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SUMMARY:"Masterpieces from the Ancient Metropolis" no Pergamon
DESCRIPTION:A parceria única firmada em 2011/2012 entre a Antikensammlung do Staatliche Museen zu Berlin e o artista Yadegar Asisi ganha sequência no edifício da exposição temporária  “Pergamonmuseum. Das Panorama” com “Masterpieces from the Ancient Metropolis with a 360° Panorama by Yadegar Asisi”. Completamente atualizada pelo artista\, a perspectiva em 360º do que teria sido a Antiga Metrópole de Pergamon vem acompanhada de destaques do acervo do Antikensammlung. O panorama leva os visitantes de volta ao ano 129 d.C.\, mostrando a antiga cidade de Pergamon\, na costa oeste da Ásia Menor. Yadegar Asisi reconstrói a cidade como era na época do Alto Império Romano\, sob o domínio do Imperador Adriano (117-138 d.C.). As imagens do primeiro panorama de Pergamon foram amplamente retrabalhadas. Em cooperação com a equipe do Antikensammlung\, o artista concebeu cerca de 40 novas cenas e as justapôs no quadro. Uma elaborada sessão fotográfica em um estúdio cinematográfico de Berlim concluiu o trabalho em outubro de 2017. A exposição paralela foi planejada pelo Studio Asisi e incorpora aproximadamente 80 das obras mais importantes do Antikensammlung do Pergamon – incluindo a maior peça do friso Telephos do Altar do Pergamon. Durante a preparação para a exposição\, os originais foram submetidos a uma extensa conservação e restauração\, principalmente as grandes estátuas de mulheres do pátio do Altar de Pergamon e para as esculturas do topo. Com exceção da estátua de Athena Parthenos\, da Biblioteca de Pergamon (emprestada ao Metropolitan Museum  de Nova York)\, todas as esculturas famosas daquela cidade estão na mostra\, incluindo a chamada “Cabeça Bonita” (a colossal cabeça de Héracles)\, as esculturas que retratam o rei\, o “Dançarino Arcaico” do palácio\, o grupo Prometheus e a Athena com aegis cruzada. Diferentes instalações aprofundam a experiência do visitante através da interpretação artística\, trazendo desenhos recentemente criados por Yadegar Asisi que ilustram as esculturas de Pergamon\, a arquitetura e o layout urbano.
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LOCATION:Pergamon\, 2 Am Kupfergraben Mitte\, Berlim\, Berlim\, Alemanha
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SUMMARY:"A São Paulo da Marquesa de Santos" no Solar da Marquesa de Santos
DESCRIPTION:Uma mulher à frente do seu tempo\, essa é a história de Domitila de Castro Canto e Melo – a Marquesa de Santos (1797-1867)\, contada na exposição A São Paulo Da Marquesa de Santos: Cumplicidade de um Cenário\, com curadoria do historiador Paulo Rezzutti\, em exibição no Solar da Marquesa de Santos (Museu da Cidade de São Paulo) no período de 27 de fevereiro de 2021 a 18 de setembro de 2023. \n\n\n\nPor meio de documentos textuais e iconográficos\, a curadoria da exibição nos apresenta a biografia da Marquesa de Santos\, misturada com a vida política e social brasileira da Colônia ao Segundo Reinado\, com a inserção na cidade de São Paulo\, onde traços de sua passagem em seu tempo ainda podem ser encontrados em nosso espaço \n\n\n\nMais do que os símbolos físicos\, como o Solar\, a Rua da Figueira\, o Cemitério da Consolação\, a Faculdade de Direito de São Paulo\, sua presença é lembrada por obras de benemerência\, como a doação de uma casa para servir de enfermaria no combate à epidemia de cólera que assolava a cidade e o Brasil.
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LOCATION:Solar da Marquesa de Santos\, 136 R. Roberto Símonsen Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Monet to Morisot: The Real and Imagined in European Art" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Apresentando obras de arte do século XIX e início do século XX de nossa coleção\, criadas por artistas nascidos na Europa ou em suas colônias\, Monet to Morisot: The Real and Imagined in European Art enfoca um período de significativa transformação social\, no qual as técnicas artísticas\, temas e patrocínio passaram por mudanças profundas. O fio condutor “real e imaginado” da exposição oferece uma perspectiva evocativa e flexível para considerar as obras de arte através de cinco temas inter-relacionados\, sem estar preso a uma cronologia rígida\, e incentiva a formulação de questões críticas: O que é real e o que é imaginado nas obras que afirmam e refletem visões de gênero\, classe\, trabalho\, colonialismo e natureza? Quem produz essas perspectivas e para quem? Essas perguntas também nos lembram que o cânone tradicional da história da arte europeia é ao mesmo tempo imaginado e real. É uma construção imaginada e servindo a uma estreita e auto-designada comunidade\, mas teve um impacto muito real sobre o que foi colecionado e exibido em museus. Apresentadas são aproximadamente noventa obras de Claude Monet\, Gustave Courbet\, Berthe Morisot\, Francisco Oller\, Henri Matisse\, Pablo Picasso\, Yves Tanguy\, Vasily Kandinsky\, entre outros.
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LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Lugar-comum" no MAC USP
DESCRIPTION:Com a principal premissa de ser uma exposição colaborativa\, a mostra LUGAR-COMUM\, conta com curadoria de Ana Magalhães\, Helouise Costa e Marta Bogéa\, e acontece no MAC (Museu de Arte Contemporânea)\, no período de 12 de março de 2022 a 17 de dezembro de 2023. \n\n\n\nBaseada na interação entre curadores e artistas unidos no propósito de trazer uma nova leitura sobre o acervo do museu\, a exibição foi pensada como um “work in progress”\, ou seja\, como um trabalho em processo\, que não necessariamente tem um fim\, mas sim um progresso contínuo da construção das obras e da exposição. A proposta é abrir espaço para que a curadoria seja experimentada como um processo compartilhado entre as curadoras\, os artistas selecionados para a mostra e os interlocutores convidados. \n\n\n\nA escolha do título está na contramão da definição corrente que considera o lugar-comum como sinônimo de algo banal que perde a força de seu sentido original pelo excesso de repetição. Coloca em discussão a autoridade curatorial do museu\, a relação entre arte e vida cotidiana e as possibilidades de renovação de um acervo institucional a partir de novas leituras resultantes dos diálogos possíveis entre diferentes modos de ver o mundo.
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LOCATION:MAC\, 1301 Av. Pedro Álvares Cabral Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:Instalação David Hammons no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:O Whitney\, em colaboração com o Hudson River Park \, desenvolveu um projeto de arte pública permanente de David Hammons (n. 1943). Intitulada Day’s End (2014–21)\, esta instalação monumental está localizada no Hudson River Park ao longo da margem sul da Península de Gansevoort\, em frente ao Museu. \n\n\n\nProposto ao Whitney por Hammons\, Day’s End se inspira em uma obra de arte de mesmo nome de Gordon Matta-Clark (1943-1978). Em 1975\, Matta-Clark cortou cinco aberturas no galpão Pier 52 que anteriormente ocupava o local. O Hammons’s Day’s End é uma estrutura aberta que segue precisamente os contornos\, dimensões e localização do galpão original – e\, como a intervenção de Matta-Clark\, oferecerá um lugar extraordinário para experimentar a orla. \n\n\n\nEm conjunto com a realização do projeto\, o Whitney apresentou Around Day’s End: Downtown New York\, 1970–1986 \, uma exposição que apresentou obras da coleção relacionadas ao projeto seminal de Matta-Clark. O Whitney também criou materiais interpretativos\, incluindo a primeira série de podcasts do Museu\, Artists Among Us \, bem como vídeos e passeios a pé pelo bairro. Essa mídia de apoio toma os Day’s End s\, conforme previsto por Hammons e Matta-Clark\, como pontos de partida para explorar a história local – da orla e do Meatpacking District\, o papel dos artistas no bairro\, sua história LGBTQ e a ecologia do estuário. Novas pesquisas\, materiais de arquivo e entrevistas de história oral serão incorporadas.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Isaac Julien no Tate Britain
DESCRIPTION:Esta é a maior exposição já dedicada ao trabalho do filmmaker e artista Isaac Julien\, um dos mais importantes da atualidade. Esta mostra revela o escopo dos filmes e instalações iniciais de Isaac Julien do começo da década de 1980 até os dias de hoje. Esta exposição também destaca o pensamento crítico do artista e a forma como seu trabalho é capaz de quebrar barreiras\, transitando entre diversas mídias com desenhos\, filmes\, dança\, fotografia\, música\, teatro \, pinturas e esculturas. Nesta ocasião o visitante conhecerá trabalhos que vão de filmes antigos a videoinstalações em escalas enormes e multi-telas. 
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LOCATION:Tate Britain\, Millbank\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"At the Dawn of a New Age" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia\, bem como as mudanças culturais\, como o sufrágio feminino\, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade\, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias\, novos planos e novas esperanças”. \n\n\n\nAlguns dos artistas apresentados nesta exposição\, como Georgia O’Keeffe e Marsden Hartley \, são bem conhecidos hoje\, mas muitos modernistas igualmente inovadores foram amplamente esquecidos. Com mais de sessenta obras de quarenta e cinco artistas extraídas principalmente da coleção permanente do Whitney\, At the Dawn of a New Age oferece uma compreensão expandida da complexidade da arte americana produzida entre 1900 e 1930 e recupera a exuberante sensação de liberdade e experimentação subjacente isto. \n\n\n\nEsta exposição é organizada por Barbara Haskell\, curadora.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Hélio Oiticica no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Hélio Oiticica\, um dos artistas mais consagrados do Brasil\, é uma figura importante na história da arte do final do século XX. Estendendo-se desde meados da década de 1950 até a morte do artista\, a trajetória de sua produção começa com pinturas pequenas\, abstrato-geométricas\, e termina em ambientes imersivos carregados de sensações e projetos participativos politicamente carregados. Oiticica criou várias instalações penetráveis\, nas quais o espectador mergulha em cores dentro de ambientes que evocam e celebram as comunidades das favelas do Rio de Janeiro. Penetrável Macaléia (1978) está entre as últimas variações dessa forma concebida por Oiticica. Dedicada a Jards Macalé\, famoso músico que era um querido amigo do artista\, o projeto dessa obra foi inspirado em uma festa épica na casa de Macalé\, descrita vividamente por Oiticica em suas anotações. Luzes de palco iluminavam os artistas nessa estrutura\, cobrindo seus corpos de vermelho\, azul e amarelo. Ao entrar na instalação Penetrável Macaléia\, as telas de malha vermelha\, azul\, amarela e branca brincam sutilmente com a percepção\, lançando cores cintilantes no mundo exterior e dentro dela. Desmaterializando as laterais do objeto\, o efeito se combina com a cativante história por trás da obra para subverter a seriedade pesada e austeridade da arte minimalista e sua forma icônica\, o cubo. Com a adição de cascalho e plantas vivas\, a obra traz de forma lúdica o “mundo real”\, especificamente o Sul Global\, para o espaço asséptico da arte. Penetrável Macaléia funciona brilhantemente tanto dentro quanto fora\, sempre interagindo com seu entorno e seus participantes\, fundindo arte e vida.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Phraseology" no The Bass
DESCRIPTION:Apresentando obras da Coleção The Bass e obras emprestadas\, a exposição Phraseology explora a linguagem na arte moderna e contemporânea. O termo “phraseology” faz referência à escolha específica de palavras que um comunicador\, neste caso o artista\, usa para destacar certos temas. Com o surgimento do movimento da Arte Conceitual na década de 1960\, muitos artistas começaram a criar obras de arte que valorizavam uma ideia ou conceito em detrimento da obra finalizada. Os artistas queriam redefinir o que a arte poderia ser e os temas que ela abordava\, além da estética visual. Em Phraseology\, os artistas mesclam forma e ideia criando obras que contêm texto\, frases familiares e poesia. Também empregam linguagens possíveis de reconhecer\, frases ou slogans que fornecem modos conflitantes de observação para transmitir uma perspectiva nova ou diferente. Ao colocar o texto no papel central de sua prática artística\, os artistas utilizam jogos de palavras\, ativismo político\, subversão da publicidade ou apropriação de forma para revelar\, amplificar e questionar histórias e questões contemporâneas. As obras em Phraseology enfatizam o poder pessoal de expressão por meio do discurso cívico durante um período de aumento do ativismo. Como base da comunicação\, a linguagem dá voz aos pensamentos internos\, conectando os sentimentos de alguém ao mundo exterior. A linguagem constrói textos\, livros\, discursos\, poesia e documentos para facilitar a troca de ideias entre as pessoas\, enquanto circula informações por meio de redes sociais e culturais. Ao longo da história\, os artistas incluíram palavras\, letras e linguagem como elementos em seu trabalho para fazer uma declaração\, despertar emoção ou integrar experiências pessoais em sua obra.
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LOCATION:The Bass Museum of Art\, 2100 Collins Ave City Center\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Donnation Anni et Josef Albers" no Musée d'Art Modérne de Paris
DESCRIPTION:Após a grande exposição Anni et Josef Albers\, L’art et la vie\, organizada pelo Musée d’Art Moderne de Paris de setembro de 2021 a janeiro de 2022\, a Fundação Josef e Anni Albers\, localizada em Bethany\, Connecticut\, fez uma doação excepcional de cinqüenta e sete obras. A doação inclui vinte e duas obras de Josef Albers (1888-1976)\, incluindo três obras da série Homage to The Square e trinta e cinco obras de Anni Albers (1899-1994)\, entre as quais catorze amostras têxteis inspiradas em motivos criados pela artista. O conjunto está em exibição junto das coleções permanentes do MAM. Esta doação é a mais importante feita pela Fundação após a morte dos dois artistas. Ela representa um grande enriquecimento para o museu que\, até agora\, não tinha nenhuma obra de nenhum dos artistas em suas coleções. Nicholas Fox Weber\, diretor da Fundação Josef e Anni Albers\, disse: “Essa doação é o resultado da estreita colaboração entre as equipes do Musée d’Art Moderne de Paris e da Fundação Albers. Estou certo de que Anni e Josef Albers teriam admirado as ousadas escolhas artísticas do Musée d’Art Moderne”. Representando todas as etapas criativas dos dois artistas – desde seu início na Bauhaus\, passando pelo Black Mountain College\, depois em Connecticut e notavelmente (para Josef) na Universidade de Yale – essas cinqüenta e sete obras são significativas da gama de técnicas e materiais utilizados pelo Albers: pintura\, tecelagem\, desenho\, fotografia e vários processos de impressão. Nascidos na Alemanha\, Anni e Josef Albers se conheceram em 1922 na Escola Bauhaus e casaram três anos mais tarde. Em 1933 eles emigraram para os Estados Unidos\, onde foram convidados a ensinar no Black Mountain College\, uma escola experimental nas montanhas da Carolina do Norte. Nesse novo ambiente\, Josef aprofundou sua pesquisa sobre cores enquanto Anni continuava a explorar diferentes técnicas de tecelagem. A ligação íntima e cúmplice entre eles permitiu-lhes apoiar e fortalecer um ao outro ao longo de suas vidas em um diálogo permanente e respeitoso. Com particular atenção a forma\, material e cor\, eles produziram um conjunto de trabalhos que é considerado hoje como um dos fundamentos da arte moderna e teve uma influência considerável na História da Arte do século 20. Seu trabalho\, como artistas\, mas também como professores\, consiste em levantar constantemente novas questões através da observação sensível do mundo visual e tátil.
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LOCATION:Musée d’Art Moderne de Paris\, 11 Av. du Président Wilson Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:Atos de revolta no MAM
DESCRIPTION:O MAM Rio inaugura a exposição Atos de revolta: outros imaginários sobre independência\, desenvolvida em colaboração com o Museu da Inconfidência. Com curadoria de Beatriz Lemos\, Keyna Eleison\, Pablo Lafuente e Thiago de Paula Souza\, a mostra parte do bicentenário da independência do Brasil para propor uma releitura desse processo histórico desde a arte\, reunindo obras e objetos do período colonial\, em diálogo com a produção de artistas contemporâneos\, de gerações e geografias diversas. \n\n\n\nA exposição foca em uma série de levantes populares e motins que antecederam esse momento ou que ocorreram nas décadas subsequentes – durante o Primeiro e o Segundo Reinado\, e o período regencial. Foram convidados a pensar essa história desde os múltiplos levantes: Arissana Pataxó\, Ana Lira\, Elian Almeida\, Gê Viana\, Gustavo Caboco Wapichana (com Roseane Cadete Wapichana)\, Marcela Cantuária (com a colaboração das Brigadas Populares)\, Tiago Sant’Ana e Giseli Vasconcelos (com Pedro Victor Brandão). Além dos comissionamentos\, a exposição inclui a remontagem de uma obra de Luana Vitra e trabalhos recentes de Arjan Martins\, Glicéria Tupinambá\, Paulo Nazareth e Thiago Martins de Melo.
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SUMMARY:Maria Bartuszová no Tate Modern
DESCRIPTION:Reunindo muitas obras pouco vistas antes no Reino Unido\, essa exposição retrospectiva apresenta as esculturas abstratas da artista eslovaca nascida em Praga Maria Bartuszová (1936-1996)\, que dedicou sua arte a explorar as relações entre as pessoas\, a natureza\, a matéria e a forma. Nascida em Praga\, ela passou a maior parte de sua carreira na cidade eslovaca da Europa Central de Košice\, perto das fronteiras da Hungria e da Ucrânia. A artista definiu o mundo da escultura em seus próprios termos\, utilizando métodos inovadores de fundição de gesso. De gotas de chuva e ovos ao corpo humano\, Bartuszová se inspirou nas formas e ciclos orgânicos do mundo natural. Ela trabalhou de forma criativa e incansável\, usando o processo fugaz e líquido de fundição para criar obras de arte simultaneamente sólidas e delicadas. A exposição abrange 30 anos de prática de Bartuszová\, desde o início dos anos 1960\, quando começou sua experimentação com a fundição\, até o final dos anos 1980. As esculturas em gesso branco abstrato da artista retêm a presença de seu corpo. Seu toque deixou vestígios\, seja a pressão da mão estampada pela gravidade ou debaixo d’água\, ou moldada pela respiração\, usando sua técnica radical de fundição de gesso com balões inflados. Bartuszová se baseou em sua experiência pessoal e em suas ideias sobre espiritualidade\, interconexão entre as pessoas e a natureza\, e os ciclos das estações. Ela criou um novo vocabulário artístico e escultórico com foco na contínua transformação das formas. Bartuszová trabalhou durante três décadas em Košice\, a segunda maior cidade da Eslováquia. Ela criou cerca de 500 esculturas\, desde pequenas formas orgânicas até comissionamentos para espaços públicos\, bem como land art\, apesar das restrições à sua vida artística durante este período. A exposição começa nos anos 1960\, quando Bartuszová experimentou usando seu próprio método distinto de fundir gesso à mão. Inspirada em brincar com sua jovem filha\, ela criou formas abstratas vertendo gesso em balões de borracha – seu material de assinatura era o gesso branco\, dando às esculturas uma qualidade frágil. As esculturas foram moldadas por meio de pressão\, puxões ou submersão em água\, criando formas únicas e distintas. Algumas sugerem gotas de chuva\, sementes ou ovos\, outras\, o corpo humano. Mais tarde\, ela permitiu que os balões rebentassem\, criando trabalhos delicados semelhantes a casulos ou ninhos. Nos anos 1980\, Bartuszová frequentemente fotografou suas obras ao ar livre para enfatizar seus laços estreitos com a natureza. A exposição também inclui uma seleção dessas imagens marcantes.
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SUMMARY:Oscar yi Hou no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Em uma época de crescente violência contra as comunidades asiáticas nos Estados Unidos\, Oscar yi Hou questiona o que significa ser “asiático-americano” e quem é considerado “norte-americano”. Oscar yi Hou: East of Sun\, West of Moon\, título de um poema do artista\, compreende onze de suas recentes pinturas figurativas. Em algumas obras\, yi Hou coloca seus amigos e ele mesmo como figuras da história do leste asiático e da cultura visual ocidental\, desde imigrantes chineses do século XIX até Son Goku\, da popular franquia de mídia Dragon Ball. Em outros\, o artista retrata suas amigas\, muitas das quais\, como ele\, se identificam como parte de uma comunidade criativa asiática\, em papéis tradicionalmente brancos e masculinos\, acabando com os estereótipos de longa data. Da mesma forma\, yi Hou olha tanto para a cultura popular quanto para referências passadas\, incluindo as coleções de arte asiática recentemente reinstaladas do Brooklyn Museum\, em sua abordagem para essas composições que remete à colagem. O artista envolve seus temas com o que ele chama de iconografia de “cowboy chinês”\, um caleidoscópio de imagens como bandeiras americanas\, símbolos yin-yang\, chapéus de cowboy e caligrafia chinesa. Através dessa justaposição (e de sua crítica sobre as calúnias contra o povo do Leste Asiático) yi Hou revela a complexidade da questão de identidade nacional\, como evidenciado por sua própria origem sino-britânica. Agora morando no Brooklyn\, ele afirma: “Embora eu seja apenas um norte-americano\, sou resolutamente um asiático-americano”. Oscar yi Hou: East of Sun\, West of Moon é organizado por Eugenie Tsai\, Curador Sênior de Arte Contemporânea do Brooklyn Museum\, com Indira A. Abiskaroon\, Assistente Curatorial de Arte Moderna e Contemporânea.
