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SUMMARY:"Elio Fiorucci" na Triennale Milano
DESCRIPTION:Crédito da imagem: Elio Fiorucci\, vista da instalação. Foto: Delfino Sisto Legnani – DSL Studio © Triennale Milano\n\n\n\n\n\n\n\n\nA exposição investiga as múltiplas dimensões criativas do empresário e cool hunter Elio Fiorucci (Milão\, 1935–2015). Desde os anos 1960\, sua marca revolucionou os costumes\, a moda e a cena da arte contemporânea na Itália. Seus concept stores foram pioneiros ao apresentar ao público uma combinação eclética de roupas\, discos\, publicações e objetos inéditos de diversas partes do mundo. Além disso\, tornaram-se espaços de referência para happenings e performances\, funcionando como palcos para a música e a arte contemporânea\, atraindo intelectuais\, performers e artistas. \nCom um olhar biográfico\, a retrospectiva traça a trajetória humana\, empresarial e cultural de Elio Fiorucci\, revelando novas perspectivas sobre sua figura. Ao longo da exposição\, sua própria voz ecoa – a partir de gravações inéditas –\, relembrando momentos pessoais e dialogando com as vozes de outros protagonistas que fizeram parte de sua história.
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LOCATION:Triennale Milano\, Viale Emilio Alemagna\, 6\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Il vostro cielo fu mare\, il vostro mare fu cielo" de Adrian Paci no Museo delle Culture
DESCRIPTION:Adrian Paci\, “Il vostro cielo fu mare\, il vostro mare fu cielo”. Vista da instalação\, 2024. Foto: Sara Rizzo\n\n\n\n\nIl vostro cielo fu mare\, il vostro mare fu cielo é a instalação site-specific de Adrian Paci (nascido em 1969)\, que a partir de novembro de 2024 antecipa a exposição Travelogue. Storie di viaggi\, migrazioni e diaspore (março de 2025). \nA instalação transforma o espaço da ágora com um mosaico de tonalidades azul-esverdeadas que evocam as cores do mar. Cada fragmento dessa composição\, aparentemente abstrata\, é\, na verdade\, um detalhe extraído de fotografias publicadas em artigos de jornais sobre naufrágios de migrantes no Mediterrâneo. \nInspirado por sua própria experiência e partindo do colapso do bloco soviético até os dias atuais\, Adrian Paci pesquisa periódicos italianos e internacionais para criar um arquivo – necessariamente fragmentário – das tragédias que atingem aqueles que buscam a emancipação pelo exílio\, mas muitas vezes encontram a morte. \nO artista não nos mostra diretamente o desastre\, os submersos ou os sobreviventes; em vez disso\, escolhe um elemento recorrente que atravessa todas essas histórias – às vezes protagonista da imagem\, outras vezes relegado ao fundo: o mar. \nOs recortes realizados por Paci isolam um detalhe poético a partir de imagens dramáticas e ampliam\, fora de escala\, a textura áspera e granulada da impressão jornalística\, deixando visível o padrão dos pontos de retícula – uma característica marcante da composição. \nA técnica do mosaico\, presente na formação do artista\, aqui se adapta aos retângulos modulares das janelas da ágora\, cobertos por finas películas impressas translúcidas\, atravessadas pela luz natural. \nA gradação tonal – mais escura na parte inferior e mais luminosa na parte superior – combinada com as variações de luz e sombra ao longo do dia\, transforma o espaço\, cuja forma orgânica já remete a uma onda\, em um cenário de mar artificial: um aquário. \nA instalação de Paci pode ser associada aos panoramas do século XIX\, grandes pinturas circulares que buscavam envolver o espectador. No entanto\, desta vez\, o ambiente imersivo não documenta um paisagem natural\, mas um território político. Composto por 250 fragmentos\, esse mar artificial reflete a busca pela liberdade\, a dureza da realidade e a reflexão ética de que todos fazemos parte. \nCom curadoria de Katya Inozemtseva e Sara Rizzo\, a exposição conta com o apoio da 24 ORE Cultura e da Fondazione Deloitte\, além da participação da ACACIA – Associazione Amici Arte Contemporanea Italiana e do projeto nctm e l’arte\, da ADVANT Nctm.
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LOCATION:Museo delle Culture (Mudec)\, Via Tortona\, 56\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Il Nostro Tempo CinéFondationCartier" na Triennale Milano
DESCRIPTION:Vista da instalação\, “Il Nostro Tempo”\, CinéFondationCartier. Foto: Andrea Rossetti\n\n\n\n\nA exposição apresenta a obra cinematográfica de doze artistas e cineastas: Gabriela Carneiro da Cunha e Eryk Rocha\, Raymond Depardon e Claudine Nougaret\, Paz Encina\, Morzaniel Ɨramari\, PARKing CHANce\, Artavazd Pelechian\, Andrei Ujica\, Agnès Varda\, Jonathan Vinel e Wang Bing. Cada um deles oferece\, a partir de sua perspectiva\, uma reflexão sobre o presente e a história. Variando de curtas-metragens a longas\, a sucessão de filmes nos espaços da Triennale cria um ambiente concebido para acolher os visitantes e incentivá-los a interagir com a experiência do cinema de maneira alternativa\, promovendo momentos de pausa\, contemplação e retorno. \nA exposição é acompanhada por um extenso programa de mostras cinematográficas e encontros.
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SUMMARY:"A Kind of Language" de Melissa Harris na Fondazione Prada
DESCRIPTION:Divulgação Fondazione Prada\n\nA Kind of Language: Storyboards and Other Renderings for Cinema é uma exposição com curadoria de Melissa Harris que investiga o processo criativo por trás da produção cinematográfica\, explorando storyboards e outros materiais essenciais\, como mood boards\, desenhos e esboços\, scrapbooks e cadernos\, roteiros anotados e fotografias. \nInstalada nos espaços do Osservatorio\, a mostra reúne mais de 800 itens produzidos entre o final da década de 1920 e 2024 por mais de 50 autores\, incluindo diretores de cinema\, diretores de fotografia\, artistas visuais\, designers gráficos\, animadores\, coreógrafos e outros colaboradores na criação de filmes e vídeos. \nGeorges Méliès foi um dos primeiros cineastas a utilizar desenhos preparatórios detalhados para visualizar previamente as cenas de seus filmes de fantasia e ficção científica\, como Viagem à Lua (Le voyage dans la lune\, 1902). No entanto\, a origem formal do storyboard remonta ao início do século XX\, estreitamente ligada ao desenvolvimento da animação. A partir da década de 1930\, os Fleischer Studios e a Walt Disney Productions – seguidos nos anos 1940 pela United Productions of America – passaram a encomendar esboços sequenciais e outros recursos visuais para estruturar a narrativa e os personagens. Desde então\, o storyboard se tornou uma ferramenta fundamental para a criação de filmes\, sejam animados ou live-action\, oferecendo uma representação visual sistemática do desenrolar da história. Décadas depois\, essa prática continua sendo essencial\, como demonstram os desenhos preparatórios de Hayao Miyazaki e do Studio Ghibli incluídos na exposição. \nSegundo Melissa Harris: “Para muitos\, o storyboard é uma parte essencial do processo: definir visualmente uma cena e planejar seu fluxo pode ajudar a equipe do filme a compreender as relações entre os personagens\, desenvolver a narrativa ou capturar a essência de um momento específico. Ele também pode servir para resolver problemas\, como quando algo não parece convincente em um personagem ou interação física\, além de oferecer referências visuais para os atores. Do ponto de vista técnico\, storyboards auxiliam os cineastas a determinar os ângulos ideais para iluminação e filmagem\, bem como o uso de dissolvências e efeitos especiais.” \nO design da exposição\, concebido por Andrea Faraguna\, do escritório de arquitetura berlinense Sub\, se inspira na estrutura do storyboard\, um dos pilares da criação cinematográfica. A montagem reinterpreta o ambiente de trabalho dos artistas de storyboard\, transformando-o em uma experiência espacial\, com mesas inspiradas nas clássicas pranchetas de desenho técnico. \nA Kind of Language apresenta storyboards de filmes de cineastas como Muzaffar Ali\, Pedro Almodóvar\, Wes Anderson\, Charles Atlas\, Matthew Barney\, Ericka Beckman\, Martin Bell\, Ingmar Bergman\, Bernardo Bertolucci\, Luis Buñuel\, Charlie Chaplin\, Tan Chui Mui\, Sofia Coppola\, Alex de la Iglesia\, Cecil B. DeMille\, Jonathan Demme\, Walt Disney Productions\, Federico Fellini\, Fleischer Studios\, Terry Gilliam\, Jean-Luc Godard\, Renny Harlin\, Alfred Hitchcock\, Alejandro González Iñárritu\, John Irving\, Joan Jonas\, Alejandro Jodorowsky\, Isaac Julien\, Akira Kurosawa\, Hagai Levi\, Yang Lina\, Jia Ling\, Hayao Miyazaki\, Pier Paolo Pasolini\, Sally Potter\, Satyajit Ray\, Jerome Robbins\, Martin Scorsese\, Steven Spielberg\, Andrew Stanton\, Sarah Treem\, Lee Unkrich\, Agnès Varda\, Carrie Mae Weems\, Wim Wenders\, Robert Wise\, San-ho Yeon\, Jia Zhang-Ke e Fred Zinnemann. \nDe fevereiro a setembro de 2025\, o Cinema Godard da Fondazione Prada dedicará uma de suas seções de exibição a A Kind of Language\, apresentando uma seleção de filmes relacionados ao projeto. A exposição também será acompanhada por uma publicação ilustrada na série Quaderni\, editada pela Fondazione Prada\, com um ensaio de Melissa Harris e um ensaio visual assinado pelo escritório Sub.
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LOCATION:Fondazione Prada\, Largo Isarco\, 2\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Improvisation in 10 Days" de Tarek Atoui no Pirelli HangarBicocca
DESCRIPTION:Vista da exposição. Crédito: Pirelli HangarBicocca\n\n\n\n\nConhecido por sua abordagem singular à música\, Tarek Atoui (Beirute\, Líbano\, 1980; vive e trabalha em Paris) investiga as propriedades acústicas de elementos como água\, ar\, pedra e bronze\, explorando como esses materiais absorvem e devolvem o som com nuances inesperadas. Esse processo desperta curiosidade e promove formas de interação entre os visitantes. Os ambientes sonoros criados pelo conjunto de suas obras sugerem novas experiências de escuta e estimulam processos de aprendizado não convencionais. \nApós uma formação em música\, Atoui começou explorando as propriedades do som por meio da performance\, expandindo posteriormente sua pesquisa para a espacialidade dos objetos no contexto artístico. Ao longo de sua trajetória\, colaborou com compositores e artesãos de diversos países para criar instrumentos com forte presença escultural\, combinando uma ampla variedade de materiais e técnicas. Utilizando dispositivos eletrônicos e softwares\, o artista reflete sobre realidades sociais e políticas contemporâneas\, destacando a importância da música e das novas tecnologias como dimensões de expressão e identidade. Sua prática incorpora valores educativos e relações sociais\, frequentemente envolvendo colaborações com comunidades locais e convidando o público a interagir com seus ambientes multissensoriais. \nA exposição Improvisation in 10 Days propõe uma abordagem espacial da composição musical\, explorando a materialidade das obras em diálogo com a imaterialidade do som e sua reverberação nos corpos e objetos. Utilizando The Shed como uma grande tela em branco\, Atoui reorganiza e recompõe trabalhos de uma de suas exposições anteriores\, partindo da identidade do espaço (um local de produção) e de suas coordenadas temporais (os dias dedicados à montagem) para “improvisar” movimentos\, harmonias e afinações\, criando uma experiência coletiva em um ambiente sonoro. Pela primeira vez\, Atoui concebe uma exposição como um dispositivo em constante evolução\, capaz de se materializar e transformar ao longo do tempo\, gerando uma relação dinâmica entre espaço\, instrumentos e público. O verdadeiro potencial do projeto reside nesse caráter aberto e imprevisível. \nAs obras de Atoui são concebidas como projetos em constante transformação\, que se adaptam aos diferentes contextos em que são apresentados. Sua pesquisa parte de paradigmas acústicos experimentados por meio de atividades como oficinas com comunidades locais de artesãos\, pesquisadores ou músicos\, resultando na produção de esculturas e instalações que convidam à meditação e à exploração sensorial. Em sua prática\, o som adquire qualidades materiais e\, além de ser ouvido\, pode ser transmitido e percebido por meio da vibração\, do impacto mecânico sobre superfícies ou da experiência tátil. A exposição apresenta três núcleos de trabalho dispostos harmonicamente no espaço\, em diálogo com a luz natural. \nA mostra é acompanhada por uma monografia publicada pela Marsilio Editori\, que apresenta uma narrativa visual poética sobre a exposição no Pirelli HangarBicocca e as mostras individuais anteriores do artista no Kunsthaus Bregenz\, no S.M.A.K Gent (2024) e no Institut d’art contemporain—Villeurbanne/Rhône-Alpes (2023). O livro\, concebido por Goda Budvytyte\, resulta da colaboração entre essas quatro instituições europeias e inclui um ensaio crítico da curadora Ute Meta Bauer\, que analisa a prática de Atoui. Além do catálogo\, será produzido um conjunto de vinis com gravações dos instrumentos de Atoui ativados por músicos internacionais como Jad Atoui\, Nicolas Becker\, Laure Boer\, Gobu Drab\, Susanna Gartmayer\, Charbel Haber\, Mazen Kerbaj\, Eric La Casa\, Boris Shershenkov\, DJ Snif e Ziúr.
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LOCATION:Fondazione Pirelli HangarBicocca\, Via Chiese 2\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Watching the earth set" de Nour El Saleh na Cassina Projects
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Nour El Saleh – Divulgação Cassina Projects\n\n\n\n\nO universo pictórico de Nour El Saleh subverte os alicerces da estética. Figuras esquálidas\, desproporcionais e grotescas encaram o espectador em sua nudez alongada\, como se estivessem sendo observadas por uma câmera de vigilância. Individualidade e alteridade se entrelaçam em um jogo de tensão entre ternura e repulsa. Os corpos\, simulacros da decomposição\, revelam uma carne translúcida. \nNo ordenamento normativo do cosmos\, que racionalmente os enquadraria\, essas figuras funcionam como o chiaroscuro em uma pintura\, onde a escuridão acentua a luz. Mas\, nas cenas lânguidas de Saleh\, essa luz não é apenas um efeito visual – ela se manifesta como um fluxo vital de conexão entre os seres e seu ambiente\, dissolvendo a necessidade de uma narrativa explícita.
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LOCATION:Cassina Projects\, Via Mecenate\, 76/45\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"I am Leonor Fini" no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Leonor Fini\, “Autoportrait au chapeau rouge” (detalhe)\, 1968 © Cortesia de Richard Overstreet\n\n\n\n\n“Eu sou pintora. Quando me perguntam como faço isso\, respondo: ‘Eu sou’.” Com essas palavras\, Leonor Fini sintetiza a força de sua identidade artística\, uma afirmação singular e poderosa que atravessa o tempo. \nNoventa anos após sua estreia em Milão\, a cidade celebra sua trajetória com a exposição “I Am Leonor Fini”\, apresentada no Palazzo Reale a partir de 26 de fevereiro. A mostra reúne mais de 100 obras\, incluindo pinturas\, desenhos\, fotografias\, figurinos e vídeos\, oferecendo ao público um panorama abrangente sobre essa figura revolucionária e multifacetada. \nLeonor Fini encarnava uma liberdade criativa e intelectual intransigente\, recusando-se a ser definida por seus relacionamentos ou papéis subordinados. Sua força reside na individualidade e na construção de uma linguagem artística singular\, na qual a mulher não é musa\, mas protagonista. \nSuas figuras femininas\, forças primordiais e indomáveis\, desafiam os modelos convencionais de masculinidade e feminilidade. Suas obras\, suspensas entre o real e o imaginário\, propõem uma reflexão profunda e atual sobre gênero\, identidade e autoafirmação. Antecipando debates centrais da cultura contemporânea\, Fini destacou-se como uma artista pioneira\, entrelaçando arte\, moda\, literatura e performance em um percurso livre de qualquer convenção. \nDistante de rótulos rígidos\, incluindo o do Surrealismo\, Leonor Fini continua a nos interpelar por meio de sua obra\, convidando-nos a adentrar um universo onde mistério\, sonho e imaginação tornam-se ferramentas de descoberta e transgressão.
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LOCATION:Palazzo Reale\, Piazza del Duomo\, 12\, Milão\, Itália
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