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SUMMARY:"Um oceano para lavar as mãos" no Centro Cultural Sesc Quitandinha
DESCRIPTION:O Sesc Rio de Janeiro acaba de abrir as portas do Centro Cultural Sesc Quitandinha\, trazendo a exposição “Um oceano para lavar as mãos”. A mostra\, com curadoria de Marcelo Campos e Filipe Graciano\, reúne obras dos artistas negros Aline Motta\, Arjan Martins\, Ayrson Heráclito\, Azizi Cypriano\, Cipriano\, Juliana dos Santos\, Lidia Lisbôa\, Moisés Patrício\, Nádia Taquary\, Rosana Paulino\, Thiago Costa e Tiago Sant’ana\, ocupando um espaço monumental de 3.350 metros quadrados. Durante seis meses\, a exposição será acompanhada por uma programação diversificada e gratuita\, que inclui música\, cinema\, teatro\, literatura\, atividades infantis\, oficinas e um seminário. O Café Concerto do Centro Cultural Sesc Quitandinha\, um amplo teatro com capacidade para 270 pessoas\, será o local para a programação musical e cinematográfica. Os curadores são todos negros. A curadoria musical ficará a cargo do cantor\, compositor\, violonista e poeta baiano Tiganá Santana\, enquanto a mostra de cinema terá como curador Clementino Junior\, cineasta dedicado à difusão da obra audiovisual racializada. O grupo Pretinhas Leitoras\, formado pelas gêmeas Helena e Eduarda Ferreira\, nascidas em 2008 no Morro da Providência\, no Rio de Janeiro\, estará à frente das atividades infantis\, que serão feitas na Biblioteca do Centro Cultural. Para enriquecer a experiência dos visitantes em relação às obras expostas\, serão oferecidas oito oficinas e laboratórios\, que ocorrerão nos salões da exposição e nas Varandas. Flávio Gomes\, pesquisador do pensamento social e da história do racismo\, da escravidão e da história atlântica\, será o curador das ações da linguagem escrita\, literária e oral paralelas à exposição. Estão também sendo programadas performances com grupos artísticos da região.
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SUMMARY:Yhuri Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Uma exposição imersiva que aborda a vingança da vida e a política da presença. Essa é “Revenguê: uma exposição-cena”\,  mostra individual do artista Yhuri Cruz. A proposta expositiva do artista visual\, escritor e dramaturgo Yhuri Cruz é inspirada numa ficção desenvolvida por ele nos últimos anos\, onde apresenta um novo planeta e suas reverberações naqueles que o conhecem. “Eu fiquei tão dentro dessa história que eu comecei a desenhar\, a criar instalações e um projeto de encenação. O meu trabalho basicamente vem muito das ficções que eu escrevo\, esse é o lugar que eu estou mais pautado dentro da arte”\, conta o artista. A mostra\, que é divida em quatro núcleos\, apresenta\, em alguns momentos\, a performance de Yhuri e outros seis artistas. Durante essas apresentações o público vai presenciar a criação de novas obras da exposição. “As pessoas vão entrar na sala e estar em um lugar fantástico: com chão vermelho\, arquibancadas\, em uma espécie de arena. Sentar\, fruir e meditar é o que a gente quer para o público. Revenguê vai nascer 50% pronta\, a cada encenação\, pelo menos de 3 a 4 obras serão feitas em cena\, então é sobre ritualizar esse processo de criação\, é sobre ver a obra criada ao vivo”\, afirma Yhuri. A mostra tem curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Jean Carlos Azuos\, Amanda Rezende e Thayná Trindade.
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SUMMARY:Jaime Lauriano no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O passado do Brasil e a sua fonte de questionamentos sobre o atual contexto político\, social e cultural são apresentados por Jaime Lauriano na sua exposição individual “Aqui é o Fim do Mundo” no Museu de Arte do Rio. Cumprindo o papel de artista-historiador\, Lauriano apresenta no MAR esculturas\, vídeos\, desenhos e intervenções que revisitam símbolos\, signos e mitos formadores do imaginário da sociedade brasileira. Essa é uma exposição panorâmica que celebra os 15 anos de carreira do artista. “Essa mostra acontece no momento que eu percebo minha produção bem mais madura\, com mais complexidade nos temas abordados e no uso de materiais”\, observa o artista. Com a curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Amanda Rezende\, Jean Carlos Azuos e Thayná Trindade\, a exposição “Aqui é o Fim do Mundo”\, perpassa diretamente pelos signos do nacionalismo. “Jaime Lauriano vai sempre observar imagens da nossa história\, sejam pinturas históricas\, ilustrações\, símbolos como a própria bandeira\, a pedra portuguesa\, etc. Ele observa o grau de colonialidade que esses materiais carregam\, ele vai fazer intervenções\, alterações. A importância do Jaime Lauriano para a arte contemporânea é justamente fazer o que a gente chama de decolonialidade\, que se dê diretamente relacionada aos cânones\, eles construíram e inventaram os heróis\, os símbolos e ele vai observar esse lugar e propor novas relações. Jaime Lauriano vai contar a história que muitas vezes não foi contada”\, comenta Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. Lauriano aborda as formas de violência cotidiana que desdobram-se ao longo da história brasileira. Nesse sentido\, o artista se debruça sobre os traumas históricos de nossa cultura. “Receber a exposição Aqui é o Fim do Mundo\, no Museu de Arte do Rio é cumprir com o nosso compromisso  de buscar artistas que estejam produzindo uma revisão e reelaboração coletiva da história do Brasil. Além disso\, Jaime Lauriano tensiona o público a partir de proposições críticas capazes de revelar as estruturas do nosso país”\, avalia Raphael Callou\, diretor e chefe da representação da OEI no Brasil.
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SUMMARY:"ÀMÌ: Signos Ancestrais" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:ÀMÌ\, palavra que designa “signo” e “símbolo” na língua yorubá. Trazidos da África para o Brasil no século XIX\, o povo de origem nagô\, antes residente abaixo do deserto do Saara\, possuía uma riqueza de ritos\, cultos\, pensamento matemático que acabaram sendo incorporados ao Brasil como partícipes da cultura nacional. Tornou-se corriqueiro\, desde então\, vermos e identificarmos cores e formas sobreviventes da diáspora que se associam aos cultos de matrizes africanas. O preto e o vermelho de Exú\, o amarelo-ouro de Oxum\, o vermelho e o branco de Xangô\, e o branco de Oxalá. Na arte brasileira\, a aceitação de tais signos yorubás custou a acontecer. O século XX teve um grande influxo de pesquisas sobre a realidade nacional\, que resultou em pensamentos e programas de um modernismo ao qual podemos adjetivar de “identitário”. A cultura popular passou a interessar\, as cores tropicais foram protagonizadas; no paisagismo\, passamos a valorizar a vegetação nativa\, comum. E\, com isso\, uma elite intelectual passa a se apropriar de culturas diaspóricas afroindígenas\, às quais os artistas não pertenciam. \n\n\n\nA exposição ÀMÌ: signos ancestrais parte de outro viés. Estimulados pela obra de Emanoel Araújo\, constante da Coleção Arte Sesc\, percebemos um jogo dual que o grande artista nos propunha. Por um lado\, a geometrização abstrata\, formal; por outro\, cores que se relacionam aos cultos afro-brasileiros. Decidimos\, então\, seguir esta rota\, perguntar ao presente sobre o legado deixado por Araújo nas criações mais recentes. Convidamos ao diálogo dois artistas de jovem produção: Guilhermina Augusti e Raphael Cruz. Associar cor e forma aos signos ancestrais é atentar para um complexo pensamento que ora coaduna o poder e a potência das divindades a gestos significativos\, ora simplifica e essencializa imagens da natureza. Assim\, é apresentada uma trama prenhe de significados transpassada por criações diversas de artistas que\, hoje\, assumem um lugar de representação e representatividade.
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SUMMARY:"Nuances de Brasilidade: Repertório" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:O Centro Cultural PGE-RJ inaugura a exposição “Nuances de Brasilidade: Repertório”\, com obras de 14 artistas brasileiros pertencentes a coleções particulares do Rio de Janeiro. Esta é a terceira mostra de arte apresentada no Convento do Carmo\, desde que o prédio histórico foi restaurado e reaberto ao público\, em maio de 2022. Entre os artistas reunidos estão desde nomes consagrados como Frans Krajcberg\, Abraham Palatnik\, Emanoel Araújo e Mario Cravo Neto\, até novos talentos como OSGEMEOS\, que trouxeram a estética do grafitti para o circuito de arte tradicional\, Santídio Pereira e Kilian Glasner. Identificar um traço de união entre obras produzidas a partir de meados do século XX\, com temas e linguagens tão diversas\, foi o grande desafio da curadora da PGE-RJ\, Cecília Fortes\, para harmonizar a mostra com peças de diferentes colecionadores. “Partimos do conceito de brasilidade como fio condutor. Ela é percebida em três vertentes. Em alguns dos trabalhos\, ela se reflete no tema central da obra\, em outros\, na escolha dos materiais utilizados na produção e\, numa terceira\, se dá através da interiorização e influência da natureza e da cultura local sobre os autores”\, destaca Cecília Fortes. A decisão de trabalhar com obras de arte de coleções particulares teve o objetivo de permitir que um público maior aprecie trabalhos que normalmente estariam restritos a um grupo seleto. A mostra também revelou o sentimento de colaboração dos colecionadores cariocas e fluminenses ao pedido da PGE para empréstimo das obras\, como explica o diretor do Centro Cultural da PGE-RJ\, Procurador do Estado Anderson Schreiber. O resultado foi a composição de um rico painel das artes visuais brasileiras que será exibido ao público até 16 de setembro.
