero ser relevante. Essa nota mental aponta para um necessário caminho de constante busca. Miguel o faz!” \n\n\n\nEm seu agora\, Miguel Afa vive um momento de relação nova com sua inventividade\, seu criadouro de imagens. Os tons terrosos\, mas não depressivos\, destacam a beleza do menino\, que mesmo com céu nublado\, abaixa-se para resgatar sua pipa.
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LOCATION:Nonada Zona Sul\, R. Aires Saldanha\, 24\, Copacabana\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Exposição "MAM Rio: origem e construção"
DESCRIPTION:MAM Rio: origem e construção apresenta o processo de constituição do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, começando com sua concepção e concluindo na inauguração de sua sede definitiva\, no Parque do Flamengo. Uma seleção de aproximadamente 160 documentos mostra as ideias e intenções que deram forma ao museu\, as pessoas que contribuíram ou acompanharam sua criação\, e o desenho e construção de seu icônico prédio\, concebido pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy e executado junto à engenheira e urbanista Carmen Portinho entre 1954 e 1967. A exposição complementa a mostra museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas\, em cartaz desde maio no museu. Compartilhar esses processos\, no ano em que o MAM Rio celebra seu 75º aniversário\, tem como objetivo incitar uma reflexão sobre as instituições culturais e explorar de que maneira suas funções respondem a lugares e momentos\, com mudanças ao longo do tempo. Os documentos do arquivo do museu\, com contribuições dos Museus Castro Maya\, ocupam mesas que servem tanto como espaço para encontros e oficinas quanto área de leitura e consulta às publicações\, ou mesmo para o descanso do público. Os livros que integram a exposição são cópias de títulos da biblioteca do museu sobre aspectos e desenvolvimentos relacionados ao MAM Rio e sua história. A mostra será acompanhada por oficinas\, ciclos de palestras e laboratório de leituras.
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SUMMARY:"Sai-Fai: Ficção Científica à Brasileira" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Inspirados por movimentos como o afrofuturismo e o futurismo indígena\, 19 autores de todo o Brasil deram vida a realidades alternativas\, utopias\, distopias e aventuras fantásticas. Esses contos foram cuidadosamente ilustrados por dez talentosos artistas visuais e transformados em um livro digital\, disponível para apreciação no espaço expositivo. Na exposição\, a magia ganha vida através das ilustrações elaboradas por dez talentosos artistas visuais\, que\, juntamente com os textos\, foram transformados em um livro digital publicado pelo Museu do Amanhã. Além disso\, a experiência imersiva da mostra incorpora uma narrativa sonora\, uma videoarte e a emocionante experiência de realidade aumentada chamada Herança\, desenvolvida pelo coletivo 2050. Ao adentrar o espaço imersivo de Sai-Fai\, os visitantes são convidados a se transformarem em leitores ativos\, onde a imaginação é a tecnologia sensível e a arte é uma ferramenta poderosa que desafia a percepção da realidade\, transportando-nos para outros mundos. Essa exposição é uma convergência entre literatura e artes visuais\, apresentando trechos dos contos escritos durante a oficina\, com ilustrações de artistas de estilos distintos. Som\, imagem e palavra se fundem\, convidando-nos a questionar as fronteiras entre o real e o imaginário.
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LOCATION:Museu do Amanhã\, Praça Mauá\, 1 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Pedra Latente" de Rodrigo Braga na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Anita Schwartz Galeria de Arte apresenta a exposição Pedra Latente\, com obras inéditas e recentes de Rodrigo Braga\, entre desenhos e fotografias\, que aprofundam e radicalizam sua pesquisa iniciada em 2017\, no Cariri cearense e nas regiões de pedras calcárias na França\, onde vive desde 2018. \n\n\n\nA exposição Pedra Latente – que tem texto crítico de Bianca Bernardo – ocorre exatos cinco anos após Os olhos cheios de terra\, em que Rodrigo Braga apresentava os trabalhos com terra e pedra que trouxeram a ideia seminal de sua produção atual. As dicotomias – preto e o branco\, direita e esquerda\, positivo e negativo – são questionadas pelo artista\, que busca uma saída para além disso. “Ciente da contradição que também sou\, tento lidar com os extremos opostos. Nessa terra não só de surdos mas também de cegos\, tento apenas enxergar onde estou\, para ver ondecolocarei meus pés no passo seguinte”. \n\n\n\nAs pedras\, que aparecem roladas\, ovaladas\, com intervenções de pintura feitas por Rodrigo Braga – presentes tanto nas fotografias como nos desenhos –\, sugerem que em sua rigidez e aparente imutabilidade estão\, na verdade\, plenas de energia\, prestes a eclodir\, como na lei da entropia. “Este ‘estado estacionário’\, de um sistema\, em uma condição de energia quase nula\, é onde tudo está por acontecer\, quando qualquer e mínima entropia alcança seu êxito. Sair do estado neutro\, dócil e de senso comum\, é justamente onde se impõe a criação\, onde a provocação da arte pode acontecer\, ainda que para alguns soe apenas como desordem”\, explica. “Este estado latente aponta para novas possibilidades\, e é isso o que espero para a humanidade”\, afirma. “Me aproveito da consciência de ser artista e de alquimias que o valham. Conversar com pedras é uma ação reservada aos loucos; ou aos artistas”. \n\n\n\nEm algumas fotografias\, o artista usa seu próprio corpo para interagir com as pedras. “Recentemente venho me interessando por caminhar em terrenos mais áridos que de costume\, onde meu próprio corpo\, personificando uma humanidade em ruínas\, é o único vivente visto nestas paisagens. Estamos nos aproximando do chamado ponto de não retorno\, em que o homem pode estar protagonizando um dano tão grande contra o meio ambiente que possa levar à sua própria extinção. Agora não há mais outros animais\, e a única presença vegetal tem feições áridas ou se encontra carbonizada. Como numa metáfora de tempos sombrios vividos\, os recursos se exaurem e este homem transita por terras empoeiradas\, e duras\, em busca de outras direções possíveis”\, diz Rodrigo Braga. \n\n\n\n“Atualmente vivemos a ideia de fim de mundo\, de abismo\, ou a queda do céu\, como alertou Davi Kopenawa Yanomami\, e este pode ser o estado primordial\, o princípio da criação artística\, daquele que lida com o sensível\, como uma espécie de alquimista de matérias e símbolos. A forma do ovo\, do globo ocular\, ou do crânio\, pode ser o estado latente da mudança”\, diz.
