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SUMMARY:“Um Defeito de Cor” no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A exposição é baseada nos contextos sociais\, culturais\, econômicos e políticos do século XIX\, abordados no livro de mesmo nome da escritora mineira Ana Maria Gonçalves. Ao todo serão 400 obras de artes entre desenhos\, pinturas\, vídeos\, esculturas e instalações de mais de 100 artistas de localidades\, como Rio de Janeiro\, Bahia\, Maranhão e até mesmo do continenteafricano\, em sua maioria negros e negras\, principalmente mulheres. A exposição tem obras inéditas de Kwaku Ananse Kintê\, Kika Carvalho\, Antonio Oloxedê\, Goya Lopes\, produzidas especialmente para homenagear o livro.
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SUMMARY:Atos de revolta no MAM
DESCRIPTION:O MAM Rio inaugura a exposição Atos de revolta: outros imaginários sobre independência\, desenvolvida em colaboração com o Museu da Inconfidência. Com curadoria de Beatriz Lemos\, Keyna Eleison\, Pablo Lafuente e Thiago de Paula Souza\, a mostra parte do bicentenário da independência do Brasil para propor uma releitura desse processo histórico desde a arte\, reunindo obras e objetos do período colonial\, em diálogo com a produção de artistas contemporâneos\, de gerações e geografias diversas. \n\n\n\nA exposição foca em uma série de levantes populares e motins que antecederam esse momento ou que ocorreram nas décadas subsequentes – durante o Primeiro e o Segundo Reinado\, e o período regencial. Foram convidados a pensar essa história desde os múltiplos levantes: Arissana Pataxó\, Ana Lira\, Elian Almeida\, Gê Viana\, Gustavo Caboco Wapichana (com Roseane Cadete Wapichana)\, Marcela Cantuária (com a colaboração das Brigadas Populares)\, Tiago Sant’Ana e Giseli Vasconcelos (com Pedro Victor Brandão). Além dos comissionamentos\, a exposição inclui a remontagem de uma obra de Luana Vitra e trabalhos recentes de Arjan Martins\, Glicéria Tupinambá\, Paulo Nazareth e Thiago Martins de Melo.
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SUMMARY:Uýra no MAM Rio
DESCRIPTION:O Supernova\, programa de individuais do MAM Rio\, recebe até 2 de abril de 2023 a exposição Aqui estamos\, de Uýra\, com curadoria de Beatriz Lemos. Diferentes vozes\, cada uma com seu ritmo e timbre; diferentes rostos\, traços\, nomes e histórias; fazem todos referência a uma mesma realidade: a dos povos originários deste território que conhecemos como Brasil. A individual reúne múltiplas experiências de pessoas indígenas em diáspora\, contadas por meio de sons\, imagens e narrativas que se enraízam pelo espaço expositivo do MAM Rio. Em contraponto aos apagamentos históricos perpetuados no presente\, as pessoas que aparecem na mostra apresentam histórias raramente contadas e reafirmam sua posição no mundo. Seu modo de existir é\, ao mesmo tempo\, individual e coletivo\, e catalisa tanto o ato de reconhecer quanto o de pertencer. Resultado de um processo de pesquisa e de encontros realizados pela artista em várias regiões do Brasil\, as obras iniciam um trabalho de mapeamento e interconexão entre indígenas\, principalmente em contextos urbanos\, seguindo linhas de parentesco construídas a partir da terra e de contatos possibilitados pelas águas. Uýra é Emerson\, 30 anos\, indígena da Amazônia Central. É biólogo\, mestre em Ecologia\, e atua como artista visual\, arte educadora e pesquisadora. Mora em Manaus\, território industrial no meio da Floresta\, onde se transforma para viver Uýra\, uma Árvore que Anda. Destaque da 34º Bienal de São Paulo e da Bienal Manifesta!\, além de vencedora do Prêmio Pipa 2022\, Uýra utiliza o corpo como suporte para narrar histórias de diferentes Naturezas via fotoperformance\, performance e instalações. A partir da paisagem Cidade-Floresta\, se interessa pelos sistemas vivos e suas violações\, com ênfase na memória e diáspora indígena. Seus trabalhos compõem acervos como o da Pinacoteca de São Paulo e do Museu Castello Di Rivoli (Itália).
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SUMMARY:"Alegria aqui é mato" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:A exposição “Alegria aqui é mato – 10 olhares sobre a Coleção Roberto Marinho” traz um recorte da coleção do espaço pelos artistas convidados pelo curador Lauro Cavalcanti. A Casa Roberto Marinho é dedicada a exposições envolvendo a sua coleção no campo das artes visuais. Enquanto residência do jornalista\, abrigou\, ao longo de seis décadas\, manifestações de vários setores da criação: peças de teatro\, projeções de filmes\, apresentações musicais e literárias. Seguindo essa tradição\, nesta mostra\, em 2022 os participantes não se restringem apenas a artistas plásticos. Ampliou-se o convite a profissionais do cinema\, música\, teatro\, design e arquitetura. Dez expoentes da arte brasileira organizaram os espaços com obras do acervo da instituição dialogando\, por vezes\, com peças de sua propriedade ou autoria: Adriana Calcanhotto\, Antonio Carlos da Fontoura\, Fernanda Montenegro\, Gabriela Machado\, Glauco Campello\, José Damasceno\, Marcos Chaves\, Paulinho da Viola\, Victor Burton e Walter Carvalho. Formou-se\, desse modo\, um pujante conjunto de nossa múltipla e resiliente cultura. No térreo o visitante poderá flanar pelos modos de passar o tempo\, apreciar a estética sofisticadamente áspera do Sertão Nordestino\, assim como ver e ouvir registros de pintores contemporâneos. No primeiro andar será recebido pela profética alegoria de “Vai Passar”\, poderá contemplar as seleções visuais de um músico de ofício\, fruir as texturas e escalas da pintura\, viver a associação de conceitos entre as obras e penetrar no universo feminino de “Perigosas Motoristas”; após a experiência do olhar do fotógrafo o espectador viverá o momento do texto e a eternidade do artista. O título da exposição surgiu no processo de sua feitura. Na seleção inicial do setor “Tempo Livre”\, a cargo de Victor Burton\, constava uma fotografia de Hart Preston: um flagrante do carnaval carioca de 1942; ambíguo\, ainda que festivo\, sobressaía-se nele a palavra “tristeza”. “No lugar de tristeza\, escrevemos alegria. Alegria de viver\, alegria de criar (título de um projeto de Mário Pedrosa e Lygia Pape para o MAM Rio em 1977). ‘Mato’ na gíria antiga significava abundância. Muita arte\, pois\, aqui\, no Cosme Velho\, ela é ‘mato’”\, nas palavras de Lauro Cavalcanti. Vale lembrar que a expressão “Arte aqui é mato” foi usada antes como título de um trabalho de Aline Figueiredo sobre arte mato-grossense.
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SUMMARY:"Lugar de estar: o legado Burle Marx" no MAM Rio
DESCRIPTION:O Instituto Burle Marx e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) anunciam a exposição Lugar de estar: o legado Burle Marx\, que será inaugurada em 27 de janeiro de 2024. A curadoria conjunta de Beatriz Lemos\, curadora-chefe do MAM Rio\, Isabela Ono\, diretora- executiva do Instituto Burle Marx\, e Pablo Lafuente\, diretor artístico do museu carioca\, propõe novas leituras sobre o acervo documental do trabalho de Roberto Burle Marx (1909-1994) e de seus colaboradores\, no escritório onde foram concebidos mais de 2 mil projetos paisagísticos entre os anos 1930 e 1990. \n\n\n\n“Organizamos uma exposição que parte do trabalho do Escritório Burle Marx e nos incita a pensar questões que afetam o presente e futuro de nossas cidades e dos espaços que compartilhamos”\, informa Pablo Lafuente. O direito à cidade\, o ativismo ambiental\, a sociabilidade nos espaços públicos e as espécies botânicas como patrimônio são temas abarcados pelo legado Burle Marx a partir da década de 1930\, que emergem do acervo salvaguardado pelo Instituto desde a sua criação\, em 2019. \n\n\n\n“São sete décadas de contribuição para a sociedade\, discutindo sobre as cidades\, a relação entre seres humanos e natureza\, a importância dos espaços democráticos de convívio social e bem viver”\, afirma Isabela Ono. \n\n\n\nSegundo Beatriz Lemos\, a exposição propõe um olhar contemporâneo “que tem no Parque do Flamengo o mote conceitual que nos leva a outros projetos no Rio de Janeiro\, no Brasil e no exterior. Nos interessa pensar como esses espaços foram ressignificados ao longo do tempo”. \n\n\n\nPaisagista\, artista multifacetado e nome incontornável do modernismo brasileiro\, Roberto Burle Marx foi autor do projeto dos jardins do MAM Rio\, instituição na qual acontece a terceira exposição do Instituto. Para ampliar o diálogo sobre o acervo\, composto por cerca de 150 mil itens\, o discurso curatorial partiu dos temas que surgem de 22 projetos do paisagista e sua equipe. \n\n\n\nEm mil metros quadrados de área expositiva\, a narrativa se constrói a partir de projetos que pensavam cidades\, estudos\, croquis\, desenhos\, fotografias e recortes de jornal somados às obras dos artistas convidados: João Modé\, Luiz Zerbini\, Maria Laet\, Mario Lopes\, Rosana Paulino e Yacunã Tuxá. Os seis foram instigados a reverberar o legado Burle Marx por meio de trabalhos produzidos especialmente para a mostra ou já existentes. \n\n\n\n“A ideia é que esses artistas nos ajudem a explorar temáticas levantadas a partir do diálogo com o acervo”\, comenta Lemos. A curadoria destaca a relevância de reunir um grupo de gerações\, origens e práticas distintas. “É uma amostra dos diferentes caminhos que a obra de Burle Marx faz possíveis”\, sintetiza Pablo Lafuente. \n\n\n\nLugar de estar: o legado Burle Marx reúne cerca de 100 itens\, em uma expografia que remete aos “lugares de estar” criados como espaços públicos pelo paisagista e seus colaboradores\, com áreas de contemplação\, encontro\, experimentação e simplesmente de estar. A mostra conta também com entrevistas em vídeo – algumas do acervo e outras gravadas para a ocasião\, com depoimentos dos colaboradores sobre a experiência de trabalho no Escritório. \n\n\n\nUsar a memória oral na exposição foi uma forma de destacar o caráter coletivo e colaborativo do legado Burle Marx\, segundo Isabela: “Ao longo de sua história\, o Escritório Burle Marx teve o compromisso ético-estético de pensar a coletividade ao construir esses espaços públicos e democráticos. Do croqui ao projeto\, até o jardim executado\, refletem um desejo de utopias de cidades mais verdes e plurais”.
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SUMMARY:Pierre Verger no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio – MAR abre sua temporada 2023 com exposição que mostra a relação do fotógrafo francês Pierre Fatumbi Verger e seu olhar sobre a diversidade cultural. Numa época em que mesmo com toda luta em prol das populações minorizadas o mundo vê retornar o preconceito étnico-racial e nacional\, por pessoas doutrinadas pela ideia de supremacia cultural\, a mostra Todos Iguais\, Todos Diferentes?\, parceria do museu com Fundação Pierre Verger\, chama a atenção\, provoca e incita o público a refletir sobre a diversidade cultural a partir da obra do fotógrafo francês. Na exposição\, as fotografias de Pierre Verger revelam a beleza da pluralidade dos povos\, o que foi não apenas o seu objeto de pesquisas e trabalhos\, mas\, principalmente\, o seu objetivo de vida desde que saiu da França\, na década de 1930\, para buscar o encontro com o Outro e consigo mesmo\, adotando uma nova forma de viver e de pensar. Com curadoria de Alex Baradel\, a exposição traz mais de 200 fotografias\, apresentadas através de diversos formatos e suportes – ampliações recentes e documentos originais – e também por uma projeção com diversos retratos realizados por Verger ao longo da sua vida. A mostra é complementada por depoimentos de diversos artistas\, intelectuais e pensadores dos países fotografados por Verger; a exemplo do russo Esteban Volkov e do espanhol Juan Coronel Rivera\, netos de Trotsky e de Diego Rivera. Completa a individual um livro-catálogo homônimo\, com retratos produzidos por Verger entre os anos 1930 e 1970 em mais de 20 países dos cinco continentes; imagens que abordam a diversidade e o respeito\, questões que acompanhou Verger durante toda a sua vida. Para Alex Baradel\, a essência do pensamento de Verger está em suas fotografias: “Elas expressam uma das contradições mais importantes\, universais e indispensáveis para um mundo harmonioso\, mas que infelizmente é raramente aceita: no fundo\, somos todos iguais em sermos diferentes; assim\, somos todos diferentes\, mesmo sendo iguais ou deveríamos sê-lo. E encontramos esse pensamento nas palavras de muitas pessoas que foram entrevistadas na preparação da exposição\, citações destacadas de diversas formas\, e que giram invariavelmente em torno da importância da preservação da diversidade cultural\, do respeito ao outro\, e dos movimentos históricos\, como ao colonialismo ou a globalização\, que ameaçaram e continuam ameaçando essa diversidade.” Todos Iguais\, Todos Diferentes? apresenta 50 fotografias de 1×1 m; 10 ampliações de 50×50 cm; além de placas contato originas\, de 32×24 cm\, com 12 retratos em cada\, totalizando cerca de 200 imagens\, além das fotografias incluídas na projeção.
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SUMMARY:"Abre Alas 18" em A Gentil Carioca
DESCRIPTION:A Gentil Carioca inicia seu calendário expositivo de 2023 com a já tradicional Abre Alas 18\, que acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro. A comissão de seleção e a curadoria são compostas por Bruna Costa\, Lia Letícia e Vivian Caccuri\, que selecionaram 29 artistas através do edital 2022/2023. Os selecionados foram Aline Brant\, Ana Bia Silva\, Ana Mohallem\, Andy Villela\, Anna Menezes\, Alexandre Paes\, Ariel Ferreira\, Augusto Braz\, Benedito Ferreira\, Camila Proto\, Celo\, Clara Luz\, Cyshimi\, Daiane Lucio\, Dariane Martiól\, Denis Moreira\, Érica Storer\, Genietta Varsi\, Luiz Sisinno\, Mapô\, Marina Lattuca\, Mônica Coster\, Newton Santanna\, Rafael Vilarouca\, Raphael Medeiros\, Rebeca Miguel\, Rose Afefé\, Vulcanica Pokaropa e Yanaki Herrera. Dando o clima dos trabalhos selecionados para esta edição do projeto\, o texto curatorial diz: “Estamos saindo de um longo inverno\, de suspensão de direitos\, de ataques ao estado democrático e ao patrimônio cultural\, de reacionarismo\, para a chegada de um verão. O relaxamento do corpo\, o anseio pela catarse e a transformação do espaço público em uma grande arena de lazer em 2023\, ganham um outro significado e importância: o prazer não é mais escape\, é uma condição vital. Sabemos que não é possível saltar do inferno ao céu\, do inverno profundo ao auge do verão\, mas os tempos recentes trouxeram alguma esperança. Artistas\, e estes que participam do Abre Alas 2023\, se mantêm alertas. O que vivemos nos últimos anos nos mostra que se tornou quase impossível\, para um artista brasileiro\, não se tornar vigilante. Compartilhamos desta atmosfera política\, imbuídos\, incutidos\, inclusos em sistemas que são inseparáveis. Em cada um de nós há algo de todos nós. A seleção foi pensada a partir dessa mistura de vida. Não é sobre neutralizar privilégios\, porque não está tudo bem\, mas sim evidenciá-los nessa mesma atmosfera\, e tentar restabelecer uma devolução.  A mescla não como suspensão das diferenças e identidades\, mas de busca por aproximações: diante do que emerge num recorte de tantas inscrições\, enxergamos confluências que criam um corpo comum. Memória e aceleracionismos; ecologias\, trabalho e capital; cosmologias; e o reencantamento pela arte. Que a atmosfera proporcionada por estes artistas do Abre Alas 2023 reforce esses bons ventos de retomada”.
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SUMMARY:"Dialetos do Firmamento" na Anita Schwartz
DESCRIPTION:A coletiva Dialetos do Firmamento apresenta obras dos artistas Bonikta\, Ivan Grilo\, Jeane Terra\, Rochelle Costi\, Shen Özdemir\, Thiago Costa e Zé Tepedino\, que abordam diferentes cosmovisões\, mundos inventados e o encantamento dos mistérios que transitam entre o céu e a terra. A exposição foi aberta por um cortejo/performance com oito bandeiras desenhadas e confeccionadas pela artista belga de origem turca Shen Özdemir\, em sua primeira visita ao Brasil\, e a participação de seis músicos integrantes do tradicional Céu na Terra\, seguindo da Praça Santos Dumont\, na Gávea\, até a sede da Anita Schwartz. Por meio de suas linguagens e modos sensíveis de compreensão\, os trabalhos dos artistas de Dialetos do Firmamento constelam imaginários\, desenhando novas direções para modos plurais da existência\, integrada à imensidão dos poderes ocultos do universo. A exposição inaugura o programa de 2023 da galeria e convida o público a imaginar novas possibilidades de cuidar de um futuro ancestral\, em conexão com o campo da arte e da espiritualidade\, construindo percursos e diálogos entre manifestações divinas e profanas. O projeto de um Brasil inventado é revisto pelas potências do intangível\, as expressões primárias e as subjetividades da memória\, atravessando o tempo e o espaço visível/invisível do mundo moderno organizado pela racionalidade. Alguns destaques da mostra são as fotografias Kurumins do Rio (2023) e Ygarapé das Bestas (2023)\, de Bonikta (Caio Aguiar)\, nascide em 1996\, em Ourém\, Pará\, e radicade em Salvador. Sua produção desenha um universo encantado inspirado no imaginário ribeirinho amazônico e em reflexos de vivências que traçam travessias entre o interior e a cidade\, entre a rua e a floresta. Bonitka se dedica a processos de criações e encantarias em diversas linguagens e tecnologias\, do grafite\, lambe-lambe\, ilustrações\, pinturas\, fotografias\, vídeos\, animações\, tatuagens\, máscaras a desenhos digitais\, entre outros\, definindo-se como “bicho que vira gente e gente que vira bicho”. A artista Rochelle Costi (1961-2022)\, que deixou um legado poético de sua coleção amorosa de registros do que a cercava – objetos\, paisagens\, cenas do cotidiano\, é homenageada com a participação da fotografia Escada Palavrada – Céu (2014\, na foto).
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SUMMARY:"Maternagem" no Sesc Duque de Caxias
DESCRIPTION:A exposição Maternagem: percepções sobre o nascer\, realizada pela plataforma Artistas Latinas em parceria com o SESC Rio\, chega à unidade Duque de Caxias da instituição para discutir as múltiplas vivências das mulheres artistas com a maternidade\, reunindo trabalhos das artistas Bárbara Milano\, Nazaré Soares\, Mônica Ventura\, Arcasi\, Thaís Basílio e Mariana Maia. A curadoria fica a cargo de Carolina Rodrigues\, que vem desenvolvendo pesquisas que interseccionam arte e maternidade\, além de integrar o conselho curatorial da plataforma. A temática gira em torno de diferentes situações que afetam a vida das mulheres que são atravessadas pela experiência do maternar\, sejam como mães\, filhas ou irmãs\, passando pelas dinâmicas dos cuidados\, das emoções envolvidas\, a reivindicação da sobrevivência das subjetividades e pulsões de vida mesmo em meio a tantas adversidades e a potência de presenças imateriais daquelas que um dia foram portais para a chegada das que aqui estão ou que não chegaram a nascer. Além da exposição\, a mostra conta com um programa educativo paralelo\, que tem como objetivo criar reflexões e relatos de vivências múltiplas com intersecções instigantes sobre o maternar e o fazer artístico\, além da abordagem de questões urgentes para as vulnerabilidades sociais que são potencializadas pelo lugar determinado para as mulheres-mães no mundo contemporâneo e também as estratégias possíveis para subverter esse sistema. Participam desses encontros doulas\, pesquisadoras e artistas que\, em conjunto com o público\, criam discussões sobre o tema em três encontros e uma oficina.
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LOCATION:Sesc Duque de Caxias\, 47 Rua General Argolo Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Memória do Futuro" no Memorial Getúlio Vargas
DESCRIPTION:Memória do Futuro é uma exposição coletiva com 23 artistas de diferentes estados do Brasil. São eles Consuelo Vezarro\, Cristina Canepa\, Danielle Cukierman\, Débora Rayel Eva\, Federico Guerreros\, Gláucia Crispino\, Leda Braga\, Lili Buzolin\, Lucy Copstein\, Marcia Rosa\, Michaela A F\, Odette Boudet\, Renata Carra\, Riyosuke Komatsu\, Rosa Hollmann\, Rosana Spagnuolo\, Rose Aguiar\, Sandra Gonçalves\, Sheila Riente\, Suzana Barbosa\, Tuca Chicalé Galvan\, Vitória Kachar e Yohana Oizumi. Com curadoria de Shannon Botelho\, a mostra reúne pinturas\, instalação\, fotografias\, desenhos\, esculturas e objetos que refletem o lastro temporal da memória como condutor de um futuro possível e de suas subjetividades. “Toda memória é uma projeção\, que para ser compreendida\, torna-se imagem mental. Elaboração do tempo\, da vida e de suas sensações\, a memória está inserida num conjunto que compreende experiências vividas\, alterações da realidade experimentada ou mesmo de atribuições de sentido para o inexistente\, uma vez que ‘a memória é uma ilha de edição’\, como nos ensinou Waly Salomão”\, explica Shannon. A memória possui ancoragem no passado\, porém o nosso ‘passado recente’ traz questões que percorrem as máculas da dor\, medo\, insegurança\, desespero. “Memória do Futuro é um momento de concentrar energias e projetar melhores dias\, tendo em vista o assombro do passado que não queremos repetir… É no terreno do agora que o artista constrói sua obra\, única forma de tocar o véu místico do futuro. Pois\, o futuro consiste naquilo que construímos ao agir no inerte fluxo do presente”\, observa o curador. As pintura possuem um lugar de destaque na mostra pelas suas relações subjetivas da memória\, dos sonhos e da natureza. Os objetos apresentados perpassam por memórias afetivas que determinam novos caminhos para um futuro em suspensão. As fotografia destacam as particulas do olhar de cada artista sobre a materialidade do cenário presente. As obras propostas para a exposição “indicam possibilidades de futuro: esperanças do amanhã\, energias do hoje e experiências do ontem. Estamos no coração do tempo\, um momento propício para retraçar os caminhos que desejamos percorrer”\, destaca Shannon Botelho.
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LOCATION:Memorial Getúlio Vargas\, s/n Praça Luiz de Camões Glória\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Debora Bolsoni e Rodrigo Bivar na Athena
DESCRIPTION:Duas individuais ocupam o espaço da Athena sob a curadoria de sua diretora artística\, Fernanda Lopes. A primeira é Geometria Sonambular\, de Débora Bolzsoni\, que ocupa a Sala Cubo da galeria com 5 trabalhos inéditos. Entre eles\, há um site-specific (foto) – obra pensada para ocupar um espaço específico – que discute a relação de seu trabalho com a arquitetura da galeria\, em um jogo de investigação entre elementos tridimensionais e espaços arquitetônicos por eles ocupados. Essa é uma questão recorrente no pensamento da artista\, que é também conhecida por apropriar-se das possibilidades oferecidas pelo seu entorno para formular objetos estranhamente singulares. Ao entrar no espaço da Sala Cubo os espectadores se deparam com um grande deslocamento. A estrutura de iluminação da galeria que originalmente encontrava-se no teto\, a 6\,5m de altura\, agora está repousada sobre o chão. A iluminação da sala está literalmente aos pés do visitante\, que caminha entre ela. Apesar de ser pensada como uma parte integrante desse espaço\, a obra Luz Que Desce ganhou autonomia ao longo do processo de montagem\, sendo uma instalação com possibilidades de reformulação em outros espaços expositivos. Os demais trabalhos da exposição se articulam em uma espécie de circuito\, possibilitando ao espectador adentrar na dinâmica do pensamento da artista\, bem como na elaboração e nas diversas fases do projeto expositivo. Caminhando pela sala\, duas maquetes de dimensões proporcionais ao espaço real são vistas com elementos que estão presentes\, de outras maneiras\, no próprio espaço do Cubo. Fios\, estruturas metálicas\, e a obra Sonambular se fazem duplicados como outras possibilidades de projeto a se realizar no espaço e vice-versa. A segunda mostra em cartaz é Sal\, de Rodrigo Bivar. Sal é a segunda mostra que o artista radicado em São Paulo realiza na Galeria Athena\, em Botafogo. Desta vez\, cerca de 8 pinturas inéditas entre grandes e pequenos formatos ocupam a Sala Casa. Existe nas pinturas em exposição um mote que as conecta e que o próprio título nos ajuda a decifrar. O sal é elemento-base das águas dos mares e oceanos\, e\, toda vez que adentramos neles e secamos ao sol\, ficam em nossos corpos as partículas salgadas\, enquanto a água evapora. Bivar explora metaforicamente a maneira como a salinidade encontrada nas praias permanece em nossos corpos\, seca\, e\, nesse caso\, transforma-se também em imagens.
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LOCATION:Galeria Athena\, 50 R. Estácio Coimbra Botafogo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Dudu Garcia na Anita Schwartz
DESCRIPTION:A exposição Tempo-Matéria traz cerca de 14 novas pinturas\, inéditas\, do artista carioca Dudu Garcia. Os trabalhos são da série RA 143\, de 2023\, nome que faz referência ao endereço do ateliê do artista\, na Avenida Rodrigues Alves\, zona portuária do Rio de Janeiro. “Os materiais que uso estão disponíveis ali. São pedras\, cal\, reboco\, limo. Assim como a indústria trabalha com códigos de referência de produtos\, e os astrônomos igualmente classificam assim os astros\, gosto de usar esta nomenclatura\, pois a obra diz respeito ao lugar e ao tempo em que foi produzida. E ao tempo contido na matéria-prima”\, diz Dudu Garcia.“Acho interessante a arte caminhar em paralelo às ciências exatas. Hoje com as descobertas espaciais recentes vemos que o mundo físico cada vez se aproxima mais do metafísico. Acho que a arte tem um papel importante nessa discussão”. Ele acrescenta: “O acaso é meu sócio no trabalho”. A mostra\, primeira individual do artista na Anita Schwartz\, vai ocupar todo o espaço térreo do prédio na Gávea. Em seu processo de criação\, em que os diversos materiais são aplicados em camadas sucessivas\, e depois escavados\, como em um sítio arqueológico\, há considerável esforço físico do artista\, em um trabalho corporal intrínseco. As pinturas de Dudu Garcia ficam na fronteira do ato escultórico. “Esses trabalhos sofrem muita ação minha na sua execução. Possuem fendas\, fissuras\, são peles castigadas. Diria que parte do processo é uma action painting\, com muita entrega de corpo e alma\, muitas decisões e renúncias”\, comenta. A matéria e a passagem do tempo são assuntos de interesse do artista desde que começou a participar do circuito de arte\, no início dos anos 2000. Embora sempre tenha desenhado\, e a pintura tenha permeado suas atividades profissionais\, Dudu Garcia passou a se dedicar à arte depois de uma bem-sucedida trajetória profissional na indústria da moda e em sound design. Na ruptura com o universo já trilhado e o mergulho no desconhecido\, ele foi o primeiro artista a ocupar a antiga Fábrica Bhering\, em 2005\, onde permaneceu até se transferir para o galpão na Rodrigues Alves\, em 2019. São vários os materiais empregados na pintura do artista: pigmentos naturais\, materiais orgânicos e petróleo\, que ele passou a usar como tinta em 2004\, como comentário à necessidade de preservação do meio ambiente. As placas de linóleo\, material usado em gravuras\, técnica a que Dudu Garcia também se dedicou\, também estão presentes em várias obras da exposição.
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SUMMARY:Lucia Koch na Nara Roesler
DESCRIPTION:Nara Roesler Rio de Janeiro inaugura sua temporada de 2023 com a exposição Córte\, da celebrada artista Lucia Koch. Serão apresentadas obras inéditas da série Fundos\, uma das mais emblemáticas de sua produção\, em que fotografa interiores de embalagens vazias usadas para acondicionar os mais diversos produtos\, e que\, ao serem ampliadas para a escala humana\, se transformam em espaços arquitetônicos que interagem com o percurso da exposição\, criando para o público perspectivas surpreendentes. As obras de Córte foram criadas especialmente para o espaço da Nara Roesler Rio de Janeiro. Figuram também na exposição dois trabalhos ainda inéditos no Brasil\, exibidos no Palais d’Iéna\, em Paris\, onde Lucia Koch fez a intervenção Double Trouble\, em outubro de 2022. Única série fotográfica de Lucia Koch e iniciada em 2001\, Fundos apresentou a artista ao público internacional\, e desde então tem integrado exposições individuais e coletivas ao redor do mundo\, como a 8ª Bienal de Istambul (2003); a 27ª Bienal de São Paulo (2006)\, a 11ª Bienal de Lyon (2011)\, e a 1a Bienal de Rabat (2019). Em 2022\, na turnê Portas\, de Marisa Monte\, imagens como Café Extra-Forte e Frutas foram projetadas no palco do show\, com direção artística de Batman Zavareze\, fazendo com que a cantora e os músicos parecessem estar “dentro” da caixa-tela. “Volumes pequenos proporcionam fotos de ambientes internos que aparentam ser amplos\, solenes\, belos. Como algo de valor assim insignificante permite tão admirável imagem?”\, pergunta no texto que acompanha a exposição Francesco Perrotta-Bosch\, arquiteto pela PUC-Rio\, mestre e doutorando pela USP. Da mesma forma\, Dan Cameron (1956)\, respeitado curador norte-americano\, que escreveu sobre ela no livro “Lucia Koch” (APC\, 2016)\, comenta: “Na série Fundos Lucia escolheu a fotografia como ponto de partida\, usando o interior de caixas de papelão e de sacos de papel como ‘dublês’ de espaços arquitetônicos reais\, e fotografando-os de maneira a capturar as sutilezas da luz filtrada\, como se fossem o interior de capelas ou de residências modernistas”. As caixas são fotografadas com luz natural\, e suas aberturas pré-existentes sugerem inesperadas janelas para uma “vista” externa.
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LOCATION:Nara Roesler  Rio de Janeiro\, R. Redentor\, 241 - Ipanema\, Rio de Janeiro - RJ\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Raul Mourão na Casa França-Brasil
DESCRIPTION:Com curadoria de Marcus de Lontra Costa e Rafael Peixoto\, a individual Lugar Geométrico\, de Raul Mourão\, que abre a programação 2023 da Casa França-Brasil\, reúne trabalhos em diferentes escalas que exploram as relações com a arquitetura histórica do prédio a partir das dicotomias entre dentro e fora\, cheio e vazio\, público e íntimo\, instável e estável. Na mostra\, Raul Mourão recria o ambiente de seu ateliê\, com quatro esculturas cinéticas grandes\, de até 5 metros de altura\, além de desenhos e aproximadamente 40 maquetes de suas esculturas\, entre 20 e 30 cm cada. O título da exposição\, Lugar Geométrico\, inspira-se em um conceito da geometria analítica para propor reflexões sobre as questões de pertencimento que atravessam a arte contemporânea\, tomando as formas e linhas como ponto de partida. Para isso\, a exposição traz trabalhos que exploram o movimento pendular em esculturas de ferro da série Rebel\, com destaque para duas obras em grande escala criadas por Raul em 2020 que ocupam o grande átrio central da Casa França-Brasil. Além disso\, em um dos salões laterais\, serão apresentados maquetes e estudos de trabalhos já realizados e de séries ainda em desenvolvimento\, transmitindo a sensação de uma visita ao ateliê e propondo ao público uma experimentação íntima do processo de criação do artista. “Na sala menor a curadoria optou por apresentar uma espécie de visita ao ateliê. Decidimos então reunir num mesmo espaço desenhos de diferentes técnicas e formatos\, fotografias\, pinturas\, um vídeo e um conjunto de 36 maquetes que nunca havia sido  mostrado anteriormente. Essa montagem meio caótica\, onde vários meios (por vezes antagônicos) convivem\, remete ao ambiente e às experiências que vão acontecendo e se sobrepondo cotidianamente no ateliê”\, diz Mourão. “Em meio ao turbilhão de imagens e ideias da contemporaneidade Raul Mourão cria\, constrói e ressignifica a essência construtiva na arte. Liberta de seus compromissos utópicos\, a geometria se afirma como síntese de um discurso poético que acentua a atemporalidade da criação artística. Nesse encontro entre a objetividade do cálculo e a surpresa das poéticas dos movimentos pendulares\, a produção de Raul Mourão dialoga de maneira impactante com a arquitetura da Casa França-Brasil e acentua a potência criativa do artista”\, complementa Marcus de Lontra Costa\, que divide a curadoria com Rafael Fortes Peixoto.
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LOCATION:Casa França-Brasil\, Rua Visconde de Itaboraí\, 78\, Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Raul Mourão na Casa França-Brasil
DESCRIPTION:Com curadoria de Marcus de Lontra Costa e Rafael Peixoto\, a individual Lugar Geométrico\, de Raul Mourão\, que abre a programação 2023 da Casa França-Brasil\, reúne trabalhos em diferentes escalas que exploram as relações com a arquitetura histórica do prédio a partir das dicotomias entre dentro e fora\, cheio e vazio\, público e íntimo\, instável e estável. Na mostra\, Raul Mourão recria o ambiente de seu ateliê\, com quatro esculturas cinéticas grandes\, de até 5 metros de altura\, além de desenhos e aproximadamente 40 maquetes de suas esculturas\, entre 20 e 30 cm cada. O título da exposição\, Lugar Geométrico\, inspira-se em um conceito da geometria analítica para propor reflexões sobre as questões de pertencimento que atravessam a arte contemporânea\, tomando as formas e linhas como ponto de partida. Para isso\, a exposição traz trabalhos que exploram o movimento pendular em esculturas de ferro da série Rebel\, com destaque para duas obras em grande escala criadas por Raul em 2020 que ocupam o grande átrio central da Casa França-Brasil. Além disso\, em um dos salões laterais\, serão apresentados maquetes e estudos de trabalhos já realizados e de séries ainda em desenvolvimento\, transmitindo a sensação de uma visita ao ateliê e propondo ao público uma experimentação íntima do processo de criação do artista. “Na sala menor a curadoria optou por apresentar uma espécie de visita ao ateliê. Decidimos então reunir num mesmo espaço desenhos de diferentes técnicas e formatos\, fotografias\, pinturas\, um vídeo e um conjunto de 36 maquetes que nunca havia sido  mostrado anteriormente. Essa montagem meio caótica\, onde vários meios (por vezes antagônicos) convivem\, remete ao ambiente e às experiências que vão acontecendo e se sobrepondo cotidianamente no ateliê”\, diz Mourão. “Em meio ao turbilhão de imagens e ideias da contemporaneidade Raul Mourão cria\, constrói e ressignifica a essência construtiva na arte. Liberta de seus compromissos utópicos\, a geometria se afirma como síntese de um discurso poético que acentua a atemporalidade da criação artística. Nesse encontro entre a objetividade do cálculo e a surpresa das poéticas dos movimentos pendulares\, a produção de Raul Mourão dialoga de maneira impactante com a arquitetura da Casa França-Brasil e acentua a potência criativa do artista”\, complementa Marcus de Lontra Costa\, que divide a curadoria com Rafael Fortes Peixoto.
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SUMMARY:Alan Adi no MAC Niterói
DESCRIPTION:O Museu de Arte Contemporânea de Niterói apresenta a exposição Por Ser de Lá\, individual do artista sergipano Alan Adi. A mostra é um apanhado da produção recente do artista visual\, onde ele recorre às referências filiadas a seu lugar de origem que se aproximam com suas andanças por terras fluminenses. Entre pinturas e instalações\, o ponto de partida é o gesto visto em uma capa de disco de forró\, que ao ser pintado por Alan\, faz a exposição ganhar corpo e virar um grande cenário para revelar um universo onde Sergipe e o Rio de Janeiro se encontram. Essa exposição foi contemplada no edital de Fomento da Secretaria Municipal das Culturas de Niterói e é apoiada pelo Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Alan Adi vive e trabalha no Rio de Janeiro e Sergipe. O trabalho de Alan Adi (Aracaju\, 1986) passa por pesquisar comumente temas relacionados ao Nordeste\, evidenciando a produção artística vinda da região ao mesmo tempo em que esta dá suporte para a construção de trabalhos que discutem questões relacionadas à formação da sociedade brasileira\, a exemplo da migração\, da economia\, da história e da educação. Interações entre a herança social das imagens associadas ao Nordeste e o atual contexto de nação povoam boa parte de sua pesquisa recente que se atrela aos formatos usuais da poética visual nordestina brasileira. Em exposição na Galeria Superfície (SP) em 2019\, Alan Adi ganhou texto da curadora da Pinacoteca Ana Maria Maia\, que escreveu: “Regresso a Aracajú depois de alguns anos vivendo em São Paulo\, Alan Adi encontrou na sua coleção de vinis as primeiras pistas para se posicionar sobre a construção desse imaginário histórico.  […] Seja nas capas de discos de forró ou em outras peças de uma iconografia sobre o Nordeste e xs nordestinxs\, importa saber se a pose foi montada por quem a performou ou encomendada por quem a observava e possivelmente idealiza. Sobre isso\, não conseguimos saber ao certo em uma primeira leitura desprovida de maiores investigações. O que se sabe\, e vale ressaltar\, é o quanto que as imagens atravessam gerações situando o problema de uma ética das representações. Ou seja\, os retratos são sempre resultado do encontro entre retratantes e retratadxs. Envolvem exercícios de poder\, escuta e silenciamento\, testemunho\, versão\, hipótese\, mentira. Como num espelho distorcido\, as identidades nascem de relações de alteridade. Os corpos nordestinos que Alan Adi investiga na sua obra\, mas também nos trânsitos de vida\, podem\, de alguma forma\, reencenar a dinâmica migratória e uma memória que acarretam disputas regionais e de classe\, autoestima\, admiração e preconceito com x outrx. As questões do passado perduram\, um pouco mudadas\, talvez mais sofisticadas\, no presente; os comentários das obras ecoam na realidade do circuito da arte e na sociedade. Enquanto se proliferam as rotas e o destino prevalece sobre a origem\, o nomadismo de outrora permite especular sobre sujeitos em resistência e busca. Não mais do lugar\, mas no lugar. Aqui\, hoje.” 
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LOCATION:MAC Niterói\, s/nº Mirante da Boa Viagem Boa Viagem\, Niterói\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Fetiche: Retrato" na Nonada Zona Sul
DESCRIPTION:A Nonada de Copacabana apresenta a exposição Fetiche: retrato\, com trabalhos dos artistas Alan Oju (1985\, Santo André\, SP)\, André Barion (1996\, São Paulo)\, Andy Villela (1994\, Rio de Janeiro)\, Bruno Alves (1998\, São Paulo)\, Emerson Freire (1995\, São Paulo)\, Gustavo Magalhães (1998\, Goioerê\, Paraná)\, Irineia Rosa Nunes da Silva (1949\, povoado quilombola do Muquém\, Alagoas)\, Lucas Almeida (1995\, São Paulo)\, Leoa (Renata Costa\, 1997\, Rio de Janeiro)\, Melissa Oliveira (2000\, Rio de Janeiro)\, Marlon Amaro(1987\, Niterói)\,Miguel Afa (1987\, Rio de Janeiro)\, Siwaju (1997\, São Paulo). O texto crítico é do fotógrafo Bob Wolfenson\, reconhecido por seus retratos. Os trabalhos são em grande parte pinturas\, com diversos materiais\, e ainda esculturas e fotografias. “A exposição faz um breve recorte sobre como o retrato\, que é um dos mais antigos sujeitos da história da arte\, encontra ressonância nesses artistas que têm dialéticas tão distintas\, mas que trabalham sobre a representação humana e seus desdobramentos contemporâneos”\, diz Paulo Azeco\, um dos sócios da galeria inaugurada em novembro de 2022. “Vivemos em uma sociedade fetichizada\, onde tudo é elevado\, maximizado. Num momento onde o retrato\, representado pela compulsão pela autoimagem e selfies\, toma lugar daquele outrora idealizado\, o fetiche não é mais aquele enquanto prática. O erotismo está em se mostrar\, mesmo que por filtros e camadas de mentira. O mundo está refém do espelho\, o Narciso deixa o consultório do psicólogo e alcança a grande massa”\, comenta. Em seu texto de apresentação\, Bob Wolfenson diz: “A ideia de que um fotógrafo possa captar a alma ou a essência mais verdadeira da figura humana\, para mim\, é uma tolice\, mas povoa  o imaginário  de grande parte dos críticos e apreciadores de retratos. Não acho que ninguém tenha este poder de ir a essas profundezas\, e\, mais que isso: eu\, como fotógrafo\, a última coisa que me vem à cabeça é  tentar  traduzir a essência ou a alma  de alguém. Não tenho esta pretensão. […] O retratista atua no comando de poses e/ou coreografias\, num  fluxo constante de movimentos\, gestos e silêncios\, até que sinta ter exaurido as possibilidades de uma situação dada\, o que\, ao final\, depende de  um senso de cooperação e confiança recíproca  entre seu sujeito e ele. De todo modo\, alcançar um bom retrato é quase um milagre\, tais os aspectos dissonantes que pairam como um campo de força sobre o momento de fazê-lo\, sejam eles: a expectativa do fotografado\, o desejo do fotógrafo\, o aparato técnico (câmeras\, luzes) e os pedidos de quem  contratou  o trabalho (quando há  terceiros envolvidos)\, todos fatores de intimidação para quem está diante e detrás de uma câmera. No entanto é nessa arena plena de intensidade que se dá a mágica do ‘milagre’”.
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SUMMARY:O Bastardo no MAR
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) apresenta a exposição O Retrato do Brasil É Preto\, de O Bastardo\, com a curadoria de Marcelo Campos e Lilia Schwarcz. Na comemoração de 10 anos do Museu\, o público vai encontrar uma série de pinturas surgidas a partir das experiências do artista. Os retratos realizados com a técnica do grafite e inspirados pelos desenhos de rua possuem destacada assinatura cromática. Em suas telas\, personagens negras\, célebres ou anônimas são protagonistas no repertório visual. O Bastardo\, jovem de 25 anos do subúrbio do Rio\, se apresenta com o compromisso de fazer da arte um lugar de representatividade. A exposição se divide nos núcleos Pretos de Grife\, Assinaturas Pretas\, Narrativas Pretas e Sobre os começos\, onde o artista traz trabalhos de seus primeiros momentos de criação. Para a curadoria do MAR\, promover a primeira mostra individual institucional de O Bastardo é afirmar que o Museu cumpre a sua vocação de identificar o potencial de novos artistas e de suas trajetórias. “É muito importante perceber que no MAR a gente tem interesse por histórias\, a gente não tem só interesse pela arte. Então\, o que nos interessa são as histórias contadas\, e através da arte a gente traz isso. Quando você pensa qual o assunto vai existir numa exposição\, esse assunto tem vínculos sociais muito fortes”\, revela Marcelo Campos\, Curador-Chefe do MAR. As obras expostas em O Retrato do Brasil É Preto apresentam e festejam novos heróis\, protagonistas e formas de representação. “Todo retrato é um autorretrato\, mas é igualmente uma somatória da comunidade\, mostrando como essas são obras ao mesmo tempo individuais e coletivas”\, afirma O Bastardo\, que nasceu e cresceu em Mesquita\, município da Baixada Fluminense. O artista faz tanto um mergulho nas suas vivências no Rio de Janeiro quanto na observação de trajetórias vitoriosas de vidas negras que admira.  “Há uma política curatorial do MAR da maior importância de não fazer distinção entre artistas consagrados e artistas jovens. O Bastardo é um artista que já teve várias obras em exposições do Museu e que volta em uma exposição individual\, depois de ter sido o artista escolhido para estampar a divulgação de Crônicas Cariocas\, que foi a última exposição anual do MAR\, isso tudo com pouca idade\, mas com muito talento. Eu acho que essa individual é consequência desse grande talento que é mérito dele. Formar novas gerações de artistas é uma das nossas missões\, e ver O Bastardo agora abrindo uma exposição aqui no MAR\, sem dúvida\, ilustra aquilo que a gente fomenta e que nesse momento também celebra”\, afirma Raphael Callou\, Diretor do MAR e Chefe da Representação da OEI no Brasil.
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LOCATION:MAR\, Praça Mauá\, 5\, Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Leoa no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Protagonismo feminino e cotidiano do subúrbio do Rio são temas da primeira exposição individual da artista Leoa no MAR. A artista visual mostra sua rotina através de pinturas na mostra Luz no Caminho\, com entrada gratuita. As observações sobre o dia a dia e as paisagens que cruzam o caminho da jovem artista carioca Leoa são alguns dos temas presentes na sua primeira exposição individual. A mostra tem curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Jean Carlos Azuos\, Thayná Trindade e Amanda Rezende. Nos dez anos do MAR\, a equipe curatorial apresenta a produção pictórica de novos artistas ao público. “Os museus têm uma espécie de gesto que é aguardar a carreira\, o sucesso\, a fama e a gente quer fazer o oposto. A gente quer pensar que se um museu tem a sua potência vinculada a uma possibilidade de exibição e de ampliação em relação ao que se exibe\, a gente quer tentar juntar essas pontas\, quer dizer\, unir artistas de carreiras muito recentes trazidos para um grande museu\, como o MAR”\, afirma Marcelo Campos\, curador-chefe do Museu. Na exposição Luz no Caminho\, Leoa apresenta uma série de pinturas que tratam de um arranjo visual da sua vida em Bangu\, na zona oeste do Rio. A artista de 25 anos espelha a força de seu cotidiano por meio dos atravessamentos\, encantamentos e das subjetividades. “Ser do subúrbio carioca me colocou num espaço de pesquisa que envolve o cinza como a cor que liga todas as minhas obras. A exposição narra minha vida como um cotidiano onde observo a natureza da minha realidade social”\, destaca Leoa. A curadoria do Museu avalia que os jovens artistas estão promovendo uma espécie de retorno à pintura. “Tem um movimento de artistas figurativos tratando da sua própria realidade\, ou alguns tratando da sua ancestralidade ou de personagens\, existe um movimento\, principalmente de jovens dentro da pintura figurativa\, de tratarem dos assuntos de seus cotidianos ou das suas percepções do mundo”\, afirma Amanda Bonan\, curadora do MAR. O Museu acredita no papel de abrir espaço e investir em novas artistas. “A Leoa tem uma proposta expositiva que relata a rotina das mulheres\, inclusive as desigualdades que habitam essa rotina\, entre o trabalho doméstico e a vida nos subúrbios cariocas. E eu entendo que dialogar e poder mostrar isso é também algo de importância de caráter social. Esse é um tema contemporâneo\, não é um assunto novo\, é um assunto velho\, mas que ainda precisa ser reforçado e debatido para que a gente possa cada vez mais combater a misoginia e fortalecer a figura feminina dentro da sociedade para ela ser o que ela quiser”\, destaca Raphael Callou\, Diretor do MAR e Chefe da Representação da OEI no Brasil.
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SUMMARY:Marcelo Cipis & Yuli Yamagata e Mateus Moreira na Carpintaria
DESCRIPTION:A Carpintaria exibe duas novas exposições paralelas\, Dois pra cá\, dois pra lá\, com os artistas da galeria Marcelo Cipis e Yuli Yamagata\, e Nêmesis\, de Mateus Moreira\, artista convidado a ocupar o Aquário da galeria. Em Dois pra cá\, dois pra lá\, Marcelo Cipis e Yuli Yamagata fazem um diálogo em obras\, fundindo seus vocabulários formais e repertórios temáticos. Põem para conversar as figuras\, texturas e cores que aparecem em suas obras\, dando forma a uma espécie de casa mobiliada e habitada pelos seus personagens. As pinturas\, desenhos e esculturas de Cipis que partem de um amálgama de idiomas gráficos decorativos e soluções plásticas pós-industriais compartilham o espaço com as composições hiperbólicas\, volumosas e texturalmente híbridas de Yamagata.  Os trabalhos de Marcelo Cipis delineiam um recorte temporal impreciso\, aproveitando dos anos 1920 os ângulos art deco de seu traço\, dos 1950s a paleta cromática de cartazes publicitários e a sofisticação do mobiliário. Em Perna Pêndulo (2017)\, Cipis produz um relógio cujo ponteiro pendular é uma perna humana\, elegantemente vestida com sapato de salto e saia rosa. É esse encontro entre corpo humano e elementos decorativos e funcionais que dá à arquitetura cenográfica de Marcelo Cipis o seu caráter astuto e atemporal. Nas esculturas\, pinturas\, e pinturas-escultura de Yuli Yamagata convivem peças de roupa\, alimentos\, objetos domésticos\, silhuetas humanas e contornos de animais. A artista emprega a costura como desenho\, o estofado e os elementos têxteis como técnica de pintura\, e a dimensão volumétrica da escultura organiza a espacialidade de seus trabalhos. Constrói Revisteiro (2023) com espigas de milho\, ferro\, pés protéticos e tênis; e monta Planeta Ordenadora (2023)\, uma mesa de computador\, com estofados serpenteantes\, uma almofada no lugar do monitor e um pé amputado escondido em seu interior. O mobiliário doméstico de Yamagata parece obedecer a uma ergonomia alienígena\, e os dois trabalhos são cobertos por uma resina verde extraterrestre.  Com essa reunião de obras dos dois artistas\, instaura-se um contexto em que a ambiência doméstica está transformada por procedimentos tão hábeis quanto irônicos\, inserindo uma estranheza incontornável no habitual. Nêmesis é a primeira exposição individual de Mateus Moreira (Belo Horizonte\, 1996) no Rio de Janeiro. Desdobramentos de sua mostra Conselhos\, na Galeria Celma Albuquerque (BH)\, as obras exibidas na Carpintaria compõem ambientes esparsamente povoados por figuras que ora remetem a acontecimentos históricos\, ora participam de cenas fragmentárias em cenários de ruína e catástrofe. Os trabalhos expostos formam um recorte expressivo da produção de Moreira\, cuja pintura articula métodos compositivos clássicos com uma temática contemporânea candente.
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SUMMARY:Gabriela Machado e outras mostras no Paço Imperial
DESCRIPTION:Terreirinho é a exposição individual de Gabriela Machado no Paço Imperial\, no Rio de Janeiro\, que acontece paralelamente às individuais dos artistas Souto Moura\, Anna Braga\, Maria Fernanda Lucena e Monica Mansur\, além da coletiva O que nos Faz Amar e Enlouquecer Antes do Dilúvio. A ideia da mostra é de convocar trabalhos que não possuem a mesma visada\, com pinturas e esculturas de datas e séries diferentes. Na mostra\, Gabriela apresenta um conjunto de pinturas que tiveram como ponto de partida uma série inspirada nos lagos do Jardim da Estrela\, em Lisboa (Portugal)\, que datam de 2017. No seu encalço seguem outras pinturas posteriores de dimensões menores\, ainda que sejam paisagens\, tema geralmente expresso em trabalhos de grandes dimensões. As paisagens retratadas pela artista falam dos lagos\, das águas e das coisas\, estabelecendo por sua vez um diálogo com a sua prática escultórica. Em dado momento\, no processo de preparar a exposição\, dando-se conta da enorme diversidade de estilos\, temas e períodos das peças\, a artista percebeu que estava construindo seu Terreirinho\, de onde veio a inspiração para o nome da mostra. Gabriela Machado é formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Santa Úrsula\, 1984. Estudou gravura\, pintura\, desenho e teoria da arte na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Frequentou cursos em História da Arte\, ministrados pelos críticos Paulo Venâncio Filho\, Paulo Sérgio Duarte e cursos de Estética e História da Arte\, ministrados por Ronaldo Brito\, na PUC e UNI/RIO. A poética da artista é um percurso sem ordem. Em suas telas de grande formato\, a ordem se encontra no traço. Tudo resumido no gesto humano. Seu trabalho dialoga entre a linha de um braço e a linha desenhada\, em constante renovação. A artista procura uma temporalidade de coloração mágica através de cores\, fortes\, firmes e compostas para formar um corpo natural – expressão da dança. No ano de 2009\, Gabriela Machado foi vencedora do Prêmio de Artes Plásticas Funarte Marcantonio Vilaça. Inaugurou o espaço da Caixa Cultural de São Paulo com a exposição Doida Disciplina (2009)\, curadoria de Ronaldo Brito\, após realizar a mesma exposição na Caixa Cultural do Rio de Janeiro e lançar um livro homônimo (Doida Disciplina\, com um recorte de sua produção). Em 2008\, Gabriela fez uma exposição individual na Galeria 3 +1 em Lisboa\, Portugal\, e foi também contemplada com o prêmio Marcantonio Vilaça em aquisição coletiva da Fundação Ecco (Brasília) Em 2008 lançou um livro intitulado Gabriela Machado (Editora Dardo\, Santiago de Compostela\, Espanha)\, com um apanhado de textos críticos e imagens de diferentes fases da sua carreira.
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LOCATION:Paço Imperial\, 48 Praça Quinze de Novembro Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Gertrudes Altschul na Galeria da Gávea
DESCRIPTION:A Galeria da Gávea expõe\, pela primeira vez no Rio de Janeiro\, a obra da alemã Gertrudes Altschul (1904-1962)\, marcada por um trabalho fortemente autoral que a tornou uma pioneira da fotografia moderna brasileira. O devido reconhecimento da fotógrafa veio através da curadora Isabel Amado\, uma das fundadoras desta galeria\, ao realizar pesquisas no FCCB – Foto Cine Clube Bandeirantes em 2014. Dentre as 52 fotografias aqui expostas\, 41 são vintages\, ampliadas pela própria autora em seu laboratório e também por Otto Stupakoff nos anos 1950. A exposição gira em torno de três eixos: o registro da arquitetura moderna brasileira\, com forte rigor geométrico\, ângulos inusitados\, em um período que São Paulo\, cidade onde Gertrudes morava\, passava por um rápido desenvolvimento; a botânica\, que se aproxima a uma abstração gráfica; e as imagens que retratam o universo cotidiano das pessoas e da cultura das ruas naquele tempo. O grande elo entre a galeria e Gertrudes é o seu filho Ernest\, 92 anos\, que vive em São Paulo com sua esposa Laura\, 91 anos. Ambos foram os responsáveis pela preservação de todos os negativos\, folhas de contato e fotografias após a morte de Gertrudes em 1962. Foi a eles que Isabel Amado recorreu tornando-se responsável pela guarda deste material\, por sua conservação e difusão\, com exclusividade. Após 90 anos do início do Holocausto\, a família Altschul permanece com seu legado sendo disseminado e legitimado na fotografia brasileira. Gertrudes encontrou no Brasil a sua vocação artística. Hoje sua obra faz parte de coleções de grandes instituições\, como o MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand) e o MoMA (Museu de Arte Moderna) de Nova York.
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LOCATION:Galeria da Gávea\, . Marquês de São Vicente\, 432 - Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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