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SUMMARY:"Hyperréalisme" no Museu Maillol
DESCRIPTION:Co-produção do Tempora e do Institut für Kulturaustausch com o Musée Maillol\, a exposição itinerante “Hyperréalisme – Ceci n’est pas un corps”\, em cartaz no Musée Maillol em uma versão ampliada e parcialmente nova\, faz um mergulho no mundo perturbador do hiperrealismo\, movimento artístico que surgiu nos anos 1960 nos Estados Unidos cujas técnicas têm sido exploradas por muitos artistas contemporâneos desde então. Nela\, podem ser vistas várias esculturas que abalam nossa visão de arte. Realidade\, arte ou cópia? O artista hiperrealista vira as costas para a abstração e procura alcançar uma representação meticulosa da natureza a tal ponto que os espectadores às vezes se perguntam se estão lidando com o corpo vivo. Estes trabalhos geram uma sensação de estranheza\, mas são sempre significativos. O subtítulo da exposição se refere à famosa obra de René Magritte “Ceci n’est pas une pipe”\, que questionava a relação da arte com a realidade. Alguns dos artistas expostos se esforçam para dar ao corpo humano a representação mais fiel e vívida possível\, enquanto outros\, ao contrário\, questionam a noção de realidade: novas tecnologias\, deformações. A exposição reúne mais de 40 esculturas de importantes artistas internacionais\, incluindo George Segal\, Ron Mueck\, Maurizio Cattelan\, Berlinde De Bruyckere\, Duane Hanson\, Carole A. Feuerman e John DeAndrea\, entre outros.
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LOCATION:Museu Maillol\, 59-61 Rue de Grenelle Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:Frida Kahlo no Palais Galliera
DESCRIPTION:Pela primeira vez na França e em estreita colaboração com o Museo Frida Kahlo\, a exposição reúne mais de 200 objetos da Casa Azul\, onde Frida Kahlo (1907-1954) nasceu e cresceu: roupas\, correspondência\, acessórios\, cosméticos\, remédios\, próteses médicas… Quando a artista morreu\, esses pertences pessoais foram fechados e lacrados por seu marido\, o muralista mexicano Diego Rivera\, e só foram redescobertos cinqüenta anos mais tarde\, em 2004. Essa preciosa coleção – incluindo os tradicionais vestidos Tehuana\, colares pré-colombianos que Frida colecionou\, espartilhos pintados à mão e próteses\, entre outras peças – é apresentada\, juntamente com filmes e fotografias da artista\, para formar uma narrativa visual de sua vida extraordinária. Longe dos clichês que envolvem sua personalidade\, a exposição “Frida Kahlo\, Au De-Là des Apparances” convida os visitantes a entrar na intimidade da artista e a entender como ela construiu sua identidade através da forma como se apresentou e se representou.
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LOCATION:Palais Galliera\, 10 Av. Pierre 1er de Serbie Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:"Donnation Anni et Josef Albers" no Musée d'Art Modérne de Paris
DESCRIPTION:Após a grande exposição Anni et Josef Albers\, L’art et la vie\, organizada pelo Musée d’Art Moderne de Paris de setembro de 2021 a janeiro de 2022\, a Fundação Josef e Anni Albers\, localizada em Bethany\, Connecticut\, fez uma doação excepcional de cinqüenta e sete obras. A doação inclui vinte e duas obras de Josef Albers (1888-1976)\, incluindo três obras da série Homage to The Square e trinta e cinco obras de Anni Albers (1899-1994)\, entre as quais catorze amostras têxteis inspiradas em motivos criados pela artista. O conjunto está em exibição junto das coleções permanentes do MAM. Esta doação é a mais importante feita pela Fundação após a morte dos dois artistas. Ela representa um grande enriquecimento para o museu que\, até agora\, não tinha nenhuma obra de nenhum dos artistas em suas coleções. Nicholas Fox Weber\, diretor da Fundação Josef e Anni Albers\, disse: “Essa doação é o resultado da estreita colaboração entre as equipes do Musée d’Art Moderne de Paris e da Fundação Albers. Estou certo de que Anni e Josef Albers teriam admirado as ousadas escolhas artísticas do Musée d’Art Moderne”. Representando todas as etapas criativas dos dois artistas – desde seu início na Bauhaus\, passando pelo Black Mountain College\, depois em Connecticut e notavelmente (para Josef) na Universidade de Yale – essas cinqüenta e sete obras são significativas da gama de técnicas e materiais utilizados pelo Albers: pintura\, tecelagem\, desenho\, fotografia e vários processos de impressão. Nascidos na Alemanha\, Anni e Josef Albers se conheceram em 1922 na Escola Bauhaus e casaram três anos mais tarde. Em 1933 eles emigraram para os Estados Unidos\, onde foram convidados a ensinar no Black Mountain College\, uma escola experimental nas montanhas da Carolina do Norte. Nesse novo ambiente\, Josef aprofundou sua pesquisa sobre cores enquanto Anni continuava a explorar diferentes técnicas de tecelagem. A ligação íntima e cúmplice entre eles permitiu-lhes apoiar e fortalecer um ao outro ao longo de suas vidas em um diálogo permanente e respeitoso. Com particular atenção a forma\, material e cor\, eles produziram um conjunto de trabalhos que é considerado hoje como um dos fundamentos da arte moderna e teve uma influência considerável na História da Arte do século 20. Seu trabalho\, como artistas\, mas também como professores\, consiste em levantar constantemente novas questões através da observação sensível do mundo visual e tátil.