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LOCATION:Anita Schwartz\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30 - Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Sob a luz de outros sóis" de Esther Bonder na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Anita Schwartz Galeria de Arte apresenta a exposição Sob a luz de outros sóis\, com pinturas recentes de Esther Bonder\, em que a artista exalta a natureza em paisagens luxuriantes. Esta é a primeira individual da artista na Galeria\, e a curadoria é de Sandra Hegedus\, e o texto crítico de Shannon Botelho. Ainda estudante de arquitetura\, Esther Bonder teve aulas com Lygia Pape (1927- 2004)\, que “sensibilizava os alunos por meio de exercícios corporais que nos fazia perceber que tudo é paisagem\, e que a perspectiva vem de lugares mais inusitados\, como uma vista de um ser que rasteja ou mesmo de alguém que habita no nosso interior\, como os fungos ou as bactérias\, em meio ao nosso jardim interno”. Arquiteta urbanista\, Esther Bonder trabalhou durante dois anos com Roberto Burle Marx (1909-1994)\, em 1981 e 1982\, em uma estreita convivência com ele em seu sítio\, em Barra de Guaratiba\, Rio de Janeiro. A partir daí\, seguiu no paisagismo até os anos2000\, quando deixou os projetos de grande porte\, e começou a fazer arranjos com plantas\, desenvolvendo vários processos que passaram a abranger interferência com pintura\, esculturas com galhos\, e uso de flores que secavam rapidamente. \n\n\n\nA artista estudou na EAV Parque Lage com Charles Watson\, Fernando Cocchiarale e Anna Bella Geiger\, e frequentou o ateliê de Fayga Ostrower (1920-2001)\, Katie Van Scherpenberg e Lilia Sampaio\, e retornou à pintura sobre tela há dez anos. Defensora da noção de que ecologia não é “apenas cuidar do meio ambiente\, mas termos consciência de que fazemos parte da natureza\, somos um”\, Esther Bonder é leitora voraz de pensadores ambientalistas como Ailton Krenak (1953)\, os italianos Emanuelle Coccia (1976) e Stefano Mancuso (1965)\, além do russo Vladimir Vernadsky (1863-1945)\, autor do clássico A Biosfera (1926). “Somos subprodutos das plantas. Vivemos de sua expiração. Somos feitos de folhas e terra\, dos mesmos elementos das estrelas\, e voltamos à terra\, em um ciclo da vida. Tudo tem um ciclo”\, diz. \n\n\n\nPerceber o sensível da vida é essencial para que as pessoas possam conviver\, afirma a artista. “Na fronteira entre o racional e a poesia está a arte\, que ‘traduz’ o sensível de forma visível. Mesmo ao comer uma folha de alface estamos absorvendo toda a sabedoria contida ali\, naquela estrutura. Ao tomarmos contato com a leitura\, com a arte\, tudo passa a fazer parte de nós. A sensibilidade migra de corpo para corpo”. Das pinturas que estão na exposição – todas em acrílica sobre tela – algumas são totalmente inéditas\, como Sob a Luz de Outros Sóis\, Terroso e Aurora. Outras\, também produzidas este ano\, estiveram na exposição A Vida Sensível\, no Centro Cultural dos Correios de São Paulo\, com curadoria de Ana Carolina Ralston\, como Escotilha e Sobre todas as cores.
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LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30\, Rido de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Angelo Venosa\, escultor" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Um mergulho na obra de um dos nomes mais importantes da arte contemporânea brasileira é o que espera o visitante de Angelo Venosa\, escultor\, mostra panorâmica a ser aberta publicamente no dia 25 de agosto de 2023\, na Casa Roberto Marinho. Sob a curadoria de Paulo Venancio Filho\, a individual ocupará os 1.200m² de área expositiva do instituto cultural no Cosme Velho\, Zona Sul do Rio de Janeiro\, reunindo 85 trabalhos de um arco temporal que vai do início da década de 1970 às últimas obras realizadas em 2021. \n\n\n\n“A mostra homenageia um dos mais relevantes escultores brasileiros\, que participou de algumas exposições realizadas pela Casa Roberto Marinho\, e reafirma o interesse do instituto pela arte contemporânea”\, comenta o diretor Lauro Cavalcanti. De acordo com o curador\, que acompanhou a trajetória artística de Angelo Venosa (São Paulo\, 1954 – Rio de Janeiro\, 2022) desde os primórdios\, a exposição apresenta um amplo panorama de sua produção absolutamente singular. E revela a complexidade de seu pensamento escultórico expresso em obras de grandes dimensões ou de pequeno formato\, construídas a partir da diversa gama de materiais que caracteriza seu processo criativo. \n\n\n\n“A carreira do Angelo surge quando a pintura volta a tomar proeminência no ambiente artístico brasileiro e vários de seus amigos eram pintores da chamada ‘Geração 80’. O fato é que ele foi o único\, senão o mais importante\, escultor dessa geração. E teve pouca influência das experiências neoconcretas tridimensionais que privilegiavam o plano e não o volume. Ele se voltou de maneira absolutamente heterodoxa para as características clássicas da escultura; o volume\, a massa\, o peso. Suas primeiras obras\, resultado de uma artesania própria e quase rústica\, enfatizavam o volume\, a presença física entre uma forma abstrata ou representação de uma entidade orgânica”\, analisa Paulo Venancio.  \n\n\n\nSem obedecer a uma cronologia linear\, o curador selecionou esculturas suspensas\, de parede ou de chão. Provenientes de acervos institucionais e de coleções particulares\, as peças serpenteiam pelo espaço\, emergem horizontalmente ou exploram a verticalidade\, incorporando luz e sombra como parte do projeto\, e revelando uma inusitada investigação da estrutura e da forma. \n\n\n\n“Fiz questão de colocar\, lado a lado\, trabalhos de diferentes períodos\, tamanhos e volumes. Cada sala tem uma unidade que se comunica com o todo. A proposta é apresentar o conjunto com certa liberdade\, sem pautá-lo por eixos temáticos\, deixando que o espectador encontre suas próprias referências a partir da multiplicidade de significados e inquietações que as obras evocam”\, informa Venancio Filho. \n\n\n\nA radicalidade experimental que marca a produção de Venosa manifesta-se em cada trabalho. Em sua poética\, materiais recorrentes à prática da escultura tradicional\, como o bronze\, o mármore\, o aço e a madeira\, se fundem a ossos\, dentes de boi\, piche\, areia\, cera de abelha\, bandagem\, filamentos de café\, galho de árvore\, breu\, fibra de vidro\, gesso\, tecido e arame. \n\n\n\nApesar do aspecto eminentemente artesanal de sua obra\, o escultor sempre esteve atento às tecnologias digitais e\, a partir de um determinado período\, incorporou a impressora 3D à sua prática\, sem deixar de lado os meios tradicionais. Sobre esta fase\, Paulo Venancio Filho escreveu\, em 2013\, no texto “A metamorfose dos corpos”: “Ficaram para trás as reminiscências do orgânico… É como se a escultura tivesse abandonado um período\, um estágio do vertebrado para o seriado\, do orgânico para o sintético. Do ateliê para o laboratório\, um salto ‘evolutivo’ acompanha o andamento tecnológico do mundo. O acrílico\, o recorte computadorizado do material\, o seu ordenamento mecânico\, preciso\, irretocável\, dos produtos em série”. \n\n\n\nA panorâmica apresenta os trabalhos negros do início da carreira — estruturados a partir de madeira\, tecido e tinta — em diálogo com a produção recente\, estabelecendo relações plásticas entre as peças. Um autorretrato em xilogravura\, de 1972\, é a obra mais antiga em exibição. No térreo\, há um espaço dedicado aos desenhos\, anotações e esboços do artista que tinha grande fluência no traço. Completa a seleção uma série de retratos em acrílica sobre papel produzida por Luiz Zerbini\, grande amigo de Venosa. A mostra contempla\, ainda\, uma cronologia ampliada organizada por Ileana Pradilla Ceron.