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LOCATION:Centro Cultural PGE-RJ\, Rua do Carmo\, 27 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:O MAM Rio celebra seus 75 anos
DESCRIPTION:A exposição museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas propõe um exercício de memória no 75º aniversário do museu: um ato de olhar para o passado\, para o que já foi feito e as coisas que aqui aconteceram\, como convite para pensar o que o MAM Rio pode ser hoje e no futuro.  Focando nas primeiras três décadas de sua história\, a exposição apresenta cinco áreas que ancoram as ações do MAM Rio\, e um evento que marcou seu curso. Educação\, design\, cinema\, o experimental e os movimentos de criação artística que atravessaram a existência do museu são os campos de atuação escolhidos\, os quais cimentam a relevância de uma instituição intimamente ligada às dinâmicas da cidade. Como evento\, o incêndio ocorrido em 1978 no museu representa um momento de mudanças caracterizado pelo engajamento coletivo de profissionais da cultura e da população\, e pela revisão institucional.  Em cada um desses eixos\, obras do acervo do MAM Rio são apresentadas junto com documentos provenientes\, em sua maior parte\, dos arquivos do museu\, escrevendo histórias por meio de objetos\, imagens e impressos. A exposição reúne grandes nomes do acervo do MAM Rio para pontuar os momentos em que o museu foi espaço de experimentação\, produção de pensamento e fazer artístico: Abraham Palatnik\, Alberto Giacometti\, Anita Malfatti\, Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Antonio Dias\, Candido Portinari\, Carlos Vergara\, Carlos Zilio\, Cildo Meireles\, Constantin Brancuși\, Fayga Ostrower\, Hélio Oiticica\, Ivan Serpa\, Lygia Clark\, Lygia Pape\, Max Bill\, Nelson Leirner\, Rubens Gerchman\, Tunga e Willys de Castro\, dentre 93 nomes da arte brasileira e internacional.
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LOCATION:MAM Rio\, 85 Av. Infante Dom Henrique Parque do Flamengo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Instalação inédita "Cosmococa 5 Hendrix War" no Centro Municipal Hélio Oiticica
DESCRIPTION:O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, em colaboração com o Projeto Hélio Oiticica apesenta a instalação inédita Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê)\, da icônica obra Cosmococa – Programa in Progress\, criada em 1973 por Hélio Oiticica (1937-1980) e o cineasta Neville D’Almeida (1941). O Programa in Progress abrange vários desdobramentos – livro\, fotografias\, cartazes\, instalações públicas e domésticas\, como a Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê). A obra é a única\, das seis criadas especialmente para residências\, que nunca havia sido mostrada em público. Foi criada em homenagem a Jimi Hendrix (1942-1970)\, e elaborada para ser instalada em um espaço residencial\, privado\, com projetores nos diversos cômodos da casa. Para a exposição no CMAHO\, foi montado um apartamento\, com mobília\, e obras de outros artistas\, como Alexandre Murucci\, Anna Costa e Silva\, Elmo Martins\,Julianne Chaves\, Lígia Teixeira\, Paulo Jorge Gonçalves e Rita Chaves. A exposição da “CC5” faz parte do tour mundial que durará um ano\, em celebração aos 50 anos da criação da emblemática série Cosmococas. O tour foi iniciado no dia em 13 de março de 2023\, na EAV Parque Lage\, no Rio de Janeiro\, quando foi mostrada a Cosmococa 4 Nocagions. Em seguida\, em 18 de março\, durante a SP-Arte\, a CC4\, em versão privê\, integrou a mostra Hélio Oiticica: Mundo-Labirinto\, na Vila Modernista\, nos Jardins\, em São Paulo\, com projeto arquitetônico de Flávio de Carvalho. Depois\, haverá a exibição da Cosmococa 5 Hendrix War e da CC2 Onobject\, na Lisson Galery\, em Nova York; CC2 Onobject e CC3 Maileryn (versões domésticas)\, na Hunter College\, em Nova York; e ainda no The Mistake Room\, em Los Angeles\, EUA; e Carcará Photo Arte\, em São Paulo. A exposição integra o programa Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, que seleciona diferentes ações\, que vão de performances a aulas de diferentes artistas\, pensadores\, professores\, entre outros profissionais\, relacionadas à obra de Hélio Oiticica.
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SUMMARY:"Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros é dedicada à trajetória e à produção literária da autora mineira que se tornou internacionalmente conhecida com a publicação de seu livro Quarto de despejo\, em agosto de 1960. Inicialmente concebida para o IMS Paulista e com passagens por outras cidades\, a exposição continua sua itinerância em uma versão ampliada em parceria com o Museu de Arte do Rio. O objetivo central da mostra é apresentar sua produção autoral que incluiu a publicação\, em vida\, de outras obras. Além disso\, a exposição destaca as incursões da autora em outras formas de expressão\, como a composição musical\, o canto e a arte circense. Carolina\, uma intérprete essencial para compreender a história do Brasil\, é apresentada como uma multiartista e tem um papel particularmente significativo para a história da população negra brasileira. Nascida em 1914 em Sacramento\, Minas Gerais\, e falecida em 1977 em São Paulo\, Carolina Maria de Jesus explorou diversos gêneros literários\, incluindo romance\, poesia\, teatro\, provérbios\, autobiografia e contos. No entanto\, é mais conhecida por seus diários\, que resultaram em seu livro mais famoso\, Quarto de Despejo. O sucesso desse livro pode ser medido pela sua tradução imediata para 13 línguas. O acervo de Literatura do Instituto Moreira Salles conta com dois manuscritos inéditos de Carolina Maria de Jesus\, intitulados Um Brasil para os brasileiros\, e seu disco com composições próprias\, também chamado Quarto de Despejo. Esses elementos foram o ponto de partida para a elaboração da exposição pelo IMS. Com curadoria do antropólogo Hélio Menezes e da historiadora Raquel Barreto\, e pesquisa literária realizada pela doutora em letras Fernanda Miranda\, a exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros busca destacar a grandeza da escritora e apresentá-la como convém: mulher negra e artista emancipada\, símbolo de resistência e de luta política e cultural para o país. A parceria com o Museu de Arte do Rio acontece no momento em que a sede do IMS na cidade está fechada para obras.
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SUMMARY:"O Sagrado na Amazônia" no Instituto Inclusartiz
DESCRIPTION:No mês em que é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente\, o Instituto Inclusartiz lança o programa Amazônia\, agora\, projeto multidisciplinar que convida o público a se aproximar dos olhares que partem da maior floresta tropical do mundo e de seus múltiplos agentes. Por meio da união de produções e pesquisas pensadas a partir do complexo amazônico\, o novo projeto permanente do instituto\, que conta com patrocínio da Icatu\, do VLT Carioca e do Instituto CCR\, será dividido em três eixos: expositivo — que contará com uma série de exposições\, coletivas e individuais\, de narrativas e pesquisas em torno de artistas e da cultura visual amazônica; experimental — uma programação de estudos\, conversas\, oficinas e projeções de obras audiovisuais intitulada Laboratório Amazônico —; e pesquisa — ativação de parcerias e residências com outras organizações\, instituições e projetos artísticos que estabeleçam intercâmbios entre vozes de diferentes estados. Neste âmbito\, é inaugurada a exposição O Sagrado na Amazônia\, coletiva que apresenta as diferentes manifestações do divino na região amazônica\, a partir dos olhares de 30 artistas e coletivos. Com a curadoria de Paulo Herkenhoff — pesquisador que há mais de 40 anos se dedica ao fomento da produção artística no Norte do país e ao debate crítico acerca do conceito histórico de “visualidade amazônica” —\, a mostra irá ocupar o térreo do Centro Cultural Inclusartiz. Dividida em diversos núcleos\, a coletiva\, concebida com a colaboração de Lucas Albuquerque — pesquisador independente e curador do programa de residências artísticas da instituição carioca —\, aborda os mitos e rituais indígenas\, a relação com o sagrado pautado pelo sincretismo afro-amazônico e os festejos e cultos de origem cristã\, evidenciando a profunda conexão entre o homem e a natureza no território amazônico e estabelecendo a preservação ambiental como mecanismo principal para perpetuar a cultura e os saberes defendidos pelos povos representados. O Sagrado na Amazônia conta com uma grande presença de artistas originários da região amazônica brasileira\, como Denilson Baniwa e Rita Huni Kuin\, e também de povos da Amazônia Internacional\, como a peruana Lastenia Canayo. São 75 trabalhos produzidos a partir de diversos suportes\, entre pinturas\, fotografias\, vídeos\, objetos e esculturas; além de documentos históricos.
