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SUMMARY:"At the Dawn of a New Age" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia\, bem como as mudanças culturais\, como o sufrágio feminino\, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade\, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias\, novos planos e novas esperanças”. \n\n\n\nAlguns dos artistas apresentados nesta exposição\, como Georgia O’Keeffe e Marsden Hartley \, são bem conhecidos hoje\, mas muitos modernistas igualmente inovadores foram amplamente esquecidos. Com mais de sessenta obras de quarenta e cinco artistas extraídas principalmente da coleção permanente do Whitney\, At the Dawn of a New Age oferece uma compreensão expandida da complexidade da arte americana produzida entre 1900 e 1930 e recupera a exuberante sensação de liberdade e experimentação subjacente isto. \n\n\n\nEsta exposição é organizada por Barbara Haskell\, curadora.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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LOCATION:Pinacoteca do Ceará\, R 24 de Maio\, 34 - Centro\, Fortaleza\, Brazil
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SUMMARY:"The MET at The Louvre: Near Eastern Antiques in Dialogue" no Museu do Louvre
DESCRIPTION:Escultor desconhecido. “Cabeça de um líder”. Cortesia do Museu do Louvre.\n\n  \nO Departamento de Antiguidades do Oriente Próximo do Louvre está abrigando dez grandes obras do Metropolitan Museum of Art de Nova York\, cujo Departamento de Arte do Oriente Próximo Antigo está atualmente fechado para reformas. O Louvre e o Met criaram um diálogo único entre essas duas coleções\, que é exibido nas galerias permanentes do Louvre. Essas obras de arte “convidadas especiais” do Met\, datadas entre o final do 4º milênio a.C. e o século 5 d.C.\, mostram algumas conexões notáveis ​​com a coleção do Louvre. Em alguns casos\, um par de objetos foi reunido pela primeira vez\, enquanto em outros\, as peças se complementam em virtude de características históricas específicas de suas respectivas coleções. Representando a Ásia Central\, a Síria\, o Irã e a Mesopotâmia\, esse diálogo entre coleções está (re)apresentando os visitantes a essas extraordinárias e antigas obras de arte e às histórias que elas contam. \n  \n\n  \n\n  \n\n  \n\n 
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LOCATION:Museu do Louvre\, 75001 Paris\, França\, Paris\, França
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SUMMARY:Exposição de longa duração no MAC USP
DESCRIPTION:Walter Ufer\, Construtores do Deserto\, 1923 (detalhe)\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a exposição Galeria de Pesquisa – Aspectos da coleção da Terra Foundation for American Art através do programa Terra Collection-in-Residence\, com 36 obras selecionadas em diálogo com a pesquisa e as disciplinas de graduação e pós-graduação do MAC USP e sua atuação no Programa Interunidades em Estética e História da Arte (PGEHA USP). A parceria entre a Terra Foundation for American Art e o MAC USP envolve também a linha de pesquisa em História da Arte e da Cultura do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e o Departamento de História da Arte da Unifesp. Nos próximos dois anos as obras em exposição permitirão criar pontes de interpretação com obras do acervo do MAC USP e apoiar atividades didáticas e de pesquisa. \n\n\n\nA Terra Collection for American Art é uma associação sem fins lucrativos\, com sede em Chicago (EUA)\, que desde os anos 1980 coleciona obras de arte do país e fomenta a pesquisa sobre sua arte.  Algumas das obras já integraram outras parcerias com o Brasil\, presentes em exposições de pesquisa realizadas no MAC USP – Atelier 17 e a gravura moderna nas Américas (2019)\, e na Pinacoteca de São Paulo – Paisagem nas Américas (2016) e Pelas ruas: vida moderna e experiências urbanas na arte dos Estados Unidos\, 1893-1976 (2022). A exposição traz obras de Thomas Hart Benton\, Eugene Benson\, James McNeill Whistler\, Louis Lozowick\, James Edward Allen\, Ralston Crawford\, George Bellows\, Bolton Brown\, Winslow Homer\, C. Klackner. Clare Leighton\, Arnold Ronnebeck\, William Zorach\, Emil Bisttram\, Menton Murdoch Spruance\, John Ferren\, Mary Nimmo Moran\, Eanger Irving Couse\, George Josimovich\, George de Forest Brush\, Walter Ufer\, Edward Hooper\, John Marin\, Stanley Willian Hayter\, Stuart Davis\, Arshile Gorky\, Lyonel Feininger\, Armin Landeck e Thomas Moran. \n\n\n\nPor fim\, as obras se articulam na parceria da disciplina de pós-graduação Arte dos Estados Unidos e suas conexões\, com o apoio da fundação e ofertada conjuntamente com a Unicamp e a Unifesp\, que vem abordando estudos comparativos entre a arte produzida nos Estados Unidos e no Brasil\, trazendo temáticas como arte indígena\, diáspora africana nas Américas\, e imigrações italianas nas Américas. Através do Programa Collection- in-Residence\, o MAC USP se insere em uma rede de doze museus universitários internacionais de arte em um olhar crítico sobre a história da arte dos Estados Unidos e suas possíveis articulações com outros países.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"La Collection: Revoir Picasso" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Pablo Picasso\, Trois figures sous un arbre (Three figures under a tree)\, 1907-1908 © Musée Picasso Paris\n\n\n\nO Museu Nacional Picasso-Paris reencontra sua coleção espalhada por três andares a partir de 12 de março; após um ano de celebração e a magnífica exposição dedicada à artista Sophie Calle. Dez anos após a reabertura do museu\, a coleção se instala de forma permanente no magnífico Hotel Salé. \n\n\n\nFruto de uma história extraordinária\, a formação da coleção do Museu Nacional Picasso-Paris foi possibilitada pelo mecanismo de dação – hoje é a maior coleção pública de obras de Picasso\, os “Picassos de Picasso”. Originária dos ateliês do artista\, essa coleção nos permite compreender melhor as explorações estéticas deste Picasso que ora é desconcertante\, plural\, contraditório\, reflexivo\, gestual e conceitual\, esteta e engajado\, inventor e poeta. Ele é simbolista\, cubista\, clássico\, surrealista ou simplesmente figurativo e político? \n\n\n\nUm lugar aberto e vibrante\, o museu aborda questões sociais para questionar\, através da jornada de sua obra\, a recepção dela\, ou seja\, a do pintor mais renomado\, mais observado\, mas também o mais discutido. \n\n\n\nÉ também uma oportunidade para dedicar exposições ou contrapontos aos corações das coleções. O primeiro desta série presta homenagem à artista Françoise Gilot\, que faleceu recentemente. Além de seu famoso livro intitulado “Viver com Picasso”\, publicado em 1965 – a trajetória da artista é evocada desde sua proximidade com o grupo das “Realidades Novas” até as grandes composições totêmicas das “pinturas emblemáticas” dos anos 1980.
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SUMMARY:"Guillermo Kuitca\, Chapelle" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Guillermo Kuitca. Chapelle\, 2024. Cortesia do Musée Picasso Paris. \n  \nA convite do Museu Nacional Picasso-Paris\, o artista argentino Guillermo Kuitca (n. 1961) criou uma obra site-specific na capela do Hôtel Salé. Desde sua intervenção na Bienal de Veneza em 2007\, Kuitca desenvolveu uma nova linguagem\, ecoando a arquitetura\, que o artista chama de “pintura cubistoide”\, na qual um conjunto de linhas que se cruzam\, como tantas dobras no plano\, é implantado diretamente nas paredes\, formando um novo espaço pictórico. Kuitca descreve seu lugar no “carrossel da arte moderna”: \n“Há muitos anos\, pintei quadros mostrando uma esteira rolante de bagagens. Acredito que a história da arte era o verdadeiro tema dessas pinturas. A arte seria esse carrossel; a obra de arte\, uma bagagem\, e os artistas\, passageiros. Enquanto esperamos por nossa bagagem\, nos fazemos uma série de perguntas: ‘Minha mala chegará e serei capaz de reconhecê-la entre outras semelhantes? E se eu pegasse a mala de outra pessoa\, estaria usando as roupas dela? Minha bagagem será destruída para sempre?’ Para mim\, essas perguntas são uma meditação sobre a herança. Elas também vislumbram um possível encontro com Picasso\, como se ele fosse\, afinal\, mais um passageiro.” \nPara Kuitca\, a pintura tem memória. Por meio desses experimentos\, ele se conecta com a história da arte moderna\, invocando o cubismo como o traço de um movimento que opera como uma difração da realidade\, a construção de um espaço imaginário. Esta instalação site-specific foi generosamente apoiada pela galeria Hauser & Wirth. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"One Becomes Many" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Sonia Gomes\, Sem título\, da série Torções\, 2021. © Sonia Gomes\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nOne Becomes Many investiga os legados duradouros que atravessam gerações na obra de onze artistas negros brasileiros. Por meio de motivos tradicionais\, abstrações geométricas e uma profunda reverência à cultura brasileira\, os artistas revelam um universo em que a resiliência não é apenas uma característica\, mas uma herança sagrada. \nNo centro da exposição está o candomblé — religião afro-brasileira que se origina das tradições de povos da África Ocidental\, como iorubás\, fons e bantos\, incorporando também elementos do catolicismo romano. Inspirados por rituais e práticas espirituais\, os artistas homenageiam orixás e ancestrais\, impregnando suas obras com potência e sabedoria divina. Os símbolos do candomblé\, aqui reinterpretados\, tornam-se testemunhos visuais da força de um povo que resistiu\, persistiu e floresceu. \nAs experiências da diáspora também reverberam nas obras reunidas\, refletindo vivências comuns de deslocamento\, sobrevivência e continuidade cultural. Através de narrativas sobre identidade e pertencimento\, os artistas articulam as complexidades da história com as realidades contemporâneas das comunidades afro-brasileiras. One Becomes Many convida o público a uma travessia em que passado e presente se entrelaçam\, guiados pelos ecos da ancestralidade rumo a um futuro iluminado por tudo aquilo que permanece. \nParticipam da exposição: Emanoel Araújo\, Mestre Didi\, Sonia Gomes\, Gustavo Nazareno\, Paulo Nazareth\, Antonio Obá\, Alberto Pitta\, Hariel Revignet\, Tadáskía\, Nádia Taquary e Rubem Valentim. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPerguntar ao 
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Popular\, Populares" no Museu Afro Brasil
DESCRIPTION:Exposição “Popular\, populares” 2025. Divulgação. \nA exposição Popular\, Populares desafia definições convencionais de arte popular\, explorando a riqueza e a pluralidade das expressões de artistas negros e indígenas. Com obras que vão do antropo-zoomorfismo vibrante ao minimalismo\, a mostra convida o público a repensar fronteiras históricas e culturais que moldam a noção de “popular”. Exibida no subsolo do Museu até maio de 2025\, a exposição busca ampliar o entendimento dessas manifestações artísticas e sua relevância no cenário contemporâneo.
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SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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SUMMARY:"Symbiosis" no Palais de Tokyo
DESCRIPTION:Crédito : Vitalii Akimov\n\n\n\n\nA partir de janeiro e ao longo de todo o ano de 2025\, o Palais de Tokyo convida a coreógrafa Sharon Eyal e o produtor Gai Behar\, dupla fundadora da S-E-D Sharon Eyal Dance Company\, para inaugurar um novo formato de longa duração dedicado à performance: Symbiosis. \nCom Symbiosis\, o Palais de Tokyo dá continuidade à sua colaboração com artistas performers e reafirma o compromisso de estabelecer relações duradouras\, seguindo uma lógica inspirada na permacultura institucional que orienta o projeto do centro de arte. \nOs artistas convidados ao longo do ano terão a oportunidade de desenvolver seus trabalhos em sintonia com os espaços do edifício e sua programação\, por meio de diferentes formas de interação com o público – desde intervenções sutis e intimistas até gestos mais espetaculares.