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LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Em torno dos 80" em homenagem a Luiz Aquila na Cidade das Artes
DESCRIPTION:Luiz Aquila comemora seus 80 anos em exposição na Cidade das Artes\, reunindo obras dele e de amigos e artistas importantes de sua convivência. “Em Torno dos 80” abre no dia 26 agosto e homenageia o mestre com a participação de artistas que com ele conviveram no Parque Lage na década de 80\, justamente no período em que houve uma retomada\, segundo Aquila\, da liberdade de expressão – especificamente na pintura\, em termos plásticos. \n\n\n\nCom curadoria de Monica Xexéo\, a mostra envolve nomes importantes na história da arte brasileira como Rubens Gerchman\, Adriano Mangiavacchi\, Ana Durães\, Angelo Venosa\, Anna Bella Geiger\, Alexandre Dacosta\, Beatriz Milhazes\, Clara Cavendish\, Claudio Kuperman\, Cristina Canale\, Cristina Salgado\, Celeida Tostes\, Daniel Senise\, Jeannette Priolli\, João Magalhães\, John Nicholson\, Jorge Guinle\, Luiz Pizarro\, Manfredo de Souzanetto\, Monica Barki\, Malu Fatorelli\, Nelly Gutmacher\, Ronaldo do Rego Macedo\, Rubens Gerchman\, Suzana Queiroga\, Victor Arruda e Xico Chaves estarão expondo seus laços afetivos e a importância de Aquila. \n\n\n\n“Minha passagem pelo Parque Lage nos anos 1980 foi a experiência mais profícua e prazerosa que obtive de um trabalho em grupo. Tanto o trabalho com os alunos como professor – na verdade\, fui mais um professor-orientador de um ateliê do que um professor no sentido convencional -\, como no convívio com os colegas. Nessa época todas as salas se comunicavam viradas para o entorno da piscina\, então havia uma facilidade de saber o que os colegas estavam criando. Os encontros na cantina eram um verdadeiro seminário de arte e de discussão\, sobre política\, inclusive. Ao contrário da faculdade\, a EAV só tinha o ‘miolo’ bom. Concentrava a parte criativa\, investigativa voluntária e o prazer de luta pela própria Escola. Foi um período maravilhoso e eu tive muita sorte de estar lá dentro”\, relembra o mestre. \n\n\n\nA exposição é uma realização da Fundação Cidade das Artes (presidida por Daniela Santa Cruz) e da Galeria Patrícia Costa.
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LOCATION:Cidade das Artes\, Av. das Américas\, 5.300 - Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:FotoRio 2023 no Centro Cultural Justiça Federal
DESCRIPTION:O FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro\, o festival mais antigo desse tipo em atividade no Brasil\, celebra seu vigésimo aniversário com seis exposições realizadas no Centro Cultural Justiça Federal\, na cidade do Rio de Janeiro. Das seis mostras\, quatro são de artistas estrangeiros\, enquanto duas destacam o trabalho das artistas brasileiras Aline Motta e da dupla Masina Pinheiro e Gal Cipreste Marinelli\, artistas trans não-binárias atuantes em diversas formas de expressão\, incluindo foto-escultura\, cinema\, educação e música. As exposições internacionais apresentam obras do cineasta e fotógrafo iraniano Morteza Niknaha\, do documentarista colombiano Federico Rios Escobar\, da artista francesa Camille Gharbi e da fotógrafa africana Belinda Kazeem-Kaminski\, baseada em Viena\, Áustria. \n\n\n\nO festival tem coordenação de Erika Tambke\, Ioana Mello\, Marina Alves\, Milton Guran\, Paulo Marcos de Mendonça Lima e Thomas Valentin e conta com patrocínio do Itaú\, com apoio do Consulado Geral de França e do Institut Français. \n\n\n\nO evento\, coordenado por Erika Tambke\, Ioana Mello\, Marina Alves\, Milton Guran\, Paulo Marcos de Mendonça Lima e Thomas Valentin e com patrocínio do Itaú\, com apoio do Consulado Geral da França e do Institut Français\, destaca a importância da fotografia como uma forma de expressão cultural essencial\, abordando temas sociais relevantes\, como racismo\, escravidão\, decolonialidade e feminicídio. As exposições contam com elementos interativos\, como QR Codes para informações adicionais e audiodescrição\, garantindo acessibilidade para diferentes públicos.
