BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Arte Que Acontece - ECPv6.15.20//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-WR-CALNAME:Arte Que Acontece
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para Arte Que Acontece
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20230101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240301T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240901T180000
DTSTAMP:20260504T072956
CREATED:20240301T133938Z
LAST-MODIFIED:20240529T144309Z
UID:46850-1709287200-1725213600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"George Love: além do tempo" no MAM SP
DESCRIPTION:George Love\, Ilha do Marajó\, 1971 – Imagem que fez parte dos livros Amazônia e Alma e Luz.\n\n\n\nNo despertar da cultura fotográfica brasileira na segunda metade do século XX\, um nome figura entre as maiores referências: George Love. Artista carismático\, ele sempre foi cercado por uma aura de mistério\, que beirava a lenda\, de tão conhecido quanto enigmático que era\, pelo tanto que ele foi exposto e como ficou escondido. \n\n\n\nAtuando em uma era de efervescência intelectual\, de questionamento comportamental e de transição de costumes\, George exibia um intenso brilho em suas realizações\, na interação profissional e no convívio particular. A luz que trazia ao ambiente extravasava paredes e repercutia na atmosfera e nas pessoas\, que vislumbravam as infinitas possibilidades de um marcante meio de expressão. Suas ações no meio cultural\, editorial e corporativo expandiam os horizontes da fotografia\, abrindo caminhos adiante do seu tempo. Conscientemente ou não\, gerações de fotógrafos brasileiros seguem sua inspiração e seu modelo\, que se realça entre as raízes de nossa contemporaneidade. \n\n\n\nChamá-lo de gênio também não é hipérbole. George Leary Love nasceu em 24 de maio de 1937\, em Charlotte\, Carolina do Norte\, Estados Unidos. Negro\, filho único em uma família simples e culta\, concluiu seus primeiros estudos superiores antes dos 20 anos. Adotou a câmera fotográfica também cedo\, vislumbrando a possibilidade profissional no segmento de fotografia de viagem\, representado por arquivos de imagens\, um mercado importante na época\, com o qual se manteria ligado por toda sua vida profissional. Fixando-se em Nova York para mais estudos\, logo passou a se dedicar à fotografia como criação autoral\, tendo suas primeiras mostras em galerias de Manhattan\, dando cursos e palestras. Assim\, foi aceito como um dos mais jovens participantes da Association of Heliographers\, um grupo restrito de expoentes da fotografia americana que promovia a arte\, propunha sua expansão e inovava no uso de impressões coloridas no meio expositivo. George Love se identificava com a proposta\, de forma que o ideário dessa associação é chave importante para compreender a obra que desenvolveu por toda a sua vida. Em pouco tempo\, o jovem fotógrafo se tornou vice-presidente e coordenador da galeria da associação. Foram dois anos intensos\, entre 1963 e o fim de 1965\, até o encerramento da entidade\, por carência de recursos. \n\n\n\nA perspectiva de um novo rumo lhe foi oferecida por uma rara heliógrafa estrangeira\, que o estimulou a se aventurar pelo continente sul-americano. Em janeiro de 1966\, George juntava-se a Claudia Andujar em Belém para uma inusitada expedição no interior da Amazônia\, verdadeira epopeia até a terra dos Xicrin. Voltaram para Belém\, subiram pelo rio até Iquitos\, depois Lima e Bolívia\, e entraram de volta no Brasil pelo famoso “trem da morte”. Fixaram-se em São Paulo\, no apartamento da Avenida Paulista\, casaram-se… e\, então\, o resto é história. \n\n\n\nZé De Boni (curador)
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/george-love-alem-do-tempo-no-mam-sp/
LOCATION:MAM SP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n° - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:Destaque,São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/03/George-Love-Ilha-do-Marajo-1971-Imagem-que-fez-parte-dos-livros-Amazonia-e-Alma-e-Luz.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240302T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240804T180000
DTSTAMP:20260504T072956
CREATED:20240301T175122Z
LAST-MODIFIED:20240306T191331Z
UID:46893-1709373600-1722794400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Lygia Clark: Projeto para um planeta" na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:Lygia Clark\, Projeto para um planeta\, 1960\n\n\n\nA Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, apresenta Lygia Clark: Projeto para um planeta\, exposição panorâmica de uma das artistas brasileiras mais relevantes do século XX. A mostra ocupa as sete galerias expositivas da Pinacoteca Luz com mais de 150 obras que demonstram o legado dos mais de 30 anos de carreira da artista. Com curadoria de Ana Maria Maia e Pollyana Quintella\, a exposição comemora o centenário de Lygia Clark\, apresentando obras como Projeto para um planeta (1960) – da série Bichos\, que dá nome à exposição\, a instalaçãoA casa é o corpo\, feita para a Bienal de Veneza de 1968\, e Maquete para interior nº3\, reproduzida em grande escala especialmente para a Pinacoteca. \n\n\n\nLygia Clark foi uma das artistas responsáveis por reestruturar o vocabulário artístico brasileiro a partir da década de 1960\, desafiando as fronteiras entre o papel do artista e do público\, e propondo uma nova relação entre corpo e objeto. Na Pinacoteca\, a exposição estabelece uma conexão entre as diferentes fases da carreira de Clark\, apresentando suas pinturas iniciais\, a passagem pelo movimento neoconcreto\, proposições participativas e projetos arquitetônicos. A mostra reúne uma grande seleção de obras históricas vistas poucas vezes nos últimos anos. \n\n\n\n“Lygia Clark tem um lugar fundamental na formação de repertório sobre formas de produzir e experimentar arte. Passados 18 anos desde a última mostra dedicada à artista no museu\, é preciso assegurar que públicos das mais variadas origens e idades\, sobretudo estudantes\, possam não apenas ler sobre as obras e proposições da artista\, mas acessá-las e vivenciá-las presencialmente”\, contam as curadoras.