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SUMMARY:"La poesia ti guarda". Homenagem ao Grupo 70 (1963-2023) na Galleria d'Arte Moderna
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação Galleria d’Arte Moderna\n\n\n\n\nEm 24 de maio de 1963\, no Forte do Belvedere em Florença\, ocorreu a conferência “Arte e comunicação”\, considerada pelos estudiosos o ato oficial de fundação do Grupo 70. \n\n\n\nSeis décadas após esse evento\, a Galleria d’Arte Moderna organiza uma exposição em homenagem aos artistas que determinaram sua criação. \n\n\n\nO Grupo 70 é o grupo artístico que interpreta de forma mais completa e coerente\, no contexto italiano\, o movimento internacional da poesia visual. Entre as neo-vanguardas\, é a que mais possui um caráter híbrido e multilíngue\, situando-se em uma “terra de ninguém” sugestiva entre a escrita e a imagem\, entre as artes visuais e a poesia. A arte era entendida e problematizada\, de forma mais geral\, como parte do complexo sistema de comunicação. \n\n\n\nEm comemoração a este aniversário\, é realizada uma homenagem aos principais expoentes do grupo – Ketty La Rocca\, Lucia Marcucci\, Eugenio Miccini\, Luciano Ori\, Lamberto Pignotti\, além de Roberto Malquori e Michele Perfetti – destacando as diversas manifestações estéticas e formais da poesia visual. \n\n\n\nAs obras\, em sua maioria inéditas e/ou pouco conhecidas pelo grande público\, provêm da coleção da Galeria de Arte Moderna\, do Arquivo Carlo Palli de Prato\, entre as principais coleções italianas de poesia visual\, do MART de Rovereto\, do Arquivo Lamberto Pignotti de Roma\, da Fundação Bonotto de Colceresa (VI) e de outras prestigiosas coleções privadas. \n\n\n\nA exposição inclui também poesias sonoras e cinépoesias\, livros de artista e documentos que ilustram de diversas maneiras as premissas teóricas\, as razões poéticas e os resultados expressivos do Grupo 70. \n\n\n\nA mostra\, com curadoria de Daniela Vasta\, é realizada em colaboração com o Arquivo Carlo Palli\, Arquivo Lamberto Pignotti e Fundação Bonotto. \n\n\n\nA exposição é acompanhada por um catálogo editado pela De Luca Editori d’Arte\, com contribuições críticas de Daniela Vasta\, Patrizio Peterlini e Lucilla Saccà\, e uma entrevista inédita com Lamberto Pignotti por Claudio Crescentini\, além de aparatos bio-bibliográficos organizados por Elena Rosica.
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LOCATION:Galleria d’Arte Moderna\, via Palestro 16\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Gae Aulenti (1927-2012)" na Triennale Milano
DESCRIPTION:Vista da instalação. Foto: Alessandro Saletta\, DSL Studio\n\n\n\n\nEsta é a primeira retrospectiva dedicada a Gae Aulenti (1927–2012)\, uma das mais representativas profissionais da arquitetura e design contemporâneos. Em sua carreira de mais de 60 anos\, a multitalentosa designer atuou em diversos campos: desde o design em escala urbana até a criação de exposições\, arquitetura paisagística\, decoração de interiores\, design de móveis\, gráficos e cenografia. A exposição apresenta sua trajetória de maneira analítica e impressionante\, transmitindo seu modo pessoal de ver\, imaginar e projetar a realidade\, o que deixou uma marca em vários contextos italianos e estrangeiros na segunda metade do século XX. O percurso expositivo é composto por uma sequência de salas reproduzidas em escala real (1:1)\, com o auxílio de materiais originais (desenhos\, fotografias\, maquetes) do arquivo milanês da arquiteta.