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LOCATION:Centro Cultural Justiça Federal\, Avenida Rio Branco\, 241 - Cinelândia\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Principio de Semejanza" de Gabriel Chaile na Carpintaria
DESCRIPTION:Principio de Semejanza\, a primeira exposição do artista argentino Gabriel Chaile (Tucumán\, 1985) no Brasil\, acontece na Carpintaria e apresenta três novas esculturas construídas entre São Paulo e Rio de Janeiro. Manipulando o barro e a argila\, Chaile articula as dimensões rituais de seus materiais em grandes construções figurativas que costuram alusões formais à estatuária clássica – como a escultura cicládica grega – e à manufatura indígena – como os artefatos condorhuasi da região de Tucumán. Neste novo corpo de trabalho\, o artista mobiliza uma configuração visual herdada desses povos pré-colombianos\, tomando minúsculos talismãs\, muitos deles medindo menos de 3cm\, e extrapolando a sua escala para grandes dimensões. \n\n\n\nAs figuras da exposição têm um aspecto feminino\, com seios protuberantes e sulcos descrevendo nádegas e genitália\, silhuetas opulentas que remetem a personificações arcaicas da fertilidade. Chaile distribui grafismos sobre as faces dessas obras\, numa exploração tátil do desenho\, como se fossem imensas superfícies de inscrição. Curiosamente acéfalos\, esses corpos poderiam também ser vistos como máscaras hipertrofiadas\, em que os traços não delimitam mais órgãos\, membros ou apêndices\, mas rugas e linhas num rosto. Trata-se de uma nova direção na obra do artista\, que até aqui produziu figuras cujos contornos bojudos\, cilíndricos ou quase esféricos evocavam fornos\, potes e chaminés. \n\n\n\nO título da exposição é emprestado da fotografia intitulada Principio de Semejanza\, tirada pelo artista em 2008\, e alude a essa composição aglutinadora de culturas visuais\, procedimentos e repertórios\, transpostos ao contexto brasileiro\, além do processo de encontrar similaridade no dissemelhante. A imagem\, parte de um arquivo compilado por ele ao longo dos anos\, espécie de registro de seu percurso\, mostra duas mulheres de sua família\, uma com um cachorro e outra com uma menina no colo\, catando piolhos dos pelos e cabelos\, respectivamente. A diferença entre uma criança e um cachorro\, entre uma neta e uma avó\, estabelece uma troca a um só tempo intergeracional e interespecífica. A configuração “em dupla” da fotografia reflete-se na exposição\, com as esculturas achatadas ocupando o espaço expositivo em pares\, sempre com uma figura maior e uma menor. Individualmente\, cada escultura é também um par\, formado por cada face de seus volumes. Os dois pares não são oposições binárias\, mas metáforas complementares. Remetendo à sua fotografia\, essas formas são imagens de cuidado. Em certo sentido\, é o cuidado e a transmissão da memória\, unidas às propriedades físicas do espaço e das coisas\, que criam um lugar. \n\n\n\nNa prática do artista\, a caixa de ferramentas empregada na construção de um novo corpo de trabalho é sempre dada pelo contexto\, pelos recursos e restrições cedidas ou impostas pelo ambiente. Quando produzia em Tucumán\, sua cidade natal\, em proximidade com os métodos e técnicas dos povos originários\, a sua prática envolvia coletar o barro e produzir a argila segundo os saberes locais\, em colaboração com aqueles que o transmitiam. Quando se mudou para para Lisboa\, onde mora desde 2020\, precisou reconstruir um contexto comunitário para que pudesse trabalhar: sem os amigos e a família que o cercavam anteriormente\, aproximou-se da população latina imigrante\, com quem passou a trabalhar\, estabelecendo uma espécie de comunidade nômade. No Brasil\, ocupou o Galpão e a Carpintaria com seus materiais e equipamentos\, transformando o espaço expositivo num contexto provisório\, entre uma escavação arqueológica e um ateliê aberto. \n\n\n\nDesarraigamento e habitação territorial\, como dois pólos de uma relação dinâmica\, desdobram-se numa pergunta central: como se constrói e como se transmite a memória? Seus trabalhos não demarcam fronteiras visuais\, mas tecem uma gama de elementos heterogêneos sem hierarquizá-los. São ilustrações do que Chaile chama “engenharia da necessidade”\, procedimento sintetizado por ele na fórmula lapidar: “trabalhar a partir do que tenho para dar forma ao que me falta”.
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SUMMARY:"Evandro Teixeira. Chile 1973" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Evandro Teixeira (1935) é um dos nomes mais importantes do fotojornalismo brasileiro\, tendo atuado na imprensa por quase seis décadas. Com suas lentes\, registrou os bastidores do poder no país\, as manifestações contrárias ao regime militar instaurado no país em 1964\, e temas associados ao esporte\, à moda e à cultura. \n\n\n\nParticipou também de uma importante cobertura internacional: a do golpe militar no Chile em 1973. No país andino\, produziu imagens impactantes do Palácio De La Moneda bombardeado pelos militares\, dos prisioneiros políticos no Estádio Nacional em Santiago e do enterro do poeta Pablo Neruda. As fotografias tiradas durante esse capítulo traumático da história chilena são o destaque da presente exposição. A mostra\, realizada pelo Instituto Moreira Salles\, já foi apresentada no IMS Paulista e chega ao CCBB Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição reúne cerca de 160 fotografias em preto e branco\, livros\, fac-símiles e outros objetos\, como máquinas fotográficas e crachás de imprensa. Além dos registros feitos no Chile\, a exposição traz imagens produzidas por Evandro durante a ditadura civil-militar brasileira\, em um diálogo entre os contextos históricos dos dois países. No espaço expositivo\, também são apresentados trechos de filmes que documentam o período\, como Setembro chileno\, de Bruno Moet\, e Brasil\, relato de uma tortura\, de Haskell Wexler e Saul Landau.
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SUMMARY:"La sangre nunca mure" de Herbert De Paz na Galeria Cassia Bomeny
DESCRIPTION:A Galeria Cassia Bomeny inaugura a exposição La sangre nunca mure no dia 31 de agosto\, com obras de Herbert De Paz\, artista de El Salvador radicado há dez anos no Brasil. Curada por Keyna Eleison\, a individual tem como eixo conceitual as memórias ancestrais do artista e seu repertório imagético. Através de uma poética que dialoga diretamente com a História\, abordando e questionando as narrativas hegemônicas sobre a colonização nas Américas\, a obra de Herbert divide-se entre pinturas e colagens criadas a partir de fotos de arquivo e do seu próprio repertório imagético. \n\n\n\n“Meu trabalho traz a memória do meu lugar de origem\, um território indígena e afrodiaspórico da América Central\, pensando pontos que encontrei em comum com a história do Brasil e com os quais me identifiquei”\, comenta o artista. “Vejo minha obra como uma prática de arqueologia da imagem que serve para pensar outras possibilidades para o passado\, modificando o presente e o futuro no imaginário coletivo\, a partir de elementos alegóricos. Nas pinturas\, eu coloco cenas do meu imaginário; já meu trabalho de colagem acontece a partir da pesquisa de registros históricos em revistas e se dá como desdobramento dessas imagens antigas com temas indígenas e negros.”
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SUMMARY:"O Tremor e o Terroso: Miguel Afa" na Nonada Zona Norte
DESCRIPTION:Miguel Afa é nome predominante nos dois espaços da NONADA. Em sua primeira individual na galeria\, onde foi o primeiro artista com representação e\, também\, tem na NONADA sua primeira galeria\, apresenta O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, sob curadoria de Igor Simões. Uma exposição em dois tempos\, com um total de 40 pinturas\, exibe\, em Copacabana (NONADA ZS) seis telas de forma mais intimista como preparação e apresentação do segundo ato. No espaço da Penha (NONADA ZN)\, “uma exposição maior e com obras de grande formato que chegam a lugares novos na produção do artista”\, como define Paulo Azeco\, tem-se dez (10) pinturas e um políptico composto por vinte e quatro (24) trabalhos. \n\n\n\nComo ressalta o curador\, “Miguel Afa desloca seus mais recentes trabalhos para uma atmosfera da ordem do onírico. (…) Um jogo contínuo de reescrever o mundo a partir do encontro do corpo com a pintura”. Em sua dedicação incessante ao fazer\, aprimorar\, ascender\, o artista reproduz\, em tela\, sua vivência diária de forma afetuosa amainando cenas duras da realidade com a qual convive. Pinceladas precisas adquiridas através da persistência de um artista autodidata determinado a “fazer a diferença”\, aprimoram as técnicas utilizadas e apresentam emoção em pinturas de situações que\, não corriqueiras\, transmitem ‘vida real’. “Eu tento abordar as questões não objetivas\, o contraponto da visão pré-estabelecida sobre nós\, pretos e favelados. Abordo as relações afetivas\, saberes locais e como intuitivamente cuidamos um do outro\, seja no aspecto emocional ou físico”\, define o artista. \n\n\n\nEm O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, “(…) do embate entre a natureza e a construção\, surgem alguns dos trabalhos dessa mostra. A planta rompe o tijolo. Mas o que está ali em tensão não é a planta\, não é o tijolo. “É o tempo”\, define Igor Simões. E prossegue: ”Para alguns\, poderia soar que as camadas e sobre camadas de tinta podem soar sujas\, para ele não. Para um artista estudioso das histórias da arte\, nada é acaso. Fabular a terra nos seus mais diferentes sentidos exigiu desse jovem artista carioca uma relação que passa pela herança da pintura nomeada ocidental\, mas que se assinala como inegavelmente brasileira. Creio que\, a essa altura da carreira de Afa\, já não resta dúvida que estamos diante de um dos mais importantes pintores da sua geração”. \n\n\n\nPossivelmente\, estamos observando um momento em que um ciclo se encerra para permitir novos desafios e novas conquistas. Como anotado pelo curador\, “Miguel é um artista que já superou a fase das ideias que querem parecer o trabalho realizado. Ele sabe que ideia é o início\, mas arte é trabalho\, labuta diária\, busca pela tarifa certa que permite surgir a poesia. Afa assegura [ou reitera constantemente: quero ser relevante. Essa nota mental aponta para um necessário caminho de constante busca. Miguel o faz!” \n\n\n\nEm seu agora\, Miguel Afa vive um momento de relação nova com sua inventividade\, seu criadouro de imagens. Os tons terrosos\, mas não depressivos\, destacam a beleza do menino\, que mesmo com céu nublado\, abaixa-se para resgatar sua pipa.
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SUMMARY:"Forrobodó" na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:A Gentil Carioca apresenta Forrobodó\, exposição coletiva que marca os 20 anos da galeria e celebra o potencial político\, poético\, estético e erótico das ruas\, com a curadoria de Ulisses Carrilho. A abertura acontece neste sábado\, 09 de setembro\, das 19h às 00h\, n’A Gentil Carioca do Rio de Janerio\, com uma grande festa para celebrar o aniversário.A partir da encruzilhada que marca a presença da galeria no Saara\, no centro do Rio de Janeiro\, mais de setenta artistas serão expostos nos dois prédios da galeria\, extravasando-a com obras pela região de comércio popular carioca festejando este importante marco Gentil\, bem como numa celebração da rua\, das convivências\, do entorno e das vizinhanças. Partindo da arruaça\, das trocas\, dos prazeres e da cooperação\, Forrobodó toma por empréstimo o nome da opereta de costumes composta por Chiquinha Gonzaga\, que também compôs “Ô\, Abre Alas”\, que nomeia outro importante programa da galeria.
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SUMMARY:"Naturas: Assim eu vejo" de Claudia Jaguaribe no Paço Imperial
DESCRIPTION:A paisagem e o universo botânico entraram desde cedo na vida de Claudia Jaguaribe\, sendo um dos interesses prediletos de seu avô Francisco\, geógrafo e autor de parte expressiva da cartografia brasileira. A atração precoce pelo tema foi determinante na trajetória da artista\, que aguçou o seu olhar e se aprofundou na paisagem e nos aspectos da natureza. Naturas: Assim eu vejo\, que acaba de inaugurar no Paço Imperial\, curada por Heloísa Amaral Peixoto\, reúne obras que fazem parte de uma pesquisa que se inicia com a série Tudo é Sofia\, de 2004\, e se estende a trabalhos mais recentes e inéditos\, realizados com recursos de Inteligência Artificial em Viveiro\, de 2023. No dia 15 de setembro\, ela e a curadoria conduzem uma visita guiada a partir das 12h. \n\n\n\nCom uma agenda cheia tanto no âmbito nacional quanto internacional\, tendo realizado projetos na Usina de Arte (Recife)\, exposições em São Paulo\, além da participação este ano no Festival Off and On\, Brasil Imprevisto\, em Arles (França)\, onde expôs em um telão ao ar livre\, Claudia escolheu a cidade do Rio para mostrar esse recorte de seus trabalhos antigos e mais atuais\, totalmente voltados para questões ambientais. Ocupando as salas Amarela e Mestre Valentim\, a exposição apresenta uma pesquisa dupla: uma visão particular sobre como retratar a paisagem e a natureza e as mudanças radicais que se operaram na fotografia em nossa cultura visual. As obras iniciais foram feitas de forma analógica\, com uma simples câmera pinhole até as últimas\, com fotografia digital\, e\, no seu estágio mais avançado\, incluindo a IA. 
