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SUMMARY:Helena Almeida no IMS Paulista
DESCRIPTION:A exposição Fotografia habitada\, antologia de Helena Almeida\, 1969-2018 será a primeira individual da renomada artista portuguesa no Brasil. Com curadoria de Isabel Carlos\, curadora de arte contemporânea e historiadora da arte\, a mostra apresentará uma seleção de obras que têm como suporte a fotografia e o desenho\, realizadas entre 1969 e 2018. Os trabalhos abordam temas recorrentes na produção de Almeida\, como a interrogação dos gêneros e dos processos artísticos e a autorrepresentação da artista e da mulher. Em sua produção\, mais do que um gênero artístico ou documental\, a fotografia é um suporte conceitual das ideias e dos processos da criação. Essa subversão dos limites das definições da obra de arte\, além da constante reiteração da sua condição de mulher artista\, confere atualidade ao trabalho de Helena Almeida\, confirmando a relevância histórica do seu papel numa geração que abriu novos caminhos e processos nos modos de pensar e articular a relação entre a arte e a vida.
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SUMMARY:"Marta Minujín: Ao Vivo" na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:Mostra panorâmica desdobra-se em diferentes momentos da carreira de Marta Minujin com projetos imersivos que\, ao articularem cor\, som e movimento\, tornam corpórea\, sinestésica e lúdica a experiência política da arte. O experimentalismo acompanha a artista em sua trajetória\, que será pela primeira vez apresentada de forma panorâmica no Brasil. A mostra ocupará a galeria de exposições temporárias da Pina Luz e terá uma obra monumental\, o inflável Árbol de los deseos (2020)\, instalada do entorno do museu. Entre o pensamento utópico e um grande fôlego de realização pública e coletiva\, Marta Minujín (Buenos Aires\, 1943) construiu uma das mais destacadas obras da arte contemporânea latino-americana. O início da sua trajetória remonta ao informalismo e a diálogos com o pop e a arte conceitual\, e\, já na virada pros anos 1970\, adentra o contexto da contracultura\, no qual\, além de obras em suportes tradicionais\, a performance\, os happenings\, a videoarte e as intervenções urbanas ganham evidência.
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SUMMARY:"Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro" no Sesc Belenzinho
DESCRIPTION:A centralidade do pensamento negro no campo das artes visuais brasileiras\, em diferentes tempos e lugares. Essa é uma das principais premissas que norteiam o processo curatorial da mostra Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro\, a mais abrangenteexposição dedicada exclusivamente à produção de artistas negros já realizada no país\, que será aberta dia 02 de agosto\, no Sesc Belenzinho\, em São Paulo. A partir de 2024 uma parte da mostra circulará em espaços do Sesc por todo o Brasil pelos próximos 10 anos. \n\n\n\nA ideia nasceu em 2018\, um projeto de pesquisa fruto do desejo institucional do Sesc em conhecer\, dar visibilidade e promover a produção afro-brasileira. Para sua realização\, foram convidados os curadores Hélio Menezes e Igor Simões. Em 2022\, o projeto passa a ter a curadoria geral de Simões com os curadores adjuntos Marcelo Campos e Lorraine Mendes. \n\n\n\nPensamento Negro – A exposição apresentará ao público trabalhos em diversas linguagens artísticas como pintura\, fotografia\, escultura\, instalações e videoinstalações\, produzidos entre o fim do século XVIII até o século XXI por 240 artistas negros\, entre homens e mulheres cis e trans\, de todos os Estados do Brasil. Lista dos artistas ao final. \n\n\n\nPara se chegar a esse expressivo e representativo número de artistas negros\, presentes em todo o território nacional\, foram abertas duas importantes frentes. Na primeira\, foram realizadas pesquisas in loco em todas as regiões do Brasil com a participação do Sesc em cada estado\, com o objetivo de trazer a público vozes negras da arte brasileira. Essas ações desdobraram-se em atividades e programas como palestras\, leituras de portfólio\, exposições\, entre outros\, com foco local. Vale ressaltar que esse processo teve uma atenção especial para que não se limitasse apenas às capitais do país\, englobando também a produção artística da população negra de diversas localidades\, como cidades do interior e comunidades quilombolas.  \n\n\n\nA equipe curatorial pesquisou obras e documentos em ateliês\, portfólios e coleções públicas e particulares\, para oferecer ao público a oportunidade de conhecer um recorte da história da arte produzida pela população negra do Brasil e entender a centralidade do pensamento negro na arte brasileira. \n\n\n\nA segunda frente foi a realização de um programa de residência artística on line intitulado “Pemba: Residência Preta”\, que contou com mais de 450 inscrições e selecionou 150 residentes. De maio a agosto de 2022\, os integrantes foram orientados por Ariana Nuala (PE)\, Juliana dos Santos (SP)\, Rafael Bqueer (PA)\, Renata Sampaio (RJ) e Yhuri Cruz (RJ). A Residência\, que reuniu artistas\, educadores e curadores/críticos\, contou ainda com uma série de aulas públicas com a participação de Denise Ferreira da Silva\, Kleber Amâncio\, Renata Bittencourt\, Renata Sampaio\, Rosana Paulino e Rosane Borges\, disponíveis no canal do Youtube do Sesc Brasil. \n\n\n\nNúcleos – A proposta curatorial rompe com divisões como cronologia\, estilo ou linguagem. Para esta exposição de arte preta\, não caberá a junção formal\, estilística ou estética. Dessa maneira\, os espaços expositivos do Sesc Belenzinho contarão com sete núcleos: Romper\, Branco Tema\, Negro Vida\, Amefricanas\, Organização Já\, Legitima Defesa e Baobá\, que têm como referência pensamentos de importantes intelectuais negros da história do Brasil como Beatriz Nascimento\, Emanoel Araújo\, Guerreiro Ramos\, Lélia Gonzales e Luiz Gama.
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LOCATION:Sesc Belenzinho\, 1000 R. Padre Adelino Belenzinho\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Leonilson. Corpo Político" na Almeida & Dale
DESCRIPTION:Entender a fragilidade como uma forma poética de fortaleza e de empoderamento pode ser uma das chaves para entender também o trabalho íntimo e reflexivo de um dos artistas brasileiros mais destacados internacionalmente como é Leonilson\, nascido em Fortaleza\, Ceará\, em 1957. Sua produção inclui pintura\, desenho e bordado\, e carrega uma abordagem íntima e autobiográfica\, explorando temas como amor\, sexualidade\, solidão\, doença e morte. \n\n\n\nNo ano em que se completa 30 anos de sua morte\, um ciclo de homenagens iniciado em maio\, na Capela do Morumbi\, continua\, a partir do dia 5 de agosto\, com a exposição Leonilson. Corpo Político\, na Almeida & Dale Galeria de Arte\, com curadoria do historiador espanhol Agustin Perez-Rubio. O recorte proposto para toda a programação\, pretende compreender sua prática artística sob uma perspectiva política\, identificando como ele se posicionou diante das questões sociais que enfrentou. \n\n\n\nCom cerca de 70 obras\, distribuídas em salas\, o curador destaca algumas delas que compõem a mostra: Leo não pode mudar o mundo (1991)\, [… consegue… (1989)]\, O homem moderno (1986)\, Ianomami Iguaçú (1988)\, Norte (1988)\, José (1991)\, Empty man (1991)\, Dignidade Fragilidade\, Desejo (1991)\, O vita (1992)\, Sexo amor família amigos dinheiro (1991)\, The game is over (1991)\, 3 at same time (sic) (1990)\, Pobre Sebastião (1993)\, Origins; Fantasy; Pleasure; Allegory (1990)\, Slave (1990); Bad Boy; Fragile Soul (1990). \n\n\n\nO projeto contempla tanto a visão de Leonilson em relação a questões ecológicas e à preservação da memória de certos territórios\, como sua experiência como um corpo que não se encaixa nas normas heteronormativas. Isso se reflete em sua autorrepresentação ficcional e em sua sexualidade livre\, suas alianças com outras minorias\, seus valores políticos projetados a partir das notícias do cotidiano; sua política de afeto em relação à família – tanto a de sangue quanto a escolhida – e em seu empoderamento como um corpo frágil e doente\, onde a política de cuidado também faz parte de seu legado. \n\n\n\nEm 28 de maio de 1993\, o artista faleceu devido a complicações relacionadas ao HIV/Aids. Seu legado artístico transcende suas experiências e contexto\, e hoje é essencial para compreender algumas das derivas artísticas do final do século 20. Durante sua carreira\, desenvolveu um estilo distintivo\, caracterizado por linhas delicadas\, imagens simbólicas e o uso de palavras e letras em suas composições. Ele combinava diferentes técnicas\, como pintura acrílica\, colagem e bordado\, criando obras que eram tanto visualmente cativantes quanto carregadas de significado. \n\n\n\n“Acho que o legado de Leonilson é essencial tanto estética quanto politicamente. Seu trabalho está repleto de referências para muitos outros jovens artistas que hoje vêem em sua prática artística reflexos poéticos de como enfrentou questões sociais e políticas ao inovar em formas de representação e comunicação”\, diz o curador.
