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SUMMARY:"Deep Waters: Four Artists and the Sea" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:John Akomfrah\, still de Vertigo Sea\, 2015. © Smoking Dogs Films; Cortesia de Smoking Dogs Films e Lisson Gallery\n\n\n\n\nGerações de artistas exploraram as belezas e os terrores do oceano\, refletindo sobre as experiências daqueles que viveram e perderam suas vidas entre as ondas. Entrelaçando obras de quatro artistas criadas ao longo de séculos e através do Atlântico\, esta exposição segue um fio genealógico unido pelo mar. Ecos de Watson and the Shark (1778)\, de John Singleton Copley\, reverberam em Slave Ship (Slavers Throwing Overboard the Dead and Dying\, Typhoon Coming On) (1840)\, de J. M. W. Turner\, que\, por sua vez\, influenciou a arte criada no século XXI. \nApresentada pela primeira vez na Nova Inglaterra\, a icônica instalação de filme em três canais Vertigo Sea (2015)\, de John Akomfrah\, expande os temas centrais das duas obras anteriores\, explorando a tumultuosa relação da humanidade com o mar e suas criaturas\, bem como o papel do oceano na história da escravidão. Em Some People Have Spiritual Eyes I and II (2020)\, a fotógrafa Ayana V. Jackson leva essas ideias a uma nova direção. Sua exploração da divindade\, feminilidade e destino por meio de autorretratos é inspirada em Drexciya\, uma mítica utopia aquática habitada por descendentes das mulheres africanas grávidas que perderam suas vidas no Oceano Atlântico durante o Middle Passage. \nDeep Waters: Four Artists and the Sea convida os visitantes a considerar e refletir sobre o diálogo entre essas obras de arte e seus criadores. Cada artista oferece uma perspectiva única baseada em sua experiência vivida\, mas todos estão sintonizados com as poéticas e histórias do mar — desde suas superfícies brilhantes e profundezas insondáveis até seus habitantes e fantasmas; de um local de memória\, luto e fragilidade a um símbolo de resiliência e futuros possíveis.
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SUMMARY:"Fragments of Self" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:Guadalupe Najar\, “INSIDE ME THEIR HEARTS BURST” (detalhe)\, 2024. Cortesia da artista\n\n\n\n\nEsta exposição reúne obras de artistas emergentes que exploram diferentes aspectos da individualidade — tanto a própria quanto a de outros. O conjunto examina o conceito de “eu”: a natureza multifacetada da identidade pessoal\, a composição de culturas e contextos\, e a soma de desafios e conquistas pessoais. \nPor meio de pintura e escultura\, Maria Cazzato reflete sobre a representação de mártires católicos para questionar normas opressivas contemporâneas sobre o corpo. Ian Choi pinta a si mesma entre sedas coreanas e tecidos americanos para destacar sua identidade em camadas e texturas\, resultado do movimento entre duas culturas distintas. As peças escultóricas de Guadalupe Najar fazem referência às histórias materiais de seus ancestrais e à sua auto-mitologização dentro da cultura equina. Íntimos e coloridos\, os retratos de Bertil Chappuis Muñoz estabelecem um diálogo ativo com seus sujeitos\, incentivando interpretações livres e fluidas. \nOrganizada com o apoio das Tufts University Art Galleries\, Fragments of Self: SMFA at Tufts Juried Student Exhibition é a mais recente de uma série de exposições que reflete o compromisso do museu com a próxima geração de artistas e curadores promissores. A mostra continua a relação histórica entre o museu e a SMFA\, que remonta à fundação da escola em 1876.
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SUMMARY:"Robert Frank: Mary’s Book" no MFA Boston
DESCRIPTION:Robert Frank\, “spread from Mary’s Book” (detalhe)\, 1949. © The June Leaf e Robert Frank Foundation\n\n\n\n\nCelebrando o centenário do nascimento do fotógrafo Robert Frank (1924–2019)\, esta exposição investiga em profundidade o álbum fotográfico pessoal que Frank criou para Mary Lockspeiser\, sua primeira esposa\, intitulado Mary’s Book. Produzido em 1949\, esse livro artesanal e único marca um momento crucial na trajetória do artista\, quando ele começou a experimentar a justaposição de imagens e textos. \nCom setenta e quatro pequenas fotografias acompanhadas de inscrições\, Mary’s Book revela o olhar poético de Frank sobre objetos e espaços. Embora muitas imagens estejam desprovidas de figuras humanas\, a presença delas é sentida em cada página—como nas cenas de cadeiras vazias e ruas de Paris\, onde mensagens para Mary surgem entre as imagens. O livro funciona como uma reflexão sobre a contemplação solitária\, evocando um poema visual lírico e uma sequência fotográfica profundamente pessoal. \nA exposição Robert Frank: Mary’s Book apresenta páginas do álbum pertencente ao acervo do Museum of Fine Arts (MFA)\, além de fotografias feitas por Frank em Paris\, cedidas pela fundação do artista. A mostra é acompanhada por uma publicação que reproduz Mary’s Book em sua totalidade pela primeira vez.
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SUMMARY:"Portraits from the ICA Collection" no ICA Boston
DESCRIPTION:Didier William\, “Gwo Tet”\, 2021. Cortesia do artista e Altman Siegel\, São Francisco ® Didier William\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta o vasto acervo de retratos em diferentes mídias dentro da Coleção do ICA\, explorando como artistas criam imagens de si mesmos e de outros para expressar emoções\, questões políticas e a potência da representação. O retrato oferece tanto aos artistas quanto aos retratados uma forma de comunicar experiências pessoais e vividas\, ao mesmo tempo em que convida o público a refletir sobre si mesmo. \nDiferente dos retratos históricos\, frequentemente voltados à celebração da aristocracia e das elites\, a retratística contemporânea abrange um espectro mais amplo e inclusivo de pessoas e identidades. A seleção de quase trinta obras reflete a riqueza das narrativas atuais\, ressaltando a diversidade das experiências individuais e os vínculos que nos conectam enquanto sociedade.
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SUMMARY:"Witnessing Humanity: The Art of John Wilson" no MFA Boston
DESCRIPTION:John Wilson\, “The Young Americans: Gabrielle” (detalhe)\, 1975. National Gallery of Art\, Washington\, DC. © Estate of John Wilson\n\n\n\n\nNascido em Roxbury\, Massachusetts\, John Wilson (1922–2015) é um dos artistas mais respeitados de Boston. Ao longo de 60 anos de produção\, sua obra permanece relevante diante das persistentes realidades de desigualdade\, preconceito racial e injustiça social. \n“Witnessing Humanity: The Art of John Wilson” é a maior exposição já realizada sobre o artista\, fruto de uma colaboração entre o Museum of Fine Arts (MFA)\, Boston\, e o Metropolitan Museum of Art\, Nova York. Com aproximadamente 110 obras\, incluindo gravuras\, desenhos\, pinturas\, esculturas e livros ilustrados\, a mostra examina como Wilson denunciou\, por meio de sua arte\, as injustiças raciais\, sociais e econômicas. Seus trabalhos abordam temas como a violência anti-negra\, o movimento dos direitos civis\, o trabalho e a vida familiar\, com especial atenção à figura paterna. \nSeus retratos\, como Julie and Becky (1956–78) e a série Young Americans (cerca de 1972–75)\, exaltam a humanidade essencial de sua família e amigos\, enquanto obras como Deliver Us from Evil (1943) e The Trial (1951) revelam os efeitos devastadores do racismo estrutural. Wilson equilibra sua experiência pessoal como artista\, homem negro\, pai e americano com uma reflexão sobre vivências coletivas. \nGrande parte das obras vem do acervo do MFA\, incluindo autorretratos de sua juventude e representações de Martin Luther King Jr.. O ponto central da mostra em Boston é a maquete em bronze\, em escala reduzida\, de Eternal Presence\, escultura monumental instalada em 1987 no National Center of Afro-American Artists (NCAAA)\, em Roxbury. Carinhosamente chamada de “Big Head” pela comunidade local\, a obra foi descrita por Wilson como uma “imagem de dignidade universal”. \nResidente de Brookline por décadas\, Wilson deixou um impacto profundo nos artistas e na comunidade de Boston. Esse legado é amplificado na exposição por meio da participação da comunidade no processo curatorial\, da publicação associada e dos programas públicos desenvolvidos ao longo da mostra.
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SUMMARY:"Believers: Artists and the Shakers" no ICA Boston
DESCRIPTION:Vista da exposição “Believers: Artists and the Shakers” no ICA Boston\, 2025. Foto: Mel Taing\n\n\n\n\nDesde que chegaram à América vindos da Inglaterra há 250 anos\, os Shakers — uma seita cristã pacifista — ocuparam um lugar singular na identidade nacional dos Estados Unidos. Também conhecidos como a United Society of Believers in Christ’s Second Appearing\, os Shakers seguem princípios de vida comunitária\, celibato\, propriedade compartilhada e igualdade de gênero e racial\, sendo amplamente reconhecidos por seu estilo de vida simples\, sua arquitetura\, música e mobiliário. A cultura material dos Shakers\, associada à perfeição\, elegância e funcionalidade\, tem fascinado artistas desde pelo menos o início do século XX\, período em que essas ideias começaram a se consolidar na consciência americana\, impulsionadas por uma série de exposições e publicações\, muitas delas organizadas por colecionadores de móveis Shaker. \nBelievers tem origem em uma residência artística pouco convencional iniciada pela curadora France Morin no verão de 1996. Dez artistas foram convidados a viver\, trabalhar e praticar sua fé na única comunidade Shaker ainda ativa\, localizada em Sabbathday Lake\, Maine. Dessa experiência surgiu um conjunto dinâmico de obras apresentadas na exposição The Quiet in the Land\, curada por Morin e levada ao ICA por Jill Medvedow em 1998. Believers reúne um grupo central dessas obras\, criadas por Janine Antoni\, Kazumi Tanaka\, Wolfgang Tillmans\, Nari Ward e Chen Zhen — algumas das quais estão sendo recriadas ou reinterpretadas especialmente para esta mostra —\, ao lado de trabalhos mais recentes de Jonathan Berger\, Taylor Davis\, Gordon Hall\, Pallavi Sen e Cauleen Smith. \nA exposição investiga como artistas contemporâneos lidam com a tensão entre as representações historicamente construídas sobre os Shakers e a experiência vital dessa comunidade utópica\, descrita por seus próprios membros como um grupo de “pessoas comuns tentando viver uma vida extraordinária.” \nAviso: esta exposição contém uma obra de arte com sequências de luzes intermitentes.
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SUMMARY:"Sara Cwynar: Alphabet" no ICA Boston
DESCRIPTION:Sara Cwynar\, “Pam\, Plastic”\, 2025. Cortesia da artista\, The approach\, Londres\, e Cooper Cole\, Toronto\n\n\n\n\nSara Cwynar (n. 1985\, Vancouver) investiga o excesso de imagens na cultura contemporânea\, marcada pela saturação visual\, por meio de um vasto arquivo que inclui fotografias autorais\, encomendadas\, baixadas e encontradas. Sua abordagem se apoia em uma estética de colagem que dialoga com as linguagens do design e da publicidade. Para o ICA\, Cwynar concebeu um projeto inédito e de duas partes: a instalação fotográfica Alphabet e um mural fotográfico para a Sandra and Gerald Fineberg Art Wall. \nAlphabet é composta por uma constelação de imagens organizadas em 26 painéis\, cada um associado a um termo extraído de mecanismos de busca na internet. Esses termos incluem palavras sugeridas por algoritmos com base na atividade online da artista\, além de alguns dos mais pesquisados desde 2020. A instalação expande esses conceitos por meio de um conjunto de imagens\, objetos e vídeos dispostos no espaço expositivo de maneira inspirada no Mnemosyne Atlas (1925–29)\, do historiador da arte Aby Warburg. Em seu atlas\, Warburg reuniu quase mil imagens organizadas sobre painéis negros para traçar recorrências visuais ao longo da história\, conectando tempos e culturas. No trabalho de Cwynar\, cada termo selecionado reflete aspectos da vida contemporânea e da maneira como enxergamos o mundo\, evocando\, como nas constelações de imagens de Warburg\, um passado que ainda ressoa na forma como atribuímos significado hoje. \nPara Cwynar\, todos os arquivos — incluindo a internet — são permeados por vieses humanos e pela ilusão de objetividade. Ainda assim\, à medida que o desejo humano de buscar respostas se desloca para o meio digital\, a artista questiona como nossas respostas pessoais ao mundo são filtradas por um histórico de imagens que sempre nos acompanha.
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SUMMARY:"Edvard Munch: Technically Speaking" nos Harvard Art Museums
DESCRIPTION:Edvard Munch\, “Two Human Beings (The Lonely Ones)”\, 1906–08. Harvard Art Museums/Busch-Reisinger Museum\, The Philip and Lynn Straus Collection\n\n\n\n\nUma colaboração dinâmica entre especialistas em curadoria e conservação do Harvard Art Museums\, Edvard Munch: Technically Speaking oferece uma rara visão sobre as técnicas inovadoras do artista norueguês e os temas recorrentes em suas pinturas\, xilogravuras\, litografias\, águas-fortes e gravuras combinadas. Graças a uma doação transformadora da coleção de Philip A. e Lynn G. Straus\, o Harvard Art Museums abriga uma das maiores e mais significativas coleções de obras de Munch nos Estados Unidos\, e a exposição apresenta cerca de 70 trabalhos\, incluindo empréstimos importantes do Munchmuseet\, em Oslo. \nOs visitantes são convidados a explorar o processo artístico de Munch\, revelando seu olhar experimental e seu fascínio pela materialidade. Ao longo da vida\, o artista retornou a certos temas repetidamente\, transportando motivos entre a gravura e a pintura e demonstrando como uma única ideia pode gerar diferentes respostas por meio de variações de cor e orientação. Na exposição\, as gravuras são exibidas ao lado das matrizes originais – placas de cobre\, blocos de madeira e pedras litográficas utilizadas na sua criação –\, proporcionando um acesso mais profundo à prática experimental de Munch. Edvard Munch: Technically Speaking também apresenta pesquisas inovadoras que lançam nova luz sobre as técnicas e os processos do artista. \nCuradoria de Elizabeth M. Rudy\, curadora Carl A. Weyerhaeuser de Gravuras\, e Lynette Roth\, curadora Daimler do Museu Busch-Reisinger; com Peter Murphy\, pesquisador curatorial Stefan Engelhorn no Museu Busch-Reisinger. \nPesquisa realizada em colaboração com Ellen Davis\, conservadora associada de pinturas; Penley Knipe\, conservadora sênior Philip e Lynn Straus de obras sobre papel e chefe do Laboratório de Papel; Abby Schleicher\, conservadora assistente de papel; e Kate Smith\, conservadora sênior de pinturas e chefe do Laboratório de Pinturas\, todos do Straus Center for Conservation and Technical Studies; com contribuições de Cambra Sklarz\, pesquisadora curatorial Diane e Michael Maher de Arte Americana; e Kacper Kolęda e Tai Mitsuji\, doutorandos no Departamento de História da Arte e Arquitetura da Universidade de Harvard. \nO apoio para esta exposição é fornecido pelo Melvin R. Seiden and Janine Luke Fund for Publications and Exhibitions\, pela Gladys Krieble Delmas Foundation\, pelo Lois and George de Menil Curatorial Research Fund\, e pelo Care of the Busch-Reisinger Museum Collection Endowment. A programação relacionada conta com o suporte do M. Victor Leventritt Lecture Series Endowment Fund.
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