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SUMMARY:"Masterpieces from the Ancient Metropolis" no Pergamon
DESCRIPTION:A parceria única firmada em 2011/2012 entre a Antikensammlung do Staatliche Museen zu Berlin e o artista Yadegar Asisi ganha sequência no edifício da exposição temporária  “Pergamonmuseum. Das Panorama” com “Masterpieces from the Ancient Metropolis with a 360° Panorama by Yadegar Asisi”. Completamente atualizada pelo artista\, a perspectiva em 360º do que teria sido a Antiga Metrópole de Pergamon vem acompanhada de destaques do acervo do Antikensammlung. O panorama leva os visitantes de volta ao ano 129 d.C.\, mostrando a antiga cidade de Pergamon\, na costa oeste da Ásia Menor. Yadegar Asisi reconstrói a cidade como era na época do Alto Império Romano\, sob o domínio do Imperador Adriano (117-138 d.C.). As imagens do primeiro panorama de Pergamon foram amplamente retrabalhadas. Em cooperação com a equipe do Antikensammlung\, o artista concebeu cerca de 40 novas cenas e as justapôs no quadro. Uma elaborada sessão fotográfica em um estúdio cinematográfico de Berlim concluiu o trabalho em outubro de 2017. A exposição paralela foi planejada pelo Studio Asisi e incorpora aproximadamente 80 das obras mais importantes do Antikensammlung do Pergamon – incluindo a maior peça do friso Telephos do Altar do Pergamon. Durante a preparação para a exposição\, os originais foram submetidos a uma extensa conservação e restauração\, principalmente as grandes estátuas de mulheres do pátio do Altar de Pergamon e para as esculturas do topo. Com exceção da estátua de Athena Parthenos\, da Biblioteca de Pergamon (emprestada ao Metropolitan Museum  de Nova York)\, todas as esculturas famosas daquela cidade estão na mostra\, incluindo a chamada “Cabeça Bonita” (a colossal cabeça de Héracles)\, as esculturas que retratam o rei\, o “Dançarino Arcaico” do palácio\, o grupo Prometheus e a Athena com aegis cruzada. Diferentes instalações aprofundam a experiência do visitante através da interpretação artística\, trazendo desenhos recentemente criados por Yadegar Asisi que ilustram as esculturas de Pergamon\, a arquitetura e o layout urbano.
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LOCATION:Pergamon\, 2 Am Kupfergraben Mitte\, Berlim\, Berlim\, Alemanha
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SUMMARY:"Monet to Morisot: The Real and Imagined in European Art" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Apresentando obras de arte do século XIX e início do século XX de nossa coleção\, criadas por artistas nascidos na Europa ou em suas colônias\, Monet to Morisot: The Real and Imagined in European Art enfoca um período de significativa transformação social\, no qual as técnicas artísticas\, temas e patrocínio passaram por mudanças profundas. O fio condutor “real e imaginado” da exposição oferece uma perspectiva evocativa e flexível para considerar as obras de arte através de cinco temas inter-relacionados\, sem estar preso a uma cronologia rígida\, e incentiva a formulação de questões críticas: O que é real e o que é imaginado nas obras que afirmam e refletem visões de gênero\, classe\, trabalho\, colonialismo e natureza? Quem produz essas perspectivas e para quem? Essas perguntas também nos lembram que o cânone tradicional da história da arte europeia é ao mesmo tempo imaginado e real. É uma construção imaginada e servindo a uma estreita e auto-designada comunidade\, mas teve um impacto muito real sobre o que foi colecionado e exibido em museus. Apresentadas são aproximadamente noventa obras de Claude Monet\, Gustave Courbet\, Berthe Morisot\, Francisco Oller\, Henri Matisse\, Pablo Picasso\, Yves Tanguy\, Vasily Kandinsky\, entre outros.
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LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Lugar-comum" no MAC USP
DESCRIPTION:Com a principal premissa de ser uma exposição colaborativa\, a mostra LUGAR-COMUM\, conta com curadoria de Ana Magalhães\, Helouise Costa e Marta Bogéa\, e acontece no MAC (Museu de Arte Contemporânea)\, no período de 12 de março de 2022 a 17 de dezembro de 2023. \n\n\n\nBaseada na interação entre curadores e artistas unidos no propósito de trazer uma nova leitura sobre o acervo do museu\, a exibição foi pensada como um “work in progress”\, ou seja\, como um trabalho em processo\, que não necessariamente tem um fim\, mas sim um progresso contínuo da construção das obras e da exposição. A proposta é abrir espaço para que a curadoria seja experimentada como um processo compartilhado entre as curadoras\, os artistas selecionados para a mostra e os interlocutores convidados. \n\n\n\nA escolha do título está na contramão da definição corrente que considera o lugar-comum como sinônimo de algo banal que perde a força de seu sentido original pelo excesso de repetição. Coloca em discussão a autoridade curatorial do museu\, a relação entre arte e vida cotidiana e as possibilidades de renovação de um acervo institucional a partir de novas leituras resultantes dos diálogos possíveis entre diferentes modos de ver o mundo.
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LOCATION:MAC\, 1301 Av. Pedro Álvares Cabral Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:Instalação David Hammons no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:O Whitney\, em colaboração com o Hudson River Park \, desenvolveu um projeto de arte pública permanente de David Hammons (n. 1943). Intitulada Day’s End (2014–21)\, esta instalação monumental está localizada no Hudson River Park ao longo da margem sul da Península de Gansevoort\, em frente ao Museu. \n\n\n\nProposto ao Whitney por Hammons\, Day’s End se inspira em uma obra de arte de mesmo nome de Gordon Matta-Clark (1943-1978). Em 1975\, Matta-Clark cortou cinco aberturas no galpão Pier 52 que anteriormente ocupava o local. O Hammons’s Day’s End é uma estrutura aberta que segue precisamente os contornos\, dimensões e localização do galpão original – e\, como a intervenção de Matta-Clark\, oferecerá um lugar extraordinário para experimentar a orla. \n\n\n\nEm conjunto com a realização do projeto\, o Whitney apresentou Around Day’s End: Downtown New York\, 1970–1986 \, uma exposição que apresentou obras da coleção relacionadas ao projeto seminal de Matta-Clark. O Whitney também criou materiais interpretativos\, incluindo a primeira série de podcasts do Museu\, Artists Among Us \, bem como vídeos e passeios a pé pelo bairro. Essa mídia de apoio toma os Day’s End s\, conforme previsto por Hammons e Matta-Clark\, como pontos de partida para explorar a história local – da orla e do Meatpacking District\, o papel dos artistas no bairro\, sua história LGBTQ e a ecologia do estuário. Novas pesquisas\, materiais de arquivo e entrevistas de história oral serão incorporadas.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"At the Dawn of a New Age" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia\, bem como as mudanças culturais\, como o sufrágio feminino\, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade\, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias\, novos planos e novas esperanças”. \n\n\n\nAlguns dos artistas apresentados nesta exposição\, como Georgia O’Keeffe e Marsden Hartley \, são bem conhecidos hoje\, mas muitos modernistas igualmente inovadores foram amplamente esquecidos. Com mais de sessenta obras de quarenta e cinco artistas extraídas principalmente da coleção permanente do Whitney\, At the Dawn of a New Age oferece uma compreensão expandida da complexidade da arte americana produzida entre 1900 e 1930 e recupera a exuberante sensação de liberdade e experimentação subjacente isto. \n\n\n\nEsta exposição é organizada por Barbara Haskell\, curadora.
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SUMMARY:"Favela-Raiz" no Museu das Favelas
DESCRIPTION:A exposição Favela-Raiz é uma ocupação-manifesto que representa o primeiro movimento de transformação do Palácio dos Campos Elíseos no Museu das Favelas\, reverenciando a memória e as heranças das lutas dos que vieram antes e dos que seguem resistindo na construção desta história. O termo “favela”\, cujo nome se popularizou a partir do início do século 20 ao denominar um sistema de habitações populares no país\, é derivado de um tipo de árvore com espinhos\, flores\, frutos e sementes altamente nutritivas muito comum na caatinga e\, especificamente\, no Morro da Favela\, em Canudos\, no sertão da Bahia. Os soldados da Guerra de Canudos\, convocados a combater os membros da comunidade liderada por Antônio Conselheiro\, ali se instalaram\, dada a ampla visão oferecida do vale e\, ao retornarem para o Rio de Janeiro\, sem a assistência prometida pelo Governo\, ocuparam o atual Morro da Providência\, que passou a ser chamado de Morro da Favela. Desde então\, “favela” passou a representar o tipo de organização urbana ali criada: barracões de madeira improvisados\, sem infraestrutura\, situados nos morros. A exposição que abre o Museu surge em forma de ocupação-manifesto\, evocando as raízes da planta favela. É um símbolo de saudação às tradições\, à ancestralidade\, à maternidade\, aos abrigos materiais e afetivos que envolvem os habitantes e a tudo o que ali foi semeado e colhido. A ocupação é composta por cinco partes\, sendo três internas e duas externas. No hall de entrada há esculturas tecidas em crochê\, criadas pela artista Lidia Lisbôa com a colaboração de 7 mulheres do Coletivo Tem Sentimento e da Cooperativa Sin Fronteras\, grupos de mulheres da vizinhança do Museu. “O Museu das Favelas tem como premissa máxima o trabalho colaborativo com as pessoas que vivenciam o cotidiano das favelas e periferias. A sala expositiva lateral traz uma instalação audiovisual sensorial\, cuja curadoria selecionou imagens de 20 fotógrafos e produtores de conteúdos de diferentes periferias do Brasil. Chamada Visão Periférica\, a obra revela aos visitantes a multiplicidade das experiências nas favelas\, despertando memórias afetivas por meio do cruzamento de linguagens. No final do percurso interno da exposição\, há uma instalação no salão de espelhos do palácio\, com criação sonora do rapper Kayode\, exaltando os diferentes modos de se pensar a beleza. No ambiente externo\, há uma instalação que sintetiza a história do Palácio dos Campos Elíseos\, com pesquisa de História da Disputa e produzido com artes em serigrafia pelo Coletivo XiloCeasa. Nos jardins\, Paulo Nazareth – conhecido por suas andanças ao redor do mundo e seu trabalho que questiona os limites da performance como linguagem artística – traz uma das instalações de seu projeto Corte Seco\, em homenagem à Maria Beatriz Nascimento: uma escultura de alumínio\, de 6 metros de altura\, retratando essa uma mulher negra\, historiadora\, poeta\, intelectual e ativista.
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SUMMARY:Michel Magerus no ICA
DESCRIPTION:“Progressive Aesthetics” é a primeira retrospectiva do ICA sobre o artista luxemburguês Michel Majerus\, morto precocemente em um acidente de avião aos 37 anos (2002)\, retomando suas obras ricas em interpretações do capitalismo e do imperialismo cultural na arte e na cultura norte-americana. Criadas no limiar do século 21\, as obras de Majerus expõem temas de transformação e são caracterizadas por um fascínio pela velocidade\, tecnologia\, cultura jovem e história da arte\, todas unidas por sua obsessão com o poder da arte e das instituições. A exposição reúne obras de toda a breve\, mas dinâmica e prolífica carreira de Majerus\, destacando sua oportuna reflexão e crítica sobre a onipresença das imagens. “Progressive Aesthetics” começa com obras do início dos anos 1990\, em que Majerus aborda a história do modernismo\, antagonizando movimentos de vanguarda do século 20\, seu poder e limitações. Trazendo as influências da História da Arte no trabalho de Majerus\, a exposição também inclui pinturas abstratas que citam mestres modernos como Willem de Kooning e Frank Stella. Em “Progressive Aesthetics” estão seis obras consideradas das imagens mais conhecidas do artista: apropriações de serigrafias das famosas (e às vezes infames) colaborações entre Andy Warhol e Jean-Michel Basquiat entre 1984-85. Considerando-se um colaborador desses artistas\, Majerus refaz as imagens\, achatando-as e acrescentando floreios quase mecânicos\, numa reflexão sobre o gênio e a noção de que a maestria produz originalidade. Enquanto morou em Berlim durante sua vida adulta\, Majerus visitou os Estados Unidos várias vezes\, principalmente na residência de um ano em Los Angeles em 2000-01. Seu fascínio pela cultura pop\, a paisagem americana\, o consumismo e a violência são os principais temas da série “L.A. Paintings”\, que inclui as obras “Deutsch Amerikanische Freundschaft” (2001) e “Splash bombs 2” (2002). 
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SUMMARY:Temporada de exposições no Rubell Museum
DESCRIPTION:Partindo dos jovens artistas com os quais a família Rubell travou contato recentemente ou há algum tempo\, o Rubell Museum seleciona nomes para ocupar seu espaço em Miami durante um ano\, difundindo sua produção\, que muitas vezes é comissionada ou já foi adquirida pela instituição. Os escolhidos da temporada 2022-23 são Alexandre Diop (foto)\, Patricia Ayres\, Doron Langberg\, Jared McGriff\, Jo Messer\, Clayton Schiff e Tesfaye Urgessa. Morando em Viena\, o artista franco-senegalês Alexandre Diop (b. 1995\, Paris) usa objetos descartados para criar trabalhos relativos a questões sociopolíticas\, raciais\, culturais e de gênero. Para sua exposição no Rubell Museum\, ele apresenta uma seleção de obras criadas durante sua residência de 3 meses na instituição. “Nos últimos anos\, o museu segue expandindo sua programação para compartilhar tanto novas aquisições e destaques da coleção\, como trabalhos desenvolvidos por seus artistas em residência\, posição mais recentemente ocupada por Alexandre Diop. As mostras desse ano representam uma continuação de nossa missão de destacar uma mistura diversificada de artistas contemporâneos\, ao mesmo tempo em que incentivam o diálogo público”\, disse Jason Rubell. “Os trabalhos em vista incluem tanto peças significativas de artistas com os quais nossa família se engajou durante décadas\, quanto trabalhos emocionantes de artistas com os quais interagimos recentemente durante as visitas aos estúdios\, e com os quais encomendamos corpos de trabalho”. A prática de Patricia Ayres está relacionada a histórias de isolamento\, separação e confinamento. Analisando os mecanismos de controle físico e psicológico\, Ayres cria esculturas antropomórficas\, totêmicas que são envoltas com tiras de elástico\, látex líquido\, acolchoamento e outros materiais\, e incorporam técnicas que mostram a expertise da artista no design de moda. Representando uma nova geração de pintores figurativos\, Doron Langberg cria trabalhos luminosos\, vibrantes e muitas vezes em grande escala que trazem a sensação de intimidade representando a si mesmo\, sua família\, amigos e amantes. As pinturas de Jared McGriff\, baseado em Miami\, misturam o presente do artista com vislumbres reais ou imaginários de sua história familiar através de representações em forma de sonho. As pinturas de Jo Messer tensionam a tradição do retrato nu clássico para explorar os muitos potenciais do gênero\, incluindo o erótico\, a partir de figuras cromáticas quase abstratas de mulheres que se estendem para além das bordas da tela. Clayton Schiff recolhe impressões do inconsciente que distorcem\, deslocam\, ampliam e comprimem experiências acumuladas durante a vigília. Sua iconografia assombrosa evoca simultaneamente a alienação com criaturas fantásticas e paisagens estranhas que têm uma sutileza e leveza brincalhona e mesmo humorística. No trabalho de Tesfaye Urgessa\, há uma reciprocidade muda entre o observador e o observado que muda a dinâmica do poder e as noções de ação e raça\, baseando suas imagens em suas memórias de infância da Etiópia.
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LOCATION:Rubell Museum\, 1100 NW 23rd St Allapattah\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Gabriella Ciancimino no Museo del Novecento
DESCRIPTION:O Museo del Novecento apresenta Getsemani\, um projeto específico do local criado por Gabriella Ciancimino\, que narra um jardim visionário por meio de sinais e iconografias. A pintura na parede descreve uma paisagem multidimensional sem espaço e tempo. Assim\, Getsemani se torna o lugar onde os homens podem despertar do sono do mundo para se imergir no “Sonho de Unidade” com a natureza\, reconhecendo-se como parte integrante dela e não como antagonistas. A exposição faz parte do “Level 0”\, uma iniciativa do ArtVerona em colaboração com catorze instituições de arte contemporânea italianas\, que tem como objetivo promover artistas emergentes que se destacaram durante a feira e que são escolhidos e apresentados por cada museu. O trabalho de Gabriella Ciancimino\, selecionado em 2020\, reflete sobre as dinâmicas da “liberdade de ser”\, que podem ser adquiridas ao superar estereótipos espirituais\, sociais\, culturais e políticos. Assim\, a artista se inspira ao conectar sua visão à de mentes rebeldes de diferentes épocas: desde Myriam de Magdala até Leda Rafanelli – política italiana\, anarquista e escritora – com quem ela compartilha temas queridos como integração e ecologia social voltada para a mudança cultural. Em seu estúdio\, Ciancimino trabalha com materiais impressos libertários encontrados em diversos arquivos ao redor do mundo\, estilos florais art nouveau do arquiteto Ernesto Basile\, pranchas botânicas de plantas da região do Mediterrâneo e um breve poema que ela escreveu sobre o papel do jardineiro\, que não cultiva uma visão unilateral\, mas aproxima a terra do céu. Metaforicamente\, Getsemani se torna um ponto de encontro entre diferentes culturas: um jardim no qual espécies locais coexistem com aquelas provenientes da paisagem da Palestina do início do cristianismo\, juntamente com flores estilizadas retiradas das capas de alguns livros publicados pela Social Publishing House de Milão\, fundada por Rafanelli\, que ao longo de sua vida tentou combinar seu pensamento anarquista com sua pesquisa espiritual sobre o Islã.
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LOCATION:Museo del Novecento\, Via Marconi\, 1\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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LOCATION:Pinacoteca do Ceará\, R 24 de Maio\, 34 - Centro\, Fortaleza\, Brazil
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SUMMARY:"Invisible Ground of Sympathy" no ICA Boston
DESCRIPTION:Taylor Davis Selects: Invisible Ground of Sympathy é organizada pelo artista Taylor Davis\, baseado em Boston\, sendo a primeira vez que um artista é convidado para curar uma exposição a partir da coleção permanente do ICA. Em suas obras de arte\, Davis explora a relação entre objeto e espectador\, muitas vezes através de manipulações precisas da forma. Abordando questões de orientação\, espaço\, identidade e percepção\, o trabalho de Davis insiste na sensação única de presença e atenção que cada espectador traz ao se deparar com uma obra de arte. Davis concebe a mostra Invisible Ground of Sympathy como um campo aberto no qual uma constelação de obras de arte é reunida para ativar suas diferentes intensidades emocionais e psicológicas. Considerando temas de precariedade\, surpresas\, violência e beleza\, e situando o espectador no centro\, Davis apresenta uma visão pessoal sobre a complexidade inarrável de dar sentido ao presente.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Porcelain from Versailles" no Getty Center
DESCRIPTION:Esta exposição reúne dois dos conjuntos de vasos mais extraordinários que pertenceram ao Rei Louis XVI e à Rainha Marie-Antoinette da França durante o final do século XVIII. Os vasos estão entre as maiores realizações da manufatura de porcelana de Sèvres feitas antes da Revolução Francesa\, tornando-se tesouros pessoais da família real na época. Inicialmente\, eles eram mantidos no Palácio de Versalhes\, nos arredores de Paris\, a residência principal da família real\, e são um testemunho das habilidades exemplares dos artistas que participaram de sua criação. Esta exposição reúne os oito vasos que foram separados durante a Revolução\, oferecendo a rara oportunidade de apreciar a habilidade artesanal e o design dos conjuntos.
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LOCATION:Getty Center\, 1200 Getty Center Dr Brentwood\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Chagall\, Paris - New York" no Atelier des Lumières
DESCRIPTION:A exposição imersiva Chagall\, Paris – New York é dedicada ao pintor prolífico e inclassificável Marc Chagall (1887–1985) no Atelier des Lumières. Esta exposição digital única apresenta todo o seu trabalho\, revelando uma obra enraizada em seu tempo\, no cruzamento das novidades artísticas e culturais de seu século e em constante renovação. Paris e Nova York\, capitais emblemáticas da arte moderna\, representam duas etapas cruciais na longa carreira do artista. Paris foi a cidade escolhida e\, graças às vanguardas dos anos 1910\, forneceu ao jovem pintor russo um acervo de obras experimentais\, que ele enriqueceu com suas próprias referências culturais. Nova York foi principalmente um lugar de exílio durante a década de 1940\, mas deu um novo ímpeto à criatividade do artista. Depois da guerra\, várias exposições e grandes encomendas reforçaram os vínculos entre Paris e Nova York e trouxeram Chagall de volta aos Estados Unidos\, até a década de 1970. Durante esta exposição imersiva\, todos os temas e imagens presentes no repertório do artista são projetados nas paredes do Atelier des Lumières\, como imagens recortadas entrelaçadas. Eles são complementados por pequenos trechos de música clássica\, klezmer e jazz\, que também fizeram parte do universo cultural de Chagall. Seu fantástico bestiário\, seus maravilhosos personagens de circo\, fábulas e ópera\, assim como episódios bíblicos e referências à cultura russa\, evocam poeticamente as ricas experiências de vida do artista\, que naturalmente ressoam com as experiências coletivas de seu povo e geração. Como testemunha dos maiores eventos históricos do século XX – do mais sombrio ao mais edificante – Chagall transformou sua arte ousada e imaginativa em um instrumento de compromisso\, paz e esperança.
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LOCATION:Atelier des Lumières\, 38 Rue Saint-Maur\, Paris\, França
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SUMMARY:"Yayoi Kusama: LOVE IS CALLING" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Um ícone da arte contemporânea\, Yayoi Kusama (nascida em 1929\, Matsumoto\, Japão) entrelaça ideias de arte pop\, minimalismo e psicodelia em suas pinturas\, performances\, apresentações em salas de grande dimensão\, instalações esculturais ao ar livre\, obras literárias\, filmes\, designs e intervenções arquitetônicas. LOVE IS CALLING é a maior e mais imersiva e caleidoscópica das Infinity Mirror Rooms da artista. Representando a culminação de suas conquistas artísticas\, ela exemplifica a amplitude de seu vocabulário visual – desde as icônicas bolinhas e esculturas macias até cores brilhantes\, a palavra falada e\, o mais importante\, reflexões infinitas e a ilusão de espaço. A sala espelhada e escurecida é iluminada por formas infláveis parecidas com tentáculos – cobertas pelas características bolinhas da artista – que se estendem do chão ao teto\, mudando gradualmente de cor. À medida que os visitantes atravessam a instalação\, uma gravação de áudio de Kusama recitando um poema de amor em japonês toca continuamente. Escrito pela artista\, o título do poema se traduz como “Residing in a Castle of Shed Tears”. Explorando temas duradouros como a vida e a morte\, o poema expressa de maneira comovente a esperança de Kusama em espalhar uma mensagem universal de amor por meio de sua arte.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Bosco Sodi nos Harvard Art Museums
DESCRIPTION:Uma nova instalação de esculturas do artista mexicano Bosco Sodi (nascido em 1970) conta com 14 esferas de argila feitas à mão pelo artista nos Museus de Arte de Harvard\, marcando a primeira apresentação de arte no terraço ao ar livre da Broadway do museu. A prática de Sodi explora os elementos da terra\, combinando tradições antigas de esculpir argila com uma visão contemporânea de criar formas universais simples que promovam a reflexão. Recorrendo a técnicas centenárias transmitidas pela cultura Zapoteca\, Sodi trabalha com artesãos de Oaxaca\, usando argila local para esculpir cada esfera\, secando-a ao ar livre por até oito meses e depois cozinhando-a em um forno construído na praia. As formas de terracota resultantes revelam os efeitos das forças da natureza – sol\, ar\, mar e fogo – como demonstrado pelas rachaduras\, lascas e manchas escurecidas e ríspidas que distinguem cada esfera. Pela primeira vez em uma instalação do trabalho do artista nos Estados Unidos\, Sodi também apresentará três esferas esmaltadas em ouro como parte de sua disposição site-specific. Passando de fora para dentro dos museus\, essas esferas douradas se conectam e dialogam com a atmosfera meditativa evocada pela instalação de figuras budistas na Galeria 1610.
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LOCATION:Harvard Art Museums\, 32 Quincy St Mid-Cambridge\, Cambridge\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:Marcela Cantuária no Pérez Art Museum
DESCRIPTION:O trabalho de Marcela Cantuária (1991\, Rio de Janeiro; mora no Rio de Janeiro) retrata frequentemente figuras femininas que navegam fronteiras regionais\, internacionais e sociais. Muitas vezes destacando símbolos do tarô e da astrologia\, assim como temas que refletem o ativismo político e ambiental na América Latina\, ela tece narrativas de esferas sociais\, associações políticas e desejos etéreos. As obras vívidas e coloridas de Cantuária são provas de sua versatilidade e investigações através de vários meios e técnicas\, incluindo pintura\, têxtil e cerâmica. The South American Dream é a primeira exposição individual da artista nos Estados Unidos e apresenta todas as obras recém-comissionadas pelo museu. Nessa instalação de pintura\, Cantuária convida o espectador a considerar a natureza desses sonhos. Explorada dentro das três principais pinturas\, são destaques das obras as narrativas de ativistas críticos e ambientalistas da América do Sul que perseguiram seus sonhos através da resistência e da luta por seus países e terras\, incluindo figuras como Chico Mendes\, Dorothy Stang\, Maria do Espírito Santo da Silva\, Túpac Amaru e Juana Azurduy de Padilla\, entre outras. Enquanto suas pesquisas destacam onde se encontram lutas e injustiças\, suas pinturas apontam para a beleza da luta que muitas vezes persiste nessas histórias; assim\, as pinturas se tornam monumentos para figuras icônicas da América do Sul que\, apesar dos perigos e probabilidades devastadoras\, lutaram por suas visões. Em The South American Dream\, Cantuária eleva e revive essas histórias\, ideais e batalhas\, compartilhando com os espectadores a riqueza dos recursos naturais sul-americanos que tantos lutam para proteger.
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LOCATION:Pérez Art Museum\, 1103 Biscayne Blvd Downtown Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Rita McBride no Hammer Museum
DESCRIPTION:Para sua instalação inaugural na galeria mais recente do museu\, que anteriormente era ocupada por um banco e ainda possui um cofre com porta de aço\, o Hammer Museum apresenta Particulates de Rita McBride\, concebida pela primeira vez em 2016 e realizada aqui em sua terceira iteração. Composta por feixes de laser de alta intensidade\, moléculas de água e partículas de poeira no ar\, a obra provoca uma reconsideração de elementos fundamentais da escultura\, como massa\, escala\, verticalidade e superfície. Estendendo-se pelo antigo espaço comercial no canto da torre de escritórios que abriga o museu\, Particulates é uma estrutura de parábola hiperbólica rotacionada\, que é ao mesmo tempo ótica e efêmera. Reconstruída para a galeria do Hammer\, a instalação inclui vários elementos criados para o espaço ou em resposta a ele. A grande parede preta que recebe os lasers faz referência aos elementos arquitetônicos pretos do cofre bancário da década de 1960. A coloração nas janelas imita a estética corporativa das torres de escritórios e edifícios residenciais ao longo do corredor Wilshire e permite que os lasers sejam visíveis o tempo todo\, tanto de dentro quanto de fora. Barreiras de orientação de fibra de carbono fabricadas\, formam uma guarda escultural que convida os espectadores a pausarem enquanto percorrem a escultura e contemplam sua forma à medida que se materializa em tempo real. McBride vive e trabalha em Dusseldorf\, Alemanha\, e Los Alamos\, Califórnia. Desde 1987\, ela tem criado obras que exploram formas arquitetônicas e esculturais em objetos de pequena escala e grandes comissões públicas. A forma de Particulates é uma estrutura multi-hélice hiperboloide\, efêmera e visível quando a poeira ambiente e as moléculas de água encontram o feixe de laser. McBride começou a explorar essa forma nos anos 1990\, com obras públicas imponentes como Mae West (2011)\, uma escultura de aproximadamente 51 metros de altura na cidade de Munique-Bogenhausen.
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LOCATION:Hammer Museum\, 10899 Wilshire Blvd Westwood\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:Cecily Brown no The Met Museum
DESCRIPTION:Há mais de vinte e cinco anos\, Cecily Brown (nascida em 1969) tem fascinado espectadores com cores suntuosas\, pinceladas ousadas e narrativas complexas relacionadas a alguns dos temas mais grandiosos e antigos da história da arte ocidental. Após se mudar de Londres para Nova York na década de 1990\, ela ressuscitou a pintura para uma nova geração\, juntamente com um punhado de outros artistas\, muitas delas mulheres\, exatamente no momento em que os críticos questionavam sua importância e relevância. A primeira exposição completa institucional sobre o trabalho de Brown em Nova York desde que ela se estabeleceu na cidade\, Cecily Brown: Death and the Maid reúne cerca de cinquenta pinturas\, desenhos\, cadernos de esboços e monotipias de diferentes momentos de sua carreira para explorar os temas entrelaçados de natureza-morta\, memento mori\, reflexão e vanitas – representações simbólicas da vaidade humana ou da brevidade da vida – que impulsionaram sua prática dinâmica e impactante por décadas.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Madeleine Hunt-Ehrlich no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Madeleine Hunt-Ehrlich (nascida em 1987) é uma cineasta e artista cujo trabalho mescla tradições narrativas e documentais para explorar histórias e experiências de mulheres negras nas Américas. A obra narrativa experimental de Hunt-Ehrlich\, intitulada Too Bright to See (Parte I)\, baseia-se em sua extensa pesquisa sobre o legado de Suzanne Roussi-Césaire\, escritora e ativista anticolonialista e feminista da Martinica\, que\, juntamente com seu marido\, Aimé Césaire\, esteve na vanguarda do movimento Négritude durante a primeira metade do século XX. Roussi-Césaire também se tornaria uma importante pensadora surrealista\, influenciando artistas como o pintor Wifredo Lam e o escritor André Breton. No entanto\, apesar de suas contribuições críticas para o pensamento caribenho e o discurso surrealista\, grande parte de seu trabalho foi negligenciado até recentemente. Too Bright to See (Parte I) entrelaça materiais de arquivo com cenas narrativas cinematográficas filmadas com um elenco não convencional e contemporâneo. Inspirando-se nas estéticas caribenhas e nas obras surrealistas\, esta instalação cinematográfica chama a atenção para aspectos inéditos do legado de Roussi-Césaire que estão ausentes do âmbito público\, ao mesmo tempo em que aborda a questão mais ampla do apagamento contínuo das mulheres dos relatos históricos.
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SUMMARY:"Donation Zao Wou-Ki" no Musée d'Art Moderne de Paris
DESCRIPTION:O Musée d’Art Moderne de Paris apresenta\, no percurso de sua coleção permanente\, um conjunto notável de obras de Zao Wou-Ki\, reunindo as duas prestigiosas doações feitas ao museu em 2018 e 2022 por Françoise Marquet-Zao\, esposa do artista\, bem como várias obras históricas\, incluindo Six janvier 1968\, adquirida em 1971 pelo curador-chefe Jacques Lassaigne. Em 2018\, Françoise Marquet-Zao ofereceu ao Musée d’Art Moderne uma de suas obras emblemáticas: Hommage à Matisse I (1986)\, bem como uma tinta e sete vasos de porcelana de 2006. Em 2022\, graças à generosidade renovada de Françoise Marquet-Zao\, a coleção do museu foi enriquecida de forma espetacular com a doação de nove pinturas\, como 24.09.51 de 1951\, 01.10.73 de 1973 ou Le Temple des Han de 2005. Todas essas obras de qualidade excepcional traçam todas as etapas da jornada do artista entre 1946 e 2006. No cruzamento de dois mundos\, a obra de Zao Wou-Ki é “um modelo de busca pela harmonia entre o Oriente e o Ocidente” (Claude Roy). Um equilíbrio perfeito entre a abstração ocidental e a tradição pictórica chinesa\, sua pintura é uma homenagem à luz\, ao movimento e ao silêncio. Zao Wou-Ki\, nascido em 1920 em Pequim\, chegou a Paris em 1948. Ele se adaptou às transformações estéticas de seu tempo e se tornou um dos grandes mestres da abstração lírica. A pintura\, a poesia\, a literatura e a música sempre ocuparam um lugar muito importante em seu processo criativo: ele está em diálogo permanente com seus amigos\, entre eles Henri Michaux\, Edgar Varèse\, Pierre Soulages\, François Cheng\, René Char\, Claude Roy\, Alberto Giacometti\, Bernard Noël\, Pierre Matisse\, André Malraux e o arquiteto I. M. Pei. O acervo Zao Wou-Ki do Musée d’Art Moderne de Paris é hoje um dos mais importantes das coleções públicas francesas\, com 11 pinturas\, 4 tintas\, 4 gravuras e 7 vasos. Essa exibição restitui quase todas as obras e segue a exposição Zao Wou-Ki : l’espace est silence\, apresentada no MAM Paris em 2018-2019\, que atraiu mais de 183.000 visitantes.
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SUMMARY:"Amalia Mesa-Bains: Archaeology of Memory" no El Museo del Barrio
DESCRIPTION:Vista da instalação de Amalia Mesa-Bains\, “The Virgin’s Garden\, 1994/2022” em “Venus Envy Chapter II: The Harem and Other Enclosures”. Cortesia da artista e da Rena Bransten Gallery\, São Francisco. Fotografia de Matthew Sherman/Cortesia do Museo del Barrio.\n\n\n\nO Museo del Barrio apresenta “Amalia Mesa-Bains: Archaeology of Memory”\, a primeira exposição retrospectiva da artista\, curadora e teórica pioneira. Nascida em 1943 em uma família de imigrantes mexicanos\, Mesa-Bains tem sido uma figura de destaque na arte Chicanx por quase meio século. Sua prática explora temas feministas interseccionais\, espiritualidade centrada no meio ambiente e diversidade cultural para combater as exclusões racistas e de gênero da repressão colonial. A exposição apresenta mais de 40 obras\, incluindo as grandes “instalações-altar” da artista\, bem como gravuras\, livros de artista e códices. Ancorada pela série de vários capítulos “Venus Envy”\, “Archaeology of Memory” é uma rara oportunidade de ver três décadas de obras que desafiam gêneros de Mesa-Bains\, muitas das quais estão sendo exibidas juntas pela primeira vez. \n\n\n\nO Museo del Barrio é o único local na Costa Leste a receber a retrospectiva itinerante\, organizada pelo Berkeley Art Museum e Pacific Film Archive em colaboração com o Latinx Research Center (LRC) da UC Berkeley. A apresentação no Museo del Barrio expande a longa associação de Mesa-Bains com a instituição\, onde seu trabalho tem sido exibido desde os anos 1990. Mais recentemente\, sua arte e escrita crítica serviram como inspiração direta para a aclamada exposição de 2022\, DOMESTICANX\, uma apresentação intergeracional do grupo Latinx que expandiu a teoria inovadora de Mesa-Bains sobre a domesticana. \n\n\n\nEm meados da década de 1970\, a pesquisa de Mesa-Bains nas tradições ancestrais mexicanas levou à sua reinvenção inovadora de formas sagradas—altares domésticos e oferendas aos mortos—através de uma lente contemporânea como arte de instalação. Nas décadas seguintes\, a artista expandiu sua prática baseada em altares\, convertendo móveis domésticos como mesas\, armários ou penteadeiras em lugares de devoção e memória. Subsequentemente\, Mesa-Bains começou a considerar espaços na interseção do privado e do público para explorar as vidas de figuras femininas de contextos históricos e religiosos\, incluindo a freira e intelectual mexicana Sor Juana Inés de la Cruz e La Virgem de Guadalupe. Esses espaços\, que incluem uma biblioteca\, harém\, jardim e laboratório\, fornecem o cenário para a investigação arqueológica de Mesa-Bains sobre as histórias das mulheres e seu apagamento colonial. \n\n\n\nOs desenvolvimentos inovadores de Mesa-Bains são exibidos na série multi-partes “Venus Envy”\, criada entre 1993 e 2023 e em exibição em quatro galerias do Museo del Barrio. “Archaeology of Memory” marca a primeira vez que “Venus Envy” está sendo mostrada em sua totalidade\, tendo sido originalmente encenada em quatro capítulos em diferentes cenários institucionais\, incluindo a Bienal de Whitney de 1993; o Williams College Museum of Art; a Bernice Steinbaum Gallery; e a Menil Collection. Inspirado na terminologia freudiana\, o título de Mesa-Bains é sugestivo do empoderamento feminino ao longo da história. Outras instalações abordam a experiência da migração\, solidariedades femininas e conhecimento ancestral para reivindicar as histórias que foram ausentes da memória pública através das instituições patriarcais da nação\, religião e museu. Essas peças em grande escala são complementadas ao longo da exposição por obras em papel que iluminam a estética da artista de camadas textuais e baseadas em imagens e escavação em forma bidimensional. Baseando-se em histórias familiares\, experiências pessoais e legados artísticos\, essas gravuras\, livros feitos à mão e códices informam a prática conceitual de Mesa-Bains e servem como mapas para sua trajetória artística.
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LOCATION:El Museo del Barrio\, 1230 5th Avenue at 104th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"ÀMÌ: Signos Ancestrais" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:ÀMÌ\, palavra que designa “signo” e “símbolo” na língua yorubá. Trazidos da África para o Brasil no século XIX\, o povo de origem nagô\, antes residente abaixo do deserto do Saara\, possuía uma riqueza de ritos\, cultos\, pensamento matemático que acabaram sendo incorporados ao Brasil como partícipes da cultura nacional. Tornou-se corriqueiro\, desde então\, vermos e identificarmos cores e formas sobreviventes da diáspora que se associam aos cultos de matrizes africanas. O preto e o vermelho de Exú\, o amarelo-ouro de Oxum\, o vermelho e o branco de Xangô\, e o branco de Oxalá. Na arte brasileira\, a aceitação de tais signos yorubás custou a acontecer. O século XX teve um grande influxo de pesquisas sobre a realidade nacional\, que resultou em pensamentos e programas de um modernismo ao qual podemos adjetivar de “identitário”. A cultura popular passou a interessar\, as cores tropicais foram protagonizadas; no paisagismo\, passamos a valorizar a vegetação nativa\, comum. E\, com isso\, uma elite intelectual passa a se apropriar de culturas diaspóricas afroindígenas\, às quais os artistas não pertenciam. \n\n\n\nA exposição ÀMÌ: signos ancestrais parte de outro viés. Estimulados pela obra de Emanoel Araújo\, constante da Coleção Arte Sesc\, percebemos um jogo dual que o grande artista nos propunha. Por um lado\, a geometrização abstrata\, formal; por outro\, cores que se relacionam aos cultos afro-brasileiros. Decidimos\, então\, seguir esta rota\, perguntar ao presente sobre o legado deixado por Araújo nas criações mais recentes. Convidamos ao diálogo dois artistas de jovem produção: Guilhermina Augusti e Raphael Cruz. Associar cor e forma aos signos ancestrais é atentar para um complexo pensamento que ora coaduna o poder e a potência das divindades a gestos significativos\, ora simplifica e essencializa imagens da natureza. Assim\, é apresentada uma trama prenhe de significados transpassada por criações diversas de artistas que\, hoje\, assumem um lugar de representação e representatividade.
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SUMMARY:Hudinilson Jr.\, Aglaé Bassens e Claire Tabouret no ICA Miami
DESCRIPTION:Hudinilson Jr. é um dos artistas brasileiros mais significativos de sua geração. A primeira exposição de seu trabalho em um museu nos Estados Unidos\, Hudinilson Jr.: Tension Zone é uma visão introdutória de uma figura que está se tornando cada vez mais uma referência importante para artistas mais jovens\, tanto por sua produção artística quanto por sua atitude contra o “establishment” e sua participação em coletivos experimentais\, oficinas\, intervenções públicas e exposições. Vivendo sua juventude durante o período mais repressivo da ditadura militar no Brasil\, Hudinilson Jr. constantemente se colocou nas margens sociais e artísticas\, tornando sua vida indistinguível de sua prática artística de maneiras que ainda ressoam até hoje. Aglaé Bassens apresenta Emptiful\, exposição individual da artista. Com uma prática profundamente enraizada na observação e análise crítica\, Bassens cria vislumbres saudosos e meditativos da vida cotidiana. Sedutoras e comoventes\, as enigmáticas obras de Bassens frequentemente exploram questões de tensão espacial\, materialidade e intimidade. Em 2022\, o ICA Miami adquiriu uma das principais obras da artista\, Remote (2021)\, para sua coleção permanente. Claire Tabouret: Au Bois d’Amour apresenta novas obras da pintora francesa\, cuja prática examina representações complexas de identidade e sexualidade\, nuances da intimidade humana e a passagem nostálgica do tempo. Em duas galerias do térreo do ICA Miami\, Tabouret exibe sua experimentação com formato e técnica\, apresentando várias de suas pinturas Fluff\, um conjunto de monotipias e um tapete único projetado pela artista.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Miami\, 61 NE 41st Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Bará" de Gustavo Nazareno no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
DESCRIPTION:O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo\, inaugura o Programa de Exposições 2023 com a mostra Bará\, do artista mineiro Gustavo Nazareno\, sua primeira individual em uma grande instituição paulistana. A realização tem destaque no primeiro conjunto de exposições temporárias após o falecimento do fundador e diretor curador da instituição\, Emanoel Araujo\, com quem a exposição foi firmada pessoalmente em 2021. Com curadoria de Deri Andrade\, pesquisador e curador convidado\, o conjunto composto por cerca de 150 trabalhos\, entre pinturas a óleo sobre linho e desenhos em carvão\, reflete a pesquisa à qual o artista tem se dedicado nos últimos anos. Em 2019 Nazareno concebeu a série de desenhos em carvão denominada Bará\, como uma cerimônia em forma de oferenda para uma qualidade de Exu – Elegbara. Partindo das suas inspirações por contos de fada\, fabulação e sua fé em Exu\, o artista propõe\, através dos desenhos\, “uma fábula que percorre o dia em que esta cerimônia aconteceu\, uma segunda-feira\, dentro de um mundo criado para o Orixá”. O artista propõe que “o visitante se torna um convidado neste mundo que crio\, passando pelas fases do dia e características do espaço retratadas em pintura e desenhos em carvão”. Deri Andrade observa que as bases desta mostra são a técnica particular em pintura e desenho de Nazareno\, que parte de um referencial renascentista e o seu interesse pelas epistemologias dos Orixás. “Para além de uma questão religiosa\, Gustavo Nazareno imagina imagens que contam uma história a partir das fábulas que escreve\, tendo como ponto de partida referenciar essas entidades\, com respeito e muita beleza\, construindo uma nova imagética para elas”\, conclui o curador.
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LOCATION:Museu Afro Brasil\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n\, Portão 10 - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Jason Seife: Coming to Fruition" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Jason Seife\, assim como muitos moradores de Miami\, é filho de imigrantes\, sendo de ascendência cubana e síria. Sua prática artística está centrada em sua herança do Oriente Médio\, fazendo referências a tapetes persas e aos detalhes intricados encontrados em mesquitas e na arte islâmica tradicional. Ele digitalmente projeta suas composições inspiradas em tapetes\, espelhando a prática dos tecelões de associar padrões ou cores a locais e comunidades específicas. Em seguida\, Seife pinta à mão esses padrões intrincados em uma laje de concreto ou tela. Em Coming to Fruition\, Seife apresenta seu processo elaborado em andamento – em meio à ação. O efeito criado por esta exposição específica do local é aquele em que a fronteira entre o processo artístico e o produto final é borrada. A dinâmica de processo-como-produto é evidente em dois trípticos que revelam a progressão de suas pinturas – desde os estágios iniciais com pouco tinta no concreto até o produto final pintado detalhadamente. Os símbolos que Seife incorpora nos desenhos das pinturas fazem referência tanto às suas origens sírias quanto cubanas. Os trípticos\, acompanhados por uma pintura adicional finalizada em tela\, são cercados por molduras de madeira labirínticas. A madeira parece se infiltrar nas pinturas e nas paredes\, como se tomasse conta do interior da galeria. As molduras lembram a ornamentação intricadamente esculpida de mesquitas e foram feitas especificamente para esta exposição e espaço da galeria. O efeito geral das molduras de madeira e das pinturas nas paredes de concreto evoca um fenômeno comum tanto em Cuba quanto na Síria: edifícios lindamente pintados que foram reduzidos pela guerra ou negligência a suas estruturas de madeira e concreto. A especificidade do local de Coming to Fruition permite que Seife apresente um santuário secular onde o visitante pode meditar sobre a profanação humana\, construção de comunidades e identidades complicadas.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Something Beautiful" no El Museo del Barrio
DESCRIPTION:Something Beautiful: Reframing La Colección é a apresentação mais ambiciosa do Museu del Barrio em mais de duas décadas\, exibindo sua coleção permanente única\, complexa e culturalmente diversa. Organizada por Rodrigo Moura\, Curador-Chefe; Susanna V. Temkin\, Curadora; e Lee Sessions\, Curador Associado da Coleção Permanente\, a exposição apresentará aproximadamente 500 obras de arte\, incluindo novas aquisições e comissões de artistas\, por meio de exibições rotativas ao longo de um ano. Something Beautiful atravessa categorias tradicionais de cronologia\, geografia e mídia\, reconsiderando a Coleção por meio de novas abordagens interdisciplinares enraizadas na história e legado fundamental do Museu del Barrio. Esse modelo inovador concentra-se na contribuição das culturas ameríndia\, africana e europeia como base da produção visual nas Américas e no Caribe. A primeira rotação da mostra é organizada em oito seções\, além de sete destaques de artistas. Temas e motivos reaparecem entre as seções para criar uma conversa maior ao longo da exposição. As seções incluem: Ocama Aracoel: espíritos e formas taínos e sua influência no movimento de arte Nuyorican; Visões Cósmicas: artistas indígenas e não indígenas evocando línguas\, paisagens e outras referências culturais ameríndias; Primeiras Impressões: foco em aquisições iniciais e no portfólio gráfico na gravura porto-riquenha; El Barrio: diferentes facetas da vida em East Harlem e outros bairros de Nova York\, especialmente em torno do degrau\, da calçada e da bodega; A Rua se Transforma: intervenções de artistas e ativistas no espaço público; Pathos\, Esperança\, Glória: retratos trans-históricos e autorretratos de artistas que refletem a diversidade da experiência latinx; Vestido/Despido: obras de arte que exploram\, exageram e desconstroem o que significa ser homem\, mulher\, nenhum ou ambos; e Abstracionistas: o protagonismo das mulheres na arte abstrata\, tradições matrilineares\, oticalidades e a moldura da realidade por meio da abstração. Os destaques dos artistas apresentarão as obras de Jorge Soto Sánchez; Alejandro Diaz; Papo Colo; Antonio Lopez; e Myrna Baez.
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LOCATION:El Museo del Barrio\, 1230 5th Avenue at 104th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Before Technicolor: Early Color on Film" no MoMA
DESCRIPTION:Os primeiros filmes coloridos foram feitos por volta de 1895\, quando corantes sinteticamente produzidos transformaram a natureza das cores em meios como cartões-postais\, lâminas de lanternas mágicas e tecidos. Para os espectadores e críticos da época\, a cor adicionada aos filmes em preto e branco era um atrativo “efeito especial”. Nas décadas anteriores à comprovação de que a Technicolor era capaz de reproduzir um espectro completo de cores mais próximo das do mundo real\, os coloristas se entregavam às possibilidades imaginativas das técnicas disponíveis para eles. Longe de ser uma conclusão óbvia\, a cor no cinema era um detalhe\, uma oportunidade para a arte e a experimentação. Escrevendo em 1931\, o cineasta e historiador Paul Rotha chegou ao ponto de afirmar que a cor “é desnecessária no cinema dramático teatral” e “definitivamente diminui o apelo”. A cor\, continuou ele\, “sempre deve permanecer uma especulação do ponto de vista comercial… um elefante branco para a mídia cinematográfica”. Recordando essa “história esquecida”\, esta instalação da galeria apresenta nove obras cinematográficas da coleção do MoMA e introduz uma série de sistemas primitivos que foram usados para reproduzir cor no celulóide. Focado em filmes produzidos nos Estados Unidos e na França do meio dos anos 1890 ao meio dos anos 1930\, a exposição apresenta uma série de filmes de dança Butterfly e Serpentine coloridos à mão dos anos 1890; os filmes L’Antre Infernal (1905) e La voix du rossignol (1923) coloridos por estêncil; testes experimentais da Technicolor (1933-1935)\, incluindo um com a atriz Katherine Hepburn como Joana d’Arc; e Sunshine Gatherers (1921)\, um anúncio de frutas enlatadas filmado em cor Prizma. Restaurados digitalmente pelo Departamento de Cinema em 2019\, esses são alguns dos trabalhos mais cativantes adquiridos pela Film Library do Museu por ocasião de sua fundação nos anos 1930.
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LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Nasan Tur na Berlinische Galerie
DESCRIPTION:Nasan Tur explora as condições políticas e sociais que definem os tempos atuais. Suas obras são arranjos experimentais que chamam a atenção para ideologias\, normas sociais e códigos de comportamento\, ampliando nossas opções para ação individual. Para isso\, ele examina declarações\, gestos e imagens encontrados na mídia ou no espaço público e os destila em miniaturas que refletem as crises sociais e o discurso atual. Em particular\, ele questiona como somos influenciados por modelos de comportamento estabelecidos e o que nos impulsiona\, à luz da opressão\, impotência e manipulação\, a romper com essas limitações e mudar o paradigma social. Para sua exposição na Berlinische Galerie\, Tur produziu novas obras que abordam o exercício do poder e as razões para sua legitimação. Por que as pessoas matam? Quanta violência carregamos dentro de nós e em que circunstâncias ela é desencadeada? O impacto visual do arranjo espacial de Tur transmite atitudes ambivalentes em relação à morte e à vida. Os elementos variam desde o confronto com demônios internos até entrevistas com caçadores sobre o ato de matar e uma encenação respeitosa de animais sem vida.
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SUMMARY:O MAM Rio celebra seus 75 anos
DESCRIPTION:A exposição museu-escola-cidade: o MAM Rio em cinco perspectivas propõe um exercício de memória no 75º aniversário do museu: um ato de olhar para o passado\, para o que já foi feito e as coisas que aqui aconteceram\, como convite para pensar o que o MAM Rio pode ser hoje e no futuro.  Focando nas primeiras três décadas de sua história\, a exposição apresenta cinco áreas que ancoram as ações do MAM Rio\, e um evento que marcou seu curso. Educação\, design\, cinema\, o experimental e os movimentos de criação artística que atravessaram a existência do museu são os campos de atuação escolhidos\, os quais cimentam a relevância de uma instituição intimamente ligada às dinâmicas da cidade. Como evento\, o incêndio ocorrido em 1978 no museu representa um momento de mudanças caracterizado pelo engajamento coletivo de profissionais da cultura e da população\, e pela revisão institucional.  Em cada um desses eixos\, obras do acervo do MAM Rio são apresentadas junto com documentos provenientes\, em sua maior parte\, dos arquivos do museu\, escrevendo histórias por meio de objetos\, imagens e impressos. A exposição reúne grandes nomes do acervo do MAM Rio para pontuar os momentos em que o museu foi espaço de experimentação\, produção de pensamento e fazer artístico: Abraham Palatnik\, Alberto Giacometti\, Anita Malfatti\, Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Antonio Dias\, Candido Portinari\, Carlos Vergara\, Carlos Zilio\, Cildo Meireles\, Constantin Brancuși\, Fayga Ostrower\, Hélio Oiticica\, Ivan Serpa\, Lygia Clark\, Lygia Pape\, Max Bill\, Nelson Leirner\, Rubens Gerchman\, Tunga e Willys de Castro\, dentre 93 nomes da arte brasileira e internacional.
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LOCATION:MAM Rio\, 85 Av. Infante Dom Henrique Parque do Flamengo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Nicolas Party e Rosalba Carriera no The Frick Collection
DESCRIPTION:The Frick Collection apresenta uma instalação site-specific do artista suíço Nicolas Party (nascido em 1980) que combina o retrato de Rosalba Carriera intitulado Portrait of a Man in Pilgrim’s Costume [Retrato de um Homem com Traje de Peregrino] com um conjunto de obras de giz pastel criadas pelo próprio Party. A instalação\, nas Italian Galleries do terceiro andar da casa temporária do museu\, o Frick Madison\, justapõe o retrato de Rosalba Carriera\, um espetacular pastel do século XVIII doado ao Frick em 2020 por Alexis Gregory\, com um conjunto de obras de Party\, todas criadas usando pastel. A instalação coloca três retratos – um de Rosalba e dois de Party – no contexto de três murais efêmeros de pastel que representam faixas de tecido inspiradas no trabalho dos artistas do século XVIII Jean-Étienne Liotard e Maurice-Quentin de La Tour.
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LOCATION:The Frick Collection\, 945 Madison Avenue at 75th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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