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SUMMARY:"Pneumática" de Paulo Paes no Sesc São Gonçalo
DESCRIPTION:O Sesc São Gonçalo apresenta a exposição Pneumática\, do artista plástico Paulo Paes. A mostra\, inédita\, é composta por esculturas infláveis de papel de seda\, resultado do estudo que o artista desenvolve desde 1980 sobre balões e seu universo lúdico-tecnológico e sua prática na zona norte do Rio de Janeiro. Pneumática é uma realização de Rosa Melo Produções Artísticas selecionada no edital de cultural Sesc RJ Pulsar 2023. \n\n\n\nNascido em Belém do Pará\, Paulo Paes mudou-se para o Rio de Janeiro em 1978. Foi no subúrbio carioca\, pelas mãos do alfaiate e baloeiro Ivo Patrocínio\, que o artista se encantou e adquiriu conhecimentos sobre os fundamentos da arte dos balões\, passando a conviver com este mundo periférico cheio de segredos e tradições urbanas. A exposição Pneumática apresenta uma matriz popular e vetores poéticos fomentados por uma consciência histórica e crítica. Os infláveis de Paulo Paes são o produto de uma tradição experimental da arte contemporânea brasileira que se alimenta de procedimentos\, de materiais e\, acima de tudo\, de uma força poética que nasce do contato estreito com a artesania popular. Possibilitando uma confluência do popular\, do lúdico e do experimental presentes na poética do artista. \n\n\n\nNo trabalho de Paes\, os exercícios e as experiências para transformar o papel em volume flutuante se desdobram em ideias e conceitos de linguagem pessoal ao recombinar forma e cor\, opacidade e luminosidade\, trazendo o objeto lúdico coletivo para o chão\, impondo-lhe uma gravidade\, sem deixar que perca sua grandeza\, leveza e simbolismo. Essa liberdade\, ao agregar outras formas e códigos de associação estética e criação não abandona\, no entanto\, o núcleo central\, identificado por ele como uma célula-tronco da cultura popular\, o que faz do artista uma espécie de extrativista urbano\, artesão não especializado\, onde as cores vibram e a liberdade poética torna-se produto de uma outra tradição experimental\, própria da arte brasileira contemporânea. \n\n\n\nAtravés desse trabalho\, Paulo resgata e preserva fundamentos tecnológicos e elementos visuais de uma tradição enraizada na memória coletiva\, ameaçada de extinção em decorrência dos riscos que a atividade de soltar balões representa. Seu fazer escultórico\, mergulha nas questões espaciais e pictóricas criando objetos infláveis\, de caráter efêmero\, feitos em papel de seda dissociado da função original de artefato voador. 
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SUMMARY:"Heitor dos Prazeres é meu nome" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Uma das maiores retrospectivas de Heitor dos Prazeres (1898-1966) no país\, Heitor dos Prazeres é meu nome reúne mais de 200 trabalhos do artista no campo visual\, musical\, do samba e da moda. Sua obra é iniciada no período pós-abolição\, em que se estabeleceram as bases da cultura nacional\, muito influenciada pela matriz afro-brasileira. O patrocínio é do Banco do Brasil\, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Pinturas\, canções\, partituras\, projetos\, desenhos\, discos e indumentárias marcam a trajetória de Heitor dos Prazeres e sua relação com diferentes esferas da produção cultural. Importante sambista\, compositor e instrumentista\, ingressou nas artes visuais produzindo trabalhos que refletem a realidade pós-escravagista da população negra. No momento em que as elites do Rio de Janeiro e do Brasil estavam voltadas para os valores do branco europeu\, da matriz colonialista\, o artista\, em sentido oposto\, reproduzia em suas obras o que via e experimentava nas vivências como homem negro: os fluxos migratórios de africanos e seus descendentes\, a mudança do campo para a cidade\, a religiosidade\, a repressão policial\, a capoeira\, o samba\, a afetividade\, entre outros temas. Tamanha a relevância de sua obra\, instigante e inovadora\, animada pelo protagonismo do negro na sociedade brasileira\, e suas aspirações de liberdade e igualdade\, que o artista veio a ser cassado pelo Ato Institucional nº 1\, de 1964. Como sambista\, desempenhou papel fundamental na criação de blocos e ranchos e na fundação das primeiras escolas de samba do Rio de Janeiro: Mangueira\, Portela e Deixa Falar\, que mais tarde ganhou o nome de Estácio de Sá. Frequentador da casa de Tia Ciata\, compôs com Noel Rosa a famosa canção “Pierrô Apaixonado” e muitas outras de autoria própria\, e conviveu com baluartes como Cartola\, Paulo da Portela e Pixinguinha. Ingressou na pintura já consagrado na carreira musical e no samba e participou de mostras e exposições de relevância nacional e internacional.
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SUMMARY:"Construções Planares" de Renata Tassinari no Mul.ti.plo Espaço Arte
DESCRIPTION:A Mul.ti.plo Espaço Arte\, no Leblon\, inaugura exposição individual de Renata Tassinari\, prestigiada artista paulista que se destaca pelo domínio primoroso no uso da cor. Na mostra\, Renata apresenta uma série de 12 pinturas sobre acrílico transparente. A novidade fica por conta da combinação com o acrílico espelhado\, material incorporado recentemente à sua produção\, resultando num conjunto de obras de surpreendente beleza e luminosidade. Em formatos tridimensionais inusitados\, as pinturas de Renata ganham ares de objeto\, num jogo de percepção entre o industrial e o manufaturado. A mostra Construções Planares conta com texto crítico de Paulo Venancio Filho. \n\n\n\nO fundamento do trabalho de Renata Tassinari é a cor. Sua paleta tem cores únicas\, preparadas por ela mesma\, a partir de misturas. “As cores são usadas levando em conta qualidades como transparência\, opacidade\, reflexos\, texturas\, num uso calculado e variado de experiências visuais. Esse domínio também se manifesta na escolha dos materiais – madeira\, acrílico\, espelho –\, que se incorporam à pintura”\, explica Paulo Venancio\, professor titular do Departamento de História e Teoria da Arte da Escola de Belas Artes da UFRJ. Com a combinação virtuosa desses elementos\, as cores de Renata Tassinari parecem se desprender do suporte\, ganhando materialidade. \n\n\n\nUma particularidade do trabalho de Renata\, que pode ser conferida na exposição da Mul.ti.plo\, é a pintura sobre o acrílico. Antes utilizado como moldura\, a artista decide incorporar o material à sua obra\, conferindo-lhe o status de suporte. Sobre ele\, pela frente ou por trás\, a artista aplica generosas camadas de tinta óleo ou acrílica. O resultado são cores ainda mais pulsantes e um acabamento mais limpo e sintético. “Depois de pronto\, o trabalho pode até ter certa identidade industrial\, mas na verdade é profundamente artesanal. São obras de imensa qualidade\, que instigam o olhar\, nos convidando a escapar de um mundo contaminado pelo excesso de imagens. A obra de Renata nos convoca a reagir a essa atrofia da percepção”\, reflete Maneco Müller\, sócio da Mul.ti.plo. \n\n\n\nNo trabalho singular de Tassinari destaca-se também a sua capacidade de espacialização. Suas obras têm geometrias variadas\, como formas de L ou U. É o caso de Vermelho Dois L (235 x 200 cm). Algumas são criadas a partir da combinação de elementos diferentes\, como Padaria III (40 x 120 cm). As bordas\, inclusive\, podem ser pintadas\, como em Mata II (40 x 120 cm). “Entre as obras há também os múltiplos Leblon\, criados especialmente para essa exposição\, formados por 3 cores\, que funcionam tanto na vertical como na horizontal”\, conta a artista. “Outra novidade da pintura de Renata são os formatos alongados\, fora de qualquer convenção pictórica”\, como em Marola-Narciso (194 x 350 x 5 cm). O título da mostra pretende revelar o caráter planar de uma pintura que se constrói como objeto tridimensional. “A pintura de Renata é uma construção\, feita de elementos separados em geral\, que ela junta como se fossem objetos. É uma pintura tridimensional\, construída como se fosse um objeto”\, explica Venancio. \n\n\n\nExtremamente prestigiada entre críticos\, curadores e seus pares\, Renata Tassinari iniciou sua carreira há mais de 30 anos. Sua primeira exposição foi em 1985\, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. “Ela poderia ser enquadrada na turma da Geração 80\, mas sua pintura é diferente do que se fazia na época\, abstrata. Assim como é diferente também da pintura atual\, de algumas décadas para cá. São muitas sutilezas que\, combinadas\, fazem do trabalho dela uma obra única”\, conclui Paulo Venâncio. A última mostra individual da artista no Rio foi em 2018\, na galeria Lurixs. Antes\, ela expôs no Paço Imperial\, em 2015.
