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SUMMARY:Instalação David Hammons no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:O Whitney\, em colaboração com o Hudson River Park \, desenvolveu um projeto de arte pública permanente de David Hammons (n. 1943). Intitulada Day’s End (2014–21)\, esta instalação monumental está localizada no Hudson River Park ao longo da margem sul da Península de Gansevoort\, em frente ao Museu. \n\n\n\nProposto ao Whitney por Hammons\, Day’s End se inspira em uma obra de arte de mesmo nome de Gordon Matta-Clark (1943-1978). Em 1975\, Matta-Clark cortou cinco aberturas no galpão Pier 52 que anteriormente ocupava o local. O Hammons’s Day’s End é uma estrutura aberta que segue precisamente os contornos\, dimensões e localização do galpão original – e\, como a intervenção de Matta-Clark\, oferecerá um lugar extraordinário para experimentar a orla. \n\n\n\nEm conjunto com a realização do projeto\, o Whitney apresentou Around Day’s End: Downtown New York\, 1970–1986 \, uma exposição que apresentou obras da coleção relacionadas ao projeto seminal de Matta-Clark. O Whitney também criou materiais interpretativos\, incluindo a primeira série de podcasts do Museu\, Artists Among Us \, bem como vídeos e passeios a pé pelo bairro. Essa mídia de apoio toma os Day’s End s\, conforme previsto por Hammons e Matta-Clark\, como pontos de partida para explorar a história local – da orla e do Meatpacking District\, o papel dos artistas no bairro\, sua história LGBTQ e a ecologia do estuário. Novas pesquisas\, materiais de arquivo e entrevistas de história oral serão incorporadas.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"At the Dawn of a New Age" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia\, bem como as mudanças culturais\, como o sufrágio feminino\, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade\, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias\, novos planos e novas esperanças”. \n\n\n\nAlguns dos artistas apresentados nesta exposição\, como Georgia O’Keeffe e Marsden Hartley \, são bem conhecidos hoje\, mas muitos modernistas igualmente inovadores foram amplamente esquecidos. Com mais de sessenta obras de quarenta e cinco artistas extraídas principalmente da coleção permanente do Whitney\, At the Dawn of a New Age oferece uma compreensão expandida da complexidade da arte americana produzida entre 1900 e 1930 e recupera a exuberante sensação de liberdade e experimentação subjacente isto. \n\n\n\nEsta exposição é organizada por Barbara Haskell\, curadora.
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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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LOCATION:Pinacoteca do Ceará\, R 24 de Maio\, 34 - Centro\, Fortaleza\, Brazil
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SUMMARY:"La Mode en mouvement" no Palais Galliera
DESCRIPTION:O Palais Galliera apresenta La Mode en mouvement [A Moda em Movimento]\, sua segunda exposição de coleções nas galerias do térreo do jardim. Com cerca de 200 obras\, este percurso cronológico traça\, através das coleções do museu\, uma história da moda desde o século XVIII até os dias atuais e\, ao mesmo tempo\, desenvolve uma temática transversal dedicada ao corpo em movimento. Refletindo os Jogos Olímpicos e Paralímpicos que serão realizados em Paris em 2024\, o Palais Galliera questiona o papel das roupas na prática de atividades físicas e esportivas\, sua relação com o corpo e o movimento\, bem como as consequências sociais de sua evolução. As roupas projetadas ao longo das épocas para atividades físicas e esportivas são comparadas com as roupas do dia a dia. Esse diálogo questiona as noções de especialização das roupas esportivas\, a adaptação das roupas femininas para a prática física no final do século XIX\, a masculinização das roupas femininas e a introdução do sportswear no guarda-roupa cotidiano. Por fim\, a evolução do corpo\, especialmente o corpo esportivo\, e a forma como ele é valorizado pelas roupas são destacadas para melhor compreender como a liberação do corpo através da atividade física contribuiu para a evolução das mentalidades e dos padrões de beleza. Trajes de banho\, roupas de ciclista e amazona\, casacos e acessórios de automobilismo\, conjuntos de corrida e tênis\, por exemplo\, serão apresentados ao lado de silhuetas características de três séculos de história da moda. O museu receberá empréstimos excepcionais do Museu Nacional do Esporte (Nice)\, da Biblioteca Forney (Paris)\, do Patrimônio CHANEL\, da coleção Emile Hermès\, das casas Sonia Rykiel e Yohji Yamamoto. Essas obras convidadas ajudarão a contextualizar as peças do Palais Galliera\, testemunhas de práticas físicas e esportivas\, de lazer ou de competição\, ao longo das épocas.Por razões de conservação preventiva\, esta exposição será organizada em três fases consecutivas\, cada uma exigindo um período de fechamento de cinco semanas. Assim\, as obras serão em grande parte renovadas\, oferecendo aos visitantes a oportunidade de retornar e descobrir as coleções do Palais Galliera.
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LOCATION:Palais Galliera\, 10 Av. Pierre 1er de Serbie\, Paris\, França
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SUMMARY:"The MET at The Louvre: Near Eastern Antiques in Dialogue" no Museu do Louvre
DESCRIPTION:Escultor desconhecido. “Cabeça de um líder”. Cortesia do Museu do Louvre.\n\n  \nO Departamento de Antiguidades do Oriente Próximo do Louvre está abrigando dez grandes obras do Metropolitan Museum of Art de Nova York\, cujo Departamento de Arte do Oriente Próximo Antigo está atualmente fechado para reformas. O Louvre e o Met criaram um diálogo único entre essas duas coleções\, que é exibido nas galerias permanentes do Louvre. Essas obras de arte “convidadas especiais” do Met\, datadas entre o final do 4º milênio a.C. e o século 5 d.C.\, mostram algumas conexões notáveis ​​com a coleção do Louvre. Em alguns casos\, um par de objetos foi reunido pela primeira vez\, enquanto em outros\, as peças se complementam em virtude de características históricas específicas de suas respectivas coleções. Representando a Ásia Central\, a Síria\, o Irã e a Mesopotâmia\, esse diálogo entre coleções está (re)apresentando os visitantes a essas extraordinárias e antigas obras de arte e às histórias que elas contam. \n  \n\n  \n\n  \n\n  \n\n 
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LOCATION:Museu do Louvre\, 75001 Paris\, França\, Paris\, França
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SUMMARY:Exposição de longa duração no MAC USP
DESCRIPTION:Walter Ufer\, Construtores do Deserto\, 1923 (detalhe)\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a exposição Galeria de Pesquisa – Aspectos da coleção da Terra Foundation for American Art através do programa Terra Collection-in-Residence\, com 36 obras selecionadas em diálogo com a pesquisa e as disciplinas de graduação e pós-graduação do MAC USP e sua atuação no Programa Interunidades em Estética e História da Arte (PGEHA USP). A parceria entre a Terra Foundation for American Art e o MAC USP envolve também a linha de pesquisa em História da Arte e da Cultura do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e o Departamento de História da Arte da Unifesp. Nos próximos dois anos as obras em exposição permitirão criar pontes de interpretação com obras do acervo do MAC USP e apoiar atividades didáticas e de pesquisa. \n\n\n\nA Terra Collection for American Art é uma associação sem fins lucrativos\, com sede em Chicago (EUA)\, que desde os anos 1980 coleciona obras de arte do país e fomenta a pesquisa sobre sua arte.  Algumas das obras já integraram outras parcerias com o Brasil\, presentes em exposições de pesquisa realizadas no MAC USP – Atelier 17 e a gravura moderna nas Américas (2019)\, e na Pinacoteca de São Paulo – Paisagem nas Américas (2016) e Pelas ruas: vida moderna e experiências urbanas na arte dos Estados Unidos\, 1893-1976 (2022). A exposição traz obras de Thomas Hart Benton\, Eugene Benson\, James McNeill Whistler\, Louis Lozowick\, James Edward Allen\, Ralston Crawford\, George Bellows\, Bolton Brown\, Winslow Homer\, C. Klackner. Clare Leighton\, Arnold Ronnebeck\, William Zorach\, Emil Bisttram\, Menton Murdoch Spruance\, John Ferren\, Mary Nimmo Moran\, Eanger Irving Couse\, George Josimovich\, George de Forest Brush\, Walter Ufer\, Edward Hooper\, John Marin\, Stanley Willian Hayter\, Stuart Davis\, Arshile Gorky\, Lyonel Feininger\, Armin Landeck e Thomas Moran. \n\n\n\nPor fim\, as obras se articulam na parceria da disciplina de pós-graduação Arte dos Estados Unidos e suas conexões\, com o apoio da fundação e ofertada conjuntamente com a Unicamp e a Unifesp\, que vem abordando estudos comparativos entre a arte produzida nos Estados Unidos e no Brasil\, trazendo temáticas como arte indígena\, diáspora africana nas Américas\, e imigrações italianas nas Américas. Através do Programa Collection- in-Residence\, o MAC USP se insere em uma rede de doze museus universitários internacionais de arte em um olhar crítico sobre a história da arte dos Estados Unidos e suas possíveis articulações com outros países.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"La Collection: Revoir Picasso" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Pablo Picasso\, Trois figures sous un arbre (Three figures under a tree)\, 1907-1908 © Musée Picasso Paris\n\n\n\nO Museu Nacional Picasso-Paris reencontra sua coleção espalhada por três andares a partir de 12 de março; após um ano de celebração e a magnífica exposição dedicada à artista Sophie Calle. Dez anos após a reabertura do museu\, a coleção se instala de forma permanente no magnífico Hotel Salé. \n\n\n\nFruto de uma história extraordinária\, a formação da coleção do Museu Nacional Picasso-Paris foi possibilitada pelo mecanismo de dação – hoje é a maior coleção pública de obras de Picasso\, os “Picassos de Picasso”. Originária dos ateliês do artista\, essa coleção nos permite compreender melhor as explorações estéticas deste Picasso que ora é desconcertante\, plural\, contraditório\, reflexivo\, gestual e conceitual\, esteta e engajado\, inventor e poeta. Ele é simbolista\, cubista\, clássico\, surrealista ou simplesmente figurativo e político? \n\n\n\nUm lugar aberto e vibrante\, o museu aborda questões sociais para questionar\, através da jornada de sua obra\, a recepção dela\, ou seja\, a do pintor mais renomado\, mais observado\, mas também o mais discutido. \n\n\n\nÉ também uma oportunidade para dedicar exposições ou contrapontos aos corações das coleções. O primeiro desta série presta homenagem à artista Françoise Gilot\, que faleceu recentemente. Além de seu famoso livro intitulado “Viver com Picasso”\, publicado em 1965 – a trajetória da artista é evocada desde sua proximidade com o grupo das “Realidades Novas” até as grandes composições totêmicas das “pinturas emblemáticas” dos anos 1980.
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LOCATION:Musée Picasso Paris\, 5 rue de Thorigny\, Paris\, França
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SUMMARY:"Cecilia Vicuña: Quipu Gut" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Cecilia Vicuña\, “Quipu Gut”\, 2017. Vista da instalação na Documenta 14\, Documenta Halle\, Kassel\, 2017. © 2024 Cecilia Vicuña / Artists Rights Society (ARS)\, Nova York. Cortesia da artista\, Pérez Art Museum Miami e Lehmann Maupins. Foto: Feodora Pallas.\n\n\n\n\nCecilia Vicuña é uma poetisa e artista que cresceu na comuna chilena de La Florida\, no Vale do Maipo. Filha de uma família de artistas e intelectuais\, Vicuña cresceu ouvindo sobre a perseguição e encarceramento de indivíduos que lutavam pela justiça social em um contexto de agendas governamentais cada vez mais conservadoras. Durante sua estadia na Slade School of Fine Art em Londres\, com uma bolsa do British Council\, entre 1972 e 1973\, um golpe de estado liderado pelo general Augusto Pinochet\, comandante-chefe do exército chileno\, deu início a uma ditadura militar de dezessete anos. Isso fez com que Vicuña permanecesse em Londres em um exílio autoimposto\, onde ela exibiu seu trabalho no Institute of Contemporary Arts e publicou seu primeiro livro\, Saborami (1973). Naquele período\, seu foco estava principalmente no ativismo político contra o fascismo e as violações dos direitos humanos no Chile e em outros países. \nEm 1975\, ela retornou à América do Sul para viver em Bogotá\, na Colômbia\, onde iniciou um caminho de redescoberta criativa voltado para a arte e a cultura indígenas. O interesse de Vicuña