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SUMMARY:Leoa no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Protagonismo feminino e cotidiano do subúrbio do Rio são temas da primeira exposição individual da artista Leoa no MAR. A artista visual mostra sua rotina através de pinturas na mostra Luz no Caminho\, com entrada gratuita. As observações sobre o dia a dia e as paisagens que cruzam o caminho da jovem artista carioca Leoa são alguns dos temas presentes na sua primeira exposição individual. A mostra tem curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Jean Carlos Azuos\, Thayná Trindade e Amanda Rezende. Nos dez anos do MAR\, a equipe curatorial apresenta a produção pictórica de novos artistas ao público. “Os museus têm uma espécie de gesto que é aguardar a carreira\, o sucesso\, a fama e a gente quer fazer o oposto. A gente quer pensar que se um museu tem a sua potência vinculada a uma possibilidade de exibição e de ampliação em relação ao que se exibe\, a gente quer tentar juntar essas pontas\, quer dizer\, unir artistas de carreiras muito recentes trazidos para um grande museu\, como o MAR”\, afirma Marcelo Campos\, curador-chefe do Museu. Na exposição Luz no Caminho\, Leoa apresenta uma série de pinturas que tratam de um arranjo visual da sua vida em Bangu\, na zona oeste do Rio. A artista de 25 anos espelha a força de seu cotidiano por meio dos atravessamentos\, encantamentos e das subjetividades. “Ser do subúrbio carioca me colocou num espaço de pesquisa que envolve o cinza como a cor que liga todas as minhas obras. A exposição narra minha vida como um cotidiano onde observo a natureza da minha realidade social”\, destaca Leoa. A curadoria do Museu avalia que os jovens artistas estão promovendo uma espécie de retorno à pintura. “Tem um movimento de artistas figurativos tratando da sua própria realidade\, ou alguns tratando da sua ancestralidade ou de personagens\, existe um movimento\, principalmente de jovens dentro da pintura figurativa\, de tratarem dos assuntos de seus cotidianos ou das suas percepções do mundo”\, afirma Amanda Bonan\, curadora do MAR. O Museu acredita no papel de abrir espaço e investir em novas artistas. “A Leoa tem uma proposta expositiva que relata a rotina das mulheres\, inclusive as desigualdades que habitam essa rotina\, entre o trabalho doméstico e a vida nos subúrbios cariocas. E eu entendo que dialogar e poder mostrar isso é também algo de importância de caráter social. Esse é um tema contemporâneo\, não é um assunto novo\, é um assunto velho\, mas que ainda precisa ser reforçado e debatido para que a gente possa cada vez mais combater a misoginia e fortalecer a figura feminina dentro da sociedade para ela ser o que ela quiser”\, destaca Raphael Callou\, Diretor do MAR e Chefe da Representação da OEI no Brasil.
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SUMMARY:"Um oceano para lavar as mãos" no Centro Cultural Sesc Quitandinha
DESCRIPTION:O Sesc Rio de Janeiro acaba de abrir as portas do Centro Cultural Sesc Quitandinha\, trazendo a exposição “Um oceano para lavar as mãos”. A mostra\, com curadoria de Marcelo Campos e Filipe Graciano\, reúne obras dos artistas negros Aline Motta\, Arjan Martins\, Ayrson Heráclito\, Azizi Cypriano\, Cipriano\, Juliana dos Santos\, Lidia Lisbôa\, Moisés Patrício\, Nádia Taquary\, Rosana Paulino\, Thiago Costa e Tiago Sant’ana\, ocupando um espaço monumental de 3.350 metros quadrados. Durante seis meses\, a exposição será acompanhada por uma programação diversificada e gratuita\, que inclui música\, cinema\, teatro\, literatura\, atividades infantis\, oficinas e um seminário. O Café Concerto do Centro Cultural Sesc Quitandinha\, um amplo teatro com capacidade para 270 pessoas\, será o local para a programação musical e cinematográfica. Os curadores são todos negros. A curadoria musical ficará a cargo do cantor\, compositor\, violonista e poeta baiano Tiganá Santana\, enquanto a mostra de cinema terá como curador Clementino Junior\, cineasta dedicado à difusão da obra audiovisual racializada. O grupo Pretinhas Leitoras\, formado pelas gêmeas Helena e Eduarda Ferreira\, nascidas em 2008 no Morro da Providência\, no Rio de Janeiro\, estará à frente das atividades infantis\, que serão feitas na Biblioteca do Centro Cultural. Para enriquecer a experiência dos visitantes em relação às obras expostas\, serão oferecidas oito oficinas e laboratórios\, que ocorrerão nos salões da exposição e nas Varandas. Flávio Gomes\, pesquisador do pensamento social e da história do racismo\, da escravidão e da história atlântica\, será o curador das ações da linguagem escrita\, literária e oral paralelas à exposição. Estão também sendo programadas performances com grupos artísticos da região.
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SUMMARY:Yhuri Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Uma exposição imersiva que aborda a vingança da vida e a política da presença. Essa é “Revenguê: uma exposição-cena”\,  mostra individual do artista Yhuri Cruz. A proposta expositiva do artista visual\, escritor e dramaturgo Yhuri Cruz é inspirada numa ficção desenvolvida por ele nos últimos anos\, onde apresenta um novo planeta e suas reverberações naqueles que o conhecem. “Eu fiquei tão dentro dessa história que eu comecei a desenhar\, a criar instalações e um projeto de encenação. O meu trabalho basicamente vem muito das ficções que eu escrevo\, esse é o lugar que eu estou mais pautado dentro da arte”\, conta o artista. A mostra\, que é divida em quatro núcleos\, apresenta\, em alguns momentos\, a performance de Yhuri e outros seis artistas. Durante essas apresentações o público vai presenciar a criação de novas obras da exposição. “As pessoas vão entrar na sala e estar em um lugar fantástico: com chão vermelho\, arquibancadas\, em uma espécie de arena. Sentar\, fruir e meditar é o que a gente quer para o público. Revenguê vai nascer 50% pronta\, a cada encenação\, pelo menos de 3 a 4 obras serão feitas em cena\, então é sobre ritualizar esse processo de criação\, é sobre ver a obra criada ao vivo”\, afirma Yhuri. A mostra tem curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Jean Carlos Azuos\, Amanda Rezende e Thayná Trindade.
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SUMMARY:Jaime Lauriano no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O passado do Brasil e a sua fonte de questionamentos sobre o atual contexto político\, social e cultural são apresentados por Jaime Lauriano na sua exposição individual “Aqui é o Fim do Mundo” no Museu de Arte do Rio. Cumprindo o papel de artista-historiador\, Lauriano apresenta no MAR esculturas\, vídeos\, desenhos e intervenções que revisitam símbolos\, signos e mitos formadores do imaginário da sociedade brasileira. Essa é uma exposição panorâmica que celebra os 15 anos de carreira do artista. “Essa mostra acontece no momento que eu percebo minha produção bem mais madura\, com mais complexidade nos temas abordados e no uso de materiais”\, observa o artista. Com a curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Amanda Rezende\, Jean Carlos Azuos e Thayná Trindade\, a exposição “Aqui é o Fim do Mundo”\, perpassa diretamente pelos signos do nacionalismo. “Jaime Lauriano vai sempre observar imagens da nossa história\, sejam pinturas históricas\, ilustrações\, símbolos como a própria bandeira\, a pedra portuguesa\, etc. Ele observa o grau de colonialidade que esses materiais carregam\, ele vai fazer intervenções\, alterações. A importância do Jaime Lauriano para a arte contemporânea é justamente fazer o que a gente chama de decolonialidade\, que se dê diretamente relacionada aos cânones\, eles construíram e inventaram os heróis\, os símbolos e ele vai observar esse lugar e propor novas relações. Jaime Lauriano vai contar a história que muitas vezes não foi contada”\, comenta Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. Lauriano aborda as formas de violência cotidiana que desdobram-se ao longo da história brasileira. Nesse sentido\, o artista se debruça sobre os traumas históricos de nossa cultura. “Receber a exposição Aqui é o Fim do Mundo\, no Museu de Arte do Rio é cumprir com o nosso compromisso  de buscar artistas que estejam produzindo uma revisão e reelaboração coletiva da história do Brasil. Além disso\, Jaime Lauriano tensiona o público a partir de proposições críticas capazes de revelar as estruturas do nosso país”\, avalia Raphael Callou\, diretor e chefe da representação da OEI no Brasil.
