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SUMMARY:O MAM Rio celebra seus 75 anos
DESCRIPTION:A exposição museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas propõe um exercício de memória no 75º aniversário do museu: um ato de olhar para o passado\, para o que já foi feito e as coisas que aqui aconteceram\, como convite para pensar o que o MAM Rio pode ser hoje e no futuro.  Focando nas primeiras três décadas de sua história\, a exposição apresenta cinco áreas que ancoram as ações do MAM Rio\, e um evento que marcou seu curso. Educação\, design\, cinema\, o experimental e os movimentos de criação artística que atravessaram a existência do museu são os campos de atuação escolhidos\, os quais cimentam a relevância de uma instituição intimamente ligada às dinâmicas da cidade. Como evento\, o incêndio ocorrido em 1978 no museu representa um momento de mudanças caracterizado pelo engajamento coletivo de profissionais da cultura e da população\, e pela revisão institucional.  Em cada um desses eixos\, obras do acervo do MAM Rio são apresentadas junto com documentos provenientes\, em sua maior parte\, dos arquivos do museu\, escrevendo histórias por meio de objetos\, imagens e impressos. A exposição reúne grandes nomes do acervo do MAM Rio para pontuar os momentos em que o museu foi espaço de experimentação\, produção de pensamento e fazer artístico: Abraham Palatnik\, Alberto Giacometti\, Anita Malfatti\, Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Antonio Dias\, Candido Portinari\, Carlos Vergara\, Carlos Zilio\, Cildo Meireles\, Constantin Brancuși\, Fayga Ostrower\, Hélio Oiticica\, Ivan Serpa\, Lygia Clark\, Lygia Pape\, Max Bill\, Nelson Leirner\, Rubens Gerchman\, Tunga e Willys de Castro\, dentre 93 nomes da arte brasileira e internacional.
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SUMMARY:Instalação inédita "Cosmococa 5 Hendrix War" no Centro Municipal Hélio Oiticica
DESCRIPTION:O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, em colaboração com o Projeto Hélio Oiticica apesenta a instalação inédita Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê)\, da icônica obra Cosmococa – Programa in Progress\, criada em 1973 por Hélio Oiticica (1937-1980) e o cineasta Neville D’Almeida (1941). O Programa in Progress abrange vários desdobramentos – livro\, fotografias\, cartazes\, instalações públicas e domésticas\, como a Cosmococa 5 Hendrix War (versão privê). A obra é a única\, das seis criadas especialmente para residências\, que nunca havia sido mostrada em público. Foi criada em homenagem a Jimi Hendrix (1942-1970)\, e elaborada para ser instalada em um espaço residencial\, privado\, com projetores nos diversos cômodos da casa. Para a exposição no CMAHO\, foi montado um apartamento\, com mobília\, e obras de outros artistas\, como Alexandre Murucci\, Anna Costa e Silva\, Elmo Martins\,Julianne Chaves\, Lígia Teixeira\, Paulo Jorge Gonçalves e Rita Chaves. A exposição da “CC5” faz parte do tour mundial que durará um ano\, em celebração aos 50 anos da criação da emblemática série Cosmococas. O tour foi iniciado no dia em 13 de março de 2023\, na EAV Parque Lage\, no Rio de Janeiro\, quando foi mostrada a Cosmococa 4 Nocagions. Em seguida\, em 18 de março\, durante a SP-Arte\, a CC4\, em versão privê\, integrou a mostra Hélio Oiticica: Mundo-Labirinto\, na Vila Modernista\, nos Jardins\, em São Paulo\, com projeto arquitetônico de Flávio de Carvalho. Depois\, haverá a exibição da Cosmococa 5 Hendrix War e da CC2 Onobject\, na Lisson Galery\, em Nova York; CC2 Onobject e CC3 Maileryn (versões domésticas)\, na Hunter College\, em Nova York; e ainda no The Mistake Room\, em Los Angeles\, EUA; e Carcará Photo Arte\, em São Paulo. A exposição integra o programa Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, que seleciona diferentes ações\, que vão de performances a aulas de diferentes artistas\, pensadores\, professores\, entre outros profissionais\, relacionadas à obra de Hélio Oiticica.
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SUMMARY:Exposição "MAM Rio: origem e construção"
DESCRIPTION:MAM Rio: origem e construção apresenta o processo de constituição do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, começando com sua concepção e concluindo na inauguração de sua sede definitiva\, no Parque do Flamengo. Uma seleção de aproximadamente 160 documentos mostra as ideias e intenções que deram forma ao museu\, as pessoas que contribuíram ou acompanharam sua criação\, e o desenho e construção de seu icônico prédio\, concebido pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy e executado junto à engenheira e urbanista Carmen Portinho entre 1954 e 1967. A exposição complementa a mostra museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas\, em cartaz desde maio no museu. Compartilhar esses processos\, no ano em que o MAM Rio celebra seu 75º aniversário\, tem como objetivo incitar uma reflexão sobre as instituições culturais e explorar de que maneira suas funções respondem a lugares e momentos\, com mudanças ao longo do tempo. Os documentos do arquivo do museu\, com contribuições dos Museus Castro Maya\, ocupam mesas que servem tanto como espaço para encontros e oficinas quanto área de leitura e consulta às publicações\, ou mesmo para o descanso do público. Os livros que integram a exposição são cópias de títulos da biblioteca do museu sobre aspectos e desenvolvimentos relacionados ao MAM Rio e sua história. A mostra será acompanhada por oficinas\, ciclos de palestras e laboratório de leituras.
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SUMMARY:"A Quarta Geração Construtiva no Rio de Janeiro" na FGV Arte
DESCRIPTION:Localizada na sede da FGV\, em Botafogo\, no Rio de Janeiro\, a FGV Arte será um espaço voltado à valorização e experimentação artística e a debates contemporâneos em torno da arte e da cultura\, buscando incentivar o diálogo com setores mais criativos e heterogêneos da sociedade. A iniciativa pretende conectar\, a partir de projetos artísticos\, as escolas da FGV\, tais como a Escola Brasileira de Administração Pública\, a Escola de Economia\, a Escola de Matemática Aplicada\, a Escola de Ciências Sociais (CPDOC) e a Escola de Comunicação\, Mídia e Informação. A FGV Arte prevê ainda seminários\, oficinas metodológicas e cursos práticos de formação para as artes. \n\n\n\nA exposição inaugural foi intitulada de A Quarta Geração Construtiva no Rio de Janeiro pelo curador Paulo Herkenhoff e ficará em cartaz\, com entrada gratuita\, até dezembro de 2023. Na abertura\, às 17h\, será lançado o livro Rio XXI Vertentes Construtivas\, também sob a concepção de Herkenhoff\, que além de organizar a publicação\, dirigiu o projeto editorial junto ao artista e designer gráfico Fernando Leite. O livro é o segundo volume da coleção\, que se iniciou com Rio XXI Vertentes Contemporâneas\, lançado em 2019. \n\n\n\nA relação da FGV com a arte contemporânea vem sendo resgatada desde 2012\,  quando passou a editar publicações sobre diversas vertentes da arte e do design\, a exemplo do livro Móvel brasileiro moderno. \n\n\n\n“Ainda na década de 1940\, a FGV promoveu um curso pioneiro no âmbito artístico que possibilitou a formação especializada para o campo gráfico – em forte expansão à época. A FGV Arte resgata a tradição de incentivo à arte da Fundação\, buscando encorajar e desenvolver ainda mais o setor cultural no Rio de Janeiro”\, avaliza o presidente da FGV\, Carlos Ivan Simonsen Leal\, que completa: “A importância do novo espaço se firma na promoção de diálogos multidisciplinares\, algo que a Fundação tem em sua missão”. \n\n\n\n“A FGV Arte surge em um movimento importante de revitalização do Rio de Janeiro”\, diz Sidnei Gonzalez\, diretor da FGV Conhecimento\, um dos incentivadores do projeto: “O novo espaço abre com a intenção de apoiar a arte contemporânea brasileira e carioca. Local de produção de conhecimento\, prospecção de novos artistas e promoção de diálogos\, a FGV Arte se integra à cidade\, ressaltando um dos seus grandes diferenciais: o setor artístico e seu engajamento criativo”.
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SUMMARY:"Cidade Mulher" no Centro Municipal Hélio Oiticica
DESCRIPTION:O direito de ir e vir é igual para todas as pessoas? Como seria uma cidade pensada por e para as mulheres na sua diversidade – negras\, com deficiência\, lésbicas\, grávidas\, trans\, idosas\, mães? A Exposição Cidade Mulher discute esse tema para promover uma reflexão sobre o acesso\, a mobilidade e o direito das mulheres à cidade. \n\n\n\nA Exposição Cidade Mulher fica em cartaz no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, onde ocupa quatro salas com intervenções artísticas\, instalações e vídeos que abordam assuntos como a participação das mulheres no planejamento das cidades\, mobilidade urbana\, assédio e segurança no transporte público\, direito das mulheres a uma vida sem violência e à moradia digna\, entre outras pautas urgentes para construirmos cidades seguras e acessíveis para todas as pessoas. \n\n\n\n“As perspectivas das mulheres são fundamentais para pensarmos em cidades mais acessíveis\, inclusivas e sustentáveis. Diversas especialistas\, ativistas e artistas estão propondo soluções para nossas cidades\, e a Exposição Cidade Mulher busca visibilizar suas ações e intervenções urbanas\, que apontam caminhos para cidades melhores para todas as pessoas”\, afirmam Claudia Alencar\, Juliana Câmara e Leonardo Bungarten\, idealizadores e produtores da exposição. \n\n\n\nA exposição foi concebida coletivamente\, reunindo vozes dos campos da arquitetura e do urbanismo\, da comunicação\, da assistência social\, da educação\, da cultura e das artes. Com pesquisa de Renata Saavedra e colaboração de Clarisse Linke\, Giordana Moreira\, Hilda Gomes\, Rafaela Albergaria e Tainá de Paula\, a exposição reúne depoimentos da transativista Bárbara Aires\, de Carolina Santos do Coletivo Inclusivas\, da curadora de arte Isabel Portella\, de Val Munduruku\, do grupo Suraras do Tapajós\, e diversas outras ativistas e artistas. A exposição conta ainda com obras das fotógrafas Claudia Ferreira e Camila Kamillo e intervenções dos coletivos Deixa Ela em Paz\, Vem pra Luta Amada\, Facção Feminista Cineclube e AmoCrew. \n\n\n\nA programação de abertura\, no dia 16 de setembro\, contará com a participação da DJ Bieta\, artista multimídia que transita pelas batidas de raiz africana e música brasileira; Slam das Minas\, uma batalha poética em busca da potência artística das mulheres; e Baque Mulher\, movimento liderado pela Mestra Joana\, a primeira e única mulher a comandar o tradicional ritmo Maracatu de Baque Virado. \n\n\n\nMediada por mulheres\, a exposição é gratuita e está disponível para visitação de segunda a sábado\, das 10 às 18h\, até 16 de dezembro. A mostra conta com audiodescrição\, legendagem e tradução em Libras – a Língua Brasileira de Sinais. Haverá ainda oficinas de música\, dança e serigrafia\, sessões de cineclube e rodas de conversa ao longo da exposição\, em programação a ser divulgada em breve. \n\n\n\nCom idealização da Festum\, a exposição tem apoio da Lei de Incentivo à Cultura / Ministério da Cultura\, Prefeitura do Rio de Janeiro\, Secretaria Municipal de Cultura e Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica e patrocínio da Meta. A Exposição Cidade Mulher faz parte de uma plataforma sobre acessibilidade\, mobilidade e diversidade que inclui também as exposições Cidade Acessível e Cidade 60+.
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SUMMARY:"Larguem minha fantasia" na ASFALTO Galeria
DESCRIPTION:A exposição faz referência ao carnaval de 1989 de Joãozinho Trinta na Beija-Flor de Nilópolis\, “Ratos e Urubus\, Larguem Minha Fantasia”. Na esteira do enredo subversivo da escola\, a exposição convida os espectadores a caminhar entre a multiplicidade de histórias presentes nas obras dos artistas\, reinterpretando o termo “fantasia” não apenas como vestimenta carnavalesca\,mas também como uma tecnologia política da imaginação. \n\n\n\nAlice Lara\, Asmahen Jaloul\, Bruno Lyfe\, Edu de Barros\, Daniel Barreto\, Ian Nes\, Juliana dos Santos\, Laryssa Machada\, Marcus Deusdededit\, Maria Amélia Vieira\, Retratistas do Morro\, Victor Fidelis e Victória Cribb compõem a exposição. A nova sede da ASFALTO está localizada na Rua Pedro Ernesto\, 43\, Gamboa\, Rio de Janeiro.
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SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
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SUMMARY:"Tesouros Ancestrais do Peru" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Entre 11 de outubro e 29 de janeiro de 2024\, o visitante do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro poderá conferir a exposição Tesouros Ancestrais do Peru. As 162 peças apresentadas – em cerâmica\, cobre\, ouro\, prata e têxteis – permitem uma viagem pelas antigas civilizações andinas até a cristalização do Império Inca. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pela internet (bb.com.br/cultura). \n\n\n\nReconhecido como patrimônio pelo Ministério da Cultura do Peru\, o conjunto raro de objetos descobertos em diversas expedições arqueológicas pertence à Fundação Mujica Gallo e faz parte do catálogo do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo. Com curadoria de Patricia Arana e Rodolfo de Athayde\, a mostra é dividida em cinco blocos temáticos – Linha do tempo\, Mineração\, Divindades e Rituais\, Cerâmica e Têxteis e Colonização – e apresenta ao público um dos mais importantes acervos da história das civilizações. \n\n\n\n“A escolha dessa exposição no aniversário de 34 anos do CCBB Rio estimula um importante debate sobre a memória latino-americana e seus processos de colonização”\, afirma Sueli Voltarelli\, Gerente Geral do CCBB Rio de Janeiro. “É uma oportunidade tanto de conferir a complexidade de técnicas e saberes de civilizações que habitaram a região quanto de reconhecer o apagamento do legado desses povos em decorrência da ação de colonizadores”\, completa. \n\n\n\nApós a temporada na capital fluminense\, Tesouros Ancestrais do Peru segue para os Centros Culturais Banco do Brasil Belo Horizonte (21 de fevereiro a 6 de maio)\, Brasília (28 de maio a 11 de agosto) e São Paulo (4 de setembro a 26 de novembro). A exibição no Rio tem início com um debate entre os curadores e Camila Pérez Palacio Mujica\, diretora do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo\, em 12 de outubro\, às 15h. O patrocínio da mostra é do Banco do Brasil e da BB Asset Management. A organização é da Arte A Produções.
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SUMMARY:"Abstrações" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:O Centro Cultural PGE-RJ e o Sesc RJ inauguram na quarta-feira (11/10) a exposição Abstrações\, com obras de 5 artistas mulheres: Fayga Ostrower\, Renina Katz\, Anna Letycia e Anna Maria Maiolino\, pertencentes ao acervo institucional do Sesc RJ\, e de Ana Cláudia Almeida\, artista convidada. \n\n\n\nEsta é a primeira mostra da parceria entre a Procuradoria Geral do Estado e o Serviço Social do Comércio\, celebrada em setembro com a instalação do Bristrô Sesc no antigo Convento do Carmo\, sede do Centro Cultural PGE-RJ. \n\n\n\n“Apresentamos aqui artistas mulheres que ampliam tal diretriz\, mostrando-nos que a dicotomia Geometria versus Informalismo foi produto de um discurso ancorado no império da razão\, não raro misógino\, no qual as mulheres permaneciam mal interpretadas pelas características supostamente ambíguas e subjetivas de seu desejo de gestualidade”\, afirma o texto curatorial.
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SUMMARY:"Passeio Público" na Caixa Cultural
DESCRIPTION:O Passeio Público\, primeiro parque da cidade do Rio de Janeiro\, é o tema da exposição homônima que chega à Caixa Cultural Rio de Janeiro no dia 28 de outubro\, com curadoria de Carolina Rodrigues\, Daniela Name e Paula de Oliveira Camargo. \n\n\n\nA partir de suas memórias e imaginações\, o jardim projetado por Mestre Valentim no século XIX é abordado por obras inéditas de 18 artistas nacionais\, com linguagens\, trajetórias e origens diversas. \n\n\n\nOs participantes desenvolveram trabalhos para pensar\, a partir desse espaço\, a trajetória do país e seus múltiplos processos de ocupação urbana e de embates político-sociais. \n\n\n\nAbandono\, desigualdade social\, processos de “revitalização”\, exploração humana\, preconceitos\, tentativas de controle da natureza e até mesmo histórias de amor estão discutidas nas obras que ocupam duas galerias e em instalações e ações que acontecerão em pleno parque. \n\n\n\nParticipam da exposição Ana Kemper; André Vargas; Barbara Copque; Denilson Baniwa;  Diambe da Silva; Eloá Carvalho; Gabriel Haddad e Leonardo Bora; Gilson Plano; Ivan Grilo; Luana Aguiar; Mano Penalva; Mariana Maia; Moisés Patrício; Rafael Amorim; Raul Lea\, Ronald Duarte  e Zé Carlos Garcia.
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SUMMARY:"Labirinto Particular" de Raimundo Rodriguez no Sesc Copacabana
DESCRIPTION:É em seu ateliê\, com mais de mil metros quadrados\, localizado em Nova Iguaçu\, na Baixada Fluminense\, que o artista visual Raimundo Rodriguez passa cerca de 12 horas por dia dando novos significados a materiais encontrados. Latas de tinta\, retalhos de tecidos\, vidros vazios de perfume\, sobras de madeira\, fotografias\, brinquedos e bilhetes antigos\, nada escapa ao seu olhar minucioso\, que devolve os objetos ao mundo em forma de arte. \n\n\n\nTodos os detalhes desse processo artístico tão pessoal chamaram a atenção da curadora Sonia Salcedo del Castillo\, que selecionou um pequeno recorte das quatro décadas de trabalho de Raimundo Rodriguez para a exposição Labirinto Particular\, em cartaz de 27 de outubro a 28 de janeiro de 2024\, na Galeria Sesc Copacabana. A mostra reúne cerca de 20 obras entre esculturas\, instalações\, assemblages\, pinturas e painéis de sete séries produzidas pelo artista no período de 2011 a 2023. \n\n\n\n“Essa exposição é realmente parte da minha história\, da minha memória e dos meus sentimentos. Meu ateliê é um labirinto\, com todo o tipo de material que pode existir. Meus trabalhos não têm fim. Volto\, revisito\, estão sempre em movimento”\, conta o artista visual. A grande inspiração de Raimundo vem da arte popular brasileira\, do neodadaísmo\, dadaísmo\, neorrealismo e da pop art. Produzida pela Modernistas Produções\, a mostra “Labirinto Particular” foi selecionada através do Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2022/2023. \n\n\n\nNuma montagem enxuta\, a primeira série que o público vai conferir é “Heróis e Vilões”. Totalmente em preto e branco\, os trabalhos são interferências de seres abissais feitas pelo artista em plotter de histórias em quadrinho guardados desde 2011. A série “#papelariatemtudo” é uma espécie de diário\, com todo o tipo de papel que faz parte da vida de Raimundo\, de rabiscos e anotações de reuniões a fotos antigas e recados de alunos. \n\n\n\n“Acredito na sacralidade dos objetos. Tenho todo tipo de papel que um acumulador guarda e não me permito perder nada. Tudo isso é parte do meu trabalho\, da minha história”\, conta Rodriguez. “Cubos Latifúndios” e “Esculturas Planas”\, feitas de tampas de latas de tintas\, são objetos que estarão expostos sobre mesas para\, intencionalmente\, serem manipulados pelos visitantes\, numa clara alusão à obra “Bichos”\, de Ligia Clark. \n\n\n\nCom mais de 2 metros\, a instalação da série “Coisário” traz elementos encontrados nas ruas ou doados por amigos e parentes\, como embalagens\, brinquedos e tampas de garrafas\, entre outros. “Ao mesmo tempo que nos deparamos com objetos oriundos de extremo acúmulo de materiais\, vislumbramos outros de simplicidade extraordinária. Na produção de Raimundo há uma verve pop que corre junto com a outra minimalista”\, explica a curadora. \n\n\n\nAté mesmo vidros alvejados por tiros ou pedras\, recolhidos na estação de trem de Deodoro\, e expostos por anos ao tempo\, ganham espaço na série inédita “Fé Inabalável”. Já “Latifúndios”\, a série mais antiga do artista\, é toda feita por latas de tintas usadas por Raimundo em suas pinturas de murais de rua\, na década de 1990. O material também serviu para compor todo o cenário da novela “Pedacinho de Chão” (2016)\, da TV Globo. “Nunca paro. Sempre estou descobrindo novidades neste trabalho. Com as sobras vou cortando\, fazendo coisas menores\, detalhes”\, resume o artista.
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SUMMARY:"Labirinto Particular" de Raimundo Rodriguez no Sesc Copacabana
DESCRIPTION:É em seu ateliê\, com mais de mil metros quadrados\, localizado em Nova Iguaçu\, na Baixada Fluminense\, que o artista visual Raimundo Rodriguez passa cerca de 12 horas por dia dando novos significados a materiais encontrados. Latas de tinta\, retalhos de tecidos\, vidros vazios de perfume\, sobras de madeira\, fotografias\, brinquedos e bilhetes antigos\, nada escapa ao seu olhar minucioso\, que devolve os objetos ao mundo em forma de arte. \n\n\n\nTodos os detalhes desse processo artístico tão pessoal chamaram a atenção da curadora Sonia Salcedo del Castillo\, que selecionou um pequeno recorte das quatro décadas de trabalho de Raimundo Rodriguez para a exposição Labirinto Particular\, em cartaz de 27 de outubro a 28 de janeiro de 2024\, na Galeria Sesc Copacabana. A mostra reúne cerca de 20 obras entre esculturas\, instalações\, assemblages\, pinturas e painéis de sete séries produzidas pelo artista no período de 2011 a 2023. \n\n\n\n“Essa exposição é realmente parte da minha história\, da minha memória e dos meus sentimentos. Meu ateliê é um labirinto\, com todo o tipo de material que pode existir. Meus trabalhos não têm fim. Volto\, revisito\, estão sempre em movimento”\, conta o artista visual. A grande inspiração de Raimundo vem da arte popular brasileira\, do neodadaísmo\, dadaísmo\, neorrealismo e da pop art. Produzida pela Modernistas Produções\, a mostra “Labirinto Particular” foi selecionada através do Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2022/2023. \n\n\n\nNuma montagem enxuta\, a primeira série que o público vai conferir é “Heróis e Vilões”. Totalmente em preto e branco\, os trabalhos são interferências de seres abissais feitas pelo artista em plotter de histórias em quadrinho guardados desde 2011. A série “#papelariatemtudo” é uma espécie de diário\, com todo o tipo de papel que faz parte da vida de Raimundo\, de rabiscos e anotações de reuniões a fotos antigas e recados de alunos. \n\n\n\n“Acredito na sacralidade dos objetos. Tenho todo tipo de papel que um acumulador guarda e não me permito perder nada. Tudo isso é parte do meu trabalho\, da minha história”\, conta Rodriguez. “Cubos Latifúndios” e “Esculturas Planas”\, feitas de tampas de latas de tintas\, são objetos que estarão expostos sobre mesas para\, intencionalmente\, serem manipulados pelos visitantes\, numa clara alusão à obra “Bichos”\, de Ligia Clark. \n\n\n\nCom mais de 2 metros\, a instalação da série “Coisário” traz elementos encontrados nas ruas ou doados por amigos e parentes\, como embalagens\, brinquedos e tampas de garrafas\, entre outros. “Ao mesmo tempo que nos deparamos com objetos oriundos de extremo acúmulo de materiais\, vislumbramos outros de simplicidade extraordinária. Na produção de Raimundo há uma verve pop que corre junto com a outra minimalista”\, explica a curadora. \n\n\n\nAté mesmo vidros alvejados por tiros ou pedras\, recolhidos na estação de trem de Deodoro\, e expostos por anos ao tempo\, ganham espaço na série inédita “Fé Inabalável”. Já “Latifúndios”\, a série mais antiga do artista\, é toda feita por latas de tintas usadas por Raimundo em suas pinturas de murais de rua\, na década de 1990. O material também serviu para compor todo o cenário da novela “Pedacinho de Chão” (2016)\, da TV Globo. “Nunca paro. Sempre estou descobrindo novidades neste trabalho. Com as sobras vou cortando\, fazendo coisas menores\, detalhes”\, resume o artista.
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SUMMARY:"Transeunte" de André Baía no Centro Cultural Justiça Federal
DESCRIPTION:A produção recente de André Baía\, artista visual paulistano radicado em Curitiba\, chega ao Rio no dia 28 de outubro e ocupa a galeria do 1º andar do Centro Cultural Justiça Federal\, no centro da cidade. Intitulada Transeunte\, a exposição reflete o trânsito do artista por diferentes culturas e aponta para questões relacionadas às influências simbólicas que marcam a cultura visual brasileira. Em ambiente instalativo\, a curadoria de Alexandre Sá reúne 17 pinturas de três séries distintas e um único objeto.   \n\n\n\nDe acordo com o curador\, o fio condutor que une as séries apresentadas é pautado pela exploração do universo pictórico e pela influência que a pintura europeia teve na construção de todo um repertório semiótico dentro da cultura visual ocidental\, bem como na cultura popular. \n\n\n\nAndré Baía vem desenvolvendo seus trabalhos por mais de cinco anos em ritmo intenso de conceituação\, pesquisa e produção\, com interesse nas relações entre as culturas pop e visual\, considerando a lógica simbólica da História da Arte dentro de um imaginário nacional e internacional. \n\n\n\nA produção recente do artista ecoa a atual paisagem cultural brasileira\, uma mistura de referências com raízes históricas que funcionam como um disparador criativo para ele. Vem daí a apropriação\, expressa nas telas\, que repensa a tradição pictórica e a contrapõe com o universo pop\, compondo uma espécie de plataforma de reflexão crítica. \n\n\n\nO conjunto de obras exibido revisita o arranjo iconográfico que compõe as cédulas do papel-moeda brasileiro e se apropria da fotografia vernacular típica das redes sociais\, incorporando elementos da cultura pop\, da história da arte e da pintura. Outro elemento evocado pelas pinturas de Baía são as entidades associadas ao sincretismo religioso da Umbanda\, com a qual o artista tem profunda ligação. \n\n\n\n“As séries apresentadas conjugam seus vetores mais pungentes para tecer comentários sobre a cultura afro-brasileira e o universo intransponível da sociedade de consumo”\, analisa Alexandre. \n\n\n\n“O colonialismo e o imperialismo cultural estão intrinsecamente ligados ao consumo\, sobretudo o das imagens. A violência inerente à produção pode ser vista como uma metáfora que simboliza a desconstrução de um legado eurocêntrico”\, reflete André. O artista afirma ainda que questionar o significado de elementos figurativos é sua intenção principal nas séries que vem produzindo. \n\n\n\n“A obra de Baía promove um comentário abrangente sobre a diversidade social\, racial e econômica que nos erige como país atualmente\, reforçando a possibilidade de existência democrática dentro de uma sociedade múltipla como a brasileira”\, conclui o curador.  \n\n\n\nDurante a temporada\, serão realizadas visitas públicas mediadas e uma mesa redonda com participação do artista e do curador.
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LOCATION:Centro Cultural Justiça Federal\, Avenida Rio Branco\, 241 - Cinelândia\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Narrativas em Processo: Livros de Artista na Coleção Itaú Cultural" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Narrativas em Processo: Livros de Artista na Coleção Itaú Cultural\, também disponível virtualmente em livrosdeartista.itaucultural.org.br\, chega ao Rio de Janeiro\, sétima cidade de sua itinerância pelo Brasil\, com cinco novas peças\, recém-adquiridas. Em cartaz de 28 de outubro de 2023 e 21 de janeiro de 2024\, no Museu de Arte do Rio – MAR\, a mostra percorre mais de 80 anos desse tipo de produção no cenário brasileiro\, sendo também composta por obras da instituição carioca. Assim\, somando 134 itens de 99 artistas\, uma coleção alimenta-se da outra\, preenchendo vazios e formando uma rede robusta\, em um diálogo entre acervos. \n\n\n\nFelipe Scovino assina a curadoria da Coleção Itaú Cultural\, concentrada nos artistas brasileiros\, particularmente na transição entre o moderno e o contemporâneo. Entre as novidades estão Aberto pela aduana\, de Eustáquio Neves\, projeto selecionado pelo Rumos Itaú Cultural 2019-2020; Anotações Visuais\, de Dalton Paula; Búfala e Senhora das Plantas\, de Rosana Paulino; …Umas\, de Lenora de Barros; e Reprodutor\, de Rochelle Costi. \n\n\n\nPor sua vez\, com curadoria de Júlio Martins a coleção de livros de artista do MAR se foca em produções brasileiras recentes com interesses em recortes de racialidade\, ancestralidade\, gênero e território\, além de apresentar caráter internacional. Há\, por exemplo\, revistas editadas pelo coletivo feminista Guerrilla Girls\, que reescreve a história da arte nesse suporte acessível e direto. \n\n\n\nAs 55 obras do Itaú Cultural estão distribuídas em cinco eixos: Rasuras\, Paisagens\, Álbuns de Gravura\, Uma Escrita em Branco e Livros-objetos. As do MAR somam 72 agrupadas em três: Outros começos\, Livro de carne e No vazio do mundo. Entenda cada um deles abaixo. \n\n\n\nA exposição contará com programação paralela composta por duas mesas de debates: uma no dia 30 de novembro\, com participação da artista Rosângela Rennó\, e outra no dia 19 de dezembro\, com Yhuri Cruz\, também artista integrante da mostra. A curadoria das duas instituições também estará presente nos bate-papos sobre a produção artística e as obras de ambos os artistas.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Ònà Irin: Caminho de Ferro" de Nádia Taquary no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A artista baiana Nádia Taquary inaugura sua primeira exposição individual no Museu de Arte do Rio (MAR) com a mostra Ònà Irin: Caminho de Ferro\, que se concentra na joalheria afro-brasileira e na ancestralidade. A exposição apresenta esculturas\, objetos-esculturas\, instalações e videoinstalações que exploram as jóias de crioulas\, tradições nagô e yorubá\, e elementos de transformação. A exposição reflete a missão do MAR em promover a arte contemporânea brasileira produzida por mulheres. Nádia Taquary é conhecida por sua pesquisa sobre a cultura afro-brasileira e já participou de exposições nacionais e internacionais. A exposição é curada pelo artista e curador Ayrson Heráclito e pela equipe do MAR.
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SUMMARY:"Paisagem sem dono" de Geraldo Marcolini na Galeria Cassia Bomeny
DESCRIPTION:Curada por Christiane Laclau\, a individual Paisagem sem dono reúne telas de duas séries que\, apesar de distintas na técnica e no resultado estético\, abordam a temática da paisagem marcada pela ausência do sujeito. O título da mostra remete a uma questão política relacionada à paisagem contemporânea. “Se pensarmos no termo em inglês\, landscape é um pedaço de terra\, um lugar físico. E\, hoje\, todos os metros quadrados da Terra são propriedade privada ou pública. Por outro lado\, a paisagem será sempre sem dono porque é caracterizada pela visão subjetiva de cada indivíduo – e também do artista”\, reflete Marcolini.
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SUMMARY:"Sala de espera" de Vijai Maia Patchineelam na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:No dia 9 de novembro a Cavalo apresenta Sala de espera\, a segunda individual de VijaiMaia Patchineelam no espaço da galeria\, em Botafogo. A exposição reunirá obras querepresentam um ciclo de dez anos de prática e pesquisa do artista. Durante essa década\, Vijaibuscou investigar o posicionamento de artistas dentro da divisão administrativa deInstituições de Arte e experimentar o potencial das atividades ali desenvolvidas. Em busca demudanças estruturais\, a pesquisa defendia a vinculação de artistas como parte integral\, eremunerada\, no funcionamento e planejamento de museus\, fundações\, espaços culturais\,coleções\, entre outros. \n\n\n\nEm 2013\, Vijai transformou seu ateliê individual em uma cozinha coletiva e informal acontragosto da diretoria da Jan van Eyck Academie\, Países Baixos. A criação da cozinhainformal teve como intenção criar um espaço de trocas entre artistas\, curadores\, designersalém de orientadores e demais funcionários. No ano anterior\, a Academia havia passado poruma renovação que retirara a cantina\, que funcionava também de cozinha coletiva fora dohorário comercial\, e no seu lugar colocou um Restaurante Café aberto ao público. Asnegociações junto à diretoria para manter a cozinha informal aberta acabou por motivar Vijaia transformar essa experiência em um doutorado prático-teórico. Concluído ano passado\, odoutorado resultou na publicação do livro The Artist Job Description\, for the Employment ofthe Artist\, as an Artist\, Inside the Art Institution (2020). \n\n\n\nJá no Brasil\, a pesquisa de Vijai se desenvolveu através da colaboração com o InstitutoMoreira Salles que resultou no fotolivro Samba Shiva: as fotografias de Sambasiva RaoPatchineelam (2017). O foto-livro apresenta as fotografias tiradas pelo geólogo Sambasiva\,pai de Vijai\, que retratou sua migração da Índia ao Brasil\, via Europa\, entre o final da décadade 60 ao início da década de 80. Em paralelo a sua história de família\, o trabalho editorial deVijai junto ao IMS buscou uma reflexão sobre a relação entre artista e instituição através doquestionamento de conceitos como de autoria e legitimação institucional. Reflexão queculminou em discussões produtivas em relação a aspectos contratuais e autoria artísticacompartilhadas.
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SUMMARY:"Rubem Valentim (1922-1991) – Sagrada Geometria" na Pinakotheke Cultural
DESCRIPTION:A Pinakotheke Cultural\, no Rio de Janeiro\, tem o prazer de convidar o público para exposição Rubem Valentim (1922-1991) – Sagrada Geometria\, de 13 de novembro a 16 de dezembro de 2023\, com entrada gratuita. A curadoria é de Max Perlingeiro\, e consultoria de Bené Fonteles\, artista plástico\, poeta e amigo mais próximo de Rubem Valentim\, e que o acompanhou por duas décadas\, até sua morte. \n\n\n\nA exposição celebra este extraordinário artista\, nascido em Salvador\, em 9 de novembro de 1922\, e falecido em São Paulo\, em 30 de janeiro de 1991\, que fez do sagrado sua vida e obra\, “representante genuíno da arte afro-descendente no país\, e dono de um dom único em mesclar arte\, religião e todo o sincretismo que vive a nossa cultura”\, afirma Max Perlingeiro. \n\n\n\nA exposição reúne perto de 75 obras\, em pinturas e desenhos\, e ainda seus “objetos”\, com pintura sobre madeira\, e um ensaio fotográfico de Christian Cravo\, dedicado ao celebrado conjunto com 20 esculturas e 10 relevos brancos chamado “Templo de Oxalá”. Este conjunto\, feito por Rubem Valentim em 1974\, e pertencente ao Museu de Arte Moderna da Bahia\, em Salvador\, é um dos destaques da 35ª Bienal de São Paulo. \n\n\n\nA Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) elegeu Rubem Valentim – Sagrada Geometria como a melhor retrospectiva de 2022\, quando foi realizada na Pinakotheke\, em São Paulo.
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LOCATION:Pinakotheke Cultural Rio de Janeiro\, Rua São Clemente 300\, Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Ana Durães – Diálogos da Paisagem" na Casa de Petrópolis
DESCRIPTION:Quem conhece a artista Ana Durães sabe que a delicadeza rege sua vida e sua arte intrinsicamente\, assim como sua conexão com a natureza. Isso está perceptível\, pulsando\, na exposição Ana Durães – Diálogos da Paisagem\, que abre para visitação a partir do dia 11 de novembro\, na lendária Casa de Petrópolis\, sob curadoria de Monica Xexéo. A individual é realizada pela Galeria Patricia Costa\, que a representa\, e reúne trabalhos desenvolvidos nos últimos três anos em seu ateliê no Vale das Videiras\, cidade serrana fluminense\, a partir do jardim projetado pelo botânico e paisagista francês Auguste François Marie Glaziou (Lannion\, França\, 1828-Bordeaux\, França\, 1906)\, para a residência do empresário José Tavares Guerra (1861-1907)\, bisavô de Luiz Aquila\, um dos herdeiros do icônico casarão do século XIX. Atualmente\, abriga a Casa de Petrópolis – Instituto de Cultura\, reconhecida por seus inovadores projetos de inclusão e acessibilidade da arte contemporânea brasileira. Com esta exposição\, Luiz Aquila encerra sua gestão “com chave de ouro”\, como ele mesmo frisa\, no espaço cultural. No ano que vem\, em fevereiro\, está programada uma roda de conversa finalizando esta etapa. \n\n\n\n“A obra de Ana Durães é um dos mais belos exemplos contemporâneos da pintura de paisagem\, gênero cultivado ao longo da história da arte por artistas brasileiros e estrangeiros. Com sólida e erudita formação\, retrata com escrita própria\, em muitos dos seus trabalhos\, as suas investigações de botânica e sua preocupação com a preservação da natureza”\, afirma a curadora. \n\n\n\nA coloração das sapucaias com suas variações do bordô ao rosa\, misturadas ao verde\, impressionou Ana ao chegar um dia na cidade. Estarão expostas obras inéditas em tinta a óleo de grandes formatos\, além de outras impressas em fine art  em papel de bambu e hemp – resultado\, segundo ela\, de uma pesquisa em que fotografa a natureza reproduzindo como uma “paisagem inventada” de sua janela no período em que permaneceu reclusa na serra.  “Desde que o Aquila me convidou para fazer essa exposição fiquei muito feliz e honrada; Petrópolis tem uma representação muito importante na minha vida\, principalmente nos últimos tempos. A ideia do ateliê no Vale das Videiras\, que mantenho há mais de 10 anos\, foi justamente a de ter um lugar onde eu pudesse pintar dentro da paisagem”.  Fui muito bem acolhida pela cidade e posso dizer que a delicadeza das pessoas do lugar foi o fator primordial para mim”\, diz Ana Durães. “Se eu puder levar para alguma pessoa um sopro de beleza\, um respiro\, é o que me proponho a fazer”\, resume. \n\n\n\nNatural de Diamantina\, Minas Gerais\, Ana Durães iniciou a sua formação artística na tradicional Escola Guignard\, em Belo Horizonte\, criada em 1943 e\, hoje\, vinculada a Universidade do Estado de Minas Gerais. Na década de 1980\, mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro\, onde cursou a Escola de Belas Artes\, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Hoje\, a artista se divide entre Petrópolis e Lisboa\, onde mantém outra residência e contatos profissionais e afetivos.
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LOCATION:Casa de Petrópolis – Instituto de Cultura\, Av. Ipiranga\, 716 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Miguel Afa — Em construção" no Instituto Inclusartiz
DESCRIPTION:No dia 11 de novembro\, o Centro Cultural Inclusartiz abre ao público sua nova exposição: Miguel Afa — Em construção. Sob a curadoria de Victor Gorgulho\, curador-chefe da instituição\, a mostra individual irá ocupar o espaço expositivo do primeiro andar até fevereiro de 2024 com um recorte de cerca de 20 pinturas da produção recente do artista Miguel Afa (Rio de Janeiro\, 1987) — incluindo trabalhos inéditos — voltados para a sua pesquisa em relação ao uso da cor. \n\n\n\nNorteada pelo tempo de maturação que um artista leva para entender e identificar em sua obra aquilo que é reincidente e realmente importante em seu repertório poético\, visual e temático\, a curadoria desta exposição chama atenção para uma produção artística em processo\, em transformação. Nome proeminente do cenário carioca da arte contemporânea\, Miguel Afa nasceu no Complexo do Alemão\, Zona Norte da cidade\, e iniciou sua carreira como grafiteiro nos anos 2000. Desde 2019\, vem se dedicando à pintura e explorando suas inúmeras nuances em paletas que transitam entre tons de marrom\, bege\, terra\, preto e suas muitas variações. \n\n\n\n“Nesta exposição\, temos a chance de presenciar a obra de Afa em construção diante de nossos olhos\, nos convidando a contemplar o momento atual em que esta se encontra\, já distante dos experimentos iniciais em grafite que ocuparam o início de sua carreira\, e ainda afastada do que está por vir. E que nem o artista e tampouco nós podemos atestar o que será”\, conta Victor Gorgulho. \n\n\n\nO trabalho de Miguel Afa reside no reino figurativo\, reconstruindo meticulosamente memórias\, tecendo fios enigmáticos do inconsciente com elementos tangíveis da realidade. Este processo o permite criar narrativas profundamente alinhadas com a sua visão artística. Com o tempo\, esta jornada em evolução transformou-se numa exploração matizada da cor. Como colorista\, descobriu sua autêntica identidade artística. \n\n\n\nA construção\, presente no título da mostra\, realizada em parceria com a galeria NONADA (representante do artista)\, evidencia-se também na aparição recorrente de casas e construções nas pinturas presentes na exposição — ora em estágio intermediário de seu erguimento\, ora em estágio similar às ruínas daquilo que já foi uma casa —\, a exemplo da tela de larga escala “O tremor e o terroso” (2023). Trabalhos inéditos da série “Moonlight” (2023)\, baseadas em frames do filme homônimo de Barry Jenkins lançado em 2016\, também estão presentes nesta individual. \n\n\n\n“É difícil pensar em resumir em poucas palavras a reunião destas obras. Ao mesmo tempo que há certos hiatos temporais entre elas\, elas também se encontram em tempos diferentes\, em um cruzamento que eu vejo que é muito forte. Eu também consigo perceber a maturidade que vai crescendo de uma pintura para outra. É como se as pinturas ficassem provocando a si mesmas\, umas às outras. Acho que aqui\, vendo este recorte apresentado pela curadoria\, percebo que estou propondo uma visualidade muito nova dentro do meu trabalho”\, conclui Afa.
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LOCATION:Instituto Inclusartiz\, Rua Sacadura Cabral\, 333 - Gamboa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Espectros (Cadeira 17)" de Nuno Ramos na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Anita Schwartz Galeria de Arte apresenta a exposição Espectros (Cadeira 17)\, constituída por uma peça teatral mecânica de Nuno Ramos\, em uma grande instalação que ocupará o espaço térreo expositivo\, com oito metros de pé direito. A obra é um monumento culminante da aproximação do artista com o teatro\, presente ao longo de sua trajetória. \n\n\n\nNuno Ramos conta que o título se refere à peça “Espectros”\, do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen (1828-1906)\, “onde o passado\, o hereditário\, o inevitável\, não cessam de retornar”. “Este trabalho é uma homenagem ao teatro\, e principalmente à Fernanda Montenegro”\, diz o artista. “Seu discurso na cerimônia de posse na Academia Brasileira de Letras é uma das fontes e inspirações deste trabalho”. “Cadeira 17” é a cadeira ocupada desde março de 2022 por Fernanda Montenegro\, na ABL. \n\n\n\nEm um trabalho exaustivo e minucioso – “infernal”\, observa Nuno Ramos – elevem se ocupando da elaboração desta obra há um ano. Para construir as falas dos personagens\, o artista mixou mais de sete mil fragmentos de vozes\, selecionadas em arquivos históricos e na internet\, em uma extensa pesquisa. “É uma homenagem ao teatro\, uma fantasmagoria. Lidar com vozes pré-existentes me deu uma liberdade maior para criar o texto. Elas falam o que querem\, e eu tento fazer com que falem o que quero\, e desta luta saiu meu texto”\, explica. \n\n\n\nO espaço expositivo se transformará em um palco\, em que estarão\, como elementos cênicos\, uma cortina vermelha\, com cinco metros de altura\, três cadeiras e uma corneta militar. A cada um desses itens\, ou personagens\, será associado um conjunto de vozes. O movimento em cena será dado por um sistema mecânico e automático de roldanas e contrapesos\, que farão com que cortina\, cadeiras e a corneta subam e desçam. A cada um dos cinco objetos cênicos corresponde uma caixa de som\, que será acionada quando o contrapeso que movimenta os objetos pousar sobre ela. “Trata-se de uma ‘Peça de Teatro Mecânica’\, que funciona sozinha\, \n\n\n\ncomo uma geringonça autônoma que não precisa de atores nem de espectadores”\, dizNuno Ramos”.
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LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30\, Rido de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Corações à Desmedida" uma homenagem a Rochelle Costi no Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:Corações à Desmedida é uma homenagem à artista gaúcha Rochelle Costi\, nome fundamental da arte contemporânea que contribuiu com a formação de muitos artistas e colaborou de maneira muito transformadora com o Solar dos Abacaxis. Ao longo de três décadas\, Rochelle Costi desenvolveu continuamente um de seus trabalhos mais significativos\, Coleção de Artista (1993-2022). Ela reuniu gradativamente mais de 200 objetos representando corações\, trazidos de viagens\, encontrados por acaso ou recebidos como presentes. Esta coleção ocupava a parede atrás de sua cama\, sendo representativa de duas dimensões primordiais de sua prática: a intimidade e a afetividade. \n\n\n\nPara ritualizar o marco de um ano de sua passagem\, ciclo importante para várias culturas\, o Solar dos Abacaxis organiza essa exposição que é também uma cerimônia coletiva de luto e celebração\, convidando artistas a criarem corações em homenagem à artista. Na mostra no Solar dos Abacaxis\, a obra Coleção de Artista agora ganha a companhia de mais de 400 corações tocados por Rochelle\, enviados de todas as regiões do país\, incluindo peças de Rosângela Rennó\, João Modé\, Marcius Galan\, Diambe\, Orlando Maneschy e Paula Trope.
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SUMMARY:"Cultivos do Mistério" no Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:A Oficina Solar\, residência artística e de pesquisa do Solar dos Abacaxis\, é um sonho coletivo que se tornou realidade com a sua primeira edição. Durante três meses\, oito artistas de diversas regiões do Brasil e do mundo desenvolveram suas práticas na nova sede e agora exibem os trabalhos na mostra Cultivos do Mistério\, em um formato expositivo que é a continuação da própria prática no ateliê\, oferecendo a oportunidade de encontro com novos experimentos destes artistas. \n\n\n\nO programa de residência tem como objetivo fomentar a produção de artistas independentes em início de carreira. Dispõe de espaços de ateliê\, oferece uma bolsa mensal\, acompanhamentos curatoriais e visitas a ateliês de artistas como Laura Lima\, Cabelo\, Vivian Caccuri e Adriana Varejão. \n\n\n\nA seleção dos oito nomes se deu a partir de convocatória pública ou por convites diretos por meio de parcerias institucionais. As pessoas contempladas são: Ana Bia Silva (RJ)\, Anti Ribeiro (PE)\, Carchíris (MA)\, Carolina Favre (Argentina)\, Fujioka (RJ)\, Gianmarco Porru (Itália)\, Janice Mascarenhas (RJ) e Loren Minzú (RJ). \n\n\n\nEm suas propostas\, há desde o desejo de implementar uma escuta para as nuvens até fazer a terra se mover\, passando por se relacionar com astrologia\, alquimia\, candomblé e desenho\, pensar sobre as histórias de um passado coletivo por meio dos cabelos\, saber o que é sentir uma viagem\, perguntar-se como são exatamente nossas ruínas ou o que aconteceria aos colonos se os astros se tornassem opacos como a memória.
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SUMMARY:"Renata Cazzani: Pulsações Cromáticas" na Galeria Patrícia Costa
DESCRIPTION:A forma como Renata Cazzani decifra a equação entre medida\, geometria e cor é uma característica marcante logo percebida em um primeiro contato visual estabelecido com suas telas abstratas\, predominantemente de grandes escalas. No entanto\, o olhar mais intimista sobre os planos de dimensões generosas\, recortados por barras\, permite captar detalhes que conduzem a pinceladas que se alternam entre a explosão e a minúcia presente em pequenos pontos de cor. O espectador será convidado a observar essas questões nas pinturas recentes da artista\, produzidas entre 2022 e 2023\, que serão apresentadas na exposição Renata Cazzani: Pulsações Cromáticas\, que ocupa a Galeria Patricia Costa a partir do dia 21 de novembro. Com uma trajetória artística iniciada aos 16 anos de idade\, Renata Cazzani\, que já expôs em Nova Iorque e no Toyota Municipal Museum of Art\, no Japão\, teve como mestres Celeida Tostes e Angelo Venosa\, ao ingressar no Parque Lage nos idos dos anos 1980. \n\n\n\n“Costumo pensar as cores dos meus trabalhos dividindo os quadros em linhas\, sempre com uma forte influência da natureza sobre minhas escolhas e experimentos; busco inspiração nas tonalidades do mar\, das plantas e das flores. Nesta nova série\, o colorido se faz bastante presente através de uma gama de azuis\, verdes e do bordô com suas derivações – algo pouco usado por mim até então -\, além de algumas tintas metalizadas. Entre as minhas 20 telas em acrílica desta individual\, que vai apresentar também dípticos\, as pinceladas estão ainda mais marcantes e perceptíveis\, parte de um processo criativo que já vinha acontecendo e ficou mais pronunciado agora”\, explica Renata Cazzani. \n\n\n\nA curadoria é de Vanda Klabin: \n\n\n\n“As obras recentes de Renata Cazzani ganharam autonomia e configuram uma reflexão contínua\, um mundo próprio. A tela esticada sobre o seu suporte concentra a ação da utilização de recursos aparentemente tradicionais – telas\, tintas e pincéis. Sua gestualidade está diluída nas pinceladas\, mas deixa a marca de sua presença\, atenuada nos procedimentos que adota para finalizar o seu processo de trabalho e\, por vezes\, apresenta traços reconhecíveis pela a aplicação da cor em grandes áreas\, onde a artista não demonstra receio pelas cores fortes. Podemos observar como a substância cromática ganha espessura no trabalho no seu processo criativo: experimentar é manter viva a capacidade de ser atual e surpreendente\, graças a uma espacialidade aberta e uma liberdade oriundas das suas intensidades cromáticas”.
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LOCATION:Galeria Patrícia Costa\, Shopping Cassino Atlântico - Av. Atlântica\, 4240 - Loja 224/225 - Copacabana\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Construtor de memória" de Fabio Miguez na Nara Roesler
DESCRIPTION:Nara Roesler Rio de Janeiro tem o prazer de apresentar Construtor de memória\, individual de Fabio Miguez que reúne em torno de 30 pinturas realizadas ao longo de 2023 e que representam novos desdobramentos da sua série Atalhos. Os exemplares mais recentes da pesquisa se dividem em dois percursos principais desenvolvidos a partir de fragmentos de seu campo referencial pessoal e afetivo: pinturas em pequeno formato feitas a partir de releituras de fragmentos de obras de mestres renascentistas e experimentos combinatórios e geométricos derivados da planificação esquemática de volumes. A mostra abre ao público no dia 23 de novembro e segue em exibição até 17 de fevereiro de 2024. \n\n\n\nMais do que o nome de uma série\, Atalhos é um conceito norteador da prática de Miguez. “Atalhos permite a junção de trabalhos formando sentenças. Dependendo da vizinhança\, eles ganham\, inclusive\, outro sentido. Essa é a ideia do atalho\, a passagem de um campo referencial a outro que se dá na criação desses conjuntos propondo possivelmente novos sentidos”\, revela o artista.Nos últimos anos\, Miguez tem se dedicado a releituras feitas a partir de fragmentos de obras de mestres renascentistas como Giotto\, Fra Angelico\, Simone Martini e Piero della Francesca. Pioneiros no domínio da espacialidade\, da perspectiva e do ilusionismo no campo da pintura a partir de fins do Século XIII\, estes mestres construíram em suas representações composições inovadoras que incluíam estruturas arquitetônicas complexas\, em geral como cenários para acontecimentos de cunho religioso. Ao revisitar essas antigas pinturas\, Miguez remove os episódios narrativos das representações\, dando protagonismo ao espaço\, destacando a geometria presente nestes fragmentos deslocados pelo artista.  \n\n\n\nAo enfatizar o aspecto espacial das composições pré-renascentistas\, o artista também estabelece um ponto de contato entre elementos da história da pintura europeia com a arte brasileira\, em especial os movimentos do século XX ligados à tradição construtiva\, que se detém com mais profundidade na forma e na espacialidade.  \n\n\n\nO segundo atalho da série nos leva a outra dimensão da investigação que deriva de uma pesquisa iniciada através da planificação de caixas de papel: por meio dos esquemas por elas obtidos\, Miguez passou a observar a estrutura combinatória ali presente\, as regras que compunham o conjunto e as exceções sugeridas por essas regras\, por meio das quais o trabalho foi se desdobrando em uma série de possíveis composições e novos arranjos formais.   \n\n\n\nEssa lógica de combinações\, regras e exceções também pode ser observada no modo como os conjuntos de obras estão organizados na exposição. Seja nos conjuntos que reúnem as releituras dos mestres ou no conjunto que reúne as derivas combinatórias alcançadas através do exercício de planificação\, o espectador é convidado a desvendar as exceções produzidas pelas regras criadas pelo artista.
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LOCATION:Nara Roesler  Rio de Janeiro\, R. Redentor\, 241 - Ipanema\, Rio de Janeiro - RJ\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Chão de Terra" de na Francisca Martins no Centro Cultural dos Correios
DESCRIPTION:Com uma pesquisa que perpassa a força da geometria cromática e questões do território e da paisagem\, a artista Ana Francisca Martins inaugura a sua primeira mostra individual no Rio de Janeiro. A exposição Chão de Terra terá início no dia 23 de novembro no Centro Cultural dos Correios.  A mostra aborda as relações entre o humano e o ambiente\, contemplando tanto espaços urbanos quanto rurais por meio de pinturas\, fotografias\, objetos e instalações. \n\n\n\nA curadoria da exposição é assinada pela também artista e curadora Cota Azevedo. “Ana utiliza cores e composições expressivas para estabelecer um diálogo entre esses diferentes cenários\, explorando símbolos ligados à habitação e às conexões emocionais com o ambiente. A geometria cromática desempenha um papel fundamental na obra. Os trabalhos apresentam uma poesia visual que convida os espectadores a explorar memórias e a relação entre o ser e o espaço ambivalente que ele ocupa na contemporaneidade”\, afirma a curadora Cota Azevedo. \n\n\n\nA exposição Chão de terra aponta o cruzamento entre diferentes espaços e tempos\, inscritos em cada lugar\, no campo e na cidade\, e o surgimento de diversos suportes e materiais na construção de cidades\, é que constitui a paisagem contemporânea. “Revendo meu percurso\, percebo que estas questões permearam o meu trabalho desde sempre. O corpo que contempla é o mesmo que se insere neste espaço em busca de um alargamento do olhar\, e talvez\, de pertencimento. Recentemente meus olhos voltaram-se para as coisas que fazem parte do cotidiano de cada lugar. Tudo o que parece ter nascido ali: um prego\, um tijolo ou uma simples tábua apoiada. Tudo está inerte\, mas sua presença é um acontecimento\, que demarca um tempo e o espaço que o habita”\, revela a artista Ana Francisca Martins.
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LOCATION:Centro Cultural dos Correios\, Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Poá-Panema" de Renan Cepeda na Gaby Indio da Costa
DESCRIPTION:Poá-Panema é a primeira exposição individual do artista Renan Cepeda (Rio de Janeiro\, 1966) na galeria Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea. Marcando o início da representação do artista pela galeria\, a mostra reúne trabalhos recentes\, com cerca de dezoito obras. \n\n\n\nProduzida inteiramente em 2023 no vale do Paranapanema\, entre os estados de São Paulo e Paraná\, “Poá-Panema” é um conjunto de fotografias noturnas de árvores solitárias em meio às vastas plantações da região\, iluminadas por lanternas e luzes presas em um drone\, que sobrevoa a paisagem. A luz da lua\, muitas vezes presente\, complementa a exposição longa na câmera\, de vários minutos\, marcando os horizontes. \n\n\n\nO título deste trabalho é uma oposição dos significados em tupi entre os termos “poá” (sorte\, felicidade\, prosperidade) e “panema” (azar\, maldição). A intenção do artista é questionar a forma intensa e predatória de como produzimos comida\, considerando-se a necessidade de se alimentar bilhões de pessoas no mundo. \n\n\n\nPara apresentar este novo trabalho\, Cepeda rompe com duas práticas tradicionais de se expor fotografia\, apresentando as obras em suporte de alumínio e não mais em papel\, quando obtém as impressões no metal por sublimação\, o que confere resistência e permanência superiores a qualquer outro material. As molduras com vidro também são abolidas\, lançando mão de pranchas de uma madeira de lei que era muito presente no Paranapanema e que agora é rara de se encontrar\, a peroba-rosa. Nestas peças Cepeda cavou entalhes e instalou as lâminas de alumínio sublimadas com as imagens.
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LOCATION:Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea\, Estr. da Gávea\, 712 - São Conrado\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Década dos Oceanos – 1ª Mostra Nacional de Criptoarte" no CCBB RJ
DESCRIPTION:A exposição propõe um espaço para o debate sobre as novas fronteiras da arte contemporânea e apresenta a primeira geração brasileira de artistas digitais que usam a plataforma blockchain para validação da sua produção. \n\n\n\nA temática da mostra se alinha com a iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para Educação\, Ciência e Cultura (Unesco) em favor dos oceanos. Deste modo\, promove reflexões sobre o mundo contemporâneo e o futuro em um planeta ecossistêmico\, interdependente\, hiperconectado e altamente tecnológico\, porém com grandes desafios de coexistência e sustentabilidade.  \n\n\n\nO projeto destaca a produção nacional no cenário da arte contemporânea e reúne 27 artistas: Monica Rizzolli\, Eduardo Kac\, Carlos Vamoss\, Rejane Cantoni\, Hifa Cybe & Maurizio Mancioli\, Fesq\, Vitoria Cribb\, Alexandre Rangel\, Clelio de Paula\, Giselle Beiguelman\, Marlus Araujo\, Gustavo Von Ha\, Occulted\, Anaisa Franco\, Leandro Lima\, Suzete Venturelli\, Tânia Fraga\, Biarritzzz\, Adriano Franchini\, Vini Naso\, Katia Maciel\, Simone Michelin\, Lucas Bambozzi\, Vita Evangelista\, Andrei Thomaz\, Tais Koshino e PV Dias.
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LOCATION:CCBB\, 66 R. Primeiro de Março Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Nunca só essa mente\, nunca só esse mundo" na Carpintaria
DESCRIPTION:A mostra reúne trabalhos históricos\, obras recentes e inéditas que juntas dão forma à busca por proximidade e reciprocidade com o mundo físico. Situando-se nos intervalos entre a nossa percepção imediata e a capacidade de imaginar outras cenas\, o trajeto construído delineia a natureza como reunião de processos de correlação entre o dado e o construído. As paisagens e configurações espaciais não se atém à representação de imagens ou vistas literais\, mas reconstituem atmosferas e ambiências intangíveis. \n\n\n\nCom obras de Aislan Pankararu\, Allan Weber\, Amadeo Luciano Lorenzato\, Anderson Borba\, Antonio Tarsis\, Barrão\, Carlos Bevilacqua\, Cristiano Lenhardt\, Efrain Almeida\, Erika Verzutti\, Ernesto Neto\, Frank Walter\, Gerben Mulder\, Gokula Stoffel\, Janaina Tschäpe\, João Maria Gusmão + Pedro Paiva\, Leda Catunda\, Luiz Zerbini\, Lucia Laguna\, Marina Rheingantz\, Mauro Restiffe\, Paulo Monteiro\, Robert Mapplethorpe\, Rodrigo Andrade\, Rodrigo Cass\, Rodrigo Matheus\, Sheroanawe Hakihiiwe\, Tadáskía\, Tatiana Chalhoub\, Tiago Carneiro da Cunha e Yuli Yamagata.
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LOCATION:Fortes D’aloia & Gabriel Carpintaria\, R. Jardim Botânico\, 971 - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Da Kutanda ao Quitandinha – 80 anos" no Centro Cultural Sesc Quitandinha
DESCRIPTION:O Sesc Rio de Janeiro tem o prazer de convidar\, no dia 1º de dezembro de 2023\, a partir das 10h\, para a inauguração da exposição Da Kutanda ao Quitandinha – 80 anos\, que abre as celebrações dos 80 anos do espaço inaugurado em 1944 como hotel-cassino\, e que hoje sedia o Centro Cultural Sesc Quitandinha. A grandiosa exposição tem curadoria geral de Marcelo Campos\, e será composta por seis núcleos\, traçando um percurso que começa no século 18\, com as primeiras referências da presença de negros na Freguesia de Nossa Senhora de Inhomirim\, base do povoamento da região\, por meio da navegação do rio Piabanha e das fazendas que exploravam o trabalho escravizado\, que deu origem à cidade que hoje conhecemos como Petrópolis. \n\n\n\nA mostra irá destacar inicialmente as tecnologias trazidas pelos africanos\, suas lideranças\, e a quitanda – assentada no local onde está o Quitandinha – operada por mulheres pretas\, e responsável por parte expressiva da economia do século 19. A palavra é derivada de kitanda\, “feira”\, e kutanda\, “ir para longe”\, no idioma quimbundo\, falado em Angola\, origem de muitos africanos que formam a grande população afro-brasileira. Vários artistas contemporâneos participam deste núcleo. \n\n\n\nEm outro segmento\, Anna Bella Geiger (1933) ocupa um lugar central\, com um documentário sobre ela feito especialmente para a exposição\, e com obras que participaram da 1ª Exposição de Arte Abstrata\, em 1953. Para se ter uma ideia do ambiente glamuroso do local em sua época de cassino\, de 1944 a 1946\, vários itens do mobiliário e da decoração foram recriados\, além de uma galeria com reproduções de fotografias de época\, pertencentes ao Instituto Moreira Salles. Bailes Black\, de carnaval\, funk\, jambetes\, Furacão 2000\, nos anos 1970\, também terão registros na exposição. \n\n\n\nDois importantes artistas negros\, que tiveram forte presença no antigo hotel-cassino\, ganham visibilidade e são homenageados. Tomás Santa Rosa (1909-1956)\, pintor\, ilustrador\, responsável pela inovação no design de capas de livros – Cacau (1934)\, de Jorge Amado\, e Caetés (1933)\, de Graciliano Ramos\, são exemplos – e importante cenógrafo – a peça Vestido de Noiva (1943)\, de Nelson Rodrigues\, em 1943\, marco no teatro brasileiro – e autor dos murais da piscina e do café-concerto\, e da pintura decorativa de biombos do Quitandinha. Em outros dois espaços do CCSQ serão reproduzidas as decorações de carnaval do Rio\, feitas por ele em 1954. Ativista dos movimentos étnico-raciais\, trabalhou de 1947 a 1949 no Teatro Experimental do Negro\, fundado por Abdias Nascimento (1914-2011). Já o gaúcho Wilson Tibério 1920-2005) fez nos salões do Quitandinha\, em 1946\, uma exposição com cerca de 130 obras. Militante político e antirracista\, foi viver na França\, de onde fez constantes viagens à África\, onde pesquisou o cotidiano das populações e ritos afro-brasileiros\, criando várias pinturas\, e participando de eventos sobre artes negras\, como o 1º Congresso de escritores e artistas negros na Universidade de Sorbonne\, Paris\, em 1951\, e do 1º Festival Mundial de Artes Negra\, em Dacar\, em 1966\, hoje em dia um evento emblemático. \n\n\n\n“Pensar e celebrar os 80 anos do Quitandinha\, focando em arte e cultura\, é rever uma história\, sublinhar fatos\, em sua maioria\, desconhecidos\, e cuidar para que uma sociedade desigual não permaneça”\, afirma Marcelo Campos. “O Quitandinha foi protagonista nas relações da paz mundial\, com a assinatura\, em 1947\, do tratado que se tornaria\, anos depois\, na Organização dos Estados Americanos\, a OEA. Dois importantes artistas brasileiros\, Tomás Santa Rosa e Wilson Tibério\, realizaram murais e exposições neste local. A primeira mostra de arte abstrata do Brasil aconteceu lá. Portanto\, a exposição ‘Da Kutanda ao Quitandinha’ atravessará parte dessa história sob um olhar atual. Levantamos imagens de imprensa importantes e raras. Entrevistamos Anna Bella Geiger\, uma das participantes da exposição de Arte abstrata”\, assinala. “Realizar esta exposição é evidenciar a centralidade do Quitandinha\, hoje\, Centro Cultural Sesc\, na realização de ações culturais”.
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LOCATION:Centro Cultural Sesc Quitandinha\, Avenida Joaquim Rolla\, nº 2\, Quitandinha\, Petrópolis\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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