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SUMMARY:"One Becomes Many" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Sonia Gomes\, Sem título\, da série Torções\, 2021. © Sonia Gomes\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nOne Becomes Many investiga os legados duradouros que atravessam gerações na obra de onze artistas negros brasileiros. Por meio de motivos tradicionais\, abstrações geométricas e uma profunda reverência à cultura brasileira\, os artistas revelam um universo em que a resiliência não é apenas uma característica\, mas uma herança sagrada. \nNo centro da exposição está o candomblé — religião afro-brasileira que se origina das tradições de povos da África Ocidental\, como iorubás\, fons e bantos\, incorporando também elementos do catolicismo romano. Inspirados por rituais e práticas espirituais\, os artistas homenageiam orixás e ancestrais\, impregnando suas obras com potência e sabedoria divina. Os símbolos do candomblé\, aqui reinterpretados\, tornam-se testemunhos visuais da força de um povo que resistiu\, persistiu e floresceu. \nAs experiências da diáspora também reverberam nas obras reunidas\, refletindo vivências comuns de deslocamento\, sobrevivência e continuidade cultural. Através de narrativas sobre identidade e pertencimento\, os artistas articulam as complexidades da história com as realidades contemporâneas das comunidades afro-brasileiras. One Becomes Many convida o público a uma travessia em que passado e presente se entrelaçam\, guiados pelos ecos da ancestralidade rumo a um futuro iluminado por tudo aquilo que permanece. \nParticipam da exposição: Emanoel Araújo\, Mestre Didi\, Sonia Gomes\, Gustavo Nazareno\, Paulo Nazareth\, Antonio Obá\, Alberto Pitta\, Hariel Revignet\, Tadáskía\, Nádia Taquary e Rubem Valentim. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPerguntar ao 
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SUMMARY:"Sanaa Gateja: Language of We" no ICA Miami
DESCRIPTION:Sanaa Gateja\, “Stump Anew”\, 2023. Cortesia da artista e Karma\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO Institute of Contemporary Art\, Miami apresenta “Sanaa Gateja: Language of We”\, exposição individual do artista ugandês Sanaa Gateja que reúne uma dúzia de tapeçarias produzidas nos últimos oito anos. \nArtista de destaque e ativista cultural atuante na África Oriental\, Gateja cresceu durante o período de independência de Uganda e\, no início da vida adulta\, trabalhou no Ministério da Cultura do país promovendo as artes e o artesanato. Posteriormente\, estudou design em Florença e Londres. Durante sua formação em joalheria na Goldsmiths\, University of London\, teve contato com a técnica de produção de joias com contas de papel\, popularizada na Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial\, quando os recursos eram escassos. Gateja reconheceu o potencial dessa técnica para criar objetos comercializáveis a partir de um material barato e quase inesgotável — o papel usado e descartado — utilizando processos simples. Fascinado pelos trabalhos com miçangas que havia visto na infância\, retornou à África em 1990 e compartilhou a técnica com mulheres e jovens em diversas comunidades e campos de refugiados\, incentivando o desenvolvimento de economias locais baseadas no artesanato. \nAs obras de Gateja utilizam essa mesma técnica de contas de papel\, incorporando também referências aos cesteiros e ferreiros da vila onde cresceu. As tapeçarias resultantes são visualmente dinâmicas e ricas em cor\, transitando por gêneros como natureza-morta\, retrato e abstração. Seu processo meticuloso envolve a colaboração de artesãos de sua comunidade\, que ele vem formando e empregando desde o início dos anos 1990. Gateja e sua equipe reciclam diversos tipos de papel descartado\, tingindo-os com corantes naturais e sintéticos antes de transformá-los em contas de cerca de dois centímetros. A partir de esboços feitos diretamente sobre pedaços de bark cloth — um tecido tradicional do Leste Africano —\, o artista fixa as contas\, frequentemente incorporando ráfia e fibras de bananeira. As obras resultantes são composições têxteis de grande complexidade material e impacto visual\, que conectam profundamente práticas culturais locais e questões contemporâneas\, ao mesmo tempo em que refletem o cenário global da mídia e da informação impressa em que vivemos. \nSanaa Gateja (n. 1950\, Kisoro\, Uganda) participou da Carnegie International em 2022 e representou Uganda no Pavilhão Nacional da 60ª Bienal de Veneza em 2024. Suas obras integram acervos de museus e coleções privadas em todo o mundo\, incluindo o Carnegie Museum (Pittsburgh)\, o de Young Museum (São Francisco)\, o Field Museum (Chicago)\, o National Scottish Museum (Edimburgo) e o Victoria and Albert Museum (Londres). \nSanaa Gateja: Language of We é organizada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Gean Moreno\, diretor do Art + Research Center do ICA Miami. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao Ch
