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SUMMARY:"Masterpieces from the Ancient Metropolis" no Pergamon
DESCRIPTION:A parceria única firmada em 2011/2012 entre a Antikensammlung do Staatliche Museen zu Berlin e o artista Yadegar Asisi ganha sequência no edifício da exposição temporária  “Pergamonmuseum. Das Panorama” com “Masterpieces from the Ancient Metropolis with a 360° Panorama by Yadegar Asisi”. Completamente atualizada pelo artista\, a perspectiva em 360º do que teria sido a Antiga Metrópole de Pergamon vem acompanhada de destaques do acervo do Antikensammlung. O panorama leva os visitantes de volta ao ano 129 d.C.\, mostrando a antiga cidade de Pergamon\, na costa oeste da Ásia Menor. Yadegar Asisi reconstrói a cidade como era na época do Alto Império Romano\, sob o domínio do Imperador Adriano (117-138 d.C.). As imagens do primeiro panorama de Pergamon foram amplamente retrabalhadas. Em cooperação com a equipe do Antikensammlung\, o artista concebeu cerca de 40 novas cenas e as justapôs no quadro. Uma elaborada sessão fotográfica em um estúdio cinematográfico de Berlim concluiu o trabalho em outubro de 2017. A exposição paralela foi planejada pelo Studio Asisi e incorpora aproximadamente 80 das obras mais importantes do Antikensammlung do Pergamon – incluindo a maior peça do friso Telephos do Altar do Pergamon. Durante a preparação para a exposição\, os originais foram submetidos a uma extensa conservação e restauração\, principalmente as grandes estátuas de mulheres do pátio do Altar de Pergamon e para as esculturas do topo. Com exceção da estátua de Athena Parthenos\, da Biblioteca de Pergamon (emprestada ao Metropolitan Museum  de Nova York)\, todas as esculturas famosas daquela cidade estão na mostra\, incluindo a chamada “Cabeça Bonita” (a colossal cabeça de Héracles)\, as esculturas que retratam o rei\, o “Dançarino Arcaico” do palácio\, o grupo Prometheus e a Athena com aegis cruzada. Diferentes instalações aprofundam a experiência do visitante através da interpretação artística\, trazendo desenhos recentemente criados por Yadegar Asisi que ilustram as esculturas de Pergamon\, a arquitetura e o layout urbano.
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LOCATION:Pergamon\, 2 Am Kupfergraben Mitte\, Berlim\, Berlim\, Alemanha
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SUMMARY:"Monet to Morisot: The Real and Imagined in European Art" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Apresentando obras de arte do século XIX e início do século XX de nossa coleção\, criadas por artistas nascidos na Europa ou em suas colônias\, Monet to Morisot: The Real and Imagined in European Art enfoca um período de significativa transformação social\, no qual as técnicas artísticas\, temas e patrocínio passaram por mudanças profundas. O fio condutor “real e imaginado” da exposição oferece uma perspectiva evocativa e flexível para considerar as obras de arte através de cinco temas inter-relacionados\, sem estar preso a uma cronologia rígida\, e incentiva a formulação de questões críticas: O que é real e o que é imaginado nas obras que afirmam e refletem visões de gênero\, classe\, trabalho\, colonialismo e natureza? Quem produz essas perspectivas e para quem? Essas perguntas também nos lembram que o cânone tradicional da história da arte europeia é ao mesmo tempo imaginado e real. É uma construção imaginada e servindo a uma estreita e auto-designada comunidade\, mas teve um impacto muito real sobre o que foi colecionado e exibido em museus. Apresentadas são aproximadamente noventa obras de Claude Monet\, Gustave Courbet\, Berthe Morisot\, Francisco Oller\, Henri Matisse\, Pablo Picasso\, Yves Tanguy\, Vasily Kandinsky\, entre outros.
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LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Lugar-comum" no MAC USP
DESCRIPTION:Com a principal premissa de ser uma exposição colaborativa\, a mostra LUGAR-COMUM\, conta com curadoria de Ana Magalhães\, Helouise Costa e Marta Bogéa\, e acontece no MAC (Museu de Arte Contemporânea)\, no período de 12 de março de 2022 a 17 de dezembro de 2023. \n\n\n\nBaseada na interação entre curadores e artistas unidos no propósito de trazer uma nova leitura sobre o acervo do museu\, a exibição foi pensada como um “work in progress”\, ou seja\, como um trabalho em processo\, que não necessariamente tem um fim\, mas sim um progresso contínuo da construção das obras e da exposição. A proposta é abrir espaço para que a curadoria seja experimentada como um processo compartilhado entre as curadoras\, os artistas selecionados para a mostra e os interlocutores convidados. \n\n\n\nA escolha do título está na contramão da definição corrente que considera o lugar-comum como sinônimo de algo banal que perde a força de seu sentido original pelo excesso de repetição. Coloca em discussão a autoridade curatorial do museu\, a relação entre arte e vida cotidiana e as possibilidades de renovação de um acervo institucional a partir de novas leituras resultantes dos diálogos possíveis entre diferentes modos de ver o mundo.
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LOCATION:MAC\, 1301 Av. Pedro Álvares Cabral Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:Instalação David Hammons no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:O Whitney\, em colaboração com o Hudson River Park \, desenvolveu um projeto de arte pública permanente de David Hammons (n. 1943). Intitulada Day’s End (2014–21)\, esta instalação monumental está localizada no Hudson River Park ao longo da margem sul da Península de Gansevoort\, em frente ao Museu. \n\n\n\nProposto ao Whitney por Hammons\, Day’s End se inspira em uma obra de arte de mesmo nome de Gordon Matta-Clark (1943-1978). Em 1975\, Matta-Clark cortou cinco aberturas no galpão Pier 52 que anteriormente ocupava o local. O Hammons’s Day’s End é uma estrutura aberta que segue precisamente os contornos\, dimensões e localização do galpão original – e\, como a intervenção de Matta-Clark\, oferecerá um lugar extraordinário para experimentar a orla. \n\n\n\nEm conjunto com a realização do projeto\, o Whitney apresentou Around Day’s End: Downtown New York\, 1970–1986 \, uma exposição que apresentou obras da coleção relacionadas ao projeto seminal de Matta-Clark. O Whitney também criou materiais interpretativos\, incluindo a primeira série de podcasts do Museu\, Artists Among Us \, bem como vídeos e passeios a pé pelo bairro. Essa mídia de apoio toma os Day’s End s\, conforme previsto por Hammons e Matta-Clark\, como pontos de partida para explorar a história local – da orla e do Meatpacking District\, o papel dos artistas no bairro\, sua história LGBTQ e a ecologia do estuário. Novas pesquisas\, materiais de arquivo e entrevistas de história oral serão incorporadas.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"At the Dawn of a New Age" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia\, bem como as mudanças culturais\, como o sufrágio feminino\, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade\, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias\, novos planos e novas esperanças”. \n\n\n\nAlguns dos artistas apresentados nesta exposição\, como Georgia O’Keeffe e Marsden Hartley \, são bem conhecidos hoje\, mas muitos modernistas igualmente inovadores foram amplamente esquecidos. Com mais de sessenta obras de quarenta e cinco artistas extraídas principalmente da coleção permanente do Whitney\, At the Dawn of a New Age oferece uma compreensão expandida da complexidade da arte americana produzida entre 1900 e 1930 e recupera a exuberante sensação de liberdade e experimentação subjacente isto. \n\n\n\nEsta exposição é organizada por Barbara Haskell\, curadora.
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SUMMARY:"Favela-Raiz" no Museu das Favelas
DESCRIPTION:A exposição Favela-Raiz é uma ocupação-manifesto que representa o primeiro movimento de transformação do Palácio dos Campos Elíseos no Museu das Favelas\, reverenciando a memória e as heranças das lutas dos que vieram antes e dos que seguem resistindo na construção desta história. O termo “favela”\, cujo nome se popularizou a partir do início do século 20 ao denominar um sistema de habitações populares no país\, é derivado de um tipo de árvore com espinhos\, flores\, frutos e sementes altamente nutritivas muito comum na caatinga e\, especificamente\, no Morro da Favela\, em Canudos\, no sertão da Bahia. Os soldados da Guerra de Canudos\, convocados a combater os membros da comunidade liderada por Antônio Conselheiro\, ali se instalaram\, dada a ampla visão oferecida do vale e\, ao retornarem para o Rio de Janeiro\, sem a assistência prometida pelo Governo\, ocuparam o atual Morro da Providência\, que passou a ser chamado de Morro da Favela. Desde então\, “favela” passou a representar o tipo de organização urbana ali criada: barracões de madeira improvisados\, sem infraestrutura\, situados nos morros. A exposição que abre o Museu surge em forma de ocupação-manifesto\, evocando as raízes da planta favela. É um símbolo de saudação às tradições\, à ancestralidade\, à maternidade\, aos abrigos materiais e afetivos que envolvem os habitantes e a tudo o que ali foi semeado e colhido. A ocupação é composta por cinco partes\, sendo três internas e duas externas. No hall de entrada há esculturas tecidas em crochê\, criadas pela artista Lidia Lisbôa com a colaboração de 7 mulheres do Coletivo Tem Sentimento e da Cooperativa Sin Fronteras\, grupos de mulheres da vizinhança do Museu. “O Museu das Favelas tem como premissa máxima o trabalho colaborativo com as pessoas que vivenciam o cotidiano das favelas e periferias. A sala expositiva lateral traz uma instalação audiovisual sensorial\, cuja curadoria selecionou imagens de 20 fotógrafos e produtores de conteúdos de diferentes periferias do Brasil. Chamada Visão Periférica\, a obra revela aos visitantes a multiplicidade das experiências nas favelas\, despertando memórias afetivas por meio do cruzamento de linguagens. No final do percurso interno da exposição\, há uma instalação no salão de espelhos do palácio\, com criação sonora do rapper Kayode\, exaltando os diferentes modos de se pensar a beleza. No ambiente externo\, há uma instalação que sintetiza a história do Palácio dos Campos Elíseos\, com pesquisa de História da Disputa e produzido com artes em serigrafia pelo Coletivo XiloCeasa. Nos jardins\, Paulo Nazareth – conhecido por suas andanças ao redor do mundo e seu trabalho que questiona os limites da performance como linguagem artística – traz uma das instalações de seu projeto Corte Seco\, em homenagem à Maria Beatriz Nascimento: uma escultura de alumínio\, de 6 metros de altura\, retratando essa uma mulher negra\, historiadora\, poeta\, intelectual e ativista.
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SUMMARY:Michel Magerus no ICA
DESCRIPTION:“Progressive Aesthetics” é a primeira retrospectiva do ICA sobre o artista luxemburguês Michel Majerus\, morto precocemente em um acidente de avião aos 37 anos (2002)\, retomando suas obras ricas em interpretações do capitalismo e do imperialismo cultural na arte e na cultura norte-americana. Criadas no limiar do século 21\, as obras de Majerus expõem temas de transformação e são caracterizadas por um fascínio pela velocidade\, tecnologia\, cultura jovem e história da arte\, todas unidas por sua obsessão com o poder da arte e das instituições. A exposição reúne obras de toda a breve\, mas dinâmica e prolífica carreira de Majerus\, destacando sua oportuna reflexão e crítica sobre a onipresença das imagens. “Progressive Aesthetics” começa com obras do início dos anos 1990\, em que Majerus aborda a história do modernismo\, antagonizando movimentos de vanguarda do século 20\, seu poder e limitações. Trazendo as influências da História da Arte no trabalho de Majerus\, a exposição também inclui pinturas abstratas que citam mestres modernos como Willem de Kooning e Frank Stella. Em “Progressive Aesthetics” estão seis obras consideradas das imagens mais conhecidas do artista: apropriações de serigrafias das famosas (e às vezes infames) colaborações entre Andy Warhol e Jean-Michel Basquiat entre 1984-85. Considerando-se um colaborador desses artistas\, Majerus refaz as imagens\, achatando-as e acrescentando floreios quase mecânicos\, numa reflexão sobre o gênio e a noção de que a maestria produz originalidade. Enquanto morou em Berlim durante sua vida adulta\, Majerus visitou os Estados Unidos várias vezes\, principalmente na residência de um ano em Los Angeles em 2000-01. Seu fascínio pela cultura pop\, a paisagem americana\, o consumismo e a violência são os principais temas da série “L.A. Paintings”\, que inclui as obras “Deutsch Amerikanische Freundschaft” (2001) e “Splash bombs 2” (2002). 
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SUMMARY:Temporada de exposições no Rubell Museum
DESCRIPTION:Partindo dos jovens artistas com os quais a família Rubell travou contato recentemente ou há algum tempo\, o Rubell Museum seleciona nomes para ocupar seu espaço em Miami durante um ano\, difundindo sua produção\, que muitas vezes é comissionada ou já foi adquirida pela instituição. Os escolhidos da temporada 2022-23 são Alexandre Diop (foto)\, Patricia Ayres\, Doron Langberg\, Jared McGriff\, Jo Messer\, Clayton Schiff e Tesfaye Urgessa. Morando em Viena\, o artista franco-senegalês Alexandre Diop (b. 1995\, Paris) usa objetos descartados para criar trabalhos relativos a questões sociopolíticas\, raciais\, culturais e de gênero. Para sua exposição no Rubell Museum\, ele apresenta uma seleção de obras criadas durante sua residência de 3 meses na instituição. “Nos últimos anos\, o museu segue expandindo sua programação para compartilhar tanto novas aquisições e destaques da coleção\, como trabalhos desenvolvidos por seus artistas em residência\, posição mais recentemente ocupada por Alexandre Diop. As mostras desse ano representam uma continuação de nossa missão de destacar uma mistura diversificada de artistas contemporâneos\, ao mesmo tempo em que incentivam o diálogo público”\, disse Jason Rubell. “Os trabalhos em vista incluem tanto peças significativas de artistas com os quais nossa família se engajou durante décadas\, quanto trabalhos emocionantes de artistas com os quais interagimos recentemente durante as visitas aos estúdios\, e com os quais encomendamos corpos de trabalho”. A prática de Patricia Ayres está relacionada a histórias de isolamento\, separação e confinamento. Analisando os mecanismos de controle físico e psicológico\, Ayres cria esculturas antropomórficas\, totêmicas que são envoltas com tiras de elástico\, látex líquido\, acolchoamento e outros materiais\, e incorporam técnicas que mostram a expertise da artista no design de moda. Representando uma nova geração de pintores figurativos\, Doron Langberg cria trabalhos luminosos\, vibrantes e muitas vezes em grande escala que trazem a sensação de intimidade representando a si mesmo\, sua família\, amigos e amantes. As pinturas de Jared McGriff\, baseado em Miami\, misturam o presente do artista com vislumbres reais ou imaginários de sua história familiar através de representações em forma de sonho. As pinturas de Jo Messer tensionam a tradição do retrato nu clássico para explorar os muitos potenciais do gênero\, incluindo o erótico\, a partir de figuras cromáticas quase abstratas de mulheres que se estendem para além das bordas da tela. Clayton Schiff recolhe impressões do inconsciente que distorcem\, deslocam\, ampliam e comprimem experiências acumuladas durante a vigília. Sua iconografia assombrosa evoca simultaneamente a alienação com criaturas fantásticas e paisagens estranhas que têm uma sutileza e leveza brincalhona e mesmo humorística. No trabalho de Tesfaye Urgessa\, há uma reciprocidade muda entre o observador e o observado que muda a dinâmica do poder e as noções de ação e raça\, baseando suas imagens em suas memórias de infância da Etiópia.
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SUMMARY:Gabriella Ciancimino no Museo del Novecento
DESCRIPTION:O Museo del Novecento apresenta Getsemani\, um projeto específico do local criado por Gabriella Ciancimino\, que narra um jardim visionário por meio de sinais e iconografias. A pintura na parede descreve uma paisagem multidimensional sem espaço e tempo. Assim\, Getsemani se torna o lugar onde os homens podem despertar do sono do mundo para se imergir no “Sonho de Unidade” com a natureza\, reconhecendo-se como parte integrante dela e não como antagonistas. A exposição faz parte do “Level 0”\, uma iniciativa do ArtVerona em colaboração com catorze instituições de arte contemporânea italianas\, que tem como objetivo promover artistas emergentes que se destacaram durante a feira e que são escolhidos e apresentados por cada museu. O trabalho de Gabriella Ciancimino\, selecionado em 2020\, reflete sobre as dinâmicas da “liberdade de ser”\, que podem ser adquiridas ao superar estereótipos espirituais\, sociais\, culturais e políticos. Assim\, a artista se inspira ao conectar sua visão à de mentes rebeldes de diferentes épocas: desde Myriam de Magdala até Leda Rafanelli – política italiana\, anarquista e escritora – com quem ela compartilha temas queridos como integração e ecologia social voltada para a mudança cultural. Em seu estúdio\, Ciancimino trabalha com materiais impressos libertários encontrados em diversos arquivos ao redor do mundo\, estilos florais art nouveau do arquiteto Ernesto Basile\, pranchas botânicas de plantas da região do Mediterrâneo e um breve poema que ela escreveu sobre o papel do jardineiro\, que não cultiva uma visão unilateral\, mas aproxima a terra do céu. Metaforicamente\, Getsemani se torna um ponto de encontro entre diferentes culturas: um jardim no qual espécies locais coexistem com aquelas provenientes da paisagem da Palestina do início do cristianismo\, juntamente com flores estilizadas retiradas das capas de alguns livros publicados pela Social Publishing House de Milão\, fundada por Rafanelli\, que ao longo de sua vida tentou combinar seu pensamento anarquista com sua pesquisa espiritual sobre o Islã.
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LOCATION:Museo del Novecento\, Via Marconi\, 1\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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LOCATION:Pinacoteca do Ceará\, R 24 de Maio\, 34 - Centro\, Fortaleza\, Brazil
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SUMMARY:"Invisible Ground of Sympathy" no ICA Boston
DESCRIPTION:Taylor Davis Selects: Invisible Ground of Sympathy é organizada pelo artista Taylor Davis\, baseado em Boston\, sendo a primeira vez que um artista é convidado para curar uma exposição a partir da coleção permanente do ICA. Em suas obras de arte\, Davis explora a relação entre objeto e espectador\, muitas vezes através de manipulações precisas da forma. Abordando questões de orientação\, espaço\, identidade e percepção\, o trabalho de Davis insiste na sensação única de presença e atenção que cada espectador traz ao se deparar com uma obra de arte. Davis concebe a mostra Invisible Ground of Sympathy como um campo aberto no qual uma constelação de obras de arte é reunida para ativar suas diferentes intensidades emocionais e psicológicas. Considerando temas de precariedade\, surpresas\, violência e beleza\, e situando o espectador no centro\, Davis apresenta uma visão pessoal sobre a complexidade inarrável de dar sentido ao presente.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Porcelain from Versailles" no Getty Center
DESCRIPTION:Esta exposição reúne dois dos conjuntos de vasos mais extraordinários que pertenceram ao Rei Louis XVI e à Rainha Marie-Antoinette da França durante o final do século XVIII. Os vasos estão entre as maiores realizações da manufatura de porcelana de Sèvres feitas antes da Revolução Francesa\, tornando-se tesouros pessoais da família real na época. Inicialmente\, eles eram mantidos no Palácio de Versalhes\, nos arredores de Paris\, a residência principal da família real\, e são um testemunho das habilidades exemplares dos artistas que participaram de sua criação. Esta exposição reúne os oito vasos que foram separados durante a Revolução\, oferecendo a rara oportunidade de apreciar a habilidade artesanal e o design dos conjuntos.
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SUMMARY:"Chagall\, Paris - New York" no Atelier des Lumières
DESCRIPTION:A exposição imersiva Chagall\, Paris – New York é dedicada ao pintor prolífico e inclassificável Marc Chagall (1887–1985) no Atelier des Lumières. Esta exposição digital única apresenta todo o seu trabalho\, revelando uma obra enraizada em seu tempo\, no cruzamento das novidades artísticas e culturais de seu século e em constante renovação. Paris e Nova York\, capitais emblemáticas da arte moderna\, representam duas etapas cruciais na longa carreira do artista. Paris foi a cidade escolhida e\, graças às vanguardas dos anos 1910\, forneceu ao jovem pintor russo um acervo de obras experimentais\, que ele enriqueceu com suas próprias referências culturais. Nova York foi principalmente um lugar de exílio durante a década de 1940\, mas deu um novo ímpeto à criatividade do artista. Depois da guerra\, várias exposições e grandes encomendas reforçaram os vínculos entre Paris e Nova York e trouxeram Chagall de volta aos Estados Unidos\, até a década de 1970. Durante esta exposição imersiva\, todos os temas e imagens presentes no repertório do artista são projetados nas paredes do Atelier des Lumières\, como imagens recortadas entrelaçadas. Eles são complementados por pequenos trechos de música clássica\, klezmer e jazz\, que também fizeram parte do universo cultural de Chagall. Seu fantástico bestiário\, seus maravilhosos personagens de circo\, fábulas e ópera\, assim como episódios bíblicos e referências à cultura russa\, evocam poeticamente as ricas experiências de vida do artista\, que naturalmente ressoam com as experiências coletivas de seu povo e geração. Como testemunha dos maiores eventos históricos do século XX – do mais sombrio ao mais edificante – Chagall transformou sua arte ousada e imaginativa em um instrumento de compromisso\, paz e esperança.
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LOCATION:Atelier des Lumières\, 38 Rue Saint-Maur\, Paris\, França
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SUMMARY:"Yayoi Kusama: LOVE IS CALLING" no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Um ícone da arte contemporânea\, Yayoi Kusama (nascida em 1929\, Matsumoto\, Japão) entrelaça ideias de arte pop\, minimalismo e psicodelia em suas pinturas\, performances\, apresentações em salas de grande dimensão\, instalações esculturais ao ar livre\, obras literárias\, filmes\, designs e intervenções arquitetônicas. LOVE IS CALLING é a maior e mais imersiva e caleidoscópica das Infinity Mirror Rooms da artista. Representando a culminação de suas conquistas artísticas\, ela exemplifica a amplitude de seu vocabulário visual – desde as icônicas bolinhas e esculturas macias até cores brilhantes\, a palavra falada e\, o mais importante\, reflexões infinitas e a ilusão de espaço. A sala espelhada e escurecida é iluminada por formas infláveis parecidas com tentáculos – cobertas pelas características bolinhas da artista – que se estendem do chão ao teto\, mudando gradualmente de cor. À medida que os visitantes atravessam a instalação\, uma gravação de áudio de Kusama recitando um poema de amor em japonês toca continuamente. Escrito pela artista\, o título do poema se traduz como “Residing in a Castle of Shed Tears”. Explorando temas duradouros como a vida e a morte\, o poema expressa de maneira comovente a esperança de Kusama em espalhar uma mensagem universal de amor por meio de sua arte.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Bosco Sodi nos Harvard Art Museums
DESCRIPTION:Uma nova instalação de esculturas do artista mexicano Bosco Sodi (nascido em 1970) conta com 14 esferas de argila feitas à mão pelo artista nos Museus de Arte de Harvard\, marcando a primeira apresentação de arte no terraço ao ar livre da Broadway do museu. A prática de Sodi explora os elementos da terra\, combinando tradições antigas de esculpir argila com uma visão contemporânea de criar formas universais simples que promovam a reflexão. Recorrendo a técnicas centenárias transmitidas pela cultura Zapoteca\, Sodi trabalha com artesãos de Oaxaca\, usando argila local para esculpir cada esfera\, secando-a ao ar livre por até oito meses e depois cozinhando-a em um forno construído na praia. As formas de terracota resultantes revelam os efeitos das forças da natureza – sol\, ar\, mar e fogo – como demonstrado pelas rachaduras\, lascas e manchas escurecidas e ríspidas que distinguem cada esfera. Pela primeira vez em uma instalação do trabalho do artista nos Estados Unidos\, Sodi também apresentará três esferas esmaltadas em ouro como parte de sua disposição site-specific. Passando de fora para dentro dos museus\, essas esferas douradas se conectam e dialogam com a atmosfera meditativa evocada pela instalação de figuras budistas na Galeria 1610.
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LOCATION:Harvard Art Museums\, 32 Quincy St Mid-Cambridge\, Cambridge\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:Marcela Cantuária no Pérez Art Museum
DESCRIPTION:O trabalho de Marcela Cantuária (1991\, Rio de Janeiro; mora no Rio de Janeiro) retrata frequentemente figuras femininas que navegam fronteiras regionais\, internacionais e sociais. Muitas vezes destacando símbolos do tarô e da astrologia\, assim como temas que refletem o ativismo político e ambiental na América Latina\, ela tece narrativas de esferas sociais\, associações políticas e desejos etéreos. As obras vívidas e coloridas de Cantuária são provas de sua versatilidade e investigações através de vários meios e técnicas\, incluindo pintura\, têxtil e cerâmica. The South American Dream é a primeira exposição individual da artista nos Estados Unidos e apresenta todas as obras recém-comissionadas pelo museu. Nessa instalação de pintura\, Cantuária convida o espectador a considerar a natureza desses sonhos. Explorada dentro das três principais pinturas\, são destaques das obras as narrativas de ativistas críticos e ambientalistas da América do Sul que perseguiram seus sonhos através da resistência e da luta por seus países e terras\, incluindo figuras como Chico Mendes\, Dorothy Stang\, Maria do Espírito Santo da Silva\, Túpac Amaru e Juana Azurduy de Padilla\, entre outras. Enquanto suas pesquisas destacam onde se encontram lutas e injustiças\, suas pinturas apontam para a beleza da luta que muitas vezes persiste nessas histórias; assim\, as pinturas se tornam monumentos para figuras icônicas da América do Sul que\, apesar dos perigos e probabilidades devastadoras\, lutaram por suas visões. Em The South American Dream\, Cantuária eleva e revive essas histórias\, ideais e batalhas\, compartilhando com os espectadores a riqueza dos recursos naturais sul-americanos que tantos lutam para proteger.
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LOCATION:Pérez Art Museum\, 1103 Biscayne Blvd Downtown Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Rita McBride no Hammer Museum
DESCRIPTION:Para sua instalação inaugural na galeria mais recente do museu\, que anteriormente era ocupada por um banco e ainda possui um cofre com porta de aço\, o Hammer Museum apresenta Particulates de Rita McBride\, concebida pela primeira vez em 2016 e realizada aqui em sua terceira iteração. Composta por feixes de laser de alta intensidade\, moléculas de água e partículas de poeira no ar\, a obra provoca uma reconsideração de elementos fundamentais da escultura\, como massa\, escala\, verticalidade e superfície. Estendendo-se pelo antigo espaço comercial no canto da torre de escritórios que abriga o museu\, Particulates é uma estrutura de parábola hiperbólica rotacionada\, que é ao mesmo tempo ótica e efêmera. Reconstruída para a galeria do Hammer\, a instalação inclui vários elementos criados para o espaço ou em resposta a ele. A grande parede preta que recebe os lasers faz referência aos elementos arquitetônicos pretos do cofre bancário da década de 1960. A coloração nas janelas imita a estética corporativa das torres de escritórios e edifícios residenciais ao longo do corredor Wilshire e permite que os lasers sejam visíveis o tempo todo\, tanto de dentro quanto de fora. Barreiras de orientação de fibra de carbono fabricadas\, formam uma guarda escultural que convida os espectadores a pausarem enquanto percorrem a escultura e contemplam sua forma à medida que se materializa em tempo real. McBride vive e trabalha em Dusseldorf\, Alemanha\, e Los Alamos\, Califórnia. Desde 1987\, ela tem criado obras que exploram formas arquitetônicas e esculturais em objetos de pequena escala e grandes comissões públicas. A forma de Particulates é uma estrutura multi-hélice hiperboloide\, efêmera e visível quando a poeira ambiente e as moléculas de água encontram o feixe de laser. McBride começou a explorar essa forma nos anos 1990\, com obras públicas imponentes como Mae West (2011)\, uma escultura de aproximadamente 51 metros de altura na cidade de Munique-Bogenhausen.
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LOCATION:Hammer Museum\, 10899 Wilshire Blvd Westwood\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:Cecily Brown no The Met Museum
DESCRIPTION:Há mais de vinte e cinco anos\, Cecily Brown (nascida em 1969) tem fascinado espectadores com cores suntuosas\, pinceladas ousadas e narrativas complexas relacionadas a alguns dos temas mais grandiosos e antigos da história da arte ocidental. Após se mudar de Londres para Nova York na década de 1990\, ela ressuscitou a pintura para uma nova geração\, juntamente com um punhado de outros artistas\, muitas delas mulheres\, exatamente no momento em que os críticos questionavam sua importância e relevância. A primeira exposição completa institucional sobre o trabalho de Brown em Nova York desde que ela se estabeleceu na cidade\, Cecily Brown: Death and the Maid reúne cerca de cinquenta pinturas\, desenhos\, cadernos de esboços e monotipias de diferentes momentos de sua carreira para explorar os temas entrelaçados de natureza-morta\, memento mori\, reflexão e vanitas – representações simbólicas da vaidade humana ou da brevidade da vida – que impulsionaram sua prática dinâmica e impactante por décadas.
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SUMMARY:Madeleine Hunt-Ehrlich no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Madeleine Hunt-Ehrlich (nascida em 1987) é uma cineasta e artista cujo trabalho mescla tradições narrativas e documentais para explorar histórias e experiências de mulheres negras nas Américas. A obra narrativa experimental de Hunt-Ehrlich\, intitulada Too Bright to See (Parte I)\, baseia-se em sua extensa pesquisa sobre o legado de Suzanne Roussi-Césaire\, escritora e ativista anticolonialista e feminista da Martinica\, que\, juntamente com seu marido\, Aimé Césaire\, esteve na vanguarda do movimento Négritude durante a primeira metade do século XX. Roussi-Césaire também se tornaria uma importante pensadora surrealista\, influenciando artistas como o pintor Wifredo Lam e o escritor André Breton. No entanto\, apesar de suas contribuições críticas para o pensamento caribenho e o discurso surrealista\, grande parte de seu trabalho foi negligenciado até recentemente. Too Bright to See (Parte I) entrelaça materiais de arquivo com cenas narrativas cinematográficas filmadas com um elenco não convencional e contemporâneo. Inspirando-se nas estéticas caribenhas e nas obras surrealistas\, esta instalação cinematográfica chama a atenção para aspectos inéditos do legado de Roussi-Césaire que estão ausentes do âmbito público\, ao mesmo tempo em que aborda a questão mais ampla do apagamento contínuo das mulheres dos relatos históricos.
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SUMMARY:"Donation Zao Wou-Ki" no Musée d'Art Moderne de Paris
DESCRIPTION:O Musée d’Art Moderne de Paris apresenta\, no percurso de sua coleção permanente\, um conjunto notável de obras de Zao Wou-Ki\, reunindo as duas prestigiosas doações feitas ao museu em 2018 e 2022 por Françoise Marquet-Zao\, esposa do artista\, bem como várias obras históricas\, incluindo Six janvier 1968\, adquirida em 1971 pelo curador-chefe Jacques Lassaigne. Em 2018\, Françoise Marquet-Zao ofereceu ao Musée d’Art Moderne uma de suas obras emblemáticas: Hommage à Matisse I (1986)\, bem como uma tinta e sete vasos de porcelana de 2006. Em 2022\, graças à generosidade renovada de Françoise Marquet-Zao\, a coleção do museu foi enriquecida de forma espetacular com a doação de nove pinturas\, como 24.09.51 de 1951\, 01.10.73 de 1973 ou Le Temple des Han de 2005. Todas essas obras de qualidade excepcional traçam todas as etapas da jornada do artista entre 1946 e 2006. No cruzamento de dois mundos\, a obra de Zao Wou-Ki é “um modelo de busca pela harmonia entre o Oriente e o Ocidente” (Claude Roy). Um equilíbrio perfeito entre a abstração ocidental e a tradição pictórica chinesa\, sua pintura é uma homenagem à luz\, ao movimento e ao silêncio. Zao Wou-Ki\, nascido em 1920 em Pequim\, chegou a Paris em 1948. Ele se adaptou às transformações estéticas de seu tempo e se tornou um dos grandes mestres da abstração lírica. A pintura\, a poesia\, a literatura e a música sempre ocuparam um lugar muito importante em seu processo criativo: ele está em diálogo permanente com seus amigos\, entre eles Henri Michaux\, Edgar Varèse\, Pierre Soulages\, François Cheng\, René Char\, Claude Roy\, Alberto Giacometti\, Bernard Noël\, Pierre Matisse\, André Malraux e o arquiteto I. M. Pei. O acervo Zao Wou-Ki do Musée d’Art Moderne de Paris é hoje um dos mais importantes das coleções públicas francesas\, com 11 pinturas\, 4 tintas\, 4 gravuras e 7 vasos. Essa exibição restitui quase todas as obras e segue a exposição Zao Wou-Ki : l’espace est silence\, apresentada no MAM Paris em 2018-2019\, que atraiu mais de 183.000 visitantes.
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SUMMARY:"Um oceano para lavar as mãos" no Centro Cultural Sesc Quitandinha
DESCRIPTION:O Sesc Rio de Janeiro acaba de abrir as portas do Centro Cultural Sesc Quitandinha\, trazendo a exposição “Um oceano para lavar as mãos”. A mostra\, com curadoria de Marcelo Campos e Filipe Graciano\, reúne obras dos artistas negros Aline Motta\, Arjan Martins\, Ayrson Heráclito\, Azizi Cypriano\, Cipriano\, Juliana dos Santos\, Lidia Lisbôa\, Moisés Patrício\, Nádia Taquary\, Rosana Paulino\, Thiago Costa e Tiago Sant’ana\, ocupando um espaço monumental de 3.350 metros quadrados. Durante seis meses\, a exposição será acompanhada por uma programação diversificada e gratuita\, que inclui música\, cinema\, teatro\, literatura\, atividades infantis\, oficinas e um seminário. O Café Concerto do Centro Cultural Sesc Quitandinha\, um amplo teatro com capacidade para 270 pessoas\, será o local para a programação musical e cinematográfica. Os curadores são todos negros. A curadoria musical ficará a cargo do cantor\, compositor\, violonista e poeta baiano Tiganá Santana\, enquanto a mostra de cinema terá como curador Clementino Junior\, cineasta dedicado à difusão da obra audiovisual racializada. O grupo Pretinhas Leitoras\, formado pelas gêmeas Helena e Eduarda Ferreira\, nascidas em 2008 no Morro da Providência\, no Rio de Janeiro\, estará à frente das atividades infantis\, que serão feitas na Biblioteca do Centro Cultural. Para enriquecer a experiência dos visitantes em relação às obras expostas\, serão oferecidas oito oficinas e laboratórios\, que ocorrerão nos salões da exposição e nas Varandas. Flávio Gomes\, pesquisador do pensamento social e da história do racismo\, da escravidão e da história atlântica\, será o curador das ações da linguagem escrita\, literária e oral paralelas à exposição. Estão também sendo programadas performances com grupos artísticos da região.
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LOCATION:Centro Cultural Sesc Quitandinha\, Avenida Joaquim Rolla\, nº 2\, Quitandinha\, Petrópolis\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Avery Singer no ICA Miami
DESCRIPTION:Uma artista líder de sua geração\, Avery Singer utiliza ferramentas inovadoras para criar pinturas icônicas e complexas que interpretam as realidades sociais e tecnológicas contemporâneas. As pinturas em grande escala da artista retratam mundos que surgem a partir de renderizações digitais e ganham forma por meio de técnicas de aerografia manual e digital\, máscaras líquidas e sólidas\, e processos complexos de camadas. O trabalho de Singer frequentemente dialoga com movimentos modernistas e de vanguarda para ressaltar o potencial radical da pintura. As obras nesta exposição fazem referência à obra Nude Descending a Staircase (No. 2)\, 1912\, de Marcel Duchamp\, através da qual Singer explora questões de forma\, memória e a sensação de queda. Ao lado dessas obras\, Singer estreia um novo conjunto de trabalhos no ICA Miami\, que reflete sobre identidades online e offline. Essas novas pinturas apresentam um trio de figuras que a artista adquiriu de fornecedores comerciais como Sketchfab e Quixel\, criando uma narrativa por meio de softwares de animação e design\, incluindo Daz 3D e Cinema 4D. Singer ambienta um casal – Unity Bachelor e Priya Prasad – em Nova York\, em 2001\, um período e lugar de amadurecimento para a artista. Sua história de amor ficcionalizada é marcada pelo trauma coletivo do 11 de setembro de 2001\, quando Priya desaparece\, enquanto uma terceira figura\, um estudante de arte bêbado\, que ao longo da carreira de Singer tem sido uma espécie de autorretrato\, perambula pelo Lower Manhattan.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Miami\, 61 NE 41st Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Leandro Erlich no Palazzo Reale
DESCRIPTION:O Palazzo Reale Milano recebe pela primeira vez na Europa uma ampla exposição individual de uma das principais figuras proeminentes da cena artística internacional: Leandro Erlich. Artista argentino nascido em Buenos Aires em 1973\, Erlich cria grandes instalações com as quais o público se relaciona e interage\, tornando-se ele próprio a obra de arte. Suas obras são únicas e representam uma absoluta novidade no mundo da arte\, combinando criatividade\, visão\, emoção e diversão. Palácios em que o público escala virtualmente\, casas desenraizadas e suspensas no ar\, elevadores que não levam a lugar algum\, escadas rolantes emaranhadas como fios de um novelo\, esculturas surpreendentes e surreais\, vídeos que subvertem a normalidade. São todos elementos que nos contam algo comum em um contexto extraordinário\, onde tudo é diferente do que parece\, onde se perde o sentido da realidade e a percepção do espaço. As obras de Erlich são o resultado de uma pesquisa artística profunda e conceitual\, que desemboca em paradoxos e que já conquistou milhões de visitantes ao redor do mundo: 600.000 em Tóquio e 300.000 em Buenos Aires\, onde o público correu para ver suas exposições\, caracterizadas por instalações específicas muito complexas e\, portanto\, muito raras de serem realizadas. Seu trabalho explora as bases perceptivas da realidade e nossa capacidade de questionar essas mesmas bases por meio de um quadro visual. A arquitetura do cotidiano é um tema recorrente na arte de Erlich\, que busca criar um diálogo entre o que acreditamos e o que vemos\, bem como tenta diminuir a distância entre o espaço do museu e a experiência cotidiana. A mostra conta com curadoria de Francesco Stocchi e com um catálogo editado pela Toluca Éditions e realizado com o apoio da Galleria Continua.
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LOCATION:Palazzo Reale\, Piazza del Duomo\, 12\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Living and Made" instalação pública de Philip Lique
DESCRIPTION:The Windows Project é uma colaboração entre o The Bass Art Museum e a Bakehouse Art Complex. Living and Made é uma instalação pública de 28 metros de comprimento\, criada pelo artista Philip Lique\, que explora as relações intrínsecas entre materiais e o ato intencional e improvisado de “fazer”. Referenciando e repensando elementos de vitrines de lojas\, cenários teatrais e arranjos tradicionais de natureza-morta\, Living and Made é uma combinação de esculturas\, papéis de parede\, pinturas\, objetos prontos\, produtos da Walgreens e plantas de cactos vivas. A exibição maximalista de Lique considera como seres vivos e objetos fabricados se regeneram para formar extensões de si mesmos\, criando algo completamente novo e inesperado no processo. A instalação serve tanto como um ambiente prático para a propagação e crescimento de cactos\, quanto como um espaço para Lique experimentar a criação de peças únicas\, com componentes individuais provenientes e recuperados de seus trabalhos anteriores. Living and Made trata do impulso artístico de se adaptar e revisar\, conectando a evolução de ideias com o aumento gradual (e potencialmente inevitável) da quantidade (e qualidade) de objetos. Uma série limitada de “relatórios de condição” em NFTs (tokens não fungíveis) consistirá em varreduras 3D de 360 graus de estruturas selecionadas\, servindo como um registro do estado físico original da exposição. Após meses de exposição contínua ao sol e ao calor da Flórida\, que alimentará o crescimento de novos ramos de cactos ao mesmo tempo em que causará o desbotamento incremental e a deterioração da obra de arte\, os NFTs serão um testemunho de como a instalação mudou e evoluiu ao longo do tempo. Living and Made busca proporcionar um ponto de entrada para testemunhar o ciclo de vida de elementos naturais e manufaturados\, incentivando investigação e envolvimento público repetidos.
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LOCATION:Walgreens Storefront\, 23rd Street and Collins Avenue\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Amalia Mesa-Bains: Archaeology of Memory" no El Museo del Barrio
DESCRIPTION:Vista da instalação de Amalia Mesa-Bains\, “The Virgin’s Garden\, 1994/2022” em “Venus Envy Chapter II: The Harem and Other Enclosures”. Cortesia da artista e da Rena Bransten Gallery\, São Francisco. Fotografia de Matthew Sherman/Cortesia do Museo del Barrio.\n\n\n\nO Museo del Barrio apresenta “Amalia Mesa-Bains: Archaeology of Memory”\, a primeira exposição retrospectiva da artista\, curadora e teórica pioneira. Nascida em 1943 em uma família de imigrantes mexicanos\, Mesa-Bains tem sido uma figura de destaque na arte Chicanx por quase meio século. Sua prática explora temas feministas interseccionais\, espiritualidade centrada no meio ambiente e diversidade cultural para combater as exclusões racistas e de gênero da repressão colonial. A exposição apresenta mais de 40 obras\, incluindo as grandes “instalações-altar” da artista\, bem como gravuras\, livros de artista e códices. Ancorada pela série de vários capítulos “Venus Envy”\, “Archaeology of Memory” é uma rara oportunidade de ver três décadas de obras que desafiam gêneros de Mesa-Bains\, muitas das quais estão sendo exibidas juntas pela primeira vez. \n\n\n\nO Museo del Barrio é o único local na Costa Leste a receber a retrospectiva itinerante\, organizada pelo Berkeley Art Museum e Pacific Film Archive em colaboração com o Latinx Research Center (LRC) da UC Berkeley. A apresentação no Museo del Barrio expande a longa associação de Mesa-Bains com a instituição\, onde seu trabalho tem sido exibido desde os anos 1990. Mais recentemente\, sua arte e escrita crítica serviram como inspiração direta para a aclamada exposição de 2022\, DOMESTICANX\, uma apresentação intergeracional do grupo Latinx que expandiu a teoria inovadora de Mesa-Bains sobre a domesticana. \n\n\n\nEm meados da década de 1970\, a pesquisa de Mesa-Bains nas tradições ancestrais mexicanas levou à sua reinvenção inovadora de formas sagradas—altares domésticos e oferendas aos mortos—através de uma lente contemporânea como arte de instalação. Nas décadas seguintes\, a artista expandiu sua prática baseada em altares\, convertendo móveis domésticos como mesas\, armários ou penteadeiras em lugares de devoção e memória. Subsequentemente\, Mesa-Bains começou a considerar espaços na interseção do privado e do público para explorar as vidas de figuras femininas de contextos históricos e religiosos\, incluindo a freira e intelectual mexicana Sor Juana Inés de la Cruz e La Virgem de Guadalupe. Esses espaços\, que incluem uma biblioteca\, harém\, jardim e laboratório\, fornecem o cenário para a investigação arqueológica de Mesa-Bains sobre as histórias das mulheres e seu apagamento colonial. \n\n\n\nOs desenvolvimentos inovadores de Mesa-Bains são exibidos na série multi-partes “Venus Envy”\, criada entre 1993 e 2023 e em exibição em quatro galerias do Museo del Barrio. “Archaeology of Memory” marca a primeira vez que “Venus Envy” está sendo mostrada em sua totalidade\, tendo sido originalmente encenada em quatro capítulos em diferentes cenários institucionais\, incluindo a Bienal de Whitney de 1993; o Williams College Museum of Art; a Bernice Steinbaum Gallery; e a Menil Collection. Inspirado na terminologia freudiana\, o título de Mesa-Bains é sugestivo do empoderamento feminino ao longo da história. Outras instalações abordam a experiência da migração\, solidariedades femininas e conhecimento ancestral para reivindicar as histórias que foram ausentes da memória pública através das instituições patriarcais da nação\, religião e museu. Essas peças em grande escala são complementadas ao longo da exposição por obras em papel que iluminam a estética da artista de camadas textuais e baseadas em imagens e escavação em forma bidimensional. Baseando-se em histórias familiares\, experiências pessoais e legados artísticos\, essas gravuras\, livros feitos à mão e códices informam a prática conceitual de Mesa-Bains e servem como mapas para sua trajetória artística.
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LOCATION:El Museo del Barrio\, 1230 5th Avenue at 104th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"ÀMÌ: Signos Ancestrais" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:ÀMÌ\, palavra que designa “signo” e “símbolo” na língua yorubá. Trazidos da África para o Brasil no século XIX\, o povo de origem nagô\, antes residente abaixo do deserto do Saara\, possuía uma riqueza de ritos\, cultos\, pensamento matemático que acabaram sendo incorporados ao Brasil como partícipes da cultura nacional. Tornou-se corriqueiro\, desde então\, vermos e identificarmos cores e formas sobreviventes da diáspora que se associam aos cultos de matrizes africanas. O preto e o vermelho de Exú\, o amarelo-ouro de Oxum\, o vermelho e o branco de Xangô\, e o branco de Oxalá. Na arte brasileira\, a aceitação de tais signos yorubás custou a acontecer. O século XX teve um grande influxo de pesquisas sobre a realidade nacional\, que resultou em pensamentos e programas de um modernismo ao qual podemos adjetivar de “identitário”. A cultura popular passou a interessar\, as cores tropicais foram protagonizadas; no paisagismo\, passamos a valorizar a vegetação nativa\, comum. E\, com isso\, uma elite intelectual passa a se apropriar de culturas diaspóricas afroindígenas\, às quais os artistas não pertenciam. \n\n\n\nA exposição ÀMÌ: signos ancestrais parte de outro viés. Estimulados pela obra de Emanoel Araújo\, constante da Coleção Arte Sesc\, percebemos um jogo dual que o grande artista nos propunha. Por um lado\, a geometrização abstrata\, formal; por outro\, cores que se relacionam aos cultos afro-brasileiros. Decidimos\, então\, seguir esta rota\, perguntar ao presente sobre o legado deixado por Araújo nas criações mais recentes. Convidamos ao diálogo dois artistas de jovem produção: Guilhermina Augusti e Raphael Cruz. Associar cor e forma aos signos ancestrais é atentar para um complexo pensamento que ora coaduna o poder e a potência das divindades a gestos significativos\, ora simplifica e essencializa imagens da natureza. Assim\, é apresentada uma trama prenhe de significados transpassada por criações diversas de artistas que\, hoje\, assumem um lugar de representação e representatividade.
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LOCATION:Arte Sesc\, Rua Marquês de Abrantes\, 99 - Flamengo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Listen Until You Hear" no Fotografiska Museum
DESCRIPTION:O que significa aceitar e se relacionar com a experiência desconhecida de outra pessoa ou entender o que só conhecemos através da intuição ou sentimento? Como realmente nos ver e ouvir afeta nossos relacionamentos e histórias? Listen Until You Hear é um convite ao público para estar presente\, abordando a fotografia\, o cinema\, a escultura e a performance em exibição\, com curiosidade e conscientização intencional. Cada um dos artistas expositores explora a ideia de ouvir como cura\, com trabalhos profundamente pessoais\, políticos e imaginativos através de uma variedade de mídias. O uso da representação pelos artistas é uma investigação sobre o que não é visto nem ouvido e destaca como o significado e o valor são moldados por nossa capacidade de nos ouvir e ouvir os outros. Esta exposição explora como formas mais profundas de ouvir podem levar a uma maior conscientização e conexão com nós mesmos e com o mundo ao nosso redor. Os artistas desta exposição refletem sobre a complexidade da vida\, visualizando temas que incluem liberdade\, família\, amor\, dor\, sobrevivência e futuro.
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LOCATION:Fotografiska Museum\, 281 Park Ave S Manhattan\, Manhattan\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"The Encounter: Barbara Chase-Riboud/Alberto Giacometti" no MoMA
DESCRIPTION:“Tudo estava coberto de gesso – as paredes\, os pisos\, o teto – e a primeira vez que o vi\, ele mesmo era uma múmia egípcia ambulante\, totalmente branca\, coberta de gesso branco”\, lembrou Barbara Chase-Riboud\, nascida na Filadélfia\, sobre sua visita em 1962 ao estúdio de Montparnasse do escultor suíço Alberto Giacometti. Foi o primeiro encontro entre dois expatriados de diferentes gerações\, que haviam feito de Paris seu lar. A última vez que se encontraram foi em Milão alguns anos depois\, pouco antes da morte de Giacometti. The Encounter: Barbara Chase-Riboud/Alberto Giacometti explora o terreno comum entre dois escultores que buscaram inspiração no passado para reimaginar a arte de seu tempo. Em suas esculturas\, tanto Chase-Riboud quanto Giacometti retornaram repetidamente à forma humana. Giacometti frequentemente começava com argila\, modelando suas obras à mão antes de fundi-las em gesso. Chase-Riboud\, que também se tornou uma aclamada poetisa e romancista\, preferia o antigo método de fundição em cera perdida para suas esculturas em bronze\, combinando-as com fibras trançadas e entrelaçadas\, lã ou seda. Esta exposição inclui cinco esculturas de gesso (que estão viajando para os Estados Unidos pela primeira vez) da icônica série Femmes de Venise (Mulheres de Veneza)\, feitas por Giacometti para a Bienal de Veneza de 1956\, juntamente com obras de toda a carreira de sete décadas de Chase-Riboud. Suas primeiras esculturas em bronze\, como The Couple (1963)\, aparecerão junto com outras obras da década de 1970\, incluindo All That Rises Must Converge (1973)\, incorporando a ideia de Chase-Riboud de que “a escultura não deve ficar parada”.
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SUMMARY:Hudinilson Jr.\, Aglaé Bassens e Claire Tabouret no ICA Miami
DESCRIPTION:Hudinilson Jr. é um dos artistas brasileiros mais significativos de sua geração. A primeira exposição de seu trabalho em um museu nos Estados Unidos\, Hudinilson Jr.: Tension Zone é uma visão introdutória de uma figura que está se tornando cada vez mais uma referência importante para artistas mais jovens\, tanto por sua produção artística quanto por sua atitude contra o “establishment” e sua participação em coletivos experimentais\, oficinas\, intervenções públicas e exposições. Vivendo sua juventude durante o período mais repressivo da ditadura militar no Brasil\, Hudinilson Jr. constantemente se colocou nas margens sociais e artísticas\, tornando sua vida indistinguível de sua prática artística de maneiras que ainda ressoam até hoje. Aglaé Bassens apresenta Emptiful\, exposição individual da artista. Com uma prática profundamente enraizada na observação e análise crítica\, Bassens cria vislumbres saudosos e meditativos da vida cotidiana. Sedutoras e comoventes\, as enigmáticas obras de Bassens frequentemente exploram questões de tensão espacial\, materialidade e intimidade. Em 2022\, o ICA Miami adquiriu uma das principais obras da artista\, Remote (2021)\, para sua coleção permanente. Claire Tabouret: Au Bois d’Amour apresenta novas obras da pintora francesa\, cuja prática examina representações complexas de identidade e sexualidade\, nuances da intimidade humana e a passagem nostálgica do tempo. Em duas galerias do térreo do ICA Miami\, Tabouret exibe sua experimentação com formato e técnica\, apresentando várias de suas pinturas Fluff\, um conjunto de monotipias e um tapete único projetado pela artista.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Miami\, 61 NE 41st Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Bará" de Gustavo Nazareno no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
DESCRIPTION:O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo\, inaugura o Programa de Exposições 2023 com a mostra Bará\, do artista mineiro Gustavo Nazareno\, sua primeira individual em uma grande instituição paulistana. A realização tem destaque no primeiro conjunto de exposições temporárias após o falecimento do fundador e diretor curador da instituição\, Emanoel Araujo\, com quem a exposição foi firmada pessoalmente em 2021. Com curadoria de Deri Andrade\, pesquisador e curador convidado\, o conjunto composto por cerca de 150 trabalhos\, entre pinturas a óleo sobre linho e desenhos em carvão\, reflete a pesquisa à qual o artista tem se dedicado nos últimos anos. Em 2019 Nazareno concebeu a série de desenhos em carvão denominada Bará\, como uma cerimônia em forma de oferenda para uma qualidade de Exu – Elegbara. Partindo das suas inspirações por contos de fada\, fabulação e sua fé em Exu\, o artista propõe\, através dos desenhos\, “uma fábula que percorre o dia em que esta cerimônia aconteceu\, uma segunda-feira\, dentro de um mundo criado para o Orixá”. O artista propõe que “o visitante se torna um convidado neste mundo que crio\, passando pelas fases do dia e características do espaço retratadas em pintura e desenhos em carvão”. Deri Andrade observa que as bases desta mostra são a técnica particular em pintura e desenho de Nazareno\, que parte de um referencial renascentista e o seu interesse pelas epistemologias dos Orixás. “Para além de uma questão religiosa\, Gustavo Nazareno imagina imagens que contam uma história a partir das fábulas que escreve\, tendo como ponto de partida referenciar essas entidades\, com respeito e muita beleza\, construindo uma nova imagética para elas”\, conclui o curador.
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LOCATION:Museu Afro Brasil\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n\, Portão 10 - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
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