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SUMMARY:"A Quarta Geração Construtiva no Rio de Janeiro" na FGV Arte
DESCRIPTION:Localizada na sede da FGV\, em Botafogo\, no Rio de Janeiro\, a FGV Arte será um espaço voltado à valorização e experimentação artística e a debates contemporâneos em torno da arte e da cultura\, buscando incentivar o diálogo com setores mais criativos e heterogêneos da sociedade. A iniciativa pretende conectar\, a partir de projetos artísticos\, as escolas da FGV\, tais como a Escola Brasileira de Administração Pública\, a Escola de Economia\, a Escola de Matemática Aplicada\, a Escola de Ciências Sociais (CPDOC) e a Escola de Comunicação\, Mídia e Informação. A FGV Arte prevê ainda seminários\, oficinas metodológicas e cursos práticos de formação para as artes. \n\n\n\nA exposição inaugural foi intitulada de A Quarta Geração Construtiva no Rio de Janeiro pelo curador Paulo Herkenhoff e ficará em cartaz\, com entrada gratuita\, até dezembro de 2023. Na abertura\, às 17h\, será lançado o livro Rio XXI Vertentes Construtivas\, também sob a concepção de Herkenhoff\, que além de organizar a publicação\, dirigiu o projeto editorial junto ao artista e designer gráfico Fernando Leite. O livro é o segundo volume da coleção\, que se iniciou com Rio XXI Vertentes Contemporâneas\, lançado em 2019. \n\n\n\nA relação da FGV com a arte contemporânea vem sendo resgatada desde 2012\,  quando passou a editar publicações sobre diversas vertentes da arte e do design\, a exemplo do livro Móvel brasileiro moderno. \n\n\n\n“Ainda na década de 1940\, a FGV promoveu um curso pioneiro no âmbito artístico que possibilitou a formação especializada para o campo gráfico – em forte expansão à época. A FGV Arte resgata a tradição de incentivo à arte da Fundação\, buscando encorajar e desenvolver ainda mais o setor cultural no Rio de Janeiro”\, avaliza o presidente da FGV\, Carlos Ivan Simonsen Leal\, que completa: “A importância do novo espaço se firma na promoção de diálogos multidisciplinares\, algo que a Fundação tem em sua missão”. \n\n\n\n“A FGV Arte surge em um movimento importante de revitalização do Rio de Janeiro”\, diz Sidnei Gonzalez\, diretor da FGV Conhecimento\, um dos incentivadores do projeto: “O novo espaço abre com a intenção de apoiar a arte contemporânea brasileira e carioca. Local de produção de conhecimento\, prospecção de novos artistas e promoção de diálogos\, a FGV Arte se integra à cidade\, ressaltando um dos seus grandes diferenciais: o setor artístico e seu engajamento criativo”.
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SUMMARY:"Meu mundo caiu – Outros países na coleção do Mian" na Z42 Arte
DESCRIPTION:As artes visuais\, em especial as expressões populares\, são um espelho da cultura de um povo. Dentro desta ótica\, exibir as obras de artistas de outros países do Museu Internacional de Arte Naïf é investir em história e memória para além de fronteiras geográficas. É manter viva esta coleção tão importante\, que durante tantos anos foi exibida em sua sede\, que funcionou entre 1995 e 2016\, em um casarão também no Cosme Velho. É de extrema importância a continuidade desta coleção\, por meio da dedicação de Jacqueline Finkelstein\, gestora do acervo\, e do projeto Arte nas Estações\, que promoveu nove mostras nas cidades mineiras de Ouro Preto\, Conselheiro Lafaiete e Congonhas e agora apresenta Meu mundo caiu no Rio de Janeiro. As manifestações poéticas aqui reunidas\, de culturas tão diversas\, só reforçam a potência destes artistas autodidatas. E o projeto Arte nas Estações segue com seu objetivo de garantir a visibilidade da coleção de tamanha magnitude\, por meio da itinerância por diferentes lugares do país.
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LOCATION:Z42 Arte\, R. Filinto de Almeida\, 42 - Cosme Velho\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Simples/Sofisticado" de Paulo Roberto Leal na Galeria de Arte Ipanema
DESCRIPTION:Segundo Paulo Venancio Filho\, curador de Simples/Sofisticado\, a exposição é uma reapresentação importante da obra de Paulo Roberto Leal\, uma oportunidade ímpar de rever parte do seu legado\, que dá prosseguimento à abstração geométrica pós neoconcretismo de uma maneira muito pessoal e\, como o próprio artista costumava dizer\, bastante lúdica. Tendo realizado algumas importantes exposições do artista\, a Galeria de Arte Ipanema – inaugurada em 1971 com uma exposição de Paulo Roberto Leal – desta vez reúne mais de 20 trabalhos\, a partir do dia 12 de setembro\, data de abertura. Uma das precursoras do Modernismo e a mais longeva do Brasil\, a galeria presta homenagem a Leal reunindo parte da coleção do acervo\, entre pinturas e objetos\, em um recorte que vai dos anos 70 aos 80.Sua experiência anterior como artista gráfico deu intimidade para solucionar a ocupação de espaços especialmente bidimensionais\, introduzindo uma certa liberdade cromática que imprime o clima do Rio de Janeiro dos anos 70\, mais extrovertido\, diferente do neoconcretismo dos anos 50.
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LOCATION:Galeria de Arte Ipanema\, Rua Aníbal de Mendonça\, 27 - Ipanema\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"O rio (e o voo) de Amelia no Rio" de Amelia Toledo na Nara Roesler
DESCRIPTION:Nara Roesler Rio de Janeiro apresenta a exposição O rio (e o voo) de Amelia no Rio\, com obras da grande artista Amelia Toledo (1926\, São Paulo – 2017\, Cotia\, São Paulo) desenvolvidas no período em que viveu no Rio de Janeiro\, nas décadas de 1970 e 1980\, trazendo também uma seleção de obras mais recentes\, que dão seguimento às experimentações que ela iniciou naquele período. São mais de 50 obras\, em diversos meios\, como pinturas\, esculturas\, objetos\, aquarelas\, serigrafias e desenhos\, entre trabalhos históricos e outros inéditos\, como pinturas e aquarelas criadas por Amelia Toledo na década de 1980. A artista e seu legado são representados por Nara Roesler. \n\n\n\nPonte permanente entre a natureza concreta da abstração moderna e a própria natureza\, a pesquisa carioca de Amelia Toledo marca o desenvolvimento de uma obra pioneira\, que poderia se qualificar como abstração ecológica. A artista\, ao manter o mundo orgânico como fonte e destino de sua obra\, foi renovadora das fontes organicistas da modernidade. \n\n\n\nAlém de trabalhos icônicos\, como “Divino Maravilhoso – Para Caetano Veloso” (1971)\, um livro-objeto em papel\, acetato e fotomontagem\, dedicado ao cantor e compositor – um dos exemplos na mostra de seu caráter profundamente experimental\, com um interesse voltado para formas orgânicas e linguagens pouco usuais\, produzidos pela artista na década de 1970 – “O rio (e o voo) de Amelia no Rio” reúne pinturas e aquarelas inéditas criadas na década de 1980\, como as quatro obras da série “Anotações da Casa”\, em acrílica sobre tela\, em que a artista busca representar sua experiência com a luz\, seu espaço criativo e sua morada no Rio de Janeiro. \n\n\n\nA diversidade de meios de Amelia Toledo é reveladora de um espírito voltado para uma investigação expandida das possibilidades artísticas. A partir dos anos 1970 a produção da artista ultrapassa a gramática construtiva\, que fazia uso de elementos geométricos regulares e curvas\, e passa a se debruçar sobre formas da natureza. Ela começa a colecionar materiais como conchas e pedras\, e a paisagem passa a se tornar um tema fundamental de sua prática. Já a pintura da artista possui inclinações monocromáticas\, revelando seu interesse pela pesquisa com a cor.
