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SUMMARY:"Monet to Morisot: The Real and Imagined in European Art" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Apresentando obras de arte do século XIX e início do século XX de nossa coleção\, criadas por artistas nascidos na Europa ou em suas colônias\, Monet to Morisot: The Real and Imagined in European Art enfoca um período de significativa transformação social\, no qual as técnicas artísticas\, temas e patrocínio passaram por mudanças profundas. O fio condutor “real e imaginado” da exposição oferece uma perspectiva evocativa e flexível para considerar as obras de arte através de cinco temas inter-relacionados\, sem estar preso a uma cronologia rígida\, e incentiva a formulação de questões críticas: O que é real e o que é imaginado nas obras que afirmam e refletem visões de gênero\, classe\, trabalho\, colonialismo e natureza? Quem produz essas perspectivas e para quem? Essas perguntas também nos lembram que o cânone tradicional da história da arte europeia é ao mesmo tempo imaginado e real. É uma construção imaginada e servindo a uma estreita e auto-designada comunidade\, mas teve um impacto muito real sobre o que foi colecionado e exibido em museus. Apresentadas são aproximadamente noventa obras de Claude Monet\, Gustave Courbet\, Berthe Morisot\, Francisco Oller\, Henri Matisse\, Pablo Picasso\, Yves Tanguy\, Vasily Kandinsky\, entre outros.
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LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Instalação David Hammons no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:O Whitney\, em colaboração com o Hudson River Park \, desenvolveu um projeto de arte pública permanente de David Hammons (n. 1943). Intitulada Day’s End (2014–21)\, esta instalação monumental está localizada no Hudson River Park ao longo da margem sul da Península de Gansevoort\, em frente ao Museu. \n\n\n\nProposto ao Whitney por Hammons\, Day’s End se inspira em uma obra de arte de mesmo nome de Gordon Matta-Clark (1943-1978). Em 1975\, Matta-Clark cortou cinco aberturas no galpão Pier 52 que anteriormente ocupava o local. O Hammons’s Day’s End é uma estrutura aberta que segue precisamente os contornos\, dimensões e localização do galpão original – e\, como a intervenção de Matta-Clark\, oferecerá um lugar extraordinário para experimentar a orla. \n\n\n\nEm conjunto com a realização do projeto\, o Whitney apresentou Around Day’s End: Downtown New York\, 1970–1986 \, uma exposição que apresentou obras da coleção relacionadas ao projeto seminal de Matta-Clark. O Whitney também criou materiais interpretativos\, incluindo a primeira série de podcasts do Museu\, Artists Among Us \, bem como vídeos e passeios a pé pelo bairro. Essa mídia de apoio toma os Day’s End s\, conforme previsto por Hammons e Matta-Clark\, como pontos de partida para explorar a história local – da orla e do Meatpacking District\, o papel dos artistas no bairro\, sua história LGBTQ e a ecologia do estuário. Novas pesquisas\, materiais de arquivo e entrevistas de história oral serão incorporadas.
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SUMMARY:"At the Dawn of a New Age" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia\, bem como as mudanças culturais\, como o sufrágio feminino\, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade\, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias\, novos planos e novas esperanças”. \n\n\n\nAlguns dos artistas apresentados nesta exposição\, como Georgia O’Keeffe e Marsden Hartley \, são bem conhecidos hoje\, mas muitos modernistas igualmente inovadores foram amplamente esquecidos. Com mais de sessenta obras de quarenta e cinco artistas extraídas principalmente da coleção permanente do Whitney\, At the Dawn of a New Age oferece uma compreensão expandida da complexidade da arte americana produzida entre 1900 e 1930 e recupera a exuberante sensação de liberdade e experimentação subjacente isto. \n\n\n\nEsta exposição é organizada por Barbara Haskell\, curadora.
