BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Arte Que Acontece - ECPv6.15.20//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para Arte Que Acontece
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20210101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20220317T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251011T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20230213T200014Z
LAST-MODIFIED:20230509T122634Z
UID:38354-1647513000-1760205600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Instalação David Hammons no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:O Whitney\, em colaboração com o Hudson River Park \, desenvolveu um projeto de arte pública permanente de David Hammons (n. 1943). Intitulada Day’s End (2014–21)\, esta instalação monumental está localizada no Hudson River Park ao longo da margem sul da Península de Gansevoort\, em frente ao Museu. \n\n\n\nProposto ao Whitney por Hammons\, Day’s End se inspira em uma obra de arte de mesmo nome de Gordon Matta-Clark (1943-1978). Em 1975\, Matta-Clark cortou cinco aberturas no galpão Pier 52 que anteriormente ocupava o local. O Hammons’s Day’s End é uma estrutura aberta que segue precisamente os contornos\, dimensões e localização do galpão original – e\, como a intervenção de Matta-Clark\, oferecerá um lugar extraordinário para experimentar a orla. \n\n\n\nEm conjunto com a realização do projeto\, o Whitney apresentou Around Day’s End: Downtown New York\, 1970–1986 \, uma exposição que apresentou obras da coleção relacionadas ao projeto seminal de Matta-Clark. O Whitney também criou materiais interpretativos\, incluindo a primeira série de podcasts do Museu\, Artists Among Us \, bem como vídeos e passeios a pé pelo bairro. Essa mídia de apoio toma os Day’s End s\, conforme previsto por Hammons e Matta-Clark\, como pontos de partida para explorar a história local – da orla e do Meatpacking District\, o papel dos artistas no bairro\, sua história LGBTQ e a ecologia do estuário. Novas pesquisas\, materiais de arquivo e entrevistas de história oral serão incorporadas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/instalacao-david-hammons-no-whitney-museum-of-american-art/
LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/02/63105154-45573425.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20220507T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260104T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20230213T200834Z
LAST-MODIFIED:20230712T155249Z
UID:38370-1651919400-1767549600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"At the Dawn of a New Age" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia\, bem como as mudanças culturais\, como o sufrágio feminino\, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade\, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias\, novos planos e novas esperanças”. \n\n\n\nAlguns dos artistas apresentados nesta exposição\, como Georgia O’Keeffe e Marsden Hartley \, são bem conhecidos hoje\, mas muitos modernistas igualmente inovadores foram amplamente esquecidos. Com mais de sessenta obras de quarenta e cinco artistas extraídas principalmente da coleção permanente do Whitney\, At the Dawn of a New Age oferece uma compreensão expandida da complexidade da arte americana produzida entre 1900 e 1930 e recupera a exuberante sensação de liberdade e experimentação subjacente isto. \n\n\n\nEsta exposição é organizada por Barbara Haskell\, curadora.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/at-the-dawn-of-a-new-age-no-whitney-museum-of-american-art/
LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/rodarte-feature-image-final-2-2-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240729T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250504T170000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20240830T142416Z
LAST-MODIFIED:20240830T142416Z
UID:50714-1722247200-1746378000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Ink and Ivory: Indian Drawings and Photographs Selected with James Ivory" no The Met Museum
DESCRIPTION:Buffaloes in Combat (detalhe)\, Atribuído a Miskin\, Índia\, Mughal\, final do século XVI.\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma seleção de desenhos superlativos das cortes e centros da Índia e do Paquistão (com algumas obras persas relacionadas)\, datados do final do século XVI ao século XX. Essas obras foram selecionadas principalmente da coleção do Met em parceria com o diretor de cinema James Ivory\, cuja recente doação ao Museu de álbuns fotográficos do século XIX também será destaque na exposição (2021.381.1-16). Os desenhos incluirão exercícios preparatórios frescos e informais para pinturas\, bem como obras lindamente acabadas por si só. As fotografias apresentarão os temas e estilos que surgiram nos contextos de patrocínio real e cerimônia; vistas de arquitetura\, cidades\, paisagens e pessoas\, entre outros. Como artista e cineasta\, James Ivory nos ajudará a apreciar esse material através de seu olhar único. Um curta-metragem — An Arrested Moment — dirigido por Dev Benegal\, acompanhará a exposição. \nA exposição é viabilizada pelo Hagop Kevorkian Fund. \nApoio adicional é fornecido pelo Lavori Sterling Foundation Endowment Fund.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/ink-and-ivory-indian-drawings-and-photographs-selected-with-james-ivory-no-the-met-museum/
LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/4ad16386ed3aaea08f40f6ee50257d871539bb4d-5121x1707-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241010T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250608T173000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20241031T161349Z
LAST-MODIFIED:20241031T161349Z
UID:58976-1728556200-1749403800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Otobong Nkanga: Cadence" no MoMA
DESCRIPTION:Detalhe do tecido em progresso para Otobong Nkanga: Cadence. Cortesia de Otobong Nkanga. © Otobong Nkanga. Foto: Wim van Dongen\n\n\n\n\nOtobong Nkanga mudou a forma como entendemos a terra e nosso lugar nela. “Os humanos são apenas uma pequena parte do ecossistema\,” disse a artista. “Meus trabalhos nos conectam às nossas histórias compartilhadas\, não apenas por meio da terra e da geografia\, mas por meio de emoções moldadas por eventos e encontros. Essas são as cadências da vida.” \nOtobong Nkanga: Cadence apresenta uma nova comissão da artista: um ambiente abrangente de tapeçaria\, escultura\, som e texto que explora os ritmos turbulentos da natureza e da sociedade. Criada especificamente para o Átrio da Família Marron do MoMA\, a instalação se centra em uma monumental tapeçaria de múltiplos painéis que sugere ecossistemas e galáxias expansivas. \nSuspensa ao longo da parede mais alta do Átrio\, a tapeçaria de grande escala apresenta uma gama caleidoscópica de fibras naturais e sintéticas criadas pela artista utilizando técnicas inovadoras de tecelagem digital no TextielLab em Tilburg\, na Holanda. Esculturas compostas por cordas tingidas\, entrelaçadas com formas de vidro soprado à mão e cerâmica\, pendem do chão ao teto ao lado de tablets de cerâmica impressos com os poemas da artista. Esses elementos diversos são reunidos dentro de uma obra sonora imersiva baseada na voz e na respiração da artista. Cadence confronta tanto a beleza quanto a degradação do mundo natural — e sua agitação em meio a revoluções industriais e tecnológicas\, extração de recursos e guerras. A instalação monumental cria novas maneiras de perceber — e sentir — as enormes mudanças que estão ocorrendo em nosso tempo. \nApresentações ao vivo acontecerão na primavera de 2025. Mais detalhes serão fornecidos aqui nas próximas semanas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/otobong-nkanga-cadence-no-moma/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/MoMA-B713-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241028T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250713T170000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250504T204455Z
LAST-MODIFIED:20250504T204455Z
UID:62380-1730109600-1752426000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Jesse Krimes: Corrections" no The Met Museum
DESCRIPTION:Jesse Krimes\, “Purgatory” (detalhe)\, 2009. The Metropolitan Museum of Art\, Nova York. Aquisição com doação do Vital Projects Fund Inc.\, por meio de Joyce e Robert Menschel\, e doações da Alfred Stieglitz Society\, 2024. © Jesse Krimes.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA fotografia desempenhou um papel central na construção de sistemas de poder na sociedade\, especialmente em contextos ligados ao crime e à punição. Esta exposição apresenta instalações imersivas contemporâneas do artista Jesse Krimes (americano\, nascido em 1982)\, em diálogo com fotografias do século XIX do acervo do The Met\, realizadas pelo criminologista francês Alphonse Bertillon — responsável por desenvolver o primeiro sistema moderno de identificação criminal\, anterior à adoção das impressões digitais. \nAs instalações de Krimes\, criadas ao longo de seus seis anos de encarceramento\, revelam a engenhosidade de um artista que trabalhou sem acesso a materiais tradicionais. Utilizando sabonetes fornecidos pela prisão\, gel para cabelo\, cartas de baralho e jornais\, ele produziu obras que buscam interromper e recontextualizar a circulação de imagens na mídia. Exibidas em contraponto às fotografias de Bertillon — cuja metodologia combinava medidas antropométricas e retratos fotográficos\, dando origem à atual ficha de identificação criminal — as obras de Krimes questionam a suposta neutralidade dos sistemas de reconhecimento e as hierarquias sociais que eles ajudam a criar e perpetuar. \nArtista para quem a colaboração e o ativismo são essenciais\, Krimes fundou o Center for Art and Advocacy\, uma organização voltada à valorização do talento e do potencial criativo de pessoas que passaram pelo sistema prisional\, promovendo apoio e melhores condições para artistas anteriormente encarcerados.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/jesse-krimes-corrections-no-the-met-museum/
LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/f0b940cff882b8b43bcaca60c983a6d7c0c41c91-5120x5120-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241101T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260104T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20241113T192041Z
LAST-MODIFIED:20241113T195512Z
UID:59408-1730457000-1767549600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/mark-armijo-mcknight-decreation-no-whitney-museum-2/
LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/large_RS10724_2017_275_cropped-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241116T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250706T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250416T174408Z
LAST-MODIFIED:20250416T174408Z
UID:62211-1731754800-1751824800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Solid Gold" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Foto: Reprodução Brooklyn Museum\n\n\n\n\nContemple a majestade do ouro em uma exposição cintilante dedicada ao elemento que inspirou incontáveis obras de arte\, moda\, cinema\, música e design. Como material e cor\, o ouro simbolizou beleza\, honra\, alegria\, ritual\, espiritualidade\, sucesso e riqueza ao longo da história. Ele também assumiu inúmeras formas: de representações milenares de mundos idealizados a suntuosos retábulos italianos dos séculos XIII e XIV\, passando por delicados biombos japoneses até obras contemporâneas e criações deslumbrantes da alta-costura. Com uma seleção abrangente de objetos e uma perspectiva global\, esta exposição traça as muitas jornadas do metal que influenciou culturas e legados em todo o mundo. \nSolid Gold\, que inaugura as comemorações do bicentenário do Brooklyn Museum\, reúne mais de 500 obras\, combinando peças de destaque do acervo com empréstimos internacionais impressionantes. O fascínio da moda pelo ouro será refletido em criações icônicas de Anna Sui\, Christian Dior\, Demna\, Gianfranco Ferré\, Giorgio di Sant’Angelo\, Halston\, Mary McFadden\, The Blonds\, Walter Van Beirendonck e Yves Saint Laurent. Pinturas e esculturas com fundo dourado\, moedas e outros tesouros dividirão espaço com joias assinadas por Alexander Calder\, Belperron\, Cartier\, Charles Loloma\, Jacob & Co e Verdura — além de grillz criados por Gabby Elan. \nAo mesmo tempo em que celebra o encantamento sedutor desse material luminoso\, a exposição também propõe reflexões sobre suas histórias mais sombrias\, convidando a conversas francas sobre os custos humanos e ambientais envolvidos na extração do minério de ouro. Solid Gold convida o público a mergulhar em uma das obsessões mais cintilantes da humanidade.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/solid-gold-no-brooklyn-museum/
LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/04/26.763_overall01_black_PS22-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241122T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250810T170000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250505T160559Z
LAST-MODIFIED:20250505T160559Z
UID:62431-1732269600-1754845200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Above Ground: Art from the Martin Wong Graffiti Collection" no Museum of the City of New York
DESCRIPTION:Lee Quiñones\, “Breakfast at Baychester”\, c. 1980. Museum of the City of New York / Martin Wong Collection \nA era do grafite em Nova York começou nas ruas da cidade no início dos anos 1970. Esse novo movimento — muitas vezes conscientemente artístico\, apesar de suas origens não autorizadas — amadureceu ao longo das duas décadas seguintes. Above Ground enfoca os muitos artistas que fizeram a transição de escrever ilegalmente nos vagões do metrô para criar pinturas em tela e expô-las em galerias e museus. Suas obras marcam um momento crucial de transformação no desenvolvimento do grafite\, à medida que ele penetrava no imaginário coletivo e passava a influenciar de forma significativa a cultura global. \nDescrita pelo The New York Times como “uma exposição essencial”\, Above Ground oferece um olhar sobre uma subcultura vibrante de jovens criadores e revela preciosidades inéditas da importante coleção de arte baseada em grafite do acervo do museu. Doada pelo artista Martin Wong há 30 anos\, a coleção reúne mais de 300 pinturas e obras em papel. Entre os destaques da mostra estão trabalhos em spray\, tinta e outros suportes de figuras fundamentais do movimento de arte urbana\, como Rammellzee\, Lee Quiñones\, Lady Pink e Futura 2000. Juntas\, essas obras capturam o ímpeto e as ambições de artistas que migraram das ruas para as paredes de galerias de prestígio em Nova York e ao redor do mundo. \nA mostra Above Ground: Art from the Martin Wong Graffiti Collection conta com patrocínio principal da UNIQLO USA e apoio adicional da Keith Haring Foundation e de Elizabeth Belfer. O apoio institucional é viabilizado pelo Departamento de Assuntos Culturais da Cidade de Nova York em parceria com o Conselho Municipal.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/above-ground-art-from-the-martin-wong-graffiti-collection-no-museum-of-the-city-of-new-york/
LOCATION:Museum of the City of New York\, 1220 5th Ave\, Nova York\, United States
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/94.114.176-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241205T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260503T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20241219T212441Z
LAST-MODIFIED:20241219T212506Z
UID:60476-1733394600-1777831200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/jeanne-moutoussamy-ashe-and-the-last-gullah-islands-no-whitney-museum/
LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/12/medium_WMAA79121_2023_114_5_cropped.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250126T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250818T173000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250131T222359Z
LAST-MODIFIED:20250131T222359Z
UID:60718-1737887400-1755538200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Pirouette: Turning Points in Design" no MoMA
DESCRIPTION:Nifemi Marcus-Bello\, “For the Community by the Community – Handwashing Station”\, 2020. The Museum of Modern Art\, Nova York. Foto: Kadara Enyeasi.\n\n\n\n\nO design é um elemento fundamental da vida\, um catalisador essencial para nossa evolução. Ele nos ajuda a lidar com mudanças e permeia nossas vidas pessoais e sociais\, refletindo tanto nossas forças quanto nossas fragilidades. Muitos designers buscam criar novos comportamentos\, concentrando-se em hábitos e circunstâncias que mais necessitam de transformação. Pirouette: Turning Points in Design reúne objetos—desde Post-Its até Spanx—que representaram experimentos inovadores com novos materiais\, tecnologias e conceitos\, ofereceram soluções não convencionais para problemas tradicionais e tiveram um impacto significativo tanto no design quanto no mundo em geral. \nCom peças majoritariamente retiradas da coleção do MoMA\, a exposição apresenta objetos amplamente reconhecidos—como o logotipo I ♥️ NY ou o novo símbolo de acessibilidade—ao lado de outros conhecidos apenas por públicos especializados. Alguns\, como a Shopping Bag da Telfar\, apelidada de Bushwick Birkin\, reconfiguram as regras de exclusividade e luxo. Outros\, como o Walkman Portable Audio Cassette Player ou o Macintosh 128K Home Computer\, redefiniram e expandiram nosso espaço privado\, permitindo-nos trazer o mundo para dentro de nossas casas ou carregá-lo conosco. Observados em conjunto\, os objetos em Pirouette destacam o papel dos designers em sua expressão mais inventiva e construtiva\, demonstrando o poder do design em traduzir a experiência humana em formas tangíveis e imaginar um futuro melhor.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/pirouette-turning-points-in-design-no-moma/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/01/1_170.2024.-Photographer_-Kadara-Enyeasi-2-2000x2000-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250206T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250513T170000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250131T224558Z
LAST-MODIFIED:20250131T224558Z
UID:60722-1738836000-1747155600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Democratizing Prints: The JoAnn Edinburg Pinkowitz Gift" no The Met Museum