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/lygia-clark-projeto-para-um-planeta-na-pinacoteca-luz/
LOCATION:Pinacoteca Luz\, Av. Tiradentes\, 273 – Luz\, São Paulo\, SP
CATEGORIES:Destaque,São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Lygia-Clark-Projeto-para-um-planeta-1960.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240322T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240728T180000
DTSTAMP:20260504T072956
CREATED:20240321T161049Z
LAST-MODIFIED:20240321T161053Z
UID:47426-1711101600-1722189600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Francis Bacon: a beleza da carne" no MASP
DESCRIPTION:Francis Bacon\, Two Figures with a Monkey [Duas figuras com um macaco]\, 1973. © The Estate of Francis Bacon. Todos os direitos reservados. AUTVIS\, Brasil / DACS/Artimage\, Londres 2024\n\n\n\nO MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 22 de março a 28 de julho de 2024\, Francis Bacon: a beleza da carne\, que ocupa o espaço expositivo no 1o andar do museu. Com curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, Laura Cosendey\, curadora assistente\, MASP\, e assistência de Isabela Ferreira Loures\, assistente curatorial\, MASP\, a exposição pretende evidenciar como o artista\, com sua pintura inovadora e impactante\, abriu caminhos para a presença queer na cultura visual. \n\n\n\nCobrindo mais de quatro décadas de trabalho do britânico\, a mostra\, com patrocínio master do Nubank e patrocínio da Vivo\, reúne mais de vinte obras de Bacon\, desde as décadas iniciais de sua produção até os anos 1980\, e é acompanhada de um catálogo com ensaios inéditos. As obras provêm de empréstimos de museus como Tate (Inglaterra)\, MoMA (Nova York)\, Metropolitan Museum (Nova York)\, Museum Boijmans van Beuningen (Países Baixos)\, Museu Tamayo (México)\, Fondation Beyeler (Suíça)\, Stedelijk Museum (Países Baixos)\, entre inúmeras outras instituições de renome internacional e coleções particulares.  \n\n\n\nFrancis Bacon (Dublin\, Irlanda\, 1909—1992\, Madrid\, Espanha) é considerado um dos mais importantes pintores da arte do século 20\, com mais de seis décadas de produção. Filho de pais ingleses\, teve uma infância difícil\, em um ambiente familiar violento. Aos dezesseis anos\, foi expulso de casa por seu pai e\, após passar um período em Berlim e em Paris\, fixou-se em Londres a partir dos anos 1930\, onde iniciaria sua carreira como artista. Bacon construiu uma obra contundente e marcante\, tornando-se um nome fundamental para a renovação da pintura figurativa. \n\n\n\nO artista voltou-se especialmente para as figuras masculinas\, seu objeto de desejo\, em retratos e nus. A exposição apresenta retratos de homens com quem ele teve relacionamentos marcantes\, como Peter Lacy (1916-1962) e George Dyer (1934-1971)\, além de outras figuras importantes em sua vida\, como seu companheiro próximo John Edwards.  \n\n\n\nO título da mostra\, A beleza da carne\, faz referência a um relato do artista em uma das entrevistas conduzidas pelo crítico de arte e importante interlocutor ao longo de sua carreira\, David Sylvester. Bacon conta que\, ao se deparar com a vitrine de um açougue\, refletiu: “[…] enquanto pintor\, devemos lembrar que há essa grande beleza na cor da carne. […] Nós\, obviamente\, somos carne\, somos carcaças em potencial. Quando vou a um açougue\, sempre penso que é surpreendente que eu não esteja lá no lugar do animal”.  \n\n\n\nA fisicalidade do corpo é traduzida pelo artista em texturas espessas e oleosas\, conferindo às figuras formas quase abstratas. As pinturas de Bacon reúnem em si uma grande variedade de fontes iconográficas\, revisitando temas canônicos e combinando referências da história da arte com suas experiências pessoais e percepções sobre o corpo masculino. \n\n\n\n“Seja em suas obras iniciais\, que muitas vezes transgrediam símbolos da cristandade\, ou naquelas que retratavam nus masculinos\, a fisicalidade do corpo também é matéria central de sua obra”\, analisa a curadora Laura Cosendey. “Essa simbologia da carne por Bacon condensa em si extremos: o espiritual e o animal\, o frescor e a putrefação. Ela é a própria materialidade de nossa existência ‘em carne e osso’\, mas também é ícone do desejo carnal\, do instinto natural do corpo”\, finaliza.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/francis-bacon-a-beleza-da-carne-no-masp/
LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:Destaque,São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/03/RESTRICAO-DE-USO-VER-LEGENDA-Francis-Bacon-Two-Figures-with-a-Monkey-1973-scaled.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR