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SUMMARY:"At the Dawn of a New Age" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia\, bem como as mudanças culturais\, como o sufrágio feminino\, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade\, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias\, novos planos e novas esperanças”. \n\n\n\nAlguns dos artistas apresentados nesta exposição\, como Georgia O’Keeffe e Marsden Hartley \, são bem conhecidos hoje\, mas muitos modernistas igualmente inovadores foram amplamente esquecidos. Com mais de sessenta obras de quarenta e cinco artistas extraídas principalmente da coleção permanente do Whitney\, At the Dawn of a New Age oferece uma compreensão expandida da complexidade da arte americana produzida entre 1900 e 1930 e recupera a exuberante sensação de liberdade e experimentação subjacente isto. \n\n\n\nEsta exposição é organizada por Barbara Haskell\, curadora.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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SUMMARY:"The MET at The Louvre: Near Eastern Antiques in Dialogue" no Museu do Louvre
DESCRIPTION:Escultor desconhecido. “Cabeça de um líder”. Cortesia do Museu do Louvre.\n\n  \nO Departamento de Antiguidades do Oriente Próximo do Louvre está abrigando dez grandes obras do Metropolitan Museum of Art de Nova York\, cujo Departamento de Arte do Oriente Próximo Antigo está atualmente fechado para reformas. O Louvre e o Met criaram um diálogo único entre essas duas coleções\, que é exibido nas galerias permanentes do Louvre. Essas obras de arte “convidadas especiais” do Met\, datadas entre o final do 4º milênio a.C. e o século 5 d.C.\, mostram algumas conexões notáveis ​​com a coleção do Louvre. Em alguns casos\, um par de objetos foi reunido pela primeira vez\, enquanto em outros\, as peças se complementam em virtude de características históricas específicas de suas respectivas coleções. Representando a Ásia Central\, a Síria\, o Irã e a Mesopotâmia\, esse diálogo entre coleções está (re)apresentando os visitantes a essas extraordinárias e antigas obras de arte e às histórias que elas contam. \n  \n\n  \n\n  \n\n  \n\n 
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LOCATION:Museu do Louvre\, 75001 Paris\, França\, Paris\, França
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SUMMARY:Exposição de longa duração no MAC USP
DESCRIPTION:Walter Ufer\, Construtores do Deserto\, 1923 (detalhe)\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a exposição Galeria de Pesquisa – Aspectos da coleção da Terra Foundation for American Art através do programa Terra Collection-in-Residence\, com 36 obras selecionadas em diálogo com a pesquisa e as disciplinas de graduação e pós-graduação do MAC USP e sua atuação no Programa Interunidades em Estética e História da Arte (PGEHA USP). A parceria entre a Terra Foundation for American Art e o MAC USP envolve também a linha de pesquisa em História da Arte e da Cultura do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e o Departamento de História da Arte da Unifesp. Nos próximos dois anos as obras em exposição permitirão criar pontes de interpretação com obras do acervo do MAC USP e apoiar atividades didáticas e de pesquisa. \n\n\n\nA Terra Collection for American Art é uma associação sem fins lucrativos\, com sede em Chicago (EUA)\, que desde os anos 1980 coleciona obras de arte do país e fomenta a pesquisa sobre sua arte.  Algumas das obras já integraram outras parcerias com o Brasil\, presentes em exposições de pesquisa realizadas no MAC USP – Atelier 17 e a gravura moderna nas Américas (2019)\, e na Pinacoteca de São Paulo – Paisagem nas Américas (2016) e Pelas ruas: vida moderna e experiências urbanas na arte dos Estados Unidos\, 1893-1976 (2022). A exposição traz obras de Thomas Hart Benton\, Eugene Benson\, James McNeill Whistler\, Louis Lozowick\, James Edward Allen\, Ralston Crawford\, George Bellows\, Bolton Brown\, Winslow Homer\, C. Klackner. Clare Leighton\, Arnold Ronnebeck\, William Zorach\, Emil Bisttram\, Menton Murdoch Spruance\, John Ferren\, Mary Nimmo Moran\, Eanger Irving Couse\, George Josimovich\, George de Forest Brush\, Walter Ufer\, Edward Hooper\, John Marin\, Stanley Willian Hayter\, Stuart Davis\, Arshile Gorky\, Lyonel Feininger\, Armin Landeck e Thomas Moran. \n\n\n\nPor fim\, as obras se articulam na parceria da disciplina de pós-graduação Arte dos Estados Unidos e suas conexões\, com o apoio da fundação e ofertada conjuntamente com a Unicamp e a Unifesp\, que vem abordando estudos comparativos entre a arte produzida nos Estados Unidos e no Brasil\, trazendo temáticas como arte indígena\, diáspora africana nas Américas\, e imigrações italianas nas Américas. Através do Programa Collection- in-Residence\, o MAC USP se insere em uma rede de doze museus universitários internacionais de arte em um olhar crítico sobre a história da arte dos Estados Unidos e suas possíveis articulações com outros países.