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LOCATION:Nara Roesler  Rio de Janeiro\, R. Redentor\, 241 - Ipanema\, Rio de Janeiro - RJ\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"ANOMALIA" de Élle de Bernardini na Portas Vilaseca Galeria
DESCRIPTION:A Portas Vilaseca Galeria inaugura\, no dia 12 de setembro\, a primeira exposição individual da artista Élle de Bernardini no seu espaço em Botafogo. ANOMALIA tem a curadoria de Horrana de Kássia Santoz e reúne cerca de 30 obras inéditas que refletem sobre o termo anomalia aplicado aos corpos que não correspondem às normas de gênero e sexualidade estabelecidas pela sociedade ao longo de sua história. Através de desenhos\, pinturas e obras em 3D\, a artista lança luz sobre a questão da polarização dos gêneros e dos sexos. Cada suporte\, assim como cada conceito investigado no desenvolvimento da mostra\, correspondem a pontos de inflexão em torno da ideia de um corpo anômalo\, e por conseguinte\, de identidades e sujeitos considerados anomalias aos olhos da sociedade heteronormativa. Artista e curadora apontam que o termo “anomalia” não possui conotação pejorativa como consta no dicionário\, mas sim uma possibilidade de\, por meio dos avanços tecnológicos e científicos\, verificar que todos os corpos sob uma determinada ótica são anômalos em si mesmos. E que a “anomalia” não constitui a exceção dos sujeitos\, mas a regra geral da humanidade ao longo de sua própria história.
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SUMMARY:"O que há de música em você" na Galeria Athena
DESCRIPTION:Edições únicas das icônicas obras Relevo Espacial\, 1959/1986 e Parangolé P4 Capa 1\, 1964/1986 voltarão a ser exibidas ao público na exposição O que há de música em você\, na Galeria Athena. Elas foram produzidas em 1986\, para a primeira exposição póstuma de Hélio Oiticica (1937 – 1980)\, organizada pelo Projeto HO\, na época coordenado por Lygia Pape\, Luciano Figueiredo e Wally Salomão\, com o objetivo de arrecadar fundos para a organização\, catalogação e conservação das obras e documentos deixados pelo artista. Desde então\, essas obras permaneceram em uma coleção particular\, e agora voltam a público\, depois de 37 anos\, sendo o ponto de partida para a exposição O que há de música em você\, com curadoria de Fernanda Lopes. Icônicas para o desenvolvimento do pensamento de Oiticica\, as duas obras são de grande importância – o Parangolé\, inclusive\, foi vestido por Caetano Veloso na época de sua criação. Partindo delas\, e da célebre frase de Hélio Oiticica: “O q faço é música”\, a exposição apresenta um diálogo com fotograﬁas\, vídeos\, objetos e performances de outros 20 artistas\, entre modernos e contemporâneos\, como Alexander Calder\, Aluísio Carvão\, Andro de Silva\, Atelier Sanitário\, Ayla Tavares\, Celeida Tostes\, Ernesto Neto\, Felipe Abdala\, Felippe Moraes\, Flavio de Carvalho\, Frederico Filippi\, Gustavo Prado\, Hélio Oiticica\, Hugo Houayek\, Leda Catunda\, Manuel Messias\, Marcelo Cidade\, Rafael Alonso\, Raquel Versieux\, Sonia Andrade\, Tunga e Vanderlei Lopes.
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SUMMARY:"Ensaio sobre uma duna" de Jonas Arrabal na Galeria Athena
DESCRIPTION:Ensaio sobre uma duna\, com curadoria de Fernanda Lopes\, é a primeira exposição que Jonas Arrabal realiza na Athena. Ocupando a Sala Casa estarão trabalhos inéditos\, produzidos sob mídias diversas e reunidos em conjunto como uma grande instalação\, pensada especialmente para ocupar o espaço da galeria. Bronze\, sal\, chumbo\, betume e resíduos orgânicos são alguns dos exemplos de materiais utilizados por Arrabal nos últimos anos\, traduzidos aqui entre objetos e desenhos. \n\n\n\nEm sua pesquisa poética há um interesse particular sobre o tempo e a memória\, numa aproximação com a ecologia\, meio ambiente e a história\, propondo uma reflexão sobre a transformação constante das coisas\, dos lugares e como isso nos afeta e nos permite novas percepções. Em seus trabalhos há uma operação que transita entre a invisibilidade e a visibilidade\, transições e apagamentos concretos (conscientes ou não) numa aproximação com elementos da natureza\, opondo materiais industriais com orgânicos\, propondo novas mutações. \n\n\n\nO título da exposição traz à luz a noção de tempo e de deslocamento que Jonas Arrabal transporta\, através da instalação central\, para dentro da sala expositiva. As dunas são formadas a partir da adição de camadas de areia pela ação do vento\, que deslocam o material até formar\, com o tempo\, montanhas. Na exposição\, uma estrutura metálica com placas de vidros nos remetem às dunas\, em uma espécie de estante que registra a existência humana e sua intervenção sobre a natureza\, com fragmentos deixados ali como uma relíquia de tempo e de memórias pessoais e coletivas.