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SUMMARY:"ÀMÌ: Signos Ancestrais" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:ÀMÌ\, palavra que designa “signo” e “símbolo” na língua yorubá. Trazidos da África para o Brasil no século XIX\, o povo de origem nagô\, antes residente abaixo do deserto do Saara\, possuía uma riqueza de ritos\, cultos\, pensamento matemático que acabaram sendo incorporados ao Brasil como partícipes da cultura nacional. Tornou-se corriqueiro\, desde então\, vermos e identificarmos cores e formas sobreviventes da diáspora que se associam aos cultos de matrizes africanas. O preto e o vermelho de Exú\, o amarelo-ouro de Oxum\, o vermelho e o branco de Xangô\, e o branco de Oxalá. Na arte brasileira\, a aceitação de tais signos yorubás custou a acontecer. O século XX teve um grande influxo de pesquisas sobre a realidade nacional\, que resultou em pensamentos e programas de um modernismo ao qual podemos adjetivar de “identitário”. A cultura popular passou a interessar\, as cores tropicais foram protagonizadas; no paisagismo\, passamos a valorizar a vegetação nativa\, comum. E\, com isso\, uma elite intelectual passa a se apropriar de culturas diaspóricas afroindígenas\, às quais os artistas não pertenciam. \n\n\n\nA exposição ÀMÌ: signos ancestrais parte de outro viés. Estimulados pela obra de Emanoel Araújo\, constante da Coleção Arte Sesc\, percebemos um jogo dual que o grande artista nos propunha. Por um lado\, a geometrização abstrata\, formal; por outro\, cores que se relacionam aos cultos afro-brasileiros. Decidimos\, então\, seguir esta rota\, perguntar ao presente sobre o legado deixado por Araújo nas criações mais recentes. Convidamos ao diálogo dois artistas de jovem produção: Guilhermina Augusti e Raphael Cruz. Associar cor e forma aos signos ancestrais é atentar para um complexo pensamento que ora coaduna o poder e a potência das divindades a gestos significativos\, ora simplifica e essencializa imagens da natureza. Assim\, é apresentada uma trama prenhe de significados transpassada por criações diversas de artistas que\, hoje\, assumem um lugar de representação e representatividade.
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SUMMARY:"Nuances de Brasilidade: Repertório" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:O Centro Cultural PGE-RJ inaugura a exposição “Nuances de Brasilidade: Repertório”\, com obras de 14 artistas brasileiros pertencentes a coleções particulares do Rio de Janeiro. Esta é a terceira mostra de arte apresentada no Convento do Carmo\, desde que o prédio histórico foi restaurado e reaberto ao público\, em maio de 2022. Entre os artistas reunidos estão desde nomes consagrados como Frans Krajcberg\, Abraham Palatnik\, Emanoel Araújo e Mario Cravo Neto\, até novos talentos como OSGEMEOS\, que trouxeram a estética do grafitti para o circuito de arte tradicional\, Santídio Pereira e Kilian Glasner. Identificar um traço de união entre obras produzidas a partir de meados do século XX\, com temas e linguagens tão diversas\, foi o grande desafio da curadora da PGE-RJ\, Cecília Fortes\, para harmonizar a mostra com peças de diferentes colecionadores. “Partimos do conceito de brasilidade como fio condutor. Ela é percebida em três vertentes. Em alguns dos trabalhos\, ela se reflete no tema central da obra\, em outros\, na escolha dos materiais utilizados na produção e\, numa terceira\, se dá através da interiorização e influência da natureza e da cultura local sobre os autores”\, destaca Cecília Fortes. A decisão de trabalhar com obras de arte de coleções particulares teve o objetivo de permitir que um público maior aprecie trabalhos que normalmente estariam restritos a um grupo seleto. A mostra também revelou o sentimento de colaboração dos colecionadores cariocas e fluminenses ao pedido da PGE para empréstimo das obras\, como explica o diretor do Centro Cultural da PGE-RJ\, Procurador do Estado Anderson Schreiber. O resultado foi a composição de um rico painel das artes visuais brasileiras que será exibido ao público até 16 de setembro.
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SUMMARY:"Celular 50 - Da primeira ligação à próxima geração" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:O Museu do Amanhã apresenta a exposição inédita Celular 50 – Da primeira ligação à próxima geração\, que traz curiosidades sobre essa invenção e inclui o protótipo do primeiro aparelho\, que pesava 1kg. A busca por se comunicar à distância estimulou a inventividade humana incontáveis vezes ao longo da história. Para superar as limitações de tempo e espaço\, recorremos a sinais de fumaça\, pombo-correio\, telégrafo\, telefone\, entre outras soluções. Mas nenhuma das soluções trouxe tanta agilidade e liberdade quanto o celular. A tecnologia que transformou o modo como acessamos\, compartilhamos e produzimos informação completa 50 anos esse ano. O museu celebra a data apresentando ao público uma experiência imersiva na história\, nos impactos e nas transformações que o celular causou\, causa e causará na sociedade. A narrativa da exposição perpassa seções de imersão\, provocando a reflexão pela Mobilidade e Liberdade\, Popularização e Individualização\, Multiplicidade\, Excesso e Labirinto de Possibilidades. Em cada uma\, o público irá mergulhar em experiências que marcaram as gerações dos aparelhos celulares e seus devidos impactos\, com um convite final à reflexão do que ainda está por vir. Os espectadores também terão a oportunidade de conhecer um protótipo original do DynaTAC 8000x\, o primeiro celular\, criado pelo engenheiro americano Martin Cooper.
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SUMMARY:O MAM Rio celebra seus 75 anos
DESCRIPTION:A exposição museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas propõe um exercício de memória no 75º aniversário do museu: um ato de olhar para o passado\, para o que já foi feito e as coisas que aqui aconteceram\, como convite para pensar o que o MAM Rio pode ser hoje e no futuro.  Focando nas primeiras três décadas de sua história\, a exposição apresenta cinco áreas que ancoram as ações do MAM Rio\, e um evento que marcou seu curso. Educação\, design\, cinema\, o experimental e os movimentos de criação artística que atravessaram a existência do museu são os campos de atuação escolhidos\, os quais cimentam a relevância de uma instituição intimamente ligada às dinâmicas da cidade. Como evento\, o incêndio ocorrido em 1978 no museu representa um momento de mudanças caracterizado pelo engajamento coletivo de profissionais da cultura e da população\, e pela revisão institucional.  Em cada um desses eixos\, obras do acervo do MAM Rio são apresentadas junto com documentos provenientes\, em sua maior parte\, dos arquivos do museu\, escrevendo histórias por meio de objetos\, imagens e impressos. A exposição reúne grandes nomes do acervo do MAM Rio para pontuar os momentos em que o museu foi espaço de experimentação\, produção de pensamento e fazer artístico: Abraham Palatnik\, Alberto Giacometti\, Anita Malfatti\, Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Antonio Dias\, Candido Portinari\, Carlos Vergara\, Carlos Zilio\, Cildo Meireles\, Constantin Brancuși\, Fayga Ostrower\, Hélio Oiticica\, Ivan Serpa\, Lygia Clark\, Lygia Pape\, Max Bill\, Nelson Leirner\, Rubens Gerchman\, Tunga e Willys de Castro\, dentre 93 nomes da arte brasileira e internacional.
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SUMMARY:Ana Hortides no Sesc São João de Meriti
DESCRIPTION:A mostra “Cômodo”\, de Ana Hortides\, é a primeira exposição individual da artista no Rio de Janeiro\, realizada no Sesc São João de Meriti. Ana Hortides explora em sua poética questões relacionadas ao espaço da casa\, habitação\, intimidade e identidade. A exposição apresenta esculturas\, trabalhos gráficos e uma videoinstalação\, todos permeados por um tom onírico e sensível. A curadoria é de Raphael Fonseca. As obras selecionadas para a mostra são construídas a partir da experimentação com materiais domésticos e cotidianos relacionados à construção das casas\, evocando elementos do subúrbio carioca\, como pisos de caquinhos\, vermelhão e cimento queimado. As esculturas de Ana Hortides tornam-se metáforas dessa casa\, ganhando autonomia e estabelecendo relações com o espaço do cômodo. A exposição também inclui uma televisão de tubo dessintonizada e chiando\, simulando um ambiente cotidiano de outra geração. Além da visitação da exposição\, estão previstas atividades complementares\, como uma visita guiada com a artista\, a produção de um catálogo e uma oficina gratuita destinada a crianças de escolas públicas da região. O projeto também busca promover a acessibilidade por meio de um vídeo com legendas em que Ana Hortides compartilha seu processo artístico. O conteúdo será disponibilizado online de forma gratuita\, visando à formação de público e democratização do acesso à produção artística contemporânea.
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SUMMARY:Instalação inédita "Cosmococa 5 Hendrix War" no Centro Municipal Hélio Oiticica
DESCRIPTION:O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, em colaboração com o Projeto Hélio Oiticica apesenta a instalação inédita Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê)\, da icônica obra Cosmococa – Programa in Progress\, criada em 1973 por Hélio Oiticica (1937-1980) e o cineasta Neville D’Almeida (1941). O Programa in Progress abrange vários desdobramentos – livro\, fotografias\, cartazes\, instalações públicas e domésticas\, como a Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê). A obra é a única\, das seis criadas especialmente para residências\, que nunca havia sido mostrada em público. Foi criada em homenagem a Jimi Hendrix (1942-1970)\, e elaborada para ser instalada em um espaço residencial\, privado\, com projetores nos diversos cômodos da casa. Para a exposição no CMAHO\, foi montado um apartamento\, com mobília\, e obras de outros artistas\, como Alexandre Murucci\, Anna Costa e Silva\, Elmo Martins\,Julianne Chaves\, Lígia Teixeira\, Paulo Jorge Gonçalves e Rita Chaves. A exposição da “CC5” faz parte do tour mundial que durará um ano\, em celebração aos 50 anos da criação da emblemática série Cosmococas. O tour foi iniciado no dia em 13 de março de 2023\, na EAV Parque Lage\, no Rio de Janeiro\, quando foi mostrada a Cosmococa 4 Nocagions. Em seguida\, em 18 de março\, durante a SP-Arte\, a CC4\, em versão privê\, integrou a mostra Hélio Oiticica: Mundo-Labirinto\, na Vila Modernista\, nos Jardins\, em São Paulo\, com projeto arquitetônico de Flávio de Carvalho. Depois\, haverá a exibição da Cosmococa 5 Hendrix War e da CC2 Onobject\, na Lisson Galery\, em Nova York; CC2 Onobject e CC3 Maileryn (versões domésticas)\, na Hunter College\, em Nova York; e ainda no The Mistake Room\, em Los Angeles\, EUA; e Carcará Photo Arte\, em São Paulo. A exposição integra o programa Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, que seleciona diferentes ações\, que vão de performances a aulas de diferentes artistas\, pensadores\, professores\, entre outros profissionais\, relacionadas à obra de Hélio Oiticica.
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SUMMARY:"Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros é dedicada à trajetória e à produção literária da autora mineira que se tornou internacionalmente conhecida com a publicação de seu livro Quarto de despejo\, em agosto de 1960. Inicialmente concebida para o IMS Paulista e com passagens por outras cidades\, a exposição continua sua itinerância em uma versão ampliada em parceria com o Museu de Arte do Rio. O objetivo central da mostra é apresentar sua produção autoral que incluiu a publicação\, em vida\, de outras obras. Além disso\, a exposição destaca as incursões da autora em outras formas de expressão\, como a composição musical\, o canto e a arte circense. Carolina\, uma intérprete essencial para compreender a história do Brasil\, é apresentada como uma multiartista e tem um papel particularmente significativo para a história da população negra brasileira. Nascida em 1914 em Sacramento\, Minas Gerais\, e falecida em 1977 em São Paulo\, Carolina Maria de Jesus explorou diversos gêneros literários\, incluindo romance\, poesia\, teatro\, provérbios\, autobiografia e contos. No entanto\, é mais conhecida por seus diários\, que resultaram em seu livro mais famoso\, Quarto de Despejo. O sucesso desse livro pode ser medido pela sua tradução imediata para 13 línguas. O acervo de Literatura do Instituto Moreira Salles conta com dois manuscritos inéditos de Carolina Maria de Jesus\, intitulados Um Brasil para os brasileiros\, e seu disco com composições próprias\, também chamado Quarto de Despejo. Esses elementos foram o ponto de partida para a elaboração da exposição pelo IMS. Com curadoria do antropólogo Hélio Menezes e da historiadora Raquel Barreto\, e pesquisa literária realizada pela doutora em letras Fernanda Miranda\, a exposição Carolina Maria de Jesus: Um Brasil para os brasileiros busca destacar a grandeza da escritora e apresentá-la como convém: mulher negra e artista emancipada\, símbolo de resistência e de luta política e cultural para o país. A parceria com o Museu de Arte do Rio acontece no momento em que a sede do IMS na cidade está fechada para obras.
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SUMMARY:"O Sagrado na Amazônia" no Instituto Inclusartiz
DESCRIPTION:No mês em que é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente\, o Instituto Inclusartiz lança o programa Amazônia\, agora\, projeto multidisciplinar que convida o público a se aproximar dos olhares que partem da maior floresta tropical do mundo e de seus múltiplos agentes. Por meio da união de produções e pesquisas pensadas a partir do complexo amazônico\, o novo projeto permanente do instituto\, que conta com patrocínio da Icatu\, do VLT Carioca e do Instituto CCR\, será dividido em três eixos: expositivo — que contará com uma série de exposições\, coletivas e individuais\, de narrativas e pesquisas em torno de artistas e da cultura visual amazônica; experimental — uma programação de estudos\, conversas\, oficinas e projeções de obras audiovisuais intitulada Laboratório Amazônico —; e pesquisa — ativação de parcerias e residências com outras organizações\, instituições e projetos artísticos que estabeleçam intercâmbios entre vozes de diferentes estados. Neste âmbito\, é inaugurada a exposição O Sagrado na Amazônia\, coletiva que apresenta as diferentes manifestações do divino na região amazônica\, a partir dos olhares de 30 artistas e coletivos. Com a curadoria de Paulo Herkenhoff — pesquisador que há mais de 40 anos se dedica ao fomento da produção artística no Norte do país e ao debate crítico acerca do conceito histórico de “visualidade amazônica” —\, a mostra irá ocupar o térreo do Centro Cultural Inclusartiz. Dividida em diversos núcleos\, a coletiva\, concebida com a colaboração de Lucas Albuquerque — pesquisador independente e curador do programa de residências artísticas da instituição carioca —\, aborda os mitos e rituais indígenas\, a relação com o sagrado pautado pelo sincretismo afro-amazônico e os festejos e cultos de origem cristã\, evidenciando a profunda conexão entre o homem e a natureza no território amazônico e estabelecendo a preservação ambiental como mecanismo principal para perpetuar a cultura e os saberes defendidos pelos povos representados. O Sagrado na Amazônia conta com uma grande presença de artistas originários da região amazônica brasileira\, como Denilson Baniwa e Rita Huni Kuin\, e também de povos da Amazônia Internacional\, como a peruana Lastenia Canayo. São 75 trabalhos produzidos a partir de diversos suportes\, entre pinturas\, fotografias\, vídeos\, objetos e esculturas; além de documentos históricos.