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"La Collection: Revoir Picasso" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Pablo Picasso\, Trois figures sous un arbre (Three figures under a tree)\, 1907-1908 © Musée Picasso Paris\n\n\n\nO Museu Nacional Picasso-Paris reencontra sua coleção espalhada por três andares a partir de 12 de março; após um ano de celebração e a magnífica exposição dedicada à artista Sophie Calle. Dez anos após a reabertura do museu\, a coleção se instala de forma permanente no magnífico Hotel Salé. \n\n\n\nFruto de uma história extraordinária\, a formação da coleção do Museu Nacional Picasso-Paris foi possibilitada pelo mecanismo de dação – hoje é a maior coleção pública de obras de Picasso\, os “Picassos de Picasso”. Originária dos ateliês do artista\, essa coleção nos permite compreender melhor as explorações estéticas deste Picasso que ora é desconcertante\, plural\, contraditório\, reflexivo\, gestual e conceitual\, esteta e engajado\, inventor e poeta. Ele é simbolista\, cubista\, clássico\, surrealista ou simplesmente figurativo e político? \n\n\n\nUm lugar aberto e vibrante\, o museu aborda questões sociais para questionar\, através da jornada de sua obra\, a recepção dela\, ou seja\, a do pintor mais renomado\, mais observado\, mas também o mais discutido. \n\n\n\nÉ também uma oportunidade para dedicar exposições ou contrapontos aos corações das coleções. O primeiro desta série presta homenagem à artista Françoise Gilot\, que faleceu recentemente. Além de seu famoso livro intitulado “Viver com Picasso”\, publicado em 1965 – a trajetória da artista é evocada desde sua proximidade com o grupo das “Realidades Novas” até as grandes composições totêmicas das “pinturas emblemáticas” dos anos 1980.
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SUMMARY:"Guillermo Kuitca\, Chapelle" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Guillermo Kuitca. Chapelle\, 2024. Cortesia do Musée Picasso Paris. \n  \nA convite do Museu Nacional Picasso-Paris\, o artista argentino Guillermo Kuitca (n. 1961) criou uma obra site-specific na capela do Hôtel Salé. Desde sua intervenção na Bienal de Veneza em 2007\, Kuitca desenvolveu uma nova linguagem\, ecoando a arquitetura\, que o artista chama de “pintura cubistoide”\, na qual um conjunto de linhas que se cruzam\, como tantas dobras no plano\, é implantado diretamente nas paredes\, formando um novo espaço pictórico. Kuitca descreve seu lugar no “carrossel da arte moderna”: \n“Há muitos anos\, pintei quadros mostrando uma esteira rolante de bagagens. Acredito que a história da arte era o verdadeiro tema dessas pinturas. A arte seria esse carrossel; a obra de arte\, uma bagagem\, e os artistas\, passageiros. Enquanto esperamos por nossa bagagem\, nos fazemos uma série de perguntas: ‘Minha mala chegará e serei capaz de reconhecê-la entre outras semelhantes? E se eu pegasse a mala de outra pessoa\, estaria usando as roupas dela? Minha bagagem será destruída para sempre?’ Para mim\, essas perguntas são uma meditação sobre a herança. Elas também vislumbram um possível encontro com Picasso\, como se ele fosse\, afinal\, mais um passageiro.” \nPara Kuitca\, a pintura tem memória. Por meio desses experimentos\, ele se conecta com a história da arte moderna\, invocando o cubismo como o traço de um movimento que opera como uma difração da realidade\, a construção de um espaço imaginário. Esta instalação site-specific foi generosamente apoiada pela galeria Hauser & Wirth. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"One Becomes Many" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Sonia Gomes\, Sem título\, da série Torções\, 2021. © Sonia Gomes\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nOne Becomes Many investiga os legados duradouros que atravessam gerações na obra de onze artistas negros brasileiros. Por meio de motivos tradicionais\, abstrações geométricas e uma profunda reverência à cultura brasileira\, os artistas revelam um universo em que a resiliência não é apenas uma característica\, mas uma herança sagrada. \nNo centro da exposição está o candomblé — religião afro-brasileira que se origina das tradições de povos da África Ocidental\, como iorubás\, fons e bantos\, incorporando também elementos do catolicismo romano. Inspirados por rituais e práticas espirituais\, os artistas homenageiam orixás e ancestrais\, impregnando suas obras com potência e sabedoria divina. Os símbolos do candomblé\, aqui reinterpretados\, tornam-se testemunhos visuais da força de um povo que resistiu\, persistiu e floresceu. \nAs experiências da diáspora também reverberam nas obras reunidas\, refletindo vivências comuns de deslocamento\, sobrevivência e continuidade cultural. Através de narrativas sobre identidade e pertencimento\, os artistas articulam as complexidades da história com as realidades contemporâneas das comunidades afro-brasileiras. One Becomes Many convida o público a uma travessia em que passado e presente se entrelaçam\, guiados pelos ecos da ancestralidade rumo a um futuro iluminado por tudo aquilo que permanece. \nParticipam da exposição: Emanoel Araújo\, Mestre Didi\, Sonia Gomes\, Gustavo Nazareno\, Paulo Nazareth\, Antonio Obá\, Alberto Pitta\, Hariel Revignet\, Tadáskía\, Nádia Taquary e Rubem Valentim. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPerguntar ao 
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Popular\, Populares" no Museu Afro Brasil
DESCRIPTION:Exposição “Popular\, populares” 2025. Divulgação. \nA exposição Popular\, Populares desafia definições convencionais de arte popular\, explorando a riqueza e a pluralidade das expressões de artistas negros e indígenas. Com obras que vão do antropo-zoomorfismo vibrante ao minimalismo\, a mostra convida o público a repensar fronteiras históricas e culturais que moldam a noção de “popular”. Exibida no subsolo do Museu até maio de 2025\, a exposição busca ampliar o entendimento dessas manifestações artísticas e sua relevância no cenário contemporâneo.
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SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
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SUMMARY:"Deep Waters: Four Artists and the Sea" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:John Akomfrah\, still de Vertigo Sea\, 2015. © Smoking Dogs Films; Cortesia de Smoking Dogs Films e Lisson Gallery\n\n\n\n\nGerações de artistas exploraram as belezas e os terrores do oceano\, refletindo sobre as experiências daqueles que viveram e perderam suas vidas entre as ondas. Entrelaçando obras de quatro artistas criadas ao longo de séculos e através do Atlântico\, esta exposição segue um fio genealógico unido pelo mar. Ecos de Watson and the Shark (1778)\, de John Singleton Copley\, reverberam em Slave Ship (Slavers Throwing Overboard the Dead and Dying\, Typhoon Coming On) (1840)\, de J. M. W. Turner\, que\, por sua vez\, influenciou a arte criada no século XXI. \nApresentada pela primeira vez na Nova Inglaterra\, a icônica instalação de filme em três canais Vertigo Sea (2015)\, de John Akomfrah\, expande os temas centrais das duas obras anteriores\, explorando a tumultuosa relação da humanidade com o mar e suas criaturas\, bem como o papel do oceano na história da escravidão. Em Some People Have Spiritual Eyes I and II (2020)\, a fotógrafa Ayana V. Jackson leva essas ideias a uma nova direção. Sua exploração da divindade\, feminilidade e destino por meio de autorretratos é inspirada em Drexciya\, uma mítica utopia aquática habitada por descendentes das mulheres africanas grávidas que perderam suas vidas no Oceano Atlântico durante o Middle Passage. \nDeep Waters: Four Artists and the Sea convida os visitantes a considerar e refletir sobre o diálogo entre essas obras de arte e seus criadores. Cada artista oferece uma perspectiva única baseada em sua experiência vivida\, mas todos estão sintonizados com as poéticas e histórias do mar — desde suas superfícies brilhantes e profundezas insondáveis até seus habitantes e fantasmas; de um local de memória\, luto e fragilidade a um símbolo de resiliência e futuros possíveis.
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LOCATION:MFA Boston\, 465 Huntington Ave\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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SUMMARY:"Symbiosis" no Palais de Tokyo
DESCRIPTION:Crédito : Vitalii Akimov\n\n\n\n\nA partir de janeiro e ao longo de todo o ano de 2025\, o Palais de Tokyo convida a coreógrafa Sharon Eyal e o produtor Gai Behar\, dupla fundadora da S-E-D Sharon Eyal Dance Company\, para inaugurar um novo formato de longa duração dedicado à performance: Symbiosis. \nCom Symbiosis\, o Palais de Tokyo dá continuidade à sua colaboração com artistas performers e reafirma o compromisso de estabelecer relações duradouras\, seguindo uma lógica inspirada na permacultura institucional que orienta o projeto do centro de arte. \nOs artistas convidados ao longo do ano terão a oportunidade de desenvolver seus trabalhos em sintonia com os espaços do edifício e sua programação\, por meio de diferentes formas de interação com o público – desde intervenções sutis e intimistas até gestos mais espetaculares.