pelo quipu (“nó” em quechua) foi reacendido nesse período e permanece como uma constante fonte de inspiração. O quipu é uma antiga tecnologia de comunicação andina que usa cordas amarradas para registrar informações\, prática que foi proibida pelos espanhóis durante a colonização da América do Sul. Em 1965\, Vicuña fez a primeira referência ao quipu em seu diário com a frase\, el quipu que no recuerda nada (“o quipu que não lembra nada”). O conhecimento\, a sabedoria e a memória estão incorporados em sua concepção criativa e poética do quipu\, inspirando as iterações subsequentes e manifestações desse antigo dispositivo de comunicação. \nQuipu Gut faz parte de uma grande família de estruturas de quipu vermelho que a artista criou desde Quipu Menstrual em 2006; a cor visa associar as obras ao “sangue das geleiras” destruídas pela mineração. Os quipus vermelhos também refletem sobre água\, sangue e feminilidade\, manifestados como fios poéticos e fluxos de energia. Quipu Gut (2017) é um dos dois quipus comissionados para a documenta 14; foi exibido no documenta Halle em Kassel\, Alemanha; Quipu Womb (2017)\, a segunda obra comissionada\, foi exibida no Museu Nacional de Arte Contemporânea em Atenas. Ambas foram criadas “em homenagem a uma tradição religiosa sincrética que—via o cordão umbilical do simbolismo menstrual—conecta as deusas-mãe andinas com as mitologias marítimas da Grécia antiga. A mitologia se manifesta espiritualmente no que Vicuña descreve como seu “poema no espaço”\, construído com cinquenta grandes fios de lã não fiada\, tingidos de vermelho e amarrados ritmicamente ao longo de quase dez metros de comprimento\, conectando histórias compartilhadas\, práticas indígenas de tecelagem\, ritual e ativismo ambiental.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Uma Vertigem Visionária — Brasil: Nunca Mais" no Memorial da Resistência de São Paulo
DESCRIPTION:Artur Barrio\, “Sombra”\, 1969. Foto: Cortesia memorial da resistência \nA partir do dia 7 de setembro de 2024\, o Memorial da Resistência\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, apresenta a exposição Uma Vertigem Visionária — Brasil: Nunca Mais\, com curadoria do pesquisador e professor Diego Matos. A mostra é dedicada à memória do projeto homônimo\, responsável pela mais ampla pesquisa já realizada pela sociedade civil sobre a tortura no Brasil durante a Ditadura Civil-Militar (1964–1985). \nA mostra resgata a memória do projeto Brasil: Nunca Mais\, empreendida entre 1979 e 1985. A iniciativa foi responsável por sistematizar e produzir cópias\, clandestinamente\, de mais de 1 milhão de páginas contidas em 707 processos do Superior Tribunal Militar (STM)\, revelando a extensão da repressão política do Brasil no período. \nBrasil: Nunca Mais \nA história do projeto e seus desdobramentos é apresentada junto a testemunhos em vídeo de advogados\, jornalistas e defensores de direitos humanos\, que\, por anos\, tiveram seus nomes mantidos no anonimato: Paulo Vannuchi\, Anivaldo Padilha\, Ricardo Kotscho\, Frei Betto\, Carlos Lichtsztejn\, Leda Corazza\, Petrônio Pereira de Souza e Luiz Eduardo Greenhalgh\, através do programa Coleta Regular de Testemunhos do Memorial; e entrevistas com Dom Paulo Evaristo Arns\, Marco Aurélio Garcia\, Eny Raimundo Moreira e Luiz Carlos Sigmaringa Seixas\, pertencentes ao acervo do Armazém Memória. \nO arquivo de 707 processos judiciais expõe os depoimentos de presos políticos sobre as ações de repressão\, vigilância\, perseguição e tortura do aparato estatal. As cópias desse conteúdo\, que por anos foram mantidas em segurança em acervos preservados na Suíça e nos EUA\, tiveram repatriamento e retornaram ao Brasil em 2011\, onde atualmente encontram-se sob salvaguarda do Arquivo Edgard Leuenroth/Unicamp\, em Campinas. \nO projeto teve apoio do Conselho Mundial de Igrejas e da Arquidiocese de São Paulo\, com participação de Dom Paulo Evaristo Arns (1921–2016)\, arcebispo de São Paulo\, e do Rev. James Wright (1927-1999)\, da Missão Presbiteriana do Brasil Central. \nAlém dos arquivos do projeto Brasil: Nunca Mais\, a exposição apresenta obras da Coleção Alípio Freire\, sob salvaguarda do Memorial da Resistência\, realizadas por ex-presos políticos como Artur Scavone\, Ângela Rocha\, Rita Sipahi\, Manoel Cyrillo\, Sérgio Ferro\, Sérgio Sister e o próprio Alípio Freire\, durante a permanência em presídios de São Paulo na Ditadura. \nTambém compõem a mostra obras de arte de artistas como Carmela Gross\, Regina Silveira\, Artur Barrio\, Antonio Manuel\, Rubens Gerchman\, Claudio Tozzi e Carlos Zílio\, do Acervo da Pinacoteca de São Paulo\, e obras externas de Rivane Neuenschwander\, Claudio Tozzi\, Carlos Zilio. Rafael Pagatini apresentará uma obra comissionada para a exposição\, ocupando um mural de 100m² na área externa do museu. \nA exposição também lança luz sobre o tempo presente\, oferecendo indícios da importância desse debate hoje na perpetuação das permanentes violências do Estado contra suas minorias e populações vulneráveis.
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LOCATION:Memorial da Resistência de São Paulo\, Largo General Osório\, 66 - Santa Ifigênia\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Charles Ross: Spectrum 14" no Getty Center
DESCRIPTION:Charles Ross em “Solar Spectrum\, Dwan Light Sanctuary”\, United World College\, Montezuma\, NM\, 2023. Foto: Jeremy Frechette.\n\nSpectrum 14 é uma instalação composta por um conjunto calibrado de prismas que projetam um deslumbrante espetáculo de cores luminosas pela rotunda do museu. Faixas de luz espectral atravessam o espaço em relação ao sol\, seguindo um arco ligeiramente diferente no céu a cada dia. Com o tempo\, a obra de Ross muda em resposta à órbita de rotação da Terra\, conectando-nos à experiência pré-moderna de observação e cálculo astronômico que definiu ciclos de dias\, estações e rituais. \nEste projeto foi comissionado para o PST ART como parte da exposição Lumen: The Art and Science of Light. É a segunda “Comissão da Rotunda”\, uma série de instalações artísticas inspiradas pela coleção\, arquitetura e localização do Getty Museum.
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LOCATION:Getty Center\, 1200 Getty Center Dr\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:"We Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art" no LACMA
DESCRIPTION:Alfonso Nava Larios\, “Cosmic Tree (Guamuchil)”\, 2023. © Alfonso Nava Larios\, foto © Museum Associates/LACMA\, por Javier Hinojosa.\n\n\n\n\nArtistas mesoamericanos assumiam uma responsabilidade cósmica: ao adornarem superfícies de edifícios\, vasos de barro\, têxteis\, páginas de papel de casca e esculturas com cores\, eles (literalmente) criavam o mundo. O poder da cor emergia da materialidade de seus pigmentos\, das mãos habilidosas que os confeccionavam e das comunidades cujo conhecimento lhes atribuía significado. A cor mapeava a ordem do cosmos\, do tempo e do espaço. Ao manipular e aplicar cores\, os artistas detinham o poder da criação cósmica em suas mãos. \nWe Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art explora a ciência\, a arte e a cosmologia das cores na Mesoamérica. Histórias de colonialismo e industrialização no Ocidente “averso à cor” minimizaram a profunda significância da cor nas Américas Indígenas. A exposição segue duas linhas de investigação interconectadas — análises técnicas e materiais\, e concepções indígenas de arte e imagem — para alcançar a plena riqueza da cor no cerne das visões de mundo mesoamericanas.