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SUMMARY:"Pneumática" de Paulo Paes no Sesc São Gonçalo
DESCRIPTION:O Sesc São Gonçalo apresenta a exposição Pneumática\, do artista plástico Paulo Paes. A mostra\, inédita\, é composta por esculturas infláveis de papel de seda\, resultado do estudo que o artista desenvolve desde 1980 sobre balões e seu universo lúdico-tecnológico e sua prática na zona norte do Rio de Janeiro. Pneumática é uma realização de Rosa Melo Produções Artísticas selecionada no edital de cultural Sesc RJ Pulsar 2023. \n\n\n\nNascido em Belém do Pará\, Paulo Paes mudou-se para o Rio de Janeiro em 1978. Foi no subúrbio carioca\, pelas mãos do alfaiate e baloeiro Ivo Patrocínio\, que o artista se encantou e adquiriu conhecimentos sobre os fundamentos da arte dos balões\, passando a conviver com este mundo periférico cheio de segredos e tradições urbanas. A exposição Pneumática apresenta uma matriz popular e vetores poéticos fomentados por uma consciência histórica e crítica. Os infláveis de Paulo Paes são o produto de uma tradição experimental da arte contemporânea brasileira que se alimenta de procedimentos\, de materiais e\, acima de tudo\, de uma força poética que nasce do contato estreito com a artesania popular. Possibilitando uma confluência do popular\, do lúdico e do experimental presentes na poética do artista. \n\n\n\nNo trabalho de Paes\, os exercícios e as experiências para transformar o papel em volume flutuante se desdobram em ideias e conceitos de linguagem pessoal ao recombinar forma e cor\, opacidade e luminosidade\, trazendo o objeto lúdico coletivo para o chão\, impondo-lhe uma gravidade\, sem deixar que perca sua grandeza\, leveza e simbolismo. Essa liberdade\, ao agregar outras formas e códigos de associação estética e criação não abandona\, no entanto\, o núcleo central\, identificado por ele como uma célula-tronco da cultura popular\, o que faz do artista uma espécie de extrativista urbano\, artesão não especializado\, onde as cores vibram e a liberdade poética torna-se produto de uma outra tradição experimental\, própria da arte brasileira contemporânea. \n\n\n\nAtravés desse trabalho\, Paulo resgata e preserva fundamentos tecnológicos e elementos visuais de uma tradição enraizada na memória coletiva\, ameaçada de extinção em decorrência dos riscos que a atividade de soltar balões representa. Seu fazer escultórico\, mergulha nas questões espaciais e pictóricas criando objetos infláveis\, de caráter efêmero\, feitos em papel de seda dissociado da função original de artefato voador. 
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SUMMARY:"Heitor dos Prazeres é meu nome" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Uma das maiores retrospectivas de Heitor dos Prazeres (1898-1966) no país\, Heitor dos Prazeres é meu nome reúne mais de 200 trabalhos do artista no campo visual\, musical\, do samba e da moda. Sua obra é iniciada no período pós-abolição\, em que se estabeleceram as bases da cultura nacional\, muito influenciada pela matriz afro-brasileira. O patrocínio é do Banco do Brasil\, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Pinturas\, canções\, partituras\, projetos\, desenhos\, discos e indumentárias marcam a trajetória de Heitor dos Prazeres e sua relação com diferentes esferas da produção cultural. Importante sambista\, compositor e instrumentista\, ingressou nas artes visuais produzindo trabalhos que refletem a realidade pós-escravagista da população negra. No momento em que as elites do Rio de Janeiro e do Brasil estavam voltadas para os valores do branco europeu\, da matriz colonialista\, o artista\, em sentido oposto\, reproduzia em suas obras o que via e experimentava nas vivências como homem negro: os fluxos migratórios de africanos e seus descendentes\, a mudança do campo para a cidade\, a religiosidade\, a repressão policial\, a capoeira\, o samba\, a afetividade\, entre outros temas. Tamanha a relevância de sua obra\, instigante e inovadora\, animada pelo protagonismo do negro na sociedade brasileira\, e suas aspirações de liberdade e igualdade\, que o artista veio a ser cassado pelo Ato Institucional nº 1\, de 1964. Como sambista\, desempenhou papel fundamental na criação de blocos e ranchos e na fundação das primeiras escolas de samba do Rio de Janeiro: Mangueira\, Portela e Deixa Falar\, que mais tarde ganhou o nome de Estácio de Sá. Frequentador da casa de Tia Ciata\, compôs com Noel Rosa a famosa canção “Pierrô Apaixonado” e muitas outras de autoria própria\, e conviveu com baluartes como Cartola\, Paulo da Portela e Pixinguinha. Ingressou na pintura já consagrado na carreira musical e no samba e participou de mostras e exposições de relevância nacional e internacional.
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SUMMARY:"Ex-ótica" de Fernando Leite no Paço Imperial
DESCRIPTION:A mostra Ex-ótica\, de Fernando Leite\, apresenta 52 pinturas divididas em quatro núcleos: Igapós\, com paisagens imaginárias da Amazônia; Mira\, um conjunto de pequenas pinturas do céu\, produzidas durante o período mais restrito da pandemia\, entre maio e junho de 2020; a série Cannabis\, com pinturas de flores de maconha\, espécie exótica trazida ao Brasil pelos escravos no período colonial; e as paisagens da série Ver te\, que\, segundo o curador\, Paulo Herkenhoff\, “opera o conceito de bioma\, tomado sobretudo por sua dimensão vegetal e sua intersecção com a umidade. Iniciada em 2015\, Ver te é o título de sua série relativa à Mata Atlântica\, um dos mais ricos biomas do planeta e que se estende por 17 estados brasileiros do Rio Grande do Sul até o Piauí. As paisagens retratadas por Fernando Leite aludem claramente à região do Rio de Janeiro\, com a floresta da Tijuca e as palmeiras imperiais\, a Roystonea oleracea\, espécie trazida das Antilhas para o Brasil\, que abundam na cidade como no Jardim Botânico\, no Parque Lage ou no bairro do Flamengo. A Roystonea é um signo vegetal da presença atual\, nas florestas do Brasil\, de espécies ex-óticas. Em Ver te ainda estão jaqueiras (Artocarpus heterophyllus)\, originárias da Ásia. Aquelas palmeiras são a evidência do projeto de globalizante da navegação portuguesa no período de colonização do Brasil.” Durante a mostra serão distribuídas sementes de palmeira imperial com instruções de plantio e cultivo.
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SUMMARY:Wilma Martins e Marcelo Monteiro no Paço Imperial
DESCRIPTION:Um panorama da importante e consistente obra da artista Wilma Martins (Belo Horizonte\, 1934 – Rio de Janeiro\, 2022) é apresentado na exposição Wilma Martins – Território da memória\, a primeira mostra póstuma da artista falecida no ano passado\, aos 88 anos. Com curadoria de Frederico Morais\, crítico de arte e marido da artista\, e a historiadora da arte Stefania Paiva\, que conviveu intensamente com Wilma nos seus últimos anos de vida\, a mostra será composta por 37 obras\, além de estudos\, em um conjunto nunca antes reunidas\, incluindo trabalhos pouco conhecidos da artista\, desde suas primeiras produções até a última. São gravuras\, pinturas\, desenhos e cadernos\, que mostram a potência e as diversas facetas da obra de Wilma Martins. “Contemplar sua obra é olhar para dentro da artista. E Wilma nos transporta para outros domínios\, para impensáveis cenas\, dessas que só aparecem nos delirantes sonhos. A seu modo\, construiu um mundo com a riqueza do mistério\, capaz de cativar até mesmo o mais desatento espectador. Sua delicada força está em tudo o que ela criou”\, afirma Stefania Paiva\, que assina a curadoria da exposição ao lado de Frederico Morais. A exposição apresentará desde os primeiros trabalhos da artista – pequenas gravuras da década de 1960 –\, passando por xilogravuras maiores\, pinturas e desenhos\, chegando até a última obra feita por ela – “Dona Marta 24h” (2016)\, composta por 25 desenhos\, que representam o Mirante Dona Marta\, no Rio de Janeiro\, em cada hora do dia e da noite\, durante um período de 24 horas. \n\n\n\nPor outro lado\, Sobre Prumos? reúne importantes trabalhos das séries Sob Pressão e Sob Tensão desenvolvidas entre 2021 e 2023 pelo artista paranaense – radicado há nove anos na cidade do Rio de Janeiro – Marcelo Monteiro. Resultantes de um profundo projeto de pesquisa\, aliado a questões autobiográficas\, as obras que compõem a exposição trazem à tona temas sobre trabalho; trabalhadores e direitos trabalhistas – proposições reflexivas fundamentais na sociedade contemporânea. Nas palavras de Fernando Cocchiarale\, curador da exposição: “Sobre Prumos? apresenta um produto político aos visitantes; uma ‘obra aberta’ sobre o discurso do equilíbrio”. Cocchiarale complementa\, argumentando que “nos trabalhos de madeira e aço – construídos por Marcelo Monteiro – é possível percebermos os rastros que hoje fundamentam as decisões e escolhas de grande parte de uma arte politizada”.