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SUMMARY:"Portraits from the ICA Collection" no ICA Boston
DESCRIPTION:Didier William\, “Gwo Tet”\, 2021. Cortesia do artista e Altman Siegel\, São Francisco ® Didier William\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta o vasto acervo de retratos em diferentes mídias dentro da Coleção do ICA\, explorando como artistas criam imagens de si mesmos e de outros para expressar emoções\, questões políticas e a potência da representação. O retrato oferece tanto aos artistas quanto aos retratados uma forma de comunicar experiências pessoais e vividas\, ao mesmo tempo em que convida o público a refletir sobre si mesmo. \nDiferente dos retratos históricos\, frequentemente voltados à celebração da aristocracia e das elites\, a retratística contemporânea abrange um espectro mais amplo e inclusivo de pessoas e identidades. A seleção de quase trinta obras reflete a riqueza das narrativas atuais\, ressaltando a diversidade das experiências individuais e os vínculos que nos conectam enquanto sociedade.
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SUMMARY:"Breaking the Mold: Brooklyn Museum at 200" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Winslow Homer\, Glass Windows\, Bahamas\, ca. 1885. Foto: Brooklyn Museum\n\n\n\n\nDas primeiras aquisições pioneiras às adições mais recentes e marcantes\, a coleção do Brooklyn Museum sempre destacou artistas e obras que impulsionam narrativas imaginativas e diálogos corajosos. Em comemoração ao seu 200º aniversário\, a exposição Breaking the Mold: Brooklyn Museum at 200 celebra esse legado singular. Dividida em três capítulos\, a mostra reúne tanto obras icônicas da coleção quanto novas adições\, revelando perspectivas inéditas e explorando a rica trajetória e a evolução futura do acervo. \nBrooklyn Made presta homenagem à arte e ao design criados no bairro desde o século XVII até os dias de hoje. O capítulo se inicia com um par de mocassins juvenis do povo Delaware\, reconhecendo os habitantes originários da região\, e avança no tempo para destacar artistas contemporâneos de Brooklyn\, como KAWS\, Duke Riley e Tourmaline. \nBuilding the Brooklyn Museum and Its Collection apresenta obras transformadoras e materiais de arquivo que narram o desenvolvimento da coleção e do edifício Beaux-Arts que abriga o museu. \nPor fim\, Gifts of Art in Honor of the 200th reúne doações extraordinárias feitas em celebração ao bicentenário\, incluindo pinturas\, fotografias\, vídeos\, esculturas e cerâmicas de artistas renomados\, como Julie Mehretu\, Robert Frank\, Alex Katz e Coco Fusco. Essas contribuições\, ao lado de obras de artistas influentes da atualidade\, muitos deles baseados em Brooklyn\, não apenas contam a história do museu\, mas também refletem as transformações do mundo ao seu redor.
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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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SUMMARY:"Zheng Chongbin: Golden State" no LACMA
DESCRIPTION:Zheng Chongbin\, “Golden State”\, 2024\, cortesia do artista\, © Zheng Chongbin\, foto: Zhang Hong.\n\n\n\n\nAo longo das últimas quatro décadas\, o artista Zheng Chongbin (n. 1961)\, nascido em Xangai e radicado no Condado de Marin\, desenvolveu uma prática singular que dialoga com os conceitos e a estética do movimento Light and Space\, além da tradição da pintura com tinta da Ásia Oriental. Formado tanto em pintura figurativa chinesa tradicional quanto em arte de instalação e performance\, Zheng sintetiza essas práticas aparentemente distintas em técnicas inéditas de pintura e vídeo que se tornaram sua marca registrada. Zheng Chongbin: Golden State é uma apresentação concisa que reúne duas instalações de vídeo\, além de obras pintadas e impressas. Por meio de formas abstratas e visões distorcidas das paisagens naturais da Califórnia\, Zheng explora água\, luz e movimento em suas obras características.
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SUMMARY:"Marga Ledora: A linha da casa" na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Marga Lenora\, da série Quadrud Negrus. Foto: Isabella Matheus\n\n\n\n\nA exposição será a primeira panorâmica institucional da artista e apresenta uma reunião significativa das séries Quadrus Negrus e Casa Preta\, até hoje raramente vistas em seu conjunto\, além de um expressivo grupo de obras pouco conhecidas. \nNascida em 1959 em São Paulo\, a artista Marga Ledora estudou Linguística na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)\, onde se formou em 1983. Uma amante de tudo o que diz respeito à arte do papel\, faz do desenho seu meio expressivo e experimental. Seus trabalhos se constroem a partir das modulações e da energia linear do desenho da casa. \nA exposição acontecerá no 2º andar da Pina Estação. Com curadoria de Ana Paula Lopes.
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LOCATION:Estação Pinacoteca\, 66 Largo Galeria Osório Santa Ifigênia\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Mary Heilmann: Long Line" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Vista da exposição “Mary Heilmann: Long Line”. Whitney Museum of American Art\, Nova York. Foto: Ron Amstutz\n\n\n\n\nMary Heilmann (n. 1940\, San Francisco) afirmou certa vez que “museus são lugares para passar o tempo” [tradução livre]\, e essa exposição encarna esse espírito ao convidar o público à conexão social e ao engajamento com a arquitetura do Whitney Museum\, o Rio Hudson e a paisagem urbana ao redor. O ambiente imersivo inclui uma ampliação pintada à mão de Long Line (2020)\, além de diversas cadeiras esculturais inspiradas em móveis que a artista já exibiu em galerias e espaços domésticos. A influência da contracultura dos anos 1960 e do Minimalismo geométrico permeia a trajetória de Heilmann\, que há décadas desenvolve uma abordagem da abstração marcada por cores vibrantes e formas pouco convencionais. Long Line nasceu da experiência de observar as ondas nas costas de Long Island e da Califórnia — e aqui estabelece uma rima visual com o fluxo do Rio Hudson. \nA nova instalação site-specific\, Mary Heilmann: Long Line\, celebra o décimo aniversário do edifício atual do Whitney Museum\, para o qual a artista criou anteriormente Mary Heilmann: Sunset (2015). Esse projeto inaugural da maior galeria externa do museu incluiu a reprodução em larga escala de uma pintura vibrante\, um filme e as emblemáticas cadeiras da artista\, transformando o espaço em um lugar de contemplação\, descanso e reflexão sobre a cidade em constante transformação.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"David Byrne" na Pace Gallery
DESCRIPTION:Imagem / Cortesia Pace Gallery\n\n\n\n\nA Pace apresenta uma instalação especial de desenhos do artista David Byrne em sua sede de Nova York. Realizadas diretamente nas paredes dos patamares da escadaria entre o primeiro e o sétimo andar da galeria\, as nove obras refletem a sensibilidade surreal e lúdica de Byrne. \nProduzidos ao longo de vários dias em abril de 2025\, os desenhos foram concebidos em escala real\, com o intuito de que o público os “confronte” e experimente de formas inesperadas. A instalação permanecerá em exibição por tempo indeterminado. \nAo longo de cinco décadas de carreira\, David Byrne desenvolveu uma prática nas artes visuais que inclui desenho\, fotografia\, instalação\, performance e design. O artista realizou sua primeira grande exposição com a Pace em 2003\, também em Nova York.
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LOCATION:Pace Gallery\, 540 West 25th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Rashid Johnson: A Poem for Deep Thinkers" no Guggenheim
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\nO ChatGPT disse:\n\n\n\n\n\n\n\n\nHá quase 30 anos\, o artista Rashid Johnson (n. 1977\, Chicago) desenvolve uma produção diversa que dialoga com disciplinas como história\, filosofia\, literatura e música. Esta grande exposição individual destaca seu papel como estudioso da história da arte\, mediador da cultura popular negra e força criativa na arte contemporânea. \nCerca de 90 obras — entre pinturas com sabão negro\, textos com spray\, esculturas em grande escala\, filmes e vídeos — ocupam a rotunda do museu. Entre elas está Sanguine\, uma obra monumental e site-specific instalada na rampa superior do edifício\, que incorpora um piano para apresentações musicais. Além disso\, um programa dinâmico de eventos\, desenvolvido em colaboração com parceiros comunitários de toda a cidade de Nova York\, ativa um palco escultural no piso da rotunda.
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SUMMARY:"Sonia Gomes: Ó Abre Alas!" no Storm King Art Center
DESCRIPTION:Sonia Gomes\, “Quando o sol nascer azul” (série Pano)\, 2021. Cortesia da artista e Mendes Wood DM. Foto: EstudioEmObra \nReconhecida por suas obras escultóricas de intensa materialidade\, a aclamada artista afro-brasileira Sonia Gomes (nascida em 1948\, Minas Gerais) combina objetos encontrados\, tecidos e materiais naturais para criar formas evocativas que narram histórias de resiliência\, transformação e beleza cotidiana. Inspirando-se nas tradições afro-brasileiras e em sua própria trajetória\, suas esculturas exploram as complexidades da memória\, da identidade e da herança cultural. \nNas galerias internas\, uma seleção de obras de diferentes fases de sua carreira evidencia a abordagem transformadora que Gomes imprime à escultura. Ao costurar\, amarrar e entrelaçar materiais doados ou descartados\, ela lhes confere novos sentidos\, tanto pessoais quanto coletivos. Suas esculturas têxteis\, ricas em texturas\, e os assemblages de madeira\, fio e tecido guardam uma carga de intimidade e conexão — como se o gesto da artista permanecesse em cada dobra\, nó e ponto — convidando o público a considerar as histórias contidas nos próprios materiais. \nNo Museum Hill\, Ó Abre Alas! marca a primeira instalação ao ar livre de Gomes nos Estados Unidos. Composta por esculturas vibrantes e ritmadas\, feitas com materiais resistentes como cordas náuticas\, redes de pesca e paracord\, a obra se suspende entre os galhos de uma árvore\, em diálogo direto com a paisagem. Trata-se de um desdobramento ousado de sua prática\, expandindo seus gestos manuais e íntimos em uma escala monumental e colaborativa com o meio natural. Para a artista\, essa interação é essencial: “Meu trabalho tem muito a ver com a natureza\, com as árvores\, com o movimento dos troncos\, dos galhos… Gosto que ele tenha essa conversa com a natureza.” \nAs cores vibrantes da instalação remetem ao espírito carnavalesco do abre-alas — o carro alegórico que abre os desfiles no Brasil — evocando celebração e abertura. O título também homenageia a composição homônima de 1899\, escrita por Chiquinha Gonzaga\, musicista afro-brasileira pioneira que transgrediu fronteiras entre o erudito e o popular. Ó Abre Alas! encarna a investigação poética de Gomes sobre memória cultural\, música e alegria coletiva. \nCom essa obra\, a artista convoca o espírito comunitário e a potência de transformação que definem o Carnaval. Ao reimaginar a arte têxtil como um meio de narrativas e experiências compartilhadas\, Sonia Gomes transforma materiais em testemunhas da vivência humana — tecendo\, entre o artesanal e o monumental\, um corpo poético que atravessa culturas\, territórios e tempos.