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SUMMARY:"You know who you are" no El Espacio 23
DESCRIPTION:A coletiva “You know who you are” apresenta as aquisições recentes de Arte Cubana da Jorge M. Pérez Collection. Após uma significativa doação de arte contemporânea cubana do colecionador ao Pérez Art Museum Miami em 2016\, essa exposição destaca obras adquiridas desde 2017 como parte de uma investigação em andamento que enfoca a arte cubana e da diáspora cubana. Em vez de um levantamento histórico da arte cubana\, a exposição temática reúne mais de cem artistas de diferentes gerações que compartilham experiências coletivas\, mas que ainda assim adotam uma abordagem muito pessoal em sua prática. A mostra é uma declaração de confiança e resistência. No contexto da arte e da cultura cubanas\, conhecer a si mesmo\, ter voz e defender suas crenças é um ato de rebeldia. A história fragmentada da arte cubana tem sido submetida a leituras políticas\, à dicotomia entre o interior e o exterior da ilha e a sua diáspora. Tem sido marcada pela omissão intencional\, pelo esquecimento histórico de artistas talentosos cujo exílio forçado ou voluntário os extraiu do continuum histórico da nação. Também é definida por gerações de cubanos que nem sequer nasceram na ilha. Em meio a uma jornada percorrida por tantos dramas coletivos\, essa exposição se concentra na jornada pessoal de cada artista para encontrar seu lugar. Artistas ao longo da exibição revisitam o passado e o presente de Cuba\, questionando a História\, desconstruindo hierarquias\, refletindo sobre noções de representação\, raça\, gênero\, diversidade e direitos humanos\, enquanto outros recuperam uma conexão com a ilha\, referenciando sua fisicalidade ou seu lugar na memória coletiva. A curadoria de “You know who you are” é de Anelys Alvarez e Patricia Hanna\, ambas do El Espacio 23. Entre os artistas\, figuram nomes que abrangem diversos períodos da arte cubana\, como o coletivo Los Carpinteros\, Tania Bruguera\, Gustavo Acosta\, Carlos Garaicoa\, Wifredo Lam e Iván Capote\, entre muitos outros.
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SUMMARY:"Pressing Politics" no LACMA
DESCRIPTION:A exposição coletiva Pressing Politics: Revolutionary Graphics from Mexico and Germany explora os temas e as estratégias visuais compartilhados por dois momentos paradigmáticos da gravura política do século 20: o renascimento do grafismo do Expressionismo Alemão em resposta ao fim da 1ª Guerra Mundial\, em 1918\, e a formação do Taller de Gráfica Popular na Cidade do México no final da década de 1930. Embora enraizados em contextos sociais e históricos distintos\, os movimentos de ambos os países responderam às suas respectivas convulsões na sociedade\, na política e na imprensa para se comunicar em termos visuais vigorosos com o público de massa. Examinando pontos de intercâmbio diretos e indiretos\, a mostra Pressing Politics considera os precedentes iconográficos do imaginário político dos artistas envolvidos em cada um desses movimentos a partir de uma ampla gama de trabalhos impressos que eles produziram e das condições que deram origem a sua arte. Com obras vindas principalmente da coleção do LACMA\, a exposição ressalta o poder duradouro da imagem impressa e destaca as contribuições de artistas mexicanos e alemães para uma iconografia global do grafismo político. 
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SUMMARY:"Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos" no Sesc 24 de Maio
DESCRIPTION:Pioneiro\, visionário e atuante em um projeto de nação. Assim era Darcy Ribeiro\, um importante personagem da história do país que deixou contribuições em diversas áreas de conhecimento. Para comemorar seu centenário\, o Sesc 24 de Maio sedia a exposição Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos. Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz\, colaboradora de Darcy Ribeiro por mais de 10 anos\, a mostra propõe um diálogo entre uma coleção de objetos e documentos originais da coleção do homenageado\, obras de arte contemporânea\, fotos e aparatos multimídia\, com vídeos diversos e uma grande instalação audiovisual. A exposição integra a ação em rede Diversos 22: Projetos\, Memórias\, Conexões\, desenvolvida pelo Sesc São Paulo no contexto do centenário da Semana de Arte Moderna e do bicentenário da independência do país. No vão central do Sesc 24 de Maio\, área com pé direito mais alto\, os visitantes adentram uma experiência audiovisual imersiva\, projetada em 360 graus\, que apresenta o kuarup realizado em homenagem a Darcy Ribeiro em 2012\, na reserva indígena do Xingu. Já no perímetro do espaço expositivo\, a potência da sua reflexão e de sua obra será apresentada a partir de quatro facetas que traduzem o seu legado: o antropólogo\, o educador\, o político e o ensaísta e pensador do Brasil. Esses núcleos serão compostos de vídeos\, plumárias indígenas coletadas por Darcy\, fotografias\, objetos\, documentos\, obras literárias\, cartas originais inéditas e linha do tempo. Em um momento de grande fragilidade social\, o pensamento de Darcy Ribeiro se mostra valioso. Por isso\, a curadora Isa Grinspum destaca que a contemporaneidade do estudioso é um aspecto importante para a mostra: “Mais do que uma homenagem aos cem anos do Darcy\, mais do que algo memorialístico\, eu quis trazer a potência e a atualidade de muitas das coisas que ele falou\, sobretudo se pensarmos no que estamos vivendo hoje no Brasil. Para mim\, ele não está morto. Não é a celebração de um pensador do século XX. Darcy Ribeiro é extremamente atual\, e essa é uma exposição sobre o Brasil”. Além da curadoria principal\, Utopia brasileira contou com a contribuição do curador assistente Marcelo Macca\, do cineasta Eryk Rocha e dos consultores José Miguel Wisnik e Mércio Gomes. O projeto expográfico é de Marcelo Ferraz. A identidade visual\, trabalhada a partir do conceito de constelação\, explora imagens de intelectuais e artistas que influenciaram a trajetória de Darcy Ribeiro e é assinada por Gustavo Piqueira. Reconhecido como homem de pensamento e ação\, Darcy se destacou na defesa pelos povos indígenas do Xingu; na militância a favor da educação pública e de qualidade\, criando universidades inovadoras\, como a UNB; foi escritor de romances e ensaios de antropologia e sociologia\, entre os quais se destaca O povo brasileiro (1995)\, e de romances\, como Maíra (1976)\, além de atuar em várias frentes políticas.
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SUMMARY:"A Fine Line" no Lowe Art Museum
DESCRIPTION:As obras apresentadas nesta exposição demonstram como os processos de marcação e demarcação linear – sejam eles esculturais\, gestuais\, líricos\, conceituais ou geométricos – formam um fio temático que percorre a coleção de Arte Moderna e Contemporânea da Fundação Berkowitz Contemporary. Elas também instigam os espectadores a considerar as formas pelas quais os artistas\, trabalhando em vários movimentos estilísticos importantes ao longo dos últimos sessenta anos\, têm usado a linha para expressar uma vasta gama de significados por meio de uma ampla variedade de formas\, padrões e texturas. Esta exposição foi curada pela Curadora de Coleções e Exposições do Lowe\, Caitlin Swindell\, e organizada pelo Museu de Arte Lowe.
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LOCATION:Lowe Art Museum\, 1301 Stanford Dr Riviera\, Coral Gables\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Anselm Kiefer na Gagosian at Marciano Art Foundation
DESCRIPTION:Simultaneamente em cartaz em NY e Los Angeles\, a individual “Exodus” apresenta novos trabalhos do consagrado pintor alemão Anselm Kiefer. As pinturas em grande escala empregam uma ampla gama de materiais\, incluindo tinta\, terracota\, tecido\, corda\, arame\, objetos encontrados\, sedimentos de eletrólise e metal – incluindo cobre e folha de ouro. Misturando detritos e materiais nobres\, os trabalhos se revestem do gesto do artista\, de sensação metamórfica e de simbolismo alquímico. A abordagem sincrética de Kiefer quanto aos materiais estende-se à sua compreensão da história\, literatura e mitologia como forças que formam o presente. No novo conjunto de trabalhos\, estão incorporadas inscrições em hebraico do livro do Êxodo\, com referências temáticas de sua narrativa misturada com diversas outras fontes. Cheias de cruzamentos simbólicos entre povos\, lugares e épocas\, as pinturas são alegorias metafísicas que meditam sobre perda e libertação\, despossessão e regresso ao lar. Em Nova York\, figuram pinturas de edifícios monumentais e de ruínas. Seu simbolismo arquitetônico é permeado por temas encontrados no Êxodo e desenvolvidos por escritores que há muito inspiram Kiefer\, entre eles Paul Celan e E.T.A. Hoffmann. “Danaë” (2016-21) é a peça central da expografia\, fundindo uma representação do vasto interior do Aeroporto de Tempelhof em Berlim com o antigo mito grego de Zeus transfigurado em uma chuva de ouro\, levando ao uso proeminente de folha de ouro na pintura. O local foi construído em uma área pertencente aos Templários na Idade Média\, inaugurado como um complexo aeroportuário em 1923\, e\, cooptado pelo Terceiro Reich\, desempenhou um papel crucial na ponte aérea de Berlim durante a Guerra Fria.Não à toa\, a instalação desativada foi recentemente utilizada para fornecer abrigo temporário para refugiados\, conectando-a com os temas do Êxodo. Nas obras expostas na Gagosian da Marciano Art Foundation\, em Los Angeles\, Kiefer aprofunda temas de perda\, história e redenção. “Exodus” (2012-21) é demarcado em sua metade inferior com uma massa de tinta e palha afixada na tela\, e\, acima desse turbilhão em círculos concêntricos\, há uma composição dinâmica centrada em aglomerados de formas que envolvem uma bicicleta. A ligação entre o terrestre e o celeste se realiza na escada entre as duas esferas em “En Sof” (2020-22)\, e a “Wolkensäule” (Coluna de Nuvens) (2009-21). Uma escultura suspensa de um navio da marinha moderna sucumbe à destruição pelos soldados do faraó na narrativa da separação do Mar Vermelho encontrada no Êxodo e recontada no título de “And with the blast of thy nostrils the waters were gathered together\, the floods stood upright as a heap” (2020). Um catálogo ilustrado acompanha a exposição. A apresentação na Fundação de Arte Marciano inclui também uma seleção de publicações da Gagosian sobre o artista e uma sala de leitura com monografias sobre Kiefer em uma seleção de livros raros.
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LOCATION:Marciano Art Foundation\, 4357 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Favela-Raiz" no Museu das Favelas
DESCRIPTION:A exposição Favela-Raiz é uma ocupação-manifesto que representa o primeiro movimento de transformação do Palácio dos Campos Elíseos no Museu das Favelas\, reverenciando a memória e as heranças das lutas dos que vieram antes e dos que seguem resistindo na construção desta história. O termo “favela”\, cujo nome se popularizou a partir do início do século 20 ao denominar um sistema de habitações populares no país\, é derivado de um tipo de árvore com espinhos\, flores\, frutos e sementes altamente nutritivas muito comum na caatinga e\, especificamente\, no Morro da Favela\, em Canudos\, no sertão da Bahia. Os soldados da Guerra de Canudos\, convocados a combater os membros da comunidade liderada por Antônio Conselheiro\, ali se instalaram\, dada a ampla visão oferecida do vale e\, ao retornarem para o Rio de Janeiro\, sem a assistência prometida pelo Governo\, ocuparam o atual Morro da Providência\, que passou a ser chamado de Morro da Favela. Desde então\, “favela” passou a representar o tipo de organização urbana ali criada: barracões de madeira improvisados\, sem infraestrutura\, situados nos morros. A exposição que abre o Museu surge em forma de ocupação-manifesto\, evocando as raízes da planta favela. É um símbolo de saudação às tradições\, à ancestralidade\, à maternidade\, aos abrigos materiais e afetivos que envolvem os habitantes e a tudo o que ali foi semeado e colhido. A ocupação é composta por cinco partes\, sendo três internas e duas externas. No hall de entrada há esculturas tecidas em crochê\, criadas pela artista Lidia Lisbôa com a colaboração de 7 mulheres do Coletivo Tem Sentimento e da Cooperativa Sin Fronteras\, grupos de mulheres da vizinhança do Museu. “O Museu das Favelas tem como premissa máxima o trabalho colaborativo com as pessoas que vivenciam o cotidiano das favelas e periferias. A sala expositiva lateral traz uma instalação audiovisual sensorial\, cuja curadoria selecionou imagens de 20 fotógrafos e produtores de conteúdos de diferentes periferias do Brasil. Chamada Visão Periférica\, a obra revela aos visitantes a multiplicidade das experiências nas favelas\, despertando memórias afetivas por meio do cruzamento de linguagens. No final do percurso interno da exposição\, há uma instalação no salão de espelhos do palácio\, com criação sonora do rapper Kayode\, exaltando os diferentes modos de se pensar a beleza. No ambiente externo\, há uma instalação que sintetiza a história do Palácio dos Campos Elíseos\, com pesquisa de História da Disputa e produzido com artes em serigrafia pelo Coletivo XiloCeasa. Nos jardins\, Paulo Nazareth – conhecido por suas andanças ao redor do mundo e seu trabalho que questiona os limites da performance como linguagem artística – traz uma das instalações de seu projeto Corte Seco\, em homenagem à Maria Beatriz Nascimento: uma escultura de alumínio\, de 6 metros de altura\, retratando essa uma mulher negra\, historiadora\, poeta\, intelectual e ativista.
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SUMMARY:Michel Magerus no ICA
DESCRIPTION:“Progressive Aesthetics” é a primeira retrospectiva do ICA sobre o artista luxemburguês Michel Majerus\, morto precocemente em um acidente de avião aos 37 anos (2002)\, retomando suas obras ricas em interpretações do capitalismo e do imperialismo cultural na arte e na cultura norte-americana. Criadas no limiar do século 21\, as obras de Majerus expõem temas de transformação e são caracterizadas por um fascínio pela velocidade\, tecnologia\, cultura jovem e história da arte\, todas unidas por sua obsessão com o poder da arte e das instituições. A exposição reúne obras de toda a breve\, mas dinâmica e prolífica carreira de Majerus\, destacando sua oportuna reflexão e crítica sobre a onipresença das imagens. “Progressive Aesthetics” começa com obras do início dos anos 1990\, em que Majerus aborda a história do modernismo\, antagonizando movimentos de vanguarda do século 20\, seu poder e limitações. Trazendo as influências da História da Arte no trabalho de Majerus\, a exposição também inclui pinturas abstratas que citam mestres modernos como Willem de Kooning e Frank Stella. Em “Progressive Aesthetics” estão seis obras consideradas das imagens mais conhecidas do artista: apropriações de serigrafias das famosas (e às vezes infames) colaborações entre Andy Warhol e Jean-Michel Basquiat entre 1984-85. Considerando-se um colaborador desses artistas\, Majerus refaz as imagens\, achatando-as e acrescentando floreios quase mecânicos\, numa reflexão sobre o gênio e a noção de que a maestria produz originalidade. Enquanto morou em Berlim durante sua vida adulta\, Majerus visitou os Estados Unidos várias vezes\, principalmente na residência de um ano em Los Angeles em 2000-01. Seu fascínio pela cultura pop\, a paisagem americana\, o consumismo e a violência são os principais temas da série “L.A. Paintings”\, que inclui as obras “Deutsch Amerikanische Freundschaft” (2001) e “Splash bombs 2” (2002). 
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SUMMARY:Temporada de exposições no Rubell Museum
DESCRIPTION:Partindo dos jovens artistas com os quais a família Rubell travou contato recentemente ou há algum tempo\, o Rubell Museum seleciona nomes para ocupar seu espaço em Miami durante um ano\, difundindo sua produção\, que muitas vezes é comissionada ou já foi adquirida pela instituição. Os escolhidos da temporada 2022-23 são Alexandre Diop (foto)\, Patricia Ayres\, Doron Langberg\, Jared McGriff\, Jo Messer\, Clayton Schiff e Tesfaye Urgessa. Morando em Viena\, o artista franco-senegalês Alexandre Diop (b. 1995\, Paris) usa objetos descartados para criar trabalhos relativos a questões sociopolíticas\, raciais\, culturais e de gênero. Para sua exposição no Rubell Museum\, ele apresenta uma seleção de obras criadas durante sua residência de 3 meses na instituição. “Nos últimos anos\, o museu segue expandindo sua programação para compartilhar tanto novas aquisições e destaques da coleção\, como trabalhos desenvolvidos por seus artistas em residência\, posição mais recentemente ocupada por Alexandre Diop. As mostras desse ano representam uma continuação de nossa missão de destacar uma mistura diversificada de artistas contemporâneos\, ao mesmo tempo em que incentivam o diálogo público”\, disse Jason Rubell. “Os trabalhos em vista incluem tanto peças significativas de artistas com os quais nossa família se engajou durante décadas\, quanto trabalhos emocionantes de artistas com os quais interagimos recentemente durante as visitas aos estúdios\, e com os quais encomendamos corpos de trabalho”. A prática de Patricia Ayres está relacionada a histórias de isolamento\, separação e confinamento. Analisando os mecanismos de controle físico e psicológico\, Ayres cria esculturas antropomórficas\, totêmicas que são envoltas com tiras de elástico\, látex líquido\, acolchoamento e outros materiais\, e incorporam técnicas que mostram a expertise da artista no design de moda. Representando uma nova geração de pintores figurativos\, Doron Langberg cria trabalhos luminosos\, vibrantes e muitas vezes em grande escala que trazem a sensação de intimidade representando a si mesmo\, sua família\, amigos e amantes. As pinturas de Jared McGriff\, baseado em Miami\, misturam o presente do artista com vislumbres reais ou imaginários de sua história familiar através de representações em forma de sonho. As pinturas de Jo Messer tensionam a tradição do retrato nu clássico para explorar os muitos potenciais do gênero\, incluindo o erótico\, a partir de figuras cromáticas quase abstratas de mulheres que se estendem para além das bordas da tela. Clayton Schiff recolhe impressões do inconsciente que distorcem\, deslocam\, ampliam e comprimem experiências acumuladas durante a vigília. Sua iconografia assombrosa evoca simultaneamente a alienação com criaturas fantásticas e paisagens estranhas que têm uma sutileza e leveza brincalhona e mesmo humorística. No trabalho de Tesfaye Urgessa\, há uma reciprocidade muda entre o observador e o observado que muda a dinâmica do poder e as noções de ação e raça\, baseando suas imagens em suas memórias de infância da Etiópia.
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SUMMARY:Roberto Lugo no The Wolfsonian
DESCRIPTION:Para o artista e ativista Roberto Lugo\, o passado está sempre presente. Ele explora a história da cerâmica para criar obras de arte com urgência contemporânea\, transformando formas luxuosas de porcelana – frequentemente utilizadas para marcar grandes eventos ou memorializar monarquias e líderes políticos – em agentes de mudança e perturbação. No Wolfsonian\, Lugo busca na importante coleção de cerâmicas europeias e americanas dos séculos XIX e XX do museu\, produzir novas obras inspiradas nesses objetos\, porém retratando as histórias\, experiências e heróis das comunidades negras e pardas\, tão frequentemente ignoradas pelos registros históricos. Na parte externa do museu\, Lugo traz seu estilo e abordagem característicos para as histórias ainda pouco exploradas de Miami\, projetando um mural que comemora as raízes caribenhas da cidade ao mesmo tempo em que entrelaça sua própria história familiar. Conectando a instalação na galeria à rua e a coleção do Wolfsonian às vidas dos habitantes de Miami atualmente\, Lugo convida os visitantes a refletirem sobre a intersecção de raça\, política e memória no mundo construído ao seu redor.
