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SUMMARY:Clarissa Tossini na Luisa Strina
DESCRIPTION:A artista Clarissa Tossin apresenta sua produção recente na individual Vulneravelmente Humano. A respeito da exposição\, o crítico Pedro Cesarino escreve: “As obras reunidas em Vulneravelmente Humano atestam que a relação entre a arte contemporânea e modos de existência tais como os ameríndios não é episódica e nem decorrente de uma moda antropológica passageira. Clarissa Tossin evidencia que a conexão entre conhecimentos indígenas e a catástrofe planetária em curso é inexorável. Para que um projeto artístico consiga reagir aos dilemas contemporâneos\, torna-se cada vez mais indispensável estabelecer formas de interlocução que estabeleçam alternativas às matrizes estéticas ocidentalizadas. Afinal\, é esse diálogo que permitirá oferecer pontos de vista sobre os impasses civilizatórios nos quais estamos todos envolvidos. Os tempos pedem\, de fato\, para uma reflexão transversal\, que tome tais impasses como o seu cerne e que\, a partir daí\, ofereça contrapontos à clausura em curso. Situar a posição a partir da qual se fala e se constrói um determinado discurso implica em potencializar o diálogo\, e não em interrompê-lo. Tal parece ser o apelo de Clarissa Tossin\, que consegue sobrepor de maneira sagaz as tensões causadas pelo encontro nada pacífico de distintas maneiras de se conceber o espaço e o corpo. […] A obsessão ocidental pelo controle energético – matriz de sua invenção civilizatória e de suas narrativas – vai então se estender para o universo\, como no caso de uma lei estadunidense de 2015 que descarta o acordo firmado pela ONU em 1979\, segundo o qual a Lua deveria ser preservada como patrimônio comum da humanidade. As séries Elemento Valioso e O 8º Continente (2021) apontam para o esquadrinhamento do espaço lunar como uma fonte possível de recursos\, capaz de sustentar a empresa exploratória capitalista para além de seus domínios originais na Terra. Depois de ter alterado a composição social\, política e econômica do planeta pela expansão colonial do século XVI em diante\, as potências mundiais saem em busca de novas fronteiras\, estendendo sua influência para além dos domínios já restritos de nosso planeta. […] As obras da série Geografia Futura são impactadas pelo papel crucial do mercado na era do antropoceno\, caracterizada pela profunda alteração do planeta pela ação humana e suas decorrências diversas tais como as crises climáticas\, as pandemias e o caos social. Valendo-se da técnica indígena milenar da cestaria\, Clarissa inverte o seu sentido de maneira perspicaz. Caixas e embalagens da Amazon.com são\, agora\, as fibras usadas nas tramas que exibem setas disparatadas e circuitos caóticos. As obras sugerem um presente distópico de conexões desencontradas\, de corpos evanescentes\, de subjetividades sequestradas pela compulsão do consumo\, do isolamento doméstico\, do solipsismo digital das redes sociais.”
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LOCATION:Luisa Strina\, 755 Rua Padre João Manuel Cerqueira César\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:Destaque,São Paulo
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SUMMARY:Studio Drift no CCBB
DESCRIPTION:Em 2007\, os artistas Lonneke Gordijn (nascida em 1980) e Ralph Nauta (1978) criaram o DRIFT\, na Holanda. Desde então\, eles vêm desenvolvendo esculturas\, instalações e performances que colocam pessoas\, ambiente e natureza na mesma frequência. Suas obras sugerem ao público uma reconexão com o planeta. Na exposição Studio Drift – Vida em Coisas\, usando a luz como um dos elementos básicos de construção de sua arte\, a dupla explora as relações entre humanos\, natureza e tecnologia de forma simples e ao mesmo tempo profunda. A mostra inaugura o ciclo de exposições de 2023 do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) e fica aberta gratuitamente ao público até maio\, dando aos visitantes a oportunidade de vivenciarem obras que tocam em elementos essenciais da vida na Terra. Após a realização no Rio de Janeiro\, a exposição segue para os Centros Culturais Banco do Brasil São Paulo\, Belo Horizonte e Brasília. É a primeira vez que um conjunto representativo de obras dos artistas é apresentado em solo brasileiro\, embora a dupla já tenha percorrido um circuito internacional de peso. Suas obras estiveram no The Shed (Nova York\, 2021)\, Art Basel (2017\, 2021)\, Victoria & Albert Museum (Londres\, 2009\, 2015)\, Bienal de Veneza (2015)\, entre outros. Trabalhos da dupla integram coleções permanentes do Rockefeller Center de Nova York\, do Museu de Arte de Dallas e do Victoria & Albert