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SUMMARY:"The MET at The Louvre: Near Eastern Antiques in Dialogue" no Museu do Louvre
DESCRIPTION:Escultor desconhecido. “Cabeça de um líder”. Cortesia do Museu do Louvre.\n\n  \nO Departamento de Antiguidades do Oriente Próximo do Louvre está abrigando dez grandes obras do Metropolitan Museum of Art de Nova York\, cujo Departamento de Arte do Oriente Próximo Antigo está atualmente fechado para reformas. O Louvre e o Met criaram um diálogo único entre essas duas coleções\, que é exibido nas galerias permanentes do Louvre. Essas obras de arte “convidadas especiais” do Met\, datadas entre o final do 4º milênio a.C. e o século 5 d.C.\, mostram algumas conexões notáveis ​​com a coleção do Louvre. Em alguns casos\, um par de objetos foi reunido pela primeira vez\, enquanto em outros\, as peças se complementam em virtude de características históricas específicas de suas respectivas coleções. Representando a Ásia Central\, a Síria\, o Irã e a Mesopotâmia\, esse diálogo entre coleções está (re)apresentando os visitantes a essas extraordinárias e antigas obras de arte e às histórias que elas contam. \n  \n\n  \n\n  \n\n  \n\n 
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SUMMARY:"La Collection: Revoir Picasso" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Pablo Picasso\, Trois figures sous un arbre (Three figures under a tree)\, 1907-1908 © Musée Picasso Paris\n\n\n\nO Museu Nacional Picasso-Paris reencontra sua coleção espalhada por três andares a partir de 12 de março; após um ano de celebração e a magnífica exposição dedicada à artista Sophie Calle. Dez anos após a reabertura do museu\, a coleção se instala de forma permanente no magnífico Hotel Salé. \n\n\n\nFruto de uma história extraordinária\, a formação da coleção do Museu Nacional Picasso-Paris foi possibilitada pelo mecanismo de dação – hoje é a maior coleção pública de obras de Picasso\, os “Picassos de Picasso”. Originária dos ateliês do artista\, essa coleção nos permite compreender melhor as explorações estéticas deste Picasso que ora é desconcertante\, plural\, contraditório\, reflexivo\, gestual e conceitual\, esteta e engajado\, inventor e poeta. Ele é simbolista\, cubista\, clássico\, surrealista ou simplesmente figurativo e político? \n\n\n\nUm lugar aberto e vibrante\, o museu aborda questões sociais para questionar\, através da jornada de sua obra\, a recepção dela\, ou seja\, a do pintor mais renomado\, mais observado\, mas também o mais discutido. \n\n\n\nÉ também uma oportunidade para dedicar exposições ou contrapontos aos corações das coleções. O primeiro desta série presta homenagem à artista Françoise Gilot\, que faleceu recentemente. Além de seu famoso livro intitulado “Viver com Picasso”\, publicado em 1965 – a trajetória da artista é evocada desde sua proximidade com o grupo das “Realidades Novas” até as grandes composições totêmicas das “pinturas emblemáticas” dos anos 1980.
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SUMMARY:"Guillermo Kuitca\, Chapelle" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Guillermo Kuitca. Chapelle\, 2024. Cortesia do Musée Picasso Paris. \n  \nA convite do Museu Nacional Picasso-Paris\, o artista argentino Guillermo Kuitca (n. 1961) criou uma obra site-specific na capela do Hôtel Salé. Desde sua intervenção na Bienal de Veneza em 2007\, Kuitca desenvolveu uma nova linguagem\, ecoando a arquitetura\, que o artista chama de “pintura cubistoide”\, na qual um conjunto de linhas que se cruzam\, como tantas dobras no plano\, é implantado diretamente nas paredes\, formando um novo espaço pictórico. Kuitca descreve seu lugar no “carrossel da arte moderna”: \n“Há muitos anos\, pintei quadros mostrando uma esteira rolante de bagagens. Acredito que a história da arte era o verdadeiro tema dessas pinturas. A arte seria esse carrossel; a obra de arte\, uma bagagem\, e os artistas\, passageiros. Enquanto esperamos por nossa bagagem\, nos fazemos uma série de perguntas: ‘Minha mala chegará e serei capaz de reconhecê-la entre outras semelhantes? E se eu pegasse a mala de outra pessoa\, estaria usando as roupas dela? Minha bagagem será destruída para sempre?’ Para mim\, essas perguntas são uma meditação sobre a herança. Elas também vislumbram um possível encontro com Picasso\, como se ele fosse\, afinal\, mais um passageiro.” \nPara Kuitca\, a pintura tem memória. Por meio desses experimentos\, ele se conecta com a história da arte moderna\, invocando o cubismo como o traço de um movimento que opera como uma difração da realidade\, a construção de um espaço imaginário. Esta instalação site-specific foi generosamente apoiada pela galeria Hauser & Wirth. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Symbiosis" no Palais de Tokyo
DESCRIPTION:Crédito : Vitalii Akimov\n\n\n\n\nA partir de janeiro e ao longo de todo o ano de 2025\, o Palais de Tokyo convida a coreógrafa Sharon Eyal e o produtor Gai Behar\, dupla fundadora da S-E-D Sharon Eyal Dance Company\, para inaugurar um novo formato de longa duração dedicado à performance: Symbiosis. \nCom Symbiosis\, o Palais de Tokyo dá continuidade à sua colaboração com artistas performers e reafirma o compromisso de estabelecer relações duradouras\, seguindo uma lógica inspirada na permacultura institucional que orienta o projeto do centro de arte. \nOs artistas convidados ao longo do ano terão a oportunidade de desenvolver seus trabalhos em sintonia com os espaços do edifício e sua programação\, por meio de diferentes formas de interação com o público – desde intervenções sutis e intimistas até gestos mais espetaculares.
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SUMMARY:"Architectural Journey: Frank Gehry" no Foundation Louis Vuitton
DESCRIPTION:Projeto de Frank Gehry. “Architectural journey”\, desenhado em 1989. Cortesia da Fundation Louis Vuitton. \nBanhada pela luz natural proveniente de uma claraboia\, a exposição começa no Estúdio\, que exibe uma maquete original em escala\, ao redor da qual os visitantes podem caminhar antes de descobrir dois vídeos widescreen gravados com drones. \nPreparada em colaboração com as equipes de Frank Gehry em Los Angeles\, esta exposição permanente propõe um itinerário aberto aos visitantes. Assim como o próprio edifício\, que oferece múltiplos itinerários possíveis\, os visitantes são convidados a uma jornada arquitetônica que descreve e explica o processo que culminou em um edifício já reconhecido como um novo e importante monumento para Paris. \nEssa combinação cria uma experiência visual única\, oferecendo uma visão da beleza impressionante do edifício\, bem como de sua complexidade tecnológica. Os patamares com vista para o “cânion” apresentam elementos-chave essenciais para a compreensão do edifício: construção\, materiais\, design\, contexto em Paris. \nOs patamares podem ser acessados ​​pela única escada onde as paredes estruturais de aço foram deixadas expostas\, evocando o casco de um navio. Os visitantes também descobrem os esboços iniciais do projeto\, expressando a inspiração criativa do arquiteto\, que recebeu o prestigioso Prêmio Pritzker em 1989. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Transparency" no Grand Palais
DESCRIPTION:Exibição interativa Transparency. 2025. Cortesia de Palais de la découverte. \nThe first exhibition of the Palais des enfants \nO Palais des enfants convida à transparência para sua primeira exposição! Uma jornada lúdica e sensorial para toda a família\, onde obras artísticas e experimentos científicos brincam com a luz para despertar a curiosidade e o encantamento dos mais pequenos. \nEm um universo imaginário\, projetado para despertar a curiosidade e o divertimento\, jovens e idosos vagam livremente de um palácio de gelo cintilante a uma caverna de tesouros cristalinos\, aventurando-se ora em uma floresta misteriosa\, ora em direção a um céu radiante ou às profundezas de um oceano multicolorido. \nAs artes da escultura\, gravura ou fotografia dialogam com a ciência por meio de dispositivos interativos e sensoriais. Entre criações do século XIX e obras contemporâneas\, obras imersivas como as de Dan Graham e Soo Sunny Park\, ideais para descobertas em grupo\, e criações mais introspectivas como as de Patrick Neu e Agathe May\, a exposição oferece uma exploração original que renova nossa percepção de transparência e luz. \nCrianças e adultos acompanhantes experimentam as múltiplas nuances da transparência\, trocam observações da translucidez com a escuridão e se maravilham com as riquezas da natureza e do saber-fazer\, ao longo de uma jornada pontuada por espaços lúdicos e contemplação. \nA exposição continua com um livro de atividades\, um podcast sobre transparência… e\, em breve\, encontros de mediação com uma série de eventos para ir ainda mais longe! \nExposição coproduzida pelo GrandPalaisRmn e pelo Palais de la découverte (Universcience). \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Niki de Saint Phalle\, Jean Tinguely\, Pontus Hulten" no Grand Palais
DESCRIPTION:Niki de Saint-Phalle. Foto de la Ron pintada\, 1979. Cortesia do Grand Palais. \nEntre no vibrante mundo de Niki de Saint Phalle e Jean Tinguely através das lentes visionárias de Pontus Hulten. Entre paixão e criação sem limites\, esta exposição revela a extraordinária alquimia que uniu esses artistas e seu amigo próximo: um trio explosivo que moldou uma forma de arte livre\, participativa e revolucionária. \nO lendário casal Niki de Saint Phalle (1930-2002) e Jean Tinguely (1925-1991) era unido por uma conexão artística inquebrável e uma visão compartilhada da criação como um ato de rebelião contra as normas estabelecidas. \nA exposição traça o prolífico itinerário desses dois artistas através da figura de Pontus Hulten (1924-2006)\, o primeiro diretor do Museu Nacional de Arte Moderna do Centro Pompidou\, que compartilha sua concepção de uma arte disruptiva\, multidisciplinar e participativa. Ao longo de sua carreira\, ele forneceu apoio incondicional a Saint Phalle e Tinguely: aquisições de obras\, retrospectivas dedicadas\, cartas brancas e apoio a projetos extraordinários\, como a gigantesca Nana na exposição Hon-en-Katedral (1966) no Moderna Museet de Estocolmo\, ou a exposição Le Crocrodrome de Zig & Puce (1977) no Fórum do Centro Pompidou. \nCriado a partir das ricas coleções do Centro Pompidou e de importantes empréstimos de instituições francesas e internacionais\, “Niki de Saint Phalle\, Jean Tinguely\, Pontus Hulten” permite aos visitantes descobrir ou redescobrir obras icônicas desses dois grandes artistas\, conduzidas por um excepcional homem de museu\, ao longo de uma visita histórica e lúdica onde arte\, amor\, amizade e compromisso estão intimamente interligados. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Lygia Pape: Weaving Space" no Bourse de Commerce
DESCRIPTION:Lygia Pape. Baseado em “Ttéia 1\, C”\, 2003/2025. Cortesia de Bourse de Commerce. \n  \nA exposição “Lygia Pape. Tecendo o Espaço” é baseada em uma obra importante da Coleção Pinault\, a instalação de luz Ttéia 1\, C (2003/2025). Utilizando fios de cobre esticados pelo espaço\, ela mergulha o espectador em uma imersão sensorial\, onde a obra toma forma e ganha vida de acordo com o ângulo da luz e o movimento do visitante. Esta peça emblemática incorpora plenamente o conceito de “tecer o espaço” da artista brasileira\, redefinindo sua relação com o público. \nEsta primeira exposição individual de Lygia Pape na França reúne obras fundamentais para sua prática\, desde suas primeiras gravuras abstratas até seu majestoso Livro Noite e Dia III (1963-1976)\, além de uma seleção de seus filmes experimentais. Imbuída do contexto sociopolítico brasileiro\, a obra de Lygia Pape reflete um profundo compromisso com a transformação social\, no qual a fronteira entre arte e vida é constantemente reinterpretada. “Tecendo Espaço” presta homenagem ao seu desejo de criar uma nova forma de engajamento para o espectador\, ao mesmo tempo em que reinventa a própria linguagem da arte. \nNascida em 1927 em Nova Friburgo e falecida em 2004 no Rio de Janeiro\, Lygia Pape é\, ao lado de Lygia Clark e Hélio Oiticica\, uma das figuras mais importantes da vanguarda artística brasileira da segunda metade do século XX\, que concebe a arte não como um objeto acabado\, acabado\, mas como uma presença sensorial que interage com os sentidos e a consciência do visitante. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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LOCATION:Bourse de Commerce\, 2 Rue de Viarmes Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:"Soulages\, another light" no Musée du Luxembourg
DESCRIPTION:Pierre Soualges. Visual Affiche\, 1978. Cortesia do Musée de Luxembourg. \nRaramente o foco de exposições individuais\, as obras em papel de Pierre Soulages constituem uma parte vital de sua jornada artística. Já em 1946\, ele começou a explorar esse meio usando tinta de nogueira\, aplicando traços ousados ​​e abrangentes que imediatamente diferenciaram seu trabalho dos movimentos abstratos da época. \nGraças a empréstimos excepcionais do Musée Soulages\, a exposição reúne 130 obras produzidas entre as décadas de 1940 e o início dos anos 2000\, incluindo 25 inéditas. Você descobrirá um conjunto de pinturas em papel\, guardadas há muito tempo no ateliê do artista\, que testemunham a constância e a liberdade com que Soulages abordou esse meio. \nDepois de privilegiar a tinta de nogueira nos primeiros anos\, Pierre Soulages retornou frequentemente ao material usado pelos marceneiros\, cujas qualidades de transparência e opacidade\, e luminosidade em contraste com o branco do papel\, ele apreciava. Ele também usava tinta e guache para obras cujos formatos geralmente pequenos não ofuscavam sua força formal e diversidade. \nAo destacar esse conjunto de pinturas sobre papel\, a exposição convida a redescobrir Pierre Soulages em uma prática ao mesmo tempo íntima e decisiva\, no cerne de sua linguagem plástica. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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LOCATION:Musée du Luxembourg\, 19 Rue de Vaugirard\, Paris\, França
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SUMMARY:"Sargent Dazzling Paris" no Musée d'Orsay
DESCRIPTION:John Singer Sargent. Portrait of Madame X. 1883-1884. Cortesia do Museu Metropolitano de Art – MET. \nJohn Singer Sargent (Florença\, 1856 – Londres\, 1925)\, juntamente com James McNeill Whistler\, foi o artista americano mais famoso de sua geração e certamente um dos maiores pintores do século XIX e início do século XX. Reverenciado nos Estados Unidos (seu Retrato de Madame X é considerado a Mona Lisa da coleção de arte americana conservada pelo Metropolitan Museum of Art de Nova York)\, ele também é famoso no Reino Unido\, onde passou a maior parte de sua carreira. Na França\, no entanto\, seu nome e obra permanecem em grande parte desconhecidos\, uma situação que a exposição no Musée d’Orsay\, no outono de 2025\, espera mudar. \nNenhuma exposição monográfica havia sido dedicada a John Singer Sargent na França. No entanto\, foi na França que o jovem pintor recebeu sua formação\, desenvolvendo seu estilo e sua rede de artistas. Foi lá que ele também desfrutou de seus primeiros sucessos e criou várias de suas obras-primas\, incluindo Dr. Pozzi em Casa (1881\, Hammer Museum\, Los Angeles) e As Filhas de Edward Darley Boit (1882\, Museu de Belas Artes\, Boston). Concebida em parceria com o Metropolitan Museum of Art de Nova York\, a exposição “Sargent. Paris Deslumbrante” visa apresentar o pintor a um público amplo. A exposição reúne mais de 90 obras de John Singer Sargent\, incluindo algumas nunca exibidas na França. Ela traça a ascensão meteórica do jovem artista\, que chegou a Paris em 1874\, aos dezoito anos\, para estudar com Carolus-Duran. A exposição abrange sua carreira até meados da década de 1880\, quando se mudou para Londres após o escândalo causado por seu retrato de Madame Gautreau (Madame X) no Salon. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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LOCATION:Musée d’Orsay\, 1 Rue de la Légion d'Honneur Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:"Paul Troubetzkoy: Sculptor" no Musée d'Orsay
DESCRIPTION:Paolo Troubetzkoy\, C. Valsuani. Comte Robert de Montesquiou\, 1907. Cortesia da Collection Musée d’Orsay – Musée d’Orsay\, Paris. \nA exposição traça a vida deste artista\, nascido na Itália e parisiense por adoção\, que também teve uma carreira brilhante nos Estados Unidos. Retratista de grande talento\, ele era muito requisitado por uma elite cosmopolita\, celebridades\, a elite parisiense e as primeiras estrelas do cinema americano. Sua vida foi marcada por encontros e amizades decisivos com homens de letras\, como Tolstói na Rússia e George Bernard Shaw em Paris\, com quem compartilhou um estilo de vida vegetariano\, um tanto incomum para a época. Além dos retratos que o tornaram famoso\, a exposição também destaca suas esculturas de animais\, juntamente com seu trabalho em prol dos direitos dos animais\, dos quais ele foi um fervoroso defensor muito à frente de seu tempo. \nDesenvolvida em parceria com o Museo del Paesaggio em Verbania\, a exposição oferece a oportunidade de apresentar parte do acervo do ateliê de Troubetzkoy\, legado ao museu italiano após sua morte. É um convite a um olhar renovado sobre sua prática e seu estilo tão característico. A maneira como Troubetzkoy trabalhou em seus modelos\, com pequenos toques energéticos que captam a luz e a fazem vibrar nas superfícies de seus moldes de bronze\, levanta a questão do impressionismo na escultura. \nAo percorrer a exposição\, os visitantes descobrirão um artista moderno e sensível que retrata a fluidez dos corpos\, a energia do movimento e a força dos personagens com notável sutileza. Sua obra\, que abrange o final do século XIX e o início do século XX\, cria uma imagem vívida da Belle Époque. Um catálogo com ilustrações suntuosas foi publicado para marcar a ocasião. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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LOCATION:Musée d’Orsay\, 1 Rue de la Légion d'Honneur Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:"Michel Paysant: See Monet" no Musée de l’Orangerie
DESCRIPTION:Michel Paysant. Sakura Noir\, 2024. Cortesia do Musée de l’Orangerie. \nO projeto\, intitulado DALY\, sigla para Dessiner Avec Les Yeux (Desenhando com os Olhos)\, é implementado com a ajuda de um rastreador ocular (um procedimento oculométrico que destaca a atividade ocular\, o caminho visual\, seus pontos de fixação e movimentos). Assim\, o olho\, e não a mão\, torna-se a ferramenta. Nos últimos trinta anos\, o artista colaborou com diversos laboratórios na criação dessas obras\, incluindo o Louvre\, o Centro Pompidou\, o MUDAM em Luxemburgo\, o Zentrum Paul Klee em Berna\, o Museu Dadu em Pequim\, o Nouveau Musée National em Mônaco e o Centre d’Art Verrier (CIAV) em Meisenthal. \nMichel Paysant concentra-se\, em particular\, na interpretação do patrimônio artístico\, revisitando a história da arte\, “observando” obras através do filtro de sua própria criação. Em 2022\, foi tomado pelo desejo de desenhar os Nenúfares de Claude Monet com os olhos. \nInicialmente\, talvez\, pela natureza paradoxal de tal ambição: querer desenhar pinturas enormes\, caracterizadas por seu escopo\, pela ausência de começo e fim\, consideradas no Ocidente como uma das certidões de nascimento de uma forma de pintura descentralizada\, “all-over”\, onde nenhuma parte da pintura tem primazia sobre a outra. \nOs movimentos oculares do artista transcrevem seu “cinema interior”\, ao qual ele então confere forma tangível. Desenhos em papel feitos com a ajuda de um plotter\, luzes criadas a partir de pontos de fixação do olhar no momento em que o artista descobre o painel Reflexos Verdes de Monet\, os pensamentos de Paysant desenham a obra em papel e tela\, objetos polimorfos onde as interações entre técnicas tradicionais e alta tecnologia redefinem o papel do observador\, da mão e do artista.A cultura da interdisciplinaridade está no cerne da sua imaginação: “as pontes que tento imaginar conectam arte\, design\, artesanato\, técnica\, novas tecnologias e alta tecnologia. Nem documentário nem ficção\, o objetivo é desenvolver uma estética do sonho\, uma visão. A revolução digital pareceu-me oferecer uma oportunidade de conectar todos esses campos em uma linguagem comum. Minha formação em inglês (sou um produto puro do Royal College of Art em Londres) moldou essa atitude interdisciplinar. É a razão pela qual evoluí tão livremente nas ciências exatas (nanotecnologias\, neurociências\, etc.) e nos projetos de pesquisa que desenvolvo com vidreiros (em Meisenthal)\, ceramistas e tecelões (no Zimbábue) […] O pensamento de um artista deve ir de uma margem à outra. Sem tabus ou especialização. A arte não tem nada a provar. Ela só precisa nos surpreender\, expandir o mundo e continuar a nos desnortear.” \nMichel Paysant expõe seu trabalho em museus há mais de trinta anos\, incluindo o Centro Pompidou\, o Museu do Louvre\, o Museu de Arte Moderna de Paris\, o Museu de Artes Decorativas de Paris\, o Museu Central em Utrecht\, o Zentrum Paul Klee em Berna\, o MUDAM em Luxemburgo\, a Galleria d’Arte Moderna em Bolonha\, o Museu Nacional de Artes Visuais em Montevidéu\, a Galeria Nacional do Zimbábueem Harare\, o MACBA em Buenos Aires\, o Nouveau Musée National em Mônaco\, o Museu Nacional em Riad e a UCCA em Pequim\, bem como em centros de arte como o Brooklyn Bridge Space / Creative Time em Nova York\, a Mercer Union em Toronto\, a David Roberts Art Foundation em Londres\, o Bétonsalon à Paris\, a Sinagoga emDelme e o FRAC Picardy em Amiens… \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Berthe Weill: Art dealer of the Parisian Avant-garde" no Musée de l’Orangerie
DESCRIPTION:Raoul Dufy. 30 ans ou la Vie en rose\, 1931. Cortesia do Musée de l’Orangerie. \nEm 1901\, Berthe Weill abriu uma galeria na Rue Victor-Massé\, 25\, no bairro de Pigalle. Ela optou por se relacionar com artistas de sua época\, ajudando-os a se destacarem e contribuindo para o desenvolvimento de suas carreiras\, apesar de seus recursos limitados. Alguns dos maiores nomes da arte de vanguarda estavam entre eles\, juntamente com outros menos conhecidos hoje. Com entusiasmo e perseverança inabaláveis\, ela foi sua porta-voz e os apoiou por quase quarenta anos\, até o fechamento de sua galeria em 1940\, no contexto da guerra e da perseguição aos judeus. Em 1933\, publicou suas memórias de três décadas de atividade sob o título “Pan! Dans l’œil…” (“Pu! Bem no Olho”)\, uma obra pioneira neste gênero literário. \nNo entanto\, o nome de Berthe Weill\, que quase caiu no esquecimento por um tempo\, ainda não brilhou no firmamento dos negociantes de arte\, onde Daniel-Henry Kahnweiler\, Paul e Léonce Rosenberg\, Ambroise Vollard e Paul Guillaume ocupam um lugar de destaque. \nA exposição\, organizada pelo Museu de Arte Grey\, em Nova York\, pelo Museu de Belas Artes de Montreal e pelo Museu de l’Orangerie\, em Paris\, visa destacar um capítulo ainda pouco conhecido da história da arte moderna. No início do século\, Berthe Weill se comprometeu a apoiar artistas sob o lema “Place aux jeunes” (Abram caminho para os jovens)\, que estava impresso em seus cartões de visita. De Picasso (cujas obras ela ajudou a vender antes mesmo da abertura de sua galeria) a Modigliani (cuja única exposição individual em vida ela organizou em 1917)\, ela participou do reconhecimento do fauvismo\, apresentando regularmente exposições de obras do grupo de alunos de Gustave Moreau reunidos em torno de Matisse. Um pouco mais tarde\, ela se envolveu com os cubistas e os artistas da Escola de Paris em batalhas pela arte e pelo surgimento de suas novas formas\, bem como contra o conservadorismo e a xenofobia. Apesar das vicissitudes da fortuna\, seu interesse por jovens artistas nunca vacilou e ela foi feroz em sua defesa de figuras muito diferentes\, algumas das quais não pertenciam a nenhum movimento específico\, dando-lhes uma chance organizando uma ou mais exposições. Ela também promoveu uma série de artistas mulheres\, sem preconceito de gênero ou escola\, de Émilie Charmy\, cujo trabalho ela expôs regularmente de 1905 a 1933 e a quem ela descreveu como uma “amiga de uma vida inteira”\, a Jacqueline Marval\, Hermine David e Suzanne Valadon\, que era muito conhecida do público na época. Em 1951\, ano de sua morte\, ela havia apresentado mais de trezentos artistas nos quatro endereços sucessivos de sua galeria: 25 Rue Victor-Massé; 50 Rue Taitbout de 1917; 46 Rue Laffitte\, de 1920 a 1934\, e finalmente 27 Rue Saint-Dominique. Ela organizou centenas de exposições até o fechamento definitivo de sua galeria em 1940. \nEsta exposição faz parte de uma série iniciada em 2023 com Modigliani\, um Pintor e seu Negociante\, dedicada ao mercado de arte e que teve como objetivo destacar os mecanismos por trás do surgimento das vanguardas do século XX e as figuras frequentemente notáveis ​​que moldaram seu funcionamento interno. \nA exposição apresentará aos visitantes a carreira e a personalidade da negociante por meio de sua contribuição para diversos eventos que marcaram a história da arte. Também traçará a vida de uma galeria na primeira metade do século XX\, em sua continuidade e vicissitudes. Cerca de centenas de obras\, pinturas\, esculturas\, desenhos\, gravuras e joias evocarão as exposições organizadas por Berthe Weill e o contexto histórico em que ocorreram. Assim como aconteceu na Galeria B. Weill\, obras de Pablo Picasso\, Henri Matisse\, Diego Rivera e Amedeo Modigliani conviverão com outras de Emilie Charmy\, Pierre Girieud e Otto Freundlich\, pintando o retrato de uma mulher e sua ação. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Minimal" no Bourse de Commerce
DESCRIPTION:Pinault Collection\, 2025. Cortesia de Bourse de Commerce. \nA exposição “Minimal” explora a evolução global e internacional deste movimento\, que desde o início da década de 1960 reconsiderou radicalmente o status da obra de arte. \nCaracterizado por uma economia de meios\, estética enxuta e uma reconsideração da posição da obra de arte em relação ao observador\, artistas da Ásia\, Europa\, América do Norte e do Sul desafiaram os métodos tradicionais de exibição. Essa abordagem convidava a uma interação mais direta e corporal com a arte\, integrando o observador e o ambiente à própria obra de arte. Embora essas transformações tenham se desdobrado de maneiras distintas em diferentes regiões\, elas compartilhavam um impulso comum de expandir a relação entre a obra de arte e o público. \nPor exemplo\, no Japão\, o movimento Mono-ha concentrou-se em reunir “coisas” em seus estados naturais e inalterados\, destacando a interdependência entre objetos\, espaço e observador. No Brasil\, artistas neoconcretos adotaram uma abstração mais sensual\, contrariando as formas rígidas da arte concreta e promovendo uma conexão íntima com o observador. Enquanto isso\, na Europa\, movimentos como o Zero na Alemanha e a Arte Povera na Itália expandiram os limites da escultura por meio de formas minimalistas e do envolvimento direto com o espaço\, enquanto nos EUA\, artistas minimalistas rejeitaram as técnicas composicionais tradicionais em favor da simplicidade e da materialidade. Apesar de enraizados em contextos locais\, esses desenvolvimentos surgiram simultaneamente\, desafiando a narrativa minimalista predominantemente americana. \nOrganizada em sete temáticas — Luz\, Mono-ha\, Equilíbrio\, Superfície\, Grade\, Monocromático e Materialismo — a exposição\, com curadoria de Jessica Morgan\, Diretora da Dia Art Foundation\, destacará esses desenvolvimentos artísticos únicos\, porém interconectados\, em todo o mundo\, com base em um conjunto excepcional de obras da Coleção Pinault\, com empréstimos adicionais da Dia Art Foundation e de outras coleções públicas e privadas. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"In-situ Works" no Bourse de Commerce
DESCRIPTION:Ryan Gander. Ever After: A Trilogy (I… I… I…)\, 2019. Cortesia de Bourse de Commerce. \nO desejo de promover um diálogo entre as obras de arte e seu contexto arquitetônico\, natural e urbano é\, de fato\, uma das principais características associadas à identidade dos museus da Coleção Pinault. Em Veneza\, os mármores e tetos pintados do Palazzo Grassi\, e as paredes e vigas de tijolos da Punta della Dogana\, interagem com os reflexos cambiantes da água. Esses elementos não padronizados\, que se poderia suspeitar que interferissem ou mesmo comprometessem a apresentação das obras de arte\, são\, ao contrário\, uma fonte de inspiração para os artistas. O ambiente também proporciona aos visitantes uma experiência artística única e contextualizada\, no “aqui e agora”. \nArtistas participantes: \nRyan Gander \nAutor de uma obra multifacetada\, Ryan Gander (nascido em 1976 em Chester\, Reino Unido) vive e trabalha em Londres. Ele utiliza uma vasta gama de mídias para questionar os mecanismos de percepção de uma obra de arte dentro de uma complexa relação entre realidade e ficção. A maior parte de sua produção explora\, de uma forma ou de outra\, ausência\, perda\, invisibilidade\, latência. Com Ever After: A Trilogy (I… I… I…) (2019)\, Ryan Gander encena um rato animatrônico gago\, aninhado em um buraco na parede\, surpreendendo os visitantes enquanto esperam o elevador. Preso em seu “loop” animado\, esse rato improvável\, condenado a viver ciclo após ciclo da mesma experiência até a exaustão\, nos encoraja a pensar e até mesmo sorrir sobre nossa própria condição. \nMartin Kippenberger \nUm estranho poste de luz fragmentado\, intitulado “Ohne Titel”\, parte de uma série de esculturas criadas em 1989 pelo artista alemão Martin Kippenberger\, entrelaçou-se à arquitetura da Bolsa de Comércio. Reunindo todos os vícios em sua melancolia anti-heroica\, os postes de luz de Kippenberger não apenas são distorcidos pela embriaguez\, mas suas lâmpadas vermelhas conduzem ao “Rotlichtviertel”\, o distrito da luz vermelha. Esses companheiros de perambulações noturnas tornam-se os alter egos do artista. Fiéis à atitude anticonformista de Kippenberger\, como escreve o historiador da arte Dider Ottinger: “Abertos a todas as metamorfoses\, suas convoluções simulam ideais corrompidos\, (…) mimetizam projetos gaguejantes. Uma serpente herética mordendo a própria cauda\, ​​o poste de luz torna-se a imagem de ambições abortadas\, a de um idealismo incurável.” \nPhilippe Parreno \nCom suas tonalidades intermitentes\, este “farol” traduz em código o mítico e inacabado romance homônimo de René Daumal (1908-1944)\, publicado postumamente em 1951. Esta sequência de luzes ilumina o céu parisiense\, traduzindo a história da fantástica e metafísica aventura de Daumal\, que narra a descoberta e a ascensão coletiva de uma montanha que une a terra ao céu. Uma busca sem fim\, uma aventura impossível\, uma metáfora para a arte e sua utopia. Philippe Parreno projetou uma nova versão desta instalação in-situ para a Bourse de Commerce\, retrabalhando e modificando uma de suas peças seminais\, criada originalmente em 2001. Mont Analogue está instalado no topo de um elemento arquitetônico único\, presente no local desde o Renascimento\, quando o edifício serviu como palácio de Catarina de Médici. Esta coluna\, símbolo tanto do poder real quanto da eminência esotérica (segundo a lenda\, os astrólogos da rainha\, notadamente Cosimo Ruggieri e Nostradamus\, observavam as estrelas ali)\, torna-se um farol a partir do qual o artista transmite outra mensagem à cidade. É na forma de um código misterioso que o artista nos convida a descobrir os mundos invisíveis\, possíveis e intangíveis da arte. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"The empire of sleep" no Musée Marmottan Monet
DESCRIPTION:Domenico Fetti\, “Sleeping Girl” 1620-1622. Cortesia do Museum of Fine Arts\, Budapest. \nO Museu Marmottan Monet apresenta a exposição “The Empire of Sleep” de 9 de outubro de 2025 a 1º de março de 2026.Com curadoria de Laura Bossi\, neurologista e historiadora da ciência\, e Sylvie Carlier\, diretora das coleções do Museu Marmottan Monet\, esta exposição explorará as implicações simbólicas e alegóricas do sono\, sua importância no imaginário secular e sagrado\, e as maneiras pelas quais as pesquisas científicas\, filosóficas e psicanalíticas relacionadas ao sono influenciaram a arte.A exposição se concentrará nos séculos XIX e XX\, quando as ideias relacionadas ao sono passaram por grandes transformações. Um conjunto de obras de arte datadas de 1800 a 1920 será exibido juntamente com obras significativas da Antiguidade\, da Idade Média e das eras moderna e contemporânea\, a fim de destacar certos temas-chave duradouros: o sono dos inocentes\, os sonhos em histórias bíblicas\, a ambivalência da noção de sono aplicada tanto ao descanso cotidiano quanto ao descanso eterno\, o Eros da figura adormecida e os sonhos e pesadelos. A exposição também abordará o mesmerismo e os distúrbios do sono por meio de imagens médicas e mostrará como certos artistas abraçaram esses temas. Por fim\, mas não menos importante\, uma seção da exposição dedicada ao quarto destacará hábitos e costumes ligados a esse espaço altamente simbólico. \nCom curadoria de Laura Bossi\, neurologista e historiadora da ciência\, e Sylvie Carlier\, diretora das coleções do Musée Marmottan Monet com Anne-Sophie Luyton\, Assistente de Curadoria \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"The Unexpected Dialogues: Monet / Sécheret" no Musée Marmottan Monet
DESCRIPTION:Jean-Baptiste Sécheret . “Les Échafaudages. Hommage à Léon Spilliaert” 2007-2024. Cortesia de Bertrand Huet. \nJean-Baptiste Sécheret (nascido em 1957) é o décimo artista convidado pelo Museu Marmottan Monet para projetar uma exposição em diálogo com as obras da coleção. Pintor\, ele trabalha em séries e sobre o tema\, pintando as paisagens sobre as quais seu olhar recai — monumentos\, edifícios\, fábricas\, casas — antes de prosseguir com seus trabalhos no ateliê. \nPara o Museu Marmottan Monet\, ele apresentará um conjunto de pinturas que retratam as paisagens costeiras e o céu de Trouville\, o famoso Hôtel des Roches Noires\, que era uma das vistas de seu apartamento quando morava naquela cidade. Quanto a Monet\, as paisagens da Normandia são espaços familiares para Sécheret e levarão a um encontro com duas pinturas do mestre da casa: Sur la plage de Trouville (1870) e Camille sur la plage (1870). \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"POLARAKI - Mil polaroids de Araki Nobuyoshi" no Musée Guimet
DESCRIPTION:Nobuyoshi Araki. Sem Título\, 1997 – 2024. Museu Guimet\, Paris. \nPOLARAKI revela a exploração do grande fotógrafo japonês das infinitas possibilidades oferecidas pela Polaroid\, uma fonte central de experimentação em seu trabalho. \nFotógrafo japonês prolífico\, obsessivo e intencionalmente provocativo\, Araki Nobuyoshi tem sido\, desde a década de 1960\, uma figura-chave na história da fotografia japonesa e internacional. \nCriadas entre 1997 e 2024\, as Polaroides de Araki apresentadas na exposição foram gradualmente adquiridas de galerias\, principalmente francesas e japonesas\, ao longo dos últimos 25 anos pelo colecionador Stéphane André\, que as doou ao Museu Guimet em 5 de maio de 2025. Instaladas na rotunda do quarto andar do museu\, as Polaroides apresentam a instalação projetada pelo colecionador para seu apartamento: 43 colunas compostas por 9 quadros dispostos de ponta a ponta e do chão ao teto. Em cada quadro\, uma\, duas\, três ou quatro Polaroides\, de acordo com associações compostas em parte por Araki e em parte pelo colecionador. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:George Condo no Musee d'Art Moderne de Paris
DESCRIPTION:George Condo\, The Portable Artist\, 1995. Cortesia do Musée d’Art Morderne de Paris. \n  \nA exposição começa com as conexões férteis que o artista construiu com a história da arte ocidental. Em uma galeria que explora os códigos clássicos de um importante museu de Belas Artes\, algumas das obras mais ousadas do artista estão em exposição. Elas demonstram como Condo se apropriou de mestres do passado\, de Rembrandt a Picasso\, de Goya a Rodin\, incorporando-os à sua imaginação exuberante\, repleta de figuras ultrajantes e perturbadoras. \nA sequência continua com um conjunto de obras relacionadas ao Realismo Artificial\, um conceito inventado por Condo para descrever obras que desafiam qualquer cronologia. Criadas em um estilo e utilizando técnicas do passado\, essas obras também tomam emprestado elementos da cultura do grafite (a série Names Paintings\, 1984) ou de imagens de quadrinhos (Big Red\, 1997)\, produzindo um efeito de ambiguidade temporal. \nEsta seção da exposição termina com a exibição conjunta de dois conjuntos de obras em que Condo adota uma abordagem original para reformular a história da arte\, seja por meio da acumulação (a série de Colagens\, de 1986)\, seja por contraste (a série de Pinturas Combinadas\, de 1990 a 1993). \nEm seguida\, uma pausa na apresentação oferece a oportunidade de mergulhar mais profundamente na mente do artista. Um corredor expõe a relação frutífera que Condo cultivou com a literatura\, especialmente suas colaborações com escritores da Geração Beat (William Burroughs\, Allen Ginsberg\, Brion Gysin etc.). Este espaço leva a uma galeria de artes gráficas\, que reúne obras em papel densamente dispostas\, abrangendo toda a produção de Condo\, desde seus primeiros desenhos de infância até seus trabalhos mais recentes em nanquim e pastel. \nA representação da figura humana é um dos temas principais da obra de Condo. O artista se esforça para retratar a complexidade da psique humana por meio de retratos de seres imaginários\, descritos como “humanoides”. Uma seção é dedicada a eles\, primeiro em uma série de retratos individuais do início dos anos 2000 que revisitam os códigos neoclássicos\, e depois\, uma galeria de retratos de grupo (a série Drawing Paintings\, 2009-2012). Esta seção conclui com uma galeria dedicada à série Double Portraits (2014-2015). Ela aborda a dualidade da mente humana e a noção de “cubismo psicológico”\, termo cunhado pelo artista para descrever sua maneira de retratar diversas emoções distintas em um mesmo retrato. \nA última seção principal da exposição explora a relação de Condo com a abstração. Desde o início\, o artista criou obras que beiram a abstração\, como a série Expanding Canvases (1985-1986)\, na qual rabiscos frenéticos espalhados por toda a obra borram a composição. A seção continua com uma exibição de várias séries monocromáticas — brancos (2001)\, azuis (2021 e pretos (1990-2019). Foco especial é dado à série de Pinturas Negras em uma sala imersiva que convida à introspecção. A exposição conclui com obras recentes da série Diagonal (2023-2024)\, revelando a capacidade insaciável do artista de redefinir sua própria linguagem pictórica. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"I dreamt of you in colours" de Otobong Nkanga no Musée d'Art Moderne de Paris
DESCRIPTION:Otobong Nkanga\, Social Consequences V: The Harvest 2022. Musée d’Art Moderne de Paris. \n  \nReunindo instalações emblemáticas\, séries de fotografias\, obras recentes e um grande número de desenhos\, alguns dos quais datam dos primeiros anos de sua carreira e nunca antes expostos\, a exposição oferece um recorte da obra multifacetada de Otobong Nkanga\, abrangendo sua trajetória desde o início até o presente. Ela segue uma genealogia de temas recorrentes (como a extração mineral ou os diversos usos e valores culturais vinculados aos recursos naturais) em um conjunto de obras visuais em constante evolução. Para a ocasião\, a artista reativou algumas obras emblemáticas\, adicionando-lhes novos elementos em uma poética de entrelaçamento site-specific\, criando conexões entre formas\, materiais ou ideias. \nAs obras apresentadas provêm de coleções públicas francesas e internacionais (Castello di Rivoli em Rivoli\, Museu Stedelijk em Amsterdã\, Fundação Beyeler em Basileia\, Henie Onstad Kunstsenter em Sandvika\, M HKA à Anvers\, Centro Pompidou em Paris) e de coleções particulares\, bem como do ateliê da artista. A obra principal From Where I Stand (2015)\, adquirida no banquete de gala dos Amigos do Musée d’Art Moderne em 2022\, também estará em exibição na exposição. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:Gerhard Richter no Foundation Louis Vuitton
DESCRIPTION:Gerhard Richter. 4900 Farben\, 2007. Cortesia da Fundation Louis Vuitton. \nDe 17 de outubro de 2025 a 2 de março de 2026\, a Fundação apresentará uma grande retrospectiva das obras de Gerhard Richter — um dos artistas contemporâneos mais influentes — nascido em Dresden em 1932. Ele fugiu da Alemanha Oriental para Düsseldorf em 1961\, antes de se estabelecer em Colônia\, onde atualmente vive e trabalha. \nDando continuidade à sua tradição de exposições monográficas históricas dedicadas a figuras importantes da arte dos séculos XX e XXI — incluindo Jean-Michel Basquiat\, Joan Mitchell\, Mark Rothko e David Hockney — a Fundação dedicará todas as suas galerias a Gerhard Richter\, amplamente considerado um dos artistas mais importantes e internacionalmente celebrados de sua geração. \nGerhard Richter participou da apresentação inaugural da Fundação Louis Vuitton em 2014\, com um conjunto de obras da Coleção. Agora\, a Fundação homenageia o artista com uma retrospectiva excepcional — inigualável tanto em escala quanto em escopo cronológico — com 275 obras\, que abrangem o período de 1962 a 2024. A exposição inclui pinturas a óleo\, esculturas em vidro e aço\, desenhos a lápis e tinta\, aquarelas e fotografias sobrepostas. Pela primeira vez\, uma exposição oferecerá uma visão abrangente de mais de seis décadas da criação de Gerhard Richter — um artista cuja maior alegria sempre foi trabalhar em seu ateliê. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Moon Rising in Daylight" de Chirstopher Le Brun na Almine Rech Paris\, Turenne
DESCRIPTION:Christopher Le Brun\, “Moon Rising in Daylight III” 2024. Cortesia de Almine Rech.\n\n\n\nA Almine Rech Paris\, Turenne\, tem o prazer de apresentar “Lua Nascendo à Luz do Dia”\, a primeira exposição individual de Christopher Le Brun com a galeria\, em cartaz de 18 de outubro a 20 de dezembro de 2025. \nSe dizemos que pintar é\, antes de tudo\, cobrir uma superfície\, isso não apenas aponta para o papel óbvio da tinta e do gesto — a sequência de ações\, ritmos e energia que flui pelo corpo e que o corpo transmite — mas também nos convida a reverter nosso processo de ver. Ainda mais na obra de Christopher Le Brun\, quando camadas de tinta se acumulam e pinceladas são aplicadas — poderíamos dizer\, depositadas como sedimentos — por um longo período antes que as pinturas saiam do ateliê. \nAo contemplar essas pinturas\, não olhamos mais através da superfície\, buscando uma profundidade que se estendesse do primeiro plano ao fundo\, o mais profundamente possível\, mas a percorremos\, examinando essa superfície de cima a baixo e de uma borda a outra\, conscientes de seus inúmeros relevos e variações ou mudanças de cor — da mesma forma que o pintor experimentou sua extensão pela amplitude e repetição de seus gestos\, da mesma forma que expandiu seus limites justapondo um número variável de painéis verticais\, explorando assim sua altura e comprimento. Aqui\, o horizonte se encontra na pintura\, dando acesso ao que o artista chama de hinterland o que sustenta e fundamenta a pintura\, suas múltiplas fontes e coisas não ditas — o espaço de cuja borda a pintura emerge\, ao qual está conectada psicológica\, cultural ou meta-fisicamente. \n— Guitemie Maldonado\, historiadora e crítica de arte
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SUMMARY:"Black & White" de Laurie Simmons na Almine Rech Paris
DESCRIPTION:Laurie Simmons\, “Woman Listening to Radio”\, 1976. Cortesia de Almine Rech Paris\n\n\n\nAlmine Rech\, da Matignon\, tem o prazer de apresentar “Laurie Simmons: Preto e Branco”\, a primeira exposição da artista na galeria\, em cartaz de 18 de outubro a 20 de dezembro de 2025. \nA inspiração para as primeiras fotografias de Laurie Simmons veio de uma fonte surpreendente: os recortes de edifícios de Gordon Matta-Clark. Simmons\, criada em Long Island durante as décadas de 1950 e início de 1960\, cresceu em uma casa suburbana tradicional\, moldada pelos rígidos papéis de gênero da época. Ao conhecer a casa suburbana reconfigurada de Matta-Clark (Splitting\, 1974)\, percebeu que desestabilizar esse totem da domesticidade poderia lhe proporcionar uma maneira de examinar as normas culturais que ela incorporava. Assim\, em 1976\, comprou uma casa de bonecas de lata dos anos 1950\, decorou-a com móveis de brinquedo e amostras de papel de parede e fotografou os minúsculos cômodos através da parede posterior recortada. Ocasionalmente\, ela o colocava sob um breve raio de sol que aparecia todas as manhãs em seu estúdio. Nessas fotografias\, um observador atento poderia notar quadrados de luz no formato de janelas de casa de bonecas — raios de sol dentro de um raio de sol. Se você já viu documentação da luz do dia fluindo através da peça cortada de Matta-Clark de 1975 no píer de Chelsea\, o efeito é duplamente evocativo. \nPara esta exposição individual\, sua primeira na Almine Rech\, Simmons expõe várias dessas fotografias de 1976\, a gênese de toda a arte que ela produziu desde então. (Fotografias coloridas da série foram exibidas pela primeira vez em sua exposição individual de 1979 no Artists Space\, em Nova York.) Em Sink/Ivy/Wallpaper\, uma pia de banheiro fica diante de uma parede com um padrão de hera e treliça. Ela é fotografada na altura dos olhos\, como se fosse por alguém prestes a lavar as mãos\, mas os acessórios da pia são muito pequenos e o padrão do papel de parede\, muito ousado. Nossos olhos\, perturbados por essa disparidade de escala\, logo os reconhecem como uma pia em miniatura e uma amostra de papel de parede em tamanho real. Na fotografia “Mulher Ouvindo Rádio”\, um ângulo de câmera semelhante nos coloca em uma sala de estar com uma dona de casa de brinquedo dos anos 1950. Seus olhos sem pálpebras olham fixamente para o vazio\, seu corpo de plástico rígido no sofá no coração de sua casa suburbana dos sonhos. \nUm cenário equivalente se desenrola em “Autofiction: Black & White/Living Room (Woman Sitting Alone)” (2025)\, mas com resultados muito diferentes. Feitas em colaboração com um gerador de imagens de texto para linguagem\, as pinturas de Simmons em “Autofiction” são interpretações estranhas de suas personas passadas. Para o capítulo mais recente dessa história alternativa\, ela revisita seus dublês das primeiras fotos de casas de bonecas\, imitando sua paleta em preto e branco e a moda dos anos 1950. Mas as novas composições estão repletas de falhas de IA — uma forma muito contemporânea de alienação — desestabilizando ainda mais esses fragmentos da domesticidade tradicional. Acompanhando as pinturas\, há um novo vídeo da Autofiction\, que a artista narra por meio de seus avatares gerados por computador.[…] \n— Craig Garrett\, escritor
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LOCATION:Almine Rech Paris\, 18 avenue Matignon\, Paris\, França
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SUMMARY:Gerhard Richter na David Zwirner\, Paris
DESCRIPTION:Gerhard Richter\, “Abstraktes Bild (Abstract Painting)”\, 2001\n\nDavid Zwirner tem o prazer de anunciar uma exposição de pinturas\, desenhos e instalações em vidro do renomado artista alemão Gerhard Richter na galeria de Paris. Esta é a terceira exposição do artista com David Zwirner desde o anúncio de sua representação em 2023\, após apresentações individuais nas galerias de Nova York (2023) e Londres (2024). A exposição coincide com uma grande retrospectiva da obra de Richter\, com curadoria de Nicholas Serota e Dieter Schwarz\, na Fundação Louis Vuitton em Paris\, com inauguração prevista para 17 de outubro de 2025. \nCaracterizadas por uma impressionante variação de escopo\, escala e técnica\, as obras em exposição na galeria David Zwirner destacam\, em conjunto\, a ampla compreensão de Richter sobre o suporte da pintura e sua abordagem incessantemente investigativa do próprio processo de criação artística. Em suas Fotobilder (Pinturas Fotográficas) — como Blumen (Flores\, 1992)\, Torso (1997) e Kl. Badende (Pequena Banhista\, 1994) — o artista utiliza suas próprias fotografias\, bem como imagens encontradas em jornais\, revistas e anúncios\, como base composicional. Ele frequentemente desfoca ou ofusca as imagens resultantes\, complicando assim a relação entre pintura e fotografia e apresentando um experimento conceitual com a tradução iterativa e a interação de meios. \n\n  \n\n  \n\n  \n\n  \n\n 
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SUMMARY:"It’s important to have ur fangs out at the end of the world" de Precious Okoyomon na Mendes Wood DM\, Paris
DESCRIPTION:Precious Okoyomon in the belly of the sun endless\, 2025. Cortesia de Mendes Wood DM. \n  \nA Mendes Wood DM tem o prazer de apresentar “É importante ter suas presas para fora no fim do mundo”\, a primeira exposição individual de Precious Okoyomon na galeria. A mostra reúne novas obras que traçam a exploração da artista sobre ecossistemas e sonhos e como modos de relacionalidade e pertencimento figuram nessas imaginações alternativas. Por meio de uma instalação composta por papel de parede\, desenhos\, dioramas e ursos\, Okoyomon encena mundos interiores oníricos onde o infantil e o erótico se tornam caminhos para a compreensão de como a fragilidade pode ser uma condição radical de cuidado e transformação\, enquanto a violência estrutural da vergonha sexual é desfeita com vitalidade e travessura. A artista escreveu uma nova fábula para acompanhar a exposição. \nSe reduzíssemos a matéria à sua menor unidade\, ela se resumiria a partículas. A divisão mais infinitesimal\, irredutível e inquieta. No entanto\, tais unidades nunca existem em puro isolamento. Seu destino é relacional\, perpetuamente preso a campos frenéticos de forças vibrantes. Até o elétron mais solitário sempre zumbirá dentro de uma teia de interações\, como o primeiro sinal de uma vasta floresta brotando em uma primavera fria\, com a promessa de flores opulentas. Falar de partículas é falar da própria relação. Elas são o prólogo de todos os começos\, um ecossistema onde nada é independente. Em certo nível\, essa é a verdade da física de que o “nós” precede o “eu”\, com a individuação ocorrendo em um contexto de relações. \nEm sua trilogia Esferas\, o filósofo Peter Sloterdijk abordou a mesma questão do individualismo de uma perspectiva antropológica. Para Sloterdijk\, os seres humanos são criaturas “esféricas”\, inseridas em microesferas de intimidade e coexistência. Da bolha pré-natal do útero aos apegos da infância\, aos ambientes sociais e coletivos em que se habita\, o eu é sempre coconstruído com o outro. Se a física nos diz que as partículas só podem existir em relação\, Sloterdijk sugere o mesmo para as bolhas da subjetividade. \nPrecious Okoyomon também introduz bolhas redondas\, semelhantes a átomos\, como recipientes para intuições e impressões sobre o eu. Dentro delas\, olhos fofos e consternados parecem tremer diante de seu destino poroso. Essas bolhas não apenas se projetam em direção a uma abertura ilimitada do eu como sempre plural\, mas também permitem uma jornada introspectiva que abraça a mesma natureza íntima da esfera. Aqui\, notas travessas introduzem uma “Ilha do Prazer” de ursos desinibidos. Com olhos brilhantes\, lábios brilhantes\, roupas íntimas de renda de algodão e patas fofinhas\, eles piscam hilariamente\, revelando um mundo interior onde o deleite reina voraz. Há algo perversamente infantil neles. Livres de tudo o que é reprimido\, eles compõem suas fantasias. De leite\, mel\, flores e amor. Seus corpos tocam a terra\, enquanto suas bundas louvam o céu\, totalmente abertas ao abandono. Vulneráveis\, como seus orifícios superexpostos\, mas protegidos da interação externa\, seja com uma rede ou com o vidro de um diorama. Suas intimidades e visões eróticas soft-core só podem ser observadas\, não participadas. \nComo o “objeto transicional” de Winnicott\, os ursos de Okoyomon personificam o espaço entre a projeção da individualidade e a transição para tudo o que está lá fora. Como qualquer brinquedo de pelúcia que uma criança preza\, eles se tornam uma ferramenta relacional. De certa forma\, os ursos onipresentes de Okoyomon são um testemunho de como cada um de nós se relaciona com o mundo exterior por meio de mundos interiores íntimos que habitamos e dos quais dependemos\, com a constituição de nossos mundos interiores mudando à medida que avançamos pelo mundo exterior. Não se trata de rejeitar a introspecção para agir na vida cotidiana\, mas sim de nos orientarmos introspectivamente em direção ao nosso lugar no mundo\, sob a certeza de que o eu é sempre plural. Assim\, traumas pessoais e históricos existem como feridas coletivas a serem conscientemente transformadas por meio da compaixão. Estes são abordados em paralelo ao colapso ecológico e à extração colonial\, observando a resiliência da natureza como um modelo aplicável. A violência da história é internalizada conscientemente\, em luto coletivo e força empática de espírito. \nA dimensão orgiástica da prática de Okoyomon pode ser interpretada de múltiplas maneiras. Há um elemento de desvio que rompe com a noção de inocência\, mera construção religiosa\, tanto quanto qualquer representação pastoral da natureza distanciada da realidade\, como só o humano pode ser. Há também um elemento de autoobliteração no outro\, ou abertura para o impulso destrutivo da natureza. O artista frequentemente demonstra seu amor por jardins venenosos que devoram tanto quanto nutrem. Eles encenam ecossistemas desenfreados onde identidade\, história colonial\, espiritualidade\, coletividade\, coisas e o ambiente vivo se entrelaçam em sistemas que são constantemente feitos e desfeitos. A fragilização\, uma noção emprestada do artista Bracha Ettinger\, é central para a celebração de Okoyomon da condição de ser em relação\, vulnerável à transformação. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Bridget Riley: Starting point" no Musée d'Orsay
DESCRIPTION:Bridget Riley. Cataract 2\, 1967. Cortesia de Bridget Riley 2025. \nFigura de destaque na arte óptica (Op Art)\, Bridget Riley\, nascida em Londres em 1931\, viu sua carreira transformada pelo encontro com a obra do mestre pós-impressionista Georges Seurat. No Museu de Orsay\, uma exposição das obras hipnóticas do grande pintor britânico destaca esse legado.  \nEsta exposição relembra a influência seminal de Georges Seurat na prática artística de Bridget Riley. Descobrir “Um Banhista em Asnières” na National Gallery de Londres foi um choque visual. Em 1959\, Bridget Riley fez uma cópia gratuita de “A Ponte em Courbevoie”\, com base em uma reprodução simples: “Copiar Seurat me permitiu compreender o pensamento pictórico. Observei sua obra\, analisei-a e depois a adaptei aos meus próprios meios.” A influência de Seurat perdurou na obra de Bridget Riley ao longo das décadas. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Gabrielle Hébert: Crazy love at Villa Medici" no Musée d'Orsay
DESCRIPTION:Anônimo. Brindisi : foule sur le port\, 1893 Cortesia da collection Musée Hébert – Musée d’Orsay \nProjetada em parceria com o Musée Départemental Ernest Hébert em La Tronche (Isère)\, onde será realizada na primavera de 2026\, a exposição também será apresentada na Academia Francesa em Roma – Villa Medici no outono de 2026\, onde a curadora da exposição\, Marie Robert\, passou um ano no contexto de uma residência cruzada entre Villa Medici e Musée d’Orsay. \nA exposição Quem Tem Medo de Fotógrafas? (1839-1945)\, apresentada no Museu de Orsay e no Museu de l’Orangerie em 2015\, foi um marco para o reconhecimento de artistas mulheres na França. Uma das muitas fotógrafas apresentadas foi Gabrielle Hébert (1853\, Dresden\, Alemanha – 1934\, La Tronche\, França). Nascida Gabrielle von Uckermann\, ela era pintora amadora antes de se casar com Ernest Hébert em 1880\, um artista acadêmico duas vezes nomeado Diretor da Academia Francesa em Roma. Ela passou a desenvolver uma prática fotográfica intensiva e extremamente prolífica\, iniciada na Villa Medici em 1888 e encerrada vinte anos depois em La Tronche (perto de Grenoble)\, após a morte do homem que ela idolatrava\, quase quarenta anos mais velho que ela\, e cujo lugar na história ela garantiu em grande parte ao apoiar a criação de dois museus monográficos. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Os Desenhos de Carracci" no Museu do Louvre
DESCRIPTION:Annibale Carracci\, Tithon. 1599. Cortesia do Museu do Louvre.\n\nConcluído no início do século XVII\, um interior decorativo no coração do Palazzo Farnese — atual sede da Embaixada da França na Itália — viria a ser considerado uma das maiores obras-primas da pintura ocidental. A obra em questão é a galeria decorada por Annibale Carracci\, seu irmão Agostino e seus alunos. A Galleria Farnese atraiu admiração em todo o mundo e inspirou o trabalho de muitos artistas devido à beleza de seus afrescos\, bem como à de seus desenhos preparatórios. \nO Museu do Louvre está transferindo a Galleria Farnese para Paris\, onde a mais extraordinária coleção de desenhos preparatórios já reunida recriará a galeria como um quebra-cabeça. O projeto expositivo imersivo que reproduz a abóbada da Galleria também incluirá um segundo teto: o do Camerino\, uma pequena sala que Annibale Carracci recebeu para testar seus projetos. \nA exposição visa oferecer aos visitantes um olhar mais atento ao caráter envolvente do principal arquiteto da obra\, Annibale Carracci. Os desenhos da Galleria Farnese e outras folhas que Annibale concluiu antes de partir para Roma destacam a determinação do artista de 34 anos em promover um renascimento estilístico e intelectual. Nunca antes tantos desenhos de um interior pintado haviam sido preservados\, desde o esboço rápido que delineia as ideias iniciais do artista até o grande desenho animado\, medindo vários metros de lado\, que contém um desenho em escala real do afresco. \n\n  \n\n  \n\n  \n\n 
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LOCATION:Museu do Louvre\, 75001 Paris\, França\, Paris\, França
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