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SUMMARY:"Construções Planares" de Renata Tassinari no Mul.ti.plo Espaço Arte
DESCRIPTION:A Mul.ti.plo Espaço Arte\, no Leblon\, inaugura exposição individual de Renata Tassinari\, prestigiada artista paulista que se destaca pelo domínio primoroso no uso da cor. Na mostra\, Renata apresenta uma série de 12 pinturas sobre acrílico transparente. A novidade fica por conta da combinação com o acrílico espelhado\, material incorporado recentemente à sua produção\, resultando num conjunto de obras de surpreendente beleza e luminosidade. Em formatos tridimensionais inusitados\, as pinturas de Renata ganham ares de objeto\, num jogo de percepção entre o industrial e o manufaturado. A mostra Construções Planares conta com texto crítico de Paulo Venancio Filho. \n\n\n\nO fundamento do trabalho de Renata Tassinari é a cor. Sua paleta tem cores únicas\, preparadas por ela mesma\, a partir de misturas. “As cores são usadas levando em conta qualidades como transparência\, opacidade\, reflexos\, texturas\, num uso calculado e variado de experiências visuais. Esse domínio também se manifesta na escolha dos materiais – madeira\, acrílico\, espelho –\, que se incorporam à pintura”\, explica Paulo Venancio\, professor titular do Departamento de História e Teoria da Arte da Escola de Belas Artes da UFRJ. Com a combinação virtuosa desses elementos\, as cores de Renata Tassinari parecem se desprender do suporte\, ganhando materialidade. \n\n\n\nUma particularidade do trabalho de Renata\, que pode ser conferida na exposição da Mul.ti.plo\, é a pintura sobre o acrílico. Antes utilizado como moldura\, a artista decide incorporar o material à sua obra\, conferindo-lhe o status de suporte. Sobre ele\, pela frente ou por trás\, a artista aplica generosas camadas de tinta óleo ou acrílica. O resultado são cores ainda mais pulsantes e um acabamento mais limpo e sintético. “Depois de pronto\, o trabalho pode até ter certa identidade industrial\, mas na verdade é profundamente artesanal. São obras de imensa qualidade\, que instigam o olhar\, nos convidando a escapar de um mundo contaminado pelo excesso de imagens. A obra de Renata nos convoca a reagir a essa atrofia da percepção”\, reflete Maneco Müller\, sócio da Mul.ti.plo. \n\n\n\nNo trabalho singular de Tassinari destaca-se também a sua capacidade de espacialização. Suas obras têm geometrias variadas\, como formas de L ou U. É o caso de Vermelho Dois L (235 x 200 cm). Algumas são criadas a partir da combinação de elementos diferentes\, como Padaria III (40 x 120 cm). As bordas\, inclusive\, podem ser pintadas\, como em Mata II (40 x 120 cm). “Entre as obras há também os múltiplos Leblon\, criados especialmente para essa exposição\, formados por 3 cores\, que funcionam tanto na vertical como na horizontal”\, conta a artista. “Outra novidade da pintura de Renata são os formatos alongados\, fora de qualquer convenção pictórica”\, como em Marola-Narciso (194 x 350 x 5 cm). O título da mostra pretende revelar o caráter planar de uma pintura que se constrói como objeto tridimensional. “A pintura de Renata é uma construção\, feita de elementos separados em geral\, que ela junta como se fossem objetos. É uma pintura tridimensional\, construída como se fosse um objeto”\, explica Venancio. \n\n\n\nExtremamente prestigiada entre críticos\, curadores e seus pares\, Renata Tassinari iniciou sua carreira há mais de 30 anos. Sua primeira exposição foi em 1985\, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. “Ela poderia ser enquadrada na turma da Geração 80\, mas sua pintura é diferente do que se fazia na época\, abstrata. Assim como é diferente também da pintura atual\, de algumas décadas para cá. São muitas sutilezas que\, combinadas\, fazem do trabalho dela uma obra única”\, conclui Paulo Venâncio. A última mostra individual da artista no Rio foi em 2018\, na galeria Lurixs. Antes\, ela expôs no Paço Imperial\, em 2015.
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LOCATION:Mul.ti.plo Espaço Arte\, Rua Dias Ferreira\, 417/206 - Leblon\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Marina Caverzan na LURIXS
DESCRIPTION:A exposição Oráculos apresenta a obra recente da artista Marina Caverzan\, que explora diferentes sistemas oraculares\, como o tarô\, a Cabala\, a geomancia\, o I Ching e a quiromancia. Através de uma combinação de padrões matemáticos e referências ao construtivismo\, a artista busca criar uma síntese entre rigor formal e emanação espiritual. Uma das obras destacadas na exposição é Geomantic Body\, na qual 16 símbolos da geomancia se tornam 16 pinturas\, organizadas em um círculo\, evocando a simetria e as dimensões do tarô. Marina Caverzan busca estabelecer um sincretismo oracular\, explorando as convergências entre os diferentes sistemas e desconstruindo seus símbolos\, sem questionar sua eficácia. Através dessa fusão entre precisão e mistério\, a obra convida o espectador a adentrar no desconhecido. A temática abordada na exposição revela o interesse da artista pelo visível e invisível\, explorando as relações entre matemática e espiritualidade. Em obras como Mal me quer\, mal me quer e Papisa\, Marina Caverzan subverte convenções tradicionais\, como a representação feminina na Cabala e a associação de instrumentos oraculares às mãos femininas. A artista também trabalha com a combinação de formas geométricas\, como triângulos e círculos\, criando composições que alternam entre regularidade e porosidade. Nesse contexto\, Marina Caverzan também investiga temas relacionados à vida e à morte. Em Séance\, por exemplo\, um círculo composto por pequenos triângulos cria uma abertura\, sugerindo a possibilidade de comunicação com o além. Ainda\, a artista aborda preocupações contemporâneas\, como a proteção da natureza\, como evidenciado em Psychographie\, onde linhas de um texto descontrolado acompanham uma pedra\, simbolizando um convite para ouvir e convocar a mensagem da natureza. No conjunto das obras apresentadas\, Marina Caverzan alcança um pensamento geométrico expandido\, criando imagens que são ao mesmo tempo estranhas e familiares. A exposição Oráculos convida o espectador a refletir sobre a percepção\, os limites do conhecimento e as múltiplas camadas de significado presentes nos sistemas oraculares. Como bem resume o ditado em latim citado pela artista: “saber tudo é perder tudo”.
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SUMMARY:"Matéria-corpo" na Cassia Bomeny Galeria
DESCRIPTION:A exposição coletiva Matéria-corpo tem curadoria de Bruna Costa e participação dos artistas Ana Freitas\, Ana Matheus Abbade\, Azizi Cypriano\, Cela Luz\, Clara Machado\, Fernanda Sattamini\, Gabriella Marinho\, Kika Goldstein\, Mariana Rocha\, Marina Rodrigues\, Siwaju e Rose Afefé. O mote principal é a questão do corpo na obra de arte através de suas materialidades\, formas e objetos\, ao invés da representação direta. Materiais como cerâmicas\, bambu\, madeira\, e mesmo o emplastro da tinta evocam a organicidade nos trabalhos em relação ao corpo do espectador. “Vez ou outra\, podemos identificar alguns elementos mais diretos\, como a língua de Fernanda Sattamini e ossos de Clara Machado\, mas em outras obras o corpo aparece no subtexto\, como no uso de um químico bloqueador de testosterona de Ana Matheus Abbade\, resultando num violeta profundo\, nos emplastos de tinta de Cela Luz\, trazendo volume à pintura\, ou nos búzios de terracota de Gabriella Marinho\, que podem lembrar grandes vulvas\, e nas formas de adobe de Rose Afefé\, esta trazendo a força de uma geometria orgânica.” Diz a curadora.
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LOCATION:Cassia Bomeny Galeria\, Rua Garcia D'Ávila\, 196 - Ipanema\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"O Tremor e o Terroso: Miguel Afa" na Nonada Zona Sul
DESCRIPTION:Miguel Afa é nome predominante nos dois espaços da NONADA. Em sua primeira individual na galeria\, onde foi o primeiro artista com representação e\, também\, tem na NONADA sua primeira galeria\, apresenta O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, sob curadoria de Igor Simões. Uma exposição em dois tempos\, com um total de 40 pinturas\, exibe\, em Copacabana (NONADA ZS) seis telas de forma mais intimista como preparação e apresentação do segundo ato. No espaço da Penha (NONADA ZN)\, “uma exposição maior e com obras de grande formato que chegam a lugares novos na produção do artista”\, como define Paulo Azeco\, tem-se dez (10) pinturas e um políptico composto por vinte e quatro (24) trabalhos. \n\n\n\nComo ressalta o curador\, “Miguel Afa desloca seus mais recentes trabalhos para uma atmosfera da ordem do onírico. (…) Um jogo contínuo de reescrever o mundo a partir do encontro do corpo com a pintura”. Em sua dedicação incessante ao fazer\, aprimorar\, ascender\, o artista reproduz\, em tela\, sua vivência diária de forma afetuosa amainando cenas duras da realidade com a qual convive. Pinceladas precisas adquiridas através da persistência de um artista autodidata determinado a “fazer a diferença”\, aprimoram as técnicas utilizadas e apresentam emoção em pinturas de situações que\, não corriqueiras\, transmitem ‘vida real’. “Eu tento abordar as questões não objetivas\, o contraponto da visão pré-estabelecida sobre nós\, pretos e favelados. Abordo as relações afetivas\, saberes locais e como intuitivamente cuidamos um do outro\, seja no aspecto emocional ou físico”\, define o artista. \n\n\n\nEm O Tremor e o Terroso: Miguel Afa\, “(…) do embate entre a natureza e a construção\, surgem alguns dos trabalhos dessa mostra. A planta rompe o tijolo. Mas o que está ali em tensão não é a planta\, não é o tijolo. “É o tempo”\, define Igor Simões. E prossegue: ”Para alguns\, poderia soar que as camadas e sobre camadas de tinta podem soar sujas\, para ele não. Para um artista estudioso das histórias da arte\, nada é acaso. Fabular a terra nos seus mais diferentes sentidos exigiu desse jovem artista carioca uma relação que passa pela herança da pintura nomeada ocidental\, mas que se assinala como inegavelmente brasileira. Creio que\, a essa altura da carreira de Afa\, já não resta dúvida que estamos diante de um dos mais importantes pintores da sua geração”. \n\n\n\nPossivelmente\, estamos observando um momento em que um ciclo se encerra para permitir novos desafios e novas conquistas. Como anotado pelo curador\, “Miguel é um artista que já superou a fase das ideias que querem parecer o trabalho realizado. Ele sabe que ideia é o início\, mas arte é trabalho\, labuta diária\, busca pela tarifa certa que permite surgir a poesia. Afa assegura [ou reitera constantemente: quero ser relevante. Essa nota mental aponta para um necessário caminho de constante busca. Miguel o faz!” \n\n\n\nEm seu agora\, Miguel Afa vive um momento de relação nova com sua inventividade\, seu criadouro de imagens. Os tons terrosos\, mas não depressivos\, destacam a beleza do menino\, que mesmo com céu nublado\, abaixa-se para resgatar sua pipa.
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LOCATION:Nonada Zona Sul\, R. Aires Saldanha\, 24\, Copacabana\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Mariana Guimarães no Paço Imperial
DESCRIPTION:O Paço Imperial apresenta a exposição Fio-ação da artista visual e pesquisadora Mariana Guimarães\, com curadoria de Izabela Pucu. A mostra conta com aproximadamente 300 obras recentes da artista\, incluindo um conjunto de peças desenvolvidas nos últimos 10 anos. O trabalho de Mariana é centrado no fio\, no bordado e no tecer como elementos essenciais e condutores de sua produção. A exposição está dividida em três núcleos temáticos relacionados e também conta com um ciclo de encontros. A seleção curatorial abrange objetos\, bordados\, intervenções\, fotografias\, vídeo-performance e obras bidimensionais em tecido e papel\, em diferentes tamanhos. A mostra apresenta obras inéditas\, incluindo uma instalação que percorre todo o espaço expositivo. Os temas abordados em Fio-ação refletem os interesses recorrentes de Mariana\, como brotação\, casa\, maternidade e sertão\, explorando as conexões entre eles. A narrativa e os processos da exposição foram inspirados na observação de sementes germinando\, no diálogo com a natureza e nas experiências de nascimento vivenciadas pela artista.
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LOCATION:Paço Imperial\, Praça Quinze de Novembro\, 48 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Piti Tomé na C.galeria
DESCRIPTION:A C.galeria inaugura “Mamãe\, mamãe\, mamãe\, mamãe”\, nova exposição individual de Piti Tomé. A pesquisa de Piti sobre as relações humanas segue presente neste novo conjunto de trabalhos que remete aos primeiros momentos de vida\, à primeira infância e ao vazio e desamparo aos quais somos jogados a partir de nosso nascimento. É na figura do outro\, do objeto primário\, aqui posto como a mãe\, que nos constituímos como sujeito. Este é o encontro primordial a partir do qual tudo gira. Mas sob a responsabilidade deste grande encontro está também um sujeito em constituição\, a mãe\, com suas próprias lacunas e o grande peso da História que toda mulher carrega. Nesta exposição\, que conta com texto crítico de Fernanda Pequeno\, Piti Tomé faz uma ode ao feminino\, perpassando questões da psicanálise\, e percorrendo diferentes mídias e suportes como cerâmica\, vídeo\, aquarela e fotografia.
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LOCATION:C.galeria\, Rua Visconde de Carandaí\, 19 - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Lia Letícia no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
DESCRIPTION:O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica recebe\, a partir deste sábado 15 de julho\, a exposição Desculpe Atrapalhar O Silêncio De Sua Viagem\, de Lia Letícia\, sua primeira individual no Rio de Janeiro. Com curadoria de Clarissa Diniz\, a exposição apresenta singularidades do percurso da artista\, que busca redimensionar e representar corpos invisibilizados ou excluídos da história oficial da arte. Na mostra serão apresentadas obras\, práticas\, intervenções e documentos que\, conectando Rio Grande do Sul\, Pernambuco e Rio de Janeiro\, visam potencializar esses cruzamentos geopolíticos em contínua transformação e expressar um desejo vivo pela criação em coletividade. Com realização de Rosa Melo Produções Artísticas e incentivo do Governo do Estado de Pernambuco\, por meio do Funcultura\, a mostra fica em cartaz até 26 de agosto\, de segunda a sábado\, das 10h às 18h\, com entrada franca. Como destaca a curadora\, Clarissa Diniz\, certamente quem frequenta ônibus\, trens e metrôs das grandes cidades já foi abordado por um “desculpe atrapalhar o silêncio de sua viagem”. Mesmo proibidas no Brasil\, as atividades comerciais nos meios de transporte são o meio de sobrevivência de milhares de pessoas. O comércio de itens tão díspares quanto balas\, pendrives\, biscoitos e fones de ouvido divide espaço com músicos\, poetas\, dançarinos e vários outros artistas que também fazem desses veículos palco para suas performances. Esse contexto de disputa entre desigualdade social e a pujança criadora permeia a produção de Lia Letícia. “É nessa complexidade política\, social e estética das formas de trabalho que se inscreve a obra de Lia Letícia. Nesse contexto\, sua obra atua não apenas como denúncia\, mas como uma provocativa\, irônica\, inventiva e bem-humorada terapêutica social. A exposição é um convite para a aproximação desses públicos às práticas da artista que também fará uma criação coletiva junto a doceiras da Saara”\, destaca a curadora Clarissa Diniz. \n\n\n\nGaúcha radicada em Recife (PE) desde 1998\, Lia Letícia tem sua obra lastreada não na excepcionalidade e pretensa autonomia da arte\, mas em seu oposto: sua ordinariedade\, suas disputas\, suas violências. Para Lia\, a arte é parte dos conflitos e construções da cultura e\, como tal\, deve ser pensada\, criticada e tensionada por práticas culturais que se situam à margem do coração de sua hegemonia econômica\, política e simbólica. Por isso\, há quase três décadas a artista tem convocado camelôs e artistas de rua para usos não-especializados da ideia de arte e suas práticas políticas. Ela usa o humor e convida mulheres\, indígenas\, negros e outros sujeitos que foram subalternizados pela colonização para um diálogo e um conjunto de intervenções e propostas que\, agora\, pela primeira vez serão articulados e apresentados como um corpo. Lia Letícia considera que sua atuação como artista e seu papel como educadora se retroalimentam. “Toda obra\, mesmo quando pensada individualmente pelo artista\, traz dentro de si um pensamento coletivo\, da vivência do artista enquanto ser social”\, afirma. O trabalho que leva o nome da exposição contou com a participação do musicista Jessé de Paula\, que tocava nos coletivos de Recife\, e atuou de forma ativa e insubmissa. Segundo Lia\, a conversa com Jessé mudou\, em diversos aspectos\, a própria feitura da obra. “Essa tensão\, essa fricção entre como uma obra é pensada\, como ela é executada e como chega ao espectador é o que me interessa. Busco trazer para dentro do meu trabalho as contradições desses outros corpos e coletividades”. Também faz parte da exposição Thinya (2015-2019)\, obra realizada pela artista a partir de duas residências artísticas\, uma em Berlim\, na Alemanha\, e outra no Território Indígena Fulni-ô\, agreste de Pernambuco. Com a sinopse “Minha primeira viagem ao Velho Mundo. Minha fantasia aventureira pós-colonial”\, o trabalho foi premiado em festivais como o Janela Internacional de Cinema\, de Recife\, e o Pachamama – Festival de Cinema de Fronteira\, no Acre\, e tem em sua trajetória a passagem por mostras nacionais e internacionais.