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LOCATION:The Wolfsonian\, 1001 Washington Avenue\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Leandro Erlich no Pérez Art Museum
DESCRIPTION:A exposição “Leandro Erlich: Liminal” é a primeira panorâmica do artista na América do Norte. Selecionada e organizada pelo curador convidado Dan Cameron\, de Nova York\, a exposição apresentará dezesseis obras que abrangem mais de duas décadas da produção de Erlich. Ocupando todas as galerias especiais de exposição da PAMM\, a exposição foi projetada para sugerir uma linha narrativa contínua\, conduzindo os espectadores por uma série de instalações que fazem o espectador duvidar de sua própria percepção sensorial dos espaços ao seu redor. Desde o final dos anos 1990\, Erlich (1973\, Buenos Aires\, vive em Buenos Aires) criou um conjunto de esculturas e instalações “site specific” em que uma aparência arquitetônica cotidiana é na verdade uma armadilha perceptiva\, levando o espectador incauto a um paradoxo visual que desafia sistematicamente leis e atributos do mundo material. No universo paralelo de Erlich\, escadas levam a lugar nenhum\, elevadores não param em nenhum destino\, espectadores passivos tornam-se participantes ativos\, nuvens assumem características físicas e a solidez dos espaços construídos é na verdade uma ilusão ótica fugaz. “Liminal” foi concebida como uma sequência de espaços acessados no decorrer de um dia comum: elevador\, metrô\, sala de aula\, salão de cabeleireiro\, calçada\, piscina\, lavanderia\, e até uma janela da qual pode-se ver as janelas dos vizinhos. Cada espaço é construído como uma simulação precisa do lugar a que se refere\, de modo que é uma surpresa para o espectador que um lugar tão comum esconda qualidades tão extraordinárias. O título da exposição refere-se a uma zona de transição localizada no limiar de outro espaço\, sugerindo esse cruzamento de fronteira\, entrando em um novo destino ou estado de existência\, sensação reforçada na obra de Erlich. Pairar no “Liminar” (limiar\, em português) de uma experiência é como estar preso entre uma realidade anterior que foi deixada para trás e uma nova realidade acenando a curta distância\, mas sempre um pouco além de nosso alcance. A seleção de obras de “Leandro Erlich: Liminal” é do curador independente Dan Cameron. A mostra esteve em cartaz entre 2019 e 2020 no Malba (Buenos Aires).
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LOCATION:Pérez Art Museum\, 1103 Biscayne Blvd Downtown Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:Uýra no MAM Rio
DESCRIPTION:O Supernova\, programa de individuais do MAM Rio\, recebe até 2 de abril de 2023 a exposição Aqui estamos\, de Uýra\, com curadoria de Beatriz Lemos. Diferentes vozes\, cada uma com seu ritmo e timbre; diferentes rostos\, traços\, nomes e histórias; fazem todos referência a uma mesma realidade: a dos povos originários deste território que conhecemos como Brasil. A individual reúne múltiplas experiências de pessoas indígenas em diáspora\, contadas por meio de sons\, imagens e narrativas que se enraízam pelo espaço expositivo do MAM Rio. Em contraponto aos apagamentos históricos perpetuados no presente\, as pessoas que aparecem na mostra apresentam histórias raramente contadas e reafirmam sua posição no mundo. Seu modo de existir é\, ao mesmo tempo\, individual e coletivo\, e catalisa tanto o ato de reconhecer quanto o de pertencer. Resultado de um processo de pesquisa e de encontros realizados pela artista em várias regiões do Brasil\, as obras iniciam um trabalho de mapeamento e interconexão entre indígenas\, principalmente em contextos urbanos\, seguindo linhas de parentesco construídas a partir da terra e de contatos possibilitados pelas águas. Uýra é Emerson\, 30 anos\, indígena da Amazônia Central. É biólogo\, mestre em Ecologia\, e atua como artista visual\, arte educadora e pesquisadora. Mora em Manaus\, território industrial no meio da Floresta\, onde se transforma para viver Uýra\, uma Árvore que Anda. Destaque da 34º Bienal de São Paulo e da Bienal Manifesta!\, além de vencedora do Prêmio Pipa 2022\, Uýra utiliza o corpo como suporte para narrar histórias de diferentes Naturezas via fotoperformance\, performance e instalações. A partir da paisagem Cidade-Floresta\, se interessa pelos sistemas vivos e suas violações\, com ênfase na memória e diáspora indígena. Seus trabalhos compõem acervos como o da Pinacoteca de São Paulo e do Museu Castello Di Rivoli (Itália).
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LOCATION:MAM Rio\, 85 Av. Infante Dom Henrique Parque do Flamengo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Afro-Atlantic Histories" no LACMA
DESCRIPTION:As Histórias Afro-Atlânticas traçam o comércio transatlântico de escravos e seus legados na diáspora africana. Através de uma série de diálogos ao longo do tempo\, a exposição apresenta obras de arte produzidas na África\, Europa e Américas nos últimos quatro séculos para reexaminar\, uma perspectiva global\, as Histórias e histórias de escravidão\, resiliência e a luta pela libertação. A exposição é organizada em seis conjuntos temáticos de obras: Mapas e Margens\, Escravos e Emancipações\, Vidas Cotidianas\, Ritos e Ritmos\, Retratos e Resistências e Ativismo. Cada seção considera o impacto crítico da diáspora africana refletido em obras de arte históricas e contemporâneas. Histórias Afro-Atlânticas foi concebida e exibida primeiramente no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) e no Instituto Tomie Ohtake\, em 2018. Entre as instituições nos EUA pelas quais a mostra passou estão o Museum of Fine Arts de Houston\, a National Gallery of Art e o  Dallas Museum of Art. Essa é a única exibição na Costa Oeste. A mostra apresenta uma seleção de trabalhos produzidos entre os séculos 16 a 21\, em torno dos “fluxos e refluxos” entre a África\, as Américas\, o Caribe\, e também a Europa\, para usar a famosa expressão do etnólogo\, fotógrafo e babalaô franco-baiano Pierre Verger. O Brasil é um território central nas histórias afro-atlânticas\, pois recebeu aproximadamente 46% dos cerca de 11 milhões de africanos e africanas que desembarcaram compulsoriamente neste lado do Atlântico\, ao longo de mais de 300 anos. Também foi o último país a abolir a escravidão mercantil com a Lei Áurea de 1888\, que perversamente não previu um projeto de integração social\, perpetuando até hoje desigualdades econômicas\, políticas e raciais. Por outro lado\, o protagonismo brasileiro nessas histórias fez com que aqui se desenvolvesse uma rica e profunda presença das culturas africanas.
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LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:Gabriella Ciancimino no Museo del Novecento
DESCRIPTION:O Museo del Novecento apresenta Getsemani\, um projeto específico do local criado por Gabriella Ciancimino\, que narra um jardim visionário por meio de sinais e iconografias. A pintura na parede descreve uma paisagem multidimensional sem espaço e tempo. Assim\, Getsemani se torna o lugar onde os homens podem despertar do sono do mundo para se imergir no “Sonho de Unidade” com a natureza\, reconhecendo-se como parte integrante dela e não como antagonistas. A exposição faz parte do “Level 0”\, uma iniciativa do ArtVerona em colaboração com catorze instituições de arte contemporânea italianas\, que tem como objetivo promover artistas emergentes que se destacaram durante a feira e que são escolhidos e apresentados por cada museu. O trabalho de Gabriella Ciancimino\, selecionado em 2020\, reflete sobre as dinâmicas da “liberdade de ser”\, que podem ser adquiridas ao superar estereótipos espirituais\, sociais\, culturais e políticos. Assim\, a artista se inspira ao conectar sua visão à de mentes rebeldes de diferentes épocas: desde Myriam de Magdala até Leda Rafanelli – política italiana\, anarquista e escritora – com quem ela compartilha temas queridos como integração e ecologia social voltada para a mudança cultural. Em seu estúdio\, Ciancimino trabalha com materiais impressos libertários encontrados em diversos arquivos ao redor do mundo\, estilos florais art nouveau do arquiteto Ernesto Basile\, pranchas botânicas de plantas da região do Mediterrâneo e um breve poema que ela escreveu sobre o papel do jardineiro\, que não cultiva uma visão unilateral\, mas aproxima a terra do céu. Metaforicamente\, Getsemani se torna um ponto de encontro entre diferentes culturas: um jardim no qual espécies locais coexistem com aquelas provenientes da paisagem da Palestina do início do cristianismo\, juntamente com flores estilizadas retiradas das capas de alguns livros publicados pela Social Publishing House de Milão\, fundada por Rafanelli\, que ao longo de sua vida tentou combinar seu pensamento anarquista com sua pesquisa espiritual sobre o Islã.
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LOCATION:Museo del Novecento\, Via Marconi\, 1\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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LOCATION:Pinacoteca do Ceará\, R 24 de Maio\, 34 - Centro\, Fortaleza\, Brazil
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SUMMARY:Matisse no l'Orangerie
DESCRIPTION:As exposições sobre Matisse são abundantes. Das que abordaram os diferentes períodos de sua carreira\, muito poucas se concentraram especificamente na década de 1930. Matisse – Cahiers d’Art\, le tournant des années 1930 concentra-se exclusivamente nessa década. Em 1930\, Matisse deixou a França para uma viagem ao Taiti\, marcando assim voluntariamente uma pausa em sua criação e iniciando um ponto de inflexão em seu trabalho. A presente exposição faz uma retrospectiva nessa década decisiva para a produção do artista. É pelo foco da Cahiers d’Art\, uma das mais importantes revistas de vanguarda do século 20\, criada por Christian Zervos em 1926\, que a exposição aborda a obra de Matisse na década de 1930. Como porta-voz do modernismo internacional e das tendências estéticas de seu tempo\, a revista observou de perto a produção do artista durante todo o período entre as duas guerras. A exposição\, que reúne um grupo de obras desse período\, propõe identificar as principais questões em jogo na produção de então do pintor. Após se afastar da cena artística durante a década de 1920\, o trabalho do pintor voltou ao centro dos debates sobre ideias e reflexões da época através de publicações regulares na Cahiers d’Art\, lançando luz sobre sua pintura anterior a 1916 – especificamente sua obra mais radical – e fazendo um relato de sua produção atual. Artigos e reproduções das obras de Matisse ajudaram a reacender a competição com Picasso. Em sucessivas edições da revista\, Matisse aparece ao lado dos grandes nomes de seu tempo: Georges Braque\, Juan Miró\, Fernand Léger\, Wassily Kandinsky\, Mondrian\, Le Corbusier e Marcel Duchamp. Várias obras excepcionais\, muito raramente expostas na França\, foram reunidas para a mostra\, notadamente The Great Reclining Nude of Baltimore\, The Song of Houston e da La Blouse Romaine de 1938\, que são mantidas em vários museus estadunidenses. A densidade e a complexidade dessa década são sugeridas por esculturas\, objetos da coleção de Matisse\, desenhos\, gravuras e pinturas\, assim como impressões fotográficas recentes\, arquivos\, fragmentos de filmes e edições da Cahiers d’Art.
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LOCATION:l’Orangerie\, 31 Av. George V Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:Richard Avedon no The Met Museum
DESCRIPTION:Em 1969\, Richard Avedon estava em uma encruzilhada. Após um hiato de cinco anos\, o fotógrafo voltou a fazer retratos\, desta vez com uma nova câmera e um novo senso de escala. Trocando seu Rolleiflex portátil por um dispositivo maior montado em um tripé\, ele reinventou a dinâmica de seu estúdio. Ao invés de dançar em torno de seus assuntos por trás de um visor\, como fazia em suas fotos enérgicas de moda\, ele agora podia ficar ao lado de uma câmera estacionária e encará-los de frente. Enfrentando grupos de artistas\, ativistas e políticos proeminentes da época\, ele criou enormes retratos fotomurais\, condizentes com sua influência cultural descomunal. No centenário do nascimento do fotógrafo\, Richard Avedon: MURALS reunirá três dessas obras monumentais\, algumas com até 35 pés de largura. Para Avedon\, os murais expandiram as possibilidades artísticas da fotografia\, reorientando radicalmente espectadores e temas em uma visão ampla e abrangente. Os murais são retratos da sociedade. Neles\, Avedon reúne gigantes do final do século XX (membros da Factory de Andy Warhol\, arquitetos da guerra do Vietnã e manifestantes contra essa guerra) que juntos moldaram uma era extraordinariamente turbulenta da vida americana. Apresentados em uma galeria\, seus enormes retratos encenarão uma conversa improvável entre campos historicamente opostos\, bem como espectadores contemporâneos. As inovações formais do alto estilo de Avedon – corpos fortemente iluminados em um fundo branco impiedoso – são melhor realizadas nessas obras\, onde os personagens se juntam e aglomeram o quadro\, e vazios brilhantes entre eles estalam em contraste. Unindo os murais com projetos contemporâneos\, a exposição acompanha a abordagem evolutiva de Avedon para o retrato de grupo\, por meio do qual ele transformou as convenções deste gênero fotográfico.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Mary Enoch Elizabeth Baxter no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:No quinquagésimo aniversário do caso Roe v. Wade – e no ano seguinte à sua revogação – esta exposição examina a longa história de injustiça reprodutiva nos Estados Unidos por meio de dois projetos de Mary Enoch Elizabeth Baxter. A artista e ativista prioriza a narrativa e a cura em seu trabalho\, explorando os processos institucionais\, legais e culturais que têm brutalmente privado as mulheres e meninas negras de sua autonomia corporal. Em seu filme Ain’t I a Woman\, Baxter conecta sua experiência de dar à luz algemada ao combate expandido pelos direitos reprodutivos – um combate que destaca as vulnerabilidades e violências contra as mulheres negras\, que historicamente têm sido negadas o direito de decidir se\, quando e como ter filhos de forma segura. O documentário musical é acompanhado por Consecration to Mary\, um trabalho fotográfico multipartidário que relaciona as histórias de abuso enfrentado por crianças negras ao “viés de adultificação”\, uma realidade social em que jovens negros são sistematicamente tratados como adultos. Na obra\, Baxter confronta e combate fotografias nuas sexualmente exploratórias de uma jovem negra tiradas pelo famoso artista americano branco Thomas Eakins em 1882. Baxter se insere em duas das fotografias de Eakins para proteger a vítima e apresenta outras imagens em estojos fechados de daguerreótipo\, ocultando-as da vista pública. Uma terceira fotografia aberta de Baxter quando criança conecta a própria artista a essas histórias de abuso social. Juntos\, esses trabalhos expõem como a exploração de meninas negras leva ao desempoderamento político e à precariedade social\, resultando no encarceramento em massa de mulheres negras. Ao colocar em destaque membros profundamente vulneráveis da sociedade americana\, a exposição amplia o discurso sobre o acesso ao aborto para uma conversa mais complexa sobre justiça reprodutiva\, abrangendo direitos humanos\, empatia e libertação.
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LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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