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SUMMARY:Isaac Julien no Tate Britain
DESCRIPTION:Esta é a maior exposição já dedicada ao trabalho do filmmaker e artista Isaac Julien\, um dos mais importantes da atualidade. Esta mostra revela o escopo dos filmes e instalações iniciais de Isaac Julien do começo da década de 1980 até os dias de hoje. Esta exposição também destaca o pensamento crítico do artista e a forma como seu trabalho é capaz de quebrar barreiras\, transitando entre diversas mídias com desenhos\, filmes\, dança\, fotografia\, música\, teatro \, pinturas e esculturas. Nesta ocasião o visitante conhecerá trabalhos que vão de filmes antigos a videoinstalações em escalas enormes e multi-telas. 
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SUMMARY:Maria Bartuszová no Tate Modern
DESCRIPTION:Reunindo muitas obras pouco vistas antes no Reino Unido\, essa exposição retrospectiva apresenta as esculturas abstratas da artista eslovaca nascida em Praga Maria Bartuszová (1936-1996)\, que dedicou sua arte a explorar as relações entre as pessoas\, a natureza\, a matéria e a forma. Nascida em Praga\, ela passou a maior parte de sua carreira na cidade eslovaca da Europa Central de Košice\, perto das fronteiras da Hungria e da Ucrânia. A artista definiu o mundo da escultura em seus próprios termos\, utilizando métodos inovadores de fundição de gesso. De gotas de chuva e ovos ao corpo humano\, Bartuszová se inspirou nas formas e ciclos orgânicos do mundo natural. Ela trabalhou de forma criativa e incansável\, usando o processo fugaz e líquido de fundição para criar obras de arte simultaneamente sólidas e delicadas. A exposição abrange 30 anos de prática de Bartuszová\, desde o início dos anos 1960\, quando começou sua experimentação com a fundição\, até o final dos anos 1980. As esculturas em gesso branco abstrato da artista retêm a presença de seu corpo. Seu toque deixou vestígios\, seja a pressão da mão estampada pela gravidade ou debaixo d’água\, ou moldada pela respiração\, usando sua técnica radical de fundição de gesso com balões inflados. Bartuszová se baseou em sua experiência pessoal e em suas ideias sobre espiritualidade\, interconexão entre as pessoas e a natureza\, e os ciclos das estações. Ela criou um novo vocabulário artístico e escultórico com foco na contínua transformação das formas. Bartuszová trabalhou durante três décadas em Košice\, a segunda maior cidade da Eslováquia. Ela criou cerca de 500 esculturas\, desde pequenas formas orgânicas até comissionamentos para espaços públicos\, bem como land art\, apesar das restrições à sua vida artística durante este período. A exposição começa nos anos 1960\, quando Bartuszová experimentou usando seu próprio método distinto de fundir gesso à mão. Inspirada em brincar com sua jovem filha\, ela criou formas abstratas vertendo gesso em balões de borracha – seu material de assinatura era o gesso branco\, dando às esculturas uma qualidade frágil. As esculturas foram moldadas por meio de pressão\, puxões ou submersão em água\, criando formas únicas e distintas. Algumas sugerem gotas de chuva\, sementes ou ovos\, outras\, o corpo humano. Mais tarde\, ela permitiu que os balões rebentassem\, criando trabalhos delicados semelhantes a casulos ou ninhos. Nos anos 1980\, Bartuszová frequentemente fotografou suas obras ao ar livre para enfatizar seus laços estreitos com a natureza. A exposição também inclui uma seleção dessas imagens marcantes.
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SUMMARY:Cézanne no Tate Modern
DESCRIPTION:Enfocando as tensões e contradições na obra de Paul Cézanne (1839-1906)\, essa ampla retrospectiva busca entender o artista em seu contexto\, como um jovem pintor ambicioso do sul do Mediterrâneo ansioso pela fama na Paris metropolitana. Apresentando muitas obras pela primeira vez no Reino Unido\, a mostra segue a luta de Cézanne entre a busca do reconhecimento oficial e a adesão aos impressionistas emergentes antes de perseguir incansavelmente sua própria linguagem\, num mundo em crescente aceleração.
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SUMMARY:Soheila Sokhanvari no Barbican Centre
DESCRIPTION:Rebel Rebel\, exposição que apresenta o primeiro grande comissionamento britânico para a artista iraniana Soheila Sokhanvari\, comemora ícones feministas do Irã pré-revolucionário. Sokhanvari transforma a Curva do Barbican Centre em um espaço devocional\, povoado de requintados retratos em miniatura de figuras culturais glamorosas do Irã. O projeto destaca as histórias raramente contadas dessas mulheres\, que seguiram carreiras criativas em uma cultura apaixonada pelo estilo ocidental\, mas não por suas liberdades. O espaço imersivo foi pintado à mão do chão ao teto com padrões geométricos baseados no design islâmico tradicional. Uma trilha sonora\, composta pelo músico grego radicado em Londres Marios Aristopoulos\, apresenta canções de cantoras iranianas icônicas da época. A exposição culmina com extravagantes esculturas espelhadas com projeções internas desenhadas a partir do documentário Filmfarsi (2019). Com humor e verve\, Rebel Rebel explora as contradições da vida das mulheres iranianas no período que vai de 1925 até a Revolução Islâmica de 1979\, um período explosivo de libertação e comercialização que se mostrou de curta duração. Quando Roohangiz Saminejad estrelou em Lor Girl (1932)\, o primeiro filme falado persa\, as gravações tiveram de ser feitas em Bombaim\, na Índia\, porque era muito controverso para uma mulher iraniana aparecer em público sem um véu. A produção foi um grande sucesso de bilheteria\, mas Saminejad sofreu um assédio terrível; mais tarde ela mudou seu nome e viveu o resto de sua vida no anonimato. No Barbican\, ela é a primeira de 28 mulheres retratadas por Soheila Sokhanvari em miniaturas parecidas com joias. Cada uma é um trabalho de amor\, pintada sobre couro de bezerro com um pincel de pelo de esquilo\, usando a antiga técnica da têmpera do ovo. Esses trabalhos são colocados contra os murais épicos pintados à mão ao longo da parede de 90 metros\, fazendo referência aos padrões islâmicos tradicionais\, concebidos para tonificar o observador para que ele pudesse contemplar a vastidão do universo e a grandeza de Deus. Ao passar o monólito espelhado de Sokhanvari\, baseado no monumento misterioso do clássico de ficção científica de Stanley Kubrick 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968)\, o espectador entra em um mundo no qual pintura\, escultura e som se combinam para induzir uma espécie de delírio feminista. Tomando emprestado da canção icônica de David Bowie de 1974\, Rebel Rebel presta homenagem à extraordinária coragem destas estrelas femininas\, que seguiram sua carreira em uma cultura enamorada pelo estilo ocidental\, mas não por suas liberdades sexuais\, e lamenta seu destino\, depois que a revolução de 1979 as deixou com uma escolha difícil: renunciar a qualquer papel na vida pública ou serem forçadas ao exílio. A paisagem sonora\, que tece juntas as vozes de artistas icônicas como Googoosh e Ramsés\, é especialmente pungente\, pois continua sendo ilegal no Irã que uma mulher cante em público. A própria Sokhanvari fugiu para o Reino Unido quando criança\, um ano antes do regime de Pahlavi ser derrubado; agora artista do Wysing Arts Centre\, ela trabalha todos os dias representando poeticamente as complexidades da vida no Irã pré-Revolucionário. A entrada é franca.
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SUMMARY:Soheila Sokhanvari no Barbican Centre
DESCRIPTION:Rebel Rebel\, exposição que apresenta o primeiro grande comissionamento britânico para a artista iraniana Soheila Sokhanvari\, comemora ícones feministas do Irã pré-revolucionário. Sokhanvari transforma a Curva do Barbican Centre em um espaço devocional\, povoado de requintados retratos em miniatura de figuras culturais glamorosas do Irã. O projeto destaca as histórias raramente contadas dessas mulheres\, que seguiram carreiras criativas em uma cultura apaixonada pelo estilo ocidental\, mas não por suas liberdades. O espaço imersivo foi pintado à mão do chão ao teto com padrões geométricos baseados no design islâmico tradicional. Uma trilha sonora\, composta pelo músico grego radicado em Londres Marios Aristopoulos\, apresenta canções de cantoras iranianas icônicas da época. A exposição culmina com extravagantes esculturas espelhadas com projeções internas desenhadas a partir do documentário Filmfarsi (2019). Com humor e verve\, Rebel Rebel explora as contradições da vida das mulheres iranianas no período que vai de 1925 até a Revolução Islâmica de 1979\, um período explosivo de libertação e comercialização que se mostrou de curta duração. Quando Roohangiz Saminejad estrelou em Lor Girl (1932)\, o primeiro filme falado persa\, as gravações tiveram de ser feitas em Bombaim\, na Índia\, porque era muito controverso para uma mulher iraniana aparecer em público sem um véu. A produção foi um grande sucesso de bilheteria\, mas Saminejad sofreu um assédio terrível; mais tarde ela mudou seu nome e viveu o resto de sua vida no anonimato. No Barbican\, ela é a primeira de 28 mulheres retratadas por Soheila Sokhanvari em miniaturas parecidas com joias. Cada uma é um trabalho de amor\, pintada sobre couro de bezerro com um pincel de pelo de esquilo\, usando a antiga técnica da têmpera do ovo. Esses trabalhos são colocados contra os murais épicos pintados à mão ao longo da parede de 90 metros\, fazendo referência aos padrões islâmicos tradicionais\, concebidos para tonificar o observador para que ele pudesse contemplar a vastidão do universo e a grandeza de Deus. Ao passar o monólito espelhado de Sokhanvari\, baseado no monumento misterioso do clássico de ficção científica de Stanley Kubrick 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968)\, o espectador entra em um mundo no qual pintura\, escultura e som se combinam para induzir uma espécie de delírio feminista. Tomando emprestado da canção icônica de David Bowie de 1974\, Rebel Rebel presta homenagem à extraordinária coragem destas estrelas femininas\, que seguiram sua carreira em uma cultura enamorada pelo estilo ocidental\, mas não por suas liberdades sexuais\, e lamenta seu destino\, depois que a revolução de 1979 as deixou com uma escolha difícil: renunciar a qualquer papel na vida pública ou serem forçadas ao exílio. A paisagem sonora\, que tece juntas as vozes de artistas icônicas como Googoosh e Ramsés\, é especialmente pungente\, pois continua sendo ilegal no Irã que uma mulher cante em público. A própria Sokhanvari fugiu para o Reino Unido quando criança\, um ano antes do regime de Pahlavi ser derrubado; agora artista do Wysing Arts Centre\, ela trabalha todos os dias representando poeticamente as complexidades da vida no Irã pré-Revolucionário. A entrada é franca.
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SUMMARY:Barbara Chase-Riboud na Serpentine Gallery
DESCRIPTION:Primeira individual no Reino Unido da artista\, romancista e poeta Barbara Chase-Riboud (1939\, Filadélfia\, EUA\, vive e trabalha em Paris)\, “Barbara Chase-Riboud: Infinite Folds” apresenta uma seleção de esculturas em larga escala ao lado de trabalhos em papel que datam dos anos 1960 até hoje. A mostra marca a estreia no Reino Unido de algumas peças inéditas e de algumas das obras mais célebres da obra abrangente da artista. Com uma carreira de mais de sete décadas\, Chase-Riboud inovou na técnica escultórica e na materialidade pela interação entre dobras de bronze fundido ou alumínio e bobinas de lã e seda que são atadas\, trançadas\, enlaçadas e tecidas. Ao combinar materiais com diferentes qualidades\, como duro e macio\, leve e pesado\, tátil e rígido\, as obras de Chase-Riboud dão uma abordagem estética à base escultural através do uso de “saias” de fibra\, ainda dentro do interesse da artista em formas artesanais que unem princípios opostos. Paralelamente à sua prática escultórica\, Chase-Riboud é uma distinta poeta e escritora de ficção histórica. Ela obteve sucesso literário já com seu romance de estreia\, “Sally Hemings”. Publicado em 1979\, narra a relação romântica entre o presidente americano Thomas Jefferson e a mulher escravizada Sally Hemings\, revelando que ela era a mãe de seis de seus filhos. Desde então\, Chase-Riboud publicou mais de dez romances e coleções de poesia\, incluindo “Ecos do Leão”\, adaptado para as telas e conhecido internacionalmente como o aclamado “Amistad”. Comprometida com histórias e culturas transnacionais em primeiro plano\, Chase-Riboud se inspira em sua experiência de viver\, trabalhar e viajar pela Europa Ocidental e Oriental\, Ásia Ocidental\, Norte da África e Sudeste Asiático. Os encontros de Chase-Riboud com a arquitetura e escultura clássica e artefatos históricos de tradições ocidentais e não-ocidentais são a fonte de seu fascínio recorrente com o monumento público. Em sua série principal\, “The Monument Drawings”\, e através de uma seleção de esculturas que datam do final dos anos 1960\, Chase-Riboud imagina edificações e memoriais em homenagem a várias figuras históricas\, culturais\, artísticas e literárias. Estas incluem\, entre outras\, Sarah Baartman\, Malcolm X\, a mãe de Peter Paul Rubens\, Josephine Baker\, a Rainha de Sabá e o Rei Salomão\, Cleópatra\, Anna Akhmatova e Lady Macbeth. Essas obras monumentais abrangem as noções de memória\, legado e poder\, levando a uma reflexão sobre quais pessoas e eventos são comemorados\, e por quem. Em cartaz na Serpentine North\, em Kensington Gardens\, onde estátuas públicas emolduram a paisagem\, “Barbara Chase-Riboud: Infinite Folds” destaca as figuras muitas vezes desconhecidas que continuam a moldar nossas impressões sobre o passado e o presente.