Museum de Londres\, e foram premiados como Design do Ano da Dezeen (2019) e no Arte Laguna Prize\, de Veneza\, em 2014. De acordo com o cocurador da mostra Marcello Dantas (ao lado de Alfons Hug)\, “existe uma racionalidade por trás da obra deles\, que é a possibilidade da natureza e da tecnologia viverem em harmonia. Seja pelo mundo biônico\, seja pelo conceito de animismo\, em que todas as coisas – animais\, fenômenos naturais e objetos inanimados – possuem um espírito que os conecta uns aos outros”\, independente dos diferentes sistemas de crenças da humanidade. Uma das obras presentes na mostra é Shylight (“luz tímida”\, em livre tradução para o português). Trata-se de uma escultura hipnótica que se abre e se fecha\, numa fascinante coreografia que mimetiza o comportamento de flores que\, durante a noite\, se fecham\, numa medida de proteção e de economia de recursos. Já a peça Fragile Future procura fundir natureza e tecnologia em uma escultura multidisciplinar de luz. Circuitos elétricos tridimensionais de bronze ficam conectados a sementes da planta dente-de-leão\, que emitem luzes. Outra escultura da mostra\, Ego (pensada inicialmente para compor o cenário da ópera Orfeu)\, questiona o quanto nossas esperanças\, verdades e emoções são resultado direto da rigidez ou da fluidez de nossa mente: um bloco de fibra de náilon oscila graças à ação de oito motores e um algoritmo pensado especialmente para a obra. Também fazem parte da exposição as peças Amplitude\, Franchise Freedom+Drone protytpe\, Materialism (com um vídeo relacionado a ela)\, Coded Nature\, Drifters Film\, Dandelight e Making of DRIFT\, uma instalação com peças que mostra uma espécie de “making of” do trabalho da dupla\, além de Materialism\, Volkswagen Beetle\, formada por blocos comprimidos de todos os materiais secos que compõem um Fusca. 
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SUMMARY:Vânia Mignone no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Na esteira dos projetos que o Instituto Tomie Ohtake tem realizado nos últimos anos para abrir novas investigações acerca da representatividade e da importância de artistas mulheres\, o espaço paulistano traz agora a exposição De tudo se faz canção\, curadoria de Priscyla Gomes que observa em retrospectiva a trajetória de Vânia Mignone. Com um amplo panorama de mais de uma centena de obras\, a individual resgata os percursos da artista nos mais diversos formatos: desenhos\, colagens\, ilustrações para obras literárias\, capas de discos\, gravuras e pinturas. O conjunto reunido chama atenção pela vivacidade das cores e pela expressividade de figuras em grande dimensão\, além da diversidade de suportes e técnicas que aparecem conjugados\, mostrando um vasto universo de experimentação\, em que referências da propaganda\, do design\, do cinema\, das histórias em quadrinhos e da música convivem com trabalhos em escalas distintas. Segundo Priscyla Gomes\, “As narrativas exploradas por Vânia destacam-se pelo modo como ela articula desde questões prosaicas até aspectos latentes da cultura e da política brasileiras”. A mostra empresta seu título de um verso da música Clube da Esquina no 2\, de Milton Nascimento\, Lô e Márcio Borges\, composta para o álbum homônimo de 1972. A partir das conversas entre a curadora e a artista\, a proposta foi resgatar a importância da MPB no processo criativo de Vânia. A artista paulista faz recorrente alusão ao seu anseio de fazer de sua pintura canção\, contagiando aquele que a observa. “Vânia construiu para si uma estrada\, incorporando a música popular brasileira ao seu processo criativo cotidiano de ateliê”\, destaca a curadora do Instituto Tomie Ohtake. Gomes enfatiza a síntese sinérgica que constitui o repertório da artista\, marcado por letreiros de outdoors e pela xilogravura. “Seu vasto léxico remete ainda à qualidade de incorporar elementos fundamentais dessas referências\, dentre eles\, a coesa relação entre imagem e palavra”. Segundo a curadora\, o mural em grande escala e cores vibrantes dedicado ao recente episódio da tragédia humanitária yanomami não deixa esquecer que fazer canção é também refletir sobre o silêncio e suas consequências\, sobre como narrar o desmedido e o intragável. “Em meio a tantos gases lacrimogênios\, os trabalhos de distintas épocas dessa retrospectiva nos convidam a fabularmos\, criando nossa própria canção\, uma viagem de ventania pelas estradas por Vânia trilhadas até aqui”\, completa.
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LOCATION:Instituto Tomie Ohtake\, 88 Rua Coropé Pinheiros\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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