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SUMMARY:"Masterpieces from the Ancient Metropolis" no Pergamon
DESCRIPTION:A parceria única firmada em 2011/2012 entre a Antikensammlung do Staatliche Museen zu Berlin e o artista Yadegar Asisi ganha sequência no edifício da exposição temporária  “Pergamonmuseum. Das Panorama” com “Masterpieces from the Ancient Metropolis with a 360° Panorama by Yadegar Asisi”. Completamente atualizada pelo artista\, a perspectiva em 360º do que teria sido a Antiga Metrópole de Pergamon vem acompanhada de destaques do acervo do Antikensammlung. O panorama leva os visitantes de volta ao ano 129 d.C.\, mostrando a antiga cidade de Pergamon\, na costa oeste da Ásia Menor. Yadegar Asisi reconstrói a cidade como era na época do Alto Império Romano\, sob o domínio do Imperador Adriano (117-138 d.C.). As imagens do primeiro panorama de Pergamon foram amplamente retrabalhadas. Em cooperação com a equipe do Antikensammlung\, o artista concebeu cerca de 40 novas cenas e as justapôs no quadro. Uma elaborada sessão fotográfica em um estúdio cinematográfico de Berlim concluiu o trabalho em outubro de 2017. A exposição paralela foi planejada pelo Studio Asisi e incorpora aproximadamente 80 das obras mais importantes do Antikensammlung do Pergamon – incluindo a maior peça do friso Telephos do Altar do Pergamon. Durante a preparação para a exposição\, os originais foram submetidos a uma extensa conservação e restauração\, principalmente as grandes estátuas de mulheres do pátio do Altar de Pergamon e para as esculturas do topo. Com exceção da estátua de Athena Parthenos\, da Biblioteca de Pergamon (emprestada ao Metropolitan Museum  de Nova York)\, todas as esculturas famosas daquela cidade estão na mostra\, incluindo a chamada “Cabeça Bonita” (a colossal cabeça de Héracles)\, as esculturas que retratam o rei\, o “Dançarino Arcaico” do palácio\, o grupo Prometheus e a Athena com aegis cruzada. Diferentes instalações aprofundam a experiência do visitante através da interpretação artística\, trazendo desenhos recentemente criados por Yadegar Asisi que ilustram as esculturas de Pergamon\, a arquitetura e o layout urbano.
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LOCATION:Pergamon\, 2 Am Kupfergraben Mitte\, Berlim\, Berlim\, Alemanha
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SUMMARY:Peter Buggenhout na Konrad Fischer Galerie
DESCRIPTION:The Ever Changing Repetition\, sexta exposição individual do artista belga Peter Buggenhout na Konrad Fischer Galerie\, reúne exemplares de diferentes grupos de trabalhos\, todos produzidos pelo artista em 2022. Figuram na mostra obras das séries The Blind Leading the Blind (iniciada em 2004)\, Mont Ventoux (iniciada em 2007) e On Hold (iniciada em 2013). Também estão em exposição obras das séries mais recentes de Buggenhout\, Mute Witness (iniciada em 2018) e I am the Tablet (desde 2020)\, bem como das mais novas séries\, iniciadas no ano passado\, King Louie e L. do D. Peter Buggenhout confronta seu público com materiais que são raramente utilizados na arte contemporânea: o pó das casas encontra o lixo\, estômagos de vaca bronzeados e restos de castelos em ruínas encontram acrílico e Ertalon\, um plástico de engenharia semicristalino. Mesmo quando o artista usa materiais clássicos como mármore de Carrara\, os objetos (ou melhor: abjetos) aplicados à superfície de pedra parecem idiossincraticamente montados e condensados. O espectador se vê\, à primeira vista\, irritado na melhor das hipóteses\, mas na maioria das vezes perturbado ou chocado; qualquer associação se encontra no vazio. Não apenas devido à escolha especial de materiais\, mas também devido à enorme presença física e seu hermetismo arcaico\, as esculturas analógicas de Peter Buggenhout ocupam uma posição especial na escultura contemporânea. Comprometidas tanto com o materialismo radical de Georges Bataille como também com a visão melancólica do mundo de W.G. Sebald\, as esculturas do artista belga\, como observa Jon Wood\, certamente contêm tendências relacionadas no trabalho de Beuys\, Chamberlain\, Rauschenberg\, Cesar e Arman\, mas também no movimento francês abstrato Informel e na Arte Povera italiana. No trabalho de Buggenhout\, a expressão The Ever Changing Repetition\, que dá título à mostra\, refere-se aos processos contínuos nos quais séries de obras são seguidas e redeclinadas ao longo de anos. Esses elementos recorrentes dentro das séries de obras são também metáforas para a contínua interação de destruição\, criação\, acaso\, ordem e desordem no trabalho do artista. “Que a vida é repetição\, e que esta é a beleza da vida”\, Kierkegaard já observa em suas reflexões filosóficas. As obras de Peter Buggenhout estão nas coleções do Centre Pompidou (Paris)\, Colección Jumex (Cidade do México)\, Neues Museum (Nuremberg)\, La Maison Rouge – Fondation Antoine de Galbert (Paris)\, na Rubell Family Collection e no Martin Z. Margulies Collection (Miami)\, entre outros. O trabalho do artista foi recentemente exposto em grandes exposições individuais no Neues Museum (Nuremberg) e no Kunstmuseum (Reutlingen)\, e também no Palais de Tokyo (Paris)\, MoMA PS1 (NY)\, e no Hamburger Bahnhof (Berlim)\, entre outros.
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LOCATION:Konrad Fischer Galerie\, 12 Neue Grünstraße Mitte\, Berlim\, Berlim\, Alemanha
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SUMMARY:Monica Bonvicini na Neue Nationalgalerie
DESCRIPTION:Nessa abrangente individual\, a Neue Nationalgalerie mostra o influente trabalho da artista italiana Monica Bonvicini. Intitulada “I do You”\, a exposição apresenta duas grandes instalações arquitetônicas desenvolvidas especificamente para o edifício Ludwig Mies van der Rohe. As intervenções artísticas de Bonvicini levam a uma reavaliação do icônico espaço museológico. Com elas\, a reflexão sobre o poder tradicionalmente masculinizado da arquitetura se torna uma experiência física intensa. A instalação específica de Bonvicini na Neue Nationalgalerie representa uma apropriação feminista do espaço concebido por Mies van der Rohe\, que ela muda fundamentalmente por meio de intervenções arquitetônicas. A entrada já é obstruída por uma parede que se inclina contra o teto alto e as torres acima dele. No interior\, uma plataforma acessível redefine o espaço expositivo\, enfatizando a expansividade e a transparência. A plataforma espelhada abre perspectivas incomuns para os visitantes\, fazendo com que eles se confrontem com sua presença no espaço\, e lhes oferece uma vista do salão\, suas paredes de vidro e seu ambiente exterior a partir de um ponto de vista elevado. Além das intervenções arquitetônicas\, estão expostas obras escultóricas selecionadas de autoria de Bonvicini com as quais os visitantes também podem interagir: por exemplo\, suas úteis “Chainswings” (2022) são integradas à exposição\, cada uma projetada para duas pessoas\, criando uma conexão visual com ações e espaços subversivos através de sua materialidade feita de aço e correntes. Uma série de novos trabalhos de luz\, consistindo de tubos de neon de LED unidos à mão com cabos elétricos\, iluminam um canto do salão como uma estrutura escultórica. Também está exposta a obra “2 Tonnen Alte Nationalgalerie” (1998)\, que consiste em grandes quantidades de escombros removidos da fachada neoclássica da Alte Nationalgalerie. Enquanto caminha no terraço ao redor do salão de vidro\, os espectadores podem ouvir a peça sonora “Retrospective” (2022)\, que destaca o uso conceitual da linguagem de Bonvicini: uma voz recita numerosos títulos de obras de arte que a artista criou ao longo de três décadas. Em conjunto com outras obras de luz\, filme e som\, a exposição transmite a diversidade da mídia de Bonvicini e seus temas centrais de feminismo e arquitetura\, assim como o questionamento do papel da instituição. Com curadoria de Joachim Jäger e Irina Hiebert Grun.