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SUMMARY:"L’estetica della deformazione" na Galleria d'Arte Moderna
DESCRIPTION:Arnaldo Badodi\, Caffè\, 1940. Foto: Studio Vandrasch. Cortesia da Collezione Giuseppe Iannaccone\, Milão.\n\n\n\n\nA exposição L’estetica della deformazione. Protagonisti dell’espressionismo italiano apresenta cerca de 130 obras que percorrem a variada realidade do expressionismo italiano\, com destaque para personalidades e grupos ativos principalmente em Roma\, Milão e Turim. \nUma das fases mais originais da cultura artística italiana da primeira metade do século XX é representada pelo expressionismo dos anos 1920-1940. Embora tenha se desenvolvido em grupos mais ou menos definidos e duradouros\, o movimento trouxe uma contribuição fundamental para a pesquisa artística. A exposição\, realizada na Galleria d’Arte Moderna\, foi concebida em preparação para a celebração do centenário da instituição (1925-2025) e dedica-se a essa experiência estética e poética que atravessa as duas guerras mundiais. \nA mostra foca em algumas das mais importantes personalidades que\, em percursos individuais ou dentro de grupos codificados\, expressaram\, na Itália dos anos 1920-1940\, uma linguagem marcadamente antiacadêmica. Essa linguagem estava centrada na transcrição de dados subjetivos interiores\, utilizando cores antinaturalistas e rebeldes\, e formas que desviavam do cânone clássico de beleza. Para esses artistas\, a representação precisa das coisas não era importante; o objetivo era externalizar suas visões interiores e “interpretar” o dado percebido. O termo “expressionismo” deriva do latim exprimĕre\, que significa “externar” ou “espremer”\, refletindo a ideia de transmitir através de um filtro subjetivo. Assim\, os retratos deixam de buscar a precisão fotográfica\, os paisagens adquirem um olhar inquieto\, e a cidade se transforma em cenário de visões alucinantes e oníricas\, enquanto os objetos nas naturezas-mortas se tornam metáforas enigmáticas. Formas deformadas e cores agressivas e audaciosas oferecem um instrumento linguístico adequado para essas ideias. \nA exposição é possível graças ao diálogo entre a coleção da Galleria d’Arte Moderna e obras de outras coleções capitolinas\, como as dos Musei di Villa Torlonia e da Casa Museo Alberto Moravia\, além de peças da prestigiada Collezione Giuseppe Iannaccone de Milão\, que nunca havia sido exibida em Roma. Esse diálogo permite explorar a rica realidade do expressionismo italiano\, com foco nos grupos baseados em Roma\, Milão e Turim. \nDestaque para as duas aquisições mais recentes da Collezione Giuseppe Iannaccone: os óleos sobre tela Nudo sdraiato (1929)\, de Gigi Chessa\, e Figura in blu (e vaso verde) (1929)\, de Francesco Menzio. A coleção\, especializada em arte italiana entre as duas guerras\, oferece uma visão única do expressionismo italiano dos anos 1920-1940\, particularmente nos grupos que propuseram uma estética “neorromântica”\, em contraste com o neoclassicismo da época. \nArtistas presentes na exposição incluem: Afro\, Arnaldo Badodi\, Mirko Basaldella\, Renato Birolli\, Domenico Cantatore\, Bruno Cassinari\, Gigi Chessa\, Filippo De Pisis\, Lucio Fontana\, Nino Franchina\, Nicola Galante\, Renato Guttuso\, Carlo Levi\, Mario Mafai\, Giacomo Manzù\, Marino Mazzacurati\, Roberto Melli\, Francesco Menzio\, Ennio Morlotti\, Fausto Pirandello\, Antonietta Raphaël\, Aldo Salvadori\, Aligi Sassu\, Scipione (Gino Bonichi)\, Emilio Sobrero\, Luigi Spazzapan\, Filippo Tallone\, Fiorenzo Tomea\, Arturo Tosi\, Ernesto Treccani\, Italo Valenti\, Emilio Vedova e Alberto Ziveri. \nO percurso expositivo começa em Roma\, com a Scuola di via Cavour e as personalidades que definiram a “escola romana” e suas peculiaridades técnicas e temáticas. O encontro entre Scipione e Mafai\, seguido por Antonietta Raphaël\, deu início a uma pintura visionária e onírica\, influenciada por artistas como Goya\, El Greco e Bosch\, bem como pelos modernos Kokoschka\, Chagall\, Derain e Dufy. O crítico Roberto Longhi\, ao revisar a mostra do grupo em 1929\, destacou as influências expressionistas francesas no grupo. \nA exposição continua com os protagonistas do grupo Sei di Torino (1929-31)\, influenciado por Felice Casorati e pelas personalidades de Edoardo Persico e Lionello Venturi. Através de obras de Chessa\, Galante\, Levi\, Menzio\, e outros\, como Spazzapan e Sobrero\, explora-se uma pintura inspirada nas pesquisas impressionistas e pós-impressionistas francesas. \nO percurso conclui-se com o grupo Corrente\, ativo a partir de 1938 em Milão\, que expressa um expressionismo lírico vigoroso. Coordenados por Edoardo Persico\, artistas como Badodi\, Birolli\, Cassinari\, Sassu\, Treccani e Valenti demonstram uma pintura inquieta e emocional. \nA exposição L’estetica della deformazione. Protagonisti dell’espressionismo italiano renova o compromisso da Sovrintendenza Capitolina em tornar acessíveis suas mostras temporárias. Um percurso dedicado com desenhos em relevo\, traduções em braille e audiodescrições foi desenvolvido para pessoas com deficiência visual.
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LOCATION:Galleria d’Arte Moderna\, via Palestro 16\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"À jour. Laura VdB Facchini" na Galleria d'Arte Moderna
DESCRIPTION:Divulgação Galleria d’Arte Moderna\n\n\n\n\nO projeto site-specific concebido e realizado pela artista Laura VdB (Van der Bol) Facchini estabelece um diálogo direto com o complexo monumental do antigo mosteiro de San Giuseppe a Capo le Case\, atual sede da Galleria d’Arte Moderna. Curado por Wind Mill\, o trabalho foi desenvolvido com base em uma investigação detalhada do espaço\, suas cores e iluminação\, resultando em uma instalação que homenageia as monjas Carmelitas Descalças que ocuparam o local por séculos e que\, em parte\, ainda residem no complexo. \nIntitulada À jour\, a instalação remete à técnica de bordado à mão\, reinterpretando-a em escala monumental com o uso de tiras de polietileno branco e transparente. Essas tiras\, amarradas e entrelaçadas\, compõem um grande painel tridimensional que responde à arquitetura do local\, adaptando-se à fachada e ao claustro do antigo mosteiro. Os pontos de fixação dos materiais foram cuidadosamente escolhidos nas superfícies existentes\, respeitando o caráter histórico e arquitetônico do espaço. \nA obra começa a envolver os visitantes já na entrada do museu\, com uma intervenção marcante na fachada\, e se expande pelos ambientes internos\, especialmente no claustro das esculturas e no claustro-jardim. Nestes espaços\, a interação entre o bordado tridimensional\, o ambiente aberto e as esculturas cria arabescos e formas que sugerem novas perspectivas e interpretações. O entrelaçamento das fitas conecta o interior ao exterior\, preenchendo os vazios das janelas e estabelecendo um diálogo visual entre as paredes e as aberturas\, formando geometrias inovadoras e efeitos tridimensionais que acentuam o volume das superfícies arquitetônicas. \nO material utilizado\, o filme extensível de embalagem\, é uma escolha recorrente nas obras de Laura VdB Facchini por sua flexibilidade e pelo respeito que demonstra em intervenções em espaços históricos e delicados. Em À jour\, esse material transforma o espaço em uma obra de arte que não apenas preserva a memória histórica do lugar\, mas também lhe confere uma nova dimensão estética e contemporânea.
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SUMMARY:“A Seed Under Our Tongue” de Saodat Ismailova no Pirelli HangarBicocca
DESCRIPTION:Saodat Ismailova As We Fade 2024 Vista da instalação no Pirelli HangarBicocca\, Milão\, 2024 Comissionada e produzida por Pirelli HangarBicocca. Cortesia da artista © Saodat Ismailova e Pirelli HangarBicocca\, Milão Foto: Agostino Osio\n\n\n\n\nO Pirelli HangarBicocca apresenta A Seed Under Our Tongue\, a primeira grande retrospectiva italiana de Saodat Ismailova (Tashkent\, Uzbequistão\, 1981)\, uma das artistas contemporâneas mais aclamadas da nova geração\, que trabalha na interseção entre cinema\, som e arte visual. Seus filmes e instalações\, com uma iconografia marcante e narrativas hipnóticas\, evocam o poder da natureza\, o legado da colonização e a delicada relação entre humanidade e meio ambiente. Explorando a memória coletiva\, o conhecimento ancestral e a representação da feminilidade\, suas obras se baseiam no patrimônio sociopolítico e cultural da Ásia Central para refletir sobre valores universais. \nCom novas obras comissionadas pelo Pirelli HangarBicocca\, a exposição marca a primeira grande mostra institucional de Saodat Ismailova na Itália. Apresentando trabalhos de suas duas décadas de carreira\, incluindo filmes\, esculturas e instalações\, o ambiente espacial foi projetado especialmente para a exposição. Focando no conceito e nas implicações da transmissão—seja de conhecimento\, histórias\, memórias ou paisagens—a mostra constrói diferentes narrativas\, criando uma atmosfera complexa e multifacetada. Os visitantes são imersos nas realidades culturais\, sociais e políticas da Ásia Central através de uma sobreposição intrincada de memórias\, paisagens\, imagens pessoais e coletivas e do tempo. \nSaodat Ismailova é cineasta e artista da primeira geração pós-soviética do Uzbequistão. Entrelaçando memórias\, mitos\, rituais e sonhos ao cotidiano\, seus filmes exploram a rica e multicamada cultura de sua região\, situada no cruzamento de diferentes realidades\, migrações e legados coloniais. Através de sua história pessoal\, Ismailova mergulha na dimensão coletiva da memória e na resistência global ao impacto da atividade humana no meio ambiente. Sua pesquisa abrange o conhecimento ancestral\, práticas tradicionais e histórias mais recentes. Por exemplo\, ela incorpora filmagens de arquivo ou elementos têxteis de tradições vernaculares que permitem a continuidade de atividades artesanais ameaçadas de desaparecer. Ao fazer isso\, Ismailova recontextualiza o passado colonial e a questão da identidade na região\, combinando mitos e práticas animistas com os sonhos das pessoas que habitam essas terras. \n“Eu acho que o cinema é como um vaso que carrega e lembra de tudo”\, afirma Ismailova. \nO título da exposição\, A Seed Under Our Tongue (Uma Semente Sob Nossa Língua)\, refere-se diretamente às novas obras apresentadas\, incluindo o filme recém-editado Arslanbob (2023-24) e as esculturas relacionadas\, como a semente dourada de Amanat (2024) e o molde em resina de uma caverna em The Mountain Our Bodies Emptied (2024). Inspirada em uma narrativa oral—sobre uma semente de tâmara escondida sob a língua e transmitida através de diferentes épocas e povos até ser transformada—a exposição reúne doze obras\, incluindo seis filmes e sete esculturas\, que exploram a questão da transmissão e a ideia\, nas palavras da artista\, de “que somos responsáveis pelas sete gerações que nos precederam e pelas sete gerações que virão depois de nós.” \nCoincidindo com a exposição no Pirelli HangarBicocca\, será publicada no outono de 2024 uma monografia abrangente sobre a artista\, editada por Roberta Tenconi. O volume traçará a prática de Ismailova sob diversas perspectivas\, incluindo ensaios e contribuições temáticas de estudiosos e críticos internacionais.
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LOCATION:Fondazione Pirelli HangarBicocca\, Via Chiese 2\, Milão\, Itália
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SUMMARY:“MUNCH Il grido interiore” no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Edvard Munch\, The Girls on the Bridge\, 1927\n\n\n\n\nPor ocasião do 80º aniversário de sua morte\, o Palazzo Reale e Arthemisia\, em colaboração com o Museu MUNCH\, apresentam um prestigioso evento cultural: uma grande exposição monográfica dedicada a um dos artistas mais amados e populares do século passado\, Edvard Munch. \nAo longo de sua carreira artística\, Edvard Munch explorou questões de significado existencial perene e desafiou as expressões da arte. Nesta ampla exposição\, a arte de Munch será explorada desde 1880 até sua morte em 1944. \nA mostra inclui 100 obras\, entre pinturas\, desenhos e gravuras\, todas provenientes do Museu MUNCH.
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SUMMARY:"Picasso lo straniero" no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Pablo Picasso\, VALLAURIS (detalhe)\, 1956 EXPOSITION\, Musée national Picasso-Paris RMN-Grand Palais / Adrien Didierjean © Succession Picasso by SIAE 2024\n\n\n\n\nSobre Picasso\, parece que já se escreveu tudo. Nenhum outro artista provocou tantos debates\, controvérsias e paixões. Mas quantos sabem quais obstáculos o jovem gênio teve de enfrentar quando chegou a Paris pela primeira vez\, em 1900\, sem falar uma palavra de francês? \nA exposição Picasso lo straniero apresenta mais de 90 obras do artista\, além de documentos\, fotografias\, cartas e vídeos\, oferecendo uma nova e audaciosa interpretação de Picasso\, abordando temas urgentes do nosso presente. Com uma abordagem multidisciplinar e uma extraordinária pesquisa nos arquivos da polícia francesa e do Museu Picasso em Paris\, Annie Cohen-Solal revela essa história fascinante a partir de inúmeros documentos inéditos. A ideia original do projeto surgiu de Annie Cohen-Solal\, curadora científica da exposição\, com a curadoria especial de Cécile Debray\, presidente do MNPP. \nUma exposição organizada pelo Comune di Milano – Cultura\, Palazzo Reale\, Marsilio Arte\, Musée national Picasso – Paris\, Palais de la Porte Dorée e Collection Musée Magnelli Musée de la Céramique\, Vallauris. \nCuradoria de Annie Cohen-Solal e Cécile Debray.
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SUMMARY:"Alberto Martini: la danza macabra" no Castello Sforzesco
DESCRIPTION:Alberto Martini\, “Danza Macabra”\, s/d. © Comune di Milano \nIl Castello Sforzesco\, em colaboração com a Fondazione Oderzo Cultura\, apresenta a exposição Alberto Martini. La danza macabra em celebração ao 70º aniversário do artista e desenhista Alberto Martini. A mostra exibe um significativo conjunto de obras de Martini pertencentes às coleções do Gabinete de Desenhos e da Coleção Cívica de Gravuras “Achille Bertarelli”. \nA exposição explora o tema da alegoria da morte e da dança macabra\, abordado por Martini em obras marcantes\, como L’Albo della morte (1894-1896)\, um ciclo excepcional de desenhos\, e as célebres postais da Danza macabra europea\, publicadas pela editora Longo de Treviso durante a Primeira Guerra Mundial. \nAlém dos trabalhos de Martini\, a mostra inclui preciosos exemplos de gravura europeia dedicados ao tema da Totentanz.