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LOCATION:Centro Municipal Hélio Oiticica\, Rua Luís de Camões\, 68 - Praça Tiradentes - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Raquel Versieux e Victor Mattina na Galeria Athena
DESCRIPTION:A Galeria Athena apresenta duas exposições individuais simultâneas\, a exposição de Raquel Versieux: Retorno ao ferro enquanto aguardo o algodão florescer e a de Victor Mattina: Assim que passou a ver tudo quanto não havia\, com texto de apresentação de Fernanda Lopes. A mostra de Raquel Versieux é a terceira individual da artista mineira na galeria e ocupa a Sala Cubo da Athena. Com cerca de 30 trabalhos\, a maioria inéditos\, a exposição elabora sobre o tempo\, a história e a memória\, através de desenhos\, bordados\, uma instalação e um trabalho em neon. A investigação da relação entre a paisagem e o corpo humano\, interligado recentemente com práticas colaborativas\, são ponto de partida para Raquel Versieux na construção de imagens e objetos. Suas pesquisas criam narrativas em torno da relação existencial entre aquilo que é humano e o não-humano\, contextualizadas a partir de eventos políticos e sociais\, históricos e atuais\, tais como o antropoceno e a ocupação de terra no Cariri Cearense\, onde desde 2016 a artista mantem vínculos de trabalho\, como sua atuação como professora na Universidade Regional do Cariri e o projeto de arte de base comunitária Manejo Movente. \n\n\n\nPor outro lado\, em sua primeira individual na Athena\, Victor Mattina ocupa a Sala Casa com cerca de sete pinturas inéditas que foram pensadas em conjunto especialmente para esta ocasião e que revelam parte da pesquisa pictórica mais recente do artista carioca. Desde 2010 o artista vem investigando\, a partir da pintura\, questões relacionadas à opacidade da imagem\, autenticidade\, reprodutibilidade e autoria. O título da mostra é uma releitura de um trecho da música Gênesis\, de Caetano Veloso: “Assim que passou a haver tudo quanto não havia”. O verbo “haver” no original foi substituído pelo termo “a ver”\, mantendo a sonoridade original e enfatizando a importância do olhar na pesquisa de Mattina. Seu ponto de partida são imagens encontradas ou produzidas a partir de ferramentas de buscas online e inteligência artificial. Nas pinturas em exposição percebemos como o artista desafia o nosso poder cognitivo\, deixando turvas as nossas percepções e possíveis associações visuais. Tendo como consequência a interferência na subjetividade de nossos dicionários imagéticos\, nos fazendo chegar mais perto\, ou até mesmo dar uns passos para trás\, numa tentativa de assimilar o que talvez nos seja conhecido\, até descobrirmos que é no desconhecido que surge sua pintura. A tela é o lugar onde o artista cria certa confusão\, mas também se estrutura a partir de uma resplandecência luminosa que transcende o binarismo computacional\, se aproximando de uma experiência anfigúrica\, que traduzida em textura\, cor e gestos materializa imagens quase inventadas.
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SUMMARY:"Última Forma" de Agrade Camíz na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:A Gentil Carioca apresenta Última Forma\, próxima exposição individual de Agrade Camíz na sede da galeria no Rio de Janeiro. “Última Forma é sua pesquisa atual em forma\, que de_forma\, por diálogos com a História da Arte\, relações de morada\, de limites da intimidade e de como transitar viva nas contradições da existência singular. Formas difusas e identificações imediatas. Trabalhos em pintura\, videoarte e instalação integradas pela experiência da artista  em suas relações com as favelas da Zona Norte do Rio\, com os bairros do Subúrbio e com as trocas oxigenadas com grandes cidades brasileiras em sua verdade desigual.” – Candé Costa.
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LOCATION:A Gentil Carioca\, Rua Gonçalves Lédo\, 11/17\, sobrado - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Mai-Britt Wolthers na Portas Vilaseca Galeria
DESCRIPTION:A Portas Vilaseca Galeria apresenta a primeira exposição individual da artista Mai-Britt Wolthers na galeria. A COR DIVAGANTE tem a curadoria de Ligia Canongia e reúne cerca de 25 telas – muitas inéditas – que ocupam os três andares do edifício da galeria em Botafogo. Dinamarquesa radicada em São Paulo desde o final dos anos 80\, Wolthers traz em sua pintura o legado moderno das formas puras\, como visto em Arp\, Miró e Matisse\, além de retomar o cromatismo simples e afetuoso de Guignard e Volpi. Dessa tradição\, a artista enuncia formas que se movem com fluidez entre abstração e representação\, e que se pronunciam mais na sugestão do que na definição figurativa. Suas criações apostam num equilíbrio visual e misturam imaginação e real\, experiência e racionalidade. A artista raramente usa a cor que sai diretamente dos tubos de tinta\, preferindo\, ao invés\, misturá-las e experimentá-las no exercício do próprio fazer\, como se cada fragmento da superfície exigisse a sua própria cor\, com valor singular e absoluta autonomia. A visão fragmentária e a imprecisão formal que se espraiam no espaço da pintura são operações originárias do efeito cromático de cada fragmento\, são construções\, a bem dizer\, exclusivas da cor. Apesar de surgir como artista em plena década de 1980\, que se caracterizou pelo retorno à pintura\, Mai-Britt não compartilhou os modelos caudalosos da chamada transvanguarda\, preferindo\, ao invés\, manter uma paleta delicada\, fiel à sutileza de seus traços e à potência que vislumbrava no aspecto lúdico com que seus recortes e fragmentos “brincam” no espaço.
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LOCATION:Portas Vilaseca\, Rua Dona Mariana\, 137 casa 2\, Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"ELAS Indígenas" na Escola de Artes Visuais do Parque Lage
DESCRIPTION:A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage abre para o público\, em 22 de julho\, a exposição ELAS Indígenas. Com curadoria de Alberto Saraiva\, diretor da instituição\, e do indigenista Toni Lotar\, a mostra reúne cerca de 50 obras de oito artistas mulheres\, de diversos povos indígenas de norte a sul do Brasil. A coletiva\, que ocupa as Cavalariças do parque até 10 de setembro\, apresenta a pluralidade do repertório poético das várias etnias representadas através de pinturas\, objetos\, intervenções e um painel de 50m². As oito artistas selecionadas são empreendedoras que se colocam diante do conceito ocidental de arte a partir das referências de seus povos\, tomando o controle de suas respectivas narrativas: Ana Kariri (Paraíba)\, Benilda Kadiwéu e Coletivo Kadiwéu (Mato Grosso do Sul)\, Juliana Guarany (Paraná)\, Mara Kambeba (Amazonas)\, Tapixi Guajajara (Maranhão)\, Vãngri Kaingáng (Rio Grande do Sul)\, Varin Marubo (Amazonas)\, We’e’ena Tikuna (Amazonas). De acordo com o diretor\, a EAV\, em consonância com as ações do governo federal – que criou o Ministério dos Povos Indígenas\, indicando lideranças com a devida representatividade para o órgão\, e a Secretaria Especial de Saúde Indígena – está desenvolvendo um conjunto de iniciativas que a posicionam como uma escola mais indígena. Além da exposição aqui apresentada\, será somado ao programa de ensino da instituição o projeto Ações Indígenas Permanentes. A intenção é consolidar\, ampliar e enriquecer a atuação da EAV\, democratizando o acesso para todos os segmentos que compõem o povo brasileiro com sua rica mestiçagem populacional\, cultural e espiritual\, socializando a visibilidade artística dos indígenas. Dentro dessa perspectiva\, a EAV anuncia o primeiro curso de saberes indígenas em sua grade curricular\, com a professora Varin Mema\, do povo Marubo\, do Vale do Javari. Doutora em Antropologia Social pela UFRJ/Museu Nacional\, Varin passa a integrar o corpo docente da instituição\, ministrando um curso sobre grafismos indígenas.
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SUMMARY:"O Real Transfigurado | Diálogos com a Arte Povera" na Casa França-Brasil
DESCRIPTION:A exposição O Real Transfigurado | Diálogos com a Arte Povera | Coleção Sattamini/MAC Niterói ocupa\, a partir de 22 de julho\, o espaço monumental da Casa França-Brasil\, no centro do Rio\, e apresenta ao público carioca um conjunto de 36 obras em diferentes técnicas\, formatos e materiais. Com o patrocínio da Petrobras e curadoria de Marcus de Lontra Costa e Rafael Fortes Peixoto\, a exposição chama atenção para a influência e os diálogos com a arte povera na produção artística brasileira. Este movimento\, que teve origem na Itália no final dos anos 1960\, buscava uma relação mais vivencial com a arte\, em resposta a um mercado em ascensão que transformava a criação artística em produto comercial. Para isso\, os artistas da arte povera\, em italiano arte pobre\, usavam materiais diversos do cotidiano que nem sempre eram considerados nobres\, e faziam uma provocação tanto sobre o que era ser artista\, com forte influência das ideias do francês Marchel Duchamp\, como também do papel da arte na sociedade de consumo. Assim como a pop arte e a arte conceitual\, que se desenvolveram no mesmo período\, esse movimento foi responsável por libertações técnicas e temáticas que abriram caminhos para várias questões que até hoje fazem parte das pesquisas contemporâneas. A influência destas três vanguardas no Brasil do final dos anos 1960 aconteceu em meio ao conturbado cenário político e econômico da ditadura militar. Como resposta à repressão e à violência\, grande parte da produção artística desta época trazia um caráter essencialmente subversivo e de denúncia. Se na Europa e nos Estados Unidos a crítica visava a sociedade de consumo\, no Brasil\, a contestação assumia o papel de resistência democrática\, a favor da liberdade\, onde o corpo era o principal espaço da ação artística. Nos últimos anos\, a importância da pop e da arte conceitual nessas esferas vem sendo estudada por diversos críticos\, mas a povera\, no entanto\, permanece pouco conhecida tanto no ambiente artístico como pelo grande público. A exposição O real transfigurado reúne obras que exemplificam os diálogos entre questões da povera italiana e da experiência brasileira.
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SUMMARY:Exposição "MAM Rio: origem e construção"
DESCRIPTION:MAM Rio: origem e construção apresenta o processo de constituição do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, começando com sua concepção e concluindo na inauguração de sua sede definitiva\, no Parque do Flamengo. Uma seleção de aproximadamente 160 documentos mostra as ideias e intenções que deram forma ao museu\, as pessoas que contribuíram ou acompanharam sua criação\, e o desenho e construção de seu icônico prédio\, concebido pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy e executado junto à engenheira e urbanista Carmen Portinho entre 1954 e 1967. A exposição complementa a mostra museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas\, em cartaz desde maio no museu. Compartilhar esses processos\, no ano em que o MAM Rio celebra seu 75º aniversário\, tem como objetivo incitar uma reflexão sobre as instituições culturais e explorar de que maneira suas funções respondem a lugares e momentos\, com mudanças ao longo do tempo. Os documentos do arquivo do museu\, com contribuições dos Museus Castro Maya\, ocupam mesas que servem tanto como espaço para encontros e oficinas quanto área de leitura e consulta às publicações\, ou mesmo para o descanso do público. Os livros que integram a exposição são cópias de títulos da biblioteca do museu sobre aspectos e desenvolvimentos relacionados ao MAM Rio e sua história. A mostra será acompanhada por oficinas\, ciclos de palestras e laboratório de leituras.
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SUMMARY:"Deus e o diabo no sertão carioca" de Tainan Cabral na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:No dia 22 de julho\, a Cavalo apresenta Deus e o diabo no sertão carioca\, individual de Tainan Cabral no espaço da galeria em Botafogo. A exposição contará com obras inéditas do jovem artista que compõe e apresenta a visão de um outro Rio de Janeiro\, por muitos desconhecido.  \n\n\n\nA exposição que estreia a sua representação pela galeria combina o título de duas obras\, por um lado\, o clássico cinematográfico de Glauber Rocha Deus e o diabo na terra do sol\, e por outro\, O Sertão carioca\,  livro do pesquisador Magalhães de Corrêa\, o qual comenta a formação da zona oeste do Rio de Janeiro e dos empreendimentos que invadiram essa região rural\, ao longo das décadas de formação do estado. \n\n\n\nA aridez da vida\, em um lugar abandonado por Deus e pelo Estado\, é tema comum em ambos os casos. Se o filme de Glauber Rocha narra a tentativa de salvação do casal protagonista em um meio tomado pela violência de falsos profetas\, jagunços e cangaceiros\, a análise de Magalhães se inscreve na preocupação da proteção da natureza como parte da identidade nacional e da conservação dos modos de vida da periferia carioca\, constantemente ameaçados pelo processo de modernização da então capital brasileira.  \n\n\n\nO sertão metropolitano que surge de Tainan\, representa essa área de conflito armado\, de aspereza cotidiana\, de um ambiente que a princípio parece inóspito às cores e às paisagens vibrantes que compõem suas obras. Como uma espécie de revelação\, a montagem da exposição promove um encantamento no espectador que consegue vislumbrar beleza por meio desses objetos corriqueiros tirados de seu contexto usual e rearranjados em uma série de instalações\, pinturas e esculturas. \n\n\n\nNascido e criado em Senador Camará\, zona oeste do Rio de Janeiro\, Tainan Cabral construiu sua prática artística partindo do grafite de rua que logo se desenvolveu em pinturas abstratas nas mais diversas superfícies e materiais. Ele transpõe para sua obra uma típica criatividade popular que nasce da necessidade\, do reaproveitamento e da ressignificação dos materiais para outros propósitos. Uma inteligência suburbana\, se quisermos\, que transforma velhas latas de tinta em vasos de flores ou pequenos fornos improvisados para amendoins temperados\, de onde se pode tirar o sustento diário.  \n\n\n\nAs formas geométricas e a simetria\, que dialogam com as tradições  do neoconcretismo e do tropicalismo\, se inscrevem entre o divino e o mundano que convivem nesse ambiente retratado\, na sedução colorida dos vidros de lança perfume\, nos caixotes de feira que viram molduras à telas na série caixotes\, nos elementos da flora local pintados em lonas de piscina\, pneus\, restos de sacola de feira e uma palheta de cores emprestada de produtos de limpeza. Os objetos ordinários são reapropriados para estabelecer uma visão eletrizante dessa energia de um sertão que se reinventa cotidianamente.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/deus-e-o-diabo-no-sertao-carioca-de-tainan-cabral-na-galeria-cavalo/
LOCATION:Galeria Cavalo\, Rua Sorocaba\, 51 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
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