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SUMMARY:"Circumambulatio – Anna Bella Geiger" no MAC USP
DESCRIPTION:Anna Bella Geiger\, Circumambulatio [detalhe]\, 1972-1973. Foto: Thomas Lewinsohn\n\n\n\n\nCircumambulatio (andar em torno de\, em latim) é uma instalação desenvolvida por Anna Bella Geiger e um grupo de alunos do Setor de Integração Cultural do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, em 1972. A instalação que o Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a partir do sábado\, 21 de setembro\, reúne diapositivos\, sons\, fotografias e papéis manuscritos da versão original\, mostrada pela primeira vez em 1972\, no MAM RJ. No ano seguinte a obra foi exibida e comprada pelo MAC USP por iniciativa de seu diretor\, Walter Zanini. Essa é a primeira vez que o museu remonta a instalação\, desde 1973. Anna Bella Geiger (1933) ocupa papel de pioneirismo na arte abstrata brasileira a partir da década de 1950\, sendo figura chave na exposição de Arte Abstrata no Brasil em Petrópolis (RJ)\, em 1953. De volta dos Estados Unidos\, nos anos de 1960\, dedica-se a gravura em uma “fase visceral” de 1965 a 1968\, em que seus trabalhos envolviam imagens da representação fragmentada do corpo como referência a um possível mapa do microcosmo. Esse trabalho pode ser considerado o início de seu interesse cartográfico\, questionando a limitação da noção sobre os diferentes territórios culturais. A partir de 1972\, como vemos em Circumambalatio\, Geiger começa a procurar novas formas de expressões utilizando meios experimentais dentro da fotografia\, criando fotomontagens\, fotogravura\, xerox\, vídeos e instalações audiovisuais. Para a curadora Heloisa Espada\, docente do MAC USP\, a instalação Circumambalatio “reúne textos e imagens sobre a necessidade humana de se organizar – no nível social e psíquico – em torno de um ponto de referência identificado com um centro”. Geiger e o grupo formado por Abelardo Santos\, Eduardo Escobar\, Lígia Ribeiro e Suzana Geyerhahn\, produziram desenhos diretamente na areia de um terreno nos arredores da Lagoa de Marapendi\, com a ajuda de enxadas\, de um trator ou usando os próprios corpos\, em ações registradas pelo fotógrafo Thomas Lewinsohn. O material deu origem a um audiovisual composto por 109 slides e uma gravação sonora contendo textos de Carl Jung e da equipe\, intercalados com a música experimental de Emerson\, Lake and Palmer e da banda alemã Can. Em seguida\, o grupo realizou extensa pesquisa sobre a ideia de centro\, buscando referências nas artes\, literatura\, filosofia\, história das religiões\, antropologia\, arquitetura e nas ciências naturais\, além de entrevistas nas ruas do Rio de Janeiro. Os resultados foram reunidos num conjunto de 24 folhas contendo citações de autores variados e 20 fotografias em preto e branco reproduzindo obras de arte\, imagens científicas\, obras arquitetônicas e plantas de cidades. “A instalação Circumambulatio é constituída por este material\, que podemos entender como um grande bloco de notas a ser compartilhado com o público\, reunido ao audiovisual com fotos da Lagoa de Marapendi”\, revela a curadora. Na abertura da exposição\, às 10 horas\, acontece um bate-papo com a artista Anna Bella Geiger\, Dária Jaremtchuk\, professora de história da arte do EACH USP e especialista na obra de Geiger e Thomas Lewinsohn\, fotógrafo autor das imagens de Circumambulatio. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Rachel Feinstein: The Miami Years" no The Bass Museum of Art
DESCRIPTION:Rachel Feinstein\, “Clay body parts strung together”. Via thebass.org\n\n\n\n\nO Bass Museum of Art anuncia uma nova exposição como parte da temporada de outono de 2024-2025\, Rachel Feinstein: The Miami Years\, em exibição de 25 de setembro de 2024 a 17 de agosto de 2025. \nRachel Feinstein: The Miami Years abrange quase três décadas de trabalho da artista baseada em Nova York e é sua primeira grande exposição em sua cidade natal. Exibindo as abordagens multidisciplinares de Feinstein para a escultura — que ao longo de sua carreira incluíram pintura\, vídeo\, performance e instalação — The Miami Years reflete sobre temas como intimidade\, vulnerabilidade e abjeção\, explorando o exame de Feinstein sobre os fatores sociais que moldam o comportamento humano e a identidade feminina. \nFeinstein frequentemente cria ambientes envolventes que servem como cenografia para exposições\, incorporando às vezes papel de parede em seus projetos. As obras da exposição mostram o uso recorrente de cenografia pela artista\, especificamente o plano teatral como uma forma que expõe e reforça a noção e as estruturas de artificiedade e ilusão. \nEmbora influências iniciais incluam figuras como Carolee Schneemann e Kiki Smith\, há uma outra forte corrente no trabalho de Feinstein: Miami. A artista cresceu na “Cidade Mágica” durante os anos 1980. Miami\, então e agora\, é definida pela colisão de extremos: paisagens exuberantes de beleza natural extraordinária contrastando com o desenvolvimento comercial exagerado e industrialização\, fachadas brilhantes adjacentes ao abandono urbano\, e estilos arquitetônicos conflitantes encontrados em qualquer bloco. A Flórida — como o terreno de sol no inverno\, Disney World\, Art Deco e o kitsch americano — está imersa em fantasia escapista enquanto simultaneamente está envolvida nas realidades conflitantes da vida contemporânea\, política e meio ambiente. \nA exposição de Feinstein inclui uma nova comissão específica para o local\, Panorama de Miami (2024)\, uma enorme instalação de painéis de parede espelhados pintados\, com trinta metros de largura\, onde a artista explora como os americanos e a sociedade dos EUA absorvem e se apropriam da cultura europeia. Semelhante aos panoramas do século XVIII desenvolvidos por Jean Zuber e Joseph Dufour\, esse cenário tropical moderno retrata a região de Miami com suas marcas contraditórias de sofisticação e decadência\, exuberância e decadência. As montagens arquitetônicas fundem espaço e tempo com estilos arquitetônicos retirados da história local\, desde o Hotel Breakwater na Ocean Drive de South Beach\, até o Condomínio Atlantis da fama de Miami Vice\, o original Parrot Jungle\, Miami Seaquarium\, Fairchild Tropical Botanic Garden\, Museu e Jardins Vizcaya\, o Biltmore Hotel e o longamente fechado Miami Serpentarium. \nFeinstein frequentemente cria ambientes envolventes que servem como cenografia para exposições\, incorporando às vezes papel de parede em seus projetos. Old Cutler (2024) é outra obra nova\, específica para o local\, encomendada pelo Bass e em exibição na exposição. Aqui\, os visitantes entram na representação de uma paisagem exuberante\, inicialmente retratada em carvão sobre papel e depois transformada neste papel de parede em escala de sala. Seu design é inspirado em uma fotografia de arquivo da Old Cutler Road\, uma importante via histórica ladeada de figueiras em Miami\, intimamente associada às memórias de Feinstein de sua infância no sul da Flórida. \nA visão de Feinstein de Old Cutler equilibra um ponto entre encantado e perturbador\, lembrando as florestas sombrias que frequentemente servem como pano de fundo para contos de fadas e histórias populares. As árvores imponentes\, a vegetação espessa e o crepúsculo evocam uma paisagem repleta de potencial para transformação\, onde beleza e fantasia ocultam o perigo e a inquietação. Ao dar as boas-vindas aos visitantes na exposição\, a obra funciona como uma espécie de espaço liminar entre o exterior e o mundo interior da artista. \nCom a fragmentação ecoando nas práticas artísticas de Feinstein\, The Miami Years é a primeira exposição de Feinstein a considerar o impacto subjacente da imaginação coletiva e das realidades extremas do sul da Flórida em seu trabalho abrangente. A artista utiliza uma gama de referências culturais\, sociais\, estéticas e históricas da arte — desde pinturas rococó do século XVIII de Fragonard\, até contos de fadas e folclore\, publicidade de moda e os rastros culturais de Los Angeles. Exagerados\, incongruentes\, reunidos de forma improvisada e\, às vezes\, monstruosos\, Feinstein monta essas partes e peças díspares — sejam formas humanas\, relíquias arquitetônicas ou cenários teatrais — em obras coesas e atraentes.
