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SUMMARY:Hélio Oiticica no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Hélio Oiticica\, um dos artistas mais consagrados do Brasil\, é uma figura importante na história da arte do final do século XX. Estendendo-se desde meados da década de 1950 até a morte do artista\, a trajetória de sua produção começa com pinturas pequenas\, abstrato-geométricas\, e termina em ambientes imersivos carregados de sensações e projetos participativos politicamente carregados. Oiticica criou várias instalações penetráveis\, nas quais o espectador mergulha em cores dentro de ambientes que evocam e celebram as comunidades das favelas do Rio de Janeiro. Penetrável Macaléia (1978) está entre as últimas variações dessa forma concebida por Oiticica. Dedicada a Jards Macalé\, famoso músico que era um querido amigo do artista\, o projeto dessa obra foi inspirado em uma festa épica na casa de Macalé\, descrita vividamente por Oiticica em suas anotações. Luzes de palco iluminavam os artistas nessa estrutura\, cobrindo seus corpos de vermelho\, azul e amarelo. Ao entrar na instalação Penetrável Macaléia\, as telas de malha vermelha\, azul\, amarela e branca brincam sutilmente com a percepção\, lançando cores cintilantes no mundo exterior e dentro dela. Desmaterializando as laterais do objeto\, o efeito se combina com a cativante história por trás da obra para subverter a seriedade pesada e austeridade da arte minimalista e sua forma icônica\, o cubo. Com a adição de cascalho e plantas vivas\, a obra traz de forma lúdica o “mundo real”\, especificamente o Sul Global\, para o espaço asséptico da arte. Penetrável Macaléia funciona brilhantemente tanto dentro quanto fora\, sempre interagindo com seu entorno e seus participantes\, fundindo arte e vida.
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SUMMARY:"Phraseology" no The Bass
DESCRIPTION:Apresentando obras da Coleção The Bass e obras emprestadas\, a exposição Phraseology explora a linguagem na arte moderna e contemporânea. O termo “phraseology” faz referência à escolha específica de palavras que um comunicador\, neste caso o artista\, usa para destacar certos temas. Com o surgimento do movimento da Arte Conceitual na década de 1960\, muitos artistas começaram a criar obras de arte que valorizavam uma ideia ou conceito em detrimento da obra finalizada. Os artistas queriam redefinir o que a arte poderia ser e os temas que ela abordava\, além da estética visual. Em Phraseology\, os artistas mesclam forma e ideia criando obras que contêm texto\, frases familiares e poesia. Também empregam linguagens possíveis de reconhecer\, frases ou slogans que fornecem modos conflitantes de observação para transmitir uma perspectiva nova ou diferente. Ao colocar o texto no papel central de sua prática artística\, os artistas utilizam jogos de palavras\, ativismo político\, subversão da publicidade ou apropriação de forma para revelar\, amplificar e questionar histórias e questões contemporâneas. As obras em Phraseology enfatizam o poder pessoal de expressão por meio do discurso cívico durante um período de aumento do ativismo. Como base da comunicação\, a linguagem dá voz aos pensamentos internos\, conectando os sentimentos de alguém ao mundo exterior. A linguagem constrói textos\, livros\, discursos\, poesia e documentos para facilitar a troca de ideias entre as pessoas\, enquanto circula informações por meio de redes sociais e culturais. Ao longo da história\, os artistas incluíram palavras\, letras e linguagem como elementos em seu trabalho para fazer uma declaração\, despertar emoção ou integrar experiências pessoais em sua obra.
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SUMMARY:"The Bitter Years" na The Margulies Collection at the WAREhOUSE
DESCRIPTION:Trazendo imagens realizadas por Jack Delano\, Walker Evans\, Dorothea Lange\, Russell Lee\, Carl Mydans\, Arthur Rothstein\, Ben Shahn John Vachon e Marion Post Wolcott\, todos nomes históricos da fotografia norte-americana do início do século 20\, a exposição “The Bitter Years” apresenta quase cem fotografias da Farm Security Administration\, um projeto patrocinado pelo governo de Franklin Roosevelt dentro do plano de medidas New Deal contra a Grande Depressão. O resultado foi uma coleção de milhares de imagens que formam uma memória coletiva da vida durante o período após a quebra da Bolsa de Valores dos EUA em 1929 e a subsequente depressão econômica. Consideradas como alguns dos melhores exemplos da fotografia americana do século 20\, as imagens de estilo documental chamam a atenção para a enorme pobreza e a resistência do povo americano na década de 1930. A exposição apresenta em especial um recorte de fotografias da Margulies Collection realizadas por Dorothea Lange e sua imagem icônica “Mother Migrant” (foto acima)\, que se tornou um símbolo duradouro da Grande Depressão\, e toda a gama de trabalhos de Walker Evans\, incluindo seus estudos de arquitetura e Polaroids dos anos 1970. O título da exposição é uma referência à histórica exposição “The Bitter Years”\, curadoria de Edward Steichen no MoMA em 1962.