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SUMMARY:"Cao Fei: o futuro não é um sonho" na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Cao Fei: o futuro não é um sonho é a primeira mostra individual da artista chinesa na América Latina e apresenta quatro conjuntos de trabalhos com temas que analisam o modo como as rápidas mudanças sociais do século XXI\, atravessadas pelo intensivo uso das tecnologias\, vem afetando a subjetividade e as experiências humanas. \n\n\n\nOs temas que orientam a mostra são: “Manufatura e globalização”\, “O passado e o presente do mundo vir­tual”\, “Memórias do socialismo e sci-fi” e “Urbanização e distopia”. O objetivo é introduzir a produção de Fei ao público brasileiro a partir de trabalhos que exploram mídias como o vídeo\, a fotografia e a instalação. \n\n\n\nO interesse de Cao Fei pelos impactos da revolução tecnológica que colocou a China entre os líderes globais no setor orienta a pesquisa da artista desde o início da sua carreira\, nos anos 2000.  \n\n\n\nUm de seus trabalhos mais conhecidos é o filme RMB City (2007); a partir de experimentos no jogo Second Life\, uma plataforma virtual que simula a vida real a partir da interação de avatares\, Cao Fei construiu uma enorme cidade com diversas referências à China real\, aberta ao público de 2009 a 2011 e tida como um grande experimento teste das relações entre o real o virtual. \n\n\n\nOutros destaques são os trabalhos i.Mirror [i.espelho] (2007) e Oz (2022) — que mostram a imersão da artista no Second Life e metaverso permeadas por avatares\, experiências e projeções de futuros imaginados a partir da relação entre homem e máquina —\, e as videoinstalações Rumba II: Nomad [Rumba II: Nômade]\, 2015\, e The Eternal Wave [A onda eterna]\, 2020. \n\n\n\nEm Rumba II: Nomad aspiradores robôs tentam inutilmente limpar um espaço recém demolido na periferia de Pequim e em “The Eternal Wave” Fei convida o expectador a fazer uma viagem no tempo utilizando óculos de realidade virtual\, visitando as áreas dentro e ao redor do cinema que agora sofre ameaças de demolição.
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SUMMARY:"Murilo Mendes\, poeta crítico: o infinito íntimo" no MAM SP
DESCRIPTION:Desde seu encontro com Ismael Nery\, em 1921\, até sua morte em 1975\, Murilo Mendes foi uma das figuras mais influentes da vida artística brasileira. Foi crítico de arte\, colecionador\, organizador de exposições\, além de poeta. Exerceu papel determinante na formação de toda uma geração de críticos\, de Mario Pedrosa a Antônio Bento e Rubens Navarra e foi interlocutor de Mário de Andrade no que diz respeito à arte carioca. Essa importância\, no entanto\, raramente lhe é reconhecida. \n\n\n\nSeu pensamento crítico encontra-se espalhado em jornais e revistas\, em muitos poemas e prosas poéticas\, entretanto somente no fim da vida Murilo organizou parte de seus textos críticos em um volume publicado postumamente\, A invenção do finito. Em 1994\, sua coleção de arte foi adquirida pela Universidade Federal de Juiz de Fora\, que criou o Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM) e desde então organiza mostras e publicações sobre o acervo. Esta exposição teria sido impossível sem o trabalho rigoroso que o MAMM vem desenvolvendo há décadas. \n\n\n\nA exposição está dividida em três blocos: o primeiro aborda o círculo de Murilo Mendes e Ismael Nery no Rio de Janeiro nas décadas de 1920 e 1930\, com alguns desdobramentos na década seguinte. Nessa fase\, Murilo apoia um conjunto de artistas como o próprio Nery\, Cícero Dias\, Alberto da Veiga Guignard e Jorge de Lima\, que cultivam uma relação estreita entre artes plásticas e poesia\, próximos das poéticas surrealistas e metafísicas\, mas com divergências. Por outro lado\, opõe-se às tendências dominantes na época\, realistas e defensoras de uma volta ao métier\, a serviço do nacionalismo e do engajamento social. É a fase “rebelde” de Murilo. \n\n\n\nO segundo bloco da exposição abrange de meados da década de 1930 até sua mudança para a Itália em 1957. Mendes já é um poeta famoso e um crítico influente. Seu leque de interesses se amplia: Lasar Segall\, Bruno Giorgi\, Maria Martins\, Alberto Magnelli. Começa a montar uma coleção de arte que reunia várias obras adquiridas em suas viagens à Europa. \n\n\n\nDe grande importância\, nessa fase\, é a convivência com artistas que chegaram ao Rio de Janeiro da Europa fugindo do nazismo\, em particular com o casal Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes. O círculo que se forma em volta desses artistas inclui Milton Dacosta\, Djanira\, Ione Saldanha\, Almir Mavignier\, Carlos Scliar\, Fayga Ostrower\, entre outros. Murilo passa a se interessar por poéticas abstracionistas\, mas não adere ao concretismo. \n\n\n\nO terceiro bloco abrange o período em que Murilo viveu em Roma\, a partir de 1957\, onde leciona literatura brasileira na universidade. Lá aproxima-se do crítico de arte Giulio Carlo Argan\, com quem compartilha o interesse por artistas italianos que praticavam um abstracionismo não geométrico\, sem aderir de todo ao informalismo. Interessa-se pela arte optical e cinética e colabora com artistas como Alberto Magnelli\, Lucio Fontana e Soto em mostras e publicações. Organiza exposições de artistas brasileiros contemporâneos na galeria da Embaixada do Brasil em Roma\, incluindo Volpi\, Goeldi\, Weissmann\, Mavignier entre outros. O ápice dessa última fase talvez seja a curadoria da representação brasileira na Bienal de Veneza de 1964\, a primeira em que o Brasil conta com seu próprio pavilhão. Com esta exposição espera-se que o espaço reservado a Murilo Mendes crítico de arte e colecionador\, tanto na sua biografia como na história da crítica brasileira\, se afirme e se expanda.
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LOCATION:MAM SP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n° - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
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