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LOCATION:Castello Sforzesco\, Piazza Castello\, Milão\, Italy
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SUMMARY:"Tomoo Gokita. GUMBO" no ICA Milão
DESCRIPTION:Vista da exposição de Tomoo Gokita\, 2024. Cortesia Fondazione ICA Milano. Foto: Andrea Rossetti\n\nCurada por Alberto Salvadori e instalada no segundo andar do ICA Milano\, Gumbo é a primeira exposição individual em uma instituição italiana do artista japonês Tomoo Gokita (Tóquio\, 1969). \nEntre os principais artistas japoneses ativos na cena internacional\, Tomoo Gokita se inspira nas subculturas americanas das décadas de 1960 e 1970 para compor um vocabulário visual onde bailarinas\, lutadores e estrelas se fundem em composições abstratas que criam uma atmosfera única e onírica. \nEm Gumbo\, Tomoo Gokita apresenta uma seleção de obras que inclui dezesseis pinturas\, uma série de desenhos e quatro esculturas feitas especificamente para a mostra na Fondazione ICA Milano. O tema central da exposição é a banalidade da vida cotidiana\, expressa na representação de sujeitos comuns imersos em cenários distorcidos e surreais. Enfatizando a dimensão psicológica e a leitura emocional das cores e formas\, Gokita transita entre a figuração e a abstração\, construindo um universo povoado por elementos recorrentes\, como figuras femininas e espantalhos. \nAgradecemos à galeria MASSIMODECARLO pelo apoio à exposição Tomoo Gokita. Gumbo. Agradecimentos especiais à Taka Ishii Gallery.
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LOCATION:ICA Milão\, Via Orobia 26\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Picture Window Frame" no ICA Milão
DESCRIPTION:Stefano Graziani\, Produção de janelas\, perfis de alumínio com revestimento em pó\, Scurelle\, Itália\, 2021\n\nCurada por Cloe Piccoli\, a exposição Picture Window Frame de Stefano Graziani e OFFICE Kersten Geers David Van Severen abre no térreo. \nO projeto é a segunda fase de uma extensa comissão da Finstral\, uma empresa do Tirol do Sul especializada na produção de molduras para janelas. Convidado a observar o processo de produção e a coleção de arte iniciada pelo fundador da empresa\, Hans Oberrauch\, na década de 1970\, Stefano Graziani questiona o gênero específico da fotografia industrial\, destacando o próprio ato de documentar. \nNa Fondazione ICA Milano\, Stefano Graziani explora a ideia de observar\, mostrar e documentar. Para isso\, ele produz novas fotografias tiradas em Milão\, nos arquivos de artistas\, academias e museus. Essas obras dialogam com imagens feitas nas fábricas e escritórios da Finstral em Alto Adige e Valsugana. Uma parte fundamental do projeto expositivo é representada pela instalação projetada pelo estúdio de arquitetura OFFICE Kersten Geers David Van Severen\, em sintonia com a pesquisa de Stefano Graziani\, com o objetivo de envolver o público na exploração do espaço e na reflexão sobre a própria ideia de exibição. Picture Window Frame é uma jornada entre contextos muito diferentes\, onde o sujeito é a complexidade da fotografia como ferramenta de percepção e pesquisa sobre o conceito do real.
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LOCATION:ICA Milão\, Via Orobia 26\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Niki de Saint Phalle" no Museo delle Culture
DESCRIPTION:Niki de Saint Phalle\, “Il Giardino dei Tarocchi”\, 1991 © 2024 NIKI CHARITABLE ART FOUNDATION. Todos os direitos reservados. Foto: Ed Kessler\n\n\n\n\nA exposição é a primeira retrospectiva antológica completa organizada em um museu italiano dedicada à artista franco-americana Niki de Saint Phalle\, conhecida por suas grandes e coloridas Nanas. A mostra revela\, porém\, um lado mais engajado e crítico da artista\, oferecendo uma nova leitura de sua obra. \nEstruturada em oito seções\, a exposição narra a trajetória artística de Niki de Saint Phalle\, dos primeiros trabalhos até suas produções finais\, seguindo uma abordagem tanto diacrônica quanto antológica. O universo colorido\, polimorfo e maternal de suas Nanas contrasta com uma vida pessoal marcada por experiências dolorosas. Ao longo de sua carreira\, a artista frequentemente destruiu para lidar com o sofrimento\, reconstruindo sua visão através de provocações intensas e rompendo convenções\, deixando uma marca duradoura na história da arte. \nRealizada em colaboração com a Niki Charitable Art Foundation\, a mostra reúne 110 obras\, incluindo cerca de dez de grande escala\, além de uma seleção de elegantes vestidos da Maison Dior\, que remetem ao passado da artista como modelo. A exposição também apresenta fotografias que retratam sua visão singular e profundamente “pop” da arte\, entendida como um caminho para a afirmação do feminino. \nDefinindo-se como “mulher e artista”\, Niki de Saint Phalle transita entre pintura\, escultura\, filmes experimentais e performances\, escapando de categorizações simples. Suas monumentais obras públicas\, como parques e esculturas\, dialogam com reflexões mais pessoais e por vezes comoventes. Vista simultaneamente como uma celebridade independente e orgulhosa de sua arte\, sua fragilidade física e sua luta contra desigualdades sociais ressaltam sua humanidade e sensibilidade para com os mais vulneráveis. \n\n\n\n\nVivendo em uma época de grandes transformações sociais e artísticas — do movimento feminista dos anos 1960 e 1970 ao Nouveau Réalisme\, do qual foi protagonista —\, Niki de Saint Phalle (Neuilly-sur-Seine\, 1930 – La Jolla\, 2002) destacou-se como uma das artistas que mais desafiou os estereótipos de gênero por meio da arte. Sua obra expressa identidade através da feminilidade\, sensualidade e um amor pela vida entendido como ato criativo.
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LOCATION:Museo delle Culture (Mudec)\, Via Tortona\, 56\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"BAJ chez BAJ" no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Enrico Baj\, Parata a sei (detalhe)\, 1964. Arquivo Enrico Baj\, Vergiate (VA)\n\n\n\n\nMilão celebra Enrico Baj (Milão\, 31 de outubro de 1924 – Vergiate\, 16 de junho de 2003)\, um dos mestres da neo-vanguarda italiana e internacional\, com uma ampla retrospectiva como destaque das exposições de outono\, projetada para percorrer todos os temas e sujeitos de sua longa e multifacetada trajetória artística. \nBaj retorna ao Palazzo Reale\, na Sala delle Cariatidi\, exatamente cem anos após seu nascimento e doze anos após a exposição\, no mesmo local\, de I Funerali dell’anarchico Pinelli\, que pela primeira vez será integrada em um percurso antológico e em diálogo com outros trabalhos do mestre. \nO projeto é curado por Chiara Gatti e Roberta Cerini Baj\, e conta com quase cinquenta obras\, abrangendo desde os primeiros anos da década de 1950 até o início dos anos 2000\, explorando as fases de pesquisa e a adesão de Baj a diversos movimentos artísticos ao longo do tempo. Seus personagens\, que entraram no imaginário comum — as Dame e i Generali\, os Ultracorpi\, os Specchi\, os Mobili e os monstros do Apocalisse — animarão um carrossel de criaturas\, fruto do universo surrealista e ao mesmo tempo de ficção científica de um autor que fez da ironia e do grotesco uma ferramenta para desconstruir o conformismo burguês e se posicionar contra todas as formas de poder constituído. \nÀ espera da grande retrospectiva no Palazzo Reale\, o Museo di Storia Naturale\, na corso Venezia\, também prestou uma homenagem a Baj\, de 16 de julho a 13 de setembro de 2024\, dedicada a suas gravuras e livros de artista. Em Enrico Baj. Zoologia fantastica e altre nature\, foram exibidas 22 pranchas\, divididas entre o Manuale di zoologia fantastica\, Paradiso perduto\, a pasta I Fiori (com sua botânica visionária)\, além das famosas gravuras de De Rerum Natura de 1958\, uma homenagem reinventada ao poema latino de Lucrécio.
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LOCATION:Palazzo Reale\, Piazza del Duomo\, 12\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Jean Tinguely" no Pirelli HangarBicocca
DESCRIPTION:Jean Tinguely\, Pit-Stop\, 1984 © Museum Tinguely\, Basel. Jean Tinguely © SIAE\, 2024. Foto: Christian Baur\n\n\n\n\nJean Tinguely (Fribourg\, 1925 – Berna\, 1991) é considerado um dos maiores pioneiros da arte do século XX\, tendo mudado radicalmente o conceito de obra de arte\, além de ser um dos principais expoentes da arte cinética. Seu trabalho foca na exploração da máquina\, suas funções e movimentos\, seus sons e ruídos\, bem como sua poesia intrínseca. Tinguely foi um dos primeiros artistas a incorporar objetos encontrados\, engrenagens e outros materiais em suas criações\, soldando-os para criar máquinas barulhentas e caóticas\, movidas por motores reais. Suas esculturas também têm uma qualidade performática\, devido ao movimento constante e à peculiar habilidade de envolver o público. Engrenagens\, especialmente rodas\, são frequentemente os elementos básicos de suas obras\, nas quais o artista deliberadamente subverte suas funções tradicionais. Tinguely liberta a máquina da tirania da utilidade ao promover o inesperado e o efêmero em suas engenhocas absurdas e aparentemente cômicas. \nA exposição no Pirelli HangarBicocca é a mais extensa retrospectiva na Itália desde a morte do artista e incluirá mais de trinta obras seminais\, dos anos 1950 aos anos 1990\, ocupando quase todo o espaço de 5.000 m². O último grande tributo a Jean Tinguely em uma instituição italiana ocorreu em 1987 com a exposição Una magia più forte della morte (Uma magia mais forte que a morte)\, no Palazzo Grassi em Veneza\, com curadoria de Pontus Hultén. O novo projeto expositivo em Milão está intimamente ligado ao propósito industrial original do edifício Pirelli HangarBicocca. A mostra será uma oportunidade para refletir sobre a ideia de museu e “anti-museu” de Tinguely\, além de remeter à sua oficina-fábrica em La Verrerie\, no cantão de Friburgo: o resultado será uma cenografia sonora e visual de monumentais obras cinéticas\, onde coloridas instalações musicais serão justapostas a máquinas cacofônicas. Esta retrospectiva também será uma oportunidade para relembrar a estreita relação de Jean Tinguely com Milão\, que foi o foco de alguns de seus projetos mais ambiciosos\, como La Vittoria (1970)\, uma performance icônica realizada na Piazza Duomo. \nA exposição é realizada em colaboração com o Museum Tinguely\, Basel\, e faz parte do programa tinguely100. \nA mostra será acompanhada por um catálogo (em italiano e inglês)\, publicado pela Marsilio Arte\, com contribuições de Béatrice Joyeux-Prunel\, Camille Morineau\, Lucia Pesapane\, Renzo Piano\, Annalisa Rimmaudo\, Vicente Todolí e Melissa Warak.