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SUMMARY:"The Italians" na The Margulies Collection at the WAREhOUSE
DESCRIPTION:A exposição “The Italians” coloca em cartaz trabalhos significativos selecionados na prestigiosa coleção do empresário e mecenas Martin Z. Margulies. Sua Fundação criou e dirige a Warehouse\, espaço expositivo privilegiado de 50 mil pés quadrados que ocupa um armazém desativado e retrofitado para apresentar recortes variados desse acervo artístico. Produzidas em sua maioria no século 21 por artistas italianos com perfis\, estéticas\, idades e trajetórias diversas\, as obras em cartaz em “The Italians” traçam um panorama da atualidade da produção italiana e foram realizadas pelos artistas Massimo Antonaci\, Davide Balliano \, Marco Bagnoli\, Domenico Bianchi\, Luca Campigotto\, Bertozzi & Casoni\, Isabella Ducrot\, Domenico Mangano & Marieke Van Rooy\, Gian Marco Montesano\, Mimmo Paladino\, Claudio Parmiggiani\, Maurizio Pellegrin\, Alessandro Piangiamore\, Paola Pivi\, Paolo Ventura\, Giuseppe Uncini. Um dos fios condutores que conectam esses trabalhos selecionados é um flerte com a geometria\, surgido tanto de forma orgânica e imprecisa quanto meticulosamente esquadrinhado. A geometrização pode ser encontrada tanto numa composição minuciosa sobre alabastro\, caso de “Dove Porta” (2018\, fotografia da obra acima)\, de Marco Bagnoli\, quanto na justaposição de armarinhos de remédios cheios de utensílios e caixas na obra “Composizione nº 8” (2005)\, de Bertozzi & Casoni.
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SUMMARY:"You know who you are" no El Espacio 23
DESCRIPTION:A coletiva “You know who you are” apresenta as aquisições recentes de Arte Cubana da Jorge M. Pérez Collection. Após uma significativa doação de arte contemporânea cubana do colecionador ao Pérez Art Museum Miami em 2016\, essa exposição destaca obras adquiridas desde 2017 como parte de uma investigação em andamento que enfoca a arte cubana e da diáspora cubana. Em vez de um levantamento histórico da arte cubana\, a exposição temática reúne mais de cem artistas de diferentes gerações que compartilham experiências coletivas\, mas que ainda assim adotam uma abordagem muito pessoal em sua prática. A mostra é uma declaração de confiança e resistência. No contexto da arte e da cultura cubanas\, conhecer a si mesmo\, ter voz e defender suas crenças é um ato de rebeldia. A história fragmentada da arte cubana tem sido submetida a leituras políticas\, à dicotomia entre o interior e o exterior da ilha e a sua diáspora. Tem sido marcada pela omissão intencional\, pelo esquecimento histórico de artistas talentosos cujo exílio forçado ou voluntário os extraiu do continuum histórico da nação. Também é definida por gerações de cubanos que nem sequer nasceram na ilha. Em meio a uma jornada percorrida por tantos dramas coletivos\, essa exposição se concentra na jornada pessoal de cada artista para encontrar seu lugar. Artistas ao longo da exibição revisitam o passado e o presente de Cuba\, questionando a História\, desconstruindo hierarquias\, refletindo sobre noções de representação\, raça\, gênero\, diversidade e direitos humanos\, enquanto outros recuperam uma conexão com a ilha\, referenciando sua fisicalidade ou seu lugar na memória coletiva. A curadoria de “You know who you are” é de Anelys Alvarez e Patricia Hanna\, ambas do El Espacio 23. Entre os artistas\, figuram nomes que abrangem diversos períodos da arte cubana\, como o coletivo Los Carpinteros\, Tania Bruguera\, Gustavo Acosta\, Carlos Garaicoa\, Wifredo Lam e Iván Capote\, entre muitos outros.
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SUMMARY:"A Fine Line" no Lowe Art Museum
DESCRIPTION:As obras apresentadas nesta exposição demonstram como os processos de marcação e demarcação linear – sejam eles esculturais\, gestuais\, líricos\, conceituais ou geométricos – formam um fio temático que percorre a coleção de Arte Moderna e Contemporânea da Fundação Berkowitz Contemporary. Elas também instigam os espectadores a considerar as formas pelas quais os artistas\, trabalhando em vários movimentos estilísticos importantes ao longo dos últimos sessenta anos\, têm usado a linha para expressar uma vasta gama de significados por meio de uma ampla variedade de formas\, padrões e texturas. Esta exposição foi curada pela Curadora de Coleções e Exposições do Lowe\, Caitlin Swindell\, e organizada pelo Museu de Arte Lowe.