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SUMMARY:"Language and Image" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Thomas Struth\, Grab von Lu Xun\, Shanghai\, 1997 (Túmulo de Lu Xun\, Xangai\, 1997). Coleção Jorge M. Pérez. © Thomas Struth\n\n\n\n\nLanguage and Image: Conceptual and Performance-based Photography from the Jorge M. Pérez Collection reúne mais de 100 obras de mais de 50 artistas internacionais. Em sintonia com a missão e a visão do museu — que refletem também a paixão de seus patronos pelo colecionismo —\, a exposição destaca artistas de diversas partes do mundo\, com ênfase significativa em nomes da América Latina e da diáspora africana. Artistas consagrados\, que produzem obras inovadoras há décadas\, como Marina Abramović\, Thomas Ruff\, Cindy Sherman e Thomas Struth\, aparecem ao lado de nomes como Jonathas de Andrade\, María Magdalena Campos-Pons\, Ana Mendieta e Vik Muniz — muitos dos quais já foram exibidos com frequência no museu. \nDesde os anos 1960\, a fotografia tem sido um meio fundamental para artistas contemporâneos contarem histórias e criarem narrativas — uma linguagem própria. Tornou-se a principal forma de registrar obras efêmeras\, como performances\, e trabalhos em vídeo e imagem em movimento\, transformando essas experiências em objetos fixos. \nA fotografia sempre ocupou um papel central no acervo do PAMM desde que o museu passou a ser uma instituição colecionadora\, em 1996. A primeira grande exposição com foco exclusivo no meio fotográfico aconteceu em 2005: The Machine\, the Body and the City: Selections from the Charles Cowles Collection\, organizada em parceria com o patrono Charles Cowles e o então diretor Terrence Riley\, celebrou uma importante doação de mais de 100 fotografias. Em 2013\, com a inauguração do novo edifício\, a curadora Diana Nawi apresentou Image Search: Photography from the Collection. Em 2019\, por ocasião do 35º aniversário do museu\, o bolsista da Ford Foundation Ade Omotosho organizou uma seleção significativa de fotografias com novas pesquisas e obras recém-incorporadas ao acervo. \nLanguage and Image celebra essa trajetória e\, ao mesmo tempo\, aponta novos caminhos. O acervo do PAMM é especialmente forte em obras do século XX anteriores a 1960\, e esta exposição propõe construir uma ponte entre essas coleções históricas e os novos trabalhos que vêm sendo incorporados a partir da Coleção Jorge M. Pérez.
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SUMMARY:"Mark Dion: The South Florida Wildlife Rescue Unit" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Mark Dion\, “South Florida Wildlife Rescue Unit: Mobile Laboratory”\, 2006. Coleção Pérez Art Museum Miami\, doação de Lin Lougheed. Vista da instalação: AMERICANA\, Pérez Art Museum Miami\, 2013–2014. Foto: Oriol Tarridas. © Mark Dion. Cortesia do artista e da Tonya Bonakdar Gallery\, Nova York / Los Angeles\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nMark Dion desfoca as fronteiras entre realidade e ficção para examinar as intervenções humanas na natureza nesta instalação em grande escala\, originalmente comissionada pelo Miami Art Museum (atualmente PAMM) em 2006. The South Florida Wildlife Rescue Unit apresenta uma operação de resgate móvel — um veículo totalmente equipado\, operado por uma equipe fictícia encarregada de salvar espécies ameaçadas nos Everglades. Manequins uniformizados e uma vitrine com ferramentas e artefatos de conservação compõem uma cena encenada\, mas estranhamente verossímil\, que satiriza a ineficiência burocrática ao mesmo tempo em que celebra o ativismo ambiental de base. \nA obra de Dion convida à reflexão sobre a complexa história dos Everglades — desde as primeiras explorações e a exploração ecológica até os esforços atuais de restauração. Combinando pesquisa minuciosa com ironia mordaz\, o artista questiona como ciência\, política e mitos moldam nossa percepção da natureza. Esta exposição lança luz sobre questões ambientais e sociais urgentes\, oferecendo um olhar instigante sobre um dos ecossistemas mais frágeis da Flórida. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao 
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