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LOCATION:The Bass Museum of Art\, 2100 Collins Ave City Center\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Guillermo Kuitca\, Chapelle" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Guillermo Kuitca. Chapelle\, 2024. Cortesia do Musée Picasso Paris. \n  \nA convite do Museu Nacional Picasso-Paris\, o artista argentino Guillermo Kuitca (n. 1961) criou uma obra site-specific na capela do Hôtel Salé. Desde sua intervenção na Bienal de Veneza em 2007\, Kuitca desenvolveu uma nova linguagem\, ecoando a arquitetura\, que o artista chama de “pintura cubistoide”\, na qual um conjunto de linhas que se cruzam\, como tantas dobras no plano\, é implantado diretamente nas paredes\, formando um novo espaço pictórico. Kuitca descreve seu lugar no “carrossel da arte moderna”: \n“Há muitos anos\, pintei quadros mostrando uma esteira rolante de bagagens. Acredito que a história da arte era o verdadeiro tema dessas pinturas. A arte seria esse carrossel; a obra de arte\, uma bagagem\, e os artistas\, passageiros. Enquanto esperamos por nossa bagagem\, nos fazemos uma série de perguntas: ‘Minha mala chegará e serei capaz de reconhecê-la entre outras semelhantes? E se eu pegasse a mala de outra pessoa\, estaria usando as roupas dela? Minha bagagem será destruída para sempre?’ Para mim\, essas perguntas são uma meditação sobre a herança. Elas também vislumbram um possível encontro com Picasso\, como se ele fosse\, afinal\, mais um passageiro.” \nPara Kuitca\, a pintura tem memória. Por meio desses experimentos\, ele se conecta com a história da arte moderna\, invocando o cubismo como o traço de um movimento que opera como uma difração da realidade\, a construção de um espaço imaginário. Esta instalação site-specific foi generosamente apoiada pela galeria Hauser & Wirth. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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LOCATION:Musée Picasso Paris\, 5 rue de Thorigny\, Paris\, França
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SUMMARY:"One Becomes Many" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Sonia Gomes\, Sem título\, da série Torções\, 2021. © Sonia Gomes\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nOne Becomes Many investiga os legados duradouros que atravessam gerações na obra de onze artistas negros brasileiros. Por meio de motivos tradicionais\, abstrações geométricas e uma profunda reverência à cultura brasileira\, os artistas revelam um universo em que a resiliência não é apenas uma característica\, mas uma herança sagrada. \nNo centro da exposição está o candomblé — religião afro-brasileira que se origina das tradições de povos da África Ocidental\, como iorubás\, fons e bantos\, incorporando também elementos do catolicismo romano. Inspirados por rituais e práticas espirituais\, os artistas homenageiam orixás e ancestrais\, impregnando suas obras com potência e sabedoria divina. Os símbolos do candomblé\, aqui reinterpretados\, tornam-se testemunhos visuais da força de um povo que resistiu\, persistiu e floresceu. \nAs experiências da diáspora também reverberam nas obras reunidas\, refletindo vivências comuns de deslocamento\, sobrevivência e continuidade cultural. Através de narrativas sobre identidade e pertencimento\, os artistas articulam as complexidades da história com as realidades contemporâneas das comunidades afro-brasileiras. One Becomes Many convida o público a uma travessia em que passado e presente se entrelaçam\, guiados pelos ecos da ancestralidade rumo a um futuro iluminado por tudo aquilo que permanece. \nParticipam da exposição: Emanoel Araújo\, Mestre Didi\, Sonia Gomes\, Gustavo Nazareno\, Paulo Nazareth\, Antonio Obá\, Alberto Pitta\, Hariel Revignet\, Tadáskía\, Nádia Taquary e Rubem Valentim. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPerguntar ao 
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Popular\, Populares" no Museu Afro Brasil
DESCRIPTION:Exposição “Popular\, populares” 2025. Divulgação. \nA exposição Popular\, Populares desafia definições convencionais de arte popular\, explorando a riqueza e a pluralidade das expressões de artistas negros e indígenas. Com obras que vão do antropo-zoomorfismo vibrante ao minimalismo\, a mostra convida o público a repensar fronteiras históricas e culturais que moldam a noção de “popular”. Exibida no subsolo do Museu até maio de 2025\, a exposição busca ampliar o entendimento dessas manifestações artísticas e sua relevância no cenário contemporâneo.
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LOCATION:Museu Afro Brasil\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n\, Portão 10 - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Mirror of the Mind" no El Espacio 23
DESCRIPTION:Marta Minujín\, “Long-term Freeze (Self-Portrait with Back Turned)”\, 1975⁣. Via elespacio23.org\n\n\n\n\nMirror of the Mind: Figuration in the Jorge M. Pérez Collection explora a relação entrelaçada e inseparável entre os aspectos físicos e emocionais do corpo. Esta exposição reúne mais de 120 artistas que utilizam a figuração e o retrato para examinar as complexidades da condição humana: o poder da percepção\, o peso do trauma\, as possibilidades de cura\, o espaço para a introspecção\, o sentido de pertencimento e o impacto sobre a carne. Através de diversos meios — incluindo fotografia\, pintura\, escultura e vídeo — o corpo é referenciado como um vaso que experimenta\, documenta\, participa e se transforma ao longo da jornada da vida. A dualidade do corpo — sua materialidade e imaterialidade — torna-se uma paisagem visual onde dinâmicas de representação\, do individual ao coletivo\, são abordadas\, ilustrando a persistência da figuração na arte contemporânea.
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LOCATION:El Espacio 23\, 2270 NW 23rd St Allapattah\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Deep Waters: Four Artists and the Sea" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:John Akomfrah\, still de Vertigo Sea\, 2015. © Smoking Dogs Films; Cortesia de Smoking Dogs Films e Lisson Gallery\n\n\n\n\nGerações de artistas exploraram as belezas e os terrores do oceano\, refletindo sobre as experiências daqueles que viveram e perderam suas vidas entre as ondas. Entrelaçando obras de quatro artistas criadas ao longo de séculos e através do Atlântico\, esta exposição segue um fio genealógico unido pelo mar. Ecos de Watson and the Shark (1778)\, de John Singleton Copley\, reverberam em Slave Ship (Slavers Throwing Overboard the Dead and Dying\, Typhoon Coming On) (1840)\, de J. M. W. Turner\, que\, por sua vez\, influenciou a arte criada no século XXI. \nApresentada pela primeira vez na Nova Inglaterra\, a icônica instalação de filme em três canais Vertigo Sea (2015)\, de John Akomfrah\, expande os temas centrais das duas obras anteriores\, explorando a tumultuosa relação da humanidade com o mar e suas criaturas\, bem como o papel do oceano na história da escravidão. Em Some People Have Spiritual Eyes I and II (2020)\, a fotógrafa Ayana V. Jackson leva essas ideias a uma nova direção. Sua exploração da divindade\, feminilidade e destino por meio de autorretratos é inspirada em Drexciya\, uma mítica utopia aquática habitada por descendentes das mulheres africanas grávidas que perderam suas vidas no Oceano Atlântico durante o Middle Passage. \nDeep Waters: Four Artists and the Sea convida os visitantes a considerar e refletir sobre o diálogo entre essas obras de arte e seus criadores. Cada artista oferece uma perspectiva única baseada em sua experiência vivida\, mas todos estão sintonizados com as poéticas e histórias do mar — desde suas superfícies brilhantes e profundezas insondáveis até seus habitantes e fantasmas; de um local de memória\, luto e fragilidade a um símbolo de resiliência e futuros possíveis.
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LOCATION:MFA Boston\, 465 Huntington Ave\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"assume vivid astro focus – XI" no The Bass Museum of Art
DESCRIPTION:Vista da exposição “assume vivid astro focus – XI”. Imagem: Divulgação\nO Bass Museum tem o prazer de apresentar a exposição assume vivid astro focus – XI\, uma instalação envolvente de papel de parede estampado e gráficos em decalque que cobre do chão ao teto\, em um ambiente criado para as obras de mais de trinta artistas\, em exibição a partir de 13 de novembro de 2024. Esta mistura colorida é reunida em torno de um teatro escultural e um palco modular\, que será usado para exibições\, performances e outras ativações pelo coletivo assume vivid astro focus (avaf). \nO coletivo de arte visual e performance baseado em São Paulo funde desenho\, escultura\, vídeo e performance em instalações de grande escala e acontecimentos nos quais gênero\, política e códigos culturais interagem livremente. Habitantes das formas sociais de discotecas e festas de dança\, o avaf convida os visitantes do museu a se engajarem com o ambiente da exposição\, criando experiências vividas que contribuem para as dinâmicas sociais em constante evolução inerentes ao seu trabalho. \nO coletivo reinventa convenções artísticas e desafia a mitologia do artista singular\, co-criando seus projetos ao lado dos espectadores e colaboradores\, enquanto percorre temas e mídias diversas de forma fluida. Frequentemente reciclado imagens e objetos de projetos anteriores em novas instalações\, o avaf fomenta um diálogo contínuo entre obras passadas e as narrativas associadas que geram no presente. \nOriginalmente instalado na casa dos colecionadores de Miami Rosa e Carlos de la Cruz\, e estreando durante a edição de 2004 da Art Basel Miami Beach\, XI incorporou um senso comunitário de excitação na cena artística local e sinalizou Miami como um novo destino global para a arte contemporânea. Avançando dois décadas\, assume vivid astro focus – XI marca o vigésimo aniversário daquele momento crucial e dessa obra inovadora. A nova iteração foca no programa de vídeos Butch Queen Realness with a Twist in Pastel Colors\, uma compilação de mais de 100 vídeos curtos com duração de sete horas\, de diversos artistas e coletivos. \nEsta apresentação abrange desde trabalhos históricos de figuras como László Moholy-Nagy e Paul Sharits\, até obras mais recentes de Mike Bell-Smith\, Miguel Calderón\, Dearraindrop\, Black Leotard Front\, Kembra Pfahler e Zoie Rizzuto. Entre eles\, videoclipes de Blondie\, Grace Jones e Kraftwerk\, e imagens do Soul Train nos anos 1970\, performances underground no Pyramid Club em Nova York nos anos 1980 e bals de voguing de Harlem nos anos 1990. Também estão presentes obras dos artistas Charles Atlas\, Marco Boggio Sella\, Michael Lazarus\, Aleksandra Mir e Justin Samson\, junto ao AIDS wallpaper do General Idea. A queeridade—menos uma referência explícita à sexualidade do que uma estratégia para desestabilizar o status quo—é o fio pulsante que atravessa XI. \nAs instalações do avaf mostram o ethos flexível\, aberto e colaborativo que impulsiona sua prática\, borrando as linhas entre exposição\, performance e experiência imersiva. A generosidade e abertura de sua abordagem para a criação artística acolhe uma multiplicidade de figuras e ideias\, possuindo uma relevância extraordinária\, até urgência\, nos dias de hoje\, à medida que o clima social e político exibe uma crescente hostilidade em relação à diferença.
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SUMMARY:"Hurvin Anderson: Passenger Opportunity" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Hurvin Anderson\, “Passenger Opportunity”\, 2024 (detalhe). © Hurvin Anderson. Cortesia do artista\, Thomas Dane Gallery e Michael Werner Gallery\n\n\n\n\nInspirado pelos murais de Carl Abrahams que adornam o saguão de embarque do Aeroporto Internacional Norman Manley\, em Kingston\, Jamaica\, Hurvin Anderson apresenta uma nova pintura monumental composta por dezesseis painéis em sua primeira exposição individual no Pérez Art Museum Miami. \nExplorando o espaço entre a abstração e a representação na pintura\, Anderson cria obras que são ao mesmo tempo impregnadas de história e profundamente contemporâneas. Nascido em Birmingham\, Inglaterra\, de pais jamaicanos da Geração Windrush e formado pelo Royal College of Art em Londres\, as pinturas de Anderson estão enraizadas nos espaços universais e no arquivo visual da tradição da paisagem\, tão presente na história da arte moderna ocidental. Contudo\, como demonstrado nesta exposição\, ele também é um explorador do significado dessas histórias na diáspora africana e\, mais especificamente\, nas tradições culturais e sociais do Caribe. \nEm 2022\, Anderson participou da Bienal de Kingston. Durante esse período\, viajando de e para a Jamaica via Miami\, ele se deparou com os dois murais pintados por Abrahams em 1985\, retratando a história jamaicana para o aeroporto. Nesse momento\, os murais de Abrahams começaram a ressoar de uma forma diferente para Anderson. Refletindo sobre a importância da história jamaicana e a rica história do Caribe como um todo\, Anderson começou a desenvolver ideias para esta exposição enquanto realizava essas viagens. Pensando no significado histórico desses murais para a imigração\, mas também como um ponto de entrada e partida para o turismo\, Anderson desenvolveu esta nova pintura composta por dezesseis painéis.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Above Ground: Art from the Martin Wong Graffiti Collection" no Museum of the City of New York
DESCRIPTION:Lee Quiñones\, “Breakfast at Baychester”\, c. 1980. Museum of the City of New York / Martin Wong Collection \nA era do grafite em Nova York começou nas ruas da cidade no início dos anos 1970. Esse novo movimento — muitas vezes conscientemente artístico\, apesar de suas origens não autorizadas — amadureceu ao longo das duas décadas seguintes. Above Ground enfoca os muitos artistas que fizeram a transição de escrever ilegalmente nos vagões do metrô para criar pinturas em tela e expô-las em galerias e museus. Suas obras marcam um momento crucial de transformação no desenvolvimento do grafite\, à medida que ele penetrava no imaginário coletivo e passava a influenciar de forma significativa a cultura global. \nDescrita pelo The New York Times como “uma exposição essencial”\, Above Ground oferece um olhar sobre uma subcultura vibrante de jovens criadores e revela preciosidades inéditas da importante coleção de arte baseada em grafite do acervo do museu. Doada pelo artista Martin Wong há 30 anos\, a coleção reúne mais de 300 pinturas e obras em papel. Entre os destaques da mostra estão trabalhos em spray\, tinta e outros suportes de figuras fundamentais do movimento de arte urbana\, como Rammellzee\, Lee Quiñones\, Lady Pink e Futura 2000. Juntas\, essas obras capturam o ímpeto e as ambições de artistas que migraram das ruas para as paredes de galerias de prestígio em Nova York e ao redor do mundo. \nA mostra Above Ground: Art from the Martin Wong Graffiti Collection conta com patrocínio principal da UNIQLO USA e apoio adicional da Keith Haring Foundation e de Elizabeth Belfer. O apoio institucional é viabilizado pelo Departamento de Assuntos Culturais da Cidade de Nova York em parceria com o Conselho Municipal.
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LOCATION:Museum of the City of New York\, 1220 5th Ave\, Nova York\, United States
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SUMMARY:"Il vostro cielo fu mare\, il vostro mare fu cielo" de Adrian Paci no Museo delle Culture
DESCRIPTION:Adrian Paci\, “Il vostro cielo fu mare\, il vostro mare fu cielo”. Vista da instalação\, 2024. Foto: Sara Rizzo\n\n\n\n\nIl vostro cielo fu mare\, il vostro mare fu cielo é a instalação site-specific de Adrian Paci (nascido em 1969)\, que a partir de novembro de 2024 antecipa a exposição Travelogue. Storie di viaggi\, migrazioni e diaspore (março de 2025). \nA instalação transforma o espaço da ágora com um mosaico de tonalidades azul-esverdeadas que evocam as cores do mar. Cada fragmento dessa composição\, aparentemente abstrata\, é\, na verdade\, um detalhe extraído de fotografias publicadas em artigos de jornais sobre naufrágios de migrantes no Mediterrâneo. \nInspirado por sua própria experiência e partindo do colapso do bloco soviético até os dias atuais\, Adrian Paci pesquisa periódicos italianos e internacionais para criar um arquivo – necessariamente fragmentário – das tragédias que atingem aqueles que buscam a emancipação pelo exílio\, mas muitas vezes encontram a morte. \nO artista não nos mostra diretamente o desastre\, os submersos ou os sobreviventes; em vez disso\, escolhe um elemento recorrente que atravessa todas essas histórias – às vezes protagonista da imagem\, outras vezes relegado ao fundo: o mar. \nOs recortes realizados por Paci isolam um detalhe poético a partir de imagens dramáticas e ampliam\, fora de escala\, a textura áspera e granulada da impressão jornalística\, deixando visível o padrão dos pontos de retícula – uma característica marcante da composição. \nA técnica do mosaico\, presente na formação do artista\, aqui se adapta aos retângulos modulares das janelas da ágora\, cobertos por finas películas impressas translúcidas\, atravessadas pela luz natural. \nA gradação tonal – mais escura na parte inferior e mais luminosa na parte superior – combinada com as variações de luz e sombra ao longo do dia\, transforma o espaço\, cuja forma orgânica já remete a uma onda\, em um cenário de mar artificial: um aquário. \nA instalação de Paci pode ser associada aos panoramas do século XIX\, grandes pinturas circulares que buscavam envolver o espectador. No entanto\, desta vez\, o ambiente imersivo não documenta um paisagem natural\, mas um território político. Composto por 250 fragmentos\, esse mar artificial reflete a busca pela liberdade\, a dureza da realidade e a reflexão ética de que todos fazemos parte. \nCom curadoria de Katya Inozemtseva e Sara Rizzo\, a exposição conta com o apoio da 24 ORE Cultura e da Fondazione Deloitte\, além da participação da ACACIA – Associazione Amici Arte Contemporanea Italiana e do projeto nctm e l’arte\, da ADVANT Nctm.
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LOCATION:Museo delle Culture (Mudec)\, Via Tortona\, 56\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Vanessa Raw: This is How the Light Gets In" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vanessa Raw\, “When I talk to the night”\, 2024. Cortesia da artista e do Rubell Museum\n\n\n\n\nNascida em 1984 em Hexham\, Inglaterra\, Vanessa Raw vive e trabalha em Margate\, também na Inglaterra. Sua apresentação no Rubell Museum Miami marca sua primeira exposição nos Estados Unidos\, bem como sua primeira mostra institucional. Nas obras de grande escala recém-comissionadas\, as camadas distintas de pinceladas e o uso expressivo de cores de Raw retratam um mundo onírico e exclusivamente feminino—um paraíso terrestre onde a natureza é benevolente e senciente\, e onde o desejo feminino ocupa um lugar central. Ex-triatleta\, a maestria praticada de Raw sobre seu próprio corpo transparece em seu trabalho sobre a tela. Suas figuras são tranquilas e à vontade\, mas possuem agência. Elas se deleitam na companhia umas das outras e na paisagem exuberante\, suave e repleta de cores—um verdadeiro paraíso encontrado.