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SUMMARY:"El fin de la imaginación" no The Bass Museum of Art
DESCRIPTION:A exposição “El fin de la imaginación” compreende instalações e esculturas site specific pelo artista argentino Adrián Villar Rojas\, e apresentações recentemente contextualizadas de obras de barro de seu arquivo. A instalação inclui duas esculturas da artista argentina Mariana Telleria\, que se une a ele com duas obras que desafiam noções contemporâneas de monumentos e memoriais. A exposição convida os espectadores a serem exploradores do imprevisível microcosmo\, enquanto refletem sobre questões existenciais relacionadas à temporalidade da humanidade e à efemeridade da natureza. Adrián Villar Rojas (Rosário\, Argentina\,1980) concebe projetos de longo prazo\, produzidos coletivamente e em colaboração\, que ocupam ambientes de grande escala e locais específicos\, tanto imponentes como frágeis\, deixando escassos vestígios de sua passagem pelo mundo devido à materialidade temporária e integração parasitária. Dentro de sua pesquisa e construção do mundo\, que mistura escultura\, desenho\, vídeo\, literatura e traços performativos\, o artista explora as condições de uma humanidade em risco\, à beira da extinção ou já extinta\, sobre a qual ele traça os limites pluriespecíficos de um tempo pós-antropoceno dobrado sobre si mesmo. Em “El fin de la imaginación”\, uma instalação comissionada para o The Bass Museum of Art\, Villar Rojas se pergunta como a Lua\, Marte\, ou qualquer outra paisagem extraterrestre trazida até nós pela conquista interplanetária afetará nossa monumentalidade passada\, presente e futura e sua memorialização. O que acontecerá quando nossas ficções terrestres\, aquelas que consolidam nações e identidades\, viajarem para o espaço? Será que as histórias dos deuses greco-latinos\, dos impérios europeus\, dos conquistadores espanhóis\, ou mesmo dos próprios Estados Unidos\, sobreviverão como as conhecemos\, como as moldamos em livros\, museus\, hinos e monumentos\, ou sofrerão mutações com a mudança radical do contexto? E o que acontecerá com as novas histórias que virão\, aquelas necessárias para construir as primeiras comunas que habitarão os planetas? Como será ou como se comportará a ficção política nesta viagem espaço-temporal ampliada que está por vir? Como evoluirão ou mudarão as histórias passadas e futuras? Elas perderão seu significado “original” e funcionarão à medida que a colonização espacial for passando por séculos e territórios? Assim como os monumentos para os invasores das Américas: Cristóvão Colombo\, Hernán Cortez\, Francisco Pizarro mudaram seu significado social de homenagem para rejeição\, e sua função simbólica de glorificação de uma descoberta para testemunho de um genocídio? Chegará esse dia em que veremos os oprimidos do futuro se levantarem contra as histórias oficiais\, ocupando e ressignificando os monumentos da conquista espacial da humanidade?
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SUMMARY:Michel Magerus no ICA
DESCRIPTION:“Progressive Aesthetics” é a primeira retrospectiva do ICA sobre o artista luxemburguês Michel Majerus\, morto precocemente em um acidente de avião aos 37 anos (2002)\, retomando suas obras ricas em interpretações do capitalismo e do imperialismo cultural na arte e na cultura norte-americana. Criadas no limiar do século 21\, as obras de Majerus expõem temas de transformação e são caracterizadas por um fascínio pela velocidade\, tecnologia\, cultura jovem e história da arte\, todas unidas por sua obsessão com o poder da arte e das instituições. A exposição reúne obras de toda a breve\, mas dinâmica e prolífica carreira de Majerus\, destacando sua oportuna reflexão e crítica sobre a onipresença das imagens. “Progressive Aesthetics” começa com obras do início dos anos 1990\, em que Majerus aborda a história do modernismo\, antagonizando movimentos de vanguarda do século 20\, seu poder e limitações. Trazendo as influências da História da Arte no trabalho de Majerus\, a exposição também inclui pinturas abstratas que citam mestres modernos como Willem de Kooning e Frank Stella. Em “Progressive Aesthetics” estão seis obras consideradas das imagens mais conhecidas do artista: apropriações de serigrafias das famosas (e às vezes infames) colaborações entre Andy Warhol e Jean-Michel Basquiat entre 1984-85. Considerando-se um colaborador desses artistas\, Majerus refaz as imagens\, achatando-as e acrescentando floreios quase mecânicos\, numa reflexão sobre o gênio e a noção de que a maestria produz originalidade. Enquanto morou em Berlim durante sua vida adulta\, Majerus visitou os Estados Unidos várias vezes\, principalmente na residência de um ano em Los Angeles em 2000-01. Seu fascínio pela cultura pop\, a paisagem americana\, o consumismo e a violência são os principais temas da série “L.A. Paintings”\, que inclui as obras “Deutsch Amerikanische Freundschaft” (2001) e “Splash bombs 2” (2002). 
