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SUMMARY:Isaac Julien no Tate Britain
DESCRIPTION:Esta é a maior exposição já dedicada ao trabalho do filmmaker e artista Isaac Julien\, um dos mais importantes da atualidade. Esta mostra revela o escopo dos filmes e instalações iniciais de Isaac Julien do começo da década de 1980 até os dias de hoje. Esta exposição também destaca o pensamento crítico do artista e a forma como seu trabalho é capaz de quebrar barreiras\, transitando entre diversas mídias com desenhos\, filmes\, dança\, fotografia\, música\, teatro \, pinturas e esculturas. Nesta ocasião o visitante conhecerá trabalhos que vão de filmes antigos a videoinstalações em escalas enormes e multi-telas. 
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SUMMARY:Maria Bartuszová no Tate Modern
DESCRIPTION:Reunindo muitas obras pouco vistas antes no Reino Unido\, essa exposição retrospectiva apresenta as esculturas abstratas da artista eslovaca nascida em Praga Maria Bartuszová (1936-1996)\, que dedicou sua arte a explorar as relações entre as pessoas\, a natureza\, a matéria e a forma. Nascida em Praga\, ela passou a maior parte de sua carreira na cidade eslovaca da Europa Central de Košice\, perto das fronteiras da Hungria e da Ucrânia. A artista definiu o mundo da escultura em seus próprios termos\, utilizando métodos inovadores de fundição de gesso. De gotas de chuva e ovos ao corpo humano\, Bartuszová se inspirou nas formas e ciclos orgânicos do mundo natural. Ela trabalhou de forma criativa e incansável\, usando o processo fugaz e líquido de fundição para criar obras de arte simultaneamente sólidas e delicadas. A exposição abrange 30 anos de prática de Bartuszová\, desde o início dos anos 1960\, quando começou sua experimentação com a fundição\, até o final dos anos 1980. As esculturas em gesso branco abstrato da artista retêm a presença de seu corpo. Seu toque deixou vestígios\, seja a pressão da mão estampada pela gravidade ou debaixo d’água\, ou moldada pela respiração\, usando sua técnica radical de fundição de gesso com balões inflados. Bartuszová se baseou em sua experiência pessoal e em suas ideias sobre espiritualidade\, interconexão entre as pessoas e a natureza\, e os ciclos das estações. Ela criou um novo vocabulário artístico e escultórico com foco na contínua transformação das formas. Bartuszová trabalhou durante três décadas em Košice\, a segunda maior cidade da Eslováquia. Ela criou cerca de 500 esculturas\, desde pequenas formas orgânicas até comissionamentos para espaços públicos\, bem como land art\, apesar das restrições à sua vida artística durante este período. A exposição começa nos anos 1960\, quando Bartuszová experimentou usando seu próprio método distinto de fundir gesso à mão. Inspirada em brincar com sua jovem filha\, ela criou formas abstratas vertendo gesso em balões de borracha – seu material de assinatura era o gesso branco\, dando às esculturas uma qualidade frágil. As esculturas foram moldadas por meio de pressão\, puxões ou submersão em água\, criando formas únicas e distintas. Algumas sugerem gotas de chuva\, sementes ou ovos\, outras\, o corpo humano. Mais tarde\, ela permitiu que os balões rebentassem\, criando trabalhos delicados semelhantes a casulos ou ninhos. Nos anos 1980\, Bartuszová frequentemente fotografou suas obras ao ar livre para enfatizar seus laços estreitos com a natureza. A exposição também inclui uma seleção dessas imagens marcantes.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:Cézanne no Tate Modern
DESCRIPTION:Enfocando as tensões e contradições na obra de Paul Cézanne (1839-1906)\, essa ampla retrospectiva busca entender o artista em seu contexto\, como um jovem pintor ambicioso do sul do Mediterrâneo ansioso pela fama na Paris metropolitana. Apresentando muitas obras pela primeira vez no Reino Unido\, a mostra segue a luta de Cézanne entre a busca do reconhecimento oficial e a adesão aos impressionistas emergentes antes de perseguir incansavelmente sua própria linguagem\, num mundo em crescente aceleração.
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SUMMARY:Soheila Sokhanvari no Barbican Centre
DESCRIPTION:Rebel Rebel\, exposição que apresenta o primeiro grande comissionamento britânico para a artista iraniana Soheila Sokhanvari\, comemora ícones feministas do Irã pré-revolucionário. Sokhanvari transforma a Curva do Barbican Centre em um espaço devocional\, povoado de requintados retratos em miniatura de figuras culturais glamorosas do Irã. O projeto destaca as histórias raramente contadas dessas mulheres\, que seguiram carreiras criativas em uma cultura apaixonada pelo estilo ocidental\, mas não por suas liberdades. O espaço imersivo foi pintado à mão do chão ao teto com padrões geométricos baseados no design islâmico tradicional. Uma trilha sonora\, composta pelo músico grego radicado em Londres Marios Aristopoulos\, apresenta canções de cantoras iranianas icônicas da época. A exposição culmina com extravagantes esculturas espelhadas com projeções internas desenhadas a partir do documentário Filmfarsi (2019). Com humor e verve\, Rebel Rebel explora as contradições da vida das mulheres iranianas no período que vai de 1925 até a Revolução Islâmica de 1979\, um período explosivo de libertação e comercialização que se mostrou de curta duração. Quando Roohangiz Saminejad estrelou em Lor Girl (1932)\, o primeiro filme falado persa\, as gravações tiveram de ser feitas em Bombaim\, na Índia\, porque era muito controverso para uma mulher iraniana aparecer em público sem um véu. A produção foi um grande sucesso de bilheteria\, mas Saminejad sofreu um assédio terrível; mais tarde ela mudou seu nome e viveu o resto de sua vida no anonimato. No Barbican\, ela é a primeira de 28 mulheres retratadas por Soheila Sokhanvari em miniaturas parecidas com joias. Cada uma é um trabalho de amor\, pintada sobre couro de bezerro com um pincel de pelo de esquilo\, usando a antiga técnica da têmpera do ovo. Esses trabalhos são colocados contra os murais épicos pintados à mão ao longo da parede de 90 metros\, fazendo referência aos padrões islâmicos tradicionais\, concebidos para tonificar o observador para que ele pudesse contemplar a vastidão do universo e a grandeza de Deus. Ao passar o monólito espelhado de Sokhanvari\, baseado no monumento misterioso do clássico de ficção científica de Stanley Kubrick 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968)\, o espectador entra em um mundo no qual pintura\, escultura e som se combinam para induzir uma espécie de delírio feminista. Tomando emprestado da canção icônica de David Bowie de 1974\, Rebel Rebel presta homenagem à extraordinária coragem destas estrelas femininas\, que seguiram sua carreira em uma cultura enamorada pelo estilo ocidental\, mas não por suas liberdades sexuais\, e lamenta seu destino\, depois que a revolução de 1979 as deixou com uma escolha difícil: renunciar a qualquer papel na vida pública ou serem forçadas ao exílio. A paisagem sonora\, que tece juntas as vozes de artistas icônicas como Googoosh e Ramsés\, é especialmente pungente\, pois continua sendo ilegal no Irã que uma mulher cante em público. A própria Sokhanvari fugiu para o Reino Unido quando criança\, um ano antes do regime de Pahlavi ser derrubado; agora artista do Wysing Arts Centre\, ela trabalha todos os dias representando poeticamente as complexidades da vida no Irã pré-Revolucionário. A entrada é franca.
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SUMMARY:Soheila Sokhanvari no Barbican Centre
DESCRIPTION:Rebel Rebel\, exposição que apresenta o primeiro grande comissionamento britânico para a artista iraniana Soheila Sokhanvari\, comemora ícones feministas do Irã pré-revolucionário. Sokhanvari transforma a Curva do Barbican Centre em um espaço devocional\, povoado de requintados retratos em miniatura de figuras culturais glamorosas do Irã. O projeto destaca as histórias raramente contadas dessas mulheres\, que seguiram carreiras criativas em uma cultura apaixonada pelo estilo ocidental\, mas não por suas liberdades. O espaço imersivo foi pintado à mão do chão ao teto com padrões geométricos baseados no design islâmico tradicional. Uma trilha sonora\, composta pelo músico grego radicado em Londres Marios Aristopoulos\, apresenta canções de cantoras iranianas icônicas da época. A exposição culmina com extravagantes esculturas espelhadas com projeções internas desenhadas a partir do documentário Filmfarsi (2019). Com humor e verve\, Rebel Rebel explora as contradições da vida das mulheres iranianas no período que vai de 1925 até a Revolução Islâmica de 1979\, um período explosivo de libertação e comercialização que se mostrou de curta duração. Quando Roohangiz Saminejad estrelou em Lor Girl (1932)\, o primeiro filme falado persa\, as gravações tiveram de ser feitas em Bombaim\, na Índia\, porque era muito controverso para uma mulher iraniana aparecer em público sem um véu. A produção foi um grande sucesso de bilheteria\, mas Saminejad sofreu um assédio terrível; mais tarde ela mudou seu nome e viveu o resto de sua vida no anonimato. No Barbican\, ela é a primeira de 28 mulheres retratadas por Soheila Sokhanvari em miniaturas parecidas com joias. Cada uma é um trabalho de amor\, pintada sobre couro de bezerro com um pincel de pelo de esquilo\, usando a antiga técnica da têmpera do ovo. Esses trabalhos são colocados contra os murais épicos pintados à mão ao longo da parede de 90 metros\, fazendo referência aos padrões islâmicos tradicionais\, concebidos para tonificar o observador para que ele pudesse contemplar a vastidão do universo e a grandeza de Deus. Ao passar o monólito espelhado de Sokhanvari\, baseado no monumento misterioso do clássico de ficção científica de Stanley Kubrick 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968)\, o espectador entra em um mundo no qual pintura\, escultura e som se combinam para induzir uma espécie de delírio feminista. Tomando emprestado da canção icônica de David Bowie de 1974\, Rebel Rebel presta homenagem à extraordinária coragem destas estrelas femininas\, que seguiram sua carreira em uma cultura enamorada pelo estilo ocidental\, mas não por suas liberdades sexuais\, e lamenta seu destino\, depois que a revolução de 1979 as deixou com uma escolha difícil: renunciar a qualquer papel na vida pública ou serem forçadas ao exílio. A paisagem sonora\, que tece juntas as vozes de artistas icônicas como Googoosh e Ramsés\, é especialmente pungente\, pois continua sendo ilegal no Irã que uma mulher cante em público. A própria Sokhanvari fugiu para o Reino Unido quando criança\, um ano antes do regime de Pahlavi ser derrubado; agora artista do Wysing Arts Centre\, ela trabalha todos os dias representando poeticamente as complexidades da vida no Irã pré-Revolucionário. A entrada é franca.
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SUMMARY:Barbara Chase-Riboud na Serpentine Gallery
DESCRIPTION:Primeira individual no Reino Unido da artista\, romancista e poeta Barbara Chase-Riboud (1939\, Filadélfia\, EUA\, vive e trabalha em Paris)\, “Barbara Chase-Riboud: Infinite Folds” apresenta uma seleção de esculturas em larga escala ao lado de trabalhos em papel que datam dos anos 1960 até hoje. A mostra marca a estreia no Reino Unido de algumas peças inéditas e de algumas das obras mais célebres da obra abrangente da artista. Com uma carreira de mais de sete décadas\, Chase-Riboud inovou na técnica escultórica e na materialidade pela interação entre dobras de bronze fundido ou alumínio e bobinas de lã e seda que são atadas\, trançadas\, enlaçadas e tecidas. Ao combinar materiais com diferentes qualidades\, como duro e macio\, leve e pesado\, tátil e rígido\, as obras de Chase-Riboud dão uma abordagem estética à base escultural através do uso de “saias” de fibra\, ainda dentro do interesse da artista em formas artesanais que unem princípios opostos. Paralelamente à sua prática escultórica\, Chase-Riboud é uma distinta poeta e escritora de ficção histórica. Ela obteve sucesso literário já com seu romance de estreia\, “Sally Hemings”. Publicado em 1979\, narra a relação romântica entre o presidente americano Thomas Jefferson e a mulher escravizada Sally Hemings\, revelando que ela era a mãe de seis de seus filhos. Desde então\, Chase-Riboud publicou mais de dez romances e coleções de poesia\, incluindo “Ecos do Leão”\, adaptado para as telas e conhecido internacionalmente como o aclamado “Amistad”. Comprometida com histórias e culturas transnacionais em primeiro plano\, Chase-Riboud se inspira em sua experiência de viver\, trabalhar e viajar pela Europa Ocidental e Oriental\, Ásia Ocidental\, Norte da África e Sudeste Asiático. Os encontros de Chase-Riboud com a arquitetura e escultura clássica e artefatos históricos de tradições ocidentais e não-ocidentais são a fonte de seu fascínio recorrente com o monumento público. Em sua série principal\, “The Monument Drawings”\, e através de uma seleção de esculturas que datam do final dos anos 1960\, Chase-Riboud imagina edificações e memoriais em homenagem a várias figuras históricas\, culturais\, artísticas e literárias. Estas incluem\, entre outras\, Sarah Baartman\, Malcolm X\, a mãe de Peter Paul Rubens\, Josephine Baker\, a Rainha de Sabá e o Rei Salomão\, Cleópatra\, Anna Akhmatova e Lady Macbeth. Essas obras monumentais abrangem as noções de memória\, legado e poder\, levando a uma reflexão sobre quais pessoas e eventos são comemorados\, e por quem. Em cartaz na Serpentine North\, em Kensington Gardens\, onde estátuas públicas emolduram a paisagem\, “Barbara Chase-Riboud: Infinite Folds” destaca as figuras muitas vezes desconhecidas que continuam a moldar nossas impressões sobre o passado e o presente.
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LOCATION:Serpentine Gallery\, Londres Grande Londres Inglaterra\, Londres\, Inglaterra\, Reino unido
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SUMMARY:Turner na National Gallery
DESCRIPTION:Pela primeira vez em um século\, dois quadros inéditos de Turner estão voltando para casa para uma exposição especial. A dupla Harbour of Dieppe: Changement de Domicile e Cologne\, the Arrival of a Packet-Boat: Evening deixaram a Grã-Bretanha rumo a Nova York em 1914\, quando foram adquiridos pelo industrial americano Henry Clay Frick\, onde permaneceram desde então como obras-primas da Frick Collection.  Joseph Mallord WilliamTurner tornou-se famoso como um artista viajante\, que atravessava a Europa todos os anos\, enchendo vorazmente seu caderno de esboços com estudos das cidades continentais\, apesar das viagens muitas vezes árduas que o levavam a cada uma delas. Ele pintou as obras da Frick Collection em seu estúdio de Londres após viagens à França e Alemanha no início dos anos 1820. Mostrando os movimentados portos de Dieppe e Colônia –as portas de entrada para duas grandes viagens que o artista fez pela Europa– as pinturas de Frick demonstram o fascínio de Turner ao longo de toda sua vida pelo tema dos portos\, como lugares dinâmicos e transitórios\, privilegiados para a exploração de sua abordagem radical da cor\, da luz e da pincelada. Quando as pinturas foram exibidas pela primeira vez na Academia Real\, em 1825 e 1826 respectivamente\, tanto os críticos quanto o público ficaram chocados com a luz dourada do sol que irradiava das monumentais telas. Dois séculos mais tarde\, as pinturas ainda deslumbram. Trazendo-os a uma nova geração\, essa exposição apresenta a oportunidade única de ver o par sob o mesmo teto que as pinturas de Claude Gellée (1604/5-1682)\, que podem tê-los inspirado diretamente\, bem como outras obras do acervo da National Gallery muito apreciadas por Turner.
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LOCATION:National Gallery\, Trafalgar Square London Greater London\, Greater London\, London\, Reino unido
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SUMMARY:Lynette Yiadom-Boakye no Tate Britain
DESCRIPTION:A Tate Britain celebra o retorno da grande retrospectiva de Lynette Yiadom-Boakye aberta em 2020 e infelizmente encerrada pela pandemia. Lynette Yiadom-Boakye é uma artista e escritora britânica aclamada por seus retratos enigmáticos de pessoas fictícias. Esta exposição reúne cerca de 70 obras de 2003 até os dias de hoje na mais extensa pesquisa da carreira da artista até a atualidade. As figuras nas pinturas de Yiadom-Boakye não são pessoas reais: ela as cria a partir de imagens encontradas e de sua própria imaginação. Tanto familiares quanto misteriosas\, elas convidam os espectadores a projetar suas próprias interpretações\, e levantam importantes questões de identidade e representação. Muitas vezes pintadas em investidas rápidas\, espontâneas e instintivas\, suas figuras parecem existir fora de um tempo ou lugar específico. Suas pinturas estão associadas a títulos poéticos\, como “Tie the Temptress to the Trojan” (2016) e “To Improvise a Mountain” (2018). Escrever é central na prática artística de Yiadom-Boakye\, como ela explicou: “Escrevo sobre as coisas que não posso pintar e pinto as coisas sobre as quais não posso escrever”. Yiadom-Boakye recebeu o prestigioso Carnegie Prize em 2018 e foi a ganhadora do Pinchuk Foundation Future Generation Prize em 2012. Ela foi uma das pré-selecionadas para o Turner Prize em 2013. Essa exposição atualmente esteve em itinerância internacional antes de ser reaberta na Tate Britain para uma temporada de três meses. A organização da mostra é da Tate Britain em colaboração com Moderna Museet (Estocolmo)\, Kunstsammlung Nordrhein-Westfalen (Düsseldorf) e Musée d’Art Moderne Grand-Duc Jean (Mudam – Luxembourg).
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LOCATION:Tate Britain\, Millbank London Greater London\, Londres\, Londres\, Reino unido
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