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SUMMARY:Atos de revolta no MAM
DESCRIPTION:O MAM Rio inaugura a exposição Atos de revolta: outros imaginários sobre independência\, desenvolvida em colaboração com o Museu da Inconfidência. Com curadoria de Beatriz Lemos\, Keyna Eleison\, Pablo Lafuente e Thiago de Paula Souza\, a mostra parte do bicentenário da independência do Brasil para propor uma releitura desse processo histórico desde a arte\, reunindo obras e objetos do período colonial\, em diálogo com a produção de artistas contemporâneos\, de gerações e geografias diversas. \n\n\n\nA exposição foca em uma série de levantes populares e motins que antecederam esse momento ou que ocorreram nas décadas subsequentes – durante o Primeiro e o Segundo Reinado\, e o período regencial. Foram convidados a pensar essa história desde os múltiplos levantes: Arissana Pataxó\, Ana Lira\, Elian Almeida\, Gê Viana\, Gustavo Caboco Wapichana (com Roseane Cadete Wapichana)\, Marcela Cantuária (com a colaboração das Brigadas Populares)\, Tiago Sant’Ana e Giseli Vasconcelos (com Pedro Victor Brandão). Além dos comissionamentos\, a exposição inclui a remontagem de uma obra de Luana Vitra e trabalhos recentes de Arjan Martins\, Glicéria Tupinambá\, Paulo Nazareth e Thiago Martins de Melo.
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SUMMARY:Uýra no MAM Rio
DESCRIPTION:O Supernova\, programa de individuais do MAM Rio\, recebe até 2 de abril de 2023 a exposição Aqui estamos\, de Uýra\, com curadoria de Beatriz Lemos. Diferentes vozes\, cada uma com seu ritmo e timbre; diferentes rostos\, traços\, nomes e histórias; fazem todos referência a uma mesma realidade: a dos povos originários deste território que conhecemos como Brasil. A individual reúne múltiplas experiências de pessoas indígenas em diáspora\, contadas por meio de sons\, imagens e narrativas que se enraízam pelo espaço expositivo do MAM Rio. Em contraponto aos apagamentos históricos perpetuados no presente\, as pessoas que aparecem na mostra apresentam histórias raramente contadas e reafirmam sua posição no mundo. Seu modo de existir é\, ao mesmo tempo\, individual e coletivo\, e catalisa tanto o ato de reconhecer quanto o de pertencer. Resultado de um processo de pesquisa e de encontros realizados pela artista em várias regiões do Brasil\, as obras iniciam um trabalho de mapeamento e interconexão entre indígenas\, principalmente em contextos urbanos\, seguindo linhas de parentesco construídas a partir da terra e de contatos possibilitados pelas águas. Uýra é Emerson\, 30 anos\, indígena da Amazônia Central. É biólogo\, mestre em Ecologia\, e atua como artista visual\, arte educadora e pesquisadora. Mora em Manaus\, território industrial no meio da Floresta\, onde se transforma para viver Uýra\, uma Árvore que Anda. Destaque da 34º Bienal de São Paulo e da Bienal Manifesta!\, além de vencedora do Prêmio Pipa 2022\, Uýra utiliza o corpo como suporte para narrar histórias de diferentes Naturezas via fotoperformance\, performance e instalações. A partir da paisagem Cidade-Floresta\, se interessa pelos sistemas vivos e suas violações\, com ênfase na memória e diáspora indígena. Seus trabalhos compõem acervos como o da Pinacoteca de São Paulo e do Museu Castello Di Rivoli (Itália).
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SUMMARY:"Lugar de estar: o legado Burle Marx" no MAM Rio
DESCRIPTION:O Instituto Burle Marx e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) anunciam a exposição Lugar de estar: o legado Burle Marx\, que será inaugurada em 27 de janeiro de 2024. A curadoria conjunta de Beatriz Lemos\, curadora-chefe do MAM Rio\, Isabela Ono\, diretora- executiva do Instituto Burle Marx\, e Pablo Lafuente\, diretor artístico do museu carioca\, propõe novas leituras sobre o acervo documental do trabalho de Roberto Burle Marx (1909-1994) e de seus colaboradores\, no escritório onde foram concebidos mais de 2 mil projetos paisagísticos entre os anos 1930 e 1990. \n\n\n\n“Organizamos uma exposição que parte do trabalho do Escritório Burle Marx e nos incita a pensar questões que afetam o presente e futuro de nossas cidades e dos espaços que compartilhamos”\, informa Pablo Lafuente. O direito à cidade\, o ativismo ambiental\, a sociabilidade nos espaços públicos e as espécies botânicas como patrimônio são temas abarcados pelo legado Burle Marx a partir da década de 1930\, que emergem do acervo salvaguardado pelo Instituto desde a sua criação\, em 2019. \n\n\n\n“São sete décadas de contribuição para a sociedade\, discutindo sobre as cidades\, a relação entre seres humanos e natureza\, a importância dos espaços democráticos de convívio social e bem viver”\, afirma Isabela Ono. \n\n\n\nSegundo Beatriz Lemos\, a exposição propõe um olhar contemporâneo “que tem no Parque do Flamengo o mote conceitual que nos leva a outros projetos no Rio de Janeiro\, no Brasil e no exterior. Nos interessa pensar como esses espaços foram ressignificados ao longo do tempo”. \n\n\n\nPaisagista\, artista multifacetado e nome incontornável do modernismo brasileiro\, Roberto Burle Marx foi autor do projeto dos jardins do MAM Rio\, instituição na qual acontece a terceira exposição do Instituto. Para ampliar o diálogo sobre o acervo\, composto por cerca de 150 mil itens\, o discurso curatorial partiu dos temas que surgem de 22 projetos do paisagista e sua equipe. \n\n\n\nEm mil metros quadrados de área expositiva\, a narrativa se constrói a partir de projetos que pensavam cidades\, estudos\, croquis\, desenhos\, fotografias e recortes de jornal somados às obras dos artistas convidados: João Modé\, Luiz Zerbini\, Maria Laet\, Mario Lopes\, Rosana Paulino e Yacunã Tuxá. Os seis foram instigados a reverberar o legado Burle Marx por meio de trabalhos produzidos especialmente para a mostra ou já existentes. \n\n\n\n“A ideia é que esses artistas nos ajudem a explorar temáticas levantadas a partir do diálogo com o acervo”\, comenta Lemos. A curadoria destaca a relevância de reunir um grupo de gerações\, origens e práticas distintas. “É uma amostra dos diferentes caminhos que a obra de Burle Marx faz possíveis”\, sintetiza Pablo Lafuente. \n\n\n\nLugar de estar: o legado Burle Marx reúne cerca de 100 itens\, em uma expografia que remete aos “lugares de estar” criados como espaços públicos pelo paisagista e seus colaboradores\, com áreas de contemplação\, encontro\, experimentação e simplesmente de estar. A mostra conta também com entrevistas em vídeo – algumas do acervo e outras gravadas para a ocasião\, com depoimentos dos colaboradores sobre a experiência de trabalho no Escritório. \n\n\n\nUsar a memória oral na exposição foi uma forma de destacar o caráter coletivo e colaborativo do legado Burle Marx\, segundo Isabela: “Ao longo de sua história\, o Escritório Burle Marx teve o compromisso ético-estético de pensar a coletividade ao construir esses espaços públicos e democráticos. Do croqui ao projeto\, até o jardim executado\, refletem um desejo de utopias de cidades mais verdes e plurais”.
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SUMMARY:Pierre Verger no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio – MAR abre sua temporada 2023 com exposição que mostra a relação do fotógrafo francês Pierre Fatumbi Verger e seu olhar sobre a diversidade cultural. Numa época em que mesmo com toda luta em prol das populações minorizadas o mundo vê retornar o preconceito étnico-racial e nacional\, por pessoas doutrinadas pela ideia de supremacia cultural\, a mostra Todos Iguais\, Todos Diferentes?\, parceria do museu com Fundação Pierre Verger\, chama a atenção\, provoca e incita o público a refletir sobre a diversidade cultural a partir da obra do fotógrafo francês. Na exposição\, as fotografias de Pierre Verger revelam a beleza da pluralidade dos povos\, o que foi não apenas o seu objeto de pesquisas e trabalhos\, mas\, principalmente\, o seu objetivo de vida desde que saiu da França\, na década de 1930\, para buscar o encontro com o Outro e consigo mesmo\, adotando uma nova forma de viver e de pensar. Com curadoria de Alex Baradel\, a exposição traz mais de 200 fotografias\, apresentadas através de diversos formatos e suportes – ampliações recentes e documentos originais – e também por uma projeção com diversos retratos realizados por Verger ao longo da sua vida. A mostra é complementada por depoimentos de diversos artistas\, intelectuais e pensadores dos países fotografados por Verger; a exemplo do russo Esteban Volkov e do espanhol Juan Coronel Rivera\, netos de Trotsky e de Diego Rivera. Completa a individual um livro-catálogo homônimo\, com retratos produzidos por Verger entre os anos 1930 e 1970 em mais de 20 países dos cinco continentes; imagens que abordam a diversidade e o respeito\, questões que acompanhou Verger durante toda a sua vida. Para Alex Baradel\, a essência do pensamento de Verger está em suas fotografias: “Elas expressam uma das contradições mais importantes\, universais e indispensáveis para um mundo harmonioso\, mas que infelizmente é raramente aceita: no fundo\, somos todos iguais em sermos diferentes; assim\, somos todos diferentes\, mesmo sendo iguais ou deveríamos sê-lo. E encontramos esse pensamento nas palavras de muitas pessoas que foram entrevistadas na preparação da exposição\, citações destacadas de diversas formas\, e que giram invariavelmente em torno da importância da preservação da diversidade cultural\, do respeito ao outro\, e dos movimentos históricos\, como ao colonialismo ou a globalização\, que ameaçaram e continuam ameaçando essa diversidade.” Todos Iguais\, Todos Diferentes? apresenta 50 fotografias de 1×1 m; 10 ampliações de 50×50 cm; além de placas contato originas\, de 32×24 cm\, com 12 retratos em cada\, totalizando cerca de 200 imagens\, além das fotografias incluídas na projeção.
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SUMMARY:Alan Adi no MAC Niterói
DESCRIPTION:O Museu de Arte Contemporânea de Niterói apresenta a exposição Por Ser de Lá\, individual do artista sergipano Alan Adi. A mostra é um apanhado da produção recente do artista visual\, onde ele recorre às referências filiadas a seu lugar de origem que se aproximam com suas andanças por terras fluminenses. Entre pinturas e instalações\, o ponto de partida é o gesto visto em uma capa de disco de forró\, que ao ser pintado por Alan\, faz a exposição ganhar corpo e virar um grande cenário para revelar um universo onde Sergipe e o Rio de Janeiro se encontram. Essa exposição foi contemplada no edital de Fomento da Secretaria Municipal das Culturas de Niterói e é apoiada pelo Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Alan Adi vive e trabalha no Rio de Janeiro e Sergipe. O trabalho de Alan Adi (Aracaju\, 1986) passa por pesquisar comumente temas relacionados ao Nordeste\, evidenciando a produção artística vinda da região ao mesmo tempo em que esta dá suporte para a construção de trabalhos que discutem questões relacionadas à formação da sociedade brasileira\, a exemplo da migração\, da economia\, da história e da educação. Interações entre a herança social das imagens associadas ao Nordeste e o atual contexto de nação povoam boa parte de sua pesquisa recente que se atrela aos formatos usuais da poética visual nordestina brasileira. Em exposição na Galeria Superfície (SP) em 2019\, Alan Adi ganhou texto da curadora da Pinacoteca Ana Maria Maia\, que escreveu: “Regresso a Aracajú depois de alguns anos vivendo em São Paulo\, Alan Adi encontrou na sua coleção de vinis as primeiras pistas para se posicionar sobre a construção desse imaginário histórico.  […] Seja nas capas de discos de forró ou em outras peças de uma iconografia sobre o Nordeste e xs nordestinxs\, importa saber se a pose foi montada por quem a performou ou encomendada por quem a observava e possivelmente idealiza. Sobre isso\, não conseguimos saber ao certo em uma primeira leitura desprovida de maiores investigações. O que se sabe\, e vale ressaltar\, é o quanto que as imagens atravessam gerações situando o problema de uma ética das representações. Ou seja\, os retratos são sempre resultado do encontro entre retratantes e retratadxs. Envolvem exercícios de poder\, escuta e silenciamento\, testemunho\, versão\, hipótese\, mentira. Como num espelho distorcido\, as identidades nascem de relações de alteridade. Os corpos nordestinos que Alan Adi investiga na sua obra\, mas também nos trânsitos de vida\, podem\, de alguma forma\, reencenar a dinâmica migratória e uma memória que acarretam disputas regionais e de classe\, autoestima\, admiração e preconceito com x outrx. As questões do passado perduram\, um pouco mudadas\, talvez mais sofisticadas\, no presente; os comentários das obras ecoam na realidade do circuito da arte e na sociedade. Enquanto se proliferam as rotas e o destino prevalece sobre a origem\, o nomadismo de outrora permite especular sobre sujeitos em resistência e busca. Não mais do lugar\, mas no lugar. Aqui\, hoje.” 
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SUMMARY:O Bastardo no MAR
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) apresenta a exposição O Retrato do Brasil É Preto\, de O Bastardo\, com a curadoria de Marcelo Campos e Lilia Schwarcz. Na comemoração de 10 anos do Museu\, o público vai encontrar uma série de pinturas surgidas a partir das experiências do artista. Os retratos realizados com a técnica do grafite e inspirados pelos desenhos de rua possuem destacada assinatura cromática. Em suas telas\, personagens negras\, célebres ou anônimas são protagonistas no repertório visual. O Bastardo\, jovem de 25 anos do subúrbio do Rio\, se apresenta com o compromisso de fazer da arte um lugar de representatividade. A exposição se divide nos núcleos Pretos de Grife\, Assinaturas Pretas\, Narrativas Pretas e Sobre os começos\, onde o artista traz trabalhos de seus primeiros momentos de criação. Para a curadoria do MAR\, promover a primeira mostra individual institucional de O Bastardo é afirmar que o Museu cumpre a sua vocação de identificar o potencial de novos artistas e de suas trajetórias. “É muito importante perceber que no MAR a gente tem interesse por histórias\, a gente não tem só interesse pela arte. Então\, o que nos interessa são as histórias contadas\, e através da arte a gente traz isso. Quando você pensa qual o assunto vai existir numa exposição\, esse assunto tem vínculos sociais muito fortes”\, revela Marcelo Campos\, Curador-Chefe do MAR. As obras expostas em O Retrato do Brasil É Preto apresentam e festejam novos heróis\, protagonistas e formas de representação. “Todo retrato é um autorretrato\, mas é igualmente uma somatória da comunidade\, mostrando como essas são obras ao mesmo tempo individuais e coletivas”\, afirma O Bastardo\, que nasceu e cresceu em Mesquita\, município da Baixada Fluminense. O artista faz tanto um mergulho nas suas vivências no Rio de Janeiro quanto na observação de trajetórias vitoriosas de vidas negras que admira.  “Há uma política curatorial do MAR da maior importância de não fazer distinção entre artistas consagrados e artistas jovens. O Bastardo é um artista que já teve várias obras em exposições do Museu e que volta em uma exposição individual\, depois de ter sido o artista escolhido para estampar a divulgação de Crônicas Cariocas\, que foi a última exposição anual do MAR\, isso tudo com pouca idade\, mas com muito talento. Eu acho que essa individual é consequência desse grande talento que é mérito dele. Formar novas gerações de artistas é uma das nossas missões\, e ver O Bastardo agora abrindo uma exposição aqui no MAR\, sem dúvida\, ilustra aquilo que a gente fomenta e que nesse momento também celebra”\, afirma Raphael Callou\, Diretor do MAR e Chefe da Representação da OEI no Brasil.
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SUMMARY:Leoa no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Protagonismo feminino e cotidiano do subúrbio do Rio são temas da primeira exposição individual da artista Leoa no MAR. A artista visual mostra sua rotina através de pinturas na mostra Luz no Caminho\, com entrada gratuita. As observações sobre o dia a dia e as paisagens que cruzam o caminho da jovem artista carioca Leoa são alguns dos temas presentes na sua primeira exposição individual. A mostra tem curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Jean Carlos Azuos\, Thayná Trindade e Amanda Rezende. Nos dez anos do MAR\, a equipe curatorial apresenta a produção pictórica de novos artistas ao público. “Os museus têm uma espécie de gesto que é aguardar a carreira\, o sucesso\, a fama e a gente quer fazer o oposto. A gente quer pensar que se um museu tem a sua potência vinculada a uma possibilidade de exibição e de ampliação em relação ao que se exibe\, a gente quer tentar juntar essas pontas\, quer dizer\, unir artistas de carreiras muito recentes trazidos para um grande museu\, como o MAR”\, afirma Marcelo Campos\, curador-chefe do Museu. Na exposição Luz no Caminho\, Leoa apresenta uma série de pinturas que tratam de um arranjo visual da sua vida em Bangu\, na zona oeste do Rio. A artista de 25 anos espelha a força de seu cotidiano por meio dos atravessamentos\, encantamentos e das subjetividades. “Ser do subúrbio carioca me colocou num espaço de pesquisa que envolve o cinza como a cor que liga todas as minhas obras. A exposição narra minha vida como um cotidiano onde observo a natureza da minha realidade social”\, destaca Leoa. A curadoria do Museu avalia que os jovens artistas estão promovendo uma espécie de retorno à pintura. “Tem um movimento de artistas figurativos tratando da sua própria realidade\, ou alguns tratando da sua ancestralidade ou de personagens\, existe um movimento\, principalmente de jovens dentro da pintura figurativa\, de tratarem dos assuntos de seus cotidianos ou das suas percepções do mundo”\, afirma Amanda Bonan\, curadora do MAR. O Museu acredita no papel de abrir espaço e investir em novas artistas. “A Leoa tem uma proposta expositiva que relata a rotina das mulheres\, inclusive as desigualdades que habitam essa rotina\, entre o trabalho doméstico e a vida nos subúrbios cariocas. E eu entendo que dialogar e poder mostrar isso é também algo de importância de caráter social. Esse é um tema contemporâneo\, não é um assunto novo\, é um assunto velho\, mas que ainda precisa ser reforçado e debatido para que a gente possa cada vez mais combater a misoginia e fortalecer a figura feminina dentro da sociedade para ela ser o que ela quiser”\, destaca Raphael Callou\, Diretor do MAR e Chefe da Representação da OEI no Brasil.
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SUMMARY:Studio Drift no CCBB
DESCRIPTION:Em 2007\, os artistas Lonneke Gordijn (nascida em 1980) e Ralph Nauta (1978) criaram o DRIFT\, na Holanda. Desde então\, eles vêm desenvolvendo esculturas\, instalações e performances que colocam pessoas\, ambiente e natureza na mesma frequência. Suas obras sugerem ao público uma reconexão com o planeta. Na exposição Studio Drift – Vida em Coisas\, usando a luz como um dos elementos básicos de construção de sua arte\, a dupla explora as relações entre humanos\, natureza e tecnologia de forma simples e ao mesmo tempo profunda. A mostra inaugura o ciclo de exposições de 2023 do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) e fica aberta gratuitamente ao público até maio\, dando aos visitantes a oportunidade de vivenciarem obras que tocam em elementos essenciais da vida na Terra. Após a realização no Rio de Janeiro\, a exposição segue para os Centros Culturais Banco do Brasil São Paulo\, Belo Horizonte e Brasília. É a primeira vez que um conjunto representativo de obras dos artistas é apresentado em solo brasileiro\, embora a dupla já tenha percorrido um circuito internacional de peso. Suas obras estiveram no The Shed (Nova York\, 2021)\, Art Basel (2017\, 2021)\, Victoria & Albert Museum (Londres\, 2009\, 2015)\, Bienal de Veneza (2015)\, entre outros. Trabalhos da dupla integram coleções permanentes do Rockefeller Center de Nova York\, do Museu de Arte de Dallas e do Victoria & Albert Museum de Londres\, e foram premiados como Design do Ano da Dezeen (2019) e no Arte Laguna Prize\, de Veneza\, em 2014. De acordo com o cocurador da mostra Marcello Dantas (ao lado de Alfons Hug)\, “existe uma racionalidade por trás da obra deles\, que é a possibilidade da natureza e da tecnologia viverem em harmonia. Seja pelo mundo biônico\, seja pelo conceito de animismo\, em que todas as coisas – animais\, fenômenos naturais e objetos inanimados – possuem um espírito que os conecta uns aos outros”\, independente dos diferentes sistemas de crenças da humanidade. Uma das obras presentes na mostra é Shylight (“luz tímida”\, em livre tradução para o português). Trata-se de uma escultura hipnótica que se abre e se fecha\, numa fascinante coreografia que mimetiza o comportamento de flores que\, durante a noite\, se fecham\, numa medida de proteção e de economia de recursos. Já a peça Fragile Future procura fundir natureza e tecnologia em uma escultura multidisciplinar de luz. Circuitos elétricos tridimensionais de bronze ficam conectados a sementes da planta dente-de-leão\, que emitem luzes. Outra escultura da mostra\, Ego (pensada inicialmente para compor o cenário da ópera Orfeu)\, questiona o quanto nossas esperanças\, verdades e emoções são resultado direto da rigidez ou da fluidez de nossa mente: um bloco de fibra de náilon oscila graças à ação de oito motores e um algoritmo pensado especialmente para a obra. Também fazem parte da exposição as peças Amplitude\, Franchise Freedom+Drone protytpe\, Materialism (com um vídeo relacionado a ela)\, Coded Nature\, Drifters Film\, Dandelight e Making of DRIFT\, uma instalação com peças que mostra uma espécie de “making of” do trabalho da dupla\, além de Materialism\, Volkswagen Beetle\, formada por blocos comprimidos de todos os materiais secos que compõem um Fusca. 
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SUMMARY:Luiz Pizarro no Paço Imperial
DESCRIPTION:Metapaisagens é a nova individual no Paço Imperial do artista carioca Luiz Pizarro\, egresso da Geração 80. Nos trabalhos selecionados para a mostra\, sobressai a preocupação de Pizarro em expressar uma visão holística sobre os elementos\, descentralizando a figura humana na construção da representação visual para dar lugar à noção do todo\, quer seja a natureza\, a organicidade ou a harmonia universal. A exposição ocupa uma sala de 300m² do prédio histórico do Centro do Rio com 18 telas de grandes formatos (medindo de 1\,70m a 2\,25m)\, produzidas entre o início de 2022 e 2023 em tinta acrílica\, tendo as cores como elemento fundamental\, uma forte característica em suas obras. No fundo do espaço\, será apresentado o Cubo Mágico (ou Cubo dos Desejos)\, onde cada visitante é convidado a escolher uma cor nos novelos disponíveis\, perpassando o total das letras do seu nome por pontos dentro da instalação interativa\, “mentalizando desejos”. A figura geométrica também se faz presente em cubos brancos nas próprias telas\, chamados por Pizarro de cubos de cristal. Essa é a quarta mostra de Luiz Pizarro no Paço Imperial\, onde ele já expôs\, além de pinturas\, gravuras e trabalhos em parafina. “Estes trabalhos foram formulados em cima do conceito da colaboração\, da interligação dos elementos. Já trabalhei muito a figura humana desde o início da minha carreira. Dessa vez\, quis tirar isso das telas. Nossa contemporaneidade foi gerando uma centralidade que acabou sendo egocêntrica e egóica. Em Metapaisagens\, o planeta Terra está representado por uma bola repleta de pontinhos que são a nossa imagem. Não somos mais do que pequenos pontinhos nesse planeta\, planeta esse que também está inserido nesse espaço cósmico e sideral que\, metaforicamente\, é a tela como um todo\, com plantas e flores\, em um espaço aberto\, o Cosmos”\, diz Pizarro.
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LOCATION:Paço Imperial\, 48 Praça Quinze de Novembro Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Rose Sergio na EAV do Parque Lage
DESCRIPTION:A Escola de Artes Visuais do Parque Lage apresenta Gênese\, da artista Rose Sergio. Sob curadoria de Adriana Nakamuta\, a mostra celebra a geração de alunos artistas da escola. Da ideia de origem\, desenvolvimento de elementos e geração\, Gênese foi a palavra escolhida para a produção artística de Rose Sergio. Artista formada pela EAV do Parque Lage\, Sergio tem uma biografia cultural que se inicia na Escola de Música Villa-Lobos\, em 2009\, e perpassa também pela participação em projetos especiais da EAV como o “Encontro com Artistas”\, quando descobriu seu interesse pelo processo plástico-visual e criativo. Motivada por esses encontros\, ao concluir\, ela ganhou uma bolsa para estudar pintura e\, desde então\, já foi assistente dos professores Chico Cunha e Alberto Saraiva. Vale ainda destacar a importância da trajetória artística de Rose acompanhada da conclusão do mestrado em Patrimônio e Arte Pública pelo Programa de Pós-Graduação em Patrimônio e Cultura da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro\, cujo tema de pesquisa foi a pichação como um movimento de resistência cultural. Nesta exposição\, suas obras nos proporcionam janelas de memórias e imagens de um inconsciente indecifrável. Em um processo bastante intuitivo\, a artista se deixa guiar pelas próprias formas que as camadas pictóricas vão formando\, desenvolvendo e proporcionando matéria. Em resumo\, seu processo pode ser definido como um fazer guiado pela expressão plástica de uma das principais matérias da pintura: a tinta.
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LOCATION:EAV Parque Lage\, Rua Jardim Botânico\, 414\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Um oceano para lavar as mãos" no Centro Cultural Sesc Quitandinha
DESCRIPTION:O Sesc Rio de Janeiro acaba de abrir as portas do Centro Cultural Sesc Quitandinha\, trazendo a exposição “Um oceano para lavar as mãos”. A mostra\, com curadoria de Marcelo Campos e Filipe Graciano\, reúne obras dos artistas negros Aline Motta\, Arjan Martins\, Ayrson Heráclito\, Azizi Cypriano\, Cipriano\, Juliana dos Santos\, Lidia Lisbôa\, Moisés Patrício\, Nádia Taquary\, Rosana Paulino\, Thiago Costa e Tiago Sant’ana\, ocupando um espaço monumental de 3.350 metros quadrados. Durante seis meses\, a exposição será acompanhada por uma programação diversificada e gratuita\, que inclui música\, cinema\, teatro\, literatura\, atividades infantis\, oficinas e um seminário. O Café Concerto do Centro Cultural Sesc Quitandinha\, um amplo teatro com capacidade para 270 pessoas\, será o local para a programação musical e cinematográfica. Os curadores são todos negros. A curadoria musical ficará a cargo do cantor\, compositor\, violonista e poeta baiano Tiganá Santana\, enquanto a mostra de cinema terá como curador Clementino Junior\, cineasta dedicado à difusão da obra audiovisual racializada. O grupo Pretinhas Leitoras\, formado pelas gêmeas Helena e Eduarda Ferreira\, nascidas em 2008 no Morro da Providência\, no Rio de Janeiro\, estará à frente das atividades infantis\, que serão feitas na Biblioteca do Centro Cultural. Para enriquecer a experiência dos visitantes em relação às obras expostas\, serão oferecidas oito oficinas e laboratórios\, que ocorrerão nos salões da exposição e nas Varandas. Flávio Gomes\, pesquisador do pensamento social e da história do racismo\, da escravidão e da história atlântica\, será o curador das ações da linguagem escrita\, literária e oral paralelas à exposição. Estão também sendo programadas performances com grupos artísticos da região.
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LOCATION:Centro Cultural Sesc Quitandinha\, Avenida Joaquim Rolla\, nº 2\, Quitandinha\, Petrópolis\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Yhuri Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Uma exposição imersiva que aborda a vingança da vida e a política da presença. Essa é “Revenguê: uma exposição-cena”\,  mostra individual do artista Yhuri Cruz. A proposta expositiva do artista visual\, escritor e dramaturgo Yhuri Cruz é inspirada numa ficção desenvolvida por ele nos últimos anos\, onde apresenta um novo planeta e suas reverberações naqueles que o conhecem. “Eu fiquei tão dentro dessa história que eu comecei a desenhar\, a criar instalações e um projeto de encenação. O meu trabalho basicamente vem muito das ficções que eu escrevo\, esse é o lugar que eu estou mais pautado dentro da arte”\, conta o artista. A mostra\, que é divida em quatro núcleos\, apresenta\, em alguns momentos\, a performance de Yhuri e outros seis artistas. Durante essas apresentações o público vai presenciar a criação de novas obras da exposição. “As pessoas vão entrar na sala e estar em um lugar fantástico: com chão vermelho\, arquibancadas\, em uma espécie de arena. Sentar\, fruir e meditar é o que a gente quer para o público. Revenguê vai nascer 50% pronta\, a cada encenação\, pelo menos de 3 a 4 obras serão feitas em cena\, então é sobre ritualizar esse processo de criação\, é sobre ver a obra criada ao vivo”\, afirma Yhuri. A mostra tem curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Jean Carlos Azuos\, Amanda Rezende e Thayná Trindade.
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SUMMARY:Sérvulo Esmeraldo no CCBB RJ
DESCRIPTION:Retrospectiva do ilustrador\, gravurista\, pintor e escultor cearense Sérvulo Esmeraldo (1929-2017)\, um dos mais completos artistas brasileiros\, apresenta 113 trabalhos do artista de diferentes tempos\, técnicas e materiais. Reconhecido no Brasil e no exterior\, Sérvulo tinha domínio de várias técnicas\, do entalhe à xilogravura\, passando pela utilização de tecnologias aplicadas na geração de efeitos cinéticos\, óticos e eletromagnéticos. Apesar da pluralidade técnica\, sua obra possui uma coerência interna\, baseada em elementos simples e em um tratamento sintético das formas. A obra de Sérvulo Esmeraldo reflete suas experiências pelo mundo e suas raízes. Nascido em Crato (CE) em 1929\, ele passou por diversas fases em sua carreira. Inicialmente trabalhando com obras figurativas\, ele posteriormente se aventurou na abstração e\, por fim\, se apaixonou pela arte cinética\, incorporando movimento em suas criações. O multiartista viveu entre o Cariri\, São Paulo\, Rio de Janeiro\, Paris e Fortaleza\, onde morreu\, em 2019. Os visitantes terão a oportunidade de percorrer as diversas fases do artista\, que sempre se interessou por movimento\, pela transformação dos fenômenos da natureza\, pela dinâmica dos corpos e pela dialética do saber.
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SUMMARY:Melissa de Oliveira na Nonada Zona Sul
DESCRIPTION:+ × ÷\, Fortalecer é a primeira individual de Melissa de Oliveira e também a primeira individual na Nonada Zona Sul. A exposição tem texto de Victor Gorgulho e retoma a parceria que apresentou pela primeira vez o trabalho de Melissa\, nas coletivas Escrito no Corpo da Carpintaria e o desdobramento da mesma exposição na Tanya Bonakdar em NY\, ambas curadas por Victor com Keyna Eleison. É um recorte inédito da pesquisa da artista\, que envolve seu olhar sobre o cotidiano e sua vida no Morro do Dendê\, a partir do aprofundamento nas relações humanas e dinâmicas sociais dessa comunidade e de seus aspectos que a tornam única\, geograficamente localizada numa ilha. É a primeira oportunidade de ver um corpo de trabalho da artista\, que já participou de coletivas em grandes galerias do Brasil e em NY e tem fotos no acervo permanente do ICA Miami. O trabalho fotográfico de Melissa é especial em sua visão interna da população do Dendê. Melissa viveu toda sua vida lá registrando o cotidiano da região com suas lentes. O resultado traz imagens com uma delicadeza própria da banalidade do dia a dia que só um morador local que convive intimamente com as pessoas é capaz de produzir. Para além da superfície\, suas fotos apresentam múltiplas camadas semânticas e estéticas. Sua escolha por não sucumbir ao tema da violência e das complexidades da vida numa comunidade subverte os clichês frequentemente usados para representar essas comunidades. Pessoas felizes\, altivas\, brincando e festejando estão em foco\, em imagens coloridas e construídas aliando rigor formal a um olhar terno sobre as personagens e cenas retratadas.
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LOCATION:Nonada Zona Sul\, R. Aires Saldanha\, 24\, Copacabana\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Pedro Victor Brandão na Portas Vilaseca Galeria
DESCRIPTION:MAIS ABSTRATAS é a terceira exposição individual de Pedro Victor Brandão na galeria\, reunindo 50 obras em várias mídias que estarão distribuídas em três andares. Os trabalhos compreendem cinco séries criadas entre 2008 e 2023 que abordam fenômenos químicos\, ópticos e econômicos para traçar um percurso de significados abertos. No térreo\, o artista expõe o conjunto completo de pinturas químicas únicas da série Vista para o nada\, junto a uma cópia em grande formato de um desses originais. O segundo andar é dedicado às abstrações geométricas\, com Torneira – um novo trabalho interativo da série Tela Preparada\, que a cada 20 dias emite edições que podem ser colecionadas gratuitamente. Completam o espaço seis novas pinturas da série Totalidades\, em que Brandão avalia o resultado anual de vendas em cinco setores econômicos. Na escada de acesso ao terceiro piso\, há a instalação sonora Clique no saiba mais\, da série Detremura\, uma seleção de anúncios veiculados em redes sociais com 8 horas de duração. A faixa é tocada durante o expediente da galeria em uma caixa de som paramétrica junto a um recorte de vinil\, interpelando visitantes de forma intrusiva com dicas de como aumentar engajamento online\, ofertas de compras de seguidores\, vendas afiliadas\, recomendações de investimentos e outras tentativas de golpe. E no último setor da mostra\, no terceiro andar\, cinco telas exibem os filmes da série Nuvem\, Continente\, Ilha. Esta última sala também servirá de espaço para rodas de conversa e apresentações – eventos que serão anunciados durante o curso da exposição\, em cartaz até 24 de junho. MAIS ABSTRATAS conta com um ensaio de Natália Quinderé\, indicando caminhos para uma crítica sobre o abstracionismo financeiro praticado por Pedro Victor dentro e fora das artes.
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LOCATION:Portas Vilaseca\, Rua Dona Mariana\, 137 casa 2\, Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:César Bahia no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Percorrer os olhos pelas diversas imagens que atravessam a produção de César Bahia nos faz refletir sobre seus interesses e a sua forte ligação com a cultura afro-brasileira. Artista baiano\, residente de Fazenda Coutos\, subúrbio de Salvador\, possui tradição artística por ter nascido em uma família de escultores. Foi com o pai que ele aprendeu boa parte da técnica do corte\, entalhe\, o uso do formão e da marreta. Mais de 200 obras do artista\, produzidas entre 2010 e 2023\, estarão na exposição Uma poética do Recomeço. Conta com a curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Thayná Trindade\, Amanda Rezende\, Jean Carlos Azuos em parceria com a equipe do Acervo da Laje. “A gente tem importantes famílias de escultores de várias gerações que lidam com isso\, contudo César vai criando novidades nesse modo de fazer\, entre elas o uso da cor\, a policromia\, que quebra a lógica da tradição e traz para um contemporâneo essas representações. Trazer César Bahia pro MAR é trazer um diálogo mais direto com uma produção que se expande muito pelo Brasil\, mas que ocupa um lugar num viés do turismo e/ou do comércio direto\, então trazê-lo pra cá é sublinhar justamente o vínculo dele com a arte contemporânea” afirma Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. A exposição contou com a parceria do Acervo da Laje\, uma casa\, museu e escola que existe há 13 anos em Salvador\, na Bahia\, e que abriga milhares de obras artísticas\, históricas e da memória do território\, incluindo o amplo repertório produzido por César Bahia. “O Museu de Arte do Rio entende que conceber uma exposição individual de César Bahia é cumprir a missão de ampliarmos as reverberações daquilo que\, tradicionalmente\, ficou conhecido como arte popular. Trazer tamanha quantidade de esculturas do artista para o MAR é um fato que tanto corrobora a grandeza do Acervo da Laje quanto cria novas possibilidades de interpretação para a sua poética dentro da arte contemporânea brasileira”\, avalia Raphael Callou\, diretor e chefe da representação da OEI no Brasil.
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SUMMARY:Jaime Lauriano no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O passado do Brasil e a sua fonte de questionamentos sobre o atual contexto político\, social e cultural são apresentados por Jaime Lauriano na sua exposição individual “Aqui é o Fim do Mundo” no Museu de Arte do Rio. Cumprindo o papel de artista-historiador\, Lauriano apresenta no MAR esculturas\, vídeos\, desenhos e intervenções que revisitam símbolos\, signos e mitos formadores do imaginário da sociedade brasileira. Essa é uma exposição panorâmica que celebra os 15 anos de carreira do artista. “Essa mostra acontece no momento que eu percebo minha produção bem mais madura\, com mais complexidade nos temas abordados e no uso de materiais”\, observa o artista. Com a curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Amanda Rezende\, Jean Carlos Azuos e Thayná Trindade\, a exposição “Aqui é o Fim do Mundo”\, perpassa diretamente pelos signos do nacionalismo. “Jaime Lauriano vai sempre observar imagens da nossa história\, sejam pinturas históricas\, ilustrações\, símbolos como a própria bandeira\, a pedra portuguesa\, etc. Ele observa o grau de colonialidade que esses materiais carregam\, ele vai fazer intervenções\, alterações. A importância do Jaime Lauriano para a arte contemporânea é justamente fazer o que a gente chama de decolonialidade\, que se dê diretamente relacionada aos cânones\, eles construíram e inventaram os heróis\, os símbolos e ele vai observar esse lugar e propor novas relações. Jaime Lauriano vai contar a história que muitas vezes não foi contada”\, comenta Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. Lauriano aborda as formas de violência cotidiana que desdobram-se ao longo da história brasileira. Nesse sentido\, o artista se debruça sobre os traumas históricos de nossa cultura. “Receber a exposição Aqui é o Fim do Mundo\, no Museu de Arte do Rio é cumprir com o nosso compromisso  de buscar artistas que estejam produzindo uma revisão e reelaboração coletiva da história do Brasil. Além disso\, Jaime Lauriano tensiona o público a partir de proposições críticas capazes de revelar as estruturas do nosso país”\, avalia Raphael Callou\, diretor e chefe da representação da OEI no Brasil.
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SUMMARY:Maria Leontina e Lélia Coelho Frota na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Maria Leontina é um nome incontornável na arte brasileira que há muito tempo não tinha uma exposição extensa de sua obra. Gesto em suspensão cobre essa lacuna\, apresentando sua trajetória nas décadas de 1940 a 1980. Além de obras emblemáticas\, inéditos desenhos e pinturas saem das paredes do ateliê de Leontina ou daquelas de sua irmã\, Maria Eugênia Franco. A mostra conta com curadoria do também artista visual\, compositor e cineasta Alexandre Franco Dacosta\, filho de Leontina. \n\n\n\nEm A criação do artista popular é exibida\, pela primeira vez\, a coleção de Lélia Coelho Frota. Exímia poeta\, ensaísta\, historiadora da arte e antropóloga\, Lélia\, sem alardes\, em 1978\, ao publicar Mitopoética de 9 artistas brasileiros\, revelou excepcionais talentos individuais\, anteriormente referidos\, com raríssimas exceções\, como artesãos do folclore regional. Deve-se a ela\, nesse sentido\, a personalização do criador popular no vasto campo da arte brasileira\, sem os congelar como seres sem faces\, personagens quase anônimos de manifestações coletivas. Para João Emanuel Carneiro\, autor de teledramaturgia\, filho de Lélia e curador da exposição\, sua mãe foi uma grande pioneira ao legitimar esses artistas que eram invisibilizados. Durante anos\, Lélia empreendeu verdadeiras expedições ao interior do Brasil em busca da arte desenvolvida fora do mundo acadêmico\, com base no saber popular e autodidata.
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LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Coleção no seu tempo" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:No térreo da Casa Roberto Marinho\, o público encontrará a exposição Coleção no seu tempo\, com 44 obras do acervo\, de vertentes e períodos variados\, escolhidas por Lauro Cavalcanti para a ocasião celebrativa de cinco anos do instituto. Há trabalhos de Anna Bella Geiger\,Antonio Bandeira\, Carlos Vergara\, Frans Krajcberg\, Iberê Camargo\, Luiz Aquila\, Mira Schendel\, Rubem Valentim\, Wanda Pimentel e Yolanda Mohalyi\, entre outros nomes consagrados. Há trabalhos de Anna Bella Geiger\,Antonio Bandeira\, Carlos Vergara\, Frans Krajcberg\, Iberê Camargo\, Luiz Aquila\, Mira Schendel\, Rubem Valentim\, Wanda Pimentel e Yolanda Mohalyi\, entre outros nomes consagrados. A seleção inclui também aquisições recentes da coleção e trabalhos que serão exibidos pela primeira vez\, como Cosmos jaune\, 1972\, de Arthur Piza; Paisagem\, de Manuel Messias\, e uma serigrafia sem título\, de 1977\, de Emanoel Araújo. \n\n\n\nEm destaque pinturas de grande formato\, como as de Di Cavalcanti\, Ingeborg ten Haeff\, Jorge Guinle Filho\, Manabu Mabe\, Raul Mourão e Tomie Ohtake\, além de obras atípicas de estrelas do modernismo brasileiro\, como as de José Pancetti. Há\, ainda\, gravuras concebidas especialmente para mostras anteriores da Casa Roberto Marinho por Angelo Venosa\, Beatriz Milhazes\, Carlito Carvalhosa\, Luiz Zerbini\, Paulo Climachauska\, Regina Silveira e Vânia Mignone. A exposição se encerra com uma cronologia que apresenta a sequência de ações do instituto\, desde a sua fundação em 2018\, com acesso a informações por meio de QR Code. “Através de mostras de acervo periódicas\, a Casa Roberto Marinho reafirma-se como um centro ativo de referência em artes plásticas e cumpre um importante papel\, permitindo ao público reconhecer a diversidade de repertório de alguns dos nomes mais relevantes da arte brasileira”\, diz Cavalcanti.
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SUMMARY:Anelice Lober e Greice Cohn no Memorial Getúlio Vargas
DESCRIPTION:O Memorial Getúlio Vargas apresenta a exposição [V]entre\, um duo das artistas Anelice Lober e Greice Cohn\, com curadoria de Shannon Botelho. A mostra\, como define Shannon\, é uma grande homenagem para as mulheres\, pois “fala de tudo o que a noção de “feminino” pode conter\, promover\, ensejar\, recontar.” Reunindo pinturas\, bordados\, objetos\, instalações\, vídeos e poemas\, [V]entre aborda de diferentes formas e meios de expressão o universo feminino\, uma ode à própria vida com suas agruras e delícias\, ressaltando a memória\, as relações\, a coragem e a capacidade de transmissão de saberes culturais. Em seus trabalhos\, Anelice e Greice revelam histórias pessoais e familiares relacionadas às condições femininas dentro de uma sociedade marcada pelo machismo estrutural. “As artistas emancipam as meninas-mulheres abordadas simbolicamente nas obras. Minimizam as suas dores e exaltam suas alegrias e coragem. Estruturam uma narrativa das vencedoras e não das vencidas. Dão vazão ao fluxo de vida interrompido\, impedido ou desviado por gerações como uma revoada liberta ou como expurgo de sentimentos e desejos. Tudo aqui vem de dentro do [V]entre\, pois é visceral”\, ressalta o curador.
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LOCATION:Memorial Getúlio Vargas\, Praça Luís de Camões s/n\, subsolo - Glória\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"ÀMÌ: Signos Ancestrais" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:ÀMÌ\, palavra que designa “signo” e “símbolo” na língua yorubá. Trazidos da África para o Brasil no século XIX\, o povo de origem nagô\, antes residente abaixo do deserto do Saara\, possuía uma riqueza de ritos\, cultos\, pensamento matemático que acabaram sendo incorporados ao Brasil como partícipes da cultura nacional. Tornou-se corriqueiro\, desde então\, vermos e identificarmos cores e formas sobreviventes da diáspora que se associam aos cultos de matrizes africanas. O preto e o vermelho de Exú\, o amarelo-ouro de Oxum\, o vermelho e o branco de Xangô\, e o branco de Oxalá. Na arte brasileira\, a aceitação de tais signos yorubás custou a acontecer. O século XX teve um grande influxo de pesquisas sobre a realidade nacional\, que resultou em pensamentos e programas de um modernismo ao qual podemos adjetivar de “identitário”. A cultura popular passou a interessar\, as cores tropicais foram protagonizadas; no paisagismo\, passamos a valorizar a vegetação nativa\, comum. E\, com isso\, uma elite intelectual passa a se apropriar de culturas diaspóricas afroindígenas\, às quais os artistas não pertenciam. \n\n\n\nA exposição ÀMÌ: signos ancestrais parte de outro viés. Estimulados pela obra de Emanoel Araújo\, constante da Coleção Arte Sesc\, percebemos um jogo dual que o grande artista nos propunha. Por um lado\, a geometrização abstrata\, formal; por outro\, cores que se relacionam aos cultos afro-brasileiros. Decidimos\, então\, seguir esta rota\, perguntar ao presente sobre o legado deixado por Araújo nas criações mais recentes. Convidamos ao diálogo dois artistas de jovem produção: Guilhermina Augusti e Raphael Cruz. Associar cor e forma aos signos ancestrais é atentar para um complexo pensamento que ora coaduna o poder e a potência das divindades a gestos significativos\, ora simplifica e essencializa imagens da natureza. Assim\, é apresentada uma trama prenhe de significados transpassada por criações diversas de artistas que\, hoje\, assumem um lugar de representação e representatividade.
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SUMMARY:Renata Egreja na Cassia Bomeny Galeria
DESCRIPTION:Com uma produção baseada em uma potente assinatura cromática\, a artista visual Renata Egreja inaugura sua exposição individual Nem toda rosa é rosa na Galeria Cássia Bomeny. Em suas pinturas\, o vocabulário de formas e gestos tem constância. Seus trabalhos partem de uma pesquisa que se debruça há anos sobre as questões de gênero. Utilizando a natureza morta como fio condutor\, a exposição parte de uma das simbologias mais associadas a imagem da mulher: a rosa. Partindo desse pressuposto\, Egreja confabula\, escancara e provoca o público à reflexão sobre este ícone. “O que se tem aqui é\, de fato\, uma artista que reivindica seu lugar e o faz por meio de iconografias circunscritas ao feminino\, a fim de esgarçar os limites deste adjetivo no campo pictórico”\, comenta Paula Borghi\, curadora da exposição. Além de oferecer ao público carioca a experiência da cor em pinturas de grande escala\, a mostra destaca também a poética da artista com uma proporção maior do que apenas visual. “Para além das questões formais\, podemos ver\, inserida numa produção artística contemporânea\, atualizações de questões de gênero. Mais do que nunca\, é preciso rever o lugar que a obra de uma artista mulher ocupa dentro do sistema da arte\, que historicamente teve seu protagonismo renegado”\, destaca a galerista.
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SUMMARY:"Nuances de Brasilidade: Repertório" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:O Centro Cultural PGE-RJ inaugura a exposição “Nuances de Brasilidade: Repertório”\, com obras de 14 artistas brasileiros pertencentes a coleções particulares do Rio de Janeiro. Esta é a terceira mostra de arte apresentada no Convento do Carmo\, desde que o prédio histórico foi restaurado e reaberto ao público\, em maio de 2022. Entre os artistas reunidos estão desde nomes consagrados como Frans Krajcberg\, Abraham Palatnik\, Emanoel Araújo e Mario Cravo Neto\, até novos talentos como OSGEMEOS\, que trouxeram a estética do grafitti para o circuito de arte tradicional\, Santídio Pereira e Kilian Glasner. Identificar um traço de união entre obras produzidas a partir de meados do século XX\, com temas e linguagens tão diversas\, foi o grande desafio da curadora da PGE-RJ\, Cecília Fortes\, para harmonizar a mostra com peças de diferentes colecionadores. “Partimos do conceito de brasilidade como fio condutor. Ela é percebida em três vertentes. Em alguns dos trabalhos\, ela se reflete no tema central da obra\, em outros\, na escolha dos materiais utilizados na produção e\, numa terceira\, se dá através da interiorização e influência da natureza e da cultura local sobre os autores”\, destaca Cecília Fortes. A decisão de trabalhar com obras de arte de coleções particulares teve o objetivo de permitir que um público maior aprecie trabalhos que normalmente estariam restritos a um grupo seleto. A mostra também revelou o sentimento de colaboração dos colecionadores cariocas e fluminenses ao pedido da PGE para empréstimo das obras\, como explica o diretor do Centro Cultural da PGE-RJ\, Procurador do Estado Anderson Schreiber. O resultado foi a composição de um rico painel das artes visuais brasileiras que será exibido ao público até 16 de setembro.
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LOCATION:Centro Cultural PGE-RJ\, Rua do Carmo\, 27 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Jarbas Lopes em A Gentil Carioca
DESCRIPTION:A Gentil Carioca apresenta Lua/Luta\, exposição individual de Jarbas Lopes na sede do Rio de Janeiro\, com curadoria de Catherine Bompuis. Lua versus Luta\, projeto de Jarbas Lopes\, abre um espaço de experimentação\, jogo e risco que não impõe limites. Arte e vida aqui estão entrelaçadas e tudo parece ser construído caminhando\, conversando\, brincando\, respirando: um processo de criação contínua. A pulsão de vida dirige as ações que se desenvolvem numa constante improvisação\, ramificação e recusa de qualquer determinação que possa congelar a obra numa única direção. Performance\, maquetes\, esculturas\, pinturas elásticas\, projetos utópicos e desenhos parecem ser concebidos em um mesmo movimento onde o corpo ocupa o lugar central. Mais do que cada objeto tomado separadamente\, são as relações tecidas entre os objetos e as ações\, entre o individual e o social\, que dão sentido à obra. Um ato de desafio que reafirma o direito à vida e a força do ato artístico. Lua/Luta\, figura quiasmática\, abre um espaço que acolhe\, busca um ponto de interseção entre a arte e a política. Lua como metáfora da arte e da vida que consegue transcender a realidade\, Luta como enfrentamento dessa mesma realidade. Juntar duas figuras tão opostas cria um novo espaço de reflexão e de propostas.
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LOCATION:A Gentil Carioca\, Rua Gonçalves Lédo\, 11/17\, sobrado - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Lasar Segall na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Lasar Segall: Olhares para o feminino\, a primeira mostra individual do consagrado pintor no Rio de Janeiro em 15 anos\, explora os retratos de diferentes mulheres que aparecem em obras de Lasar Segall\, valorizando o período em que o artista passou a residir em no Brasil. A exposição se divide em três módulos: Família\, Mulheres do Cotidiano e Lucy Citti Ferreira. É no módulo Família que nasce a exposição. Entre as três obras desse grupo\, encontra-se o único trabalho que antecede o eixo temporal da mostra: um retrato de Eva Klabin. Calcada em uma fotografia\, a obra marca o encontro do artista\, no mundo da imagem\, com a colecionadora e idealizadora do museu. As outras duas obras\, Maternidade e Mãe e filhos\, trazem seu núcleo familiar mais próximo: a esposa\, Jenny Klabin\, acompanhada dos filhos.  \n\n\n\nO segundo módulo\, chamado Mulheres do Cotidiano\, traz figuras femininas das camadas mais populares. Mãe negra entre casas evoca novamente a maternidade\, agora vivida por uma mulher da periferia. Aqui está também Retrato feminino\, em que o artista se dedica ao rosto de uma mulher negra\, e Favela I\, na qual a moradia popular aparece povoada\, mas conta com a presença simbólica de uma mulher no centro da imagem. Ainda nesse grupo\, a obra Casal do Mangue alude à realidade da prostituição desenvolvida no Mangue carioca. Lucy Citti Ferreira\, o terceiro módulo\, traz três obras em que Segall trabalha o retrato de sua aprendiz e modelo. Lucy é tema de diversas pinturas do artista\, encantado com a delicadeza de suas ações\, ao deitar-se na rede ou pentear o cabelo\, sem renunciar a sua corpulência e presença. Por fim\, vale ressaltar a escultura que perpassa toda a exposição: Duas amigas. Pelos olhares do artista\, as mulheres aparecem como parceiras\, unidas em um mesmo bloco. Essa obra evoca a cumplicidade feminina e revela a forma potente das mulheres que compartilham ideias (cabeças) e vivências (corpos).
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LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Celebração de 25 anos da galeria na Anita Schwartz
DESCRIPTION:A exposição “Anita Schwartz XXV”\, celebra os 25 anos de atividades da galeria. Conta  com trabalhos históricos e emblemáticos junto a outros novos e inéditos\, produzidos  especialmente para a mostra\, de 27 artistas que participaram desta trajetória. A curadoria é de Bianca Bernardo\, gerente artística da Galeria. Em uma homenagem especial ao seu legado e a sua memória\, estarão obras de Abraham Palatnik (1928-2020)\, Angelo Venosa (1954-2022)\, Ivens Machado (1942-2015)\, Rochelle Costi (1961-2022) e Wanda Pimentel (1943-2019)\, reconhecidos por sua produção inventiva e singular que rompeu com padrões instituídos. Obras de Lenora de Barros (1953)\, Waltercio Caldas (1946)\, Antonio Manuel (1947) e Carlos Zilio (1944) estabelecem um encontro de trabalhos atemporais convergindo para uma geração de artistas que expandiram as fronteiras do pensamento experimental da arte em relação ao corpo\, à linguagem e ao conjunto de relações que a obra\, “ao ser liberada da função objeto\, poderá engendrar”\, comenta a curadora. “A dobra da constituição da arte como situação é um fio que costura sensivelmente proposições de artistas expoentes das décadas de 1980 e 1990”\, explica Bianca Bernardo\, sobre as obras de Nuno Ramos (1960)\, Cristina Salgado (1957)\, Daniel Feingold (1954)\, Artur Lescher (1962)\, Carla Guagliardi (1956)\, Gonçalo Ivo (1958)\, e David Cury (1963)\, apresentando pinturas e esculturas “que convocam a vivência da arte em vez de um puro estado de contemplação”.
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SUMMARY:"Fragmento I: Vento Pórtico" na Nonada Zona Norte
DESCRIPTION:A exposição coletiva Fragmento I: Vento Pórtico reúne trabalhos dos artistas Iah Bahia\, Loren Minzu e Siwaju\, sob curadoria de Clarissa Diniz. Ao todo\, são exibidos cerca de 32 obras\, um conjunto de esculturas\, instalações\, gravuras\, vídeos e objetos. Trata-se também de um projeto maior denominado Projeto Fábrica\, dividido em duas etapas\, que surge do desejo de reavivar um centro de produção na Penha e reativar sua vocação criadora\, no qual exposições poderão ter obras produzidas ali mesmo\, com a possibilidade de utilização de materiais também da antiga fábrica\, e mais que isso\, a viabilidade de ocupação dos 4.000 metros de sua área. Nesse primeiro fragmento o trio de artistes ocupa a galeria e um grande galpão abandonado nunca utilizado pela própria fábrica\, além de Iah Bahia ocupar o terceiro andar com uma obra site-specific que dialoga de forma elegante e contundente com o enorme espaço repleto do maquinário de corte de tecidos. Segundo a curadora\, “Siwaju\, Loren e Iah instauram Fragmento I: VENTO PÓRTICO desde dentro\, como também a partir da Fábrica\, seus ambientes\, riquezas\, conflitos e histórias. Na esteira da convivência e dos aprendizados desse espaço-tempo de invenção\, crítica e interlocução coletiva\, nesta que parece uma exposição mas que é\, em verdade\, um ateliê expandido\, as artistes apresentam esculturas\, instalações\, intervenções\, gravuras\, vídeos e objetos que testemunham tanto as singularidades\, quanto as convergências de suas obras.”
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LOCATION:NONADA ZN\, Rua Conde de Agrolongo\, 677\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Laura Belém na Galeria Athena
DESCRIPTION:O título da exposição de Laura Belém\, um pássaro corta o espaço\, poderia estar em uma lista dos menores contos do mundo. São apenas cinco palavras\, 34 caracteres com espaço. Se desconsiderarmos os espaços\, são apenas 29 batidas dos dedos no teclado do computador. Ao mesmo tempo\, nesse pequeno intervalo somos surpreendidos pelo pequeno corte de uma cena ou o frame de um filme em um título no qual todas as letras são minúsculas\, como um trecho no meio de uma frase. Impossível não pensar como se chegou até ali\, ou o que vai acontecer depois. Talvez porque o grande personagem dessa imagem construída pela artista não é nem o pássaro (como seria mais fácil imaginar) nem o  espaço (uma segunda opção plausível)\, mas sim o movimento\, capturado enquanto ele acontece em frações de segundos. O ato de cortar configurado no tempo presente. um pássaro corta o espaço como título é o marco de início dessa exposição\, mas é também seu meio e seu fim. O interesse pelo movimento\, em diferentes aspectos e em múltiplas leituras\, é uma das questões importantes para a produção de mais de duas décadas de Laura Belém. Em seus trabalhos vemos uma constante investigação desse substantivo que é também verbo\, uma vez que todo movimento implica a ideia de ação. É algo que se dá no tempo\, por certo tempo\, e no espaço\, invariavelmente. E como verbo\, pode ser conjugado no presente\, no passado e no futuro. Nesse sentido\, as obras da artista são como pêndulos que oscilam entre rastros e restos\, memória e fabulação\, deslocamento e transitoriedade\, herança e projeto\, tentativa e erro. Um pensamento que toma corpo (literalmente porque toda ação é praticada por alguém) de maneira recorrente em uma produção que privilegia as séries\, os agrupamentos\, com trabalhos que valem por si só\, mas que também ganham outras camadas quando em conjunto\, na construção de espaço e significado entre eles. E aqui vale dizer que “eles” são aqueles que a artista nos dá a ver no espaço expositivo\, e também todos os outros que ficaram pelo caminho. A obra é o que fica\, mas também é o que sobra. Há\, por tudo isso\, a presença de um pensamento performático na produção de Laura Belém\, que nesta exposição se estrutura no olhar para a natureza e o meio-ambiente. Desde à referência aos pássaros\, como o do título\, que são agentes importantes para o funcionamento e o equilíbrio do ecossistema\, regenerando florestas e ambientes degradados. Há também folhas\, espinhos\, vida marinha\, rejeito de minério e vestígios de recortes de jornais sobre meio ambiente\, mineração e agronegócio. Todos presentes também enquanto materiais deslocados para a produção artística. Rastros ou refugos de uma paisagem em movimento. Instantes de uma constante transformação. Resultado da relação entre corpos. Tudo o que vemos está ali por um tempo ou levou um tempo até chegar ali. É o que fica\, mas também o que sobra e o que se transforma.
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SUMMARY:"Navegar é Preciso – paisagens fluminenses" na Casa França-Brasil
DESCRIPTION:A exposição “Navegar é Preciso – paisagens fluminenses” irá ocupar as salas do histórico prédio da Casa França-Brasil\, no coração do centro da cidade do Rio de Janeiro. Com o patrocínio da Petrobras e curadoria de Marcus de Lontra Costa e Rafael Fortes Peixoto\, a mostra reúne mais de 70 obras de 35 artistas que nasceram em cidades do Estado do Rio de Janeiro\, ou que tenham escolhido essas cidades como ambiente para o desenvolvimento de suas pesquisas. A proposta da exposição é traçar um amplo panorama da riqueza cultural desse estado para além da capital.  O título escolhido faz citação à frase que remete aos últimos anos do Império Romano\, no século I a.c.  e que foi imortalizada no imaginário coletivo pelo poeta português Fernando Pessoa para propor um olhar amplo para importância do Estado do Rio de Janeiro como centro de produção artística e cultural no Brasil. “Por ser capital do Império e da República durante muitos anos\, o Rio sempre recebeu pessoas de diversos lugares do mundo\, com diferentes vontades\, comportamentos\, culturas e histórias. Todas essas influências\, construíram uma espécie de cosmopolitismo carioca que se ramificou por todo o estado\, gerando fluxos culturais de grande importância” aponta o curador Rafael Fortes Peixoto. “Mares e rios\, serras e planícies\, são várias as paisagens fluminenses que formam o principal cenário na história da arte brasileira. “Navegar é preciso” apresenta um conjunto de importantes artistas nascidos ou residentes no interior que refletem a riqueza e a diversidade do nosso estado”\, comenta Marcus de Lontra Costa. O eclético grupo reunido para a mostra comprova essa riqueza artística enfatizada pela curadoria. Além da produção recente de alguns artistas\, a mostra também dedica uma atenção especial à história da paisagem do Rio de Janeiro\, trazendo pinturas icônicas de Antonio Parreiras\, Georg Grimm\, Batista da Costa\, Francisco Coculilo\, Di Cavalcanti\, Carlos Scliar e Newton Rezende\, criando um contexto cronológico e estético para a exposição.
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SUMMARY:José Patrício na Nara Roesler
DESCRIPTION:A exposição individual Infinitos outros\, conta com obras inéditas do celebrado artista pernambucano José Patrício. Com texto da curadora Ariana Nuala\, a mostra conta com 13 obras de quatro séries distintas – Progressão Cinética\, Afinidades Cromáticas\, Espirais Cinéticas e Conexões Cromáticas –\, nas quais o artista exercita a criação de uma unidade através das possibilidades do imprevisto. “Nesta exposição na Nara Roesler\, no Rio\, houve uma tentativa de dar uma unidade a partir dos elementos e do tratamento que foi dado a eles\, no caso o botão. Por outro lado\, este aspecto cinético que existe nas obras também traz esta unidade”\, conta o artista. Para realizar as obras com botões\, o artista usa uma grade com 80 espaços em um lado e 80 no outro\, “totalizando 3.600 quadradinhos que são preenchidos com os botões”. Cada obra é quase totalmente preenchida pelos botões\, com  apenas um espaço central que permanece vazio. “As formas de preencher são muitas\, infinitas\, não só a partir dos elementos à disposição\, mas também das sequências que serão criadas ali na estrutura”. As exceções são Espirais cinéticas II (2022) e Espirais cinéticas III (2022)\, dois dípticos que têm um viés cinético e utilizam a estrutura de 112 dominós\, recorrente no trabalho do artista. Outro aspecto recorrente no trabalho de José Patrício são as espirais. Diante das quase infinitas possibilidades de combinação dos botões\, ele trabalha com dois movimentos contrários\, que geram duas espirais inversas. Ele destaca que “a espiral é que me ajuda a estruturar a obra e a montagem do trabalho se dá gradativamente\, seja do centro para a borda\, seja da borda para o centro.”
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LOCATION:Nara Roesler  Rio de Janeiro\, R. Redentor\, 241 - Ipanema\, Rio de Janeiro - RJ\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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