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SUMMARY:"Encounters: Giacometti" no Barbican Centre
DESCRIPTION:Alberto Giacometti segurando “Three Men Walking”\, década de 1940. Foto: anônima. Crédito: © Succession Alberto Giacometti / Adagp\, Paris 2024. \nTrês exposições inovadoras posicionam esculturas históricas de Alberto Giacometti ao lado de obras recentes de artistas contemporâneas\, em um espaço novo e intimista. \nReconhecido como um dos escultores europeus mais importantes do século XX\, Giacometti é conhecido por suas esculturas elongadas e singulares\, que experimentam novas abordagens sobre o corpo humano. Criadas em resposta à dor e à devastação causadas pela Segunda Guerra Mundial\, suas obras propõem uma reflexão sobre a condição humana e o inconsciente coletivo. \nOrganizada em colaboração com a Fondation Giacometti\, essa série de exposições\, que se estende por um ano\, tem início em maio com uma mostra de Huma Bhabha\, seguida por Mona Hatoum em setembro e Lynda Benglis em fevereiro de 2026. As obras dessas artistas dialogam diretamente com as esculturas de Giacometti\, ativando novos encontros intergeracionais por meio de temas universais como morte\, fragmentação\, o doméstico\, memória\, trauma\, erotismo\, horror e humor. \nÉ a primeira vez que os trabalhos dessas três artistas serão apresentados lado a lado com as obras de Giacometti.
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SUMMARY:"Architectural Journey: Frank Gehry" no Foundation Louis Vuitton
DESCRIPTION:Projeto de Frank Gehry. “Architectural journey”\, desenhado em 1989. Cortesia da Fundation Louis Vuitton. \nBanhada pela luz natural proveniente de uma claraboia\, a exposição começa no Estúdio\, que exibe uma maquete original em escala\, ao redor da qual os visitantes podem caminhar antes de descobrir dois vídeos widescreen gravados com drones. \nPreparada em colaboração com as equipes de Frank Gehry em Los Angeles\, esta exposição permanente propõe um itinerário aberto aos visitantes. Assim como o próprio edifício\, que oferece múltiplos itinerários possíveis\, os visitantes são convidados a uma jornada arquitetônica que descreve e explica o processo que culminou em um edifício já reconhecido como um novo e importante monumento para Paris. \nEssa combinação cria uma experiência visual única\, oferecendo uma visão da beleza impressionante do edifício\, bem como de sua complexidade tecnológica. Os patamares com vista para o “cânion” apresentam elementos-chave essenciais para a compreensão do edifício: construção\, materiais\, design\, contexto em Paris. \nOs patamares podem ser acessados ​​pela única escada onde as paredes estruturais de aço foram deixadas expostas\, evocando o casco de um navio. Os visitantes também descobrem os esboços iniciais do projeto\, expressando a inspiração criativa do arquiteto\, que recebeu o prestigioso Prêmio Pritzker em 1989. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Cities" na Triennale Milano
DESCRIPTION:Foto de Alessandro Saletta e Agnese Bedini\, DSL Studio\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPor séculos\, as cidades foram entendidas como lugares de oportunidade — espaços onde distâncias se encurtam e desequilíbrios são atenuados por meio do diálogo e da convivência entre diferenças. Hoje\, no entanto\, também se tornaram locais onde as desigualdades crescem de forma mais acelerada e evidente. O que o urbanismo e a arquitetura podem fazer para restabelecer um equilíbrio entre os habitantes\, as cidades e as oportunidades? \nA exposição é concebida como um atlas de lugares\, temas e projetos oriundos de territórios habitados ao redor do mundo\, reunidos dentro de uma geografia imaginada. Seu objetivo é propor uma visão alternativa de desenvolvimento — que se afaste das análises econômicas e geopolíticas tradicionais sobre a desigualdade — e apontar caminhos inesperados para o crescimento. \nEm uma atmosfera que remete a uma cidade abstrata\, fragmentada e globalizada\, trinta e cinco instalações site-specific — criadas por autores de mais de trinta nacionalidades — formam uma reflexão coletiva sobre a dialética em transformação entre riqueza e pobreza\, sociedade e comunidade\, ecologia e cidade. Juntas\, essas obras exploram as formas surpreendentes com que essas tensões se manifestam hoje nos territórios habitados pela nossa espécie.
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SUMMARY:"We the Bacteria: Notes Toward Biotic Architecture" na Triennale Milano
DESCRIPTION:Foto de Alessandro Saletta e Agnese Bedini\, DSL Studio\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPensar sobre desigualdades é\, em última instância\, pensar sobre saúde — bem-estar em seu sentido mais amplo. Hoje\, a saúde é cada vez mais compreendida em termos do microbioma: os trilhões de microrganismos que nos habitam\, nos alimentam\, nos sustentam e nos defendem. Muitas doenças contemporâneas — obesidade\, diabetes\, câncer\, distúrbios autoimunes\, alergias\, autismo\, Alzheimer\, depressão — estão agora associadas à perda de diversidade microbiana. A arquitetura também está implicada. Essas “doenças do ambiente construído” são inseparáveis da saúde planetária e do estado da biosfera. \nAs desigualdades precisam ser pensadas para além do humano\, o que também implica enxergar o humano de outra maneira — como um ecossistema móvel inserido em um mundo microbiano. \nWe the Bacteria funciona tanto como espelho quanto como projetor. A exposição introduz os visitantes à sua condição microbiana e\, em seguida\, traça a trajetória dos microrganismos desde as profundezas da Terra até o espaço sideral\, e desde 4\,2 bilhões de anos atrás até os dias de hoje. Pesquisas recentes de cientistas e arquitetos são apresentadas ao lado de uma história alternativa da arquitetura contada sob a perspectiva dos micróbios\, culminando na disbiose do presente. \nA seção final aponta para o futuro\, com instalações ativas desenvolvidas por nove equipes internacionais de design em colaboração com microbiologistas\, propondo novas formas de convivência entre humanos e microrganismos.
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SUMMARY:"A Journey Into Biodiversity" na Triennale Milano
DESCRIPTION:Foto de Alessandro Saletta e Agnese Bedini\, DSL Studio\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nUma jornada pela biodiversidade através de oito cidades — entendidas de forma ampla como comunidades organizadas que coexistem e moldam o mundo ao seu redor. No terceiro planeta do sistema solar\, existem cidades de polvos\, castores\, fungos e seres humanos. Cada uma dessas cidades oferece uma imersão sensorial que comunica um conceito-chave sobre a biodiversidade. \nA exposição não é apenas um contêiner: ela faz parte integrante da narrativa científica. Cada estação é construída com materiais orgânicos que serão devolvidos ao ciclo da natureza — algas\, cogumelos\, terracota\, bioplásticos à base de cochonilha e madeira reciclada. Além disso\, sentinelas instaladas no percurso coletam dados científicos em tempo real. \nPara curar as divisões entre os seres humanos — e entre a humanidade e o planeta — é necessário um realinhamento profundo. Precisamos aprender a usar a palavra “nós” não apenas para nos referirmos ao nosso próprio grupo\, mas à espécie humana como um todo e à biodiversidade da qual fazemos parte. Todos estamos interligados em uma mesma rede.
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SUMMARY:"The Republic of Longevity: In Health Equality We Trust" na Triennale Milano
DESCRIPTION:Foto por Delfino Sisto Legnani\, DSL Studio\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPela primeira vez na história da humanidade\, cinco gerações coexistem no planeta. Até 2050\, estima-se que a população global com mais de sessenta anos ultrapasse os dois bilhões\, com uma em cada seis pessoas acima dos sessenta e cinco. Trata-se de uma mudança estrutural profunda: a transição de uma sociedade da velhice para uma sociedade da longevidade. \nA República da Longevidade questiona a medicalização do envelhecimento e as desigualdades que limitam o acesso a uma vida saudável. Seus cinco Ministérios — Propósito\, Igualdade do Sono\, Democracia Alimentar\, Liberdade Física e Convivência — destacam como práticas simples do cotidiano\, embora muitas vezes moldadas por disparidades sistêmicas\, podem se tornar instrumentos poderosos para democratizar a saúde e reduzir as disparidades no bem-estar. \nElementos interativos convidam o público a compartilhar práticas para uma vida mais saudável\, criando um arquivo de sabedoria coletiva. Trata-se de um manifesto que mostra como as ferramentas mais eficazes para alcançar a longevidade saudável são\, muitas vezes\, aquelas que parecem mais acessíveis — embora fortemente influenciadas pelo contexto em que se inserem. \nNo centro da exposição está a ambição de transformar a longevidade saudável em um objetivo legislativo. Em vez de oferecer soluções definitivas\, a mostra busca questionar o status quo e inspirar uma nova forma de imaginar a sociedade — uma sociedade que transforme sua maior conquista\, a vida longa\, em uma oportunidade concreta\, e não em um dos seus maiores desafios.
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SUMMARY:"The Space of Inequalities: Environment\, Mobility\, Citizenship" na Triennale Milano
DESCRIPTION:Foto por Delfino Sisto Legnani\, DSL Studio\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nAs desigualdades\, quando analisadas a partir de uma perspectiva territorial\, se manifestam em três dimensões principais: o impacto desigual de eventos climáticos extremos e da exposição a condições nocivas à saúde; as disparidades no acesso aos recursos do território e as restrições à mobilidade; e a negação dos direitos plenos de cidadania por meio da exclusão do acesso à moradia e aos serviços públicos. \nO projeto investiga essas dinâmicas em dois níveis interconectados. De um lado\, uma instalação imersiva com três curtas-metragens traz depoimentos de especialistas internacionais que ilustram como essas questões se manifestam em escala global. De outro\, uma maquete da área metropolitana de Milão — acompanhada de dados e projeções — revela como os mesmos desafios se desenrolam em nível local.
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SUMMARY:"Shapes of Inequalities" na Triennale Milano
DESCRIPTION:Foto por Alessandro Saletta and Agnese Bedini\, DSL Studio\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nAs desigualdades\, quando analisadas a partir de uma perspectiva territorial\, se manifestam em três dimensões principais: o impacto desigual de eventos climáticos extremos e da exposição a condições nocivas à saúde; as disparidades no acesso aos recursos do território e as restrições à mobilidade; e a negação dos direitos plenos de cidadania por meio da exclusão do acesso à moradia e aos serviços públicos. \nO projeto investiga essas dinâmicas em dois níveis interconectados. De um lado\, uma instalação imersiva com três curtas-metragens traz depoimentos de especialistas internacionais que ilustram como essas questões se manifestam em escala global. De outro\, uma maquete da área metropolitana de Milão — acompanhada de dados e projeções — revela como os mesmos desafios se desenrolam em nível local.
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SUMMARY:"Language and Image" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Thomas Struth\, Grab von Lu Xun\, Shanghai\, 1997 (Túmulo de Lu Xun\, Xangai\, 1997). Coleção Jorge M. Pérez. © Thomas Struth\n\n\n\n\nLanguage and Image: Conceptual and Performance-based Photography from the Jorge M. Pérez Collection reúne mais de 100 obras de mais de 50 artistas internacionais. Em sintonia com a missão e a visão do museu — que refletem também a paixão de seus patronos pelo colecionismo —\, a exposição destaca artistas de diversas partes do mundo\, com ênfase significativa em nomes da América Latina e da diáspora africana. Artistas consagrados\, que produzem obras inovadoras há décadas\, como Marina Abramović\, Thomas Ruff\, Cindy Sherman e Thomas Struth\, aparecem ao lado de nomes como Jonathas de Andrade\, María Magdalena Campos-Pons\, Ana Mendieta e Vik Muniz — muitos dos quais já foram exibidos com frequência no museu. \nDesde os anos 1960\, a fotografia tem sido um meio fundamental para artistas contemporâneos contarem histórias e criarem narrativas — uma linguagem própria. Tornou-se a principal forma de registrar obras efêmeras\, como performances\, e trabalhos em vídeo e imagem em movimento\, transformando essas experiências em objetos fixos. \nA fotografia sempre ocupou um papel central no acervo do PAMM desde que o museu passou a ser uma instituição colecionadora\, em 1996. A primeira grande exposição com foco exclusivo no meio fotográfico aconteceu em 2005: The Machine\, the Body and the City: Selections from the Charles Cowles Collection\, organizada em parceria com o patrono Charles Cowles e o então diretor Terrence Riley\, celebrou uma importante doação de mais de 100 fotografias. Em 2013\, com a inauguração do novo edifício\, a curadora Diana Nawi apresentou Image Search: Photography from the Collection. Em 2019\, por ocasião do 35º aniversário do museu\, o bolsista da Ford Foundation Ade Omotosho organizou uma seleção significativa de fotografias com novas pesquisas e obras recém-incorporadas ao acervo. \nLanguage and Image celebra essa trajetória e\, ao mesmo tempo\, aponta novos caminhos. O acervo do PAMM é especialmente forte em obras do século XX anteriores a 1960\, e esta exposição propõe construir uma ponte entre essas coleções históricas e os novos trabalhos que vêm sendo incorporados a partir da Coleção Jorge M. Pérez.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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