DESCRIPTION:Leopoldo Méndez\, “Posada in his workshop (homage to Posada)” (detalhe) © 2025 Artists Rights Society (ARS)\, New York / SOMAAP\, Mexico City\n\n\n\n\nO Departamento de Desenhos e Gravuras abriga mais de um milhão de desenhos\, gravuras e livros ilustrados produzidos na Europa e nas Américas desde cerca de 1400 até os dias atuais. Devido à sua quantidade e sensibilidade à luz\, essas obras podem ser exibidas apenas por períodos limitados e geralmente são armazenadas em instalações internas. Para destacar a ampla variedade de obras sobre papel\, o departamento organiza quatro rotações anuais na Robert Wood Johnson\, Jr. Gallery. Cada instalação é fruto da colaboração entre curadores e consiste em até 100 objetos agrupados por artista\, técnica\, estilo\, período ou tema. \nEm 2024\, o Museu recebeu uma doação notável de JoAnn Edinburg Pinkowitz\, composta por cerca de trezentas gravuras de artistas mexicanos e de outros países (principalmente americanos) que trabalharam no México. Essa doação amplia uma contribuição anterior de JoAnn\, que incluiu gravuras chinesas do século XX pertencentes ao movimento moderno da xilogravura. \nJoAnn cresceu em uma família apaixonada por colecionar arte. Durante os anos 1960\, ainda adolescente\, atuou como voluntária no Departamento de Gravuras e Desenhos do Museum of Fine Arts de Boston. Em 2009\, começou a colecionar gravuras depois de se inspirar na exposição Vida y Drama: Modern Mexican Prints do museu. Ela se interessou por obras com forte mensagem social e política. Muitas das gravuras exibidas foram publicadas pelo Taller de Gráfica Popular (Oficina de Arte Gráfica Popular)\, um coletivo de gravura fundado em 1937 na Cidade do México “com o objetivo de estimular a produção de artes gráficas em prol do povo mexicano”. Na década de 1950\, artistas do coletivo viajaram para a China\, onde apresentaram seus trabalhos a artistas locais. A conexão entre os temas abordados por artistas de ambos os países motivou JoAnn a doar gravuras chinesas ao Met. \nO material doado por Pinkowitz complementa perfeitamente a coleção excepcional de gravuras mexicanas do Met e inclui obras de artistas que ainda não estavam representados na instituição. As gravuras de artistas americanos no México e de artistas chineses de meados do século XX também ampliam a compreensão sobre as tradições democráticas da gravura.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/democratizing-prints-the-joann-edinburg-pinkowitz-gift-no-the-met-museum/
LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/01/c455a6a94f2a48a0db74a43df71845a32e45b20f-5121x1707-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250207T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250511T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250505T151958Z
LAST-MODIFIED:20250505T151958Z
UID:62424-1738929600-1746986400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"John Zorn: Hermetic Cartography" no The Drawing Center
DESCRIPTION:John Zorn\, Sem título\, 2017. Cortesia de John Zorn. Foto: Daniel Terna\n\n\n\n\nConhecido principalmente como uma figura revolucionária nas cenas de música experimental e de vanguarda em Nova York\, John Zorn é amplamente celebrado por suas inovações radicais na música. No entanto\, seus desenhos abstratos — uma linguagem privada de símbolos e notações — permaneceram\, até hoje\, um segredo bem guardado. A exposição Hermetic Cartography oferece um raro vislumbre da mente criativa de Zorn\, revelando uma nova dimensão de sua prática artística ao apresentar obras em papel que atravessam sete décadas de seu envolvimento visionário com o desenho\, a improvisação e o esoterismo. \nA mostra reúne uma variedade de obras visuais de Zorn\, incluindo partituras gráficas\, anotações filosóficas densas\, poesia abstrata e livros de artista. Ao destacar sua abordagem radical ao traço e sua produção visual singular — que inclui o projeto Theatre of Musical Optics e outras experiências experimentais — a exposição oferece uma nova perspectiva sobre como essas expressões visuais se entrelaçam com suas composições musicais. \nA programação inclui uma série de concertos gratuitos mensais com John Zorn\, realizados dentro da própria exposição. As apresentações acontecerão no primeiro sábado dos meses de março\, abril e maio de 2025\, sempre às 19h30.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/john-zorn-hermetic-cartography-no-the-drawing-center/
LOCATION:The Drawing Center\, 35 Wooster St.\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/JZ056-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250208T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250511T170000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250131T225437Z
LAST-MODIFIED:20250131T225437Z
UID:60726-1739008800-1746982800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Caspar David Friedrich: The Soul of Nature" no The Met Museum
DESCRIPTION:Caspar David Friedrich\, “Mönch am Meer” (detalhe) © Staatliche Museen zu Berlin\, Nationalgalerie / Foto: Kristina Mösl\, Francesca Schneider\n\n\n\n\nCaspar David Friedrich (1774–1840) redefiniu a pintura de paisagem europeia ao representar a natureza como um cenário para encontros espirituais e emocionais profundos. Atuando na vanguarda do movimento romântico alemão\, que promoveu uma nova e radical compreensão do vínculo entre a natureza e o eu interior\, Friedrich desenvolveu temas e estratégias pictóricas que enfatizam a individualidade\, a intimidade\, a abertura e a complexidade das nossas respostas ao mundo natural. A visão de paisagem que se desdobra em sua obra—meditativa\, misteriosa e repleta de admiração—permanece essencial nos dias de hoje. \nApresentada em homenagem ao 250º aniversário de nascimento de Friedrich em 2024\, Caspar David Friedrich: The Soul of Nature é a primeira grande exposição dedicada ao artista realizada nos Estados Unidos. Organizada em cooperação com a Alte Nationalgalerie dos Staatliche Museen zu Berlin\, as Staatliche Kunstsammlungen Dresden e a Hamburger Kunsthalle\, a mostra reúne empréstimos inéditos de mais de 30 instituições na Europa e na América do Norte e apresenta aproximadamente 75 obras de Friedrich. Pinturas a óleo\, desenhos finalizados e esboços de trabalho de todas as fases de sua carreira\, além de exemplos selecionados de seus contemporâneos\, revelam como Friedrich desenvolveu um vocabulário simbólico de motivos paisagísticos para expressar os significados pessoais e existenciais que encontrava na natureza. A exposição contextualiza sua obra no cenário político e cultural turbulento da sociedade alemã do século XIX e\, por extensão\, destaca o papel do romantismo alemão na formação das percepções modernas sobre o mundo natural. \nA exposição é complementada por uma mostra de obras com representações lunares na galeria 554\, localizada logo após a saída da exposição. A lua—um motivo apreciado por Friedrich e outros artistas românticos—foi celebrada em diversas mídias\, incluindo pinturas\, porcelana\, música e poesia.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/caspar-david-friedrich-the-soul-of-nature-no-the-met-museum/
LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Caspar-David-Friedrich-Monch-am-Meer-Endzustand-nach-Restaurierung-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250208T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250706T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250504T212746Z
LAST-MODIFIED:20250504T212746Z
UID:62397-1739010600-1751824800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Christine Sun Kim: All Day All Night" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Vista da exposição “Christine Sun Kim: All Day All Night”\, 2025. Whitney Museum of American Art\, Nova York. Christine Sun Kim e Thomas Mader\, ATTENTION\, 2022. Foto: Ron Amstutz\n\n\n\n\nCom obras marcadas por humor afiado e comentários incisivos\, Christine Sun Kim (nascida em 1980\, Orange County\, Califórnia) investiga o som e as complexidades da comunicação em suas múltiplas formas. Utilizando notação musical\, infográficos e linguagem — tanto na Língua Americana de Sinais (ASL)\, sua língua nativa\, quanto no inglês escrito — a artista produz desenhos\, vídeos\, esculturas e instalações que frequentemente exploram as dimensões políticas e não auditivas do som. Em muitas de suas obras\, Kim parte da dinâmica espacial da ASL\, traduzindo-a em formas gráficas. Ao destacar a imagem\, o corpo e o espaço físico\, ela subverte a suposição social de que línguas faladas são superiores às sinalizadas. \nEsta exposição apresenta um panorama completo da produção de Kim até o momento\, incluindo desde registros de performances dos anos 2010 até seu mais recente mural site-specific\, Ghost(ed) Notes (2024)\, recriado em diversas paredes do oitavo andar do museu. Inspirado em obras de nome semelhante que criou ao longo da carreira\, o título da mostra\, All Day All Night\, alude à vitalidade que Kim imprime em sua prática artística — uma energia ininterrupta\, experimental e profundamente comprometida em compartilhar vivências da experiência surda. \nA exposição é organizada pelo Whitney Museum of American Art\, em Nova York\, e pelo Walker Art Center\, em Minneapolis. Os curadores responsáveis são Jennie Goldstein\, curadora associada da coleção no Whitney; Pavel Pyś\, curador de artes visuais e estratégias de acervo no Walker; e Tom Finkelpearl\, curador independente; com assistência de Rose Pallone\, do Whitney\, e Brandon Eng\, do Walker.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/christine-sun-kim-all-day-all-night-no-whitney-museum-of-american-art/
LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/large_WMAA90211_CHRISTINE-SUN-KIM_02A-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250212T113000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250525T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250210T220821Z
LAST-MODIFIED:20250210T222748Z
UID:60974-1739359800-1748196000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Madalena Santos Reinbolt: A Head Full of Planets" no American Folk Art Museum
DESCRIPTION:Madalena Santos Reinbolt\, Sem título\, 1965–1976. Coleção Edmar Pinto Costa\, São Paulo\, Brasil \nCom 42 trabalhos têxteis e pinturas a óleo\, Madalena Santos Reinbolt: A Head Full of Planets é a primeira pesquisa abrangente sobre a obra de Santos Reinbolt já apresentada e marca a primeira exposição individual da artista em um museu fora de seu país natal\, o Brasil. Reconhecida principalmente por seus bordados de grande escala\, feitos com centenas de fios vibrantes e que ela chamava de quadros de lã\, a exposição reúne mais da metade de todas as obras conhecidas da artista e examina sua produção sob diferentes perspectivas\, incluindo gênero\, raça e dinâmicas socioeconômicas. \nA Head Full of Planets investiga o contexto em que a prática artística de Santos Reinbolt se consolidou no início dos anos 1950\, quando ela passou a trabalhar como cozinheira residente para a arquiteta Lota de Macedo Soares e sua companheira\, a poeta americana Elizabeth Bishop\, na casa do casal em Petrópolis\, um refúgio na serra frequentado pela alta sociedade brasileira. No entanto\, foi apenas em meados dos anos 1960\, enquanto trabalhava em outra residência\, que ela começou a se dedicar ao bordado e a produzir muitas das obras pelas quais é mais conhecida hoje. \nApresentada de forma não cronológica\, A Head Full of Planets divide-se em quatro seções principais. A abertura da exposição explora as múltiplas identidades de Santos Reinbolt como artista\, trabalhadora doméstica e mulher negra\, traçando seu percurso desde a infância em uma pequena fazenda no interior da Bahia até sua migração para as cidades mais ricas do Sudeste em busca de oportunidades de trabalho. Outra seção apresenta seu corpo de obras como uma condensação de tempo\, espaço e dinâmicas raciais\, abrangendo desde a vida no campo até cenas urbanas movimentadas. Seus bordados retratam festas\, refeições coletivas e paisagens ao ar livre — montanhas\, céus\, fauna e flora —\, tanto do Brasil quanto de terras distantes\, reais e imaginadas. A exposição se encerra com uma análise das afinidades entre seus bordados e as tradições têxteis de longa data praticadas por mulheres em diversas regiões do Brasil\, incluindo artistas contemporâneas. \nPara homenagear e dar voz a Santos Reinbolt\, a exposição inclui gravações de entrevistas concedidas por ela à antropóloga e crítica de arte Lélia Coelho Frota\, interpretadas pela poeta\, educadora e pesquisadora feminista negra Luana Reis\, que\, assim como a artista\, nasceu e foi criada na Bahia\, Brasil. \nEssa exposição de grande relevância foi organizada pelo Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP)\, onde estreou no outono de 2022 como parte do programa bienal Histórias Brasileiras do museu\, com curadoria de Amanda Carneiro e André Mesquita\, curadores do MASP. A versão da mostra no American Folk Art Museum (AFAM)\, curada por Valérie Rousseau\, curadora sênior de Arte do Século 20 & Contemporânea\, com a colaboração de Dylan Blau Edelstein\, doutorando em Espanhol e Português na Universidade de Princeton\, expande a apresentação original do MASP\, oferecendo uma contextualização ainda mais aprofundada da artista e de sua obra.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/madalena-santos-reinbolt-a-head-full-of-planets-no-american-folk-art-museum/
LOCATION:American Folk Art Museum\, 2 Lincoln Square\, Nova York\, United States
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/02/MSR_032-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250221T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250720T173000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250228T213538Z
LAST-MODIFIED:20250228T213755Z
UID:61375-1740133800-1753032600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Video After Video: The Critical Media of CAMP" no MoMA
DESCRIPTION:Vista da instalação de “Video After Video: The Critical Media of CAMP”\, em exibição no The Museum of Modern Art\, Nova York. Foto: Jonathan Dorado © The Museum of Modern Art\n\n\n\n\nVideo After Video: The Critical Media of CAMP é a primeira grande exposição em um museu dos Estados Unidos dedicada ao estúdio colaborativo CAMP\, sediado em Mumbai\, na Índia. Fundado em 2007 por Shaina Anand\, Ashok Sukumaran e Sanjay Bhangar\, o coletivo trabalha com vídeo\, cinema\, mídia eletrônica e intervenções públicas para examinar e reconfigurar as condições políticas e socioeconômicas que estruturam a vida contemporânea. \nEm exibição no MoMA de 21 de fevereiro a 20 de julho de 2025\, a mostra apresentará três obras pioneiras que exploram dispositivos de comunicação\, cinema participativo e sistemas de vigilância\, transformando esses aparatos midiáticos em plataformas e meios de expressão artística.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/video-after-video-the-critical-media-of-camp-no-moma/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/02/01_K4A6102_PRESS-2000x1334-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250228T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260222T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250228T214132Z
LAST-MODIFIED:20250228T214132Z
UID:61380-1740740400-1771783200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Breaking the Mold: Brooklyn Museum at 200" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Winslow Homer\, Glass Windows\, Bahamas\, ca. 1885. Foto: Brooklyn Museum\n\n\n\n\nDas primeiras aquisições pioneiras às adições mais recentes e marcantes\, a coleção do Brooklyn Museum sempre destacou artistas e obras que impulsionam narrativas imaginativas e diálogos corajosos. Em comemoração ao seu 200º aniversário\, a exposição Breaking the Mold: Brooklyn Museum at 200 celebra esse legado singular. Dividida em três capítulos\, a mostra reúne tanto obras icônicas da coleção quanto novas adições\, revelando perspectivas inéditas e explorando a rica trajetória e a evolução futura do acervo. \nBrooklyn Made presta homenagem à arte e ao design criados no bairro desde o século XVII até os dias de hoje. O capítulo se inicia com um par de mocassins juvenis do povo Delaware\, reconhecendo os habitantes originários da região\, e avança no tempo para destacar artistas contemporâneos de Brooklyn\, como KAWS\, Duke Riley e Tourmaline. \nBuilding the Brooklyn Museum and Its Collection apresenta obras transformadoras e materiais de arquivo que narram o desenvolvimento da coleção e do edifício Beaux-Arts que abriga o museu. \nPor fim\, Gifts of Art in Honor of the 200th reúne doações extraordinárias feitas em celebração ao bicentenário\, incluindo pinturas\, fotografias\, vídeos\, esculturas e cerâmicas de artistas renomados\, como Julie Mehretu\, Robert Frank\, Alex Katz e Coco Fusco. Essas contribuições\, ao lado de obras de artistas influentes da atualidade\, muitos deles baseados em Brooklyn\, não apenas contam a história do museu\, mas também refletem as transformações do mundo ao seu redor.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/breaking-the-mold-brooklyn-museum-at-200-no-brooklyn-museum/
LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/02/90f3b2ef0c55675333e5a0ab7817f5e5461aa9c1-2000x1404-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250307T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250914T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250311T165313Z
LAST-MODIFIED:20250311T174937Z
UID:61496-1741341600-1757872800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Collection in Focus | Beatriz Milhazes: Rigor and Beauty" no Guggenheim