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SUMMARY:Hervé Télémaque no ICA
DESCRIPTION:“Hervé Télémaque: 1959-1964” reúne mais de uma dezena de quadros dos primeiros cinco anos de produção do artista haitiano\, trazendo um olhar profundo e definitivo sobre as primeiras obras da obra de Télémaque. Um dos pintores proeminentes do pós-guerra\, com uma produção artística que expandiu uma figuração estilizada desde a pop art até assemblages\, Télémaque figura em diversos estilos da vanguarda que derivou na arte contemporânea. A mostra do ICA examina o início de sua prática\, explorando um período de turbulência artística e existencial para o artista. Em 1957\, quando François Duvalier chegou ao poder no Haiti e o expressionismo abstrato estava em seus anos de declínio\, Télémaque mudou-se de sua cidade natal\, Porto Príncipe\, para Nova York com o objetivo de se tornar um pintor abstrato. O que ele encontrou nos EUA\, além de artistas com quem dialogar\, como o pintor Julian Levi\, foi uma sociedade profundamente segregada\, que racializou seu corpo de uma forma que ele não havia experimentado no Haiti. Essa nova e difícil realidade social começou a ser registrada nas primeiras pinturas abstratas como “Toussaint L’Ouverture en New York” (1960) e “Othello” (1960)\, o que era inevitável. Mas o desejo do pintor abstrato pela “não-referencialidade” voltou às nuances e problemas da vida cotidiana\, com a sexualidade ganhando espaço no trabalho do artista. Em 1961\, Télémaque migrou para Paris\, onde fez amizade com uma série de artistas surrealistas e latino-americanos\, como Wifredo Lam. Em 1962\, ele havia lentamente evoluído sua linguagem gestual abstrata para uma abstração politizada e grotesca. Números agregados e distorcidos\, muitas vezes representados como bocas gigantes ou corpos sem cabeça\, registram o impacto da situação social que ele viveu nos EUA\, articulando a crítica ao colonialismo conduzida por Télémaque quando se identificou com a radicalização da política caribenha a partir do final dos anos 1950 e durante a década seguinte. Pinturas como “No Title (The Ugly American)” (1962/64) e “My Darling Clementine” (1963) são críticas mordazes às incursões físicas e ideológicas americanas no que\, na época\, era chamado Terceiro Mundo\, enquanto “Portrait de famille” (1962/63) satiriza valores burgueses. Nesse período\, Télémaque também se envolveria com artistas como Öyvind Fahlström e Bernard Rancillac\, reunidos sob a rubrica de Figuração Narrativa a fim de revigorar uma cena cultural francesa estagnada com o informalismo abstrato. Em 1964\, os sinais de uma nova linguagem visual começam a aparecer na obra de Télémaque\, aproximando-o da pop art. Enquanto mantinha um olhar crítico sobre as tendências colonialistas vigentes na sociedade francesa\, Télémaque começou a desenvolver uma linguagem visual mais hermética e fria\, que caracterizaria cada vez mais seu trabalho no final dos anos 1960 e ao longo dos anos 1970\, culminando este período inicial tanto de migração quanto de profunda experimentação com as linguagens visuais. Hervé Télémaque (1937\, Porto Príncipe\, Haiti) mudou-se para Nova York em 1957 e participou da Art Students League of New York até 1960. Mudou-se para Paris em 1961\, onde vive desde então. O artista foi tema de uma retrospectiva no Centre Pompidou\, em Paris (2015) e de uma exposição panorâmica nas Serpentine Galleries\, em Londres (2021). Sua obra figura em várias coleções de museus como o MoMA (NY)\, Centre Pompidou\, Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris\, e o Musée d’Art Moderne et Contemporain (Saint-Étienne).