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SUMMARY:"O Tremor e o Terroso: Miguel Afa" na Nonada Zona Sul
DESCRIPTION:Miguel Afa é nome predominante nos dois espaços da NONADA. Em sua primeira individual na galeria\, onde foi o primeiro artista com representação e\, também\, tem na NONADA sua primeira galeria\, apresenta O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, sob curadoria de Igor Simões. Uma exposição em dois tempos\, com um total de 40 pinturas\, exibe\, em Copacabana (NONADA ZS) seis telas de forma mais intimista como preparação e apresentação do segundo ato. No espaço da Penha (NONADA ZN)\, “uma exposição maior e com obras de grande formato que chegam a lugares novos na produção do artista”\, como define Paulo Azeco\, tem-se dez (10) pinturas e um políptico composto por vinte e quatro (24) trabalhos. \n\n\n\nComo ressalta o curador\, “Miguel Afa desloca seus mais recentes trabalhos para uma atmosfera da ordem do onírico. (…) Um jogo contínuo de reescrever o mundo a partir do encontro do corpo com a pintura”. Em sua dedicação incessante ao fazer\, aprimorar\, ascender\, o artista reproduz\, em tela\, sua vivência diária de forma afetuosa amainando cenas duras da realidade com a qual convive. Pinceladas precisas adquiridas através da persistência de um artista autodidata determinado a “fazer a diferença”\, aprimoram as técnicas utilizadas e apresentam emoção em pinturas de situações que\, não corriqueiras\, transmitem ‘vida real’. “Eu tento abordar as questões não objetivas\, o contraponto da visão pré-estabelecida sobre nós\, pretos e favelados. Abordo as relações afetivas\, saberes locais e como intuitivamente cuidamos um do outro\, seja no aspecto emocional ou físico”\, define o artista. \n\n\n\nEm O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, “(…) do embate entre a natureza e a construção\, surgem alguns dos trabalhos dessa mostra. A planta rompe o tijolo. Mas o que está ali em tensão não é a planta\, não é o tijolo. “É o tempo”\, define Igor Simões. E prossegue: ”Para alguns\, poderia soar que as camadas e sobre camadas de tinta podem soar sujas\, para ele não. Para um artista estudioso das histórias da arte\, nada é acaso. Fabular a terra nos seus mais diferentes sentidos exigiu desse jovem artista carioca uma relação que passa pela herança da pintura nomeada ocidental\, mas que se assinala como inegavelmente brasileira. Creio que\, a essa altura da carreira de Afa\, já não resta dúvida que estamos diante de um dos mais importantes pintores da sua geração”. \n\n\n\nPossivelmente\, estamos observando um momento em que um ciclo se encerra para permitir novos desafios e novas conquistas. Como anotado pelo curador\, “Miguel é um artista que já superou a fase das ideias que querem parecer o trabalho realizado. Ele sabe que ideia é o início\, mas arte é trabalho\, labuta diária\, busca pela tarifa certa que permite surgir a poesia. Afa assegura [ou reitera constantemente: quero ser relevante. Essa nota mental aponta para um necessário caminho de constante busca. Miguel o faz!” \n\n\n\nEm seu agora\, Miguel Afa vive um momento de relação nova com sua inventividade\, seu criadouro de imagens. Os tons terrosos\, mas não depressivos\, destacam a beleza do menino\, que mesmo com céu nublado\, abaixa-se para resgatar sua pipa.
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LOCATION:Nonada Zona Sul\, R. Aires Saldanha\, 24\, Copacabana\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"ELAS Indígenas" na Escola de Artes Visuais do Parque Lage
DESCRIPTION:A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage abre para o público\, em 22 de julho\, a exposição ELAS Indígenas. Com curadoria de Alberto Saraiva\, diretor da instituição\, e do indigenista Toni Lotar\, a mostra reúne cerca de 50 obras de oito artistas mulheres\, de diversos povos indígenas de norte a sul do Brasil. A coletiva\, que ocupa as Cavalariças do parque até 10 de setembro\, apresenta a pluralidade do repertório poético das várias etnias representadas através de pinturas\, objetos\, intervenções e um painel de 50m². As oito artistas selecionadas são empreendedoras que se colocam diante do conceito ocidental de arte a partir das referências de seus povos\, tomando o controle de suas respectivas narrativas: Ana Kariri (Paraíba)\, Benilda Kadiwéu e Coletivo Kadiwéu (Mato Grosso do Sul)\, Juliana Guarany (Paraná)\, Mara Kambeba (Amazonas)\, Tapixi Guajajara (Maranhão)\, Vãngri Kaingáng (Rio Grande do Sul)\, Varin Marubo (Amazonas)\, We’e’ena Tikuna (Amazonas). De acordo com o diretor\, a EAV\, em consonância com as ações do governo federal – que criou o Ministério dos Povos Indígenas\, indicando lideranças com a devida representatividade para o órgão\, e a Secretaria Especial de Saúde Indígena – está desenvolvendo um conjunto de iniciativas que a posicionam como uma escola mais indígena. Além da exposição aqui apresentada\, será somado ao programa de ensino da instituição o projeto Ações Indígenas Permanentes. A intenção é consolidar\, ampliar e enriquecer a atuação da EAV\, democratizando o acesso para todos os segmentos que compõem o povo brasileiro com sua rica mestiçagem populacional\, cultural e espiritual\, socializando a visibilidade artística dos indígenas. Dentro dessa perspectiva\, a EAV anuncia o primeiro curso de saberes indígenas em sua grade curricular\, com a professora Varin Mema\, do povo Marubo\, do Vale do Javari. Doutora em Antropologia Social pela UFRJ/Museu Nacional\, Varin passa a integrar o corpo docente da instituição\, ministrando um curso sobre grafismos indígenas.
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SUMMARY:"O Real Transfigurado | Diálogos com a Arte Povera" na Casa França-Brasil
DESCRIPTION:A exposição O Real Transfigurado | Diálogos com a Arte Povera | Coleção Sattamini/MAC Niterói ocupa\, a partir de 22 de julho\, o espaço monumental da Casa França-Brasil\, no centro do Rio\, e apresenta ao público carioca um conjunto de 36 obras em diferentes técnicas\, formatos e materiais. Com o patrocínio da Petrobras e curadoria de Marcus de Lontra Costa e Rafael Fortes Peixoto\, a exposição chama atenção para a influência e os diálogos com a arte povera na produção artística brasileira. Este movimento\, que teve origem na Itália no final dos anos 1960\, buscava uma relação mais vivencial com a arte\, em resposta a um mercado em ascensão que transformava a criação artística em produto comercial. Para isso\, os artistas da arte povera\, em italiano arte pobre\, usavam materiais diversos do cotidiano que nem sempre eram considerados nobres\, e faziam uma provocação tanto sobre o que era ser artista\, com forte influência das ideias do francês Marchel Duchamp\, como também do papel da arte na sociedade de consumo. Assim como a pop arte e a arte conceitual\, que se desenvolveram no mesmo período\, esse movimento foi responsável por libertações técnicas e temáticas que abriram caminhos para várias questões que até hoje fazem parte das pesquisas contemporâneas. A influência destas três vanguardas no Brasil do final dos anos 1960 aconteceu em meio ao conturbado cenário político e econômico da ditadura militar. Como resposta à repressão e à violência\, grande parte da produção artística desta época trazia um caráter essencialmente subversivo e de denúncia. Se na Europa e nos Estados Unidos a crítica visava a sociedade de consumo\, no Brasil\, a contestação assumia o papel de resistência democrática\, a favor da liberdade\, onde o corpo era o principal espaço da ação artística. Nos últimos anos\, a importância da pop e da arte conceitual nessas esferas vem sendo estudada por diversos críticos\, mas a povera\, no entanto\, permanece pouco conhecida tanto no ambiente artístico como pelo grande público. A exposição O real transfigurado reúne obras que exemplificam os diálogos entre questões da povera italiana e da experiência brasileira.
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SUMMARY:Exposição "MAM Rio: origem e construção"
DESCRIPTION:MAM Rio: origem e construção apresenta o processo de constituição do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, começando com sua concepção e concluindo na inauguração de sua sede definitiva\, no Parque do Flamengo. Uma seleção de aproximadamente 160 documentos mostra as ideias e intenções que deram forma ao museu\, as pessoas que contribuíram ou acompanharam sua criação\, e o desenho e construção de seu icônico prédio\, concebido pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy e executado junto à engenheira e urbanista Carmen Portinho entre 1954 e 1967. A exposição complementa a mostra museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas\, em cartaz desde maio no museu. Compartilhar esses processos\, no ano em que o MAM Rio celebra seu 75º aniversário\, tem como objetivo incitar uma reflexão sobre as instituições culturais e explorar de que maneira suas funções respondem a lugares e momentos\, com mudanças ao longo do tempo. Os documentos do arquivo do museu\, com contribuições dos Museus Castro Maya\, ocupam mesas que servem tanto como espaço para encontros e oficinas quanto área de leitura e consulta às publicações\, ou mesmo para o descanso do público. Os livros que integram a exposição são cópias de títulos da biblioteca do museu sobre aspectos e desenvolvimentos relacionados ao MAM Rio e sua história. A mostra será acompanhada por oficinas\, ciclos de palestras e laboratório de leituras.
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LOCATION:MAM Rio\, 85 Av. Infante Dom Henrique Parque do Flamengo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Sai-Fai: Ficção Científica à Brasileira" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Inspirados por movimentos como o afrofuturismo e o futurismo indígena\, 19 autores de todo o Brasil deram vida a realidades alternativas\, utopias\, distopias e aventuras fantásticas. Esses contos foram cuidadosamente ilustrados por dez talentosos artistas visuais e transformados em um livro digital\, disponível para apreciação no espaço expositivo. Na exposição\, a magia ganha vida através das ilustrações elaboradas por dez talentosos artistas visuais\, que\, juntamente com os textos\, foram transformados em um livro digital publicado pelo Museu do Amanhã. Além disso\, a experiência imersiva da mostra incorpora uma narrativa sonora\, uma videoarte e a emocionante experiência de realidade aumentada chamada Herança\, desenvolvida pelo coletivo 2050. Ao adentrar o espaço imersivo de Sai-Fai\, os visitantes são convidados a se transformarem em leitores ativos\, onde a imaginação é a tecnologia sensível e a arte é uma ferramenta poderosa que desafia a percepção da realidade\, transportando-nos para outros mundos. Essa exposição é uma convergência entre literatura e artes visuais\, apresentando trechos dos contos escritos durante a oficina\, com ilustrações de artistas de estilos distintos. Som\, imagem e palavra se fundem\, convidando-nos a questionar as fronteiras entre o real e o imaginário.