DESCRIPTION:Beatriz Milhazes\, “As Quatro Estações”\, 1997\nEsta exposição apresenta o trabalho da artista contemporânea global Beatriz Milhazes (n. 1960\, Rio de Janeiro)\, que dialoga com sua herança cultural e identidade brasileiras por meio da linguagem da abstração. Com uma trajetória que abrange quatro décadas—dos anos 1980 até o presente—sua produção inclui escultura\, colagem\, gravura\, têxteis\, arte pública e\, principalmente\, pintura. Esta mostra reúne um conjunto de quinze pinturas e obras sobre papel\, criadas entre 1995 e 2023\, selecionadas do acervo permanente do museu e complementadas por empréstimos estratégicos\, que ajudam a contextualizar a evolução artística de Milhazes. \nA obra de Milhazes está profundamente enraizada na história e nas tradições brasileiras\, inspirando-se na arte e arquitetura coloniais\, nas artes decorativas e na vibrante celebração do Carnaval—o festival que transforma as ruas do Rio de Janeiro em um espetáculo de desfiles\, música\, performances e trajes elaborados. A artista também é influenciada pela Tropicália\, movimento cultural dos anos 1960 que uniu arte\, música e literatura para afirmar a identidade brasileira enquanto desafiava o regime militar da época. Os ritmos e cores da bossa nova\, gênero musical surgido no Rio de Janeiro no final dos anos 1950\, também reverberam em seu trabalho. Além dessas referências\, Milhazes dialoga com a obra de artistas como Henri Matisse e Piet Mondrian\, ao mesmo tempo em que evoca Tarsila do Amaral\, figura essencial para o desenvolvimento do modernismo brasileiro. \nEm 1989\, Milhazes desenvolveu uma técnica inovadora que chama de monotransfer\, inspirada no processo de monotipia\, no qual uma imagem pintada é transferida de uma matriz para o papel\, criando um efeito espelhado. A artista inicia seu processo pintando motivos sobre folhas de plástico transparente com tinta acrílica. Depois que a tinta seca\, as películas pintadas são sobrepostas e aderidas à tela; em seguida\, a artista remove o plástico\, revelando as formas em reverso. O resultado são composições vibrantes e dinâmicas\, que combinam formas abstratas\, padrões orgânicos e estruturas geométricas sobre superfícies texturizadas\, carregadas da memória do gesto artístico. \nAs primeiras pinturas desta exposição\, principalmente do acervo do museu—como Santa Cruz (1995)\, In albis (1995–96) e As quatro estações (1997)—revelam a influência do esplendor das igrejas barrocas coloniais do século XVIII e dos trajes ornamentais da época. Milhazes sintetiza essas influências em motivos abstratos e figurativos\, nos quais círculos e arabescos\, rendas e crochês delicados\, flores e padrões florais\, além de pérolas e elementos de ferro trabalhado\, emergem em suas composições. A partir dos anos 2000\, a artista começou a explorar efeitos ópticos em suas pinturas\, utilizando repetições lineares para criar padrões ondulantes e ritmos visuais\, como se observa em Paisagem carioca (2000)\, O cravo e a rosa (2000) e O Caipira (2004). \nAs obras sobre papel apresentadas nesta exposição\, produzidas entre 2013 e 2021\, demonstram o contínuo interesse de Milhazes pela experimentação com colagem. A artista combina elementos industrializados—como sacolas de grife\, embalagens de chocolate e papéis estampados—com recortes de suas próprias serigrafias em cores sólidas\, criando padrões intricados e composições abstratas expressivas. \nSuas pinturas mais recentes\, como Mistura sagrada (2022)\, indicam um movimento em direção à investigação da força espiritual da natureza\, especialmente no contexto pós-pandemia da COVID-19. Embora referências ao mundo natural estejam presentes desde o início de sua carreira\, aqui a artista aprofunda a reflexão sobre os ciclos de renovação—vida e morte—por meio de formas angulares coloridas e padrões elaborados. Elementos orgânicos\, que remetem à proximidade da artista com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro\, a Floresta da Tijuca e a Praia de Copacabana\, ecoam nas harmonias geométricas\, sistemas conceituais e universos cromáticos que atravessam sua obra. \nA exposição foi organizada por Geaninne Gutiérrez-Guimarães\, curadora do Guggenheim Museum Bilbao e da Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation\, Nova York.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/collection-in-focus-beatriz-milhazes-rigor-and-beauty-no-guggenheim/
LOCATION:The Guggenheim Museum\, 1071 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/03/2001.222_ph_web-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250313T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250713T170000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250311T153506Z
LAST-MODIFIED:20250311T153506Z
UID:61493-1741863600-1752426000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Mestre Didi: Spiritual Form" no El Museo del Barrio
DESCRIPTION:Mestre Didi\, “Igi Nilé Ati Ejo Ori Meji [Tree of Earth with two-headed serpent)”\, 1990s. Cortesia de Inaicyra Falcão / Foto: Sergio Guerini.\n\n\n\n\nOrganizada pelo El Museo del Barrio\, Mestre Didi: Forma Espiritual é uma exposição monográfica de referência que apresenta a obra do escultor\, escritor\, ativista cultural e líder espiritual afro-brasileiro Mestre Didi (Salvador\, 1917-2013). Sendo a primeira grande mostra dedicada ao artista nos Estados Unidos nos últimos 25 anos\, a exposição reúne mais de 30 esculturas\, oferecendo uma rara oportunidade de apreciar o extenso legado artístico e espiritual deixado por ele. \nAo longo de sua carreira\, das décadas de 1960 até 2010\, Mestre Didi atuou como um visionário emissário do Candomblé. Foi talvez o primeiro artista a reinterpretar objetos rituais do Candomblé como obras de arte autônomas. \nA exposição do El Museo destaca as esculturas espiritualmente evocativas e formalmente imaginativas de Mestre Didi\, além de propor novas interpretações sobre seu repertório simbólico. Suas obras distintas combinam materiais\, formas e símbolos tradicionais dos orixás\, as divindades do Candomblé\, criando uma linguagem escultórica moderna. \nMestre Didi: Forma Espiritual também contextualiza a prática artística de Didi ao incluir obras fundamentais de seus contemporâneos e de artistas contemporâneos. Além de Mestre Didi\, a exposição conta com obras de Emanoel Araújo\, Jorge dos Anjos\, Agnaldo Manoel dos Santos\, Aurelino dos Santos\, Ayrson Heráclito\, Goya Lopes\, Antonio Oloxedê\, Abdias Nascimento\, Arlete Soares\, Nádia Taquary e Rubem Valentim. O interesse compartilhado por esses artistas nas linguagens visuais africanas transita dos modernismos do século XX até as contínuas inovações das estéticas da diáspora negra contemporânea. \nA mostra é acompanhada por um catálogo ricamente ilustrado\, com textos curatoriais e novos ensaios encomendados especialmente para a publicação\, assinados pelos historiadores da arte Roberto Conduru e Abigail Lapin Dardashti\, e pela biógrafa Joselia Aguiar. O catálogo incluirá ainda uma seleção de textos do próprio Mestre Didi traduzidos pela primeira vez para o inglês. Mestre Didi: Forma Espiritual tem curadoria de Rodrigo Moura\, curador-chefe\, em colaboração com o curador convidado Ayrson Heráclito.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/mestre-didi-spiritual-form-no-el-museo-del-barrio/
LOCATION:El Museo del Barrio\, 1230 5th Avenue at 104th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3-Didi_Igi-Nile-Ati-Ejo-Ori-Meji.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250314T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250803T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250416T183421Z
LAST-MODIFIED:20250416T183421Z
UID:62214-1741950000-1754244000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Consuelo Kanaga: Catch the Spirit" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Consuelo Kanaga\, “Kenneth Spencer”\, 1933. Foto: Brooklyn Museum\n\n\n\n\nAo longo de 60 anos\, Consuelo Kanaga (americana\, 1894–1978) utilizou sua câmera para enfrentar as questões sociais mais urgentes de sua época — da pobreza urbana aos direitos trabalhistas\, do terror racial à desigualdade. Consuelo Kanaga: Catch the Spirit traça a trajetória pioneira da artista e ilumina a história de vida dessa figura fundamental\, embora frequentemente negligenciada\, da fotografia moderna. Após uma turnê internacional\, a retrospectiva retorna ao Brooklyn Museum\, instituição que abriga o acervo mais abrangente da artista no mundo. A mostra reúne cerca de 200 fotografias\, documentos e filmes que revelam a evolução de sua arte ao longo do tempo e de temas diversos\, incluindo retratos de artistas e registros do sul dos Estados Unidos. \nKanaga começou sua carreira como fotojornalista — uma função extremamente rara para mulheres naquela época — e se destacou por suas naturezas-mortas modernistas e retratos expressivos. Em suas imagens\, captava a dignidade e a força de pessoas marginalizadas\, como trabalhadores negros durante o período das leis de Jim Crow. Diferente de muitos colegas\, incluindo amigas próximas como Dorothea Lange e Imogen Cunningham\, Kanaga utilizou a linguagem visual do modernismo para abordar desigualdades\, despertando reflexão e empatia. Como afirmou: “A maioria das pessoas tenta ser impactante para atrair o olhar. Eu acho que o mais importante não é capturar o olhar\, mas o espírito.” \nA retrospectiva é acompanhada por um catálogo que destaca a notável produção de Kanaga e apresenta novas pesquisas sobre a artista\, até então pouco reconhecida. Com ensaios de Drew Sawyer\, Shalon Parker\, Ellen Macfarlane e Shana Lopes\, a publicação é uma coedição do Brooklyn Museum\, Fundación MAPFRE e Thames & Hudson — sendo o primeiro grande livro sobre sua obra em 30 anos.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/consuelo-kanaga-catch-the-spirit-no-brooklyn-museum/
LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/04/a307ee885f0e75410b970f888b9631594f4b38f9-1541x2000-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250314T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250713T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250416T184420Z
LAST-MODIFIED:20250416T184420Z
