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SUMMARY:"Guillermo Kuitca\, Chapelle" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Guillermo Kuitca. Chapelle\, 2024. Cortesia do Musée Picasso Paris.\n  \nA convite do Museu Nacional Picasso-Paris\, o artista argentino Guillermo Kuitca (n. 1961) criou uma obra site-specific na capela do Hôtel Salé. Desde sua intervenção na Bienal de Veneza em 2007\, Kuitca desenvolveu uma nova linguagem\, ecoando a arquitetura\, que o artista chama de “pintura cubistoide”\, na qual um conjunto de linhas que se cruzam\, como tantas dobras no plano\, é implantado diretamente nas paredes\, formando um novo espaço pictórico. Kuitca descreve seu lugar no “carrossel da arte moderna”: \n“Há muitos anos\, pintei quadros mostrando uma esteira rolante de bagagens. Acredito que a história da arte era o verdadeiro tema dessas pinturas. A arte seria esse carrossel; a obra de arte\, uma bagagem\, e os artistas\, passageiros. Enquanto esperamos por nossa bagagem\, nos fazemos uma série de perguntas: ‘Minha mala chegará e serei capaz de reconhecê-la entre outras semelhantes? E se eu pegasse a mala de outra pessoa\, estaria usando as roupas dela? Minha bagagem será destruída para sempre?’ Para mim\, essas perguntas são uma meditação sobre a herança. Elas também vislumbram um possível encontro com Picasso\, como se ele fosse\, afinal\, mais um passageiro.” \nPara Kuitca\, a pintura tem memória. Por meio desses experimentos\, ele se conecta com a história da arte moderna\, invocando o cubismo como o traço de um movimento que opera como uma difração da realidade\, a construção de um espaço imaginário. Esta instalação site-specific foi generosamente apoiada pela galeria Hauser & Wirth. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"In-situ Works" no Bourse de Commerce
DESCRIPTION:Ryan Gander. Ever After: A Trilogy (I… I… I…)\, 2019. Cortesia de Bourse de Commerce.\nO desejo de promover um diálogo entre as obras de arte e seu contexto arquitetônico\, natural e urbano é\, de fato\, uma das principais características associadas à identidade dos museus da Coleção Pinault. Em Veneza\, os mármores e tetos pintados do Palazzo Grassi\, e as paredes e vigas de tijolos da Punta della Dogana\, interagem com os reflexos cambiantes da água. Esses elementos não padronizados\, que se poderia suspeitar que interferissem ou mesmo comprometessem a apresentação das obras de arte\, são\, ao contrário\, uma fonte de inspiração para os artistas. O ambiente também proporciona aos visitantes uma experiência artística única e contextualizada\, no “aqui e agora”. \nArtistas participantes: \nRyan Gander \nAutor de uma obra multifacetada\, Ryan Gander (nascido em 1976 em Chester\, Reino Unido) vive e trabalha em Londres. Ele utiliza uma vasta gama de mídias para questionar os mecanismos de percepção de uma obra de arte dentro de uma complexa relação entre realidade e ficção. A maior parte de sua produção explora\, de uma forma ou de outra\, ausência\, perda\, invisibilidade\, latência. Com Ever After: A Trilogy (I… I… I…) (2019)\, Ryan Gander encena um rato animatrônico gago\, aninhado em um buraco na parede\, surpreendendo os visitantes enquanto esperam o elevador. Preso em seu “loop” animado\, esse rato improvável\, condenado a viver ciclo após ciclo da mesma experiência até a exaustão\, nos encoraja a pensar e até mesmo sorrir sobre nossa própria condição. \nMartin Kippenberger \nUm estranho poste de luz fragmentado\, intitulado “Ohne Titel”\, parte de uma série de esculturas criadas em 1989 pelo artista alemão Martin Kippenberger\, entrelaçou-se à arquitetura da Bolsa de Comércio. Reunindo todos os vícios em sua melancolia anti-heroica\, os postes de luz de Kippenberger não apenas são distorcidos pela embriaguez\, mas suas lâmpadas vermelhas conduzem ao “Rotlichtviertel”\, o distrito da luz vermelha. Esses companheiros de perambulações noturnas tornam-se os alter egos do artista. Fiéis à atitude anticonformista de Kippenberger\, como escreve o historiador da arte Dider Ottinger: “Abertos a todas as metamorfoses\, suas convoluções simulam ideais corrompidos\, (…) mimetizam projetos gaguejantes. Uma serpente herética mordendo a própria cauda\, ​​o poste de luz torna-se a imagem de ambições abortadas\, a de um idealismo incurável.” \nPhilippe Parreno \nCom suas tonalidades intermitentes\, este “farol” traduz em código o mítico e inacabado romance homônimo de René Daumal (1908-1944)\, publicado postumamente em 1951. Esta sequência de luzes ilumina o céu parisiense\, traduzindo a história da fantástica e metafísica aventura de Daumal\, que narra a descoberta e a ascensão coletiva de uma montanha que une a terra ao céu. Uma busca sem fim\, uma aventura impossível\, uma metáfora para a arte e sua utopia. Philippe Parreno projetou uma nova versão desta instalação in-situ para a Bourse de Commerce\, retrabalhando e modificando uma de suas peças seminais\, criada originalmente em 2001. Mont Analogue está instalado no topo de um elemento arquitetônico único\, presente no local desde o Renascimento\, quando o edifício serviu como palácio de Catarina de Médici. Esta coluna\, símbolo tanto do poder real quanto da eminência esotérica (segundo a lenda\, os astrólogos da rainha\, notadamente Cosimo Ruggieri e Nostradamus\, observavam as estrelas ali)\, torna-se um farol a partir do qual o artista transmite outra mensagem à cidade. É na forma de um código misterioso que o artista nos convida a descobrir os mundos invisíveis\, possíveis e intangíveis da arte. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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LOCATION:Bourse de Commerce\, 2 Rue de Viarmes Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:"Costurar os sentidos" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Arthur Chaves. “Sem título”\, 2024. Divulgação.\nBordado\, tecido\, pintura\, colagem e poesia se entrelaçam em Costurar Sentidos\, exposição coletiva que será inaugurada no dia 22 de outubro de 2025\, às 19h\, no 2º piso da Anita Schwartz Galeria de Arte\, sob a curadoria de Cecília Fortes. A mostra reúne obras têxteis e derivações da costura como eixo central de criação\, explorando o gesto de costurar como metáfora de identidade\, memória e afeto. \n“São trabalhos permeados por motivos relacionados à construção e à afirmação de identidade\, ao resgate de memórias afetivas e à ressignificação de sentidos. Falam de questões sociais e temas sensíveis aos autores\, ao mesmo tempo em que expressam as suas origens e o caminho percorrido ao longo da jornada pessoal e artística”\, afirma Cecília Fortes. \nParticipam da exposição Arthur Chaves\, Dani Cavalier\, Duda Moraes\, Jeane Terra\, Renato Bezerra de Mello\, Rosana Palazyan e Yolanda Freyre. A seleção\, inicialmente orientada pela técnica\, acabou revelando pontos de convergência poética entre as obras\, que dialogam com o universo da costura e suas ressonâncias simbólicas. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Aparição" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Pedro Varela\, “Formigueiro” s.d. Divulgação.\nA Anita Schwartz Galeria de Arte inaugura\, em 22 de outubro de 2025\, às 19h\, a mostra Aparição\, individual de Pedro Varela\, com curadoria de Cecília Fortes. A exposição reúne pinturas inéditas\, além de uma instalação criada especialmente para o espaço da galeria. \nConhecido por investigar a cultura de massa e o imaginário digital\, Varela se afasta\, nesta nova fase\, do universo dos memes e das imagens das redes sociais para mergulhar em uma dimensão mais íntima e subjetiva\, marcada por questões de identidade\, medo e angústia. “É uma virada na minha produção”\, afirma o artista. “Aquelas inquietações que antes apareciam mediadas por ícones da cultura de internet agora surgem de forma direta\, como aparições que emergem do inconsciente.” \nSegundo a curadora Cecília Fortes\, “as obras apresentadas em Aparição dão continuidade à pesquisa de Pedro Varela sobre a geração ansiosa\, que sofre de insônia e vive imersa em pensamentos. O artista retoma a série de florestas\, agora numa paleta em preto e branco\, e nelas incorpora figuras fantasmagóricas e formigueiros de palavras\, que provocam o espectador. De forma irônica\, Varela desafia a norma estética do bom gosto e joga com dualidades como luz e sombra\, claro e escuro\, belo e caricato. Numa época de excessos\, destaque para uma grande instalação de recortes em branco sobre branco\, uma proposição de silêncio e pausa em contraposição ao turbilhão de estímulos vivenciados pela sociedade contemporânea.” \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Brasil das Múltiplas Faces" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:Emiliano di Cavalcanti\, “Vendedoras de Peixe” 1952. Divulgação.\nCom início dia 22\, exposição ocupa novo piso do Itaú Cultural com obras da considerada maior coleção corporativa de arte da América Latina \nA exposição “Brasil das Múltiplas Faces” marca a inauguração de um novo ambiente para visitação no prédio do Itaú Cultural\, em São Paulo. A partir do dia 22 de outubro\, o Espaço Milú Villela – Brasiliana: Arte Moderna e Contemporânea oferece ao público mostras de longa duração focadas nas artes moderna e contemporânea produzida no país e que compõem o Acervo Itaú Unibanco. \nO novo espaço está localizado no 7º piso do prédio da Avenida Paulista e conta com 280 metros quadrados. Ao lado do Espaço Olavo Setubal\, que abriga a Brasiliana\, e do Espaço Herculano Pires\, com a Numismática\, a instituição agora oferece quatro pisos permanentes para mostras desta que é considerada a maior coleção corporativa de arte da América Latina\, e segue em busca de ampliar o seu acesso ao público. \nA curadoria da exposição é assinada por Agnaldo Farias\, com concepção e realização da equipe Itaú Cultural e arquitetura de Daniel Winnik. O nome dado ao espaço homenageia Milú Villela\, que presidiu e expandiu o Itaú Cultural durante 18 anos\, de 2001 a 2019\, e o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP)\, entre 1995 e 2019. Psicóloga\, gestora cultural e filantropa\, Milú​ dedicou sua vida à democratização do acesso à arte e à cultura. \n‍ Por sua vez\, o nome Brasil das Múltiplas Faces\, que batiza a exposição inaugural deste espaço\, dá pistas do que o público está para mergulhar em uma espécie de contação das várias histórias e visões do país. Através de uma narrativa que trabalha com o conceito de arte múltipla\, a mostra busca mostrar a complexidade do Brasil com um olhar que desafia a visão tradicional. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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