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SUMMARY:Jumana Manna no MoMA PS1
DESCRIPTION:“Break\, Take\, Erase\, Tally”\, primeira grande individual de Jumana Manna nos EUA\, mostra a pesquisa multidisciplinar da artista\, que explora os efeitos paradoxais das práticas de preservação na agricultura\, na ciência e no direito. Marcando a estreia em Nova York do novo filme de Manna\, “Foragers” (2022)\, a exposição reúne quase 20 obras\, incluindo dois filmes recentes e uma série de esculturas novas e anteriores. Enfocando a terra diante das formas crescentes de sua alienação\, os filmes de Manna usam uma série de métodos narrativos para examinar como as práticas baseadas na terra (agricultura e forragem\, por exemplo) estão envolvidas e lutam contra as políticas neoliberais e coloniais e\, por sua vez\, contra as mudanças climáticas. Extraído de exemplos específicos\, como a primeira retirada do Cofre Global de Sementes de Svalbard em 2015 em resposta à guerra síria (tema de seu filme “Wild Relatives”) Manna” ressalta as limitações científicas na recuperação da perda de vidas biológicas\, em todas as suas formas. Seu trabalho visualiza a lenta violência da agricultura industrial enquanto faz perguntas pungentes sobre que tipo de futuro é possível em um presente precário. Em seu novo filme\, “Foragers”\, Manna se move entre documentário e ficção para abordar confrontos crônicos entre colhedores palestinos de ervas selvagens ‘akkoub e za’atar e a Autoridade Israelense de Proteção da Natureza\, que considerou as plantas ameaçadas de extinção. A recusa dos foragidos e as punições que enfrentam\, devido a grandes multas e tempo de prisão em potencial\, às vezes assumem um tom absurdo e cômico que levanta questões-chave em torno da política de extinção – principalmente\, quem determina o que vive e como vive. Em ambos os filmes da artista\, plantas e sementes são temas primários\, e a relação entre o trabalho humano e a terra é essencial para suas estruturas narrativas. A exposição também apresenta uma nova instalação em larga escala de esculturas que se inspiram nos restos fragmentados de khabyas\, estruturas tradicionais e agora obsoletas para o armazenamento de grãos no Levante. As esculturas são colocadas em diálogo com suas características assemblages de rodapés industriais\, que usam materiais encontrados no ambiente urbano\, em lugares como canteiros de obras e sistemas de drenagem. Através da escultura e do filme\, as obras da artista exploram a terra e seus ritmos como base para formas de vida que também podem servir para resistir\, fugir e transformar estruturas de poder hegemônico.
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SUMMARY:Just Above Midtown no MoMA
DESCRIPTION:Just Above Midtown – ou JAM – era uma galeria de arte e um laboratório artístico liderado por Linda Goode Bryant\, voltado a artistas afro-americanos e negros. Aberto de 1974 a 1986\, foi um lugar onde a arte negra floresceu e o debate foi cultivado. A galeria ofereceu oportunidades iniciais para artistas hoje muito reconhecidos\, incluindo David Hammons\, Lawrence D. “Butch” Morris\, Senga Nengudi\, Lorraine O’Grady\, e Howardena Pindell. Nengudi descreveu a energia do JAM como “vibrante”\, um espaço onde os artistas “recebiam carta branca\, e não havia restrições”. Essa exposição apresenta artistas e obras de arte apresentadas e criadas no JAM em uma ampla variedade de meios. O material de arquivo e as intervenções artísticas contextualizam o ethos experimental que definiu a galeria. \n\n\n\nAnimada pela crença de Goode Bryant em tentar “nos conectar com nossa capacidade inata de usar o que temos para criar o que precisamos”\, a galeria tomou o que era uma visão expansiva na época\, abraçando artistas que trabalhavam com abstração e materiais baratos\, vídeo e performance\, assim como artistas autodidatas e da Costa Oeste. Ela organizou exposições que exploraram a ideia de mistura artística e racial\, incentivou colaborações entre artistas e ofereceu uma plataforma para críticas consistentes sobre a comercialização da arte. Como parte de sua missão de construir relacionamentos com o público artístico da cidade\, Goode Bryant e seus colaboradores incorporaram palestras e workshops na programação da galeria\, incluindo “The Business of Being an Artist”\, dirigido ao desenvolvimento profissional dos artistas\, e “Brunch with JAM”\, uma série de almoços de $5 com palestras de artistas e curadores de museus. A mostra inclui performances\, exibições e programas públicos\, assim como uma série de colaborações.
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SUMMARY:Oscar yi Hou no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Em uma época de crescente violência contra as comunidades asiáticas nos Estados Unidos\, Oscar yi Hou questiona o que significa ser “asiático-americano” e quem é considerado “norte-americano”. Oscar yi Hou: East of Sun\, West of Moon\, título de um poema do artista\, compreende onze de suas recentes pinturas figurativas. Em algumas obras\, yi Hou coloca seus amigos e ele mesmo como figuras da história do leste asiático e da cultura visual ocidental\, desde imigrantes chineses do século XIX até Son Goku\, da popular franquia de mídia Dragon Ball. Em outros\, o artista retrata suas amigas\, muitas das quais\, como ele\, se identificam como parte de uma comunidade criativa asiática\, em papéis tradicionalmente brancos e masculinos\, acabando com os estereótipos de longa data. Da mesma forma\, yi Hou olha tanto para a cultura popular quanto para referências passadas\, incluindo as coleções de arte asiática recentemente reinstaladas do Brooklyn Museum\, em sua abordagem para essas composições que remete à colagem. O artista envolve seus temas com o que ele chama de iconografia de “cowboy chinês”\, um caleidoscópio de imagens como bandeiras americanas\, símbolos yin-yang\, chapéus de cowboy e caligrafia chinesa. Através dessa justaposição (e de sua crítica sobre as calúnias contra o povo do Leste Asiático) yi Hou revela a complexidade da questão de identidade nacional\, como evidenciado por sua própria origem sino-britânica. Agora morando no Brooklyn\, ele afirma: “Embora eu seja apenas um norte-americano\, sou resolutamente um asiático-americano”. Oscar yi Hou: East of Sun\, West of Moon é organizado por Eugenie Tsai\, Curador Sênior de Arte Contemporânea do Brooklyn Museum\, com Indira A. Abiskaroon\, Assistente Curatorial de Arte Moderna e Contemporânea.