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SUMMARY:"Broken Music vol. 2" no Hamburger Bahnhof
DESCRIPTION:Discos de vinil – som impresso sobre um disco de plástico preto. Sua história é um acontecimento. Desde o início\, sua contradição inerente foi fascinante: um objeto sólido que\, no entanto\, contém som desencarnado. Desde muito cedo\, os artistas perceberam o potencial criativo que os discos oferecem e os transformaram em objetos artísticos\, desenhando capas de discos para gravadoras e documentando o som de suas composições\, performances\, leituras e instalações nos sulcos dos discos. Ao fazer isso\, eles viam o conteúdo sonoro e o visual dos discos como uma coisa só. Em 1989\, começou uma exposição itinerante em Berlim Ocidental\, que estava conectada com a pulsação de seu tempo. Por trás dela estava Ursula Block\, proprietária do gelbe MUSIK (1981 – 2014)\, uma pequena mas mundialmente famosa loja de discos em Berlim-Wilmersdorf: todos que visitavam a cidade passavam por lá\, incluindo artistas e músicos influentes como John Cage\, Yoko Ono\, Sonic Youth e Björk. Foi a era dourada dos discos e da mostra Broken Music\, de Block. Desde então\, o vinil tem sido considerado uma mídia-chave para o intercâmbio multifacetado entre arte e música. Remetendo à exposição de 1989 e trazendo um boa parcela da coleção original de Ursula Block adquirida pelo acervo do Hamburger Bahnhof\, Broken Music Vol. 2 analisa o engajamento dos artistas com o disco de vinil ao longo das últimas sete décadas. A exposição apresenta 700 discos\, dispostos em dez capítulos\, para explorar o desenvolvimento do disco como um meio artístico desde o período pós-guerra até o presente\, e estabelece ligações com os campos da música em composição e improvisação\, pop\, punk e techno. O panorama da exposição é ampliado por obras sonoras da extensa coleção do Hamburger Bahnhof\, incluindo instalações sonoras de grandes dimensões e obras imersivas. Ao destacar as interações entre o disco e os campos da música\, performance e arte sonora\, as cores são transformadas em sons e os sons em imagens. A mostra apresenta capas icônicas de nomes como Andy Warhol e Barbara Kruger\, além de instalações sonoras intensivas de nomes como Christina Kubisch e Susan Philipsz. Performances e leituras gravadas de artistas que vão de de Anne Imhof a Jimmie Durham fazem com que os discos ganhem vida diante do público contemporâneo. Uma vez um produto de massa\, o disco parece ter sido gravado na era digital\, mas nunca perdeu seu fascínio. Hoje\, ele está mais uma vez ganhando popularidade crescente como um produto de nicho e um item de colecionador. Em muitos aspectos\, Broken Music Vol. 2 celebra a resiliência do disco de vinil. Ao mesmo tempo\, a exposição é também uma homenagem a todos os artistas e entusiastas do vinil em Berlim e além que continuam a se dedicar a essa mídia. Artistas como Laurie Anderson\, Jean-Michel Basquiat\, Harry Bertoia\, Dominique Gonzalez-Foerster\, Christian Marclay\, Nam June Paik e Wolfgang Tillmans estão na exposição.
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LOCATION:Hamburger Bahnhof\, 50-51 Invalidenstraße Mitte\, Berlim\, Berlim\, Alemanha
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