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LOCATION:Museu do Amanhã\, Praça Mauá\, 1 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Expressões do Inconsciente na Coleção Dimitri Ganzelevitch" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Colecionar é um ato de resistência à morte. Uma forma de lidar com a finitude dos objetos e das histórias diante do fluxo do mundo. É colecionador aquele que\, diante de uma observação da vida e dos tempos\, faz uma escolha: cultural\, estética\, temporal\, mas\, principalmente\, pessoal. A Casa Museu Eva Klabin\, que foi residência de uma colecionadora — e abriga o acervo formado por ela — recebe uma exposição curada por outro colecionador. Dimitri Ganzelevitch\, marchand\, fotógrafo e colecionador francês\, seleciona obras de cinco artistas de seu acervo para ocuparem a nova sala de exposições temporárias. Assim como Eva Klabin\, Ganzelevitch habita uma casa-museu e de lá seleciona as obras para esta mostra. Trata-se da Casa Museu Solar Santo Antônio\, em Salvador (BA)\, que conta com uma coleção de mais de quatro mil peças. \n\n\n\nA exposição Expressões do inconsciente na Coleção Dimitri anzelevitch visa tensionar a história da arte instituída e bem aceita com trabalhos de irreverência visual\, que causem desconforto à arte clássica. A tensão se dá na escolha pelos excluídos por condição psiquiátrica\, mas também por questões sociais\, como raça e gênero. A organização de casa-museu se replica na lógica expositiva da mostra. A mente do colecionador e o jogo efusivo entre os objetos em um único espaço\, guiados pelo caos sistematizado de uma mente apaixonada\, ditam a organização do espaço. Coleções de interesses distintos coabitam a instituição. Enquanto Eva Klabin preocupou-se com a história da arte oficial\, escolhendo obras consagradas na tradição artística europeia\, Dimitri Ganzelevitch completa a experiência do público com a arte dos marginalizados. Traz trabalhos de artistas brasileiros\, com transtornos psiquiátricos\, sem formação artística e das camadas populares. Expressões do Inconsciente na Coleção Dimitri Ganzelevitch evoca a arte e a injustiça presente na vivência dos excluídos e\, com elas\, traz uma instabilidade impetuosa para a casa-museu. Complementa a coleção racional e criticamente estabelecida de Eva Klabin com a produção daqueles que se expressaram pelo inconsciente e ainda não possuem obras validadas pelo sistema de arte; mas nem por isso menos potentes.
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LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Leonilson e a Geração 80" na Pinakotheke Cultural
DESCRIPTION:A Pinakotheke Cultural\, em sua sede do Rio de Janeiro\, inaugura a exposição Leonilson e a Geração 80\, em que homenageia o grande artista falecido há 30 anos\, e antecipa a comemoração dos 40 anos da histórica mostra Como Vai Você\, Geração 80?\, em 1984\, na EAV Parque Lage\, que teve curadoria de Marcus Lontra Costa\, Paulo Roberto Leal (1946-1991) e Sandra Magger (1956-2018). O apoio da EAV Parque Lage\, que permitiu a pesquisa de documentos e informações importantes em seus arquivos\, foi decisivo para a realização desta exposição. A curadoria de Leonilson e a Geração 80 é de Max Perlingeiro\, que selecionou 35 obras emblemáticas – 16 de Leonilson\, e 19 de outros artistas que também participaram do evento no Parque Lage: Adir Sodré de Souza (1962)\, Alex Vallauri (1949-1987)\, Beatriz Milhazes (1960)\, Chico Cunha (1957)\, Ciro Cozzolino (1959)\, Daniel Senise (1955)\, Fernando Barata (1951)\, Gervane de Paula (1962)\, Gonçalo Ivo (1958)\, Hilton Berredo (1954)\, Jorge Guinle (1947-1987)\, Leda Catunda (1961)\, Luiz Zerbini (1959) e Sérgio Romagnolo (1957). Duas obras que serão expostas estiveram na mostra do Parque Lage: Sonho de Valsa (1984)\, de Chico Cunha\, pertencente à Coleção Mac Niterói\, com 5\,20 metros de altura x 3 metros de comprimento\, e a pintura Metástase (1981)\, de Jorge Guinle. Outra obra em grande dimensão é Sem título [série Pindorama]\, de Hilton Berredo\, uma pintura por dispersão sobre o polímero emborrachado EVA\, de 3 metros de altura por 4\,5 metros de comprimento.
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LOCATION:Pinakotheke Cultural Rio de Janeiro\, Rua São Clemente 300\, Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Deriva Afetiva: Dakar" de Panmela Castro no Instituto Inclusartiz
DESCRIPTION:Em uma jornada em busca de sua ancestralidade africana\, a artista visual Panmela Castro passou um mês em Dakar\, capital do Senegal\, onde participou da residência artística Black Rock\, do artista Kehinde Wiley\, autor do famoso retrato de Obama exposto na National Portrait Gallery\, em Washington\, D.C. Na volta ao Brasil\, além das lembranças e aprendizados de uma das maiores experiências de sua vida\, a carioca trouxe consigo inúmeros trabalhos inéditos que\, a partir do dia 18 de agosto\, serão apresentados ao público na exposição Deriva Afetiva: Dakar\, no segundo andar do Centro Cultural Inclusartiz\, no Rio. \n\n\n\nCom apoio do Instituto Inclusartiz\, Panmela foi a segunda brasileira selecionada para o programa. Antes dela\, apenas Rafael RG (SP) participou em 2019. A disputada residência é voltada para artistas visuais\, escritores e cineastas\, cujos trabalhos se relacionam com a África. O projeto foi criado com a missão de fomentar a nova criação artística por meio do intercâmbio colaborativo e incitar a mudança no discurso global sobre o que o continente significa hoje. \n\n\n\nNa exposição\, que conta com a curadoria de Lucas Albuquerque\, responsável pelo Programa de Residência Artística e Pesquisa do Inclusartiz\, os visitantes poderão conferir uma série de dez retratos (uma de suas especialidades) de pessoas locais que posaram para a artista\, incluindo o próprio Kehinde Wiley\, com quem teve a oportunidade de conviver intimamente durante sua estadia. Segundo Panmela\, seu trabalho tem grande semelhança com o do artista norte-americano. Além da temática (África\, diáspora)\, ao retratar alguém\, ambos se preocupam em colocar seus retratados em uma posição digna\, criando uma imagem diferente para quem antes era ignorado. \n\n\n\n“Acredito que dignidade fala também de identidade e\, por isso\, sempre nomeio os quadros com o nome e sobrenome do retratado e gosto que a pintura tenha olhos\, boca\, um rosto bem definido\, que identifique quem é. Afinal\, negros\, mulheres e trans já foram apagados durante muito tempo”\, afirma Panmela Castro. \n\n\n\nDe acordo com o curador\, o retrato foi\, ao longo da história da arte\, uma ferramenta de poder e distinção que imortalizou uma série de figuras\, em sua maioria branca\, e reservou ao esquecimento narrativas de povos que foram subjugados. “O trabalho de Panmela é não só reverter e reescrever essa história para o presente e a posteridade\, mas projeta-la em uma relação de intimidade com o outro. Intimidade esta que o espectador é convidado a participar\, mediado pelas rápidas e expressivas pinceladas da artista”\, ressalta Lucas Albuquerque.Além dos quadros\, Panmela também criou uma instalação composta por 50 espelhos com retratos de mulheres africanas\, como Al-Kahina\, Anne Zingha\, Kimpa Vita\, Iyoba Idia\, Ranavalona III\, Margaret Affiong Ekpo\, entre outras\, que ela conheceu durante uma visita ao Museu das Civilizações Negras. “Fiz uma releitura de uma tradição local de pintar em vidros\, só que nos espelhos”\, explica. \n\n\n\nO mergulho na cultura africana rendeu ainda uma coleção de roupas\, incluindo vestidos\, turbantes e conjuntos de calça e blusa\, desenhados por ela e costurados pelo famoso alfaiate local Mr. Mamadou Faye. “Eu comprei os tecidos e criei modelos tradicionais africanos com um toque contemporâneo da moda brasileira”\, diz. \n\n\n\nAs peças\, com diversas estampas de motivo africano\, também serão exibidas na exposição\, assim como um documentário com depoimentos da artista sobre cada trabalho. Completando o conjunto de obras\, está ainda uma série de fotos com momentos da residência e da viagem. Em sua incursão pela diáspora\, Panmela pode ver e conhecer os dois lados da África: o do luxo e o da África profunda\, dos vilarejos e comunidades nativas. \n\n\n\nEm suas andanças\, a artista conheceu a Ilha de Goreia\, onde existe a chamada “porta sem retorno”\, por onde os escravizados passavam e nunca mais retornavam; e visitou a Casamance\, em Seliky\, onde conversou com o rei da comunidade Oussouye sobre o Brasil. “Perguntei a ele como eu\, no papel de artista\, poderia contribuir para parar com o genocídio negro no Brasil. Ele me disse para agir de forma pacífica\, com fé e fez um trabalho para poder abrir o caminho dos jovens brasileiros”\, revela.