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LOCATION:Serpentine Gallery\, Londres Grande Londres Inglaterra\, Londres\, Inglaterra\, Reino unido
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SUMMARY:Turner na National Gallery
DESCRIPTION:Pela primeira vez em um século\, dois quadros inéditos de Turner estão voltando para casa para uma exposição especial. A dupla Harbour of Dieppe: Changement de Domicile e Cologne\, the Arrival of a Packet-Boat: Evening deixaram a Grã-Bretanha rumo a Nova York em 1914\, quando foram adquiridos pelo industrial americano Henry Clay Frick\, onde permaneceram desde então como obras-primas da Frick Collection.  Joseph Mallord WilliamTurner tornou-se famoso como um artista viajante\, que atravessava a Europa todos os anos\, enchendo vorazmente seu caderno de esboços com estudos das cidades continentais\, apesar das viagens muitas vezes árduas que o levavam a cada uma delas. Ele pintou as obras da Frick Collection em seu estúdio de Londres após viagens à França e Alemanha no início dos anos 1820. Mostrando os movimentados portos de Dieppe e Colônia –as portas de entrada para duas grandes viagens que o artista fez pela Europa– as pinturas de Frick demonstram o fascínio de Turner ao longo de toda sua vida pelo tema dos portos\, como lugares dinâmicos e transitórios\, privilegiados para a exploração de sua abordagem radical da cor\, da luz e da pincelada. Quando as pinturas foram exibidas pela primeira vez na Academia Real\, em 1825 e 1826 respectivamente\, tanto os críticos quanto o público ficaram chocados com a luz dourada do sol que irradiava das monumentais telas. Dois séculos mais tarde\, as pinturas ainda deslumbram. Trazendo-os a uma nova geração\, essa exposição apresenta a oportunidade única de ver o par sob o mesmo teto que as pinturas de Claude Gellée (1604/5-1682)\, que podem tê-los inspirado diretamente\, bem como outras obras do acervo da National Gallery muito apreciadas por Turner.
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LOCATION:National Gallery\, Trafalgar Square London Greater London\, Greater London\, London\, Reino unido
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SUMMARY:Lynette Yiadom-Boakye no Tate Britain
DESCRIPTION:A Tate Britain celebra o retorno da grande retrospectiva de Lynette Yiadom-Boakye aberta em 2020 e infelizmente encerrada pela pandemia. Lynette Yiadom-Boakye é uma artista e escritora britânica aclamada por seus retratos enigmáticos de pessoas fictícias. Esta exposição reúne cerca de 70 obras de 2003 até os dias de hoje na mais extensa pesquisa da carreira da artista até a atualidade. As figuras nas pinturas de Yiadom-Boakye não são pessoas reais: ela as cria a partir de imagens encontradas e de sua própria imaginação. Tanto familiares quanto misteriosas\, elas convidam os espectadores a projetar suas próprias interpretações\, e levantam importantes questões de identidade e representação. Muitas vezes pintadas em investidas rápidas\, espontâneas e instintivas\, suas figuras parecem existir fora de um tempo ou lugar específico. Suas pinturas estão associadas a títulos poéticos\, como “Tie the Temptress to the Trojan” (2016) e “To Improvise a Mountain” (2018). Escrever é central na prática artística de Yiadom-Boakye\, como ela explicou: “Escrevo sobre as coisas que não posso pintar e pinto as coisas sobre as quais não posso escrever”. Yiadom-Boakye recebeu o prestigioso Carnegie Prize em 2018 e foi a ganhadora do Pinchuk Foundation Future Generation Prize em 2012. Ela foi uma das pré-selecionadas para o Turner Prize em 2013. Essa exposição atualmente esteve em itinerância internacional antes de ser reaberta na Tate Britain para uma temporada de três meses. A organização da mostra é da Tate Britain em colaboração com Moderna Museet (Estocolmo)\, Kunstsammlung Nordrhein-Westfalen (Düsseldorf) e Musée d’Art Moderne Grand-Duc Jean (Mudam – Luxembourg).
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LOCATION:Tate Britain\, Millbank London Greater London\, Londres\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:Dan Flavin na David Zwirner
DESCRIPTION:Dan Flavin: colored fluorescent light é a nova individual do artistna norte-americano na David Zwirner de Londres. Apresentadas em dois andares\, as obras da exibição recriam as importantes exposições de luz fluorescente colorida do artista\, que aconteceram em 1976 na Galeria Leo Castelli e na Galerie Heiner Friedrich\, respectivamente em Nova York e Colônia\, e figuram como importantes exemplos iniciais de seu uso inovador de cores imersivas e progressões em série em resposta ao espaço arquitetônico. Ao reunir novamente essas obras\, a exposição proporciona uma rara oportunidade de experimentar diretamente a visão singular do artista e sua capacidade de transformar o espaço através de materiais cotidianos. David Zwirner representa o espólio de Dan Flavin desde 2009\, e essa é a primeira apresentação do trabalho do artista na galeria em Londres. Desde 1963\, quando concebeu a obra the diagonal of May 25\, 1963 (to Constantin Brancusi)–uma única lâmpada fluorescente de ouro instalada diagonalmente em uma parede–\, até sua morte em 1996\, Flavin produziu um corpo de trabalho notavelmente consistente e prodigioso  com a utilização de lâmpadas fluorescentes disponíveis comercialmente para criar instalações (ou “situações”\, como ele preferia chamá-las) de luz e cor. Através dessas construções de luz\, Flavin foi capaz de estabelecer e redefinir imediatamente o espaço. Variando em escala –desde construções individuais de parede e cantos até obras monumentais\, nas quais ele empregou salas inteiras ou corredores– o trabalho do artista evidencia sua preocupação recorrente com a arquitetura. Cada uma das nove cores que compõem o vocabulário visual do artista durante seus anos de trabalho (vermelho\, rosa\, azul\, verde\, amarelo\, branco frio\, luz do dia\, branco quente e branco suave) está representada dentro da mostra (tardiamente\, ele adicionou luz ultravioleta ao seu repertório). Como Marianne Stockebrand observou\, mesmo não sendo majoritariamente conhecido como colorista\, Flavin\, entretanto\, “introduziu um novo aspecto na arte visual: o derramamento\, ou inundação\, de cor no espaço”. Ao se difundir em todas as direções\, a luz cria um volume de cor. Porém dentro desse volume a cor torna-se visível apenas quando toca um plano refletor\, como uma parede\, um piso\, o teto\, os móveis ou as pessoas. Não se pode ver a cor fluindo dentro de um espaço\, pois ela não se materializa. É uma luz de cor clara… Cor sem limites\, que Dan Flavin transformou em sua ferramenta na criação da arte.
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LOCATION:David Zwirner\, 24 Grafton St London\, Londres\, Inglaterra\, Reino unido
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SUMMARY:"Beneath the Surface" na Lehmann Maupin
DESCRIPTION:Beneath the Surface\, exposição coletiva com curadoria da diretora sênior da Lehmann Maupin Isabella Icoz\, reúne o trabalho de Heidi Bucher\, Alex Gardner\, Lubaina Himid\, Shirazeh Houshiary\, Araba Opoku e Calida Rawles – seis artistas que utilizam a água como meio\, metáfora e método artístico. Para muitos dos nomes em Beneath the Surface\, a água é um veículo para o ato de fazer\, e as propriedades naturais e o movimento da água definem seus processos e tomam forma na tela. Para outros\, a presença da água cria oportunidades metafóricas ou literais para a exploração de histórias culturais e pessoais\, transformando o espaço aquático num meio de construção ou desconstrução de várias formas identitárias. Em toda a exposição\, a tinta é diluída\, as telas são inundadas e os pincéis embebidos; as imagens são refletidas\, os corpos submersos e os rios são forjados. Como um todo\, a exposição pede ao espectador que considere a água além do cotidiano\, posicionando-a\, em vez disso\, como uma lente através da qual se pode considerar essas obras. Na mostra\, os artistas chamam a atenção para a água como uma força vital\, um recurso\, um espaço habitável e um material funcional. As obras de Alex Gardner\, Lubaina Himid e Calida Rawles representam imagens da água que exploram a construção da identidade e sua interseção com a história. Em suas mais recentes obras em pastel\, Rawles continua sua investigação sobre a água como um material físico multifacetado e um espaço historicamente carregado para corpos negros. O pintor Alex Gardner faz figuras anônimas em paletas coloridas em negrito\, utilizando uma linha de fundo dura contra fundos suaves para explorar os pontos em comum entre culturas. Na série Venetian Maps\, a artista Lubaina Himid presta tributo à cidade de Veneza\, que tem como limite a água. Heidi Bucher\, Shirazeh Houshiary e Araba Opoku empregam a água como parte integrante de seu meio ou processo de fabricação\, fazendo imagens da água e capturando seus efeitos. Em sua série de desenhos dos anos 1980 Wasserzeichnung / Water\, Bucher usa pinceladas gestuais em aquarela e guache para criar “naturezas-mortas de água”. A prática de pintura de Houshiary emprega água de maneira semelhante. Ela dilui fortemente seus pigmentos e permite que eles fluam através de suas telas enquanto manipula seus movimentos. Em sua prática\, Araba Opoku utiliza a água como um meio para criar imagens que tanto consideram a água como um recurso sociopolítico quanto imitam seus efeitos físicos.
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LOCATION:Lehmann Maupin\, 1 Cromwell Pl South Kensington\, Londres\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:Joseph Beuys e Anthony Gormley na Thaddaeus Ropac
DESCRIPTION:A Thaddaeus Ropac de Londres abre sua programação de 2023 com duas exposições que têm como tema a obra de Joseph Beuys. A primeira é a individual 40 Years of Drawing\, que como o próprio título sugere\, apresenta uma seleção dos desenhos produzidos pelo artista alemão durante 40 anos de carreira. Apresentando pela primeira vez no Reino Unido quase 100 trabalhos em papel selecionados no espólio Joseph Beuys\, essa é a primeira grande exposição dedicada exclusivamente aos desenhos do artista a ser realizada em Londres em 20 anos. Os desenhos incluídos abrangem as quatro décadas da produção criativa de Beuys\, desde os primeiros trabalhos de representação dos anos 1940 e 50 até os esboços conceituais criados a partir de meados dos anos 1960 que refletem a mudança radical em sua prática\, quando os desenhos se tornaram dispositivos integrantes e relacionados com as performances e esculturas que ele produziu nos anos 1970 e 80. Executados em diversos meios –como lápis\, aquarela\, matéria orgânica colada e o pigmento marrom-ferrugem assinado pelo artista\, Braunkreuz– o grupo de obras da exposição exemplifica o emprego de materiais não tradicionais por Beuys em sua arte. Assim como feltro e gordura têm um profundo significado simbólico em seus trabalhos escultóricos\, as substâncias incorporadas em seus desenhos geram sentido através de sua materialidade tangível. Os pigmentos enriquecidos com compostos de ferro simbolizam a fertilidade em sua conexão com o sangue\, enquanto a tinta aquarelada de cor dourada se relaciona com a transformação alquímica. Por sua vez\, Braunkreuz foi compreendido por Beuys não somente como uma cor\, mas como uma “expressão escultural”\, conectando diferentes aspectos de sua prática. Joseph Beuys: 40 Years of Drawing explora o papel evolutivo do desenho durante o longo período de criação artística do artista\, começando em meados dos anos 1940 (quando ele se inscreveu na prestigiosa Staatliche Kunstakademie\, em Düsseldorf) e terminando com obras feitas pouco antes de sua morte\, em 1986. Desenhos e colagens de plantas dos anos 1940 ilustram o interesse inicial do artista pelas profundas inter-relações entre o homem\, os animais e o ambiente natural. Os animais –incluindo cervos\, alces\, focas e abelhas– aparecem como símbolos altamente codificados relacionados ao cristianismo\, ao folclore celta\, ao romantismo alemão e às ciências naturais\, e têm sido entendidos como antídotos espirituais usados por Beuys para eliminar os traumas pessoais e nacionais da Segunda Guerra Mundial. É fundamental que Beuys não tenha concebido seus trabalhos em papel como estudos ou material preparatório para projetos em outros meios. Ao invés disso\, ele experimentou o ato físico de desenhar como o principal meio para cristalizar seu pensamento conceitual. Gormley\, que desenvolveu uma forte relação pessoal com o trabalho de Beuys\, também descreve o desenho como uma “forma de pensamento físico” fundamental para seu processo mais amplo de criação artística\, afirmando que\, para ele\, “um dia sem desenho é um dia perdido”. Assim\, Antony Gormley foi convidado a fazer uma curadoria que coloca em diálogo alguns de seus próprios desenhos com os de Beuys\, na mostra SENSE: Beuys / Gormley – A Conversation Through Drawing. Exibida concomitantemente à individual do artista alemão\, a mostra destaca a influência contínua do legado de Beuys sobre muitos artistas em atividade hoje.
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SUMMARY:Adam McEwen na Gagosian
DESCRIPTION:A exposição de novas obras de Adam McEwen é a primeira exposição individual do artista em Londres\, pois embora sendo londrino\, vive e trabalha em Nova York. A exposição na Davies Street apresenta os novos trabalhos em mais de uma década da série de obituários de jornal de McEwen. Assim como as pinturas do artista e esculturas em tamanho real feitas de grafite e outros materiais\, esses trabalhos operam entre o familiar e o assustador\, o otimismo e o esquecimento. Em Londres\, fac-símiles gigantes de obituários são dedicados a pessoas muito conhecidas\, incluindo as cantoras Grace Jones e Dolly Parton\, ao cientista da computação Jaron Lanier e à ativista climática Greta Thunberg. Todas têm em comum o fato de serem figuras públicas contemporâneas com uma gama diversificada de histórias de vida e realizações e de todas elas ainda estarem vivas. Iniciada em 2000\, a série é anterior à ubiquidade e às ambiguidades das mídias sociais em sua consideração da história\, da verdade e da ficção. Os trabalhos de obituário emergiram inicialmente da experiência anterior de McEwen de escrever obituários em tempo parcial\, enquanto ainda era um jovem artista em Londres. Eles refletem os papéis que seus personagens\, selecionados pelo artista\, desempenharam na definição da compreensão contemporânea sobre meio ambiente\, tecnologia\, espiritualidade\, cultura e identidade. Recontextualizados da página do jornal para imagens amplas expostas na parede da galeria\, esses trabalhos imitam o visual e a diagramação de um jornal impresso\, com uma fotografia da personalidade retratada no obituário e texto expositivo detalhado. McEwen adota o tom característico dessa seção do jornal\, destilando uma vida inteira de experiências e qualidades pessoais em prosa sumária. Apresentados como póstumos\, os relatos incitam sentimentos de reconhecimento e paradoxo\, levando o espectador a considerar esses personagens novamente\, a contemplar a hipotética perda desses indivíduos e a visualizar um mundo no qual eles estão ausentes. Como retratos conceituais\, os trabalhos de obituário se baseiam no papel social que os jornais mantêm como guardiões da verdade\, enquanto testam nossas crenças sobre figuras públicas e sua representação. As obras de McEwen jogam com o fato de que os obituários de celebridades são frequentemente preparados com bastante antecedência e às vezes são publicados por engano ou circulados como embustes. Registros das decisões e realizações que constituem uma vida\, as obras de McEwen propõem que o ato de viver em si é um esforço criativo\, até que termine – tal como fazer uma obra de arte.
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LOCATION:Gagosian\, 17-19 Davies St London\, Londres\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:Tarwuk na White Cube Mason's Yard
DESCRIPTION:Posadila sam kost u zimskom vrtu é a primeira exposição britânica da dupla de artistas TARWUK (Bruno Pogačnik Tremow e Ivana Vukšić\, ambos nascidos em 1981). Trabalhando como uma única entidade\, TARWUK criou uma instalação composta por um novo grupo de esculturas\, pinturas e obras sobre papel. O título da exposição\, que se traduz vagamente do esloveno para “Eu plantei um osso no jardim de inverno”\, é uma afirmação poética que reflete o ponto de partida dos artistas: a dicotomia entre a natureza em seu estado desenfreado e o cultivo de um “jardim” ordenado. Ao tomar o jardim como um símbolo do trabalho do homem e da luta inata\, como objeto e ornamento\, recinto e palco\, o jardineiro\, ou artista\, torna-se zelador de um terreno subconsciente. TARWUK faz parte de uma geração que envelheceu durante as guerras da Iugoslávia dos anos 1990. Embora agora a dupla viva e trabalhe em Nova York\, sua prática pode ser compreendida dentro do contexto das aspirações\, lutas e da consequente dissolução do antigo estado iugoslavo\, e de sua esquiva vanguarda artística. Combinando diferentes linguagens visuais e estilos de pintura para fazer conexões históricas sutis\, TARWUK emprega numerosas referências visíveis e invisíveis para criar micromundos multidisciplinares\, um lugar dinâmico de colaboração e intercâmbio. Um novo grupo de esculturas encontra seu lugar entre as pinturas figurativas de grande escala\, tornando-se parte de pinturas tenebrosas\, carnavalescas e mise-en-scènes teatrais\, consideradas pelos artistas como “modelos arquitetônicos de crescimento orgânico”\, onde viver é entendido como um ato performativo realizado em um palco cósmico. A partir dessa definição\, TARWUK constrói uma visão caleidoscópica e ilusória. Dois destes mise-en-scènes fazem uso de uma plataforma vermelha\, referência à infame intervenção artística de 1968 do coletivo de artistas Red Peristyle\, que pintou de vermelho-sangue a corte principal do Palácio do Imperador Romano Diocleciano em Split\, Croácia. A sensação de escapar das especificidades do tempo continua nas pinturas da dupla\, que se refere livremente\, entre outras coisas\, à linguagem do Simbolismo do final do século 19\, e ao modernismo expressivo de artistas do início do século 20\, como Edvard Munch e o grupo pós-Impressionista Les Nabis. Em suas pinturas\, TARWUK retrata figuras lânguidas dentro de uma abundância de detalhes decorativos renderizados em uma paleta de ouro\, tons de terra\, vermelho-sangue e cinza-prata etéreo em painéis escuros e estratificados.
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LOCATION:White Cube Mason’s Yard\, 25-26 Masons Yard St. James's\, Londres\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:Günther Förg na Hauser & Wirth
DESCRIPTION:Günther Förg (1952-2013) foi um prolífico pintor\, escultor\, designer gráfico e fotógrafo cujos ousados trabalhos conceituais incorporam e criticam os temas do movimento artístico conhecido como modernismo. Essa exposição\, na Galeria Norte do espaço londrino\, exibe Spot Paintings\, a série final do artista feita entre 2005 – 2010 antes de parar de pintar em 2010\, após sofrer um derrame. Nomeada como Tupfenbilder (que dá título à exposição)\, que é a palavra alemã para spot painting\, esse conjunto de trabalhos celebra o ato de pintar\, concebido sobre a prática anterior de Förg como pintor\, mas recriando suas explorações anteriores de forma inovadora. No palavras do próprio artista\, “Acho que a pintura é uma prática resiliente; se você olhar através da história da pintura\, ela não muda tanto\, e nós sempre a vemos no presente. Ainda está no presente”. Nesses trabalhos\, a pincelada em si se torna a protagonista principal\, representando um retorno final à pintura expressiva\, indicando a conclusão de uma espécie de ciclo – uma chegada à pintura como síntese de experimentação enraizada na história da arte. As Spot Paintings foram parcialmente influenciadas por fotografias do ateliê de Francis Bacon vistas por Förg. Nas imagens\, viam-se várias manchas coloridas de quando Bacon limpava o excesso de tinta de seus pincéis diretamente nas paredes e na porta de seu estúdio. Esse método também era familiar a Förg\, que costumava calcular a intensidade de uma cor ao retirar o pigmento de seu pincel para uma superfície de papel ou tecido. Desta forma\, Sem título (2007)\, como com suas outras Spot Paintings\, decreta uma irreverente inversão da tradição artística. Ao fazer isso\, “Günther Förg colocou-se no limite da discórdia – mas apenas para preservar a arte em um estado de equilíbrio precário: equilíbrio entre as tradições do passado e as necessidades do presente. Equilíbrio entre o racionalismo austero e a sensualidade ardente. Equilíbrio entre o rigor e a sagacidade. Equilíbrio entre a composição e a agitação. Equilíbrio entre os meios puramente artísticos e a representação social. Equilíbrio entre conceitualismo e corporeidade”\, como afirmou o historiador de arte Christian Malycha.
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LOCATION:Hauser & Wirth Londres\, 23 Savile Row W1S 2ET\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Action\, Gesture\, Paint" na Whitechapel Gallery
DESCRIPTION:Action\, Gesture\, Paint – Women Artists and Global Abstraction 1940–70 é uma grande exposição\, que reúne 150 quadros produzidos por toda uma geração negligenciada de 81 mulheres artistas internacionais. Alcançando além dos pintores predominantemente brancos\, homens cujos nomes são sinônimos do movimento expressionista abstrato\, esta exposição celebra as práticas das numerosas artistas internacionais femininas que trabalham com abstração gestual no rescaldo da Segunda Guerra Mundial. Diz-se frequentemente que o movimento expressionista abstrato começou nos EUA\, mas a amplitude geográfica dessa exposição demonstra que artistas do mundo todo estavam explorando temas similares aos da materialidade\, liberdade de expressão\, percepção e gesto\, dotando a abstração gestual com seus próprios contextos culturais específicos –desde a ascensão do fascismo em partes da América do Sul e Ásia Oriental até a influência do comunismo na Europa Oriental e China. A exposição apresenta mulheres reconhecidamente associadas ao movimento do Expressionismo Abstrato\, incluindo as norte-americanas Lee Krasner (1908-1984) e Helen Frankenthaler (1928-2011)\, ao lado de figuras menos conhecidas\, como a artista moçambicano-italiana Bertina Lopes (1924-2012) e a sul-coreana Wook-Kyung Choi (1940-1985\, obra da foto). Mais da metade das obras nunca estiveram em exposição pública no Reino Unido. Entre as artistas da exposição\, figuram expoentes como Gloria Gómez-Sánchez\, Marta Minujín\, Joan Mitchell\, Yolanda Mohalyi\, Tomie Ohtake\, Fayga Ostrower\, Betty Parsons e Maria Helena Vieira da Silva.
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LOCATION:Whitechapel Gallery\, 77-82 Whitechapel High St London\, London\, London\, Reino unido
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