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SUMMARY:"Escada D’água" de Marina Weffort na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Marina Weffort abre a exposição Escada D’água no espaço da Cavalo\, em Botafogo. O seu retorno para a segunda individual na galeria contará com obras inéditas da série ‘Tecido’. Em suas obras\, Marina parte de leves tecidos nos quais a manualidade e a repetição constituem seu processo de criação. As brechas abertas pelo processo de retirada dos fios horizontal e verticalmente\, interagem com a luz e com o movimento ao redor. A obra exige a atenção do observador que tenta diferenciar os desenhos geométricos de sua própria sombra e encanta ao começar a se movimentar\, quase que por vontade própria\, como ondas que se propagam e se dissipam em um espelho d’água. \n\n\n\nA artista vem dando cada vez mais destaque aos espaços criados no meio dos tecidos\, antigas estruturas que antes asseguravam a rigidez do todo\, hoje aparecem como ornamentos internos\, linhas finas se desenham com cada vez mais proeminência\, de forma leve\, quase invisíveis. Neste processo\, a obra dá a impressão de participar dos três estágios da matéria\, simultaneamente sólida\, líquida e gasosa. \n\n\n\nO nome da exposição é\, curiosamente\, também um termo da engenharia que denomina estruturas de concreto para o escoamento da água\, são escadas que não se pode subir mas que contam com gravidade para guiar o percurso das chuvas. Esse sentido de rigidez e fluidez compõe toda obra de Marina. Em ‘Escada D’água’\, é com essa sensação de transitar entre estados da matéria que a artista brinca. As forças que interagem nas obras ora as fazem parecer sólido\, ora parece prestes a desmanchar no ar.
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SUMMARY:"Segurando um espelho tentei te mostrar o amanhecer" de Zé Tepedino no studio OM. art
DESCRIPTION:O studio OM. art\, ateliê e espaço criativo de Oskar Metsavaht\, é a sede da primeira exposição individual no Rio de Janeiro do artista carioca Zé Tepedino: Segurando um espelho tentei te mostrar o amanhecer. “No meu trabalho\, parto de situações e objetos absolutamente reais e que desaguam como um poema visual. Nessa exposição\, reúno materiais encontrados na margem entre o mar e a cidade\, que estavam com seu ciclo de vida próximo do fim\, e que ganham outra perspectiva a partir de rearranjos formais”\, explica Zé Tepedino\, representado pela Casa Triângulo\, de São Paulo. \n\n\n\nA obra Postal revela esse processo de Tepedino de encontrar e se apropriar um objeto já cheio de memórias\, recompor a peça e reapresentá-la ao público\, deslocada de seu contexto. É uma trave de praia que fez a travessia pela costa\, de São Conrado ao Jardim Botânico e foi “fincada” no jardim do studio OM. art\, como um mastro. \n\n\n\n“O postal é um objeto pequeno e portátil que carrega memórias de lugares afetivos \, que atravessam o tempo. E essa traves compõem o cenário de muitas praias do Rio de Janeiro\, são rasgos na paisagem\, linhas verticais de encontro ao horizonte. Elas carregam as memórias de todo seu redor\, foram pintadas e esculpidas pelo tempo e testemunha silenciosas do mundo”\, completa o artista. Todo esse caminho do objeto\, inclusive\, foi documentado em vídeo e faz parte da comunicação da exposição. \n\n\n\nA delicadeza desse olhar que pousa na matéria e define novos rumos para ela e o mundo é destaque do texto da exposição\, assinado por Julie Dumont\, em uma espécie de ‘troca de correspondências” com o artista.
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LOCATION:studio OM. art\, Rua Jardim Botânico\, 997 – Jd. Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Escada-Palafita" de Iole de Freitas na Galeria Silvia Cintra + Box4
DESCRIPTION:No dia 13 de setembro\, será inaugurada Escada-Palafita\, a quinta exposição individual de Iole de Freitas na galeria. A mostra exibirá 10 trabalhos inéditos da artista – sendo 9 esculturas e uma vídeo instalação – que contemplam a sua mais recente produção artística\, ampliando as questões trabalhadas na mostra de Iole de Freitas: Colapsada\, em pé\, em cartaz no Instituto Tomie Ohtake (São Paulo)\, principalmente no que se refere às videoinstalações escada e fragmentos.  \n\n\n\nIole apresenta obras de diversos formatos tendo a Escada como referência\, contrapondo esculturas pintadas artesanalmente com areia sobre aço inox – que trabalham as curvas e torções – às de papel com areia\, mantendo as arestas vivas\, que a artista batizou de asteróides. Com isso\, a escultora evidencia um interessante contraste: como um material pesado como o aço\, consegue se tornar visualmente leve e\, como um material leve como o papel\, torna-se denso e pesado. A poética dos tsunamis com suas grandes ondas estará presente numa escultura de aço e policarbonato. Além disso\, uma nova vídeoinstalação que leva o nome da exposição\, Escada-Palafita\, que amplia o espectro da dança e da sonoridade tirada dos metais. \n\n\n\nIole de Freitas iniciou sua formação em dança contemporânea no Rio de Janeiro\, para onde se mudou aos seis anos de idade. Estudou na Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e\, em 1970\, mudou-se para Milão (Itália)\, onde iniciou sua produção artística e sua participação em exposições\, além de trabalhar como designer no Corporate Image Studio da Olivetti\, sob a orientação do arquiteto Hans von Klier.
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LOCATION:Galeria Silvia Cintra + Box4\, Rua das Acácias\, 104 – Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Quando deixou de ser" das Irmãs Gelli na LURIXS
DESCRIPTION:A LURIXS: Arte Contemporânea apresenta Quando deixou de ser das Irmãs Gelli\, com curadoria de Daniela Mattos. A exposição reúne\, nos vinte e cinco trabalhos\, a produção artística recente das Irmãs Gelli. As obras\, moldadas em cera e outros materiais orgânicos\, se materializam na presente mostra como objetos de parede\, esculturas ou mesmo em outras linguagens artísticas como o vídeo e a performance. \n\n\n\nOs trabalhos apresentados articulam-se com elementos da arte concreta e neoconcreta brasileira e seus desdobramentos posteriores\, seja pelas questões formais\, conceituais\, ou mesmo na importância da medida relacional entre obra e espectadores\, conjugando aspectos constitutivos da arte contemporânea de modo ímpar. A geometria sensível desenvolvida pelas artistas está presente em cada peça desta mostra\, sendo resultante de um processo profundamente dialógico que combina repetições e desvios ao longo do percurso de criação. 
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LOCATION:LURIXS: Arte Contemporânea\, Rua Dias Ferreira\, 214 – Leblon\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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