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SUMMARY:"Masterpieces from the Ancient Metropolis" no Pergamon
DESCRIPTION:A parceria única firmada em 2011/2012 entre a Antikensammlung do Staatliche Museen zu Berlin e o artista Yadegar Asisi ganha sequência no edifício da exposição temporária  “Pergamonmuseum. Das Panorama” com “Masterpieces from the Ancient Metropolis with a 360° Panorama by Yadegar Asisi”. Completamente atualizada pelo artista\, a perspectiva em 360º do que teria sido a Antiga Metrópole de Pergamon vem acompanhada de destaques do acervo do Antikensammlung. O panorama leva os visitantes de volta ao ano 129 d.C.\, mostrando a antiga cidade de Pergamon\, na costa oeste da Ásia Menor. Yadegar Asisi reconstrói a cidade como era na época do Alto Império Romano\, sob o domínio do Imperador Adriano (117-138 d.C.). As imagens do primeiro panorama de Pergamon foram amplamente retrabalhadas. Em cooperação com a equipe do Antikensammlung\, o artista concebeu cerca de 40 novas cenas e as justapôs no quadro. Uma elaborada sessão fotográfica em um estúdio cinematográfico de Berlim concluiu o trabalho em outubro de 2017. A exposição paralela foi planejada pelo Studio Asisi e incorpora aproximadamente 80 das obras mais importantes do Antikensammlung do Pergamon – incluindo a maior peça do friso Telephos do Altar do Pergamon. Durante a preparação para a exposição\, os originais foram submetidos a uma extensa conservação e restauração\, principalmente as grandes estátuas de mulheres do pátio do Altar de Pergamon e para as esculturas do topo. Com exceção da estátua de Athena Parthenos\, da Biblioteca de Pergamon (emprestada ao Metropolitan Museum  de Nova York)\, todas as esculturas famosas daquela cidade estão na mostra\, incluindo a chamada “Cabeça Bonita” (a colossal cabeça de Héracles)\, as esculturas que retratam o rei\, o “Dançarino Arcaico” do palácio\, o grupo Prometheus e a Athena com aegis cruzada. Diferentes instalações aprofundam a experiência do visitante através da interpretação artística\, trazendo desenhos recentemente criados por Yadegar Asisi que ilustram as esculturas de Pergamon\, a arquitetura e o layout urbano.
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LOCATION:Pergamon\, 2 Am Kupfergraben Mitte\, Berlim\, Berlim\, Alemanha
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SUMMARY:"A São Paulo da Marquesa de Santos" no Solar da Marquesa de Santos
DESCRIPTION:Uma mulher à frente do seu tempo\, essa é a história de Domitila de Castro Canto e Melo – a Marquesa de Santos (1797-1867)\, contada na exposição A São Paulo Da Marquesa de Santos: Cumplicidade de um Cenário\, com curadoria do historiador Paulo Rezzutti\, em exibição no Solar da Marquesa de Santos (Museu da Cidade de São Paulo) no período de 27 de fevereiro de 2021 a 18 de setembro de 2023. \n\n\n\nPor meio de documentos textuais e iconográficos\, a curadoria da exibição nos apresenta a biografia da Marquesa de Santos\, misturada com a vida política e social brasileira da Colônia ao Segundo Reinado\, com a inserção na cidade de São Paulo\, onde traços de sua passagem em seu tempo ainda podem ser encontrados em nosso espaço \n\n\n\nMais do que os símbolos físicos\, como o Solar\, a Rua da Figueira\, o Cemitério da Consolação\, a Faculdade de Direito de São Paulo\, sua presença é lembrada por obras de benemerência\, como a doação de uma casa para servir de enfermaria no combate à epidemia de cólera que assolava a cidade e o Brasil.
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LOCATION:Solar da Marquesa de Santos\, 136 R. Roberto Símonsen Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Monet to Morisot: The Real and Imagined in European Art" no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Apresentando obras de arte do século XIX e início do século XX de nossa coleção\, criadas por artistas nascidos na Europa ou em suas colônias\, Monet to Morisot: The Real and Imagined in European Art enfoca um período de significativa transformação social\, no qual as técnicas artísticas\, temas e patrocínio passaram por mudanças profundas. O fio condutor “real e imaginado” da exposição oferece uma perspectiva evocativa e flexível para considerar as obras de arte através de cinco temas inter-relacionados\, sem estar preso a uma cronologia rígida\, e incentiva a formulação de questões críticas: O que é real e o que é imaginado nas obras que afirmam e refletem visões de gênero\, classe\, trabalho\, colonialismo e natureza? Quem produz essas perspectivas e para quem? Essas perguntas também nos lembram que o cânone tradicional da história da arte europeia é ao mesmo tempo imaginado e real. É uma construção imaginada e servindo a uma estreita e auto-designada comunidade\, mas teve um impacto muito real sobre o que foi colecionado e exibido em museus. Apresentadas são aproximadamente noventa obras de Claude Monet\, Gustave Courbet\, Berthe Morisot\, