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SUMMARY:“Um Defeito de Cor” no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A exposição é baseada nos contextos sociais\, culturais\, econômicos e políticos do século XIX\, abordados no livro de mesmo nome da escritora mineira Ana Maria Gonçalves. Ao todo serão 400 obras de artes entre desenhos\, pinturas\, vídeos\, esculturas e instalações de mais de 100 artistas de localidades\, como Rio de Janeiro\, Bahia\, Maranhão e até mesmo do continenteafricano\, em sua maioria negros e negras\, principalmente mulheres. A exposição tem obras inéditas de Kwaku Ananse Kintê\, Kika Carvalho\, Antonio Oloxedê\, Goya Lopes\, produzidas especialmente para homenagear o livro.
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SUMMARY:Atos de revolta no MAM
DESCRIPTION:O MAM Rio inaugura a exposição Atos de revolta: outros imaginários sobre independência\, desenvolvida em colaboração com o Museu da Inconfidência. Com curadoria de Beatriz Lemos\, Keyna Eleison\, Pablo Lafuente e Thiago de Paula Souza\, a mostra parte do bicentenário da independência do Brasil para propor uma releitura desse processo histórico desde a arte\, reunindo obras e objetos do período colonial\, em diálogo com a produção de artistas contemporâneos\, de gerações e geografias diversas. \n\n\n\nA exposição foca em uma série de levantes populares e motins que antecederam esse momento ou que ocorreram nas décadas subsequentes – durante o Primeiro e o Segundo Reinado\, e o período regencial. Foram convidados a pensar essa história desde os múltiplos levantes: Arissana Pataxó\, Ana Lira\, Elian Almeida\, Gê Viana\, Gustavo Caboco Wapichana (com Roseane Cadete Wapichana)\, Marcela Cantuária (com a colaboração das Brigadas Populares)\, Tiago Sant’Ana e Giseli Vasconcelos (com Pedro Victor Brandão). Além dos comissionamentos\, a exposição inclui a remontagem de uma obra de Luana Vitra e trabalhos recentes de Arjan Martins\, Glicéria Tupinambá\, Paulo Nazareth e Thiago Martins de Melo.
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SUMMARY:"O Circo Chegou!" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Marcando o aniversário de 1 ano do Museu do Pontal em sua nova sede\, a exposição “O Circo Chegou!”\, com curadoria dos diretores do Museu do Pontal\, Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, reúne cerca de 70 conjuntos de peças em torno da obra cinética “O circo”\, do artista Adalton Fernandes Lopes (Niterói\, 1938-2005)\, com mais de 100 personagens que se movimentam. Com mais de cem personagens\, a obra é uma engenhoca de fabricação manual que usa diversos materiais reciclados e\, muitas vezes\, adapta peças e engrenagens\, inventando sistemas para fazer movimentar figuras articuladas – palhaços\, trapezistas\, encantadores de serpentes\, equilibristas\, mágicos\, músicos e dançarinos. Como ocorre no mundo poético da arte popular brasileira\, essas máquinas são únicas\, e trazem as marcas do pensamento criativo de seus autores. Em torno dela\, estão reunidos trabalhos do acervo do museu de artistas como Antônio de Oliveira (Minas Gerais)\, Mestre Vitalino (Pernambuco)\, Ciça (Ceará)\, Claudio Henrique (Alagoas)\, Severino Vitalino (Pernambuco)\, Socorro Rodrigues (Pernambuco)\, Manoel Eudócio (Pernambuco)\, Mestre Abel (Maranhão)\, Vavan (Alagoas) e João das Alagoas. Vindas de coleções convidadas do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular\, do SESC São Paulo e do Itaú Cultural\, figuram também obras de Adauto Alves Pequeno (Rio de Janeiro)\, Henrique Huesca Hidalgo(São Paulo)\, Maria Cândido Monteiro (Ceará)\, Molina (São Paulo)\, Rita Huesca Hidalgo (São Paulo) e Véio (Sergipe). Dialogando com essas peças\, fotografias sobre o universo circense completam a exposição\, clicadas por grandes nomes históricos e contemporâneos como Cafi (Pernambuco)\, Celso Brandão (Alagoas)\, Claudio Edinger (Rio de Janeiro)\, Luiz Braga (Pará)\, Luiz Hossaka (São Paulo)\, Márcio Vasconcelos (São Paulo)\, Pierre Verger (França)\, Ratão Diniz (Rio de Janeiro e Walter Firmo (Rio de Janeiro)\, vindas do Instituto Bardi\, Fundação Pierre Verger\, Instituto Moreira Salles\, Coleção Marta e Paulo Kuczynski e de acervos dos artistas. Inspirada pelo caráter nômade\, que leva o circo a transitar por diferentes culturas\, assumindo múltiplas identidades\, a exposição reunirá ainda fotografias e filmes que abordam tanto o circo tradicional\, de origem europeia\, quanto os circos contemporâneos\, bem como a comicidade presente nas festas populares\, com seus palhaços fanfarrões\, divertidos e animados\, figuras típicas da folia de reis mineiras\, dos reisados pernambucanos\, dos guerreiros de Alagoas\, do bate-bola carioca e do bumba-meu boi do Maranhão. O circo\, de forte apelo lúdico\, simboliza a complexidade e beleza da arte popular brasileira. Nos pequenos circos interioranos\, o conhecimento sofisticado e invulgar se aprende de maneira autodidata\, diluindo as fronteiras entre arte\, sobrevivência e aventura. Para o curador e diretor do Museu do Pontal\, Lucas Van de Beuque\, “A exposição foi desenvolvida pensando o acervo em conexão com o universo vivo e pujante do circo e das culturas populares”.
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LOCATION:Museu do Pontal\, 3300 Av. Célia Ribeiro da Silva Mendes Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Walter Firmo no CCBB
DESCRIPTION:Depois de ficar em cartaz no Instituto Moreira Salles Paulista\, a mostra “Walter Firmo: no verbo do silêncio a síntese do grito” chega ao CCBB RJ\, onde fica até março de 2023. Com cerca de 266 fotografias\, a exposição do consagrado artista carioca traça um panorama dos mais de setenta anos de sua trajetória. Produzidas desde o início da carreira do fotógrafo\, nos anos 1950\, até 2021\, as imagens retratam a população e a cultura negra de diversas regiões do país\, revelando ritos\, festas populares e religiosas\, personagens e cenas cotidianas. Firmo é responsável por registros icônicos de grandes nomes da música popular brasileira\, também encontrados em um dos segmentos da mostra. O conjunto destaca a poética de Firmo\, associada à experimentação e à criação de imagens muitas vezes encenadas e dirigidas. Grande parte das obras exibidas provém do acervo do fotógrafo\, que se encontra sob a guarda do IMS desde 2018 em regime de comodato. A curadoria da retrospectiva é de Sergio Burgi\, coordenador de Fotografia do IMS\, e de Janaina Damaceno Gomes\, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e coordenadora do Grupo de Pesquisas Afrovisualidades: Estéticas e Políticas da Imagem Negra. Nascido em 1937 no bairro do Irajá\, no Rio de Janeiro\, e criado no subúrbio carioca\, filho único de paraenses – seu pai\, de família negra e ribeirinha do baixo Amazonas; sua mãe\, de família branca portuguesa\, nascida em Belém –\, Firmo começou a fotografar cedo\, após ganhar uma câmera de seu pai. Em 1955\, então com 18 anos\, passou a integrar a equipe do jornal Última Hora\, após estudar na Associação Brasileira de Arte Fotográfica (Abaf)\, no Rio. Mais tarde\, trabalharia no Jornal do Brasil e\, em seguida\, na revista Realidade\, como um dos primeiros fotógrafos da revista. Em 1967\, já trabalhando na revista Manchete\, foi correspondente\, durante cerca de seis meses\, da Editora Bloch em Nova York. Neste período no exterior\, o artista teve contato com o movimento Black is Beautiful e as discussões em torno dos direitos civis\, que marcariam todo seu trabalho posterior. De volta ao Brasil\, trabalhou em outros veículos da imprensa e começou a fotografar para a indústria fonográfica. Iniciou ainda sua pesquisa sobre as festas populares\, sagradas e profanas\, em todo o território brasileiro\, em direção a uma produção cada vez mais autoral. Nas fotografias\, prevalece uma aura de afetividade e valorização da negritude\, como afirma o próprio artista: “Acabei colocando os negros numa atitude de referência no meu trabalho\, fotografando os músicos\, os operários\, as festas folclóricas\, enfim\, toda a gente. A vertigem é em cima deles. De colocá-los como honrados\, totens\, como homens que trabalham\, que existem. Eles ajudaram a construir esse país para chegar aonde ele chegou.”
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SUMMARY:"A Palavra: Verso" na Nonada Zona Norte
DESCRIPTION:Com o nome inspirado pela palavra que abre uma das obras fundamentais da literatura brasileira\, “Grande Sertão: Veredas”\, de Guimarães Rosa\, a galeria Nonada ocupa dois espaços: um em Copacabana e outro em um galpão industrial na Penha\, subúrbio do Rio de Janeiro. A mostra inaugural reúne obras em diversos suportes e materiais de 32 artistas de várias cidades brasileiras\, com pesquisas que abrangem temas atuais\, entre eles racismo\, questões políticas\, sociais e de gênero. O texto crítico é do artista\, poeta e compositor André Vargas. Na Penha\, na Nonada ZN\, com área de mais de 200 metros quadrados e 4\,5 metros de altura\, estão as obras de A Palavra: Verso\, de caráter mais lírico. Entre os artistas da exposição inaugural de Nonada estão Agrippina\, de São Gonçalo\, Rio; Alan Oju\, de Santo André\, São Paulo; Allan Pinheiro\, do Complexo do Alemão\, Rio; Castiel Vitorino Brasileiro\, de Fonte Grande\, Vitória\, Espírito Santo; Darks Miranda\, de Fortaleza\, vive no Rio; Melissa Oliveira\, do Morro do Dendê\, Rio; Miguel Afa\, do Complexo do Alemão\, Rio; Pazza Pennello\,  de Odessa\, Ucrânia\, vive em Kiev; Renan Aguena\, do Rio; Siwaju\, de São Paulo\, e vive no Rio; e Vika Teixeira\, do Morro do Inferninho\, Niterói\, entre outros. Eles produzem em diversos materiais e suportes – pinturas\, esculturas\, fotografias\, poesia\, vídeos\, entre outros – que percorrem várias pesquisas\, discutindo temas de nosso tempo. André Vargas\, em seu texto crítico\, escreve sobre “A Palavra: Verso”: “Respondemos mal à medicação\, porque não criamos a doença. Quem a criou segue imune e impune de seu caráter maligno. A crônica das classes é a sua consciência\, e o sintoma mais comum é o vigor da poesia. (…) Num mundo que gira padrões\, que sejamos a altera presença. Pois quando nos encantamos em um mundo desencantado\, dando razão à loucura\, nesse mundo desconcertado\, arruinamos as bases de uma hegemonia\, que ainda não sabe\, mas agoniza engasgada com o próprio rabo.” A iniciativa da criação de Nonada é de Paulo Azeco e João Paulo Balsini\, a que se juntaram os dois irmãos Ludwig e Luiz Danielian\, donos da Danielian Galeria\, na Gávea.  “Há uma qualidade impressionante de trabalhos feitos por artistas que não têm tanto acesso ao circuito de galerias\, que trazem temas atuais\, entre eles questões políticas\, sociais\, de racismo e gênero. Queremos apresentar de forma plural novos talentos\, visões e força criativa”\, comenta Paulo Azeco\, graduado em Artes Visuais na Universidade Federal de Goiás com pós-graduação em Métiers d’art: lesArtsAppliqué\, na École Boulle\, em Paris\, e uma longa trajetória em galerias importantes em São Paulo. Ludwig Danielian conta que sempre desejou ter um espaço de arte no subúrbio\, diferente do perfil da galeria na Gávea. Com o projeto de Paulo Azeco e João Paulo Balsini – colecionador de arte e advogado com atuação em políticas públicas – revitalizou\, junto com seu irmão Luiz Danielian\, a fábrica de moda praia e lingerie aberta por seu pai em 1968\, e desativada há sete anos.
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LOCATION:Nonada Zona Norte\, 677 Rua Conde de Agrolongo Penha\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Miguel Rio Branco no IMS Rio
DESCRIPTION:Miguel Rio Branco (1946) é um dos nomes mais respeitados da fotografia brasileira contemporânea. A exposição “Miguel Rio Branco: Palavras cruzadas\, sonhadas\, rasgadas\, roubadas\, usadas\, sangradas” lança um novo olhar sobre sua contribuição original ao usar a fotografia como elemento básico de uma escrita visual\, capaz de dar novos sentidos às imagens. Para isso o artista revê seu arquivo de vida inteira\, das raras imagens em preto em branco\, capturadas na Nova York dos anos 1970\, quando iniciava suas experimentações artísticas\, até trabalhos recentes. São mais de 200 obras\, que investigam temas como a sexualidade\, a violência\, a dor e a solidão. A mostra esteve em cartaz no IMS Paulista de 8/12/2020 a 22/8/2021. Filho de diplomata\, Rio Branco cresceu entre a Espanha\, Portugal\, o Brasil\, a Suíça e os Estados Unidos. Nos anos 1960\, em Berna\, Suíça\, iniciou-se no desenho e na pintura\, linguagens que influenciariam sua obra posterior. Em 1966\, matriculou-se no New York Institute of Photography. No Brasil dos anos 1970\, trabalhou como diretor de fotografia em filmes de Júlio Bressane e Arnaldo Jabor\, entre outros cineastas. Também atuou como fotógrafo documental\, registrando paisagens e habitantes do país. Entre 1980 e 1982\, foi correspondente da Agência Magnum\, em Paris. Com o passar dos anos\, suas fotografias se distanciaram da simples função documental\, assumindo tons poéticos e sensoriais\, em diálogo com outras linguagens artísticas. “Palavras cruzadas…” apresenta imagens de vários momentos da carreira de Rio Branco. Inclui\, por exemplo\, a série “New York Sketches”\, produzida em Nova York\, entre 1970 e 1972\, quando Rio Branco morou na cidade e conviveu com artistas como Hélio Oiticica\, Antonio Dias e Rubens Gerchman. Pouco conhecidas\, essas fotografias em preto e branco documentam a energia vibrante e ao mesmo tempo decadente do bairro de Lower East Side. Entre as imagens\, há registros de Oiticica no metrô e de marcos da arquitetura\, como o World Trade Center\, destruído em 11 de setembro de 2001.
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LOCATION:IMS Rio\, 476 R. Marquês de São Vicente Gávea\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Pedro Andrade na Anita Schwartz
DESCRIPTION:Em Outro Lugar\, o jornalista e apresentador Pedro Andrade (Rio de Janeiro\, 1979)\, conhecido por sua participação no Manhattan Connection e seus programas de viagens ao redor do mundo\, mostra pela primeira vez seu trabalho autoral em fotografia\, a que se dedica há 20 anos aproveitando suas idas a outros países e culturas. Na exposição\, figuram 26 fotografias\, com registros de culturas e comunidades que ainda mantêm suas tradições\, apesar das pressões da globalização. Entre elas\, o povo Waorani\, na Amazônia equatoriana\, ainda protegida do contato externo; cristãos fiéis em Lalibela\, em Amhara\, no norte da Etiópia; as Escaramuzas\, guerreiras amazonas na costa ocidental do México; e tradicionais mezcaleros na cidade mexicana de Oaxaca. A decisão de mostrar agora suas fotografias se deve ao vasto material já reunido\, com muita experiência adquirida\, e o desejo de compartilhar com o público seu olhar pelas variadas culturas que registrou. “O resultado do trabalho é a interação entre meu olhar e a realidade. Minha visão daquele mundo”\, comenta. “Sempre fui muito apaixonado por gente\, por buscar o lado humano nas notícias. Gosto de ser um contador de histórias. Quero agora mostrar um lado mais pessoal\, diferente do trabalho jornalístico”\, diz. Seu interesse pelo desconhecido\, por buscar realidades fora de sua zona de conforto\, pessoas de diferentes etnias\, religiões\, culturas\, o levou a viajar para locais distantes\, às vezes isolados e bastante inacessíveis. Com sua Fuji XE4 na mão\, em grande parte com uma lente de 35mm\, sua favorita\, Pedro Andrade percorreu lugarejos no continente americano e na África\, fazendo fotografias sempre em p&b\, impressas sobre papel Hahnemuhle Photo Rag Satin\, em edições limitadas. Na exposição\, estarão fotografias feitas em comunidades que ainda mantêm suas tradições\, apesar das pressões da globalização. Entre elas\, o povo Waorani\, na Amazônia equatoriana\, ainda protegida do contato externo; cristãos fieis em Lalibela\, em Amhara\, no norte da Etiópia; as Escaramuzas\, guerreiras amazonas na costa ocidental do México; e os tradicionais mezcaleros na cidade mexicana de Oaxaca. Pedro Andrade se considera um “fotógrafo de rua”\, e não busca fotos posadas ou ensaiadas. Gosta de “capturar o registro\, cristalizar o momento”. Tem um grande interesse pela cultura latino-americana\, multifacetada\, e por grupos\, tradições\, cosmogonias em risco de desaparecimento\, “tragadas cada vez mais por um mundo globalizado\, onde se usa as mesmas roupas\, se come as mesmas comidas. Tenho medo de que esta memória se perca com rapidez“. Ele procura “proteger essa memória\, eternizar o que estou vendo”.
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LOCATION:Anita Schwartz\, 30 R. José Roberto Macedo Soares Gávea\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Uýra no MAM Rio
DESCRIPTION:O Supernova\, programa de individuais do MAM Rio\, recebe até 2 de abril de 2023 a exposição Aqui estamos\, de Uýra\, com curadoria de Beatriz Lemos. Diferentes vozes\, cada uma com seu ritmo e timbre; diferentes rostos\, traços\, nomes e histórias; fazem todos referência a uma mesma realidade: a dos povos originários deste território que conhecemos como Brasil. A individual reúne múltiplas experiências de pessoas indígenas em diáspora\, contadas por meio de sons\, imagens e narrativas que se enraízam pelo espaço expositivo do MAM Rio. Em contraponto aos apagamentos históricos perpetuados no presente\, as pessoas que aparecem na mostra apresentam histórias raramente contadas e reafirmam sua posição no mundo. Seu modo de existir é\, ao mesmo tempo\, individual e coletivo\, e catalisa tanto o ato de reconhecer quanto o de pertencer. Resultado de um processo de pesquisa e de encontros realizados pela artista em várias regiões do Brasil\, as obras iniciam um trabalho de mapeamento e interconexão entre indígenas\, principalmente em contextos urbanos\, seguindo linhas de parentesco construídas a partir da terra e de contatos possibilitados pelas águas. Uýra é Emerson\, 30 anos\, indígena da Amazônia Central. É biólogo\, mestre em Ecologia\, e atua como artista visual\, arte educadora e pesquisadora. Mora em Manaus\, território industrial no meio da Floresta\, onde se transforma para viver Uýra\, uma Árvore que Anda. Destaque da 34º Bienal de São Paulo e da Bienal Manifesta!\, além de vencedora do Prêmio Pipa 2022\, Uýra utiliza o corpo como suporte para narrar histórias de diferentes Naturezas via fotoperformance\, performance e instalações. A partir da paisagem Cidade-Floresta\, se interessa pelos sistemas vivos e suas violações\, com ênfase na memória e diáspora indígena. Seus trabalhos compõem acervos como o da Pinacoteca de São Paulo e do Museu Castello Di Rivoli (Itália).
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SUMMARY:"Alegria aqui é mato" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:A exposição “Alegria aqui é mato – 10 olhares sobre a Coleção Roberto Marinho” traz um recorte da coleção do espaço pelos artistas convidados pelo curador Lauro Cavalcanti. A Casa Roberto Marinho é dedicada a exposições envolvendo a sua coleção no campo das artes visuais. Enquanto residência do jornalista\, abrigou\, ao longo de seis décadas\, manifestações de vários setores da criação: peças de teatro\, projeções de filmes\, apresentações musicais e literárias. Seguindo essa tradição\, nesta mostra\, em 2022 os participantes não se restringem apenas a artistas plásticos. Ampliou-se o convite a profissionais do cinema\, música\, teatro\, design e arquitetura. Dez expoentes da arte brasileira organizaram os espaços com obras do acervo da instituição dialogando\, por vezes\, com peças de sua propriedade ou autoria: Adriana Calcanhotto\, Antonio Carlos da Fontoura\, Fernanda Montenegro\, Gabriela Machado\, Glauco Campello\, José Damasceno\, Marcos Chaves\, Paulinho da Viola\, Victor Burton e Walter Carvalho. Formou-se\, desse modo\, um pujante conjunto de nossa múltipla e resiliente cultura. No térreo o visitante poderá flanar pelos modos de passar o tempo\, apreciar a estética sofisticadamente áspera do Sertão Nordestino\, assim como ver e ouvir registros de pintores contemporâneos. No primeiro andar será recebido pela profética alegoria de “Vai Passar”\, poderá contemplar as seleções visuais de um músico de ofício\, fruir as texturas e escalas da pintura\, viver a associação de conceitos entre as obras e penetrar no universo feminino de “Perigosas Motoristas”; após a experiência do olhar do fotógrafo o espectador viverá o momento do texto e a eternidade do artista. O título da exposição surgiu no processo de sua feitura. Na seleção inicial do setor “Tempo Livre”\, a cargo de Victor Burton\, constava uma fotografia de Hart Preston: um flagrante do carnaval carioca de 1942; ambíguo\, ainda que festivo\, sobressaía-se nele a palavra “tristeza”. “No lugar de tristeza\, escrevemos alegria. Alegria de viver\, alegria de criar (título de um projeto de Mário Pedrosa e Lygia Pape para o MAM Rio em 1977). ‘Mato’ na gíria antiga significava abundância. Muita arte\, pois\, aqui\, no Cosme Velho\, ela é ‘mato’”\, nas palavras de Lauro Cavalcanti. Vale lembrar que a expressão “Arte aqui é mato” foi usada antes como título de um trabalho de Aline Figueiredo sobre arte mato-grossense.
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SUMMARY:Raul Mourão na Lurixs
DESCRIPTION:Em Abre o jogo\, 9ª exposição individual de Raul Mourão na galeria carioca\, o artista ocupa as duas salas expositivas do prédio para apresentar mais de 70 obras\, entre trabalhos recentes e antigos. O recorte ganhou texto de Luísa Duarte\, que diz: “Ao reunir um conjunto vasto da sua produção com vias a estabelecer novos diálogos e ao refazer situações que vemos no ateliê\, como por exemplo a mesa povoada por vários pequenos trabalhos\, Mourão reafirma um dos métodos mais caros ao seu programa poético\, aquele que pensa cada obra não como uma unidade isolada\, mas sempre em relação com as demais. Não parece forçado pensar que essa forma de conceber o seu fazer artístico se expande para uma atuação na cena cultural que está sempre ativando colaborações.” Inspirado pela paisagem urbana\, Raul Mourão cria esculturas\, pinturas\, fotografias\, vídeos\, instalações e performances desde o final da década de 1980. Construídas com diversos materiais\, suas obras transitam entre dois campos opostos: o ficcional e o documental. Mourão ingressa na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage em meados dos anos 1980. À época\, o artista faz os primeiros registros fotográficos de um elemento urbano que seria mote de sua pesquisa nas décadas seguintes: as grades usadas para proteção\, segurança e isolamento em ruas do Rio de Janeiro. Nos anos 2000\, sua pesquisa toma novo caminho\, o das esculturas cinéticas. As obras são exibidas em exposições individuais em instituições como o Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro e o Bronx Museum\, em Nova York\, além de galerias em São Paulo\, Rio e Salvador. Os trabalhos também integram coletivas no Canadá\, em Portugal\, nos Estados Unidos e na Inglaterra. O trabalho de Raul Mourão transporta para a arte contemporânea soluções estéticas presentes no vocabulário concreto e neoconcreto\, além de se apropriar de ícones da cultura brasileira como o futebol e a própria bandeira nacional em obras que privilegiam a forma. Dentre seus trabalhos mais emblemáticos\, esculturas em aço córten de dimensões variadas jogam com o equilíbrio e o movimento de elementos geométricos vazados. Estáticas\, as peças somente passam ao balanço pendular pelo toque do observador.
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SUMMARY:Gui Christ no Instituto Pretos Novos
DESCRIPTION:Fotógrafo\, iniciado no Candomblé e na Umbanda\, Gui Christ uniu suas experiências na exposição M’Kumba\, que registra a partir da sua própria vivência como afro-religiosos exercem sua fé. O projeto\, com 15 fotos e curadoria de Marco Antonio Teobaldo\, já rodou o mundo. Foi exposto em países da Europa e Ásia\, como também foi laureado em prêmios como o prestigiado Lensculture Portrait Awards 2022 (EUA) e foi destaque na edição especial de fotografia contemporânea da revista da Royal Photographic Society\, Inglaterra\, antes de ser exibido no Instituto Pretos Novos. “Há séculos a palavra macumba vem sendo usada de forma pejorativa. Nos dias de hoje\, é muito comum ouvir expressões intolerantes como: ‘chuta que é macumba!’. Para mim\, como afro-religioso\, é importante combater esta forma de racismo. Uma palavra que deveria ser sagrada\, devido ao preconceito\, foi totalmente distorcida pela sociedade. M’Kumba vem do kikongo\, língua falada na região centro-africana. Kumba significa curandeiro\, homem sábio\, senhor da palavra e o M’ indica o coletivo nesse idioma. Os povos trazidos para o Brasil como escravos muitas vezes só tinham nos encontros desses sábios\, a m’kumba\, seus momentos de alento e cura. Por preconceito\, o colonizador europeu passou a usar esta palavra associada a quase todo tipo de tipo de mal\, o que dura até hoje. Escolhi esse título para a exposição para reafirmar quem são os Kumbas hoje\, como os afro-religiosos se portam e como resistem frente a essa intolerância religiosa que tem mais de 500 anos de história. É um resgate da nossa religiosidade”\, define Gui Christ. Diz o curador Marco Teobaldo: “A série M’Kumba\, que a Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea tem o privilégio de receber\, antes de ser exibida pela primeira vez no Brasil\, passou pela Alemanha\, Argentina\, Índia\, Inglaterra e Suíça\, recebeu premiações como o Indian Photo Fest e foi selecionado para a edição com as melhores imagens da fotojornalismo mundial\, segundo o Pulitzer Center. Recentemente\, o curador e crítico de arte\, Paulo Herkenhoff\, selecionou dez obras desta exposição para fazerem parte do acervo permanente do Museu Nacional de Belas Artes. E não é pra menos\, cada imagem tem uma história distinta para ser contada com a mesma delicadeza que a poética do artista imprimiu sobre elas.” As imagens estão expostas em ampliações de 80 cm x 60 cm e um lambe-lambe de 2m x 1\,5m.
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SUMMARY:"Lugar de estar: o legado Burle Marx" no MAM Rio
DESCRIPTION:O Instituto Burle Marx e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) anunciam a exposição Lugar de estar: o legado Burle Marx\, que será inaugurada em 27 de janeiro de 2024. A curadoria conjunta de Beatriz Lemos\, curadora-chefe do MAM Rio\, Isabela Ono\, diretora- executiva do Instituto Burle Marx\, e Pablo Lafuente\, diretor artístico do museu carioca\, propõe novas leituras sobre o acervo documental do trabalho de Roberto Burle Marx (1909-1994) e de seus colaboradores\, no escritório onde foram concebidos mais de 2 mil projetos paisagísticos entre os anos 1930 e 1990. \n\n\n\n“Organizamos uma exposição que parte do trabalho do Escritório Burle Marx e nos incita a pensar questões que afetam o presente e futuro de nossas cidades e dos espaços que compartilhamos”\, informa Pablo Lafuente. O direito à cidade\, o ativismo ambiental\, a sociabilidade nos espaços públicos e as espécies botânicas como patrimônio são temas abarcados pelo legado Burle Marx a partir da década de 1930\, que emergem do acervo salvaguardado pelo Instituto desde a sua criação\, em 2019. \n\n\n\n“São sete décadas de contribuição para a sociedade\, discutindo sobre as cidades\, a relação entre seres humanos e natureza\, a importância dos espaços democráticos de convívio social e bem viver”\, afirma Isabela Ono. \n\n\n\nSegundo Beatriz Lemos\, a exposição propõe um olhar contemporâneo “que tem no Parque do Flamengo o mote conceitual que nos leva a outros projetos no Rio de Janeiro\, no Brasil e no exterior. Nos interessa pensar como esses espaços foram ressignificados ao longo do tempo”. \n\n\n\nPaisagista\, artista multifacetado e nome incontornável do modernismo brasileiro\, Roberto Burle Marx foi autor do projeto dos jardins do MAM Rio\, instituição na qual acontece a terceira exposição do Instituto. Para ampliar o diálogo sobre o acervo\, composto por cerca de 150 mil itens\, o discurso curatorial partiu dos temas que surgem de 22 projetos do paisagista e sua equipe. \n\n\n\nEm mil metros quadrados de área expositiva\, a narrativa se constrói a partir de projetos que pensavam cidades\, estudos\, croquis\, desenhos\, fotografias e recortes de jornal somados às obras dos artistas convidados: João Modé\, Luiz Zerbini\, Maria Laet\, Mario Lopes\, Rosana Paulino e Yacunã Tuxá. Os seis foram instigados a reverberar o legado Burle Marx por meio de trabalhos produzidos especialmente para a mostra ou já existentes. \n\n\n\n“A ideia é que esses artistas nos ajudem a explorar temáticas levantadas a partir do diálogo com o acervo”\, comenta Lemos. A curadoria destaca a relevância de reunir um grupo de gerações\, origens e práticas distintas. “É uma amostra dos diferentes caminhos que a obra de Burle Marx faz possíveis”\, sintetiza Pablo Lafuente. \n\n\n\nLugar de estar: o legado Burle Marx reúne cerca de 100 itens\, em uma expografia que remete aos “lugares de estar” criados como espaços públicos pelo paisagista e seus colaboradores\, com áreas de contemplação\, encontro\, experimentação e simplesmente de estar. A mostra conta também com entrevistas em vídeo – algumas do acervo e outras gravadas para a ocasião\, com depoimentos dos colaboradores sobre a experiência de trabalho no Escritório. \n\n\n\nUsar a memória oral na exposição foi uma forma de destacar o caráter coletivo e colaborativo do legado Burle Marx\, segundo Isabela: “Ao longo de sua história\, o Escritório Burle Marx teve o compromisso ético-estético de pensar a coletividade ao construir esses espaços públicos e democráticos. Do croqui ao projeto\, até o jardim executado\, refletem um desejo de utopias de cidades mais verdes e plurais”.
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LOCATION:MAM Rio\, 85 Av. Infante Dom Henrique Parque do Flamengo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Ivens Machado e Adriana Varejão & Valeska Soares na Carpintaria
DESCRIPTION:Tucci Russo\, Torino\, 1983 apresenta pela primeira vez no Brasil cinco esculturas de Ivens Machado expostas originalmente em Turim na Galleria Tucci Russo. Russo foi um antológico marchand italiano dedicado a promover expoentes da arte povera\, e as obras de Machado compartilham com o movimento a fusão da fatura manual com procedimentos industriais\, a reabilitação de materiais da construção civil\, e a reintrodução de uma fisiologia corporal e carga libidinal nos espaços de arte. Após a exposição na Tucci Russo\, Machado expõe na Nouvelle Biennale de Paris a convite do crítico e curador italiano Achille Bonito Oliva. As quatro esculturas de chão são como livros abertos de concreto sobre finas pernas de metal. As “páginas” são abas espessas que se abrem em três ou quatro facetas. Cada faceta exibe uma determinada consistência\, estabelecendo um contraste tanto cromático quanto textural entre o concreto cru e aquele pigmentado com óxido em tons terrosos\, avermelhados. As variações em dimensões\, tratamentos e distribuições de informação sobre a escultura dá a cada uma um caráter específico\, como se fossem criaturas de uma mesma matriz que ganham autonomia própria. A única escultura de parede da presente exposição traz a primeira incorporação de Machado das telas de arame que se tornaram recorrentes em seu trabalho. Paralelamente a Tucci Russo\, Torino\, 1983\, a Carpintaria exibe Under the Influence: Adriana Varejão & Valeska Soares. Se a mostra no espaço principal da Carpintaria visa a exibição de trabalhos expostos pela primeira vez na Itália dos anos 1980\, as obras de Adriana Varejão e Valeska Soares no Aquário evidenciam as relações formais e temáticas entre suas obras e a de Machado (1942 – 2015). No segundo andar da Galleria Tucci Russo\, em 1983\, Machado produziu uma instalação em que cobria de argamassa preta duas colunas do espaço expositivo. Em uma delas\, construiu uma base piramidal cinza; na outra\, construiu a mesma forma em rosa junto ao teto\, ambas revestidas de azulejo. Foi a partir dessa obra que Adriana Varejão produziu Ruína Talavera II (2021)\, que foi exposta em Nova York\, na Gagosian Gallery e em São Paulo\, na retrospectiva da artista na Pinacoteca do Estado. É a primeira vez que essa obra monumental de Adriana pode ser vista pelo público carioca. Nos anos 1970\, Ivens Machado apresentou Sem título (performance com bandagem cirúrgica) (1973)\, em que aparecia mumificado em bandagem cirúrgica. Em plena ditadura militar\, as conotações de tensão\, paralisia e encobrimento ficavam patentes. Em Untitled (from Bondage) (2019)\, Valeska Soares toma a obra como um corpo acidentado\, remetendo à performance de Ivens. Na primeira tela do díptico\, a artista envolve a parte inferior do quadro com bandagem\, num procedimento que poderia estancar ou esconder uma ferida ao mesmo tempo que se aproxima de uma paisagem com uma linha de horizonte. A segunda tela é cravejada de pedaços de papel amassados e queimados\, numa composição cuja simplicidade formal ressalta a brutalidade do esgarçamento da superfície.
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LOCATION:Carpintaria\, R. Jardim Botânico Jardim Botânico Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Arthur Palhano na Portas Vilaseca Galeria
DESCRIPTION:Dogma é a nova individual do artista Arthur Palhano para a Galeria Portas Vilaseca\, abrindo seu calendário 2023. Ocupando os três andares do edifício da galeria em Botafogo\, a mostra tem a curadoria de Clarissa Diniz e reúne trabalhos que o artista carioca radicado em São Paulo vem desenvolvendo ao longo dos últimos três anos\, apresentando um recorte transversal que\, ao entrecruzar obras de diferentes linguagens\, temas e épocas\, dá a ver alguns dos principais interesses e procedimentos de sua obra. É o caso\, por exemplo\, da presença de instâncias diversas do “ícone”\, ao qual Palhano se dedica na intenção de se aproximar dos modos pelos quais esse elemento é social e esteticamente produzido e celebrado\, mas também profanado\, desafiado\, desconstruído. Nessa investigação\, Palhano recorre à história da arte\, ao cristianismo e à instituição escolar\, perfazendo uma crítica tanto estética quanto política aos modos como ficcionalizamos nossas adorações\, ordens e desmontes. A individual também apresenta obras que aprofundam a presença da vida\, da morte\, do tempo e da (im)permanência na trajetória do artista carioca. Para tanto\, reúne desenhos e pinturas inéditas em torno do gênero da natureza morta\, bem como trabalhos em realidade virtual e apropriações. Dogma é uma oportunidade ímpar de travar contato com a obra desse artista que tanto reverencia quanto enfrenta a canônica história da arte e sua própria posição em seu âmbito\, de modo a circunscrever questões estético-políticas que atravessam tempos e espaços\, mantendo-se presentes. É o que enunciam as próprias paredes da galeria\, que acolhem o mesmo gesto de prospecção\, descamação e ranhura que marca parte das pinturas recentes de Palhano\, espiralando o tempo e trazendo\, aos nossos olhos e percepções\, índices de memórias que julgávamos soterradas. A exposição marca a primeira edição do Verão na Vila\, novo programa da Portas Vilaseca que passa a abrir o calendário anual de exposições da galeria com ações e projetos especiais de artistas e curadores convidados.
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LOCATION:Portas Vilaseca\, casa 2 137 Rua Dona Mariana\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Pierre Verger no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio – MAR abre sua temporada 2023 com exposição que mostra a relação do fotógrafo francês Pierre Fatumbi Verger e seu olhar sobre a diversidade cultural. Numa época em que mesmo com toda luta em prol das populações minorizadas o mundo vê retornar o preconceito étnico-racial e nacional\, por pessoas doutrinadas pela ideia de supremacia cultural\, a mostra Todos Iguais\, Todos Diferentes?\, parceria do museu com Fundação Pierre Verger\, chama a atenção\, provoca e incita o público a refletir sobre a diversidade cultural a partir da obra do fotógrafo francês. Na exposição\, as fotografias de Pierre Verger revelam a beleza da pluralidade dos povos\, o que foi não apenas o seu objeto de pesquisas e trabalhos\, mas\, principalmente\, o seu objetivo de vida desde que saiu da França\, na década de 1930\, para buscar o encontro com o Outro e consigo mesmo\, adotando uma nova forma de viver e de pensar. Com curadoria de Alex Baradel\, a exposição traz mais de 200 fotografias\, apresentadas através de diversos formatos e suportes – ampliações recentes e documentos originais – e também por uma projeção com diversos retratos realizados por Verger ao longo da sua vida. A mostra é complementada por depoimentos de diversos artistas\, intelectuais e pensadores dos países fotografados por Verger; a exemplo do russo Esteban Volkov e do espanhol Juan Coronel Rivera\, netos de Trotsky e de Diego Rivera. Completa a individual um livro-catálogo homônimo\, com retratos produzidos por Verger entre os anos 1930 e 1970 em mais de 20 países dos cinco continentes; imagens que abordam a diversidade e o respeito\, questões que acompanhou Verger durante toda a sua vida. Para Alex Baradel\, a essência do pensamento de Verger está em suas fotografias: “Elas expressam uma das contradições mais importantes\, universais e indispensáveis para um mundo harmonioso\, mas que infelizmente é raramente aceita: no fundo\, somos todos iguais em sermos diferentes; assim\, somos todos diferentes\, mesmo sendo iguais ou deveríamos sê-lo. E encontramos esse pensamento nas palavras de muitas pessoas que foram entrevistadas na preparação da exposição\, citações destacadas de diversas formas\, e que giram invariavelmente em torno da importância da preservação da diversidade cultural\, do respeito ao outro\, e dos movimentos históricos\, como ao colonialismo ou a globalização\, que ameaçaram e continuam ameaçando essa diversidade.” Todos Iguais\, Todos Diferentes? apresenta 50 fotografias de 1×1 m; 10 ampliações de 50×50 cm; além de placas contato originas\, de 32×24 cm\, com 12 retratos em cada\, totalizando cerca de 200 imagens\, além das fotografias incluídas na projeção.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, 5 Praça Mauá Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Abre Alas 18" em A Gentil Carioca
DESCRIPTION:A Gentil Carioca inicia seu calendário expositivo de 2023 com a já tradicional Abre Alas 18\, que acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro. A comissão de seleção e a curadoria são compostas por Bruna Costa\, Lia Letícia e Vivian Caccuri\, que selecionaram 29 artistas através do edital 2022/2023. Os selecionados foram Aline Brant\, Ana Bia Silva\, Ana Mohallem\, Andy Villela\, Anna Menezes\, Alexandre Paes\, Ariel Ferreira\, Augusto Braz\, Benedito Ferreira\, Camila Proto\, Celo\, Clara Luz\, Cyshimi\, Daiane Lucio\, Dariane Martiól\, Denis Moreira\, Érica Storer\, Genietta Varsi\, Luiz Sisinno\, Mapô\, Marina Lattuca\, Mônica Coster\, Newton Santanna\, Rafael Vilarouca\, Raphael Medeiros\, Rebeca Miguel\, Rose Afefé\, Vulcanica Pokaropa e Yanaki Herrera. Dando o clima dos trabalhos selecionados para esta edição do projeto\, o texto curatorial diz: “Estamos saindo de um longo inverno\, de suspensão de direitos\, de ataques ao estado democrático e ao patrimônio cultural\, de reacionarismo\, para a chegada de um verão. O relaxamento do corpo\, o anseio pela catarse e a transformação do espaço público em uma grande arena de lazer em 2023\, ganham um outro significado e importância: o prazer não é mais escape\, é uma condição vital. Sabemos que não é possível saltar do inferno ao céu\, do inverno profundo ao auge do verão\, mas os tempos recentes trouxeram alguma esperança. Artistas\, e estes que participam do Abre Alas 2023\, se mantêm alertas. O que vivemos nos últimos anos nos mostra que se tornou quase impossível\, para um artista brasileiro\, não se tornar vigilante. Compartilhamos desta atmosfera política\, imbuídos\, incutidos\, inclusos em sistemas que são inseparáveis. Em cada um de nós há algo de todos nós. A seleção foi pensada a partir dessa mistura de vida. Não é sobre neutralizar privilégios\, porque não está tudo bem\, mas sim evidenciá-los nessa mesma atmosfera\, e tentar restabelecer uma devolução.  A mescla não como suspensão das diferenças e identidades\, mas de busca por aproximações: diante do que emerge num recorte de tantas inscrições\, enxergamos confluências que criam um corpo comum. Memória e aceleracionismos; ecologias\, trabalho e capital; cosmologias; e o reencantamento pela arte. Que a atmosfera proporcionada por estes artistas do Abre Alas 2023 reforce esses bons ventos de retomada”.
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SUMMARY:Romain Dumesnil na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Corpos Líquidos\, Almas Sólidas é uma exposição individual de Romain Dumesnil com curadoria de Catarina Duncan\, abrindo a programação 2023 da Galeria Cavalo. A mostra apresenta uma seleção de obras da trajetória dos últimos oito anos do artista francês radicado no Rio de Janeiro\, com associações inéditas entre temas e procedimentos. Sua prática atravessa fundamentos da natureza\, de pesquisa científica e de formas de encantamento. Corpos Líquidos\, Almas Sólidas trabalha com três eixos – matéria\, ideia e invisível – em busca de uma compreensão da condição humana como parte de um ecossistema múltiplo e mutante\, entendendo o ser humano como elemento constitutivo de um todo maior\, e não o rei dentre todos os animais e sobre toda a natureza. As obras de Romain operam entre o contemporâneo e o ancestral\, entre o metal e a argila\, entre o algoritmo e a escolha para desenhar\, sonhar e imaginar novas paisagens. Nos trabalhos\, o tecnológico e o natural convivem e se mesclam\, tanto nos resultados dos trabalhos quanto na utilização de computadores\, impressoras e afins ao lado de pedras\, cordas e água. As esculturas de Dumesnil exploram pinturas\, instalações e vídeos contínuos de materialidades tangíveis e forças elementares invisíveis que compõem o mundo. Movendo-se entre o micro e o macro\, Dumesnil mistura um interesse pelo acidental e uma preocupação meticulosa com a forma. Para ele\, suas obras são ao mesmo tempo catalisadores e agentes reveladores\, que se transformam e simultaneamente influenciam a realidade ao seu redor. Essa individual marca o segundo momento de colaboração entre a Kubikgallery e a Galeria Cavalo. O projeto consiste essencialmente no intercâmbio de galerias e artistas sendo\, neste caso\, a Kubikgallery (Porto\, Portugal) a ocupar o espaço da Cavalo (Rio de Janeiro\, Brasil). Romain Dumesnil\, vive e trabalha entre a França e o Brasil\, onde estudou na EAV Parque Lage\, no Rio de Janeiro. Ele co-fundou o espaço de arte independente Átomos no Rio de Janeiro em 2015. Suas exposições individuais anteriores incluem projetos apresentados na Fundação Ema Klabin (São Paulo\, Brasil)\, projeto Zip’up Galeria Zipper (São Paulo\, Brasil)\, 6B (Paris\, França)\, e Temiorae Art Center (Daejon\, Coréia do Sul). O artista também participou de múltiplas exposições coletivas e residências em instituições e galerias como Pivô (São Paulo\, BR)\, Villa Arson (Nice\, FR)\, Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre\, BR)\, Cité Internationale des Arts (Paris\, FR)\, Galeria Gentil Carioca (Rio de Janeiro\, BR)\, Museu de Arte Contemporânea Oscar Niemeyer (Curitiba\, BR)\, Fondation Fiminco (Paris\, FR)\, Galerie de la SCEP. (Marselha\, FR).
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SUMMARY:"Un lento venir viniendo - Capítulo I" no MAC Niterói
DESCRIPTION:A exposição “Un lento venir viniendo – Capítulo I” traz ao MAC Niterói um recorte da Colección Oxenford\, exibida pela primeira vez no Brasil. A coleção é fruto de uma paixão do empresário e colecionador argentino Alec Oxenford pela arte contemporânea argentina e de sua convicção na necessidade de apoio à cena local. Os dez primeiros anos da formação do acervo foram assessorados pela curadora Inés Katzenstein\, hoje responsável pelo departamento de arte latino-americana do MoMA (NY). Com cerca 550 peças de 150 artistas\, a Colección Oxenford reúne um panorama de obras de arte argentina das primeiras décadas do século 21\, com alguns trabalhos de épocas anteriores\, mas relevantes para a arte contemporânea no país. A curadoria do poeta e curador argentino Mariano Mayer escolheu 57 obras de diversas linguagens\, entre pinturas\, fotografias\, vídeos\, instalações visuais e sonoras\, performances\, esculturas\, colagens e publicações. Nomes fundamentais da cena argentina figuram na mostra\, como Guillermo Kuitca\, Julio Le Parc\, Alejandra Seeber\, Marcelo Pombo\, Fernanda Laguna\, Diego Bianchi\, Claudia del Río\, David Lamelas\, Valentina Liernur\, Juan Tessi\, Karina Peisajovich\, Eduardo Navarro\, Silvia Gurfein e Alberto Goldenstein\, entre outros. É o primeiro capítulo do projeto itinerante\, que também será apresentado no Instituto Tomie Ohtake (SP) e na Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre) em 2023. Cada capítulo vai exibir uma seleção diferente de obras da Colección Oxenford\, partindo de propostas curatoriais inspiradas por episódios emblemáticos do contexto cultural local\, fortalecendo o diálogo entre os cenários artísticos brasileiro e argentino. O curso livre de pintura de Ivan Serpa\, no MAM Rio\, e sua atuação no Grupo Frente são alguns dos pontos de partida do curador Mariano Mayer para a seleção do MAC Niterói. A pintura como matriz e como problema\, a cidade e as formas do urbano\, os espaços de sociabilidade artística\, a literatura e as outras artes\, os vínculos afetivos e as formas de “desaprendizagem” são destacados como chaves para pensar as formas adotadas pelos vínculos de influência na arte contemporânea argentina.
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LOCATION:MAC Niterói\, s/nº Mirante da Boa Viagem Boa Viagem\, Niterói\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
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