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LOCATION:Musée d’Art Moderne de Paris\, 11 Av. du Président Wilson Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:André Derain no Musée de l'Orangerie
DESCRIPTION:Influenciado pelos grandes mestres\, André Derain (1880-1954) retornou a uma produção mais clássica durante o período entre as guerras. Mais do que um simples “retorno à ordem”\, suas paisagens da Provença\, valorizadas por Paul Guillaume\, revelam uma reflexão muito intensa sobre a luz. André Derain é o pintor mais representado na coleção do Musée de l’Orangerie\, com cerca de trinta quadros. Entre elas\, seis paisagens produzidas por volta de 1930 lembram o apego do artista à natureza\, que ele tem pintado constantemente desde o início de sua adesão ao fauvismo. Com mais de duzentas pinturas paisagísticas nesse período\, quase todas passando pelas mãos de Paul Guillaume\, esta amostra é reveladora do trabalho de Derain. Os seis quadros da exposição “André Derain – Paysages Méridionaux” são acompanhados por documentos que ilustram a relação do artista com a pintura clássica (Poussin\, Courbet\, Corot\, Cézanne)\, seu lendário mas controverso status artístico\, sua relação com o marchand Paul Guillaume e sua pesquisa mais teórica sobre a natureza da arte.
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LOCATION:Musée de l’Orangerie\, Jardin Tuileries Paris Département de Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:Monet-Mitchell na Fundação Louis Vuitton
DESCRIPTION:A exposição “Monet – Mitchell” encena um diálogo original entre as obras de dois artistas excepcionais\, Claude Monet (1840-1926) e Joan Mitchell (1925-1992)\, ocupando dez galerias na Fondation Louis Vuitton. A exposição é dividida em duas partes: “Monet – Mitchell” apresenta a resposta de cada artista à sua paisagem comum\, e “Joan Mitchell Retrospective” apresenta obras monumentais que abrangem a carreira da pintora\, uma dúzia das quais são da coleção da instituição francesa. Tanto Mitchell quanto Monet viveram ao longo das margens do Sena – em Vétheuil e nas proximidades de Giverny\, respectivamente – por períodos cruciais de suas vidas\, e ambos criaram trabalhos em resposta a este ambiente. Para Monet\, isto resultou em suas pinturas “Nymphéas”\, enquanto Mitchell produziu suas famosas composições abstratas. Com  trinta e seis obras de Monet e vinte e quatro de Mitchell\, “Monet – Mitchell” foi organizada em colaboração com o Musée Marmottan Monet\, que emprestou vinte e cinco pinturas do artista francês. A exposição também reúne dois grupos excepcionais de trabalho: dez quadros da série “La Grande Vallée”\, de Joan Mitchell (1983-84)\, reunidos quase quatro décadas após sua exposição fragmentária na Galerie Jean Fournier\, em 1984\, e o tríptico “Agapanthus”\, de Monet (ca. 1915-1926)\, que será exibido em sua totalidade pela primeira vez em Paris. A retrospectiva de Joan Mitchell inclui cerca de cinqüenta obras da artista\, incluindo seus polípticos dos anos 1970\, sua homenagem a Vincent van Gogh\, “No Birds” (1987-88)\, e “South” (1989)\, sua versão de “Sainte-Victoire”\, de Cézanne\, entre outros.
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LOCATION:Fundação Louis Vuitton\, 8 Av. du Mahatma Gandhi Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:"Années 80" no Musée des Arts Décoratifs
DESCRIPTION:O museu francês celebra os anos 1980 com a grande exposição intitulada Années 80\, Mode\, Design et Graphisme en France. Desde a eleição de François Mitterrand (presidente francês) em 1981 até a queda do muro de Berlim em 1989\, esta década histórica\, ainda viva na mente das pessoas na França\, é considerada tanto um divisor de águas político quanto um ponto de viragem artística nos campos da moda\, do design e das artes gráficas\, onde o pós-modernismo abre todas as possibilidades artísticas. A mostra reúne mais de 700 obras de arte\, incluindo objetos\, móveis\, criações de moda\, cartazes\, fotografias\, vídeos\, capas de álbuns e fanzines\, retraçando essa década frenética que se tornou sinônimo de ecletismo. Os anos 1980 viram surgir uma nova geração de criadores\, desde Olivier Gagnère\, Elizabeth Garouste e Mattia Bonetti\, até Philippe Starck e Martin Szekely\, todos eles criados em um contexto propício à liberdade de expressão. O design de moda também se libertou dos ditames tradicionais de estilo\, com estilistas como Jean Paul Gaultier e Thierry Mugler subindo para o status de superstars. A década de 1980 foi também o ápice da publicidade\, design gráfico e produção audiovisual através das obras de Jean-Paul Goude\, Jean-Baptiste Mondino e Etienne Robial. \n\n\n\nDa nova onda ao pós-punk e hip-hop\, um novo capítulo também foi escrito na história da música e da dança nas lendárias casas noturnas de Paris. \n\n\n\nA cenografia da exposição\, um choque de formas e desenhos vibrantemente coloridos\, é o trabalho do designer Adrien Rovero. Années 80\, Mode\, Design et Graphisme en France gira em torno de três importantes temas que refletem a fusão de ideias e formas específicas daquela década: uma nova era política e cultural\, design em efervescência e o look dos anos 1980. Nas salas expositivas com vista para o Jardin des Tuileries\, a exposição começa com a eleição de François Mitterrand em 1981\, anunciando uma mudança decisiva na França com um cartaz com o slogan “La Force Tranquille” (A Força Tranqüila). O cartaz\, encomendado por Mitterrand e criado pela lenda publicitária\, Jacques Séguéla\, marcou o início de uma nova era no design visual global e a chegada do marketing eleitoral. Os grandes projetos do novo presidente foram acompanhados por uma nova identidade visual\, com gráficos criados por Grapus para La Villette e o Louvre\, e Jean Widmer para o Musée d’Orsay. Para promover as criações contemporâneas\, o novo presidente chamou cinco designers para renovar os apartamentos particulares do L’Élysée\, incluindo Marc Held\, Ronald Cecil Sportes\, Philippe Starck\, Annie Tribel e Jean-Michel Wilmotte. Jack Lang\, o emblemático Ministro da Cultura\, inaugurou a Fête de la Musique em Paris em 21 de junho de 1982\, encorajou o reconhecimento público da moda francesa com a criação do Institut Français de la Mode (IFM) em 1986\, e apoiou desfiles de moda realizados na Cour Carrée do Louvre\, assim como o Oscar da Moda. A mídia e a produção audiovisual também experimentaram um boom sem precedentes. Étienne Robial criou o conceito de habillage ou apresentações audiovisuais\, para estações de televisão como Canal+\, M6 e Canal 7. Na época\, a proliferação de estações levou aos anos dourados do cinema publicitário graças a diretores icônicos como Étienne Chatiliez\, Jean-Paul Goude e Jean-Baptiste Mondino. A mídia escrita também passou por uma transformação quando Claude Maggiori redesenhou as capas do diário francês ‘Libération’\, enquanto a ‘arte’ do slogan inundou todas as formas de mídia existentes. Todas essas inovações dos anos 1980 ganham palco na exposição do Mad.
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LOCATION:Musée des Arts Décoratifs\, 107 Rue de Rivoli Paris\, Paris\, Paris\, França
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