UID:62217-1741950000-1752429600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Nancy Elizabeth Prophet: I Will Not Bend an Inch" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Nancy Elizabeth Prophet\, Sem título (desenho\, s.d.). Coleção Nancy Elizabeth Prophet\, MSS-0028\, Coleções Especiais\, Biblioteca James P. Adams\, Rhode Island College\n\n\n\n\nComo artista afro-indígena\, Nancy Elizabeth Prophet (americana\, 1890–1960) desenvolveu sua prática em meio a um contexto marcado por racismo e sexismo profundamente enraizados. Sua escultura é incomparável em sutileza emocional e virtuosismo técnico\, e sua trajetória representa um exemplo de determinação inabalável. I Will Not Bend an Inch — primeira exposição museológica dedicada a essa escultora ainda pouco reconhecida — homenageia sua obra e legado por meio de novas pesquisas urgentes e reveladoras. Vinte obras raras\, acompanhadas de documentação histórica\, mostram como Prophet enfrentou um mundo da arte que lhe era hostil. \nNascida em Rhode Island\, filha de pai indígena Narragansett e mãe negra\, Prophet tornou-se a primeira mulher não branca conhecida a se formar na prestigiada Rhode Island School of Design. Viveu um período em Nova York antes de se mudar para Paris\, onde atingiu o auge de sua carreira\, recebendo aclamação crítica. Ainda assim\, enfrentou extrema pobreza\, isolamento e chegou a passar fome em diversos momentos. Mesmo assim\, manteve-se fiel à sua prática artística. Nove cabeças esculpidas em madeira dura — uma pertencente ao Brooklyn Museum — demonstram com força a habilidade técnica de Prophet\, sendo algumas das poucas obras suas que sobreviveram. Elas estão reunidas na mostra ao lado de peças ainda mais raras\, como esculturas em mármore\, relevos e desenhos. \nSua correspondência com W. E. B. Du Bois\, um dos principais apoiadores de sua obra\, ajuda a preencher lacunas em sua biografia\, assim como fotografias de arquivo e um instigante diário mantido durante sua estadia em Paris. O título da exposição é extraído de uma entrada escrita por Prophet em 1929\, e traduz seu espírito combativo e sua dedicação incansável à escultura\, mesmo diante de enormes adversidades. \nA mostra é acompanhada por um catálogo ricamente ilustrado\, publicado pelo RISD Museum em parceria com a Yale University Press\, de New Haven e Londres.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/nancy-elizabeth-prophet-i-will-not-bend-an-inch-no-brooklyn-museum/
LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ce765b09d0b1916169e915724896970d416271ac-2000x1462-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250320T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250817T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250505T152811Z
LAST-MODIFIED:20250505T152811Z
UID:62427-1742472000-1755453600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"On Education" no Amant
DESCRIPTION:Dominique Gonzalez-Foerster\, “Part Two (Constructing)”\, 1992. Cortesia da artista e Galerie Chantal Crousel\, Paris \nOn Education reúne obras de 35 artistas internacionais que abordam o tema da educação a partir de perspectivas não convencionais. Em vez de se apoiar em narrativas utópicas que frequentemente moldam o engajamento da arte com a pedagogia\, a exposição lança luz sobre os traumas e formas de violência — reais e simbólicas — que são intrínsecas ao processo educativo. A mostra examina os mecanismos de vigilância e controle que estruturam os espaços de aprendizagem\, investiga a produção artística como ferramenta de resistência contra-hegemônica e questiona o condicionamento social e cultural da infância e da criação de crianças. \nReconhecendo a precariedade e os desafios de se aprender em um ambiente marcado por uma atenção constantemente fragmentada — influenciada por cortes de financiamento\, guerras culturais em espiral\, dívidas insustentáveis e os impactos persistentes do racismo e do colonialismo —\, a exposição também aponta para possíveis modelos alternativos e mais produtivos para o futuro. \nDistanciando-se dos modelos participativos e baseados em discussão que predominaram nas últimas décadas nas relações entre arte e educação\, On Education retorna ao objeto artístico. Pinturas\, fotografias\, esculturas\, vídeos\, instalações\, arquivos e intervenções espaciais compõem a mostra\, defendendo o objeto como contraponto à crescente digitalização do aprendizado — fenômeno que acompanha a financeirização e privatização da educação desde os anos 1990\, intensificada com a pandemia de Covid-19. \nAs obras reunidas refletem experiências pessoais de ensinar e ser ensinado\, exploram o uso da arte em pedagogias experimentais e propõem a contemplação estética sustentada como método ainda potente de construção de sentido. \nPor meio de uma investigação multifacetada das estruturas\, contradições e possibilidades da educação\, On Education convida o público a reconsiderar as formas como o conhecimento é construído\, transmitido e disputado — tanto dentro quanto fora das salas de aula.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/on-education-no-amant/
LOCATION:Amant\, 315 Maujer St.\, Nova York\, United States
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/On-Education.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250323T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250802T173000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250416T154133Z
LAST-MODIFIED:20250416T154133Z
UID:62201-1742725800-1754155800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Jack Whitten: The Messenger" no MoMA
DESCRIPTION:Jack Whitten\, “Atopolis: Para Édouard Glissant”\, 2014. The Museum of Modern Art\, Nova York.\n\n\n\n\nJack Whitten criou uma beleza visionária a partir de uma raiva justa. Nascido em Bessemer\, no Alabama\, em meio à violência do Sul segregado dos Estados Unidos\, integrou o movimento dos Direitos Civis antes de se mudar para Nova York em 1960. Foi lá que decidiu tornar-se artista. Por meio da experimentação com materiais e ferramentas — de novas tintas a pentes afro e impressão eletrostática —\, Whitten inventou técnicas artísticas inéditas. Ao enfrentar o racismo e as transformações tecnológicas de seu tempo\, fez com que a arte se tornasse um instrumento essencial num mundo em convulsão. Esta retrospectiva é a primeira a abarcar as seis décadas e todos os meios da prática inovadora de Whitten\, reunindo mais de 175 obras entre pinturas\, esculturas e trabalhos em papel que iluminam sua trajetória singular. \nNa década de 1970\, Whitten experimentou arrastar camadas de tinta acrílica sobre telas dispostas no chão com movimentos amplos e contínuos\, criando superfícies luminosas com um efeito quase fotográfico. Já nos anos 1990\, passou a cortar folhas endurecidas de tinta acrílica em milhares de pequenos mosaicos\, montando pinturas ricamente texturizadas que remetem a pixels ou constelações. Durante décadas\, passou os verões na Grécia\, onde construiu esculturas que fundem as artes da África e do Mediterrâneo antigo com tecnologias contemporâneas. Muitas vezes dedicava suas obras a figuras da história negra\, como se fosse um mensageiro — e sua arte\, uma forma de enviar significados ao mundo. “Sou um condutor do espírito”\, declarou. “Ele flui através de mim e se manifesta na materialidade da tinta.” \nJack Whitten: The Messenger apresenta uma história reveladora da investigação do artista sobre raça\, tecnologia\, jazz\, amor e guerra. Do tumulto dos anos 1960 até sua morte\, em 2018\, Whitten enfrentou constantes pressões para produzir arte figurativa como forma de ativismo. No entanto\, ousou inventar novas formas de abstração — e ofereceu ao mundo uma nova maneira de enxergar.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/jack-whitten-the-messenger-no-moma/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/04/271_2017_a-h_CCCR-Full-size-JPEG.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250325T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250817T170000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250504T220535Z
LAST-MODIFIED:20250504T220535Z
UID:62416-1742896800-1755450000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Monstrous Beauty: A Feminist Revision of Chinoiserie" no The Met Museum
DESCRIPTION:“A Toilette da Princesa”\, da série de tapeçarias À moda dos índios. Vários artistas/fabricantes\, após 1690. Imagem: Cortesia do The Metropolitan Museum of Art\n\n\n\n\nMonstrous Beauty: A Feminist Revision of Chinoiserie propõe uma reinterpretação radical da história da porcelana europeia a partir de uma perspectiva feminista. Quando a porcelana chegou à Europa moderna vinda da China\, desencadeou o surgimento do chinoiserie\, estilo decorativo que condensava as fantasias europeias sobre o Oriente e suas obsessões com o exótico — junto a novas concepções sobre mulheres\, sexualidade e raça. Esta exposição investiga como esse material aparentemente delicado moldou tanto as identidades femininas europeias quanto estereótipos raciais e culturais sobre mulheres asiáticas. Ao desmontar a ideia de que o chinoiserie é apenas uma fantasia inofensiva\, Monstrous Beauty propõe um olhar crítico sobre o estilo e seus desdobramentos\, reinterpretando termos historicamente negativos sob uma ótica de empoderamento feminino. \nReunindo cerca de 200 obras históricas e contemporâneas — do século XVI europeu a instalações atuais de artistas asiáticas e asiático-americanas —\, a mostra ilumina o chinoiserie a partir de uma abordagem conceitual que coloca passado e presente em diálogo ativo. No século XVIII\, a porcelana era altamente valorizada como material-síntese das fantasias europeias sobre o Oriente\, e passou a ser associada ao gosto feminino. Frágil\, delicada e cortante quando quebrada\, tornou-se uma metáfora potente para a figura da mulher\, que emergiu como protagonista de novas narrativas sobre troca cultural\, consumo e desejo.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/monstrous-beauty-a-feminist-revision-of-chinoiserie-no-the-met-museum/
LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Monstrous_Beauty_.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250327T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250622T170000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250410T155722Z
LAST-MODIFIED:20250410T155722Z
UID:62155-1743076800-1750611600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Adriana Varejão: Don’t Forget\, We Come From the Tropics" no Hispanic Society Museum & Library
DESCRIPTION:Vista da exposição “Adriana Varejão: Don’t Forget\, We Come From the Tropics” no Hispanic Society Museum & Library. Imagem: reprodução via hispanicsociety.org \nA exposição “Don’t Forget: We Come From the Tropics” marca a primeira individual da artista em um museu nova-iorquino\, com as pinturas tridimensionais da série “Pratos”\, entre inéditas e recentes\, bem como uma grande instalação comissionada na entrada da Hispanic Society. As obras resultam das pesquisas de Varejão sobre a Amazônia e propõem uma releitura crítica do cruzamento entre natureza e cultura\, além de fazer referências a tradições cerâmicas de diversas partes do mundo. \nO título “Don’t Forget\, We Come From the Tropics” é tanto um tributo à vitalidade natural e cultural do Brasil quanto uma homenagem a uma de suas mais ilustres artistas\, Maria Martins\, que declarou famosamente: “Don’t forget\, I come from the Tropics” (“Não esqueça: eu venho dos Trópicos”). Essa celebração das estéticas tropical e barroca exalta a riqueza do mundo latino-americano. \nA mostra surgiu como um projeto especial\, impulsionado pela singularidade do espaço\, que\, com seu estilo barroco e ausência de paredes brancas\, desafiava uma montagem tradicional. Inspirada pela rica coleção de cerâmica do museu\, a artista criou quatro novas obras e selecionou uma já existente de sua série de pratos que dialogassem  com o acervo do instituto. A fauna da região Norte do país é um dos destaques da exposição\, ideia que ganhou força após a sua participação na 1a Bienal das Amazônias\, em 2023\, evento no qual se reconectou com um trabalho anterior realizado para a mostra “Yanomami – o Espírito da Floresta”\, em 2003. \nOs cinco pratos expostos são ricos em referências\, evocando em seus versos cerâmicas tradicionais de diversas culturas\, como a turca Iznik\, a chinesa Ming\, a valenciana do século XV e cerâmicas marajoaras amazônicas pré-colombianas. A artista explora a tridimensionalidade em suas peças\, buscando inspiração nas cerâmicas do francês Bernard Palissy e do português Rafael Bordalo Pinheiro\, incorporando elementos esculturais que simulam seus estilos. \n“Os pratos são um espaço de sobreposição de tempos e geografias\, onde mitologias  convivem com a história global da cerâmica”\, afirma a artista. \nAs obras exploram a fauna e flora amazônicas\, com figuras tridimensionais de animais e frutos. Ao concluir as obras\, a artista percebeu que todas faziam referência a espécies cujos nomes têm origem no tupi-guarani — Guaraná\, Mucura\, Urutau\, Boto\, Aruá e Mata-mata — e escolheu essas palavras como títulos. \n“Essa nova série de pratos foi concebida a partir da Bienal  das Amazônias. Antes\, os pratos falavam do mar\, agora falam da floresta\, da fauna\, da delicada relação entre os seres e do que está em risco\, hoje”\, pontua a artista. \nOutro destaque da exposição é a instalação de uma imensa sucuri em fibra de vidro que se entrelaça ao monumento em bronze de El Cid sobre o seu cavalo – situado na porta de entrada do museu – onde questiona simbolismos de poder e domínio. \n“A serpente é um símbolo ambivalente\, de transformação e perigo\, e aqui ela ocupa um espaço de resistência\, desafiando a imposição colonial representada pelo cavaleiro conquistador”\, explica. \nAlém de apresentar sua própria obra\, Adriana fez a curadoria de uma seleção de cerâmicas históricas da coleção da Hispanic Society que serão exibidas lado a lado com os pratos de sua autoria. Parte do recém-inaugurado programa de arte contemporânea do instituto\, reaberto em 2024 após uma reforma com duração de dez anos\, “Don’t Forget: We Come From the Tropics” tem entre os seus objetivos atrair um novo público para o museu.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/adriana-varejao-dont-forget-we-come-from-the-tropics-no-hispanic-society-museum-library/
LOCATION:Hispanic Society Museum & Library\, 3741 Broadway\, Nova York\, United States
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/04/av-hsa-22-small-cropped-.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250327T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250825T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250504T210403Z
LAST-MODIFIED:20250504T210608Z
UID:62383-1743076800-1756144800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"The Children Have to Hear Another Story" de Alanis Obomsawin no MoMA PS1
DESCRIPTION:Alanis Obomsawin descansa sobre uma pedra às margens do Lago das Duas Montanhas\, Kanehsatake\, 1990. Foto: John Kenney\nNesta primavera\, o MoMA PS1 apresenta uma retrospectiva da artista\, ativista e musicista Alanis Obomsawin (Abenaki\, nascida em 1932)\, uma das cineastas mais renomadas do Canadá. A exposição percorre seis décadas de sua prática multidisciplinar\, reunindo uma seleção de filmes\, esculturas\, trabalhos sonoros e ephemera raramente vistos que lançam luz sobre os processos de produção de suas obras. \nThe Children Have to Hear Another Story inclui trabalhos iniciais\, como Christmas at Moose Factory (1971)\, curta-metragem animado que aborda os traumas dos internatos para crianças indígenas por meio de desenhos infantis\, além de documentários consagrados como Kanehsatake: 270 Years of Resistance (1993)\, que narra a resistência Mohawk contra a expansão de um campo de golfe sobre terras sagradas de sepultamento. Ao traçar as contribuições duradouras da artista para a transformação social\, a mostra destaca o modelo inovador de cinema indígena desenvolvido por Obomsawin.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/the-children-have-to-hear-another-story-de-alanis-obomsawin-no-moma-ps1/
LOCATION:MoMA PS1\, 22-25 Jackson Ave LIC\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Obomsawin_1_Alanis.SleepRock_colour_John-Kenney_FREI-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250327T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250825T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250504T210804Z
LAST-MODIFIED:20250504T210804Z
UID:62386-1743076800-1756144800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Adult Theater" de Julien Ceccaldi no MoMA PS1
DESCRIPTION:Julien Ceccaldi\, “A Collection of Little Memories”\, 2025. Foto: Steven Paneccasio\nA primeira exposição individual em um museu dos Estados Unidos do artista Julien Ceccaldi (franco-canadense\, nascido em 1987)\, radicado em Nova York\, apresenta uma pintura monumental comissionada especialmente para a ocasião\, transformando as galerias do térreo do MoMA PS1 em uma arquitetura pictórica imersiva. A obra projeta os visitantes em um episódio distorcido inspirado pela experiência cotidiana de subjugação digital e hiperconsumo. Ceccaldi emprega técnicas comuns tanto aos estúdios de animação quanto à Renascença italiana\, como trompe-l’œil\, sobreposição e quadro congelado. \nCom um estilo fatalista e de difícil categorização — influenciado por sua exposição precoce a animes transmitidos pela France Télévisions nos anos 1990\, pelos mangás shōjo transgressivos do grupo Year 24 e pelos quadrinhos autobiográficos de Aline Kominsky-Crumb — Ceccaldi reúne desconforto\, melodrama e romance da vida social contemporânea em desenhos\, pinturas e esculturas de observação aguda. Apesar da promessa de fluidez promovida pelas tecnologias midiáticas\, seu trabalho preserva uma qualidade artesanal que reflete os sentimentos ambíguos de seus personagens. \nJulien Ceccaldi vive e trabalha na cidade de Nova York. Realizou exposições individuais recentes na Tenko Presents\, Tóquio (2024); Gaga\, Guadalajara (2023); Modern Art\, Londres (2022); Jenny’s e LOMEX\, Nova York (2021); e Kölnischer Kunstverein\, Colônia (2018). Participou de coletivas no Institut français du Japon\, Tóquio; Le Château\, Aubenas; MAMCO\, Genebra; e Somerset House\, Londres (todas em 2024); na Fondation Vincent van Gogh\, Arles\, e Le Consortium\, Dijon (ambas em 2023); HEAD\, Genebra (2022); Oakville Galleries\, Ontário (2018); e na 9ª Bienal de Berlim (2016). Seus quadrinhos foram publicados de forma independente e em antologias como Simon’s Thumb (Neoglyphic Media\, 2024)\, Freeloaders (2021)\, Divine Judgement (Mould Map 7\, 2019)\, Solito (Kölnischer Kunstverein\, 2018)\, Human Furniture (2017) e Less Than Dust (2014).