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SUMMARY:Temporada de exposições no Rubell Museum
DESCRIPTION:Partindo dos jovens artistas com os quais a família Rubell travou contato recentemente ou há algum tempo\, o Rubell Museum seleciona nomes para ocupar seu espaço em Miami durante um ano\, difundindo sua produção\, que muitas vezes é comissionada ou já foi adquirida pela instituição. Os escolhidos da temporada 2022-23 são Alexandre Diop (foto)\, Patricia Ayres\, Doron Langberg\, Jared McGriff\, Jo Messer\, Clayton Schiff e Tesfaye Urgessa. Morando em Viena\, o artista franco-senegalês Alexandre Diop (b. 1995\, Paris) usa objetos descartados para criar trabalhos relativos a questões sociopolíticas\, raciais\, culturais e de gênero. Para sua exposição no Rubell Museum\, ele apresenta uma seleção de obras criadas durante sua residência de 3 meses na instituição. “Nos últimos anos\, o museu segue expandindo sua programação para compartilhar tanto novas aquisições e destaques da coleção\, como trabalhos desenvolvidos por seus artistas em residência\, posição mais recentemente ocupada por Alexandre Diop. As mostras desse ano representam uma continuação de nossa missão de destacar uma mistura diversificada de artistas contemporâneos\, ao mesmo tempo em que incentivam o diálogo público”\, disse Jason Rubell. “Os trabalhos em vista incluem tanto peças significativas de artistas com os quais nossa família se engajou durante décadas\, quanto trabalhos emocionantes de artistas com os quais interagimos recentemente durante as visitas aos estúdios\, e com os quais encomendamos corpos de trabalho”. A prática de Patricia Ayres está relacionada a histórias de isolamento\, separação e confinamento. Analisando os mecanismos de controle físico e psicológico\, Ayres cria esculturas antropomórficas\, totêmicas que são envoltas com tiras de elástico\, látex líquido\, acolchoamento e outros materiais\, e incorporam técnicas que mostram a expertise da artista no design de moda. Representando uma nova geração de pintores figurativos\, Doron Langberg cria trabalhos luminosos\, vibrantes e muitas vezes em grande escala que trazem a sensação de intimidade representando a si mesmo\, sua família\, amigos e amantes. As pinturas de Jared McGriff\, baseado em Miami\, misturam o presente do artista com vislumbres reais ou imaginários de sua história familiar através de representações em forma de sonho. As pinturas de Jo Messer tensionam a tradição do retrato nu clássico para explorar os muitos potenciais do gênero\, incluindo o erótico\, a partir de figuras cromáticas quase abstratas de mulheres que se estendem para além das bordas da tela. Clayton Schiff recolhe impressões do inconsciente que distorcem\, deslocam\, ampliam e comprimem experiências acumuladas durante a vigília. Sua iconografia assombrosa evoca simultaneamente a alienação com criaturas fantásticas e paisagens estranhas que têm uma sutileza e leveza brincalhona e mesmo humorística. No trabalho de Tesfaye Urgessa\, há uma reciprocidade muda entre o observador e o observado que muda a dinâmica do poder e as noções de ação e raça\, baseando suas imagens em suas memórias de infância da Etiópia.
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SUMMARY:Roberto Lugo no The Wolfsonian
DESCRIPTION:Para o artista e ativista Roberto Lugo\, o passado está sempre presente. Ele explora a história da cerâmica para criar obras de arte com urgência contemporânea\, transformando formas luxuosas de porcelana – frequentemente utilizadas para marcar grandes eventos ou memorializar monarquias e líderes políticos – em agentes de mudança e perturbação. No Wolfsonian\, Lugo busca na importante coleção de cerâmicas europeias e americanas dos séculos XIX e XX do museu\, produzir novas obras inspiradas nesses objetos\, porém retratando as histórias\, experiências e heróis das comunidades negras e pardas\, tão frequentemente ignoradas pelos registros históricos. Na parte externa do museu\, Lugo traz seu estilo e abordagem característicos para as histórias ainda pouco exploradas de Miami\, projetando um mural que comemora as raízes caribenhas da cidade ao mesmo tempo em que entrelaça sua própria história familiar. Conectando a instalação na galeria à rua e a coleção do Wolfsonian às vidas dos habitantes de Miami atualmente\, Lugo convida os visitantes a refletirem sobre a intersecção de raça\, política e memória no mundo construído ao seu redor.
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LOCATION:The Wolfsonian\, 1001 Washington Avenue\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Leandro Erlich no Pérez Art Museum
DESCRIPTION:A exposição “Leandro Erlich: Liminal” é a primeira panorâmica do artista na América do Norte. Selecionada e organizada pelo curador convidado Dan Cameron\, de Nova York\, a exposição apresentará dezesseis obras que abrangem mais de duas décadas da produção de Erlich. Ocupando todas as galerias especiais de exposição da PAMM\, a exposição foi projetada para sugerir uma linha narrativa contínua\, conduzindo os espectadores por uma série de instalações que fazem o espectador duvidar de sua própria percepção sensorial dos espaços ao seu redor. Desde o final dos anos 1990\, Erlich (1973\, Buenos Aires\, vive em Buenos Aires) criou um conjunto de esculturas e instalações “site specific” em que uma aparência arquitetônica cotidiana é na verdade uma armadilha perceptiva\, levando o espectador incauto a um paradoxo visual que desafia sistematicamente leis e atributos do mundo material. No universo paralelo de Erlich\, escadas levam a lugar nenhum\, elevadores não param em nenhum destino\, espectadores passivos tornam-se participantes ativos\, nuvens assumem características físicas e a solidez dos espaços construídos é na verdade uma ilusão ótica fugaz. “Liminal” foi concebida como uma sequência de espaços acessados no decorrer de um dia comum: elevador\, metrô\, sala de aula\, salão de cabeleireiro\, calçada\, piscina\, lavanderia\, e até uma janela da qual pode-se ver as janelas dos vizinhos. Cada espaço é construído como uma simulação precisa do lugar a que se refere\, de modo que é uma surpresa para o espectador que um lugar tão comum esconda qualidades tão extraordinárias. O título da exposição refere-se a uma zona de transição localizada no limiar de outro espaço\, sugerindo esse cruzamento de fronteira\, entrando em um novo destino ou estado de existência\, sensação reforçada na obra de Erlich. Pairar no “Liminar” (limiar\, em português) de uma experiência é como estar preso entre uma realidade anterior que foi deixada para trás e uma nova realidade acenando a curta distância\, mas sempre um pouco além de nosso alcance. A seleção de obras de “Leandro Erlich: Liminal” é do curador independente Dan Cameron. A mostra esteve em cartaz entre 2019 e 2020 no Malba (Buenos Aires).
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LOCATION:Pérez Art Museum\, 1103 Biscayne Blvd Downtown Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Rafael Domenech no Locust Projects
DESCRIPTION:Convidado para assumir o novo espaço antes da construção de galerias dedicadas\, o artista cubano-americano Rafael Domenech\, imaginou Assembling beneath a desire for sabotage\, um ambiente arquitetônico massivo que cria uma configuração semelhante a um pavilhão ativado por uma sequência de eventos. A intervenção arquitetônica de Domenech na Locust Projects tem a intenção de redefinir a experiência da exposição como uma máquina ativa de produção e diálogo\, em vez de um espaço de armazenamento para visualização passiva. Para Assembling\, Domenech reaproveita imagens de seu arquivo de Miami juntamente com um composto de textos para criar um espaço que permite a acessibilidade – o reconhecimento de um espaço arquitetônico em estado de transformação. Os participantes podem percorrer os cômodos de fluxo livre e sobrepor suas próprias experiências e ideias ao participar de várias ativações. As ativações\, concebidas como uma série de “capítulos” informados pela história de Domenech de trabalhar com livros de artistas e formatos experimentais de publicação\, irão pontuar a duração da exposição\, evoluindo através da participação ativa da comunidade. As ativações incluem: uma conversa sobre processo artístico realizada durante a construção da estrutura com Talia Heiman\, assistente curatorial da 58ª Carnegie International; uma Fábrica Social\, convidando os participantes a construir colaborativamente luminárias a serem instaladas na exposição; um Jardim de Esculturas dentro do pavilhão\, apresentando obras de artistas nacionais e locais; e o Jantar Beneficente do 25º Aniversário\, no qual o artista criou uma experiência de jantar interativa que é um “Gesamtkunstwerk”\, ou uma obra de arte em si.
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SUMMARY:"Yayoi Kusama: LOVE IS CALLING" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Um ícone da arte contemporânea\, Yayoi Kusama (nascida em 1929\, Matsumoto\, Japão) entrelaça ideias de arte pop\, minimalismo e psicodelia em suas pinturas\, performances\, apresentações em salas de grande dimensão\, instalações esculturais ao ar livre\, obras literárias\, filmes\, designs e intervenções arquitetônicas. LOVE IS CALLING é a maior e mais imersiva e caleidoscópica das Infinity Mirror Rooms da artista. Representando a culminação de suas conquistas artísticas\, ela exemplifica a amplitude de seu vocabulário visual – desde as icônicas bolinhas e esculturas macias até cores brilhantes\, a palavra falada e\, o mais importante\, reflexões infinitas e a ilusão de espaço. A sala espelhada e escurecida é iluminada por formas infláveis parecidas com tentáculos – cobertas pelas características bolinhas da artista – que se estendem do chão ao teto\, mudando gradualmente de cor. À medida que os visitantes atravessam a instalação\, uma gravação de áudio de Kusama recitando um poema de amor em japonês toca continuamente. Escrito pela artista\, o título do poema se traduz como “Residing in a Castle of Shed Tears”. Explorando temas duradouros como a vida e a morte\, o poema expressa de maneira comovente a esperança de Kusama em espalhar uma mensagem universal de amor por meio de sua arte.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Roberto Matta na Pace Gallery
DESCRIPTION:A exposição do pintor surrealista Roberto Matta conta com cinco pinturas criadas pelo artista entre as décadas de 1970 e 1990. Nascido em Santiago\, Chile\, em 1911\, Matta se tornaria um membro influente do movimento surrealista\, associando-se a figuras como André Breton na década de 1940. O interesse inicial de Matta em dar forma visual ao que ele chamava de “morfologias psicológicas” foi transformado pela Segunda Guerra Mundial\, pela Guerra Fria e pelo golpe de Augusto Pinochet em 1973\, no Chile. Esses eventos e suas consequências catalisaram Matta a adotar uma abordagem mais política orientada à pintura. O artista disse uma vez: “Acredito que\, antes de tudo\, precisamos de uma imagem da sociedade\, uma imagem da economia\, para nos ajudar a ver onde estamos. Assim como precisamos nos referir a mapas para nos localizar no espaço\, temos que encontrar uma maneira de retratar nossa posição na história.” A apresentação das obras de meio e fim da carreira de Matta em Palm Beach\, pela Pace\, lançará luz sobre seu estilo maduro. Através de sua visão única e imaginativa\, o artista explorou grandes questões relacionadas às origens da consciência humana\, ao curso da história humana e à composição de vastos universos desconhecidos além da Terra. Frequentemente citado como uma influência crítica no desenvolvimento da New York School\, Matta combinou figuração e abstração para explorar temas espirituais e fantasiosos relacionados à interioridade humana e paisagens cósmicas. As pinturas incluídas nesta exposição refletem sua habilidade em iluminar cenas bidimensionais com um senso de movimento dinâmico e profundidade ilimitada.