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LOCATION:Fondazione Pirelli HangarBicocca\, Via Chiese 2\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"UGO MULAS. L'operazione fotografica" no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Verifica 13 Autoritratto con Nini. A Melina e Valentina\, 1972. © Eredi Ugo Mulas. Todos os direitos reservados. Cortesia do Arquivo Ugo Mulas\, Milão.\n\n\n\n\nDe 10 de outubro de 2024 a 2 de fevereiro de 2025\, o Palazzo Reale\, em Milão\, apresenta Ugo Mulas. L’operazione fotografica\, uma das mais amplas e detalhadas retrospectivas dedicadas a um dos mais importantes fotógrafos italianos. Curada por Denis Curti e Alberto Salvadori\, a exposição oferece uma abordagem inédita\, centrada principalmente na cidade de Milão\, capturada em suas múltiplas facetas. \nCom mais de 250 imagens\, muitas das quais nunca antes expostas\, além de preciosas fotografias vintage\, documentos\, livros e vídeos\, a mostra percorre toda a produção de Ugo Mulas: desde o teatro até a moda\, passando pelos retratos de artistas internacionais — protagonistas da Pop Art americana —\, intelectuais\, arquitetos e figuras do mundo da cultura e do entretenimento\, como Dino Buzzati\, Giorgio De Chirico\, Marcel Duchamp\, Jasper Johns\, Roy Lichtenstein\, Arthur Miller\, Eugenio Montale\, Louise Nevelson\, Gio Ponti\, Salvatore Quasimodo\, Giorgio Strehler\, Andy Warhol\, entre muitos outros. A exposição abrange desde paisagens urbanas até o nu e fotografias de joias.
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LOCATION:Palazzo Reale\, Piazza del Duomo\, 12\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Dubuffet e l'Art Brut. L'arte degli outsider" no Museo delle Culture
DESCRIPTION:Aloïse Corbaz\, “Trône de Rome Marcellus – Rouge baiser chameau – Napoléon à Cherbourg”\, 1952-53. Créditos: Atelier de numérisation – Ville de Lausanne\n\n\n\n\nA mostra\, produzida por 24 ORE Cultura – Gruppo 24 ORE\, promovida pela Comune di Milano Cultura e com o patrocínio do Consulado Geral da Suíça em Milão\, tendo a Fundação Deloitte como Parceira Institucional\, explora a extraordinária potência expressiva da Art Brut. Esse movimento artístico revolucionário\, que inspirou muitos artistas contemporâneos e permanece vital até hoje\, reflete a crença de que a arte é para todos que desejam expressar sua voz e revelar uma beleza inesperada. \nSurgida no coração de uma Paris pós-guerra\, distante dos museus e salões refinados\, a Art Brut\, definida e teorizada pelo artista e teórico francês Jean Dubuffet\, representa uma arte “bruta”\, “pura” e “não filtrada”. \nA exposição\, organizada em quatro seções\, começa com um conjunto de obras e documentos que contextualizam historicamente a invenção do conceito de Art Brut\, destacando o trabalho de Dubuffet como artista\, escritor e colecionador. \nNa sequência\, uma seleção de obras das suas explorações artísticas ilustra a amplitude e a qualidade de suas pesquisas antes da doação realizada em 1971. Um terceiro núcleo apresenta criações dos cinco continentes\, abordando temáticas como o corpo e as crenças\, elementos recorrentes na Art Brut. Esses trabalhos dialogam de maneira especial com as coleções do Museu. \nConcebida especialmente para o Museu das Culturas\, a exposição é realizada em colaboração com a Collection de l’Art Brut de Lausanne\, que abriga uma extraordinária coleção de mais de 70.000 obras. Essa coleção teve origem na doação excepcional feita por Dubuffet à cidade de Lausanne em 1971\, incluindo desenhos\, pinturas\, esculturas e obras têxteis\, que continuam a crescer por meio de aquisições e doações de novos artistas.
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LOCATION:Museo delle Culture (Mudec)\, Via Tortona\, 56\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"For My Best Family" de Meriem Bennani na Fondazione Prada
DESCRIPTION:Meriem Bennani\, “For My Best Family”. Foto: Delfino Sisto Legnani – DSL Studio\, Cortesia Fondazione Prada\n\n\n\n\n“For My Best Family” é o novo projeto expositivo concebido pela artista Meriem Bennani\, encomendado pela Fondazione Prada. \nCombinando uma instalação site-specific em grande escala com um filme de arte co-dirigido por Orian Barki\, o projeto explora as formas de convivência em contextos sociopolíticos públicos e íntimos. Este é o trabalho mais ambicioso de Bennani até o momento\, tanto em complexidade e escala quanto no longo processo criativo\, que levou mais de dois anos para ser concluído. A iniciativa integra uma programação que a Fondazione Prada desenvolve há mais de trinta anos\, colaborando com artistas internacionais para criar projetos utópicos conceitualmente e esteticamente desafiadores. \nNascida no Marrocos em 1988\, Bennani utiliza o potencial narrativo para amplificar a realidade através de uma imaginação fantástica e humorística\, mesclando linguagens como vídeos do YouTube\, TV de realidade\, documentários\, animação e estéticas de alta produção. Sua prática interdisciplinar combina filmes\, esculturas e instalações imersivas\, questionando aspectos da sociedade contemporânea\, como identidades fragmentadas\, questões de gênero e a hegemonia das tecnologias digitais. \nO projeto se desenvolve nos dois níveis do Podium\, o principal edifício expositivo da sede em Milão. No térreo\, a instalação Sole Crushing anima 192 chinelos em uma composição cinética e sonora colaborativa\, criada com o produtor musical Reda Senhaji (Cheb Runner). Os objetos\, conectados a um sistema pneumático\, formam uma coreografia rítmica que evoca rituais coletivos\, delírios organizados e formas tradicionais de música marroquina\, como a deqqa marrakchia. \nNo primeiro andar\, um espaço cinematográfico exibe o filme For Aicha\, dirigido por Bennani e Barki\, sob a produção criativa de John Michael Boling e Jason Coombs. Ambientado entre Nova York\, Rabat e Casablanca\, o filme mistura documentário e animação 3D para narrar a história de Bouchra\, uma cineasta marroquina representada como um chacal antropomórfico\, que explora o impacto de sua orientação sexual na relação com sua mãe\, Aicha. Com humor e sensibilidade\, a obra combina ficção e gravações reais de diálogos entre Bennani e sua própria mãe. \nO uso de personagens animados funciona como um dispositivo metafórico\, permitindo abordar questões complexas de maneira acessível e instigante\, reforçando o poder narrativo da animação para tratar de temas contemporâneos.
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LOCATION:Fondazione Prada\, Largo Isarco\, 2\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Elio Fiorucci" na Triennale Milano
DESCRIPTION:Crédito da imagem: Elio Fiorucci\, vista da instalação. Foto: Delfino Sisto Legnani – DSL Studio © Triennale Milano\n\n\n\n\n\n\n\n\nA exposição investiga as múltiplas dimensões criativas do empresário e cool hunter Elio Fiorucci (Milão\, 1935–2015). Desde os anos 1960\, sua marca revolucionou os costumes\, a moda e a cena da arte contemporânea na Itália. Seus concept stores foram pioneiros ao apresentar ao público uma combinação eclética de roupas\, discos\, publicações e objetos inéditos de diversas partes do mundo. Além disso\, tornaram-se espaços de referência para happenings e performances\, funcionando como palcos para a música e a arte contemporânea\, atraindo intelectuais\, performers e artistas. \nCom um olhar biográfico\, a retrospectiva traça a trajetória humana\, empresarial e cultural de Elio Fiorucci\, revelando novas perspectivas sobre sua figura. Ao longo da exposição\, sua própria voz ecoa – a partir de gravações inéditas –\, relembrando momentos pessoais e dialogando com as vozes de outros protagonistas que fizeram parte de sua história.
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LOCATION:Triennale Milano\, Viale Emilio Alemagna\, 6\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Amano Corpus Animae" na Fabbrica del Vapore
DESCRIPTION:Divulgação Fabbrica del Vapore \nMais de 130 obras provenientes dos estúdios de Tóquio traçam a história da animação e do entretenimento mundial. De Tatsunoko a Final Fantasy\, passando por colaborações com a Vogue\, a exposição oferece um percurso de pura arte visual e narrativa\, reunindo gerações diferentes em um único espaço. \nCom uma cenografia dividida em quatro seções\, enriquecida por objetos e filmagens\, a mostra convida o público a explorar técnicas\, visões\, formas e obras icônicas que marcaram de forma indelével o imaginário coletivo.
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LOCATION:Fabbrica del Vapore\, Via Giulio Cesare Procaccini\, 4\, Milão\, Italy
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