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/adult-theater-de-julien-ceccaldi-no-moma-ps1/
LOCATION:MoMA PS1\, 22-25 Jackson Ave LIC\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/PS1_03_25_25_34-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250327T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250825T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250504T211123Z
LAST-MODIFIED:20250504T211123Z
UID:62390-1743076800-1756144800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"I was wearing this when you met me" de Whitney Claflin no MoMA PS1
DESCRIPTION:Whitney Claflin\, “Venice Beach”\, 2011–2025. Foto: Steven Paneccasio\nEm sua primeira exposição individual em um museu\, Whitney Claflin (americana\, nascida em 1983) apresenta uma seleção concentrada de obras que delineiam sua abordagem singular à pintura e seu envolvimento contínuo com temas como fascínio\, desencontro e desvio. Suas telas oscilam entre assuntos e estilos — de abstrações líricas e esboços fluidos a trechos de texto\, versões de logotipos e fragmentos de tecidos industrializados. Seguindo a lógica associativa de uma mixtape ou de um poema\, essas obras evocam estados transitórios de intensidade emocional. Símbolos culturais e referências de subculturas permeiam seus trabalhos com diferentes graus de legibilidade: objetos da estética flower power dos anos 1970\, Teenage Mutant Ninja Turtles\, bares icônicos de Nova York e a cena DIY do final dos anos 1990 em Providence\, Rhode Island — cidade onde Claflin cresceu. Além das pinturas\, a exposição inclui desenhos\, fotografias\, vídeos e intervenções escultóricas\, ressaltando a diversidade formal e o caráter experimental de sua prática. \nWhitney Claflin (1983\, Providence\, RI) vive e trabalha em Nova York. Entre suas exposições individuais e em dupla\, destacam-se mostras na Derosia\, Nova York (2024\, 2020); Drei\, Colônia (2024\, 2020); Haus Erholung\, Mönchengladbach\, Alemanha (2024); Drei (com Rochelle Feinstein\, curadoria de Fabrice Stroun\, 2022); e Real Fine Arts\, Nova York (2017\, 2014\, 2010). Participou de exposições coletivas recentes na Gallery Vacancy\, Xangai (2024); G2 Kunsthalle\, Leipzig (2023); Layr\, Viena (2023); Office Baroque\, Antuérpia (2023); Bonner Kunstverein\, Bonn (2022); Sandy Brown\, Berlim (2021); Shoot the Lobster\, Nova York (2020); Galerie Buchholz\, Nova York (2019); Croy Nielsen\, Viena (2018); e Greene Naftali\, Nova York (2018).
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/i-was-wearing-this-when-you-met-me-de-whitney-claflin-no-moma-ps1/
LOCATION:MoMA PS1\, 22-25 Jackson Ave LIC\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/PS1_03_25_25_126-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250409T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250810T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250504T213812Z
LAST-MODIFIED:20250504T213812Z
UID:62404-1744194600-1754848800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Amy Sherald: American Sublime" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Amy Sherald\, “Miss Everything (Unsuppressed Deliverance)”\, 2014. Coleção particular. © Amy Sherald. Cortesia da artista e Hauser & Wirth. Foto: Joseph Hyde\n\n\n\n\nAmy Sherald é uma contadora de histórias. Suas pinturas\, meticulosamente construídas\, revelam narrativas da vida americana ao retratar pessoas comuns com uma precisão estilística que une observação e imaginação. Sherald (nascida em 1973\, Columbus\, Geórgia) baseia suas obras em indivíduos específicos\, mas vai além do retrato tradicional: ela centra suas composições em pessoas negras comuns nos Estados Unidos\, cuja individualidade é apresentada como algo ao mesmo tempo extraordinário e cotidiano. Cada figura convida o espectador a entrar em um universo cuidadosamente concebido pela artista. \nNesta exposição\, retratos de americanos comuns se unem a obras icônicas\, como o retrato da ex-primeira-dama Michelle Obama e o comovente retrato póstumo de Breonna Taylor\, formando uma ode à multiplicidade e à complexidade da identidade americana. \nSherald também pinta as imagens que deseja ver no mundo. Embora se considere herdeira da tradição realista americana de artistas como Edward Hopper — um gênero fundamental para a história do Whitney Museum —\, Sherald volta seu olhar para uma população historicamente excluída da história da arte e da representação visual: os negros americanos. Assim\, propõe uma expansão da genealogia do realismo americano\, sugerindo outra linhagem\, oriunda dos departamentos de arte e galerias das universidades e faculdades historicamente negras dos EUA (HBCUs)\, onde ela se formou como artista\, e que inclui nomes muitas vezes negligenciados como William H. Johnson\, Archibald Motley e Laura Wheeler Waring. \nEm Amy Sherald: American Sublime\, os retratados parecem voltados para sua própria interioridade — priorizando sua paz e autorrealização em vez da percepção alheia ou dos grilhões da história\, embora inevitavelmente impactados por ambos. Seu projeto ambicioso e sensível revela o que a artista descreve como o “encanto de ser uma pessoa negra americana”\, construindo\, em vibrante Technicolor\, um mundo negro pleno\, complexo e livre de amarras. \nAmy Sherald: American Sublime é organizada pelo San Francisco Museum of Modern Art (SFMOMA) e teve curadoria de Sarah Roberts\, ex-curadora Andrew W. Mellon e chefe do departamento de pintura e escultura no SFMOMA. A apresentação no Whitney Museum of American Art é organizada por Rujeko Hockley\, curadora associada Arnhold\, com David Lisbon\, assistente de curadoria.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/amy-sherald-american-sublime-no-whitney-museum-of-american-art/
LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/large_WMAA86889_Miss-Everything-_Unsuppressed-Deliverance__2014_TIF_JE_hpr-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250409T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260119T180000
DTSTAMP:20260501T030722
CREATED:20250505T151448Z
LAST-MODIFIED:20250505T151448Z
UID:62421-1744194600-1768845600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Mary Heilmann: Long Line" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Vista da exposição “Mary Heilmann: Long Line”. Whitney Museum of American Art\, Nova York. Foto: Ron Amstutz\n\n\n\n\nMary Heilmann (n. 1940\, San Francisco) afirmou certa vez que “museus são lugares para passar o tempo” [tradução livre]\, e essa exposição encarna esse espírito ao convidar o público à conexão social e ao engajamento com a arquitetura do Whitney Museum\, o Rio Hudson e a paisagem urbana ao redor. O ambiente imersivo inclui uma ampliação pintada à mão de Long Line (2020)\, além de diversas cadeiras esculturais inspiradas em móveis que a artista já exibiu em galerias e espaços domésticos. A influência da contracultura dos anos 1960 e do Minimalismo geométrico permeia a trajetória de Heilmann\, que há décadas desenvolve uma abordagem da abstração marcada por cores vibrantes e formas pouco convencionais. Long Line nasceu da experiência de observar as ondas nas costas de Long Island e da Califórnia — e aqui estabelece uma rima visual com o fluxo do Rio Hudson. \nA nova instalação site-specific\, Mary Heilmann: Long Line\, celebra o décimo aniversário do edifício atual do Whitney Museum\, para o qual a artista criou anteriormente Mary Heilmann: Sunset (2015). Esse projeto inaugural da maior galeria externa do museu incluiu a reprodução em larga escala de uma pintura vibrante\, um filme e as emblemáticas cadeiras da artista\, transformando o espaço em um lugar de contemplação\, descanso e reflexão sobre a cidade em constante transformação.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/mary-heilmann-long-line-no-whitney-museum-of-american-art/
LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/large_WMAA92426_HEILMANN_02C-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR