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SUMMARY:Instalação David Hammons no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:O Whitney\, em colaboração com o Hudson River Park \, desenvolveu um projeto de arte pública permanente de David Hammons (n. 1943). Intitulada Day’s End (2014–21)\, esta instalação monumental está localizada no Hudson River Park ao longo da margem sul da Península de Gansevoort\, em frente ao Museu. \n\n\n\nProposto ao Whitney por Hammons\, Day’s End se inspira em uma obra de arte de mesmo nome de Gordon Matta-Clark (1943-1978). Em 1975\, Matta-Clark cortou cinco aberturas no galpão Pier 52 que anteriormente ocupava o local. O Hammons’s Day’s End é uma estrutura aberta que segue precisamente os contornos\, dimensões e localização do galpão original – e\, como a intervenção de Matta-Clark\, oferecerá um lugar extraordinário para experimentar a orla. \n\n\n\nEm conjunto com a realização do projeto\, o Whitney apresentou Around Day’s End: Downtown New York\, 1970–1986 \, uma exposição que apresentou obras da coleção relacionadas ao projeto seminal de Matta-Clark. O Whitney também criou materiais interpretativos\, incluindo a primeira série de podcasts do Museu\, Artists Among Us \, bem como vídeos e passeios a pé pelo bairro. Essa mídia de apoio toma os Day’s End s\, conforme previsto por Hammons e Matta-Clark\, como pontos de partida para explorar a história local – da orla e do Meatpacking District\, o papel dos artistas no bairro\, sua história LGBTQ e a ecologia do estuário. Novas pesquisas\, materiais de arquivo e entrevistas de história oral serão incorporadas.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"At the Dawn of a New Age" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia\, bem como as mudanças culturais\, como o sufrágio feminino\, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade\, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias\, novos planos e novas esperanças”. \n\n\n\nAlguns dos artistas apresentados nesta exposição\, como Georgia O’Keeffe e Marsden Hartley \, são bem conhecidos hoje\, mas muitos modernistas igualmente inovadores foram amplamente esquecidos. Com mais de sessenta obras de quarenta e cinco artistas extraídas principalmente da coleção permanente do Whitney\, At the Dawn of a New Age oferece uma compreensão expandida da complexidade da arte americana produzida entre 1900 e 1930 e recupera a exuberante sensação de liberdade e experimentação subjacente isto. \n\n\n\nEsta exposição é organizada por Barbara Haskell\, curadora.
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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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LOCATION:Pinacoteca do Ceará\, R 24 de Maio\, 34 - Centro\, Fortaleza\, Brazil
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SUMMARY:"La Mode en mouvement" no Palais Galliera
DESCRIPTION:O Palais Galliera apresenta La Mode en mouvement [A Moda em Movimento]\, sua segunda exposição de coleções nas galerias do térreo do jardim. Com cerca de 200 obras\, este percurso cronológico traça\, através das coleções do museu\, uma história da moda desde o século XVIII até os dias atuais e\, ao mesmo tempo\, desenvolve uma temática transversal dedicada ao corpo em movimento. Refletindo os Jogos Olímpicos e Paralímpicos que serão realizados em Paris em 2024\, o Palais Galliera questiona o papel das roupas na prática de atividades físicas e esportivas\, sua relação com o corpo e o movimento\, bem como as consequências sociais de sua evolução. As roupas projetadas ao longo das épocas para atividades físicas e esportivas são comparadas com as roupas do dia a dia. Esse diálogo questiona as noções de especialização das roupas esportivas\, a adaptação das roupas femininas para a prática física no final do século XIX\, a masculinização das roupas femininas e a introdução do sportswear no guarda-roupa cotidiano. Por fim\, a evolução do corpo\, especialmente o corpo esportivo\, e a forma como ele é valorizado pelas roupas são destacadas para melhor compreender como a liberação do corpo através da atividade física contribuiu para a evolução das mentalidades e dos padrões de beleza. Trajes de banho\, roupas de ciclista e amazona\, casacos e acessórios de automobilismo\, conjuntos de corrida e tênis\, por exemplo\, serão apresentados ao lado de silhuetas características de três séculos de história da moda. O museu receberá empréstimos excepcionais do Museu Nacional do Esporte (Nice)\, da Biblioteca Forney (Paris)\, do Patrimônio CHANEL\, da coleção Emile Hermès\, das casas Sonia Rykiel e Yohji Yamamoto. Essas obras convidadas ajudarão a contextualizar as peças do Palais Galliera\, testemunhas de práticas físicas e esportivas\, de lazer ou de competição\, ao longo das épocas.Por razões de conservação preventiva\, esta exposição será organizada em três fases consecutivas\, cada uma exigindo um período de fechamento de cinco semanas. Assim\, as obras serão em grande parte renovadas\, oferecendo aos visitantes a oportunidade de retornar e descobrir as coleções do Palais Galliera.
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LOCATION:Palais Galliera\, 10 Av. Pierre 1er de Serbie\, Paris\, França
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SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"La poesia ti guarda". Homenagem ao Grupo 70 (1963-2023) na Galleria d'Arte Moderna
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação Galleria d’Arte Moderna\n\n\n\n\nEm 24 de maio de 1963\, no Forte do Belvedere em Florença\, ocorreu a conferência “Arte e comunicação”\, considerada pelos estudiosos o ato oficial de fundação do Grupo 70. \n\n\n\nSeis décadas após esse evento\, a Galleria d’Arte Moderna organiza uma exposição em homenagem aos artistas que determinaram sua criação. \n\n\n\nO Grupo 70 é o grupo artístico que interpreta de forma mais completa e coerente\, no contexto italiano\, o movimento internacional da poesia visual. Entre as neo-vanguardas\, é a que mais possui um caráter híbrido e multilíngue\, situando-se em uma “terra de ninguém” sugestiva entre a escrita e a imagem\, entre as artes visuais e a poesia. A arte era entendida e problematizada\, de forma mais geral\, como parte do complexo sistema de comunicação. \n\n\n\nEm comemoração a este aniversário\, é realizada uma homenagem aos principais expoentes do grupo – Ketty La Rocca\, Lucia Marcucci\, Eugenio Miccini\, Luciano Ori\, Lamberto Pignotti\, além de Roberto Malquori e Michele Perfetti – destacando as diversas manifestações estéticas e formais da poesia visual. \n\n\n\nAs obras\, em sua maioria inéditas e/ou pouco conhecidas pelo grande público\, provêm da coleção da Galeria de Arte Moderna\, do Arquivo Carlo Palli de Prato\, entre as principais coleções italianas de poesia visual\, do MART de Rovereto\, do Arquivo Lamberto Pignotti de Roma\, da Fundação Bonotto de Colceresa (VI) e de outras prestigiosas coleções privadas. \n\n\n\nA exposição inclui também poesias sonoras e cinépoesias\, livros de artista e documentos que ilustram de diversas maneiras as premissas teóricas\, as razões poéticas e os resultados expressivos do Grupo 70. \n\n\n\nA mostra\, com curadoria de Daniela Vasta\, é realizada em colaboração com o Arquivo Carlo Palli\, Arquivo Lamberto Pignotti e Fundação Bonotto. \n\n\n\nA exposição é acompanhada por um catálogo editado pela De Luca Editori d’Arte\, com contribuições críticas de Daniela Vasta\, Patrizio Peterlini e Lucilla Saccà\, e uma entrevista inédita com Lamberto Pignotti por Claudio Crescentini\, além de aparatos bio-bibliográficos organizados por Elena Rosica.
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LOCATION:Galleria d’Arte Moderna\, via Palestro 16\, Milão\, Itália
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SUMMARY:Igshaan Adams no ICA Boston
DESCRIPTION:Igshaan Adams\, Lynloop\, 2024. Vista da instalação\, Igshaan Adams\, no Instituto de Arte Contemporânea/Boston\, 2024-25. Foto por Mel Taing.\n\n\n\nO artista multidisciplinar Igshaan Adams (nascido em 1982 em Cidade do Cabo\, África do Sul) explora como as pessoas habitam e se movimentam pelo espaço. Adams utiliza práticas de tecelagem para tornar visíveis os padrões cotidianos de movimento que falam sobre formas de cuidado\, sobrevivência e resistência na África do Sul pós-apartheid. As recentes tapeçarias de grande escala tecidas por Adams apontam para a interconectividade da espiritualidade do artista\, histórias familiares e narrativas da comunidade local\, enraizadas em sua herança sul-africana\, assim como o uso problemático da terra na região. Ele se inspira no termo de planejamento urbano “linhas de desejo” — caminhos criados por pedestres ao longo do tempo que estão fora dos passeios planejados. Na prática de Adams e na África do Sul\, a criação de linhas de desejo representa um ato de transgressão diante dos limites fixos impostos pelo governo durante a era do apartheid para separar à força as comunidades de acordo com castas raciais. \n\n\n\nLynloop\, a monumental nova comissão de Adams para o ICA/Boston\, é uma tecelagem experimental composta por várias partes\, desenvolvida em resposta à arquitetura do museu e às memórias da infância do artista. Baseia-se em imagens aéreas dos caminhos cruzados entre um campo de esportes e um espaço recreativo murado ao sul de onde Adams cresceu. Por meio da obra\, Adams considera o impacto das experiências e memórias da infância na trajetória da vida de uma pessoa. Ele escreve: “Ao lidar com o desconforto de crescer entre esses espaços hiper-masculinos\, a instalação explora como tive que sobrepor minhas próprias fantasias às memórias de uma maneira que suaviza as arestas duras e a frieza desta área.” Em tons de rosa com contas\, cordas\, correntes e mohair\, Lynloop é um mapeamento impressionante e tátil do espaço\, interação humana e memória.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"The MET at The Louvre: Near Eastern Antiques in Dialogue" no Museu do Louvre
DESCRIPTION:Escultor desconhecido. “Cabeça de um líder”. Cortesia do Museu do Louvre.\n\n  \nO Departamento de Antiguidades do Oriente Próximo do Louvre está abrigando dez grandes obras do Metropolitan Museum of Art de Nova York\, cujo Departamento de Arte do Oriente Próximo Antigo está atualmente fechado para reformas. O Louvre e o Met criaram um diálogo único entre essas duas coleções\, que é exibido nas galerias permanentes do Louvre. Essas obras de arte “convidadas especiais” do Met\, datadas entre o final do 4º milênio a.C. e o século 5 d.C.\, mostram algumas conexões notáveis ​​com a coleção do Louvre. Em alguns casos\, um par de objetos foi reunido pela primeira vez\, enquanto em outros\, as peças se complementam em virtude de características históricas específicas de suas respectivas coleções. Representando a Ásia Central\, a Síria\, o Irã e a Mesopotâmia\, esse diálogo entre coleções está (re)apresentando os visitantes a essas extraordinárias e antigas obras de arte e às histórias que elas contam. \n  \n\n  \n\n  \n\n  \n\n 
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LOCATION:Museu do Louvre\, 75001 Paris\, França\, Paris\, França
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SUMMARY:Exposição de longa duração no MAC USP
DESCRIPTION:Walter Ufer\, Construtores do Deserto\, 1923 (detalhe)\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a exposição Galeria de Pesquisa – Aspectos da coleção da Terra Foundation for American Art através do programa Terra Collection-in-Residence\, com 36 obras selecionadas em diálogo com a pesquisa e as disciplinas de graduação e pós-graduação do MAC USP e sua atuação no Programa Interunidades em Estética e História da Arte (PGEHA USP). A parceria entre a Terra Foundation for American Art e o MAC USP envolve também a linha de pesquisa em História da Arte e da Cultura do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e o Departamento de História da Arte da Unifesp. Nos próximos dois anos as obras em exposição permitirão criar pontes de interpretação com obras do acervo do MAC USP e apoiar atividades didáticas e de pesquisa. \n\n\n\nA Terra Collection for American Art é uma associação sem fins lucrativos\, com sede em Chicago (EUA)\, que desde os anos 1980 coleciona obras de arte do país e fomenta a pesquisa sobre sua arte.  Algumas das obras já integraram outras parcerias com o Brasil\, presentes em exposições de pesquisa realizadas no MAC USP – Atelier 17 e a gravura moderna nas Américas (2019)\, e na Pinacoteca de São Paulo – Paisagem nas Américas (2016) e Pelas ruas: vida moderna e experiências urbanas na arte dos Estados Unidos\, 1893-1976 (2022). A exposição traz obras de Thomas Hart Benton\, Eugene Benson\, James McNeill Whistler\, Louis Lozowick\, James Edward Allen\, Ralston Crawford\, George Bellows\, Bolton Brown\, Winslow Homer\, C. Klackner. Clare Leighton\, Arnold Ronnebeck\, William Zorach\, Emil Bisttram\, Menton Murdoch Spruance\, John Ferren\, Mary Nimmo Moran\, Eanger Irving Couse\, George Josimovich\, George de Forest Brush\, Walter Ufer\, Edward Hooper\, John Marin\, Stanley Willian Hayter\, Stuart Davis\, Arshile Gorky\, Lyonel Feininger\, Armin Landeck e Thomas Moran. \n\n\n\nPor fim\, as obras se articulam na parceria da disciplina de pós-graduação Arte dos Estados Unidos e suas conexões\, com o apoio da fundação e ofertada conjuntamente com a Unicamp e a Unifesp\, que vem abordando estudos comparativos entre a arte produzida nos Estados Unidos e no Brasil\, trazendo temáticas como arte indígena\, diáspora africana nas Américas\, e imigrações italianas nas Américas. Através do Programa Collection- in-Residence\, o MAC USP se insere em uma rede de doze museus universitários internacionais de arte em um olhar crítico sobre a história da arte dos Estados Unidos e suas possíveis articulações com outros países.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"La Collection: Revoir Picasso" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Pablo Picasso\, Trois figures sous un arbre (Three figures under a tree)\, 1907-1908 © Musée Picasso Paris\n\n\n\nO Museu Nacional Picasso-Paris reencontra sua coleção espalhada por três andares a partir de 12 de março; após um ano de celebração e a magnífica exposição dedicada à artista Sophie Calle. Dez anos após a reabertura do museu\, a coleção se instala de forma permanente no magnífico Hotel Salé. \n\n\n\nFruto de uma história extraordinária\, a formação da coleção do Museu Nacional Picasso-Paris foi possibilitada pelo mecanismo de dação – hoje é a maior coleção pública de obras de Picasso\, os “Picassos de Picasso”. Originária dos ateliês do artista\, essa coleção nos permite compreender melhor as explorações estéticas deste Picasso que ora é desconcertante\, plural\, contraditório\, reflexivo\, gestual e conceitual\, esteta e engajado\, inventor e poeta. Ele é simbolista\, cubista\, clássico\, surrealista ou simplesmente figurativo e político? \n\n\n\nUm lugar aberto e vibrante\, o museu aborda questões sociais para questionar\, através da jornada de sua obra\, a recepção dela\, ou seja\, a do pintor mais renomado\, mais observado\, mas também o mais discutido. \n\n\n\nÉ também uma oportunidade para dedicar exposições ou contrapontos aos corações das coleções. O primeiro desta série presta homenagem à artista Françoise Gilot\, que faleceu recentemente. Além de seu famoso livro intitulado “Viver com Picasso”\, publicado em 1965 – a trajetória da artista é evocada desde sua proximidade com o grupo das “Realidades Novas” até as grandes composições totêmicas das “pinturas emblemáticas” dos anos 1980.
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LOCATION:Musée Picasso Paris\, 5 rue de Thorigny\, Paris\, França
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SUMMARY:"Um Defeito de Cor" no Sesc Pinheiros
DESCRIPTION:Marcio Vasconcelos\, Tessi Sodokpa – Cotonou\, 2009\n\n\n\n\nDe 25 de abril a 1º de dezembro\, o Sesc Pinheiros recebe “Um Defeito de Cor”. Resultado da parceria entre o Sesc São Paulo e a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação\, a Ciência e a Cultura (OEI)\, com a concepção original do Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR)\, a exposição é inspirada no livro homônimo da autora mineira Ana Maria Gonçalves\, lançado em 2006.  A curadoria é da escritora ao lado de Marcelo Campos e Amanda Bonan. Após abertura no MAR\, no Rio de Janeiro\, e temporada no Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB)\, em Salvador\, a mostra chega à capital paulista. Por meio de obras de artes\, faz alusão ao período do Brasil Império (1822-1889) para discutir os contextos sociais\, culturais\, econômicos e políticos do século 19 e seus desdobramentos em elementos contemporâneos.   \n\n\n\nAo todo\, 372 peças entre arte têxtil\, fotografias\, instalações\, cartazes\, pinturas e esculturas de autoria de artistas do Brasil\, da África e das Américas interpretam “Um defeito de cor”\, ganhador do prêmio Casa de las Américas e considerado um dos mais importantes clássicos da literatura afro-feminista e nacional. Assim como o livro\, a exposição faz um enfrentamento às lacunas e ao apagamento da história da população negra  ao contar a jornada de uma mulher africana nascida no início do século 19\, escravizada no Brasil\, e sua busca por um filho perdido.   \n\n\n\nDentre as novidades que serão apresentadas no Sesc Pinheiros estão os figurinos e croquis das fantasias do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela\, assinados pelo artista e carnavalesco Antônio Gonzaga\, que se inspirou no livro de Ana Maria para desenvolver o samba-enredo do Carnaval 2024\, no Rio de Janeiro. O desfile impulsionou a procura em livrarias físicas e digitais e elevou “Um defeito de cor” para a categoria de mais vendidos do Brasil. Além disso\, estarão em exibição\, pela primeira vez\, um “Retrato de Ana Maria”\, quadro de Panmela Castro; “Bori – filha de Oxum”\, do artista e babalorixá Moisés Patrício\, e “romaria”\, mural que será pintado por Emerson Rocha na entrada do Sesc Pinheiros\, além de uma programação integrada\, com ações educativas divulgadas ao longo do período expositivo.  \n\n\n\nDividida em dez núcleos não-lineares\, que se espelham nos dez capítulos do livro\, a exposição não é cronológica nem explicativa. O objetivo é trazer uma visão do Brasil com momentos históricos e recortes sociais transmitidos por meio de uma produção intelectual e de imagem presentes na arte contemporânea. A mostra faz um mergulho na essência de temas como os levantes negros\, o empreendedorismo\, o protagonismo feminino\, o culto aos ancestrais e a África Contemporânea\, que reexaminam os caminhos da população afro-brasileira desde os tempos de escravidão até os dias atuais\, e fazem uma interpretação dos conceitos apresentados no romance\, principalmente as origens e as identidades africanas que constituem a população\, das quais ainda pouco se sabe.  \n\n\n\nAna Maria Gonçalves faz sua estreia na curadoria da mostra ao lado de Amanda Bonan e Marcelo Campos\, ambos do Museu de Arte do Rio. A arquiteta Aline Arroyo assina a expografia\, que teve consultoria de Ayrson Heráclito\, e a paisagem sonora foi criada pelo pesquisador e músico Tiganá Santana\, em colaboração com Jaqueline Coelho.   \n\n\n\n “Retomar ao ‘Um defeito de cor’ e\, desta vez\, como participante da equipe de curadoria da exposição que leva o nome e a ideia do livro é\, ao mesmo tempo\, um conjunto de experiências antagônicas e complementares. Como também o é tudo que trata\, por exemplo\, da experiência dos povos tocados e transformados pela escravidão. É um retorno no tempo e no espaço para um lugar que foi construído a várias mãos\, e não menos sangue\, dor e sofrimento”\, afirma Ana Maria. 
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SUMMARY:"Xican-a.o.x. Body" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Patssi Valdez\, “Hot Pink” (still)\, 1980-1983. Cortesia da artista e American Federation of Arts\n\n\n\n\nXican-a.o.x. Body é a primeira grande exposição a mostrar o trabalho de artistas que destacam o corpo como um local de agência política e imaginação\, investigação artística\, descolonização e formas alternativas de comunidade. O título da exposição é baseado no termo “Chicano”\, tradicionalmente definido como uma identidade étnica para os mexicanos-americanos que abraçam sua ancestralidade indígena. A exposição surge no cruzamento das práticas artísticas experimentais datando dos anos-chave do Movimento Chicano nas décadas de 1960 e 1970 e abraça o trabalho de artistas que se identificam de várias maneiras — incluindo mexicanos-americanos\, Chicana/o\, Xicanx\, indígenas\, Latinx\, negros\, pardos e queer. \nO framework curatorial de Xican-a.o.x. Body se baseia na ideia de “Brown Commons”\, um termo cunhado pelo escritor José Esteban Muñoz. Segundo a definição de Muñoz\, “Brownness” (a condição de ser pardo) é articulada como um sentimento e experiência de pessoas que existem em um “entre-lugar” e\, portanto\, são lidas como o Outro. Outro framework importante surge da ideia de Xicanisma\, um termo concebido pela escritora e poeta Anna Castillo para definir um tipo de feminismo Chicana socioeconomicamente e culturalmente específico. Xican-a.o.x. Body apresenta obras conceituais\, experimentais e pioneiras do final dos anos 1960 até o presente\, utilizando uma ampla gama de mídias — de poesia e cerâmica a pintura\, fotografia\, escultura\, filme\, performance e desenhos — que iluminam nossa compreensão da arte e cultura Xicanx. \nOs artistas de Xican-a.o.x. Body incluem Laura Aguilar\, Celia Álvarez Muñoz\, Asco (Harry Gamboa Jr.\, Gronk\, Willie Herrón III\, e Patssi Valdez\, 1972–82)\, Mario Ayala\, Judith F. Baca\, Alice Bag\, Julia Barbosa Landois\, Ariana Brown\, Nao Bustamante\, William Camargo\, Barbara Carrasco\, Charlie Cartwright (Good Time Charlie)\, Mel Casas\, Isabel Castro\, Yreina D. Cervántez\, Enrique Chagoya\, Artemisa Clark\, Liz Cohen\, Adriana Corral\, Camilo Cruz\, Cyclona\, Ms. Vaginal Davis\, Albert De Alba Sr.\, Sandra de la Loza\, Natalie Diaz com Mohammed Hammad\, Alex Donis\, Frances Salomé España\, rafa esparza\, Justin Favela\, Christina Fernandez\, Diane Gamboa\, Maria Gaspar\, Jay Lynn Gomez\, Ken Gonzales-Day\, Alfonso Gonzalez Jr.\, Fabian Guerrero\, Ester Hernandez\, Sebastian Hernández\, Celia Herrera Rodríguez\, Salomón Huerta\, Luis Jiménez\, Alma López\, Yolanda López\, Richard A. Lou\, James Luna\, Narsiso Martinez\, Patrick Martinez\, Delilah Montoya\, Malaquias Montoya\, Chuco Moreno\, Gabriela Muñoz\, Marcos Raya\, Sandy Rodriguez\, Gabriela Ruiz\, Sylvia Salazar Simpson\, Shizu Saldamando\, Teddy Sandoval\, Tamara Santibañez\, The Q-Sides (Vero Majano\, Amy Martinez\, e Kari Orvik)\, Walter Thompson-Hernández\, John Valadez\, Patssi Valdez\, Linda Vallejo\, Ricardo Valverde\, Kathy Vargas e José Villalobos.
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SUMMARY:"NAOMI: In Fashion exhibition" no V&A Museum
DESCRIPTION:Naomi Campbell. Imagem: Divulgação V&A Museum\n\n\n\nNAOMI: In Fashion explora os 40 anos inigualáveis da carreira da modelo e ícone cultural Naomi Campbell. Após ser descoberta em Covent Garden aos 15 anos\, Campbell rapidamente ganhou destaque na indústria e fez história alguns anos depois\, aos 18\, ao se tornar a primeira modelo negra a estampar a capa da Vogue Paris\, em agosto de 1988. \n\n\n\nProduzida em colaboração com Campbell e destacando sua voz e perspectiva\, NAOMI: In Fashion é a primeira exposição a celebrar a habilidade e a contribuição de uma modelo individual para a indústria da moda. A exposição conta com o extenso guarda-roupa de alta-costura e prêt-à-porter de Campbell\, incluindo peças de momentos-chave de sua carreira\, além de empréstimos de arquivos de designers e objetos das coleções do V&A. Entrelaçado está o ativismo de Campbell\, que desde cedo defendeu a equidade\, juntando-se à Black Girls Coalition em 1989 e liderando a edição de 2007 da Vogue Itália\, chamada “A Black Issue”\, que clamava por diversidade nas passarelas. \n\n\n\nBecoming Naomi \n\n\n\nA exposição começa com clipes impactantes de Campbell na passarela\, ilustrando seu lendário “andar”. A primeira seção\, “Becoming Naomi”\, explora a infância de Campbell e fundamenta seu sucesso posterior em seu treinamento inicial de dança. Nascida em 1970 no sul de Londres\, ela aspirava a uma carreira no palco e se apresentou em videoclipes dos anos 1980 para artistas como Bob Marley e Culture Club. Sua vida mudou aos 15 anos\, quando foi abordada pela agente de modelos Beth Boldt enquanto fazia compras com amigos da escola. Dois anos depois\, ela estaria na capa da Vogue e desfilando para renomados designers em Londres\, Paris\, Milão e Nova York. \n\n\n\nSupermodel \n\n\n\nCampbell entrou na moda em um momento de mudança. No início dos anos 1990\, o termo supermodelo – ou modelo que se tornou celebridade internacional – era amplamente usado em referência direta a Campbell e um pequeno grupo de colegas. A moda havia se tornado entretenimento de massa e Campbell estava no centro dessa emoção\, sendo apoiada por designers líderes como John Galliano\, Gianni Versace\, Karl Lagerfeld\, Vivienne Westwood e Yves Saint Laurent. Ela se tornou conhecida por sua presença superlativa na passarela\, enquanto seu trabalho com fotógrafos de destaque criou algumas das imagens mais memoráveis da época. Simultaneamente\, ela transcendeu o mundo da moda\, atuando em videoclipes\, lançando seu próprio perfume e se tornando uma defensora da diversidade. \n\n\n\nAzzedine Alaïa \n\n\n\nA próxima seção foca na relação pessoal e profissional de Campbell com o falecido designer Azzedine Alaïa\, nascido na Tunísia e baseado em Paris\, a quem ela conheceu durante seus primeiros dias em Paris e a quem chamou de “Papa”. Famoso por seus designs que acentuam as formas\, Alaïa via o físico escultural de Campbell como “um corpo perfeito”\, o que inspirou grande parte de seu trabalho. Juntos\, criaram momentos mágicos na passarela e editoriais de destaque. \n\n\n\nNew York \n\n\n\nCampbell se mudou para Nova York aos 17 anos\, dividindo um apartamento com a colega modelo Christy Turlington antes de garantir seu próprio lugar na East 30th Street. Campbell mergulhou na vibrante cena da moda da cidade\, forjando amizades duradouras com designers e outros da indústria\, de Marc Jacobs a Anna Sui\, relações que resistiriam ao teste do tempo. \n\n\n\nThe spotlight \n\n\n\nDesde o início dos anos 1990\, Campbell tem sido uma das modelos mais destacadas do mundo – e uma das mulheres negras mais reconhecidas – na televisão\, nos celulares\, em videoclipes e jornais. A seção “The spotlight” explora um momento biográfico muito divulgado quando Campbell cumpriu um período de serviço comunitário por ordem judicial. Em exibição está o vestido Dolce & Gabbana que Campbell usou em seu último dia de serviço comunitário – um look que ela vestiu em resposta aos paparazzi que capturavam sua chegada e partida todos os dias. \n\n\n\nExemplar \n\n\n\nA próxima seção examina Naomi Campbell como um exemplo na área\, focando em suas colaborações iniciais com casas de moda como Dolce & Gabbana\, Vivienne Westwood e Jean Paul Gaultier. Formadas quando Campbell era jovem\, essas conexões evoluíram para amizades colaborativas de décadas\, com designers valorizando sua habilidade de glamourizar qualquer roupa e modelar os conjuntos mais difíceis com aparente facilidade. \n\n\n\nCurada por Edward Enninful OBE\, uma seleção de fotografias na exposição destaca a alquimia única de Campbell com a câmera. Apresentando trabalhos de fotógrafos mundialmente renomados como Steven Meisel\, Arthur Elgort\, Patrick Demarchelier e David Bailey\, Campbell tem um profundo respeito por aqueles com quem trabalha\, reconhecendo seu talento artístico e visão\, e colaborando para alcançar a imagem que eles têm em mente.
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LOCATION:Victoria and Albert Museum (V&A)\, Cromwell Rd\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Anthony McCall: Solid Light" na Tate Modern
DESCRIPTION:Anthony McCall. “Split Second (Mirror)” (2018). Vista da instalação\, Sean Kelly Gallery\, Nova York\, 2018. Fotografia de Dan Bradica\n\n\n\n\nSeus movimentos e interações dão vida às obras dentro de Solid Light\, uma exposição focada nas instalações imersivas de Anthony McCall. \nFeixes de luz projetados através de uma fina névoa criam formas tridimensionais grandes no espaço\, que mudam e se transformam lentamente. Ao se mover por essas esculturas translúcidas de luz\, você cria novas formas e descobre perspectivas fascinantes. \nPosicionada entre escultura\, cinema\, desenho e performance\, McCall é conhecido por suas instalações inovadoras de luz. Em 1973\, sua obra seminal Line Describing a Cone redefiniu as possibilidades da escultura. \nAnthony McCall é apresentado na The George Economou Gallery. \nCuradoria de Gregor Muir\, Diretor de Coleção de Arte Internacional\, Tate Modern\, e Andrew de Brún\, Curador Assistente de Arte Internacional\, Tate Modern.
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SUMMARY:"Lélia em nós: festas populares e amefricanidade" no Sesc Vila Mariana
DESCRIPTION:Lita Cerqueira\, Procissão de Santo Amaro. Foto: Coleção da artista\n\n\n\n\nA partir de 26 de junho será possível conhecer o pensamento da antropóloga\, historiadora e filósofa brasileira Lélia Gonzalez (1935 – 1994). O Sesc São Paulo\, em parceria com a Boitempo\, inaugura o projeto Lélia em nós: festas populares e amefricanidade\, na unidade Vila Mariana. A exposição\, que fica em cartaz até 24 de novembro de 2024\, foi inspirada pelo livro Festas populares no Brasil (que ganha nova edição pela Boitempo) e promove uma celebração da cultura afro-brasileira – ou amefricana\, como propõe a autora – a partir de um recorte que estabelece diálogos e reflexões suscitados pela produção intelectual de Gonzalez\, uma  proeminente ativista do movimento negro brasileiro e importante teórica do feminismo negro\, cuja morte completará 30 anos em 10 de julho de 2024. \n\n\n\nCom uma seleção de produções contemporâneas e de diferentes períodos\, reunida em cinco eixos temáticos\, Lélia em nós: festas populares e amefricanidade apresenta pinturas\, fotografias\, documentos históricos\, objetos\, performances\, instalações e vídeos de artistas como Alberto Pitta\, Heitor dos Prazeres\, Januário Garcia\, Maria Auxiliadora\, Nelson Sargento\, e Walter Firmo\, além de 12 trabalhos inéditos\, de artistas como Coletivo Lentes Malungas\, Eneida Sanches\, Lidia Lisboa\, Lita Cerqueira\, Manuela Navas\, Maurício Pazz\, Rafael Galante e Rainha Favelada. \n\n\n\nA mostra também apresenta um recorte de sonoridades e musicalidades\, tanto do universo das festas e festejos brasileiros quanto das intervenções do DJ Machintown e do trombonista Allan Abbadia\, além de registros fonográficos da discoteca pessoal de Lélia. Parte do acervo do Instituto Memorial Lélia Gonzalez (IMELG)\, a coleção reúne álbuns de artistas como Wilson Moreira e Nei Lopes\, Luiz Gonzaga\, Tamba Trio\, Clementina de Jesus\, Jamelão e Lazzo Matumbi \n\n\n\nPartindo de conceitos teóricos desenvolvidos por Lélia Gonzalez\, como a categoria político-cultural de amefricanidade – termo cunhado pela acadêmica em contraposição à ideia hegemônica de afro-americanidade para\, segundo ela\, “ultrapassar as limitações de caráter territorial\, linguístico e ideológico” e redimensionar a influência da diáspora atlântica para a formação das Américas do Sul\, Central\, do Norte e Insular –\, a mostra convida o público à compreensão dopotencial da cultura popular afro-brasileira como tecnologia de identidade e resistência. \n\n\n\nCom curadoria de Glaucea Britto e Raquel Barreto\, a exposição foi inspirada pelas proposições feitas por Lélia Gonzalez em Festas populares no Brasil. Único título publicado em vida pela intelectual exclusivamente como autora\, o livro foi publicado originalmente em 1987. A obra não foi oficialmente lançada no mercado\, tendo sido patrocinada por uma empresa multinacional e distribuída como presente de fim de ano. No mês de abertura da exposição\, a publicação ganhará nova edição da Boitempo\, a primeira voltada à circulação no mercado editorial. Com textos da acadêmica que evidenciam laços indissociáveis entre Brasil e África por meio de manifestações populares como o Carnaval\, o Bumba-Meu-Boi\, as Cavalhadas e festas afro-brasileiras como as Congadas e o Maracatu\, a obra reúne mais de cem imagens de cinco fotógrafos: Leila Jinkings\, Marcel Gautherot\, Maureen Bisilliat\, Januário Garcia e Walter Firmo (os dois últimos\, integrando a exposição). A nova edição inclui também materiais inéditos\, textos de apoio\, fac-símiles\, prólogo de Leci Brandão\, prefácio de Raquel Marreto\, posfácio de Leda Maria Martins\, texto de orelha de Sueli Carneiro e quarta capa de Angela Davis e Zezé Motta.
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SUMMARY:"Calida Rawles: Away with the Tides" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Calida Rawles\, Impact\, 2024. Cortesia da artista e Lehmann Maupin. Foto: Marten Elder\n\n\n\n\nCalida Rawles imagina a água como um espaço de cura para os negros e reimagina a comunidade afro-americana além das histórias que já conhecemos\, como parte da história coletiva dos Estados Unidos. Fundindo hiper-realismo\, abstração poética e os simbolismos culturais e históricos da água\, Rawles cria retratos únicos de corpos negros submersos em e interagindo com corpos d’água brilhantes e misteriosos. A água\, que é uma espécie de personagem dentro das pinturas\, funciona como um elemento que significa tanto a cura física e espiritual\, quanto o trauma histórico e a exclusão racial. Para sua primeira apresentação solo em museu\, Rawles cria uma ponte entre seu estilo característico e uma história da história de Miami que muitas vezes é ignorada e obscurecida. \nRawles se aprofunda na experiência particular das pessoas negras em Overtown\, um bairro de Miami que passou de um próspero centro cultural e comercial para negros a uma comunidade desmantelada pela gentrificação\, racismo sistêmico e deslocamento em massa. As figuras nas pinturas de Rawles são residentes da comunidade de Overtown—de crianças a idosos. O foco da exposição está nas histórias e experiências daqueles que vivem neste bairro histórico. Rawles leva sua prática um passo adiante\, fotografando alguns de seus sujeitos em águas naturais pela primeira vez\, na histórica Virginia Key Beach\, que foi uma vez segregada racialmente. Ao fotografar sujeitos negros no oceano pela primeira vez\, Rawles consegue explorar a história do Atlântico como o local do extremamente explorador comércio transatlântico de escravos. A obra final engaja criticamente com o clima entrelaçado com a água de Miami e explora a história da beleza\, opressão e resiliência na comunidade vizinha de Overtown do PAMM.
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SUMMARY:"J. Borges – O Sol do Sertão" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:J. Borges\, O forró dos bichos. Foto: Divulgação\n\n\n\nA exposição “J. Borges – O Sol do Sertão”\, com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, é a mais abrangente da carreira do mestre da xilogravura brasileira. Com mais de 200 obras que percorrem seus 60 anos de trajetória\, a mostra inclui xilogravuras\, matrizes\, cordéis e vídeos. As obras de J. Borges estão distribuídas em duas galerias do mezanino\, parte do foyer e da galeria principal\, interagindo com o acervo de arte brasileira do Museu do Pontal. No jardim interno\, um mural de 24 m² apresentará a popular xilogravura “Asa Branca”\, inspirada pela música de Luís Gonzaga e reproduzida por Pablo Borges\, filho do artista.
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SUMMARY:"L’estetica della deformazione" na Galleria d'Arte Moderna
DESCRIPTION:Arnaldo Badodi\, Caffè\, 1940. Foto: Studio Vandrasch. Cortesia da Collezione Giuseppe Iannaccone\, Milão.\n\n\n\n\nA exposição L’estetica della deformazione. Protagonisti dell’espressionismo italiano apresenta cerca de 130 obras que percorrem a variada realidade do expressionismo italiano\, com destaque para personalidades e grupos ativos principalmente em Roma\, Milão e Turim. \nUma das fases mais originais da cultura artística italiana da primeira metade do século XX é representada pelo expressionismo dos anos 1920-1940. Embora tenha se desenvolvido em grupos mais ou menos definidos e duradouros\, o movimento trouxe uma contribuição fundamental para a pesquisa artística. A exposição\, realizada na Galleria d’Arte Moderna\, foi concebida em preparação para a celebração do centenário da instituição (1925-2025) e dedica-se a essa experiência estética e poética que atravessa as duas guerras mundiais. \nA mostra foca em algumas das mais importantes personalidades que\, em percursos individuais ou dentro de grupos codificados\, expressaram\, na Itália dos anos 1920-1940\, uma linguagem marcadamente antiacadêmica. Essa linguagem estava centrada na transcrição de dados subjetivos interiores\, utilizando cores antinaturalistas e rebeldes\, e formas que desviavam do cânone clássico de beleza. Para esses artistas\, a representação precisa das coisas não era importante; o objetivo era externalizar suas visões interiores e “interpretar” o dado percebido. O termo “expressionismo” deriva do latim exprimĕre\, que significa “externar” ou “espremer”\, refletindo a ideia de transmitir através de um filtro subjetivo. Assim\, os retratos deixam de buscar a precisão fotográfica\, os paisagens adquirem um olhar inquieto\, e a cidade se transforma em cenário de visões alucinantes e oníricas\, enquanto os objetos nas naturezas-mortas se tornam metáforas enigmáticas. Formas deformadas e cores agressivas e audaciosas oferecem um instrumento linguístico adequado para essas ideias. \nA exposição é possível graças ao diálogo entre a coleção da Galleria d’Arte Moderna e obras de outras coleções capitolinas\, como as dos Musei di Villa Torlonia e da Casa Museo Alberto Moravia\, além de peças da prestigiada Collezione Giuseppe Iannaccone de Milão\, que nunca havia sido exibida em Roma. Esse diálogo permite explorar a rica realidade do expressionismo italiano\, com foco nos grupos baseados em Roma\, Milão e Turim. \nDestaque para as duas aquisições mais recentes da Collezione Giuseppe Iannaccone: os óleos sobre tela Nudo sdraiato (1929)\, de Gigi Chessa\, e Figura in blu (e vaso verde) (1929)\, de Francesco Menzio. A coleção\, especializada em arte italiana entre as duas guerras\, oferece uma visão única do expressionismo italiano dos anos 1920-1940\, particularmente nos grupos que propuseram uma estética “neorromântica”\, em contraste com o neoclassicismo da época. \nArtistas presentes na exposição incluem: Afro\, Arnaldo Badodi\, Mirko Basaldella\, Renato Birolli\, Domenico Cantatore\, Bruno Cassinari\, Gigi Chessa\, Filippo De Pisis\, Lucio Fontana\, Nino Franchina\, Nicola Galante\, Renato Guttuso\, Carlo Levi\, Mario Mafai\, Giacomo Manzù\, Marino Mazzacurati\, Roberto Melli\, Francesco Menzio\, Ennio Morlotti\, Fausto Pirandello\, Antonietta Raphaël\, Aldo Salvadori\, Aligi Sassu\, Scipione (Gino Bonichi)\, Emilio Sobrero\, Luigi Spazzapan\, Filippo Tallone\, Fiorenzo Tomea\, Arturo Tosi\, Ernesto Treccani\, Italo Valenti\, Emilio Vedova e Alberto Ziveri. \nO percurso expositivo começa em Roma\, com a Scuola di via Cavour e as personalidades que definiram a “escola romana” e suas peculiaridades técnicas e temáticas. O encontro entre Scipione e Mafai\, seguido por Antonietta Raphaël\, deu início a uma pintura visionária e onírica\, influenciada por artistas como Goya\, El Greco e Bosch\, bem como pelos modernos Kokoschka\, Chagall\, Derain e Dufy. O crítico Roberto Longhi\, ao revisar a mostra do grupo em 1929\, destacou as influências expressionistas francesas no grupo. \nA exposição continua com os protagonistas do grupo Sei di Torino (1929-31)\, influenciado por Felice Casorati e pelas personalidades de Edoardo Persico e Lionello Venturi. Através de obras de Chessa\, Galante\, Levi\, Menzio\, e outros\, como Spazzapan e Sobrero\, explora-se uma pintura inspirada nas pesquisas impressionistas e pós-impressionistas francesas. \nO percurso conclui-se com o grupo Corrente\, ativo a partir de 1938 em Milão\, que expressa um expressionismo lírico vigoroso. Coordenados por Edoardo Persico\, artistas como Badodi\, Birolli\, Cassinari\, Sassu\, Treccani e Valenti demonstram uma pintura inquieta e emocional. \nA exposição L’estetica della deformazione. Protagonisti dell’espressionismo italiano renova o compromisso da Sovrintendenza Capitolina em tornar acessíveis suas mostras temporárias. Um percurso dedicado com desenhos em relevo\, traduções em braille e audiodescrições foi desenvolvido para pessoas com deficiência visual.
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LOCATION:Galleria d’Arte Moderna\, via Palestro 16\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"À jour. Laura VdB Facchini" na Galleria d'Arte Moderna
DESCRIPTION:Divulgação Galleria d’Arte Moderna\n\n\n\n\nO projeto site-specific concebido e realizado pela artista Laura VdB (Van der Bol) Facchini estabelece um diálogo direto com o complexo monumental do antigo mosteiro de San Giuseppe a Capo le Case\, atual sede da Galleria d’Arte Moderna. Curado por Wind Mill\, o trabalho foi desenvolvido com base em uma investigação detalhada do espaço\, suas cores e iluminação\, resultando em uma instalação que homenageia as monjas Carmelitas Descalças que ocuparam o local por séculos e que\, em parte\, ainda residem no complexo. \nIntitulada À jour\, a instalação remete à técnica de bordado à mão\, reinterpretando-a em escala monumental com o uso de tiras de polietileno branco e transparente. Essas tiras\, amarradas e entrelaçadas\, compõem um grande painel tridimensional que responde à arquitetura do local\, adaptando-se à fachada e ao claustro do antigo mosteiro. Os pontos de fixação dos materiais foram cuidadosamente escolhidos nas superfícies existentes\, respeitando o caráter histórico e arquitetônico do espaço. \nA obra começa a envolver os visitantes já na entrada do museu\, com uma intervenção marcante na fachada\, e se expande pelos ambientes internos\, especialmente no claustro das esculturas e no claustro-jardim. Nestes espaços\, a interação entre o bordado tridimensional\, o ambiente aberto e as esculturas cria arabescos e formas que sugerem novas perspectivas e interpretações. O entrelaçamento das fitas conecta o interior ao exterior\, preenchendo os vazios das janelas e estabelecendo um diálogo visual entre as paredes e as aberturas\, formando geometrias inovadoras e efeitos tridimensionais que acentuam o volume das superfícies arquitetônicas. \nO material utilizado\, o filme extensível de embalagem\, é uma escolha recorrente nas obras de Laura VdB Facchini por sua flexibilidade e pelo respeito que demonstra em intervenções em espaços históricos e delicados. Em À jour\, esse material transforma o espaço em uma obra de arte que não apenas preserva a memória histórica do lugar\, mas também lhe confere uma nova dimensão estética e contemporânea.
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LOCATION:Galleria d’Arte Moderna\, via Palestro 16\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"outros navios: uma coleção afro-atlântica" no Centro Cultural Fiesp
DESCRIPTION:Vista da exposição © Edson Kumasaka\, 2024\n\n\n\n\nAs regiões da África central e ocidental estão conectadas ao Brasil por séculos de circuitos transatlânticos. Navios de violência adentraram mares até os nossos litorais. Mas também outros navios\, que nos permitem mergulhar por histórias alternativas e criar novos significados para as centenas de objetos do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP) apresentados nesta exposição. \nMáscaras\, tecidos\, joias\, estatuetas\, de diferentes culturas africanas\, foram adquiridas por meio de doações ou compras encomendadas a partir da década de 1960\, quando os movimentos de independência política das ex-colônias em África se consolidavam. Uma coleção fruto de um tempo e espaço que expressa os fluxos de pessoas\, objetos e conhecimentos estabelecidos no sul global. O então professor do MAE\, Marianno Carneiro da Cunha (1926-1980)\, foi uma figura chave no projeto institucional e científico de construção da coleção. \nCaixas aguardando em um porto do litoral africano na década de 1970\, tornam-se caixas abertas na Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp para serem transformadas e ressignificadas. São expostas igualmente as artes no Brasil constituídas\, entendendo a coleção não como africana\, mas sim\, afro-atlântica. As obras de artistas contemporâneos aqui incluídas\, além disso\, indicam que uma coleção não é fixa e pode ser recomposta para apontar outros navios à vista.
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LOCATION:Centro Cultural Fiesp\, Avenida Paulista\, 1313\, Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Ink and Ivory: Indian Drawings and Photographs Selected with James Ivory" no The Met Museum
DESCRIPTION:Buffaloes in Combat (detalhe)\, Atribuído a Miskin\, Índia\, Mughal\, final do século XVI.\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma seleção de desenhos superlativos das cortes e centros da Índia e do Paquistão (com algumas obras persas relacionadas)\, datados do final do século XVI ao século XX. Essas obras foram selecionadas principalmente da coleção do Met em parceria com o diretor de cinema James Ivory\, cuja recente doação ao Museu de álbuns fotográficos do século XIX também será destaque na exposição (2021.381.1-16). Os desenhos incluirão exercícios preparatórios frescos e informais para pinturas\, bem como obras lindamente acabadas por si só. As fotografias apresentarão os temas e estilos que surgiram nos contextos de patrocínio real e cerimônia; vistas de arquitetura\, cidades\, paisagens e pessoas\, entre outros. Como artista e cineasta\, James Ivory nos ajudará a apreciar esse material através de seu olhar único. Um curta-metragem — An Arrested Moment — dirigido por Dev Benegal\, acompanhará a exposição. \nA exposição é viabilizada pelo Hagop Kevorkian Fund. \nApoio adicional é fornecido pelo Lavori Sterling Foundation Endowment Fund.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Acervo Aberto" no MAC USP
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Hermelindo Fiaminghi. Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP inaugura no sábado\, 3 de agosto\, a partir das 11 horas\, a exposição Acervo Aberto\, reunindo mais de 150 obras de 46 artistas do acervo do Museu. Concebida por um grupo de trabalho formado por diversos profissionais do MAC USP\, Acervo aberto apresenta uma seleção de obras que considerou o histórico de exibição das peças\, privilegiando as nunca expostas e/ou com mais de 10 anos da última exposição\, entre elas\, obras recém-doadas e ainda não expostas no MAC USP. A exposição reúne obras produzidas desde 1925 (Lucy Citti Ferreira) até 2022 (Laura Vinci). Acervo aberto é uma mostra experimental inspirada pela ambiência das reservas técnicas – local de acesso restrito onde as obras de arte são acondicionadas. Em alguns trechos da mostra fica evidente a confluência dos diversos materiais\, característica da produção contemporânea que não se prende às categorias tradicionais da arte\, como pintura\, escultura ou gravura\, por exemplo. O controle da luminosidade é um ponto importante da mostra em respeito à conservação das obras. Ao longo da exposição\, algumas obras serão protegidas\, particularmente as em suporte de papel\, como ação preventiva. Dessa maneira\, dentro dos limites da extroversão\, o público pode testemunhar o campo de possibilidades de uma reserva técnica; a relevância dos materiais e\, sobretudo\, as condições que orientam o trabalho de pesquisa e guarda do objeto contemporâneo. Dentre os artistas participantes estão nomes como Mira Schendel\, Pola Rezende\, Hermelindo Fiaminghi\, José Antônio da Silva\, Nelson Leirner\, Nuno Ramos\, Elida Tessler\, Sérgio Sister\, Ricardo Basbaum\, Henrique Oswald\, Regina Vater\, Sérgio Adriano H\, Glauco Rodrigues e Amélia Toledo\, entre tantos outros. O Grupo de Trabalho Acervo Aberto é formado por Alecsandra Matias\, Ana Maria Farinha\, Ariane Lavezzo\, Claudia Assir\, Elaine Maziero\, Marta Bogéa\, Michelle Alencar\, Paulo Roberto Amaral Barbosa\, Rejane Elias e Sérgio Miranda\, além da colaboração de  Henrique Cruz\, Mariana Valença\, Mateus Oliveira e Nathielli Ricardo\, estudantes da USP estagiários no Museu. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:"Every Sound Is a Shape of Time" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Alfredo Jaar\, “I Can’t Go On. I’ll Go On”\, 2016. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nAo longo da história\, a arte tem sido um farol para a humanidade em tempos turbulentos. Neste momento de mudança e ruptura globais dinâmicas\, a arte continua a nos guiar através da incerteza. Esta exposição\, que incorpora a missão e visão do Pérez Art Museum Miami (PAMM)\, nos convida a refletir sobre nossa existência compartilhada e a capacidade inerente de moldar nossa própria realidade. Tomando seu título de uma obra da artista cubana Glenda León\, “Every Sound Is a Shape of Time” explora o humanismo e a beleza\, tirando força da coleção em uma pluralidade de vozes. \nDesde que se tornou uma instituição de colecionamento há 30 anos\, o PAMM tem se concentrado em arte moderna e contemporânea\, com ênfase particular na arte contemporânea. A maioria das obras da coleção foi criada após a Segunda Guerra Mundial\, e mais da metade foi feita nos últimos 50 anos. Esta exposição apresenta 21 obras de 17 artistas diversos\, desde pinturas abstratas até exemplos de conceitualismo baseado em fotografia e texto. A mostra inclui obras de León\, Luis Camnitzer\, Abraham Cruzvillegas\, Helen Frankenthaler\, Alfredo Jaar\, Jennie C. Jones\, Julie Mehretu\, Robert Morris\, Lydia Okumura\, Richard Serra e Lawrence Weiner\, entre outros.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:“Nós — Arte e Ciência por Mulheres” no Sesc Interlagos
DESCRIPTION:Obra de Efe Godoy. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nO Sesc Interlagos recebe a partir de 22 de agosto a exposição “Nós — Arte e Ciência por Mulheres”\, sobre a trajetória da produção científica\, intelectual e artística das mulheres como produtoras e mantenedoras de conhecimento. A mostra apresenta um panorama que valoriza sua contribuição e\, ao mesmo tempo\, as diversas camadas pelas quais historicamente foram invisibilizadas de suas atuações na sociedade. \nA realização é do Sesc São Paulo\, com concepção do Estúdio M’Baraká e cocuradoria de Isabel Seixas\, Letícia Stallone\, Gisele Vargas e Diogo Rezende\, além da consultoria realizada pela pesquisadora Magali Romero Sá\, especializada em História da Ciência. São apresentadas cerca de 300 obras a partir da apresentação de personagens\, de iconografia histórica e científica e com os trabalhos de artistas contemporâneas como Berna Reale\, Laura Gorski e Ana Teixeira. \nContemplando cenários históricos que vão desde a sabedoria ancestral até a crescente presença feminina nas instituições científicas\, a narrativa da exposição propõe uma reflexão e um contraponto sob a perspectiva do feminino com dados históricos e contribuições. A mostra ilustra como\, por meio de conhecimento\, posturas e narrativas afirmativas\, as mulheres atravessaram séculos de um pensamento hegemônico de opressão. \n“Nós\, mulheres\, sempre criamos\, curamos\, catalogamos\, inventamos\, analisamos e\, sobretudo\, lutamos. ‘Nós — Arte e Ciência por Mulheres’ traz para a linguagem de exposição uma narrativa que busca dar visibilidade à contribuição das mulheres ao longo dos tempos\, e faz isso através da arte\, buscando informar e sensibilizar para mudanças em curso\, mas que seguem urgentes para a emancipação das mulheres“\, ressalta Isabel Seixas\, da equipe curatorial. 
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LOCATION:Sesc Interlagos\, Av. Manuel Alves Soares\, 1100 - Parque Colonial\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"100 anos de Paulo Vanzolini\, o cientista boêmio" no Sesc Ipiranga
DESCRIPTION:GARBE na Amazônia\, decadas de 1960 e 1970. Crédito Acervo da Família\n\n\n\n\nNo centenário de nascimento de Paulo Vanzolini (1924 – 2013)\, compositor brasileiro responsável por clássicos como Ronda e Volta Por Cima\, o Sesc São Paulo apresenta uma imersão na vida do artista\, revelando não apenas sua faceta musical\, mas também a trajetória do zoólogo de renome internacional. A exposição 100 anos de Paulo Vanzolini\, o cientista boêmio ocupa o Sesc Ipiranga a partir de 28 de agosto de 2024\, e segue em cartaz até 16 de março de 2025. Idealizada pelos filhos do cientista\, o diretor de arte e cineasta Toni Vanzolini e a psicóloga Maria Eugênia Vanzolini\, a mostra conta com curadoria de Daniela Thomas\, reconhecida cenógrafa\, cineasta e diretora teatral. \n“A data simbólica do centenário de Paulo Emilio Vanzolini\, nosso pai\, nos motivou a pensar uma exposição que mostrasse um pouco da pluralidade desse brasileiro que ouviu\, traduziu\, pesquisou\, escreveu\, cantou e pensou um Brasil bom\, diverso e inclusivo. Que sempre valorizou o conhecimento e a arte\, fazendo de ambas seu maior legado. O universo desse personagem interessado e interessante\, ‘cientista boêmio’\, como bem o definiu Antonio Candido\, é o que queremos mostrar nessa exposição”\, antecipa Toni Vanzolini. \nSem perder de vista o lado boêmio e artístico do homenageado\, a exposição revisita as expedições científicas e as contribuições para a ciência empreendidas como herpetólogo\, especializado no estudo de répteis e anfíbios. O Sesc Ipiranga como espaço para a exposição possui um simbolismo especial: a proximidade com o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP)\, onde Paulo Vanzolini trabalhou por cinco décadas – três destas\, como diretor. \n“Algumas figuras são incontornáveis na história de uma cidade\, de um país. Algumas chegam a ser incontornáveis até no planeta. É o caso do nosso homenageado nessa exposição\, Paulo Vanzolini\, que completaria 100 anos este ano e que passou a maior parte da sua vida aqui do lado do Sesc Ipiranga\, dirigindo o Museu de Zoologia da USP\, sua casa. Ou uma de suas casas\, já que se sentia perfeitamente integrado à paisagem numa picada na floresta\, no seu laboratório ou no boteco\, entre músicos ou entre os maiores intelectuais da sua época”\, destaca Daniela Thomas. “Homem ímpar\, de uma inteligência sobrenatural\, uma inventividade que produziu versos inesquecíveis como ‘reconhece a queda e não desanima\, levanta\, sacode a poeira\, dá a volta por cima’ e teorias revolucionárias na zoologia\, e de uma determinação quase autoritária\, características que fizeram dele essa potência realizadora que celebramos agora”. \nEm parceria com o Museu de Zoologia da USP\, a exposição exibe ao público 51 exemplares conservados de espécies animais identificadas e catalogadas por Vanzolini. Esses espécimes\, emprestados pelo Museu ao Sesc\, estão em destaque em uma sala que recria um laboratório de zoologia. \nCinco salas temáticas revelam a trajetória multifacetada de Vanzolini\, abrangendo mais de meio século de pesquisa. A exposição destaca suas célebres expedições amazônicas e as conexões entre arte e ciência que ele promoveu. Documentos\, fotografias e vídeos oferecem um vislumbre dos bastidores das descobertas marcantes do “cientista boêmio”\, apelido carinhosamente atribuído por Antonio Cândido\, sociólogo e crítico literário\, no encarte do disco Acerto de Contas de Paulo Vanzolini (2002). Esta compilação apresenta 52 composições do cientista\, interpretadas por renomados artistas como Chico Buarque\, Paulinho da Viola e Martinho da Vila. \nNo percurso expositivo\, ilustrações de Alice Tassara guiam os visitantes pela trajetória de Vanzolini\, em uma cronologia biográfica que destaca aspectos de sua formação acadêmica e seu círculo de amizades com intelectuais\, artistas e ícones da música popular brasileira.
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SUMMARY:"Pretagonismos na coleção do Museu Nacional de Belas Artes" no Espaço Cultural BNDES
DESCRIPTION:Maria Auxiliadora\, Colheita de flores (detalhe)\, 1972. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nPretagonismos no acervo do Museu Nacional de Belas Artes reúne 105 obras de 59 artistas\, 46 negros e 13 brancos\, que retratam pessoas negras\, para apresentar o protagonismo do artista negro neste acervo\, que é um dos principais depositários do patrimônio artístico do país. O trabalho mais antigo data de 1780-1800 e o mais recente\, de 2023. \nO corpo curatorial da mostra – Amauri Dias\, Ana Teles da Silva\, Cláudia Rocha e Reginaldo Tobias de Oliveira\, todos da equipe permanente do MNBA\, quer frisar as trajetórias de luta\, resiliência\, transgressão e heroísmo desses negros em uma sociedade que ainda hoje é varada pelo racismo. \nPretagonismos abre ao público\, na quinta-feira\, 29 de agosto de 2024\, na galeria do Espaço Cultural BNDES\, selando o recente acordo de cooperação técnica entre o banco e o museu\, que está em reforma física e conceitual desde o segundo semestre de 2019. Marca também a reabertura do espaço expositivo do BNDES\, que estava fechado desde 2020. \n“Já tínhamos reaberto o Espaço Cultural BNDES com uma programação de música às quintas e sextas e\, agora\, com a retomada das exposições de artes visuais\, vamos levar ainda mais cultura gratuita à população”\, afirmou o presidente do BNDES\, Aloizio Mercadante. “Essa exposição Pretagonismos\, que reabre a galeria do Espaço Cultural BNDES\, é muito emblemática\, pois desafia e questiona os padrões de representação e coloca artistas negros no protagonismo da arte e da história. Tudo isso é motivo de orgulho para o BNDES\, que busca promover uma sociedade mais justa e diversa\,” completou. \n“Esta mostra é mais um passo significativo na construção de uma narrativa inclusiva e justa no panorama artístico nacional que\, diante das urgências contemporâneas\, evidencia fissuras\, forçando o olhar para uma noção de beleza e de poética mais integrativa”\, propõe Daniela Matera\, diretora do Museu Nacional de Belas Artes.
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LOCATION:Espaço Cultural BNDES\, Av. Chile 100 – Centro – Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Cecilia Vicuña: Quipu Gut" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Cecilia Vicuña\, “Quipu Gut”\, 2017. Vista da instalação na Documenta 14\, Documenta Halle\, Kassel\, 2017. © 2024 Cecilia Vicuña / Artists Rights Society (ARS)\, Nova York. Cortesia da artista\, Pérez Art Museum Miami e Lehmann Maupins. Foto: Feodora Pallas.\n\n\n\n\nCecilia Vicuña é uma poetisa e artista que cresceu na comuna chilena de La Florida\, no Vale do Maipo. Filha de uma família de artistas e intelectuais\, Vicuña cresceu ouvindo sobre a perseguição e encarceramento de indivíduos que lutavam pela justiça social em um contexto de agendas governamentais cada vez mais conservadoras. Durante sua estadia na Slade School of Fine Art em Londres\, com uma bolsa do British Council\, entre 1972 e 1973\, um golpe de estado liderado pelo general Augusto Pinochet\, comandante-chefe do exército chileno\, deu início a uma ditadura militar de dezessete anos. Isso fez com que Vicuña permanecesse em Londres em um exílio autoimposto\, onde ela exibiu seu trabalho no Institute of Contemporary Arts e publicou seu primeiro livro\, Saborami (1973). Naquele período\, seu foco estava principalmente no ativismo político contra o fascismo e as violações dos direitos humanos no Chile e em outros países. \nEm 1975\, ela retornou à América do Sul para viver em Bogotá\, na Colômbia\, onde iniciou um caminho de redescoberta criativa voltado para a arte e a cultura indígenas. O interesse de Vicuña pelo quipu (“nó” em quechua) foi reacendido nesse período e permanece como uma constante fonte de inspiração. O quipu é uma antiga tecnologia de comunicação andina que usa cordas amarradas para registrar informações\, prática que foi proibida pelos espanhóis durante a colonização da América do Sul. Em 1965\, Vicuña fez a primeira referência ao quipu em seu diário com a frase\, el quipu que no recuerda nada (“o quipu que não lembra nada”). O conhecimento\, a sabedoria e a memória estão incorporados em sua concepção criativa e poética do quipu\, inspirando as iterações subsequentes e manifestações desse antigo dispositivo de comunicação. \nQuipu Gut faz parte de uma grande família de estruturas de quipu vermelho que a artista criou desde Quipu Menstrual em 2006; a cor visa associar as obras ao “sangue das geleiras” destruídas pela mineração. Os quipus vermelhos também refletem sobre água\, sangue e feminilidade\, manifestados como fios poéticos e fluxos de energia. Quipu Gut (2017) é um dos dois quipus comissionados para a documenta 14; foi exibido no documenta Halle em Kassel\, Alemanha; Quipu Womb (2017)\, a segunda obra comissionada\, foi exibida no Museu Nacional de Arte Contemporânea em Atenas. Ambas foram criadas “em homenagem a uma tradição religiosa sincrética que—via o cordão umbilical do simbolismo menstrual—conecta as deusas-mãe andinas com as mitologias marítimas da Grécia antiga. A mitologia se manifesta espiritualmente no que Vicuña descreve como seu “poema no espaço”\, construído com cinquenta grandes fios de lã não fiada\, tingidos de vermelho e amarrados ritmicamente ao longo de quase dez metros de comprimento\, conectando histórias compartilhadas\, práticas indígenas de tecelagem\, ritual e ativismo ambiental.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Gabriel Massan: Terceiro Mundo\, a dimensão descoberta" na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Créditos: Terceiro Mundo – a dimensão descoberta. Cortesia do artista e Serpentine.\n\n\n\n\nEm “Terceiro Mundo – a dimensão descoberta”\, a galeria expositiva do edifício Pina Contemporânea se transforma no universo imersivo criado pelo artista Gabriel Massan\, com suas esculturas\, desníveis e texturas que remetem à experiência de dentro das telas. \n“Terceiro Mundo – a dimensão descoberta”\, projeto desenvolvido em colaboração com a Serpentine Galleries\, é uma exposição imersiva concebida a partir de uma perspectiva decolonial\, de teorias queer e de estratégias descentralizadas em tecnologia. No projeto\, o artista Gabriel Massan constrói um jogo de videogame ambientado em um universo fantástico que\, a partir de uma narração colaborativa de história\, desafia o conceito colonial de “exploração” e convoca o público a repensar suas ações no mundo. \nNa mostra\, visitantes podem escolher entre as quatros estações de jogos para começarem a jornada pelo jogo Terceiro Mundo ou podem permanecer no espaço para assistir a experiência dos jogadores em tempo real\, por meio de cinco telas no espaço expositivo – como em canais dedicados a transmissão ao vivo de jogos. \nA ESTRUTURA DO JOGO \nO primeiro nível do jogo é Igba Tingbo\, que em língua iorubá significa “longo prazo”. Caracterizado pelo trabalho da artista e psicóloga clínica Castiel Vitorino Brasileiro\, a experiência nessa etapa enfoca o modo como o jogador se relaciona com a “alteridade”. Sòfo\, que significa “Vazio” em Iorubá\, é o segundo nível para onde os jogadores são enviados como Agente do QG. \nCada nível foi criado em colaboração com artistas e pensadores\, que contribuíram na construção de diálogos\, textos e narrativas\, emprestando inclusive suas vozes aos personagens. Participaram LYZZA\, Castiel Vitorino Brasileiro\, Novíssimo Edgar e Ventura Profana\, estando os três últimos incluídos na programação cultural que acontece no museu no 2º semestre de 2024. \nO mundo foi criado em colaboração com o artista e rapper Novíssimo Edgar\, a partir da sua vivência em São Paulo\, sua cidade natal.
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SUMMARY:"Irawo Bori: oferenda para a cabeça cósmica" na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:Ayrson Heráclito\, Irawo Bori\, 2023. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nA Pinacoteca exibe o filme Irawo Bori: oferenda para a cabeça cósmica\, concebido a partir da apresentação da performance ritualística Bori no Octógono da Pina Luz — em ocasião da primeira mostra individual do artista: “Ayrson Heráclito: Yorùbaiano” (em cartaz de abril a agosto de 2022 na Pina Estação).  \nO filme é dirigido por Ayrson Heráclito em parceria com o cineasta Lula Buarque de Hollanda. \nCuradoria de Ana Paula Lopes.
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SUMMARY:"Experimentações gráficas - Doação Coleção Ivani e Jorge Yunes" no MAC USP
DESCRIPTION:Candido Portinari\, Mineradores\, c. 1941. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nEm 2023 a Coleção Ivani e Jorge Yunes doou 89 volumes ilustrados por artistas modernos no Brasil e publicados no século 20 à biblioteca do Museu de Arte Contemporânea da USP. Nas publicações vemos grandes nomes da arte nacional atuando como ilustradores e artistas gráficos\, como Fayga Ostrower\, Regina Silveira\, Emiliano Di Cavalcanti\, Aldemir Martins\, Tomás Santa Rosa e Noêmia Mourão\, entre outros. A exposição Experimentações gráficas – Doação Coleção Ivani e Jorge Yunes\, que o MAC USP inaugura no sábado\, 31 de agosto\, a partir das 11 horas\, é um desdobramento dessa doação\, apresentando parte das publicações recebidas pelo Museu em diálogo com obras de seu acervo\, selecionadas pelas curadoras Renata Rocco\, Francis Melvin Lee e Mariana Motta. “Buscamos demonstrar a colaboração e o trânsito de artistas modernos e contemporâneos entre as ditas “belas artes” e as “artes gráficas” e revisitar publicações e autores das décadas de 1920 a 2000\, não circunscritas ao eixo Rio-São Paulo e nem sempre acessíveis ao público”\, assinalam as curadoras. O olhar sobre as artes gráficas destaca a versatilidade dos artistas brasileiros e as variações das soluções artísticas\, dentro de uma linguagem visual moderna ao longo do século passado. Para as curadoras\, “o que atravessa a exposição é o poder das imagens\, sua difusão para a construção de uma ideia de modernidade em diferentes cidades brasileiras e a estreita cooperação dos artistas com tal projeto”. O casal Ivani e Jorge Yunes começou a colecionar arte e objetos de todas as partes do mundo nos anos de 1970. Como proprietários de editoras também colecionaram livros\, revistas e jornais publicados majoritariamente no Brasil. Para Beatriz Yunes Guarita\, filha do casal e diretora da coleção\, “essa doação vem se somar aos inestimáveis e históricos volumes que a biblioteca do museu já possui\, gerando diálogos e reflexões com o acervo artístico\, além de oferecer oportunidade para que o público possa conhecer e estudar essas publicações”\, e completa: “Partilhar sempre foi nosso maior objetivo.” \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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