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SUMMARY:"Cecilia Vicuña: Quipu Gut" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Cecilia Vicuña\, “Quipu Gut”\, 2017. Vista da instalação na Documenta 14\, Documenta Halle\, Kassel\, 2017. © 2024 Cecilia Vicuña / Artists Rights Society (ARS)\, Nova York. Cortesia da artista\, Pérez Art Museum Miami e Lehmann Maupins. Foto: Feodora Pallas.\n\n\n\n\nCecilia Vicuña é uma poetisa e artista que cresceu na comuna chilena de La Florida\, no Vale do Maipo. Filha de uma família de artistas e intelectuais\, Vicuña cresceu ouvindo sobre a perseguição e encarceramento de indivíduos que lutavam pela justiça social em um contexto de agendas governamentais cada vez mais conservadoras. Durante sua estadia na Slade School of Fine Art em Londres\, com uma bolsa do British Council\, entre 1972 e 1973\, um golpe de estado liderado pelo general Augusto Pinochet\, comandante-chefe do exército chileno\, deu início a uma ditadura militar de dezessete anos. Isso fez com que Vicuña permanecesse em Londres em um exílio autoimposto\, onde ela exibiu seu trabalho no Institute of Contemporary Arts e publicou seu primeiro livro\, Saborami (1973). Naquele período\, seu foco estava principalmente no ativismo político contra o fascismo e as violações dos direitos humanos no Chile e em outros países. \nEm 1975\, ela retornou à América do Sul para viver em Bogotá\, na Colômbia\, onde iniciou um caminho de redescoberta criativa voltado para a arte e a cultura indígenas. O interesse de Vicuña pelo quipu (“nó” em quechua) foi reacendido nesse período e permanece como uma constante fonte de inspiração. O quipu é uma antiga tecnologia de comunicação andina que usa cordas amarradas para registrar informações\, prática que foi proibida pelos espanhóis durante a colonização da América do Sul. Em 1965\, Vicuña fez a primeira referência ao quipu em seu diário com a frase\, el quipu que no recuerda nada (“o quipu que não lembra nada”). O conhecimento\, a sabedoria e a memória estão incorporados em sua concepção criativa e poética do quipu\, inspirando as iterações subsequentes e manifestações desse antigo dispositivo de comunicação. \nQuipu Gut faz parte de uma grande família de estruturas de quipu vermelho que a artista criou desde Quipu Menstrual em 2006; a cor visa associar as obras ao “sangue das geleiras” destruídas pela mineração. Os quipus vermelhos também refletem sobre água\, sangue e feminilidade\, manifestados como fios poéticos e fluxos de energia. Quipu Gut (2017) é um dos dois quipus comissionados para a documenta 14; foi exibido no documenta Halle em Kassel\, Alemanha; Quipu Womb (2017)\, a segunda obra comissionada\, foi exibida no Museu Nacional de Arte Contemporânea em Atenas. Ambas foram criadas “em homenagem a uma tradição religiosa sincrética que—via o cordão umbilical do simbolismo menstrual—conecta as deusas-mãe andinas com as mitologias marítimas da Grécia antiga. A mitologia se manifesta espiritualmente no que Vicuña descreve como seu “poema no espaço”\, construído com cinquenta grandes fios de lã não fiada\, tingidos de vermelho e amarrados ritmicamente ao longo de quase dez metros de comprimento\, conectando histórias compartilhadas\, práticas indígenas de tecelagem\, ritual e ativismo ambiental.
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SUMMARY:"Rachel Feinstein: The Miami Years" no The Bass Museum of Art
DESCRIPTION:Rachel Feinstein\, “Clay body parts strung together”. Via thebass.org\n\n\n\n\nO Bass Museum of Art anuncia uma nova exposição como parte da temporada de outono de 2024-2025\, Rachel Feinstein: The Miami Years\, em exibição de 25 de setembro de 2024 a 17 de agosto de 2025. \nRachel Feinstein: The Miami Years abrange quase três décadas de trabalho da artista baseada em Nova York e é sua primeira grande exposição em sua cidade natal. Exibindo as abordagens multidisciplinares de Feinstein para a escultura — que ao longo de sua carreira incluíram pintura\, vídeo\, performance e instalação — The Miami Years reflete sobre temas como intimidade\, vulnerabilidade e abjeção\, explorando o exame de Feinstein sobre os fatores sociais que moldam o comportamento humano e a identidade feminina. \nFeinstein frequentemente cria ambientes envolventes que servem como cenografia para exposições\, incorporando às vezes papel de parede em seus projetos. As obras da exposição mostram o uso recorrente de cenografia pela artista\, especificamente o plano teatral como uma forma que expõe e reforça a noção e as estruturas de artificiedade e ilusão. \nEmbora influências iniciais incluam figuras como Carolee Schneemann e Kiki Smith\, há uma outra forte corrente no trabalho de Feinstein: Miami. A artista cresceu na “Cidade Mágica” durante os anos 1980. Miami\, então e agora\, é definida pela colisão de extremos: paisagens exuberantes de beleza natural extraordinária contrastando com o desenvolvimento comercial exagerado e industrialização\, fachadas brilhantes adjacentes ao abandono urbano\, e estilos arquitetônicos conflitantes encontrados em qualquer bloco. A Flórida — como o terreno de sol no inverno\, Disney World\, Art Deco e o kitsch americano — está imersa em fantasia escapista enquanto simultaneamente está envolvida nas realidades conflitantes da vida contemporânea\, política e meio ambiente. \nA exposição de Feinstein inclui uma nova comissão específica para o local\, Panorama de Miami (2024)\, uma enorme instalação de painéis de parede espelhados pintados\, com trinta metros de largura\, onde a artista explora como os americanos e a sociedade dos EUA absorvem e se apropriam da cultura europeia. Semelhante aos panoramas do século XVIII desenvolvidos por Jean Zuber e Joseph Dufour\, esse cenário tropical moderno retrata a região de Miami com suas marcas contraditórias de sofisticação e decadência\, exuberância e decadência. As montagens arquitetônicas fundem espaço e tempo com estilos arquitetônicos retirados da história local\, desde o Hotel Breakwater na Ocean Drive de South Beach\, até o Condomínio Atlantis da fama de Miami Vice\, o original Parrot Jungle\, Miami Seaquarium\, Fairchild Tropical Botanic Garden\, Museu e Jardins Vizcaya\, o Biltmore Hotel e o longamente fechado Miami Serpentarium. \nFeinstein frequentemente cria ambientes envolventes que servem como cenografia para exposições\, incorporando às vezes papel de parede em seus projetos. Old Cutler (2024) é outra obra nova\, específica para o local\, encomendada pelo Bass e em exibição na exposição. Aqui\, os visitantes entram na representação de uma paisagem exuberante\, inicialmente retratada em carvão sobre papel e depois transformada neste papel de parede em escala de sala. Seu design é inspirado em uma fotografia de arquivo da Old Cutler Road\, uma importante via histórica ladeada de figueiras em Miami\, intimamente associada às memórias de Feinstein de sua infância no sul da Flórida. \nA visão de Feinstein de Old Cutler equilibra um ponto entre encantado e perturbador\, lembrando as florestas sombrias que frequentemente servem como pano de fundo para contos de fadas e histórias populares. As árvores imponentes\, a vegetação espessa e o crepúsculo evocam uma paisagem repleta de potencial para transformação\, onde beleza e fantasia ocultam o perigo e a inquietação. Ao dar as boas-vindas aos visitantes na exposição\, a obra funciona como uma espécie de espaço liminar entre o exterior e o mundo interior da artista. \nCom a fragmentação ecoando nas práticas artísticas de Feinstein\, The Miami Years é a primeira exposição de Feinstein a considerar o impacto subjacente da imaginação coletiva e das realidades extremas do sul da Flórida em seu trabalho abrangente. A artista utiliza uma gama de referências culturais\, sociais\, estéticas e históricas da arte — desde pinturas rococó do século XVIII de Fragonard\, até contos de fadas e folclore\, publicidade de moda e os rastros culturais de Los Angeles. Exagerados\, incongruentes\, reunidos de forma improvisada e\, às vezes\, monstruosos\, Feinstein monta essas partes e peças díspares — sejam formas humanas\, relíquias arquitetônicas ou cenários teatrais — em obras coesas e atraentes.
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SUMMARY:"One Becomes Many" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Sonia Gomes\, Sem título\, da série Torções\, 2021. © Sonia Gomes\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nOne Becomes Many investiga os legados duradouros que atravessam gerações na obra de onze artistas negros brasileiros. Por meio de motivos tradicionais\, abstrações geométricas e uma profunda reverência à cultura brasileira\, os artistas revelam um universo em que a resiliência não é apenas uma característica\, mas uma herança sagrada. \nNo centro da exposição está o candomblé — religião afro-brasileira que se origina das tradições de povos da África Ocidental\, como iorubás\, fons e bantos\, incorporando também elementos do catolicismo romano. Inspirados por rituais e práticas espirituais\, os artistas homenageiam orixás e ancestrais\, impregnando suas obras com potência e sabedoria divina. Os símbolos do candomblé\, aqui reinterpretados\, tornam-se testemunhos visuais da força de um povo que resistiu\, persistiu e floresceu. \nAs experiências da diáspora também reverberam nas obras reunidas\, refletindo vivências comuns de deslocamento\, sobrevivência e continuidade cultural. Através de narrativas sobre identidade e pertencimento\, os artistas articulam as complexidades da história com as realidades contemporâneas das comunidades afro-brasileiras. One Becomes Many convida o público a uma travessia em que passado e presente se entrelaçam\, guiados pelos ecos da ancestralidade rumo a um futuro iluminado por tudo aquilo que permanece. \nParticipam da exposição: Emanoel Araújo\, Mestre Didi\, Sonia Gomes\, Gustavo Nazareno\, Paulo Nazareth\, Antonio Obá\, Alberto Pitta\, Hariel Revignet\, Tadáskía\, Nádia Taquary e Rubem Valentim. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPerguntar ao 
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SUMMARY:"Mirror of the Mind" no El Espacio 23
DESCRIPTION:Marta Minujín\, “Long-term Freeze (Self-Portrait with Back Turned)”\, 1975⁣. Via elespacio23.org\n\n\n\n\nMirror of the Mind: Figuration in the Jorge M. Pérez Collection explora a relação entrelaçada e inseparável entre os aspectos físicos e emocionais do corpo. Esta exposição reúne mais de 120 artistas que utilizam a figuração e o retrato para examinar as complexidades da condição humana: o poder da percepção\, o peso do trauma\, as possibilidades de cura\, o espaço para a introspecção\, o sentido de pertencimento e o impacto sobre a carne. Através de diversos meios — incluindo fotografia\, pintura\, escultura e vídeo — o corpo é referenciado como um vaso que experimenta\, documenta\, participa e se transforma ao longo da jornada da vida. A dualidade do corpo — sua materialidade e imaterialidade — torna-se uma paisagem visual onde dinâmicas de representação\, do individual ao coletivo\, são abordadas\, ilustrando a persistência da figuração na arte contemporânea.
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SUMMARY:"assume vivid astro focus – XI" no The Bass Museum of Art
DESCRIPTION:Vista da exposição “assume vivid astro focus – XI”. Imagem: Divulgação\nO Bass Museum tem o prazer de apresentar a exposição assume vivid astro focus – XI\, uma instalação envolvente de papel de parede estampado e gráficos em decalque que cobre do chão ao teto\, em um ambiente criado para as obras de mais de trinta artistas\, em exibição a partir de 13 de novembro de 2024. Esta mistura colorida é reunida em torno de um teatro escultural e um palco modular\, que será usado para exibições\, performances e outras ativações pelo coletivo assume vivid astro focus (avaf). \nO coletivo de arte visual e performance baseado em São Paulo funde desenho\, escultura\, vídeo e performance em instalações de grande escala e acontecimentos nos quais gênero\, política e códigos culturais interagem livremente. Habitantes das formas sociais de discotecas e festas de dança\, o avaf convida os visitantes do museu a se engajarem com o ambiente da exposição\, criando experiências vividas que contribuem para as dinâmicas sociais em constante evolução inerentes ao seu trabalho. \nO coletivo reinventa convenções artísticas e desafia a mitologia do artista singular\, co-criando seus projetos ao lado dos espectadores e colaboradores\, enquanto percorre temas e mídias diversas de forma fluida. Frequentemente reciclado imagens e objetos de projetos anteriores em novas instalações\, o avaf fomenta um diálogo contínuo entre obras passadas e as narrativas associadas que geram no presente. \nOriginalmente instalado na casa dos colecionadores de Miami Rosa e Carlos de la Cruz\, e estreando durante a edição de 2004 da Art Basel Miami Beach\, XI incorporou um senso comunitário de excitação na cena artística local e sinalizou Miami como um novo destino global para a arte contemporânea. Avançando dois décadas\, assume vivid astro focus – XI marca o vigésimo aniversário daquele momento crucial e dessa obra inovadora. A nova iteração foca no programa de vídeos Butch Queen Realness with a Twist in Pastel Colors\, uma compilação de mais de 100 vídeos curtos com duração de sete horas\, de diversos artistas e coletivos. \nEsta apresentação abrange desde trabalhos históricos de figuras como László Moholy-Nagy e Paul Sharits\, até obras mais recentes de Mike Bell-Smith\, Miguel Calderón\, Dearraindrop\, Black Leotard Front\, Kembra Pfahler e Zoie Rizzuto. Entre eles\, videoclipes de Blondie\, Grace Jones e Kraftwerk\, e imagens do Soul Train nos anos 1970\, performances underground no Pyramid Club em Nova York nos anos 1980 e bals de voguing de Harlem nos anos 1990. Também estão presentes obras dos artistas Charles Atlas\, Marco Boggio Sella\, Michael Lazarus\, Aleksandra Mir e Justin Samson\, junto ao AIDS wallpaper do General Idea. A queeridade—menos uma referência explícita à sexualidade do que uma estratégia para desestabilizar o status quo—é o fio pulsante que atravessa XI. \nAs instalações do avaf mostram o ethos flexível\, aberto e colaborativo que impulsiona sua prática\, borrando as linhas entre exposição\, performance e experiência imersiva. A generosidade e abertura de sua abordagem para a criação artística acolhe uma multiplicidade de figuras e ideias\, possuindo uma relevância extraordinária\, até urgência\, nos dias de hoje\, à medida que o clima social e político exibe uma crescente hostilidade em relação à diferença.
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SUMMARY:"Hurvin Anderson: Passenger Opportunity" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Hurvin Anderson\, “Passenger Opportunity”\, 2024 (detalhe). © Hurvin Anderson. Cortesia do artista\, Thomas Dane Gallery e Michael Werner Gallery\n\n\n\n\nInspirado pelos murais de Carl Abrahams que adornam o saguão de embarque do Aeroporto Internacional Norman Manley\, em Kingston\, Jamaica\, Hurvin Anderson apresenta uma nova pintura monumental composta por dezesseis painéis em sua primeira exposição individual no Pérez Art Museum Miami. \nExplorando o espaço entre a abstração e a representação na pintura\, Anderson cria obras que são ao mesmo tempo impregnadas de história e profundamente contemporâneas. Nascido em Birmingham\, Inglaterra\, de pais jamaicanos da Geração Windrush e formado pelo Royal College of Art em Londres\, as pinturas de Anderson estão enraizadas nos espaços universais e no arquivo visual da tradição da paisagem\, tão presente na história da arte moderna ocidental. Contudo\, como demonstrado nesta exposição\, ele também é um explorador do significado dessas histórias na diáspora africana e\, mais especificamente\, nas tradições culturais e sociais do Caribe. \nEm 2022\, Anderson participou da Bienal de Kingston. Durante esse período\, viajando de e para a Jamaica via Miami\, ele se deparou com os dois murais pintados por Abrahams em 1985\, retratando a história jamaicana para o aeroporto. Nesse momento\, os murais de Abrahams começaram a ressoar de uma forma diferente para Anderson. Refletindo sobre a importância da história jamaicana e a rica história do Caribe como um todo\, Anderson começou a desenvolver ideias para esta exposição enquanto realizava essas viagens. Pensando no significado histórico desses murais para a imigração\, mas também como um ponto de entrada e partida para o turismo\, Anderson desenvolveu esta nova pintura composta por dezesseis painéis.
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SUMMARY:"Vanessa Raw: This is How the Light Gets In" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vanessa Raw\, “When I talk to the night”\, 2024. Cortesia da artista e do Rubell Museum\n\n\n\n\nNascida em 1984 em Hexham\, Inglaterra\, Vanessa Raw vive e trabalha em Margate\, também na Inglaterra. Sua apresentação no Rubell Museum Miami marca sua primeira exposição nos Estados Unidos\, bem como sua primeira mostra institucional. Nas obras de grande escala recém-comissionadas\, as camadas distintas de pinceladas e o uso expressivo de cores de Raw retratam um mundo onírico e exclusivamente feminino—um paraíso terrestre onde a natureza é benevolente e senciente\, e onde o desejo feminino ocupa um lugar central. Ex-triatleta\, a maestria praticada de Raw sobre seu próprio corpo transparece em seu trabalho sobre a tela. Suas figuras são tranquilas e à vontade\, mas possuem agência. Elas se deleitam na companhia umas das outras e na paisagem exuberante\, suave e repleta de cores—um verdadeiro paraíso encontrado.
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SUMMARY:"Recent Acquisitions" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vista da exposição com obras de February James e Murjoni Merriweather. Divulgação/Cortesia Rubell Museum\n\n\n\n\nEstendendo a paixão multigeracional dos Rubells por descobrir e apoiar muitos dos artistas mais fascinantes da atualidade\, uma apresentação de aquisições recentes ocupa as galerias centrais do museu. Com exposições individuais de sete artistas\, a maioria deles exibindo pela primeira vez em um museu nos Estados Unidos\, a mostra demonstra o compromisso contínuo dos Rubells em identificar\, envolver e promover artistas emergentes. Os artistas apresentados incluem: \n\nPatrick Goddard\nOlaolu Slawn\nEmmanuel Louisnord Desir\nFebruary James\, Murjoni Merriweather\nMichelle Uckotter\nOmari Douglin
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SUMMARY:"Narratives in Focus: Selections from PAMM’s Collection" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Camila Falquez\, “Samantha Siagama\, Trans – Indigenous Leader”\, 2023. Coleção Pérez Art Museum Miami\, aquisição do museu com fundos oferecidos pela NADA (New Art Dealers Alliance) como presente de aquisição ao PAMM em 2023. © Camila Falquez\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nNarratives in Focus é uma exposição de fotografia que reúne artistas do Caribe\, Estados Unidos\, América Latina e África\, explorando de forma sensível e crítica expressões de identidades individuais e coletivas. A mostra convida o público a se engajar com temas como raça\, gênero e cultura a partir de perspectivas visuais plurais. \nAs obras apresentadas evidenciam o poder da fotografia como meio para investigar histórias pessoais\, identidades culturais e dinâmicas sociais. Por meio de linguagens visuais diversas\, os artistas abordam questões como memória\, migração e a tensão entre tradição e modernidade. Temas como sobrevivência\, resistência e empoderamento atravessam as obras\, refletindo o compromisso dos artistas em repensar e redefinir ideias de lar\, território e comunidade. \nAo reunir uma multiplicidade de experiências e pontos de vista\, Narratives in Focus estimula o espectador a reconsiderar suas percepções e preconceitos. A exposição ressalta não apenas a importância da representatividade\, mas também propõe uma reflexão sobre as conexões entre passado e presente\, entre o pessoal e o coletivo\, entre o local e o global. Por meio de imagens potentes e conteúdos provocativos\, a mostra amplia e aprofunda nossa compreensão sobre identidade no mundo contemporâneo. \nParticipam da exposição os artistas Widline Cadet\, Sarah Charlesworth\, River Claure\, Camila Falquez\, Anna Bella Geiger\, Njaimeh Njie\, Athi-Patra Ruga e Mary Sibande. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao 
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SUMMARY:"Gyula Kosice: Intergalactic" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Gyula Kosice\, “Satelite de luzl”\, 1970. Cortesia do Malba – Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires. Foto: Santiago Orti\n\n\n\n\nCem anos após seu nascimento\, Gyula Kosice: Intergalactic celebra a trajetória do artista argentino Gyula Kosice (n. 1924\, Košice\, Tchecoslováquia; m. 2016\, Buenos Aires\, Argentina)\, artista experimental\, escultor\, poeta e teórico. Co-fundador dos grupos de arte construtiva Arturo (1944) e Madí (1946)\, com atuação concentrada na região do Rio da Prata entre Uruguai e Argentina\, Kosice também foi uma figura de destaque na vanguarda internacional após 1945. Sua prática introduziu ideias artísticas originais\, como esculturas interativas que questionavam a relação entre o objeto artístico e o espectador\, além de experimentar com uma ampla variedade de materiais — muitos deles inéditos no campo das artes visuais. \nAssim como Julio Le Parc e Carlos Cruz-Diez\, Kosice incorporou luz e movimento em sua produção\, mas foi um dos primeiros a utilizar água como elemento artístico. A exposição Intergalactic foca justamente em sua vertente experimental\, na qual o movimento é constante e essencial. São apresentados trabalhos realizados entre 1950 e 1980\, como esculturas em acrílico\, relevos cinéticos e gotas d’água\, muitos deles ativados por luzes\, aeradores e motores. \nO destaque da mostra é a obra mais ambiciosa de Kosice: A Cidade Hidroespacial (The Hydrospatial City\, 1946–2004)\, uma instalação imersiva composta por protótipos arquitetônicos que especulam sobre a possibilidade de uma colonização humana além da Terra\, motivada por desigualdade socioeconômica\, degradação ambiental e crescimento populacional acelerado. Como alternativa\, o artista propôs uma cidade formada por habitats modulares semiabertos\, suspensos a 1.500 metros do solo e alimentados por oxigênio e hidrogênio extraídos do vapor d’água presente nas nuvens.
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SUMMARY:"Olga de Amaral" no ICA Miami
DESCRIPTION:Vista da exposição “Olga de Amaral” no Institute of Contemporary Art\, Miami\, realizada em parceria com a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, de 1º de maio a 12 de outubro de 2025. © Olga de Amaral. Foto: © 2025 Kris Tamburello\n\n\n\n\nO ICA Miami\, em colaboração com a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, apresenta uma grande retrospectiva da artista colombiana Olga de Amaral\, reunindo mais de 50 obras produzidas ao longo de seis décadas. A mostra inclui trabalhos recentes e históricos\, alguns deles nunca exibidos fora de seu país natal. A apresentação em Miami sucede o enorme sucesso da exposição em Paris\, na Fondation Cartier. \nA mostra revela a amplitude e complexidade da prática de Amaral\, destacando períodos cruciais de sua carreira — desde suas explorações coloridas em torno da grade até experimentações com materialidade e escala. \nAs esculturas e instalações de Amaral expandem os limites da arte têxtil\, frequentemente combinando técnicas de tecelagem\, amarração e trançado para criar formas abstratas tridimensionais impactantes. Seus primeiros experimentos\, datados dos anos 1960\, são fortemente inspirados pela natureza e utilizam técnicas de tecelagem não convencionais. Na década de 1970\, Amaral desenvolveu um conjunto de obras murais monumentais\, nas quais sobrepôs camadas de lã e crina de cavalo\, evocando paredes de tijolos\, folhas e formações geológicas. Suas investigações também a levaram a experimentar com tinta\, linho\, algodão\, gesso\, folha de ouro e paládio. \nDesafiando as narrativas entre modernismo e artesanato\, sua linguagem escultural única dialoga tanto com o modernismo da Bauhaus e o construtivismo quanto com a arte pré-colombiana e as tradições indígenas de tecelagem. A exposição inclui as obras da série “Estelas” (1996–2018)\, marcadas pelo uso vibrante de folha de ouro\, que refratam e absorvem a luz\, remetendo ao trabalho em ouro de culturas pré-colombianas e a esculturas funerárias de sítios arqueológicos pré-hispânicos. Já a série mais recente da artista\, “Brumas” (2013–2018)\, composta por formas etéreas suspensas no teto\, aproxima os modernismos geométricos das camadas históricas e sensoriais da paisagem. \nOlga de Amaral (n. 1932\, Bogotá) estudou arquitetura no Colegio Mayor de Cundinamarca\, na Colômbia\, e design têxtil na Cranbrook Academy of Art\, em Michigan. Suas exposições individuais recentes incluem a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, Paris (2024-2025); o Currier Museum of Art\, Manchester\, NH (2024); o Cranbrook Art Museum\, Michigan (2021-2022); o Museum of Fine Arts\, Houston (2021); e o Museo de Arte Moderno de Bogotá (2017). Suas obras foram incluídas em diversas mostras coletivas ao redor do mundo\, como “Stranieri Ovunque – Foreigners Everywhere”\, na 60ª Bienal de Veneza; “Weaving Abstraction in Ancient and Modern Art”\, no Metropolitan Museum of Art\, Nova York; e “Subversive\, Skilled\, Sublime: Fiber Art by Women”\, no Smithsonian American Art Museum\, Washington D.C. (todas em 2024); além de “Woven Histories: Textiles and Modern Abstraction”\, apresentada no LACMA\, Los Angeles (2023)\, National Gallery of Art\, Washington\, D.C. (2024)\, National Gallery of Canada\, Ottawa (2024)\, e no MoMA\, Nova York (2025)\, entre muitas outras. Suas obras integram importantes coleções públicas e privadas\, como a Tate Modern\, Londres; o Museum of Modern Art\, Nova York; a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, Paris; o Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris; e o Art Institute of Chicago. \nO projeto expográfico das mostras em Paris e Miami foi desenvolvido pela premiada arquiteta Lina Ghotmeh\, fundadora do escritório internacional Lina Ghotmeh – Architecture\, com sede em Paris. Ghotmeh concebeu um “bosque vertical”\, no qual as obras parecem crescer organicamente dentro da galeria — uma referência direta às fontes de inspiração de Amaral. Recentemente\, Ghotmeh venceu o concurso para liderar a reforma das galerias da ala oeste do British Museum. \nA exposição Olga de Amaral foi concebida pela Fondation Cartier pour l’art contemporain\, com curadoria de Marie Perennès\, e é copresentada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Stephanie Seidel\, curadora Monica and Blake Grossman do ICA Miami. \nO projeto conta com apoio adicional da Galeria La Cometa\, em Miami\, e da Lisson Gallery\, em Nova York. As exposições do Institute of Contemporary Art\, Miami\, são apoiadas pela Knight Foundation.
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SUMMARY:"Sanaa Gateja: Language of We" no ICA Miami
DESCRIPTION:Sanaa Gateja\, “Stump Anew”\, 2023. Cortesia da artista e Karma\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO Institute of Contemporary Art\, Miami apresenta “Sanaa Gateja: Language of We”\, exposição individual do artista ugandês Sanaa Gateja que reúne uma dúzia de tapeçarias produzidas nos últimos oito anos. \nArtista de destaque e ativista cultural atuante na África Oriental\, Gateja cresceu durante o período de independência de Uganda e\, no início da vida adulta\, trabalhou no Ministério da Cultura do país promovendo as artes e o artesanato. Posteriormente\, estudou design em Florença e Londres. Durante sua formação em joalheria na Goldsmiths\, University of London\, teve contato com a técnica de produção de joias com contas de papel\, popularizada na Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial\, quando os recursos eram escassos. Gateja reconheceu o potencial dessa técnica para criar objetos comercializáveis a partir de um material barato e quase inesgotável — o papel usado e descartado — utilizando processos simples. Fascinado pelos trabalhos com miçangas que havia visto na infância\, retornou à África em 1990 e compartilhou a técnica com mulheres e jovens em diversas comunidades e campos de refugiados\, incentivando o desenvolvimento de economias locais baseadas no artesanato. \nAs obras de Gateja utilizam essa mesma técnica de contas de papel\, incorporando também referências aos cesteiros e ferreiros da vila onde cresceu. As tapeçarias resultantes são visualmente dinâmicas e ricas em cor\, transitando por gêneros como natureza-morta\, retrato e abstração. Seu processo meticuloso envolve a colaboração de artesãos de sua comunidade\, que ele vem formando e empregando desde o início dos anos 1990. Gateja e sua equipe reciclam diversos tipos de papel descartado\, tingindo-os com corantes naturais e sintéticos antes de transformá-los em contas de cerca de dois centímetros. A partir de esboços feitos diretamente sobre pedaços de bark cloth — um tecido tradicional do Leste Africano —\, o artista fixa as contas\, frequentemente incorporando ráfia e fibras de bananeira. As obras resultantes são composições têxteis de grande complexidade material e impacto visual\, que conectam profundamente práticas culturais locais e questões contemporâneas\, ao mesmo tempo em que refletem o cenário global da mídia e da informação impressa em que vivemos. \nSanaa Gateja (n. 1950\, Kisoro\, Uganda) participou da Carnegie International em 2022 e representou Uganda no Pavilhão Nacional da 60ª Bienal de Veneza em 2024. Suas obras integram acervos de museus e coleções privadas em todo o mundo\, incluindo o Carnegie Museum (Pittsburgh)\, o de Young Museum (São Francisco)\, o Field Museum (Chicago)\, o National Scottish Museum (Edimburgo) e o Victoria and Albert Museum (Londres). \nSanaa Gateja: Language of We é organizada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Gean Moreno\, diretor do Art + Research Center do ICA Miami. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao Ch
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SUMMARY:"Mildred Thompson: Frequencies" no ICA Miami
DESCRIPTION:Vista da instalação: “Mildred Thompson: Frequencies” no Institute of Contemporary Art\, Miami\, de 10 de maio a 12 de outubro de 2025. Foto: Oriol Tarridas\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n“Mildred Thompson: Frequencies” é a mais abrangente exposição individual em museu dedicada até hoje à artista norte-americana Mildred Thompson. Reunindo cerca de cinquenta obras produzidas entre 1959 e 1999\, a mostra apresenta a prática multifacetada da artista por meio de pinturas\, esculturas\, gravuras\, desenhos\, assemblages e composições musicais. Ao longo de uma carreira marcada por deslocamentos geográficos\, Thompson transitou entre mídias e disciplinas\, combinando pesquisa científica com uma busca poética pela abstração para investigar os limites da percepção. Suas obras\, frequentemente compostas por espirais radiantes de cor e gestos enérgicos\, procuram visualizar escalas extremas — do corpo humano e das estruturas construídas até partículas microscópicas e a vastidão do cosmos. \nEmbora a abstração ocupe um papel central em sua produção\, os primeiros trabalhos de Thompson também dialogam com a figuração e a arquitetura. Após se mudar dos Estados Unidos para a Alemanha no fim dos anos 1950\, criou desenhos e gravuras figurativas de cunho surrealista\, frequentemente representando figuras femininas. No final dos anos 1960 e ao longo da década de 1970\, seu foco se voltou para ambientes construídos\, como exemplificado na série Wood Pictures\, composta por composições abstratas minimalistas feitas com madeiras reaproveitadas. Esses trabalhos\, com traçados complexos e\, por vezes\, dobradiças ou ferragens metálicas\, evocam elementos arquitetônicos e fachadas. A investigação do espaço construído segue nas Window Paintings (1977)\, série em que espaços abstratos e coloridos parecem estar enquadrados por janelas. Ao retornar aos Estados Unidos\, Thompson passou a abandonar formas observacionais em favor de composições esquemáticas que fazem a ponte entre seus trabalhos figurativos iniciais e suas pinturas abstratas mais maduras. \nInfluenciada por uma ampla variedade de referências\, Thompson buscava ultrapassar identidades prescritas e papéis de gênero em sua prática artística. Além da pintura e escultura\, seus trabalhos em papel dos anos 1970 e 1980 evidenciam uma abordagem inventiva à gravura e ao desenho — desde gravuras em metal com formas amorfas\, como na série Death and Orgasm (1978)\, até aquarelas expressivas de constelações celestes\, como Pleiades III (1988). Suas pinturas dos anos 1990 mergulham em forças invisíveis da física de partículas e da mecânica quântica (String Theory\, 1999) e em campos magnéticos (Magnetic Fields\, 1991). Na série Radiation Explorations (1994)\, traduz a radiação e a luz ultravioleta em cores luminosas e pinceladas gestuais. \nNos últimos anos de sua carreira\, Thompson voltou-se para cosmologias e fenômenos astrológicos. Pela primeira vez em mais de três décadas\, uma seleção significativa de sua série Heliocentric (c. 1990–94) será exibida nesta mostra. Essas obras estão acompanhadas de sua maior série de pinturas\, Music of the Spheres (1996)\, composta por quatro telas que representam os planetas Mercúrio\, Vênus\, Júpiter e Marte — cada uma acompanhada de uma composição original de música eletrônica criada pela própria artista. As faixas\, reunidas sob o título Cosmos Calling\, evocam trilhas sonoras de ficção científica e a música afrofuturista. Thompson as descrevia como “uma jornada pela paisagem sonora do espaço\, inspirada nas gravações da missão Voyager da NASA”. \nMildred Thompson (n. 1936\, Jacksonville\, Flórida; m. 2003\, Atlanta) estudou na Skowhegan School of Painting\, na Howard University\, na Brooklyn Museum School e na Hochschule für Bildende Künste\, em Hamburgo. Sua obra foi tema de exposições individuais em instituições como o Spelman College Museum of Fine Art\, Atlanta (2019); New Orleans Museum of Art (2018); SCAD Museum of Art\, Atlanta (2016); Leopold Hoesch Museum\, Dueren\, Alemanha (2009); Jacksonville Museum of Contemporary Art (1997); James A. Porter Gallery of Art\, Howard University\, Washington\, DC (1975); Harvard University\, Cambridge (1975); e Neue Galerie – Sammlung Ludwig\, Aachen (1973)\, entre muitas outras. Suas obras integram importantes coleções públicas\, como o Brooklyn Museum\, o Museum of Modern Art (MoMA)\, o National Museum of Women in the Arts\, o Glenstone\, o Harvard Art Museum\, o Virginia Museum of Fine Arts e o Centre Pompidou\, em Paris. Além de artista\, Thompson também atuou como educadora e foi editora associada da revista Art Papers entre 1989 e 1997. \n“Mildred Thompson: Frequencies” é organizada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Stephanie Seidel\, curadora Monica and Blake Grossman do ICA Miami. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao Ch
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SUMMARY:"Language and Image" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Thomas Struth\, Grab von Lu Xun\, Shanghai\, 1997 (Túmulo de Lu Xun\, Xangai\, 1997). Coleção Jorge M. Pérez. © Thomas Struth\n\n\n\n\nLanguage and Image: Conceptual and Performance-based Photography from the Jorge M. Pérez Collection reúne mais de 100 obras de mais de 50 artistas internacionais. Em sintonia com a missão e a visão do museu — que refletem também a paixão de seus patronos pelo colecionismo —\, a exposição destaca artistas de diversas partes do mundo\, com ênfase significativa em nomes da América Latina e da diáspora africana. Artistas consagrados\, que produzem obras inovadoras há décadas\, como Marina Abramović\, Thomas Ruff\, Cindy Sherman e Thomas Struth\, aparecem ao lado de nomes como Jonathas de Andrade\, María Magdalena Campos-Pons\, Ana Mendieta e Vik Muniz — muitos dos quais já foram exibidos com frequência no museu. \nDesde os anos 1960\, a fotografia tem sido um meio fundamental para artistas contemporâneos contarem histórias e criarem narrativas — uma linguagem própria. Tornou-se a principal forma de registrar obras efêmeras\, como performances\, e trabalhos em vídeo e imagem em movimento\, transformando essas experiências em objetos fixos. \nA fotografia sempre ocupou um papel central no acervo do PAMM desde que o museu passou a ser uma instituição colecionadora\, em 1996. A primeira grande exposição com foco exclusivo no meio fotográfico aconteceu em 2005: The Machine\, the Body and the City: Selections from the Charles Cowles Collection\, organizada em parceria com o patrono Charles Cowles e o então diretor Terrence Riley\, celebrou uma importante doação de mais de 100 fotografias. Em 2013\, com a inauguração do novo edifício\, a curadora Diana Nawi apresentou Image Search: Photography from the Collection. Em 2019\, por ocasião do 35º aniversário do museu\, o bolsista da Ford Foundation Ade Omotosho organizou uma seleção significativa de fotografias com novas pesquisas e obras recém-incorporadas ao acervo. \nLanguage and Image celebra essa trajetória e\, ao mesmo tempo\, aponta novos caminhos. O acervo do PAMM é especialmente forte em obras do século XX anteriores a 1960\, e esta exposição propõe construir uma ponte entre essas coleções históricas e os novos trabalhos que vêm sendo incorporados a partir da Coleção Jorge M. Pérez.
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SUMMARY:"Mark Dion: The South Florida Wildlife Rescue Unit" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Mark Dion\, “South Florida Wildlife Rescue Unit: Mobile Laboratory”\, 2006. Coleção Pérez Art Museum Miami\, doação de Lin Lougheed. Vista da instalação: AMERICANA\, Pérez Art Museum Miami\, 2013–2014. Foto: Oriol Tarridas. © Mark Dion. Cortesia do artista e da Tonya Bonakdar Gallery\, Nova York / Los Angeles\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nMark Dion desfoca as fronteiras entre realidade e ficção para examinar as intervenções humanas na natureza nesta instalação em grande escala\, originalmente comissionada pelo Miami Art Museum (atualmente PAMM) em 2006. The South Florida Wildlife Rescue Unit apresenta uma operação de resgate móvel — um veículo totalmente equipado\, operado por uma equipe fictícia encarregada de salvar espécies ameaçadas nos Everglades. Manequins uniformizados e uma vitrine com ferramentas e artefatos de conservação compõem uma cena encenada\, mas estranhamente verossímil\, que satiriza a ineficiência burocrática ao mesmo tempo em que celebra o ativismo ambiental de base. \nA obra de Dion convida à reflexão sobre a complexa história dos Everglades — desde as primeiras explorações e a exploração ecológica até os esforços atuais de restauração. Combinando pesquisa minuciosa com ironia mordaz\, o artista questiona como ciência\, política e mitos moldam nossa percepção da natureza. Esta exposição lança luz sobre questões ambientais e sociais urgentes\, oferecendo um olhar instigante sobre um dos ecossistemas mais frágeis da Flórida. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao 
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