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LOCATION:Rubell Museum\, 1100 NW 23rd St Allapattah\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Recent Acquisitions" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vista da exposição com obras de February James e Murjoni Merriweather. Divulgação/Cortesia Rubell Museum\n\n\n\n\nEstendendo a paixão multigeracional dos Rubells por descobrir e apoiar muitos dos artistas mais fascinantes da atualidade\, uma apresentação de aquisições recentes ocupa as galerias centrais do museu. Com exposições individuais de sete artistas\, a maioria deles exibindo pela primeira vez em um museu nos Estados Unidos\, a mostra demonstra o compromisso contínuo dos Rubells em identificar\, envolver e promover artistas emergentes. Os artistas apresentados incluem: \n\nPatrick Goddard\nOlaolu Slawn\nEmmanuel Louisnord Desir\nFebruary James\, Murjoni Merriweather\nMichelle Uckotter\nOmari Douglin
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LOCATION:Rubell Museum\, 1100 NW 23rd St Allapattah\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Imagining Black Diasporas" no LACMA
DESCRIPTION:Arielle Bobb-Willis\, Nova Jersey\, 2019\, Los Angeles County Museum of Art\, Fundo Ralph M. Parsons\, foto © Museum Associates/LACMA.\n\n\n\n\nImagining Black Diasporas: 21st-Century Art and Poetics encontra conexões estéticas entre 60 artistas que atuam na África\, Europa e Américas. A exposição e seu catálogo estão entre os primeiros a examinar quase um quarto de século de produção de artistas negros. O projeto apresenta novas aquisições para o LACMA e amplia o cânone das exposições panafricanas\, historicamente focado no Atlântico Negro\, ao destacar artistas que atuam na orla do Pacífico. Cerca de 70 obras de pintura\, escultura\, fotografia\, obras em papel e mídias temporais são organizadas em quatro temas: fala e silêncio\, movimento e transformação\, imaginação e representação. Poetas contemporâneos contribuíram com trabalhos originais para o catálogo\, estendendo o uso histórico da poesia no discurso panafricano. A definição geral de diáspora como deslocamento de suas origens exclui toda a criatividade que o termo carrega. As pessoas reinventam sua herança por meio de expressões artísticas\, transformando a diáspora de um movimento regional em uma fonte de imaginação. Por meio de uma análise das escolhas estéticas de artistas negros\, Imagining Black Diasporas revela suas percepções sobre a existência.
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LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Symbiosis" no Palais de Tokyo
DESCRIPTION:Crédito : Vitalii Akimov\n\n\n\n\nA partir de janeiro e ao longo de todo o ano de 2025\, o Palais de Tokyo convida a coreógrafa Sharon Eyal e o produtor Gai Behar\, dupla fundadora da S-E-D Sharon Eyal Dance Company\, para inaugurar um novo formato de longa duração dedicado à performance: Symbiosis. \nCom Symbiosis\, o Palais de Tokyo dá continuidade à sua colaboração com artistas performers e reafirma o compromisso de estabelecer relações duradouras\, seguindo uma lógica inspirada na permacultura institucional que orienta o projeto do centro de arte. \nOs artistas convidados ao longo do ano terão a oportunidade de desenvolver seus trabalhos em sintonia com os espaços do edifício e sua programação\, por meio de diferentes formas de interação com o público – desde intervenções sutis e intimistas até gestos mais espetaculares.
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LOCATION:Palais de Tokyo\, 13\, avenue du Président Wilson\, Paris\, França
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SUMMARY:"Portraits from the ICA Collection" no ICA Boston
DESCRIPTION:Didier William\, “Gwo Tet”\, 2021. Cortesia do artista e Altman Siegel\, São Francisco ® Didier William\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta o vasto acervo de retratos em diferentes mídias dentro da Coleção do ICA\, explorando como artistas criam imagens de si mesmos e de outros para expressar emoções\, questões políticas e a potência da representação. O retrato oferece tanto aos artistas quanto aos retratados uma forma de comunicar experiências pessoais e vividas\, ao mesmo tempo em que convida o público a refletir sobre si mesmo. \nDiferente dos retratos históricos\, frequentemente voltados à celebração da aristocracia e das elites\, a retratística contemporânea abrange um espectro mais amplo e inclusivo de pessoas e identidades. A seleção de quase trinta obras reflete a riqueza das narrativas atuais\, ressaltando a diversidade das experiências individuais e os vínculos que nos conectam enquanto sociedade.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Pirouette: Turning Points in Design" no MoMA
DESCRIPTION:Nifemi Marcus-Bello\, “For the Community by the Community – Handwashing Station”\, 2020. The Museum of Modern Art\, Nova York. Foto: Kadara Enyeasi.\n\n\n\n\nO design é um elemento fundamental da vida\, um catalisador essencial para nossa evolução. Ele nos ajuda a lidar com mudanças e permeia nossas vidas pessoais e sociais\, refletindo tanto nossas forças quanto nossas fragilidades. Muitos designers buscam criar novos comportamentos\, concentrando-se em hábitos e circunstâncias que mais necessitam de transformação. Pirouette: Turning Points in Design reúne objetos—desde Post-Its até Spanx—que representaram experimentos inovadores com novos materiais\, tecnologias e conceitos\, ofereceram soluções não convencionais para problemas tradicionais e tiveram um impacto significativo tanto no design quanto no mundo em geral. \nCom peças majoritariamente retiradas da coleção do MoMA\, a exposição apresenta objetos amplamente reconhecidos—como o logotipo I ♥️ NY ou o novo símbolo de acessibilidade—ao lado de outros conhecidos apenas por públicos especializados. Alguns\, como a Shopping Bag da Telfar\, apelidada de Bushwick Birkin\, reconfiguram as regras de exclusividade e luxo. Outros\, como o Walkman Portable Audio Cassette Player ou o Macintosh 128K Home Computer\, redefiniram e expandiram nosso espaço privado\, permitindo-nos trazer o mundo para dentro de nossas casas ou carregá-lo conosco. Observados em conjunto\, os objetos em Pirouette destacam o papel dos designers em sua expressão mais inventiva e construtiva\, demonstrando o poder do design em traduzir a experiência humana em formas tangíveis e imaginar um futuro melhor.
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LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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