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LOCATION:Palais de Tokyo\, 13\, avenue du Président Wilson\, Paris\, França
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SUMMARY:"Portraits from the ICA Collection" no ICA Boston
DESCRIPTION:Didier William\, “Gwo Tet”\, 2021. Cortesia do artista e Altman Siegel\, São Francisco ® Didier William\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta o vasto acervo de retratos em diferentes mídias dentro da Coleção do ICA\, explorando como artistas criam imagens de si mesmos e de outros para expressar emoções\, questões políticas e a potência da representação. O retrato oferece tanto aos artistas quanto aos retratados uma forma de comunicar experiências pessoais e vividas\, ao mesmo tempo em que convida o público a refletir sobre si mesmo. \nDiferente dos retratos históricos\, frequentemente voltados à celebração da aristocracia e das elites\, a retratística contemporânea abrange um espectro mais amplo e inclusivo de pessoas e identidades. A seleção de quase trinta obras reflete a riqueza das narrativas atuais\, ressaltando a diversidade das experiências individuais e os vínculos que nos conectam enquanto sociedade.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Breaking the Mold: Brooklyn Museum at 200" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Winslow Homer\, Glass Windows\, Bahamas\, ca. 1885. Foto: Brooklyn Museum\n\n\n\n\nDas primeiras aquisições pioneiras às adições mais recentes e marcantes\, a coleção do Brooklyn Museum sempre destacou artistas e obras que impulsionam narrativas imaginativas e diálogos corajosos. Em comemoração ao seu 200º aniversário\, a exposição Breaking the Mold: Brooklyn Museum at 200 celebra esse legado singular. Dividida em três capítulos\, a mostra reúne tanto obras icônicas da coleção quanto novas adições\, revelando perspectivas inéditas e explorando a rica trajetória e a evolução futura do acervo. \nBrooklyn Made presta homenagem à arte e ao design criados no bairro desde o século XVII até os dias de hoje. O capítulo se inicia com um par de mocassins juvenis do povo Delaware\, reconhecendo os habitantes originários da região\, e avança no tempo para destacar artistas contemporâneos de Brooklyn\, como KAWS\, Duke Riley e Tourmaline. \nBuilding the Brooklyn Museum and Its Collection apresenta obras transformadoras e materiais de arquivo que narram o desenvolvimento da coleção e do edifício Beaux-Arts que abriga o museu. \nPor fim\, Gifts of Art in Honor of the 200th reúne doações extraordinárias feitas em celebração ao bicentenário\, incluindo pinturas\, fotografias\, vídeos\, esculturas e cerâmicas de artistas renomados\, como Julie Mehretu\, Robert Frank\, Alex Katz e Coco Fusco. Essas contribuições\, ao lado de obras de artistas influentes da atualidade\, muitos deles baseados em Brooklyn\, não apenas contam a história do museu\, mas também refletem as transformações do mundo ao seu redor.
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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Zheng Chongbin: Golden State" no LACMA
DESCRIPTION:Zheng Chongbin\, “Golden State”\, 2024\, cortesia do artista\, © Zheng Chongbin\, foto: Zhang Hong.\n\n\n\n\nAo longo das últimas quatro décadas\, o artista Zheng Chongbin (n. 1961)\, nascido em Xangai e radicado no Condado de Marin\, desenvolveu uma prática singular que dialoga com os conceitos e a estética do movimento Light and Space\, além da tradição da pintura com tinta da Ásia Oriental. Formado tanto em pintura figurativa chinesa tradicional quanto em arte de instalação e performance\, Zheng sintetiza essas práticas aparentemente distintas em técnicas inéditas de pintura e vídeo que se tornaram sua marca registrada. Zheng Chongbin: Golden State é uma apresentação concisa que reúne duas instalações de vídeo\, além de obras pintadas e impressas. Por meio de formas abstratas e visões distorcidas das paisagens naturais da Califórnia\, Zheng explora água\, luz e movimento em suas obras características.
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SUMMARY:"Marga Ledora: A linha da casa" na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Marga Lenora\, da série Quadrud Negrus. Foto: Isabella Matheus\n\n\n\n\nA exposição será a primeira panorâmica institucional da artista e apresenta uma reunião significativa das séries Quadrus Negrus e Casa Preta\, até hoje raramente vistas em seu conjunto\, além de um expressivo grupo de obras pouco conhecidas. \nNascida em 1959 em São Paulo\, a artista Marga Ledora estudou Linguística na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)\, onde se formou em 1983. Uma amante de tudo o que diz respeito à arte do papel\, faz do desenho seu meio expressivo e experimental. Seus trabalhos se constroem a partir das modulações e da energia linear do desenho da casa. \nA exposição acontecerá no 2º andar da Pina Estação. Com curadoria de Ana Paula Lopes.
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LOCATION:Estação Pinacoteca\, 66 Largo Galeria Osório Santa Ifigênia\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Mary Heilmann: Long Line" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Vista da exposição “Mary Heilmann: Long Line”. Whitney Museum of American Art\, Nova York. Foto: Ron Amstutz\n\n\n\n\nMary Heilmann (n. 1940\, San Francisco) afirmou certa vez que “museus são lugares para passar o tempo” [tradução livre]\, e essa exposição encarna esse espírito ao convidar o público à conexão social e ao engajamento com a arquitetura do Whitney Museum\, o Rio Hudson e a paisagem urbana ao redor. O ambiente imersivo inclui uma ampliação pintada à mão de Long Line (2020)\, além de diversas cadeiras esculturais inspiradas em móveis que a artista já exibiu em galerias e espaços domésticos. A influência da contracultura dos anos 1960 e do Minimalismo geométrico permeia a trajetória de Heilmann\, que há décadas desenvolve uma abordagem da abstração marcada por cores vibrantes e formas pouco convencionais. Long Line nasceu da experiência de observar as ondas nas costas de Long Island e da Califórnia — e aqui estabelece uma rima visual com o fluxo do Rio Hudson. \nA nova instalação site-specific\, Mary Heilmann: Long Line\, celebra o décimo aniversário do edifício atual do Whitney Museum\, para o qual a artista criou anteriormente Mary Heilmann: Sunset (2015). Esse projeto inaugural da maior galeria externa do museu incluiu a reprodução em larga escala de uma pintura vibrante\, um filme e as emblemáticas cadeiras da artista\, transformando o espaço em um lugar de contemplação\, descanso e reflexão sobre a cidade em constante transformação.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"David Byrne" na Pace Gallery
DESCRIPTION:Imagem / Cortesia Pace Gallery\n\n\n\n\nA Pace apresenta uma instalação especial de desenhos do artista David Byrne em sua sede de Nova York. Realizadas diretamente nas paredes dos patamares da escadaria entre o primeiro e o sétimo andar da galeria\, as nove obras refletem a sensibilidade surreal e lúdica de Byrne. \nProduzidos ao longo de vários dias em abril de 2025\, os desenhos foram concebidos em escala real\, com o intuito de que o público os “confronte” e experimente de formas inesperadas. A instalação permanecerá em exibição por tempo indeterminado. \nAo longo de cinco décadas de carreira\, David Byrne desenvolveu uma prática nas artes visuais que inclui desenho\, fotografia\, instalação\, performance e design. O artista realizou sua primeira grande exposição com a Pace em 2003\, também em Nova York.
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LOCATION:Pace Gallery\, 540 West 25th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Rashid Johnson: A Poem for Deep Thinkers" no Guggenheim
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\nO ChatGPT disse:\n\n\n\n\n\n\n\n\nHá quase 30 anos\, o artista Rashid Johnson (n. 1977\, Chicago) desenvolve uma produção diversa que dialoga com disciplinas como história\, filosofia\, literatura e música. Esta grande exposição individual destaca seu papel como estudioso da história da arte\, mediador da cultura popular negra e força criativa na arte contemporânea. \nCerca de 90 obras — entre pinturas com sabão negro\, textos com spray\, esculturas em grande escala\, filmes e vídeos — ocupam a rotunda do museu. Entre elas está Sanguine\, uma obra monumental e site-specific instalada na rampa superior do edifício\, que incorpora um piano para apresentações musicais. Além disso\, um programa dinâmico de eventos\, desenvolvido em colaboração com parceiros comunitários de toda a cidade de Nova York\, ativa um palco escultural no piso da rotunda.
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LOCATION:The Guggenheim Museum\, 1071 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Encounters: Giacometti" no Barbican Centre
DESCRIPTION:Alberto Giacometti segurando “Three Men Walking”\, década de 1940. Foto: anônima. Crédito: © Succession Alberto Giacometti / Adagp\, Paris 2024. \nTrês exposições inovadoras posicionam esculturas históricas de Alberto Giacometti ao lado de obras recentes de artistas contemporâneas\, em um espaço novo e intimista. \nReconhecido como um dos escultores europeus mais importantes do século XX\, Giacometti é conhecido por suas esculturas elongadas e singulares\, que experimentam novas abordagens sobre o corpo humano. Criadas em resposta à dor e à devastação causadas pela Segunda Guerra Mundial\, suas obras propõem uma reflexão sobre a condição humana e o inconsciente coletivo. \nOrganizada em colaboração com a Fondation Giacometti\, essa série de exposições\, que se estende por um ano\, tem início em maio com uma mostra de Huma Bhabha\, seguida por Mona Hatoum em setembro e Lynda Benglis em fevereiro de 2026. As obras dessas artistas dialogam diretamente com as esculturas de Giacometti\, ativando novos encontros intergeracionais por meio de temas universais como morte\, fragmentação\, o doméstico\, memória\, trauma\, erotismo\, horror e humor. \nÉ a primeira vez que os trabalhos dessas três artistas serão apresentados lado a lado com as obras de Giacometti.
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LOCATION:Barbican Centre\, Silk St Barbican London\, Londres\, Inglaterra\, Reino unido
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SUMMARY:"Architectural Journey: Frank Gehry" no Foundation Louis Vuitton
DESCRIPTION:Projeto de Frank Gehry. “Architectural journey”\, desenhado em 1989. Cortesia da Fundation Louis Vuitton. \nBanhada pela luz natural proveniente de uma claraboia\, a exposição começa no Estúdio\, que exibe uma maquete original em escala\, ao redor da qual os visitantes podem caminhar antes de descobrir dois vídeos widescreen gravados com drones. \nPreparada em colaboração com as equipes de Frank Gehry em Los Angeles\, esta exposição permanente propõe um itinerário aberto aos visitantes. Assim como o próprio edifício\, que oferece múltiplos itinerários possíveis\, os visitantes são convidados a uma jornada arquitetônica que descreve e explica o processo que culminou em um edifício já reconhecido como um novo e importante monumento para Paris. \nEssa combinação cria uma experiência visual única\, oferecendo uma visão da beleza impressionante do edifício\, bem como de sua complexidade tecnológica. Os patamares com vista para o “cânion” apresentam elementos-chave essenciais para a compreensão do edifício: construção\, materiais\, design\, contexto em Paris. \nOs patamares podem ser acessados ​​pela única escada onde as paredes estruturais de aço foram deixadas expostas\, evocando o casco de um navio. Os visitantes também descobrem os esboços iniciais do projeto\, expressando a inspiração criativa do arquiteto\, que recebeu o prestigioso Prêmio Pritzker em 1989. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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LOCATION:Fondation Louis Vuitton\, 8\, Avenue du Mahatma Gandhi Bois de Boulogne\, Paris\, França
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SUMMARY:"Language and Image" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Thomas Struth\, Grab von Lu Xun\, Shanghai\, 1997 (Túmulo de Lu Xun\, Xangai\, 1997). Coleção Jorge M. Pérez. © Thomas Struth\n\n\n\n\nLanguage and Image: Conceptual and Performance-based Photography from the Jorge M. Pérez Collection reúne mais de 100 obras de mais de 50 artistas internacionais. Em sintonia com a missão e a visão do museu — que refletem também a paixão de seus patronos pelo colecionismo —\, a exposição destaca artistas de diversas partes do mundo\, com ênfase significativa em nomes da América Latina e da diáspora africana. Artistas consagrados\, que produzem obras inovadoras há décadas\, como Marina Abramović\, Thomas Ruff\, Cindy Sherman e Thomas Struth\, aparecem ao lado de nomes como Jonathas de Andrade\, María Magdalena Campos-Pons\, Ana Mendieta e Vik Muniz — muitos dos quais já foram exibidos com frequência no museu. \nDesde os anos 1960\, a fotografia tem sido um meio fundamental para artistas contemporâneos contarem histórias e criarem narrativas — uma linguagem própria. Tornou-se a principal forma de registrar obras efêmeras\, como performances\, e trabalhos em vídeo e imagem em