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SUMMARY:Edward Hopper no Whitney Museum
DESCRIPTION:Para Edward Hopper\, Nova York era uma cidade que existia tanto na mente quanto no mapa\, um lugar que tomou forma através da experiência vivida\, da memória e da imaginação coletiva. Foi\, ele refletiu no final da vida\, “a cidade americana que melhor conheço e de que mais gosto”. A cidade de Nova York foi a casa de Hopper por quase seis décadas (1908-67)\, um período que abrange toda a sua carreira madura. A Nova York de Hopper não era um retrato exato da metrópole do século 20. Durante sua vida\, a cidade foi submetida a um tremendo desenvolvimento: arranha-céus atingiram alturas recordes\, os canteiros de obras rugiam pelos cinco bairros\, e uma população cada vez mais diversificada cresceu. Ainda assim\, suas representações de Nova York permaneceram em escala humana e em grande parte despovoadas. Escapando do skyline icônico e de marcos pitorescos\, como a Brooklyn Bridge e o Empire State Building\, em vez disso Hopper voltou sua atenção para suas estruturas utilitárias não elogiadas e esquinas ermas\, atraído pelo contraste incômodo entre novo e antigo\, coletivo e residencial\, público e privado\, evidências dos paradoxos da cidade em transformação. A Nova York de Edward Hopper traça o fascínio duradouro do artista pela cidade\, revelando uma visão de Nova York que é tanto uma manifestação do próprio Hopper quanto um registro da cidade ao seu redor. A exposição Edward Hopper’s New York dá uma visão abrangente da vida e do trabalho de Hopper\, desde suas primeiras impressões de Nova York em esboços\, gravuras e ilustrações\, até suas últimas pinturas\, nas quais a cidade serviu de pano de fundo para suas evocativas destilações da experiência urbana. Extraída do extenso acervo da Whitney e ampliada por empréstimos-chave\, a exposição reúne muitos dos quadros emblemáticos da cidade de Hopper\, bem como vários exemplos menos conhecidos\, mas de importância crítica. A mostra é significativamente permeada por materiais variados do arquivo Sanborn Hopper recentemente adquirido pelo museu (efêmera\, correspondência\, fotografias e periódicos) que juntos inspiram novas ideias sobre a vida de Hopper na cidade. Ao explorar o trabalho do artista através das lentes de Nova York\, a exposição oferece uma nova visão dessa figura formidável e considera a própria cidade como um ator principal. A exposição foi organizada por Kim Conaty\, curadora de desenho e gravuras\, com Melinda Lang\, assistente sênior de curadoria.
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SUMMARY:Meret Oppenheim no MoMA
DESCRIPTION:“Ninguém lhe dará liberdade”\, disse Meret Oppenheim em 1975. “Você tem que tomá-la”. Inspirada em projetos da própria artista visionária suíça\, Meret Oppenheim: My Exhibition reúne quase 200 obras que oferecem uma ampla visão retrospectiva da inovação de Oppenheim ao longo de sua vida\, com um conceito de arte notavelmente aberto\, e uma originalidade e sagacidade ferozes. Mais conhecida por sua famosa xícara de chá revestida de peles\, o escopo completo da carreira de seis décadas de Oppenheim tem sido largamente desconhecido fora de sua Suíça natal\, e muitas das pinturas\, esculturas\, montagens\, relevos\, desenhos de joias\, trabalhos em papel e colagens estão em exposição nos EUA pela primeira vez. Esta exposição oferece uma rara oportunidade de ver a produção de Oppenheim em toda sua exuberante variedade\, desde objetos ousados expostos pela primeira vez ao lado dos surrealistas nos anos 1930\, até colagens pintadas que incorporam materiais naturais encontrados na paisagem alpina\, passando por esculturas feitas de bronze e pedras semi-preciosas. Antes de sua apresentação no MoMA\, a exposição foi apresentada no Kunstmuseum de Berna\, Suíça\, entre 22 de outubro de 2021 e 13 de fevereiro de 2022\, e na Menil Collection\, em Houston\, entre 25 de março e 18 de setembro de 2022.
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SUMMARY:Nick Cave no Guggenheim
DESCRIPTION:Nick Cave (1959\, Fulton\, Missouri) é mundialmente famoso por ser um dos cantores e compositores mais emblemáticos de sua geração\, mesclando folk ao rock dos anos 1950 e a um acento de blues. O que poucos brasileiros sabem é que Cave também é celebrado internacionalmente por suas elaboradas instalações e trabalhos têxteis\, incluindo seus icônicos Soundsuits\, que misturam escultura\, design de fantasias e fabricação de instrumentos. Nick Cave: Forothermore é uma exposição de pesquisa cobrindo toda a amplitude da carreira do artista\, e apresenta escultura\, instalação\, vídeo\, e obras pouco vistas do início da carreira do artista. O título é um neologismo\, uma nova palavra que reflete o compromisso vitalício do artista em criar espaço para aqueles que se sentem marginalizados pela sociedade e cultura dominante\, especialmente as comunidades da classe trabalhadora e as pessoas afro-americanas e queer. A mostra destacará o desenvolvimento da singular prática artística de Cave\, que interroga as promessas cumpridas ou frustradas que o final do século 20 e início do século 21 oferecem ao Outro. Instaladas nas galerias de torres do museu\, as seções temáticas da mostra são intituladas What it was\, What it is e What it shall be\, inspiradas em uma antiga saudação afro-americana. A exposição se desdobra como uma história tripartite\, com cada capítulo olhando para o passado\, presente e futuro da prática de Cave. What it was explora os primeiros trabalhos que honram os fundamentos criativos e sociais do artista dentro de sua família e além dela. Vivendo e trabalhando em Chicago\, Cave frequentemente cita a verve psicodélica do grupo Parliament-Funkadelic\, de George Clinton\, e o excesso extravagante da house music de Chicago como influências em seu desenvolvimento artístico. What it is inclui o trabalho de Cave sobre opressão\, perda\, luto e lembrança\, mas também sobre alegria e celebração coletiva. Finalmente\, What it shall be reúne sua produção recente\, como as Soundsuits e a série de obras em escala monumental Tondo\, que exemplificam suas estratégias de sobrevivência em meio à injustiça. Nick Cave: Forothermore foi organizada pelo Museum of Contemporary Art Chicago\, com curadoria de Naomi Beckwith\, diretora adjunta e curadora do Guggenheim\, com auxílio de X Zhu-Nowell\, curador assistente do museu.
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SUMMARY:Thierry Mugler no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Thierry Mugler: Couturissime é a primeira retrospectiva a explorar o fascinante e arrojado universo do designer de moda e criador francês de perfumes icônicos Thierry Mugler. Um visionário da moda\, Mugler se estabeleceu como um dos mais ousados e inovadores estilistas do final do século 20. Suas silhuetas arrojadas\, técnicas e materiais pouco ortodoxos (incluindo vidro\, plexiglas\, vinil\, látex e cromo) fizeram sua marca na história da moda. Nos anos 1970\, Mugler definiu tendências com seu aclamado glamazon\, uma mulher chique e moderna cujo estilo evoluiu da moda hippie dos anos 1960. Nos anos 1980 e 1990\, Mugler galvanizou o renascimento da alta costura através de suas coleções provocativas e desfiles de moda teatrais\, que envolviam locais grandiosos e os modelos mais icônicos da época. Assim como seu trabalho ainda está influenciando novas gerações de costureiras\, celebridades continuam a ser atraídas pelos desenhos de Mugler: seus vestidos clássicos foram recentemente usados por Beyoncé\, Cardi B\, e Kim Kardashian. A exposição apresenta mais de uma centena de trajes que vão desde peças de alta costura a trajes de palco\, além de acessórios personalizados\, croquis\, vídeos\, imagens dos principais fotógrafos de moda e instalações espetaculares que espelham a abordagem futurista de Mugler. A apresentação do Brooklyn Museum também apresenta uma seção expandida dedicada aos seus perfumes\, centrada no icônico Angel. Thierry Mugler: Couturissime é uma oportunidade para descobrir e redescobrir o trabalho fantástico deste artista multidisciplinar\, que revolucionou o mundo da moda.
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SUMMARY:Andrea Fraser na Marian Goodman
DESCRIPTION:A primeira exposição individual de Andrea Fraser como artista representada da Marian Goodman Gallery traz uma breve pesquisa de seu trabalho no final dos anos 1980-90 e início dos anos 2000\, além de ser a estreia em Nova York de uma instalação de vídeo. Andrea Fraser é amplamente reconhecida como uma das vozes mais radicais da crítica institucional. Seu trabalho utiliza análise conceitual rigorosa\, humor e pathos para questionar os aspectos sociais\, econômicos e políticos sistemas incorporados em instituições e práticas culturais\, expondo nossos envolvimentos e participação implícita dentro desses sistemas. Os 6 trabalhos selecionados para a mostra representam quatro décadas de produção\, com destaque para a abordagem provocadora e autorreflexiva de Fraser ao enfocar a questão identitária a partir de  aspectos nacionais\, culturais e sociais. Quatro obras de 1989 a 2003 criam diálogos entre diversas mídias\, como vídeo\, fotografia\, texto e escultura. Esses trabalhos demonstram o compromisso de longa data de Fraser com a crítica da experiência cultural no âmbito da economia\, do turismo global rumo às megaexposições internacionais\, passando pelas visitas aos museus mais famosos. Neles\, Fraser examina a relação entre racismo\, colonialismo\, nacionalismo e apropriação cultural. Welcome to the Wadsworth (1991)\, uma das primeiras “visitas ao museu” de Fraser\, examina o etnonacionalismo ianque que permeia o discurso do museu e como ele se conecta à segregação econômica e racial. White People in West Africa (1989/1991/1993) critica as relações coloniais e o turismo por meio de fotografias tiradas em viagens pela própria artista. Reporting from São Paulo\, I’m from the United States (1998) é composta de cinco reportagens sobre a Bienal de São Paulo criadas para a televisão brasileira\, abordando a antropofagia em relação ao neocolonialismo\, à globalização e à concentração de riqueza. Um Monumento às Fantasias Descartadas [A Monument to Discarded Fantasies] (2003) uma escultura monumental composta por trajes de carnaval descartados e coletados pela artista nas ruas do Rio de Janeiro\, serve como uma materialização poética da potencial fluidez da identidade. Finalmente\, o mais recente vídeo de Fraser\, This meeting is being recorded (2021)\, faz sua estreia em Nova York em sessões de 99 minutos\, articulando temas como raça\, sexo e idade em um grupo intergeracional de sete mulheres brancas\, incluindo a própria Fraser.
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LOCATION:Marian Goodman\, 24 W 57th St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Felix Gonzalez-Torres na David Zwirner
DESCRIPTION:Ocupando os espaços da galeria nos números 519\, 525 e 533 da West 19th Street\, em Nova York\, a exposição apresenta quatro grandes instalações de Felix Gonzalez-Torres –duas das quais nunca foram realizadas da maneira prevista pelo artista antes de sua morte prematura em 1996 por complicações relacionadas à AIDS. Essa é a segunda individual de Gonzalez-Torres na David Zwirner desde que a galeria se juntou à Andrea Rosen Gallery para correpresentar o espólio do artista. Untitled (1994-1995) e Untitled [Sagitarius] (1994-1995) são duas instalações que Gonzalez-Torres havia projetado totalmente antes de sua morte\, e que foram programadas para estrear em uma significativa exposição individual no CAPC Musée d’Art Contemporain de Bordeaux\, em 1995. Por razões institucionais\, a exposição foi reprogramada e acabou não acontecendo. Untitled (foto) é composta por duas estruturas de cartazes independentes\, configuradas para que um espectador\, ao encarar o trabalho de um lado e do outro\, veja a superfície de um cartaz e a estrutura traseira de apoio do outro. Cada um traz uma imagem em preto e branco de Gonzalez-Torres retratando um pássaro voando sob os céus nublados –um motivo que aparece ao longo de toda a obra do artista. Embora relacionada a suas conhecidas obras em outdoors\, concebidas para ser instaladas simultaneamente em locais variados ao ar livre\, Untitled é uma instalação interior imersiva. Como os outdoors ao ar livre\, mas de forma distinta\, Untitled complexifica a questão das fronteiras entre espaço público e privado. Outro aspecto significativo da obra é a incorporação de componentes de som cronometrado e iluminação teatral\, que acentuam aspectos performativos de tantas obras de Gonzalez-Torres\, ao mesmo tempo em que transpõem as noções de espetáculo de uma experiência passiva/escapista para uma experiência ativa/pensante\, pondo em questão a pretensão da quarta parede e os papéis tradicionais de espectador e intérprete\, sujeito e objeto. Untitled [Sagitarius] consiste em duas piscinas circulares refletoras de 12 pés de diâmetro\, embutidas e niveladas com o piso do espaço expositivo. O tema das formas circulares duplas e emparelhadas\, visto em toda a obra de Gonzalez-Torres em geral e em Untitled [Sagitarius] em particular\, pode ecoar questões como a pungência da parceria e da intimidade queer. Outras obras completam a seleção.
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LOCATION:David Zwirner\, 537 W 20th St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Bruno Dunley na Nara Roesler New York
DESCRIPTION:Clouds [Nuvens] é a segunda individual nos EUA de Bruno Dunley\, figura central da nova geração de pintores brasileiros. Na mostra\, o artista apresenta uma seleção de pinturas e trabalhos sobre papel desenvolvidos ao longo dos últimos dois anos. A produção recente de Dunley segue investigando as tensões constitutivas da pintura\, entre a imagem e sua estrutura física\, sempre determinada pelo uso enfático da cor. Iniciada durante a pandemia e portanto\, em um ambiente mais isolado\, Clouds inclui trabalhos que parecem ter internalizado o ambiente do artista neste determinado momento\, propondo campos claustrofóbicos e labirínticos\, mas principalmente criando um tom onírico e subjetivo onde a cor se manifesta em seu excesso\, através de espaços indeterminados. Desde 2020\, o artista tem intensificado sua pesquisa cromática\, tendo como incentivo a criação da Joules & Joules\, marca de tinta a óleo\, encabeçada por  Dunley e o também pintor Rafael Carneiro. O empreendimento teve início frente às dificuldades de se importar tinta durante a pandemia de covid-19\, buscando oferecer um material alternativo de qualidade no mercado brasileiro. Esta iniciativa lançou o artista em uma relação minuciosa e altamente experimental com os pigmentos\, cujos reflexos ecoam nos trabalhos recentes de Dunley. Motivado pela busca da luminosidade das cores pelo do uso do óleo\, ele opera através das camadas de tinta\, raspadas ou por fazer\, revelando-nos\, em suas pinturas\, uma narrativa da matéria. Os desenhos\, por sua vez\, são feitos com giz e carvão sobre papel\, com um vocabulário formal e cromático muito mais econômico. Muitos deles se debruçam\, também\, sobre o tema da nuvem. Dunley parece repetir a figura\, sem se motivar pela busca do rigor compositivo\, mas deixando-se levar pelas possibilidades da investigação do desenho como estrutura para suas pinturas. Em Cloud\, a nuvem é mais uma ocorrência abstrata do que uma figuração. Em trabalhos como Nuvem amarela\, A nuvem e A cidade as formas beiram o informe\, como presenças que flutuam na incerteza. Nuvens sempre foram figuras-limite contra o fundo da geometria e da perspectiva\, fragmentos do real que desafiam a mensuração e o controle gráfico e\, potencialmente\,como o trabalho recente de Dunley\, são formas simbólicas de abstração\, transmitindo luminosidade e onirismo lúdico.
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LOCATION:Nara Roesler Nova York\, 511 W 21st St Manhattan\, Nova York\, Nova York
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SUMMARY:Roe Ethridge na Gagosian
DESCRIPTION:“Fotografia é como jiu jitsu. Você pega o que vier pela frente e faz algo com isso”\, disse uma vez o fotógrafo Roe Ethridge. Isso fica evidente em\, American Polychronic\, exposição de seus novos trabalhos atualmente em cartaz na Gagosian de NY. A mostra compartilha seu título com a primeira pesquisa abrangente do trabalho do artista\, de 1999 a 2022\, publicada em livro pela Mack Books em 2022. Movendo-se dentro e entre gêneros fotográficos\, de retratos de arte de referência histórica e naturezas-mortas até o mundo estilizado e codificado da fotografia de moda e o poço sem fundo das imagens online\, Ethridge justapõe cenas dirigidas com vinhetas aleatórias\, perseguindo uma linguagem formal que transita entre o atrito visual e a transgressão irônica de regras estruturais. Seu catálogo de imagens híbridas sempre em expansão reflete as texturas da sociedade americana contemporânea a partir de uma sensibilidade formal peculiar ao “mundo genérico metodista\, sulista\, de classe média” no qual ele cresceu. “Policrônico significa essencialmente fazer mais de uma coisa por vez”\, explica Ethridge sobre o título da exposição. “É também uma maneira de descrever uma noção cultural de tempo. No momento\, parece que todos nós somos policrônicos por escolha ou por necessidade”. O que significa essa atual sobreposição de contextos no desdobramento de eventos através de um multiverso de imagens\, típico de um mundo conduzido pelas redes sociais. Na nova monografia de Ethridge\, as imagens produzidas para exibição ao longo de vinte e quatro anos são organizadas em ordem cronológica crescente\, enquanto as fotografias comerciais e editoriais aparecem na ordem oposta. A seleção muito mais focada da exposição faz uso do espaço da galeria de Nova York para destacar ressonâncias entre as imagens; em seu design restrito\, a instalação forma um contraponto efetivo à organização mais densa do livro. The Story of my Life until Now or  Red Tray with Mushroom Clock (2022\, foto)\, uma nova obra que não consta do livro\, é a imagem que define a exposição. Ecoando o efeito de colagem da icônica Refrigerator (1999)\, essa natureza-morta retrata uma variedade de objetos\, incluindo um relógio de cerâmica kitschy. Colocado à esquerda da foto\, marca o ponto de partida de uma narrativa autobiográfica solta. FvK Double Trouble (2022) versa sobre a relação da câmera com seus próprios produtos. O começo do título\, que significa “Fuji versus Kodak”\, alude a uma oposição corporativa que simboliza a própria mídia utilizada\, reafirmando a história da fotografia como uma história de avanço tecnológico. O trabalho também lembra o universo semântico e formal do Refrigerator\, e mostra como os temas abordados conferem sustentação ao trabalho\, em vez de serem meros resultados de um modus operandi intuitivo. 
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LOCATION:Gagosian\, 976 Madison Ave Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:David Hockney\, Tara Donovan e "Love Letter" na Pace
DESCRIPTION:Três exposições ocupam o espaço da Pace no nº 540 da 25th Street. A primeira é a individual de David Hockney\, 20 Flowers and Some Bigger Pictures\, que exibe trabalhos que o artista britânico vem produzindo em seu iPad desde a quarentena da pandemia passada em seu estúdio e casa do século 17 na Normandia. Inspirado por suas observações diárias\, Hockney dedicou-se ao iPad\, um meio de imediatismo único que lhe permitiu ser prolífico nas representações de sua casa\, das mudanças de estação e do campo ao seu redor. Essa é a nona individual dele com a Pace desde sua estreia na galeria\, em 2009 e é a excursão final da mostra internacional que foi apresentada conjuntamente por Annely Juda Fine Art em Londres\, Galerie Lelong & Co. em Paris\, GRAY em Chicago e L.A. Louver em Los Angeles. Figuram na mostra séries de impressões a jato de tinta editadas e assinadas\, incluindo cinco paisagens\, vinte naturezas-mortas florais e um composto de três pinturas para iPad\, retratando um buquê de gladíolos. As obras revelam a presença da mão de Hockney\, bem como sua técnica deliberada para redigir composições no iPad. Enquanto as flores de Hockney capturam a quietude fugaz de seus temas\, suas paisagens imersivas estabelecem a imensidão do entorno rural. Seja ligado a um único momento no tempo ou criado a partir de múltiplos planos de visão\, o senso de tempo e espaço particular de Hockney se vale de exemplos da História da Arte que vão desde tapeçaria Bayeux e pergaminhos chineses do século 17 até as naturezas-mortas de Henri Matisse. A artista nova-iorquina Tara Donovan também ganha individual com uma seleção de desenhos feitos com telas de alumínio contra insetos. Para estes trabalhos\, que Donovan começou a criar durante a pandemia\, ela move\, amassa e corta os fios da tela de alumínio para imprimir padrões de açafrão-da-índia nas tramas do material\, com motivos geométricos de efeitos visuais variados. Finalmente\, a coletiva Love Letter tem curadoria dos artistas Loie Hollowell and Harminder Judge\, que apresentam trabalhos próprios ao lado de obras dos artistas Agnes Pelton e Ghulam Rasool Santosh.
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LOCATION:Pace Gallery\, 540 W 25th St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Tunga na Luhring Augustine
DESCRIPTION:Vê-nus\, com curadoria do historiador de arte brasileiro\, curador e escritor Paulo Venancio Filho\, é a sexta individual de Tunga na Luhring Augustine Gallery de Nova York\, e a primeira depois da morte do artista baiano\, em 2016. A exposição lança luz sobre a prática do desenho de Tunga\, um aspecto menos conhecido de sua obra\, mas não menos central para sua produção que suas famosas esculturas\, instalações e performances. Trabalhos em papel criados ao longo de toda a carreira de Tunga serão apresentados ao lado de uma série de esculturas icônicas\, como a que dá título à exibição\, Vê-nus\, de 1976 (foto). Tunga costumava apresentar seu trabalho como um conjunto integrado\, cujas peças individuais estabelecem entre si interações associativas de espelhamento e auto-referência. No centro de sua prática está o desejo de descobrir as subcorrentes místicas da modernidade. Tunga criou uma complexa mitologia pessoal através de seu trabalho evocativo; sua prática é uma síntese de seus múltiplos interesses em poesia\, psicologia\, física\, alquimia e metafísica\, expressa com uma sensibilidade distinta\, sensual e lírica. Nas palavras de Paulo Venancio Filho\, “Vê-nus\, o nome da antiga deusa\, separada por um hífen\, é como Tunga nomeou uma de suas obras mais importantes. Como O Grande Vidro\, de Duchamp\, que separava a ‘Noiva’ dos ‘Solteiros’\, Tunga separa o voyeur (Vê\, veja) do nu (nus). Há um hífen que liga Tunga a Duchamp através desse jogo de palavras. Uma interação metabólica entre mídia e materiais surgiu no trabalho de Tunga em uma dinâmica constante de mutação contínua. Durante quase meio século\, desde o início até o final de sua carreira\, essa foi uma característica fundamental de sua obra. Dando título à exposição\, Vê-nus\, tentamos encapsular o espírito do trocadilho de Tunga através de uma síntese de momentos significativos ao longo da carreira do artista. Apresentada sem hierarquia ou cronologia\, a mostra celebra o pensamento continuamente circular do artista\, sempre em expansão\, cada vez mais e mais”.
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SUMMARY:Alex Prager na Lehmann Maupin
DESCRIPTION:Part Two: Run é o momento máximo de uma série de exposições para o lançamento do ambicioso filme Run\, realizado por Alex Prager\, artista baseado em Los Angeles. As exposições anteriores aconteceram na Lehmann Maupin Palm Beach\, em novembro de 2022\, e na Lehmann Maupin London\, em janeiro de 2022. Junto com a exibição de Run\, a individual traz trabalhos recentes de Prager\, mais especificamente uma seleção de suas novas fotografias e esculturas. Respondendo diretamente a um período de ambivalências e incertezas culturais\, a produção do artista enfoca a perseverança humana e explora as oportunidades de empatia\, participação e ação presentes tanto na arte como na vida cotidiana da atualidade a partir de uma concepção estética que remete a uma iconografia muitas vezes de época\, outras tantas atemporal. Ao longo de sua prática\, Prager elabora narrativas ricas e muitas vezes ambíguas que examinam as mitologias e arquétipos culturais que moldam a existência coletiva. Ao implantar e desconstruir convenções artísticas e narrativas\, Prager explora como tanto os sentidos do Eu quanto o engajamento com os Outros\, frequentemente mediados por histórias familiares. Ocupando uma tênue relação de tempo e lugar\, as imagens cuidadosamente coreografadas do artista permanecem suspensas entre o passado e o presente\, representando uma vontade coletiva de existir que não apenas transcende circunstâncias imediatas\, mas persiste apesar delas. A base para o último conjunto de obras de Prager é o novo e poderoso filme do artista\, Run. Apresentando composições musicais de Ellen Reid e Philip Glass e estrelando Katherine Waterston\, o filme explora arquétipos cinematográficos e o humor baseado no absurdo\, enquanto examina a resiliência humana diante da catástrofe. No enredo\, um dia que seria comum irrompe no caos quando uma esfera maciça e espelhada vai sendo empurrada por toda uma comunidade. Aqui\, o movimento para frente é contraposto a uma retrospectiva. As figuras colidem com seus próprios reflexos na superfície da esfera\, e Prager sugere um ajuste de contas curativo e coletivo com forças fora do controle das pessoas. Nesse capítulo da mostra em 3 partes\, Run dialoga com fotografias e esculturas que complexificam e enriquecem ainda mais as questões fundamentais do filme. Um exemplo é o trabalho fotográfico Sleep (2022\, foto)\, que mostra uma cena de Run: uma porção de pessoas deitadas no chão após uma colisão em alta velocidade com a bola espelhada. Seu humor desconstrói as convenções do filme\, revelando o potencial para o absurdo na suspensão de um único momento no tempo.
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SUMMARY:Richard Avedon no The Met Museum
DESCRIPTION:Em 1969\, Richard Avedon estava em uma encruzilhada. Após um hiato de cinco anos\, o fotógrafo voltou a fazer retratos\, desta vez com uma nova câmera e um novo senso de escala. Trocando seu Rolleiflex portátil por um dispositivo maior montado em um tripé\, ele reinventou a dinâmica de seu estúdio. Ao invés de dançar em torno de seus assuntos por trás de um visor\, como fazia em suas fotos enérgicas de moda\, ele agora podia ficar ao lado de uma câmera estacionária e encará-los de frente. Enfrentando grupos de artistas\, ativistas e políticos proeminentes da época\, ele criou enormes retratos fotomurais\, condizentes com sua influência cultural descomunal. No centenário do nascimento do fotógrafo\, Richard Avedon: MURALS reunirá três dessas obras monumentais\, algumas com até 35 pés de largura. Para Avedon\, os murais expandiram as possibilidades artísticas da fotografia\, reorientando radicalmente espectadores e temas em uma visão ampla e abrangente. Os murais são retratos da sociedade. Neles\, Avedon reúne gigantes do final do século XX (membros da Factory de Andy Warhol\, arquitetos da guerra do Vietnã e manifestantes contra essa guerra) que juntos moldaram uma era extraordinariamente turbulenta da vida americana. Apresentados em uma galeria\, seus enormes retratos encenarão uma conversa improvável entre campos historicamente opostos\, bem como espectadores contemporâneos. As inovações formais do alto estilo de Avedon – corpos fortemente iluminados em um fundo branco impiedoso – são melhor realizadas nessas obras\, onde os personagens se juntam e aglomeram o quadro\, e vazios brilhantes entre eles estalam em contraste. Unindo os murais com projetos contemporâneos\, a exposição acompanha a abordagem evolutiva de Avedon para o retrato de grupo\, por meio do qual ele transformou as convenções deste gênero fotográfico.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Mary Enoch Elizabeth Baxter no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:No quinquagésimo aniversário do caso Roe v. Wade – e no ano seguinte à sua revogação – esta exposição examina a longa história de injustiça reprodutiva nos Estados Unidos por meio de dois projetos de Mary Enoch Elizabeth Baxter. A artista e ativista prioriza a narrativa e a cura em seu trabalho\, explorando os processos institucionais\, legais e culturais que têm brutalmente privado as mulheres e meninas negras de sua autonomia corporal. Em seu filme Ain’t I a Woman\, Baxter conecta sua experiência de dar à luz algemada ao combate expandido pelos direitos reprodutivos – um combate que destaca as vulnerabilidades e violências contra as mulheres negras\, que historicamente têm sido negadas o direito de decidir se\, quando e como ter filhos de forma segura. O documentário musical é acompanhado por Consecration to Mary\, um trabalho fotográfico multipartidário que relaciona as histórias de abuso enfrentado por crianças negras ao “viés de adultificação”\, uma realidade social em que jovens negros são sistematicamente tratados como adultos. Na obra\, Baxter confronta e combate fotografias nuas sexualmente exploratórias de uma jovem negra tiradas pelo famoso artista americano branco Thomas Eakins em 1882. Baxter se insere em duas das fotografias de Eakins para proteger a vítima e apresenta outras imagens em estojos fechados de daguerreótipo\, ocultando-as da vista pública. Uma terceira fotografia aberta de Baxter quando criança conecta a própria artista a essas histórias de abuso social. Juntos\, esses trabalhos expõem como a exploração de meninas negras leva ao desempoderamento político e à precariedade social\, resultando no encarceramento em massa de mulheres negras. Ao colocar em destaque membros profundamente vulneráveis da sociedade americana\, a exposição amplia o discurso sobre o acesso ao aborto para uma conversa mais complexa sobre justiça reprodutiva\, abrangendo direitos humanos\, empatia e libertação.
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LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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