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SUMMARY:"Pedra Latente" de Rodrigo Braga na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Anita Schwartz Galeria de Arte apresenta a exposição Pedra Latente\, com obras inéditas e recentes de Rodrigo Braga\, entre desenhos e fotografias\, que aprofundam e radicalizam sua pesquisa iniciada em 2017\, no Cariri cearense e nas regiões de pedras calcárias na França\, onde vive desde 2018. \n\n\n\nA exposição Pedra Latente – que tem texto crítico de Bianca Bernardo – ocorre exatos cinco anos após Os olhos cheios de terra\, em que Rodrigo Braga apresentava os trabalhos com terra e pedra que trouxeram a ideia seminal de sua produção atual. As dicotomias – preto e o branco\, direita e esquerda\, positivo e negativo – são questionadas pelo artista\, que busca uma saída para além disso. “Ciente da contradição que também sou\, tento lidar com os extremos opostos. Nessa terra não só de surdos mas também de cegos\, tento apenas enxergar onde estou\, para ver ondecolocarei meus pés no passo seguinte”. \n\n\n\nAs pedras\, que aparecem roladas\, ovaladas\, com intervenções de pintura feitas por Rodrigo Braga – presentes tanto nas fotografias como nos desenhos –\, sugerem que em sua rigidez e aparente imutabilidade estão\, na verdade\, plenas de energia\, prestes a eclodir\, como na lei da entropia. “Este ‘estado estacionário’\, de um sistema\, em uma condição de energia quase nula\, é onde tudo está por acontecer\, quando qualquer e mínima entropia alcança seu êxito. Sair do estado neutro\, dócil e de senso comum\, é justamente onde se impõe a criação\, onde a provocação da arte pode acontecer\, ainda que para alguns soe apenas como desordem”\, explica. “Este estado latente aponta para novas possibilidades\, e é isso o que espero para a humanidade”\, afirma. “Me aproveito da consciência de ser artista e de alquimias que o valham. Conversar com pedras é uma ação reservada aos loucos; ou aos artistas”. \n\n\n\nEm algumas fotografias\, o artista usa seu próprio corpo para interagir com as pedras. “Recentemente venho me interessando por caminhar em terrenos mais áridos que de costume\, onde meu próprio corpo\, personificando uma humanidade em ruínas\, é o único vivente visto nestas paisagens. Estamos nos aproximando do chamado ponto de não retorno\, em que o homem pode estar protagonizando um dano tão grande contra o meio ambiente que possa levar à sua própria extinção. Agora não há mais outros animais\, e a única presença vegetal tem feições áridas ou se encontra carbonizada. Como numa metáfora de tempos sombrios vividos\, os recursos se exaurem e este homem transita por terras empoeiradas\, e duras\, em busca de outras direções possíveis”\, diz Rodrigo Braga. \n\n\n\n“Atualmente vivemos a ideia de fim de mundo\, de abismo\, ou a queda do céu\, como alertou Davi Kopenawa Yanomami\, e este pode ser o estado primordial\, o princípio da criação artística\, daquele que lida com o sensível\, como uma espécie de alquimista de matérias e símbolos. A forma do ovo\, do globo ocular\, ou do crânio\, pode ser o estado latente da mudança”\, diz.
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SUMMARY:"Sob a luz de outros sóis" de Esther Bonder na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Anita Schwartz Galeria de Arte apresenta a exposição Sob a luz de outros sóis\, com pinturas recentes de Esther Bonder\, em que a artista exalta a natureza em paisagens luxuriantes. Esta é a primeira individual da artista na Galeria\, e a curadoria é de Sandra Hegedus\, e o texto crítico de Shannon Botelho. Ainda estudante de arquitetura\, Esther Bonder teve aulas com Lygia Pape (1927- 2004)\, que “sensibilizava os alunos por meio de exercícios corporais que nos fazia perceber que tudo é paisagem\, e que a perspectiva vem de lugares mais inusitados\, como uma vista de um ser que rasteja ou mesmo de alguém que habita no nosso interior\, como os fungos ou as bactérias\, em meio ao nosso jardim interno”. Arquiteta urbanista\, Esther Bonder trabalhou durante dois anos com Roberto Burle Marx (1909-1994)\, em 1981 e 1982\, em uma estreita convivência com ele em seu sítio\, em Barra de Guaratiba\, Rio de Janeiro. A partir daí\, seguiu no paisagismo até os anos2000\, quando deixou os projetos de grande porte\, e começou a fazer arranjos com plantas\, desenvolvendo vários processos que passaram a abranger interferência com pintura\, esculturas com galhos\, e uso de flores que secavam rapidamente. \n\n\n\nA artista estudou na EAV Parque Lage com Charles Watson\, Fernando Cocchiarale e Anna Bella Geiger\, e frequentou o ateliê de Fayga Ostrower (1920-2001)\, Katie Van Scherpenberg e Lilia Sampaio\, e retornou à pintura sobre tela há dez anos. Defensora da noção de que ecologia não é “apenas cuidar do meio ambiente\, mas termos consciência de que fazemos parte da natureza\, somos um”\, Esther Bonder é leitora voraz de pensadores ambientalistas como Ailton Krenak (1953)\, os italianos Emanuelle Coccia (1976) e Stefano Mancuso (1965)\, além do russo Vladimir Vernadsky (1863-1945)\, autor do clássico A Biosfera (1926). “Somos subprodutos das plantas. Vivemos de sua expiração. Somos feitos de folhas e terra\, dos mesmos elementos das estrelas\, e voltamos à terra\, em um ciclo da vida. Tudo tem um ciclo”\, diz. \n\n\n\nPerceber o sensível da vida é essencial para que as pessoas possam conviver\, afirma a artista. “Na fronteira entre o racional e a poesia está a arte\, que ‘traduz’ o sensível de forma visível. Mesmo ao comer uma folha de alface estamos absorvendo toda a sabedoria contida ali\, naquela estrutura. Ao tomarmos contato com a leitura\, com a arte\, tudo passa a fazer parte de nós. A sensibilidade migra de corpo para corpo”. Das pinturas que estão na exposição – todas em acrílica sobre tela – algumas são totalmente inéditas\, como Sob a Luz de Outros Sóis\, Terroso e Aurora. Outras\, também produzidas este ano\, estiveram na exposição A Vida Sensível\, no Centro Cultural dos Correios de São Paulo\, com curadoria de Ana Carolina Ralston\, como Escotilha e Sobre todas as cores.
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SUMMARY:"Angelo Venosa\, escultor" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Um mergulho na obra de um dos nomes mais importantes da arte contemporânea brasileira é o que espera o visitante de Angelo Venosa\, escultor\, mostra panorâmica a ser aberta publicamente no dia 25 de agosto de 2023\, na Casa Roberto Marinho. Sob a curadoria de Paulo Venancio Filho\, a individual ocupará os 1.200m² de área expositiva do instituto cultural no Cosme Velho\, Zona Sul do Rio de Janeiro\, reunindo 85 trabalhos de um arco temporal que vai do início da década de 1970 às últimas obras realizadas em 2021. \n\n\n\n“A mostra homenageia um dos mais relevantes escultores brasileiros\, que participou de algumas exposições realizadas pela Casa Roberto Marinho\, e reafirma o interesse do instituto pela arte contemporânea”\, comenta o diretor Lauro Cavalcanti. De acordo com o curador\, que acompanhou a trajetória artística de Angelo Venosa (São Paulo\, 1954 – Rio de Janeiro\, 2022) desde os primórdios\, a exposição apresenta um amplo panorama de sua produção absolutamente singular. E revela a complexidade de seu pensamento escultórico expresso em obras de grandes dimensões ou de pequeno formato\, construídas a partir da diversa gama de materiais que caracteriza seu processo criativo. \n\n\n\n“A carreira do Angelo surge quando a pintura volta a tomar proeminência no ambiente artístico brasileiro e vários de seus amigos eram pintores da chamada ‘Geração 80’. O fato é que ele foi o único\, senão o mais importante\, escultor dessa geração. E teve pouca influência das experiências neoconcretas tridimensionais que privilegiavam o plano e não o volume. Ele se voltou de maneira absolutamente heterodoxa para as características clássicas da escultura; o volume\, a massa\, o peso. Suas primeiras obras\, resultado de uma artesania própria e quase rústica\, enfatizavam o volume\, a presença física entre uma forma abstrata ou representação de uma entidade orgânica”\, analisa Paulo Venancio.  \n\n\n\nSem obedecer a uma cronologia linear\, o curador selecionou esculturas suspensas\, de parede ou de chão. Provenientes de acervos institucionais e de coleções particulares\, as peças serpenteiam pelo espaço\, emergem horizontalmente ou exploram a verticalidade\, incorporando luz e sombra como parte do projeto\, e revelando uma inusitada investigação da estrutura e da forma. \n\n\n\n“Fiz questão de colocar\, lado a lado\, trabalhos de diferentes períodos\, tamanhos e volumes. Cada sala tem uma unidade que se comunica com o todo. A proposta é apresentar o conjunto com certa liberdade\, sem pautá-lo por eixos temáticos\, deixando que o espectador encontre suas próprias referências a partir da multiplicidade de significados e inquietações que as obras evocam”\, informa Venancio Filho. \n\n\n\nA radicalidade experimental que marca a produção de Venosa manifesta-se em cada trabalho. Em sua poética\, materiais recorrentes à prática da escultura tradicional\, como o bronze\, o mármore\, o aço e a madeira\, se fundem a ossos\, dentes de boi\, piche\, areia\, cera de abelha\, bandagem\, filamentos de café\, galho de árvore\, breu\, fibra de vidro\, gesso\, tecido e arame. \n\n\n\nApesar do aspecto eminentemente artesanal de sua obra\, o escultor sempre esteve atento às tecnologias digitais e\, a partir de um determinado período\, incorporou a impressora 3D à sua prática\, sem deixar de lado os meios tradicionais. Sobre esta fase\, Paulo Venancio Filho escreveu\, em 2013\, no texto “A metamorfose dos corpos”: “Ficaram para trás as reminiscências do orgânico… É como se a escultura tivesse abandonado um período\, um estágio do vertebrado para o seriado\, do orgânico para o sintético. Do ateliê para o laboratório\, um salto ‘evolutivo’ acompanha o andamento tecnológico do mundo. O acrílico\, o recorte computadorizado do material\, o seu ordenamento mecânico\, preciso\, irretocável\, dos produtos em série”. \n\n\n\nA panorâmica apresenta os trabalhos negros do início da carreira — estruturados a partir de madeira\, tecido e tinta — em diálogo com a produção recente\, estabelecendo relações plásticas entre as peças. Um autorretrato em xilogravura\, de 1972\, é a obra mais antiga em exibição. No térreo\, há um espaço dedicado aos desenhos\, anotações e esboços do artista que tinha grande fluência no traço. Completa a seleção uma série de retratos em acrílica sobre papel produzida por Luiz Zerbini\, grande amigo de Venosa. A mostra contempla\, ainda\, uma cronologia ampliada organizada por Ileana Pradilla Ceron.
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LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Em torno dos 80" em homenagem a Luiz Aquila na Cidade das Artes
DESCRIPTION:Luiz Aquila comemora seus 80 anos em exposição na Cidade das Artes\, reunindo obras dele e de amigos e artistas importantes de sua convivência. “Em Torno dos 80” abre no dia 26 agosto e homenageia o mestre com a participação de artistas que com ele conviveram no Parque Lage na década de 80\, justamente no período em que houve uma retomada\, segundo Aquila\, da liberdade de expressão – especificamente na pintura\, em termos plásticos. \n\n\n\nCom curadoria de Monica Xexéo\, a mostra envolve nomes importantes na história da arte brasileira como Rubens Gerchman\, Adriano Mangiavacchi\, Ana Durães\, Angelo Venosa\, Anna Bella Geiger\, Alexandre Dacosta\, Beatriz Milhazes\, Clara Cavendish\, Claudio Kuperman\, Cristina Canale\, Cristina Salgado\, Celeida Tostes\, Daniel Senise\, Jeannette Priolli\, João Magalhães\, John Nicholson\, Jorge Guinle\, Luiz Pizarro\, Manfredo de Souzanetto\, Monica Barki\, Malu Fatorelli\, Nelly Gutmacher\, Ronaldo do Rego Macedo\, Rubens Gerchman\, Suzana Queiroga\, Victor Arruda e Xico Chaves estarão expondo seus laços afetivos e a importância de Aquila. \n\n\n\n“Minha passagem pelo Parque Lage nos anos 1980 foi a experiência mais profícua e prazerosa que obtive de um trabalho em grupo. Tanto o trabalho com os alunos como professor – na verdade\, fui mais um professor-orientador de um ateliê do que um professor no sentido convencional -\, como no convívio com os colegas. Nessa época todas as salas se comunicavam viradas para o entorno da piscina\, então havia uma facilidade de saber o que os colegas estavam criando. Os encontros na cantina eram um verdadeiro seminário de arte e de discussão\, sobre política\, inclusive. Ao contrário da faculdade\, a EAV só tinha o ‘miolo’ bom. Concentrava a parte criativa\, investigativa voluntária e o prazer de luta pela própria Escola. Foi um período maravilhoso e eu tive muita sorte de estar lá dentro”\, relembra o mestre. \n\n\n\nA exposição é uma realização da Fundação Cidade das Artes (presidida por Daniela Santa Cruz) e da Galeria Patrícia Costa.
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LOCATION:Cidade das Artes\, Av. das Américas\, 5.300 - Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:FotoRio 2023 no Centro Cultural Justiça Federal
DESCRIPTION:O FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro\, o festival mais antigo desse tipo em atividade no Brasil\, celebra seu vigésimo aniversário com seis exposições realizadas no Centro Cultural Justiça Federal\, na cidade do Rio de Janeiro. Das seis mostras\, quatro são de artistas estrangeiros\, enquanto duas destacam o trabalho das artistas brasileiras Aline Motta e da dupla Masina Pinheiro e Gal Cipreste Marinelli\, artistas trans não-binárias atuantes em diversas formas de expressão\, incluindo foto-escultura\, cinema\, educação e música. As exposições internacionais apresentam obras do cineasta e fotógrafo iraniano Morteza Niknaha\, do documentarista colombiano Federico Rios Escobar\, da artista francesa Camille Gharbi e da fotógrafa africana Belinda Kazeem-Kaminski\, baseada em Viena\, Áustria. \n\n\n\nO festival tem coordenação de Erika Tambke\, Ioana Mello\, Marina Alves\, Milton Guran\, Paulo Marcos de Mendonça Lima e Thomas Valentin e conta com patrocínio do Itaú\, com apoio do Consulado Geral de França e do Institut Français. \n\n\n\nO evento\, coordenado por Erika Tambke\, Ioana Mello\, Marina Alves\, Milton Guran\, Paulo Marcos de Mendonça Lima e Thomas Valentin e com patrocínio do Itaú\, com apoio do Consulado Geral da França e do Institut Français\, destaca a importância da fotografia como uma forma de expressão cultural essencial\, abordando temas sociais relevantes\, como racismo\, escravidão\, decolonialidade e feminicídio. As exposições contam com elementos interativos\, como QR Codes para informações adicionais e audiodescrição\, garantindo acessibilidade para diferentes públicos.
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LOCATION:Centro Cultural Justiça Federal\, Avenida Rio Branco\, 241 - Cinelândia\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Principio de Semejanza" de Gabriel Chaile na Carpintaria
DESCRIPTION:Principio de Semejanza\, a primeira exposição do artista argentino Gabriel Chaile (Tucumán\, 1985) no Brasil\, acontece na Carpintaria e apresenta três novas esculturas construídas entre São Paulo e Rio de Janeiro. Manipulando o barro e a argila\, Chaile articula as dimensões rituais de seus materiais em grandes construções figurativas que costuram alusões formais à estatuária clássica – como a escultura cicládica grega – e à manufatura indígena – como os artefatos condorhuasi da região de Tucumán. Neste novo corpo de trabalho\, o artista mobiliza uma configuração visual herdada desses povos pré-colombianos\, tomando minúsculos talismãs\, muitos deles medindo menos de 3cm\, e extrapolando a sua escala para grandes dimensões. \n\n\n\nAs figuras da exposição têm um aspecto feminino\, com seios protuberantes e sulcos descrevendo nádegas e genitália\, silhuetas opulentas que remetem a personificações arcaicas da fertilidade. Chaile distribui grafismos sobre as faces dessas obras\, numa exploração tátil do desenho\, como se fossem imensas superfícies de inscrição. Curiosamente acéfalos\, esses corpos poderiam também ser vistos como máscaras hipertrofiadas\, em que os traços não delimitam mais órgãos\, membros ou apêndices\, mas rugas e linhas num rosto. Trata-se de uma nova direção na obra do artista\, que até aqui produziu figuras cujos contornos bojudos\, cilíndricos ou quase esféricos evocavam fornos\, potes e chaminés. \n\n\n\nO título da exposição é emprestado da fotografia intitulada Principio de Semejanza\, tirada pelo artista em 2008\, e alude a essa composição aglutinadora de culturas visuais\, procedimentos e repertórios\, transpostos ao contexto brasileiro\, além do processo de encontrar similaridade no dissemelhante. A imagem\, parte de um arquivo compilado por ele ao longo dos anos\, espécie de registro de seu percurso\, mostra duas mulheres de sua família\, uma com um cachorro e outra com uma menina no colo\, catando piolhos dos pelos e cabelos\, respectivamente. A diferença entre uma criança e um cachorro\, entre uma neta e uma avó\, estabelece uma troca a um só tempo intergeracional e interespecífica. A configuração “em dupla” da fotografia reflete-se na exposição\, com as esculturas achatadas ocupando o espaço expositivo em pares\, sempre com uma figura maior e uma menor. Individualmente\, cada escultura é também um par\, formado por cada face de seus volumes. Os dois pares não são oposições binárias\, mas metáforas complementares. Remetendo à sua fotografia\, essas formas são imagens de cuidado. Em certo sentido\, é o cuidado e a transmissão da memória\, unidas às propriedades físicas do espaço e das coisas\, que criam um lugar. \n\n\n\nNa prática do artista\, a caixa de ferramentas empregada na construção de um novo corpo de trabalho é sempre dada pelo contexto\, pelos recursos e restrições cedidas ou impostas pelo ambiente. Quando produzia em Tucumán\, sua cidade natal\, em proximidade com os métodos e técnicas dos povos originários\, a sua prática envolvia coletar o barro e produzir a argila segundo os saberes locais\, em colaboração com aqueles que o transmitiam. Quando se mudou para para Lisboa\, onde mora desde 2020\, precisou reconstruir um contexto comunitário para que pudesse trabalhar: sem os amigos e a família que o cercavam anteriormente\, aproximou-se da população latina imigrante\, com quem passou a trabalhar\, estabelecendo uma espécie de comunidade nômade. No Brasil\, ocupou o Galpão e a Carpintaria com seus materiais e equipamentos\, transformando o espaço expositivo num contexto provisório\, entre uma escavação arqueológica e um ateliê aberto. \n\n\n\nDesarraigamento e habitação territorial\, como dois pólos de uma relação dinâmica\, desdobram-se numa pergunta central: como se constrói e como se transmite a memória? Seus trabalhos não demarcam fronteiras visuais\, mas tecem uma gama de elementos heterogêneos sem hierarquizá-los. São ilustrações do que Chaile chama “engenharia da necessidade”\, procedimento sintetizado por ele na fórmula lapidar: “trabalhar a partir do que tenho para dar forma ao que me falta”.
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LOCATION:Fortes D’aloia & Gabriel Carpintaria\, R. Jardim Botânico\, 971 - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Evandro Teixeira. Chile 1973" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Evandro Teixeira (1935) é um dos nomes mais importantes do fotojornalismo brasileiro\, tendo atuado na imprensa por quase seis décadas. Com suas lentes\, registrou os bastidores do poder no país\, as manifestações contrárias ao regime militar instaurado no país em 1964\, e temas associados ao esporte\, à moda e à cultura. \n\n\n\nParticipou também de uma importante cobertura internacional: a do golpe militar no Chile em 1973. No país andino\, produziu imagens impactantes do Palácio De La Moneda bombardeado pelos militares\, dos prisioneiros políticos no Estádio Nacional em Santiago e do enterro do poeta Pablo Neruda. As fotografias tiradas durante esse capítulo traumático da história chilena são o destaque da presente exposição. A mostra\, realizada pelo Instituto Moreira Salles\, já foi apresentada no IMS Paulista e chega ao CCBB Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição reúne cerca de 160 fotografias em preto e branco\, livros\, fac-símiles e outros objetos\, como máquinas fotográficas e crachás de imprensa. Além dos registros feitos no Chile\, a exposição traz imagens produzidas por Evandro durante a ditadura civil-militar brasileira\, em um diálogo entre os contextos históricos dos dois países. No espaço expositivo\, também são apresentados trechos de filmes que documentam o período\, como Setembro chileno\, de Bruno Moet\, e Brasil\, relato de uma tortura\, de Haskell Wexler e Saul Landau.
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LOCATION:CCBB\, 66 R. Primeiro de Março Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"La sangre nunca mure" de Herbert De Paz na Galeria Cassia Bomeny
DESCRIPTION:A Galeria Cassia Bomeny inaugura a exposição La sangre nunca mure no dia 31 de agosto\, com obras de Herbert De Paz\, artista de El Salvador radicado há dez anos no Brasil. Curada por Keyna Eleison\, a individual tem como eixo conceitual as memórias ancestrais do artista e seu repertório imagético. Através de uma poética que dialoga diretamente com a História\, abordando e questionando as narrativas hegemônicas sobre a colonização nas Américas\, a obra de Herbert divide-se entre pinturas e colagens criadas a partir de fotos de arquivo e do seu próprio repertório imagético. \n\n\n\n“Meu trabalho traz a memória do meu lugar de origem\, um território indígena e afrodiaspórico da América Central\, pensando pontos que encontrei em comum com a história do Brasil e com os quais me identifiquei”\, comenta o artista. “Vejo minha obra como uma prática de arqueologia da imagem que serve para pensar outras possibilidades para o passado\, modificando o presente e o futuro no imaginário coletivo\, a partir de elementos alegóricos. Nas pinturas\, eu coloco cenas do meu imaginário; já meu trabalho de colagem acontece a partir da pesquisa de registros históricos em revistas e se dá como desdobramento dessas imagens antigas com temas indígenas e negros.”
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SUMMARY:"O Tremor e o Terroso: Miguel Afa" na Nonada Zona Norte
DESCRIPTION:Miguel Afa é nome predominante nos dois espaços da NONADA. Em sua primeira individual na galeria\, onde foi o primeiro artista com representação e\, também\, tem na NONADA sua primeira galeria\, apresenta O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, sob curadoria de Igor Simões. Uma exposição em dois tempos\, com um total de 40 pinturas\, exibe\, em Copacabana (NONADA ZS) seis telas de forma mais intimista como preparação e apresentação do segundo ato. No espaço da Penha (NONADA ZN)\, “uma exposição maior e com obras de grande formato que chegam a lugares novos na produção do artista”\, como define Paulo Azeco\, tem-se dez (10) pinturas e um políptico composto por vinte e quatro (24) trabalhos. \n\n\n\nComo ressalta o curador\, “Miguel Afa desloca seus mais recentes trabalhos para uma atmosfera da ordem do onírico. (…) Um jogo contínuo de reescrever o mundo a partir do encontro do corpo com a pintura”. Em sua dedicação incessante ao fazer\, aprimorar\, ascender\, o artista reproduz\, em tela\, sua vivência diária de forma afetuosa amainando cenas duras da realidade com a qual convive. Pinceladas precisas adquiridas através da persistência de um artista autodidata determinado a “fazer a diferença”\, aprimoram as técnicas utilizadas e apresentam emoção em pinturas de situações que\, não corriqueiras\, transmitem ‘vida real’. “Eu tento abordar as questões não objetivas\, o contraponto da visão pré-estabelecida sobre nós\, pretos e favelados. Abordo as relações afetivas\, saberes locais e como intuitivamente cuidamos um do outro\, seja no aspecto emocional ou físico”\, define o artista. \n\n\n\nEm O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, “(…) do embate entre a natureza e a construção\, surgem alguns dos trabalhos dessa mostra. A planta rompe o tijolo. Mas o que está ali em tensão não é a planta\, não é o tijolo. “É o tempo”\, define Igor Simões. E prossegue: ”Para alguns\, poderia soar que as camadas e sobre camadas de tinta podem soar sujas\, para ele não. Para um artista estudioso das histórias da arte\, nada é acaso. Fabular a terra nos seus mais diferentes sentidos exigiu desse jovem artista carioca uma relação que passa pela herança da pintura nomeada ocidental\, mas que se assinala como inegavelmente brasileira. Creio que\, a essa altura da carreira de Afa\, já não resta dúvida que estamos diante de um dos mais importantes pintores da sua geração”. \n\n\n\nPossivelmente\, estamos observando um momento em que um ciclo se encerra para permitir novos desafios e novas conquistas. Como anotado pelo curador\, “Miguel é um artista que já superou a fase das ideias que querem parecer o trabalho realizado. Ele sabe que ideia é o início\, mas arte é trabalho\, labuta diária\, busca pela tarifa certa que permite surgir a poesia. Afa assegura [ou reitera constantemente: quero ser relevante. Essa nota mental aponta para um necessário caminho de constante busca. Miguel o faz!” \n\n\n\nEm seu agora\, Miguel Afa vive um momento de relação nova com sua inventividade\, seu criadouro de imagens. Os tons terrosos\, mas não depressivos\, destacam a beleza do menino\, que mesmo com céu nublado\, abaixa-se para resgatar sua pipa.
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SUMMARY:"Forrobodó" na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:A Gentil Carioca apresenta Forrobodó\, exposição coletiva que marca os 20 anos da galeria e celebra o potencial político\, poético\, estético e erótico das ruas\, com a curadoria de Ulisses Carrilho. A abertura acontece neste sábado\, 09 de setembro\, das 19h às 00h\, n’A Gentil Carioca do Rio de Janerio\, com uma grande festa para celebrar o aniversário.A partir da encruzilhada que marca a presença da galeria no Saara\, no centro do Rio de Janeiro\, mais de setenta artistas serão expostos nos dois prédios da galeria\, extravasando-a com obras pela região de comércio popular carioca festejando este importante marco Gentil\, bem como numa celebração da rua\, das convivências\, do entorno e das vizinhanças. Partindo da arruaça\, das trocas\, dos prazeres e da cooperação\, Forrobodó toma por empréstimo o nome da opereta de costumes composta por Chiquinha Gonzaga\, que também compôs “Ô\, Abre Alas”\, que nomeia outro importante programa da galeria.
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LOCATION:A Gentil Carioca\, Rua Gonçalves Lédo\, 11/17\, sobrado - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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