movimento\, transformando essas experiências em objetos fixos. \nA fotografia sempre ocupou um papel central no acervo do PAMM desde que o museu passou a ser uma instituição colecionadora\, em 1996. A primeira grande exposição com foco exclusivo no meio fotográfico aconteceu em 2005: The Machine\, the Body and the City: Selections from the Charles Cowles Collection\, organizada em parceria com o patrono Charles Cowles e o então diretor Terrence Riley\, celebrou uma importante doação de mais de 100 fotografias. Em 2013\, com a inauguração do novo edifício\, a curadora Diana Nawi apresentou Image Search: Photography from the Collection. Em 2019\, por ocasião do 35º aniversário do museu\, o bolsista da Ford Foundation Ade Omotosho organizou uma seleção significativa de fotografias com novas pesquisas e obras recém-incorporadas ao acervo. \nLanguage and Image celebra essa trajetória e\, ao mesmo tempo\, aponta novos caminhos. O acervo do PAMM é especialmente forte em obras do século XX anteriores a 1960\, e esta exposição propõe construir uma ponte entre essas coleções históricas e os novos trabalhos que vêm sendo incorporados a partir da Coleção Jorge M. Pérez.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Giorgio Armani Privé 2005–2025" no Armani/Silos
DESCRIPTION:“Giorgio Armani Privé\, 2005–2025”. Crédito fotográfico: Delfino Sisto Legnani. \nApresentada pela primeira vez em 2005\, em Paris\, a capital da alta-costura\, a coleção Giorgio Armani Privé emergiu de imediato como uma nova expressão do estilo Armani — ao mesmo tempo complementar e distinta do prêt-à-porter —\, mas unificada pela busca de uma assinatura linear\, elegante e refinada. \nEsta exposição leva a Giorgio Armani Privé para Milão\, o coração pulsante do universo Armani\, oferecendo a oportunidade de admirar essas criações de perto e apreciar seu trabalho artesanal primoroso. A coleção nasce de uma visão de criatividade moderna\, expressa em linhas sofisticadas\, materiais e técnicas preciosas e bordados que lembram joias\, feitos por mãos habilidosas. Com a alta-costura\, Giorgio Armani se permite experimentar e imaginar livremente\, sem jamais perder a conexão com a realidade\, oferecendo uma perspectiva surpreendente sobre seu estilo. Ele abraça novas aventuras\, inspirando-se em lugares e atmosferas distantes\, criando um fascínio sereno e sedutor\, em uma narrativa contada no presente. Porque\, quando autênticas\, as criações de moda são atemporais.
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LOCATION:Armani/Silos\, via Bergognone\, 40\, Milão\, Italy
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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Mark Dion: The South Florida Wildlife Rescue Unit" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Mark Dion\, “South Florida Wildlife Rescue Unit: Mobile Laboratory”\, 2006. Coleção Pérez Art Museum Miami\, doação de Lin Lougheed. Vista da instalação: AMERICANA\, Pérez Art Museum Miami\, 2013–2014. Foto: Oriol Tarridas. © Mark Dion. Cortesia do artista e da Tonya Bonakdar Gallery\, Nova York / Los Angeles\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nMark Dion desfoca as fronteiras entre realidade e ficção para examinar as intervenções humanas na natureza nesta instalação em grande escala\, originalmente comissionada pelo Miami Art Museum (atualmente PAMM) em 2006. The South Florida Wildlife Rescue Unit apresenta uma operação de resgate móvel — um veículo totalmente equipado\, operado por uma equipe fictícia encarregada de salvar espécies ameaçadas nos Everglades. Manequins uniformizados e uma vitrine com ferramentas e artefatos de conservação compõem uma cena encenada\, mas estranhamente verossímil\, que satiriza a ineficiência burocrática ao mesmo tempo em que celebra o ativismo ambiental de base. \nA obra de Dion convida à reflexão sobre a complexa história dos Everglades — desde as primeiras explorações e a exploração ecológica até os esforços atuais de restauração. Combinando pesquisa minuciosa com ironia mordaz\, o artista questiona como ciência\, política e mitos moldam nossa percepção da natureza. Esta exposição lança luz sobre questões ambientais e sociais urgentes\, oferecendo um olhar instigante sobre um dos ecossistemas mais frágeis da Flórida. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao 
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Transparency" no Grand Palais
DESCRIPTION:Exibição interativa Transparency. 2025. Cortesia de Palais de la découverte. \nThe first exhibition of the Palais des enfants \nO Palais des enfants convida à transparência para sua primeira exposição! Uma jornada lúdica e sensorial para toda a família\, onde obras artísticas e experimentos científicos brincam com a luz para despertar a curiosidade e o encantamento dos mais pequenos. \nEm um universo imaginário\, projetado para despertar a curiosidade e o divertimento\, jovens e idosos vagam livremente de um palácio de gelo cintilante a uma caverna de tesouros cristalinos\, aventurando-se ora em uma floresta misteriosa\, ora em direção a um céu radiante ou às profundezas de um oceano multicolorido. \nAs artes da escultura\, gravura ou fotografia dialogam com a ciência por meio de dispositivos interativos e sensoriais. Entre criações do século XIX e obras contemporâneas\, obras imersivas como as de Dan Graham e Soo Sunny Park\, ideais para descobertas em grupo\, e criações mais introspectivas como as de Patrick Neu e Agathe May\, a exposição oferece uma exploração original que renova nossa percepção de transparência e luz. \nCrianças e adultos acompanhantes experimentam as múltiplas nuances da transparência\, trocam observações da translucidez com a escuridão e se maravilham com as riquezas da natureza e do saber-fazer\, ao longo de uma jornada pontuada por espaços lúdicos e contemplação. \nA exposição continua com um livro de atividades\, um podcast sobre transparência… e\, em breve\, encontros de mediação com uma série de eventos para ir ainda mais longe! \nExposição coproduzida pelo GrandPalaisRmn e pelo Palais de la découverte (Universcience). \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Niki de Saint Phalle\, Jean Tinguely\, Pontus Hulten" no Grand Palais
DESCRIPTION:Niki de Saint-Phalle. Foto de la Ron pintada\, 1979. Cortesia do Grand Palais. \nEntre no vibrante mundo de Niki de Saint Phalle e Jean Tinguely através das lentes visionárias de Pontus Hulten. Entre paixão e criação sem limites\, esta exposição revela a extraordinária alquimia que uniu esses artistas e seu amigo próximo: um trio explosivo que moldou uma forma de arte livre\, participativa e revolucionária. \nO lendário casal Niki de Saint Phalle (1930-2002) e Jean Tinguely (1925-1991) era unido por uma conexão artística inquebrável e uma visão compartilhada da criação como um ato de rebelião contra as normas estabelecidas. \nA exposição traça o prolífico itinerário desses dois artistas através da figura de Pontus Hulten (1924-2006)\, o primeiro diretor do Museu Nacional de Arte Moderna do Centro Pompidou\, que compartilha sua concepção de uma arte disruptiva\, multidisciplinar e participativa. Ao longo de sua carreira\, ele forneceu apoio incondicional a Saint Phalle e Tinguely: aquisições de obras\, retrospectivas dedicadas\, cartas brancas e apoio a projetos extraordinários\, como a gigantesca Nana na exposição Hon-en-Katedral (1966) no Moderna Museet de Estocolmo\, ou a exposição Le Crocrodrome de Zig & Puce (1977) no Fórum do Centro Pompidou. \nCriado a partir das ricas coleções do Centro Pompidou e de importantes empréstimos de instituições francesas e internacionais\, “Niki de Saint Phalle\, Jean Tinguely\, Pontus Hulten” permite aos visitantes descobrir ou redescobrir obras icônicas desses dois grandes artistas\, conduzidas por um excepcional homem de museu\, ao longo de uma visita histórica e lúdica onde arte\, amor\, amizade e compromisso estão intimamente interligados. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Flávio Império: tens a vontade e ela é livre" na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Figurino do show “Pássaro da manhã”\, 1977 – Foto: Divulgação\n\n\n\n\nA Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, inaugura a exposição individual Flávio Império: tens a vontade e ela é livre\, no 4º andar do edifício Pina Estação. A panorâmica – que reúne quase 300 obras – abrange a produção do artista entre os anos 1960 e 1985\, e tem curadoria assinada por Yuri Quevedo\, curador do museu e pesquisador da obra de Flávio Império (1935–1985) há 16 anos. \nFlávio Império foi um artista brasileiro em que a atuação transdisciplinar marcou profundamente a cena cultural do Brasil nas décadas de 1960 e 1970. Sua importância se dá não apenas pela multiplicidade de linguagens que dominava (como pintura\, arquitetura\, cenografia\, teatro\, design gráfico e do ativismo político)\, mas também pela maneira como ele as articulava em uma prática artística crítica\, engajada e transformadora. Império trabalhou com uma diversidade de materiais\, produzindo serigrafias\, pinturas\, colagens\, fotografia e documentários em super8. \n“Flávio Império olha para cultura popular de um jeito extremamente original no meio artístico da época. Homem de teatro\, buscava mais que estereótipos das personagens\, mas como elas viviam\, as soluções que davam para produzir a vida no cotidiano subdesenvolvido no país. Como pintor\, filho de imigrantes do Bexiga\, muitas vezes se entendeu mais como artesão do que como artista” diz Yuri Quevedo\, curador da mostra. \nDestaques \nA exposição propõe ao público uma imersão em diferentes momentos e manifestações da produção do artista\, ressaltando a coerência e a liberdade que orientam sua prática tão diversa. Entre os destaques estão o projeto de figurino “fogo”\, desenvolvido especialmente para a cantora Maria Bethânia para a peçaRosa do Ventos (1971)\, além dos estudos para capa do disco Doces Bárbaros (1976)\, que poderão ser vistos na segunda sala da mostra. Uma maquete descreve o projeto que o artista fez para o show Pássaro da Manhã(1977) de Maria Bethânia. Em um momento em que a ditadura militar começa a enfraquecer e surgem os movimentos de abertura\, Império concebe um cenário em que a cantora surge de uma noite escura no fundo e vai gradualmente se aproximando da plateia ladeada por tecidos que representam a alvorada. No show Bethânia canta lembrando os amigos que foram exilados. \nAlém disso\, pela primeira vez em 60 anos as obras UDN… Respeitosamente o extinto era muito distinto\, Generals in General e Marchadeira das famílias bem pensantes\, que integraram a antológica exposição Opinião65\, no MAM-RJ\, poderão ser vistas juntas. O público poderá ver ainda a maquete da peça A falecida (1983)\, desafio enfrentado por Flávio Império de conceber um cenário para a peça de Nelson Rodrigues que não queria nada sobre o palco. \nA mostra tem apoio Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP)\, que emprestou 38 desenhos originais do artista\, parte da coleção de mais de 10 mil itens que conserva. \nSobre a exposição \nDividida em três núcleos\, a exposição mostra a trajetória do artista que tem produção concentrada no período da ditadura militar. No percurso\, o público pode notar como seu pensamento e a ideia de engajamento social e político se transforma nas diversas fases de sua trajetória. A primeira sala\, A pintura nova é a cara do cotidiano\, mostra um artista que busca nos tipos sociais e na cultura de massas uma tradução satírica para a ditadura militar e o imperialismo estadunidense. Aqui estão reunidos os trabalhos da década de 1960\, como aqueles que foram para as exposições Opinião65 e Porpostas65. \nAparecem também obras de seus companheiros de trabalho Sérgio Ferro e Rodrigo Lefévre\, assim como de alunos\, entre eles Marcello Nitsche e Claudio Tozzi. Também é possível ver alguns dos trabalhos premiados no teatro\, Andorra – que tinha no elenco Beatriz Segall e Renato Borghi – e Ópera dos Três Vinténs. Nessa época\, o artista adaptou e dirigiu outro clássico de Brecht\, “Os fuzis da mãe Carrar” se tornou “Os fuzis de dona Tereza”. Nessa montagem\, Império inovou ao transferir o choro individual da mãe que perde seu filho para guerra\, para um choro coletivo\, entoado pelo coro da peça enquanto se exibia imagens sobre a morte do estudante Edson Luiz. \nA segunda sala – Aspectos do Inconsciente Coletivo na Comunicação de Massas – estão reunidos os trabalhos mais introspectivos do artista\, nos quais ele procura na subjetividade popular uma nova coletividade. São bandeiras de São João\, Oguns\, máscaras e outros símbolos que se fundem com a comunicação pop. É aqui que começa sua parceria com Fauzi Arap e Maria Bethânia. Nessa sala\, há também o curioso cenário pensado para Pano de Boca (1976) momento em que o artista ocupa um teatro em ruínas e cria ali a representação para o inconsciente de um ator. \nPor fim\, a terceira sala – Mãos e mangarás – mostra suas viagens de ônibus pelo interior do Brasil e o interesse por modos de fazer diversos. Aqui vemos o artista se interessar mais intensamente pela serigrafia e a repetição de motivos que lhe são caros: as mãos e a flor de bananeira – chamada de Mangará. É possível observar Império interpretar em imagens da natureza os rendimentos da revolução sexual e de costumes levada a cabo nos anos 1970. O arco-íris aparece como uma marca de uma sociedade mais diversa\, com novos atores políticos que começam a surgir na década de 1980. \nO artista morre em 1985\, adoecido pelo HIV. É um dos primeiros casos notórios do Brasil\, tratado pela imprensa com preconceito e desconhecimento. Ano passado\, durante o show de Madonna\, seu retrato apareceu entre os homenageados durante a canção Live to tell. \nBethânia\, amiga e musa \nA tríade constituída pela cantora Maria Bethânia\, o diretor de arte e figurinista Flávio Império (1935–1985) e diretor Fauzi Arap (1938-2013) começou com o espetáculo Rosa do Ventos (1971)\, que marcou época pela maneira original que combinava o espetáculo teatral e o show de música popular. A cenografia e os figurinos de Flávio Império envolvem a cantora\, e constituem parte do significado do show. No espetáculo\, havia trechos de textos de Clarice Lispector (1920-1970) e Fernando Pessoa (1888-1935)\, a construção do cenário foi desenvolvida em parceria com a Casa das Palmeiras\, da médica e psiquiatra Nise da Silveira (1905-1999). \nO artista ainda elaborou plasticamente outras seis montagens da intérprete: A Cena Muda (1974); Os Doces Bárbaros (1976)\, este com Gil\, Caetano e Gal; Pássaro da Manhã (1977); Maria Bethânia (1979); Estranha Forma de Vida (1981) e 20 Anos de Paixão (1985). No programa do último trabalho\, dirigido por Bibi Ferreira\, Bethânia homenageou o amigo recém-falecido. \nA exposição Flávio Império: tens a vontade e ela é livre é apresentada por Bradesco e patrocinada por Livelo\, na categoria Platinum\, Mattos Filho\, na categoria Ouro e Nescafé Dolce Gusto\, na categoria Prata.
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LOCATION:Estação Pinacoteca\, 66 Largo Galeria Osório Santa Ifigênia\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Emily Kam Kngwarray" na Tate Modern
DESCRIPTION:Emily Kam Kngwarray\, ”Ntang Dreaming”\, 1989. National Gallery of Australia. © Estate of Emily Kam Kngwarray / DACS 2024\, Todos os direitos reservados\n\n\n\n\nA renomada artista australiana Emily Kam Kngwarray (c. 1914–1996) criou obras poderosas e impactantes que refletem sua vida extraordinária como mulher Anmatyerr\, nascida em Alhalker\, na região de Sandover\, no Território do Norte da Austrália. \nReconhecida como uma das pintoras mais importantes surgidas no final do século XX\, sua experiência de vida e sua profunda conexão cultural com seu Country foram traduzidas inicialmente em vibrantes batiks e\, posteriormente\, em pinturas monumentais sobre tela. Para os Povos Aborígenes e das Ilhas do Estreito de Torres\, o conceito de Country abrange as terras\, os céus e as águas aos quais estão profundamente conectados há incontáveis gerações. Country é um lugar compartilhado de origens espirituais\, sociais e geográficas. A obra de Kngwarray incorpora seu conhecimento minucioso dos territórios onde viveu ao longo da vida\, com padrões sobrepostos que representam as plantas\, os animais e as formações geológicas que compõem os ecossistemas do deserto ao seu redor. \nA exposição apresenta ricos têxteis\, pinturas\, filmes e elementos sonoros que expressam a dimensão expansiva do Country Ancestral e da cultura de Kngwarray. \nRealizada em colaboração com a National Gallery of Australia (NGA)\, esta será a primeira grande mostra dedicada à obra de Kngwarray na Europa\, celebrando sua carreira extraordinária como uma das maiores artistas da história da Austrália. \nExposição organizada pela Tate Modern e pela National Gallery of Australia\, a partir de uma curadoria de Kelli Cole (povos Warumungu e Luritja) e Hetti Perkins (povos Arrernte e Kalkadoon). A mostra Emily Kam Kngwarray na Tate Modern é curada por Kelli Cole.
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SUMMARY:"Eu sou o Brasil: artistas populares" no Sesc Santo Amaro
DESCRIPTION:Obra de Suene Oliveira Santos. Foto: Everton Ballardin \nCom abertura em 9 de agosto e visitação até  28 de dezembro\, a exposição Eu sou o Brasil: artistas populares ocupará o Sesc Santo Amaro com um conjunto de 57 obras pertencentes ao Acervo Sesc de Arte\, reunindo produções de artistas autodidatas de diferentes regiões do Brasil. Produzida a partir de uma seleção criteriosa do curador Renan Quevedo\, a mostra\, que evidencia a relevância da coleção de artes visuais do Sesc São Paulo\, inclui pinturas\, esculturas\, xilogravuras e objetos que revelam a pluralidade e a potência simbólica da chamada arte popular\, força criativa marcada pela ancestralidade\, pela memória coletiva e pela resistência. \nOrganizada em quatro núcleos temáticos – Fauna e Flora\, Cotidiano\, Ofícios e Festas –\, a exposição reúne obras de 30 artistas do Norte ao Sul do Brasil. São eles: Maria Lira Marques\, J. Borges\, J. Miguel\, Manoel Graciano\, Francisco Graciano\, Carmézia Emiliano\, Mirian\, Berbela\, Jasson Gonçalves\, Cornélio\, Louco Filho\, Agostinho Batista de Freitas\, Waldomiro de Deus\, Zica Bergami\, Mestre Saúba\, Mestre Molina\, José Bezerra\, Aberaldo Santos\, José Antônio da Silva\, Ranchinho\, Juracy Mello\, Nilson Pimenta da Costa\, Neves Torres\, Neri Agenor de Andrade\, Paulo Orlando da Silva\, Suene Oliveira Santos\, Véio\, Gersion de Castro Silva\, Maria de Lourdes\, Nilo e Cornélio. \nMarcadas pela experimentação\, pela oralidade e por saberes transmitidos de geração em geração\, as obras de cada um desses artistas têm em comum a produção à margem do chamado circuito de arte e refletem a dinâmica de trabalhos que simbolizam vivências e territórios diversos\, suscitando críticas sociais\, retratando experiências cotidianas ou celebrando festas e rituais. \n“Agentes-chave de definição da identidade brasileira\, os artistas da mostra começam a esculpir\, pintar\, entalhar\, modelar\, imprimir\, polir e encerar\, entre tantos outros verbos obstinados\, movidos pela vontade de externalizar poeticamente os impulsos criativos”\, defende Quevedo no texto curatorial da exposição. “Aqui\, nos distanciamos do caráter ingênuo ao qual a arte popular foi associada – e ainda é – para orgulhosamente descortinarmos seus aspectos e contornos densos\, ambivalentes\, extraordinários e profundos. Com a transmissão de saberes entre sucessores\, de geração em geração\, são consolidados pilares culturais e pertencimentos sociais\, contribuindo para a formação de comunidades atentas ao imaterial\, à ancestralidade e às permanências”\, complementa. \n\nQuatro núcleos em detalhes \nNo núcleo Fauna e Flora\, elementos da natureza reproduzidos em diversos suportes revelam diferentes nuances de Norte a Sul do país. Papel\, madeira\, metal\, tintas industriais e pigmentos naturais são utilizados para tecer narrativas que retratam bichos ora reais\, ora imaginários\, atravessando visões\, cotidiano\, crenças\, lendas e salvaguardas. Entre outros destaques do núcleo\, como as xilogravuras do mestre J.Borges\, os tons do Vale do Jequitinhonha inspiram a mineira Maria Lira Marques nas pinturas da série Meus Bichos do Sertão. Já o baiano Berbela tem a soldagem e a reciclagem de descartes plásticos e metálicos da comunidade de Paraisópolis como ponto de partida para a criação de inventivos simulacros de insetos \nNas proposições do núcleo Cotidiano\, Quevedo explora dinâmicas do dia a dia\, em contextos urbanos e rurais\, com obras que abordam relações de trabalho\, crítica social\, sonhos\, insatisfações e manifestações de fé. Um painel imponente com mais de uma centena de Ex-votos abre caminho para as carrancas do alagoano Jasson\, um anjo esculpido pelo piauiense Cornélio e os orixás do baiano Louco Filho. O lazer é visto nas pinturas de Waldomiro de Deus\, nos desenhos de Zica Bérgami e na torre com brincadeiras de criança de Mestre Saúba. Zé Bezerra e Aberaldo criam a partir do movimento da madeira e ali observam seres que se insinuam nas curvas do material\, trabalhando consistentemente a relação entre olhos e mãos. \nJá em Ofícios são retratadas atividades ligadas ao fazer manual e aos trabalhos do campo\, como na inventiva geringonça de Mestre Molina intitulada Vida na Roça\, e às práticas comunitárias\, destacando a diversidade das técnicas artesanais no Brasil e suas origens em processos de mistura entre culturas indígenas\, africanas e europeias. O núcleo também evoca o fluxo de migrantes que contribuíram para a consolidação da economia paulistana e influenciaram fortemente a constituição de comunidades urbanas\, como a do entorno do Sesc Santo Amaro\, cujas memórias ecoam nas obras de artistas como José Antônio da Silva\, Neves Torres\, Ranchinho\, Neri Agenor de Andrade\, Waldomiro de Deus\, Juracy Melo e Nilson Pimenta. \nPor fim\, o núcleo Festas destaca as manifestações culturais coletivas. Reunindo pinturas\, esculturas e xilogravuras\, o conjunto de obras revela olhares sobre folias\, folguedos\, danças\, ritos e reuniões permeadas por humor\, fé\, críticas sociais\, desejos\, formas e cores. Articuladoras de símbolos\, comunidades e territórios\, as festas atravessam a rotina e possibilitam a atualização de significados para os grupos. Rituais de oferta e agradecimento de alimentos são vistos na produção do pernambucano Paulo Orlando da Silva\, da paranaense Suene Oliveira Santos e de Carmézia Emiliano. A última\, roraimense da etnia Macuxi\, cria uma representação da Parixara\, tradicional celebração em agradecimento à comida\, culto à caça e à colheita e fortalecimento de laços comunitários. A alegria do frevo\, do circo e dos parques de diversões é\, respectivamente\, registrada na obra de J. Borges\, Véio e Mestre Molina. Já as reuniões de caráter religioso\, como a Folia de Reis\, celebram o nascimento de Jesus em desfiles processionais musicalizados\, sendo representadas na obra de Manoel Graciano\, nascido no Cariri cearense. \nAo reverenciar o trabalho dos 32 artistas presentes nesta mostra\, expoentes de práticas muitas vezes marginalizadas e subdimensionadas\, a exposição Eu sou o Brasil: artistas populares contribui para uma revisão do lugar da arte popular no imaginário nacional\, convidando o público a ampliar os horizontes do que se entende por arte no Brasil contemporâneo.
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