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LOCATION:Pace Gallery Palm Beach\, Royal Poinciana Plaza\, 340 Royal Poinciana Way Suite\, Palm Beach\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Marcela Cantuária no Pérez Art Museum
DESCRIPTION:O trabalho de Marcela Cantuária (1991\, Rio de Janeiro; mora no Rio de Janeiro) retrata frequentemente figuras femininas que navegam fronteiras regionais\, internacionais e sociais. Muitas vezes destacando símbolos do tarô e da astrologia\, assim como temas que refletem o ativismo político e ambiental na América Latina\, ela tece narrativas de esferas sociais\, associações políticas e desejos etéreos. As obras vívidas e coloridas de Cantuária são provas de sua versatilidade e investigações através de vários meios e técnicas\, incluindo pintura\, têxtil e cerâmica. The South American Dream é a primeira exposição individual da artista nos Estados Unidos e apresenta todas as obras recém-comissionadas pelo museu. Nessa instalação de pintura\, Cantuária convida o espectador a considerar a natureza desses sonhos. Explorada dentro das três principais pinturas\, são destaques das obras as narrativas de ativistas críticos e ambientalistas da América do Sul que perseguiram seus sonhos através da resistência e da luta por seus países e terras\, incluindo figuras como Chico Mendes\, Dorothy Stang\, Maria do Espírito Santo da Silva\, Túpac Amaru e Juana Azurduy de Padilla\, entre outras. Enquanto suas pesquisas destacam onde se encontram lutas e injustiças\, suas pinturas apontam para a beleza da luta que muitas vezes persiste nessas histórias; assim\, as pinturas se tornam monumentos para figuras icônicas da América do Sul que\, apesar dos perigos e probabilidades devastadoras\, lutaram por suas visões. Em The South American Dream\, Cantuária eleva e revive essas histórias\, ideais e batalhas\, compartilhando com os espectadores a riqueza dos recursos naturais sul-americanos que tantos lutam para proteger.
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LOCATION:Pérez Art Museum\, 1103 Biscayne Blvd Downtown Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Denzil Forrester no ICA Miami
DESCRIPTION:Denzil Forrester: We Culture reúne vinte pinturas e cerca de uma dúzia de desenhos dos primeiros sete anos de produção do artista\, de 1978 a 1985. Um dos principais pintores britânicos e caribenhos das últimas décadas\, Forrester se tornou uma influência importante para uma geração de artistas mais jovens. Chegando a Londres aos onze anos\, Forrester cresceu ao lado da crescente presença da cultura rastafári na Inglaterra\, enquanto a música dub reggae se enraizava durante o final da década de 1960 e na década de 1970. Esta exposição inclui pinturas que retratam os clubes onde Forrester passava suas noites fazendo esboços que ele usaria como referência para criar pinturas grandes e audaciosamente coloridas em seu estúdio no dia seguinte. Além dessas pinturas vibrantes\, a exposição também apresenta obras relacionadas à morte de Winston Rose em 1981. Amigo e vizinho de Forrester no East End de Londres\, Rose morreu em circunstâncias inexplicáveis enquanto estava sob custódia policial. Se a vida noturna do reggae e do dub captura um lado da experiência negra britânica na época\, as desigualdades sociais e uma relação tensa com as instituições estatais refletem o outro lado.
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SUMMARY:Madeleine Hunt-Ehrlich no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Madeleine Hunt-Ehrlich (nascida em 1987) é uma cineasta e artista cujo trabalho mescla tradições narrativas e documentais para explorar histórias e experiências de mulheres negras nas Américas. A obra narrativa experimental de Hunt-Ehrlich\, intitulada Too Bright to See (Parte I)\, baseia-se em sua extensa pesquisa sobre o legado de Suzanne Roussi-Césaire\, escritora e ativista anticolonialista e feminista da Martinica\, que\, juntamente com seu marido\, Aimé Césaire\, esteve na vanguarda do movimento Négritude durante a primeira metade do século XX. Roussi-Césaire também se tornaria uma importante pensadora surrealista\, influenciando artistas como o pintor Wifredo Lam e o escritor André Breton. No entanto\, apesar de suas contribuições críticas para o pensamento caribenho e o discurso surrealista\, grande parte de seu trabalho foi negligenciado até recentemente. Too Bright to See (Parte I) entrelaça materiais de arquivo com cenas narrativas cinematográficas filmadas com um elenco não convencional e contemporâneo. Inspirando-se nas estéticas caribenhas e nas obras surrealistas\, esta instalação cinematográfica chama a atenção para aspectos inéditos do legado de Roussi-Césaire que estão ausentes do âmbito público\, ao mesmo tempo em que aborda a questão mais ampla do apagamento contínuo das mulheres dos relatos históricos.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Avery Singer no ICA Miami
DESCRIPTION:Uma artista líder de sua geração\, Avery Singer utiliza ferramentas inovadoras para criar pinturas icônicas e complexas que interpretam as realidades sociais e tecnológicas contemporâneas. As pinturas em grande escala da artista retratam mundos que surgem a partir de renderizações digitais e ganham forma por meio de técnicas de aerografia manual e digital\, máscaras líquidas e sólidas\, e processos complexos de camadas. O trabalho de Singer frequentemente dialoga com movimentos modernistas e de vanguarda para ressaltar o potencial radical da pintura. As obras nesta exposição fazem referência à obra Nude Descending a Staircase (No. 2)\, 1912\, de Marcel Duchamp\, através da qual Singer explora questões de forma\, memória e a sensação de queda. Ao lado dessas obras\, Singer estreia um novo conjunto de trabalhos no ICA Miami\, que reflete sobre identidades online e offline. Essas novas pinturas apresentam um trio de figuras que a artista adquiriu de fornecedores comerciais como Sketchfab e Quixel\, criando uma narrativa por meio de softwares de animação e design\, incluindo Daz 3D e Cinema 4D. Singer ambienta um casal – Unity Bachelor e Priya Prasad – em Nova York\, em 2001\, um período e lugar de amadurecimento para a artista. Sua história de amor ficcionalizada é marcada pelo trauma coletivo do 11 de setembro de 2001\, quando Priya desaparece\, enquanto uma terceira figura\, um estudante de arte bêbado\, que ao longo da carreira de Singer tem sido uma espécie de autorretrato\, perambula pelo Lower Manhattan.
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SUMMARY:"Living and Made" instalação pública de Philip Lique
DESCRIPTION:The Windows Project é uma colaboração entre o The Bass Art Museum e a Bakehouse Art Complex. Living and Made é uma instalação pública de 28 metros de comprimento\, criada pelo artista Philip Lique\, que explora as relações intrínsecas entre materiais e o ato intencional e improvisado de “fazer”. Referenciando e repensando elementos de vitrines de lojas\, cenários teatrais e arranjos tradicionais de natureza-morta\, Living and Made é uma combinação de esculturas\, papéis de parede\, pinturas\, objetos prontos\, produtos da Walgreens e plantas de cactos vivas. A exibição maximalista de Lique considera como seres vivos e objetos fabricados se regeneram para formar extensões de si mesmos\, criando algo completamente novo e inesperado no processo. A instalação serve tanto como um ambiente prático para a propagação e crescimento de cactos\, quanto como um espaço para Lique experimentar a criação de peças únicas\, com componentes individuais provenientes e recuperados de seus trabalhos anteriores. Living and Made trata do impulso artístico de se adaptar e revisar\, conectando a evolução de ideias com o aumento gradual (e potencialmente inevitável) da quantidade (e qualidade) de objetos. Uma série limitada de “relatórios de condição” em NFTs (tokens não fungíveis) consistirá em varreduras 3D de 360 graus de estruturas selecionadas\, servindo como um registro do estado físico original da exposição. Após meses de exposição contínua ao sol e ao calor da Flórida\, que alimentará o crescimento de novos ramos de cactos ao mesmo tempo em que causará o desbotamento incremental e a deterioração da obra de arte\, os NFTs serão um testemunho de como a instalação mudou e evoluiu ao longo do tempo. Living and Made busca proporcionar um ponto de entrada para testemunhar o ciclo de vida de elementos naturais e manufaturados\, incentivando investigação e envolvimento público repetidos.
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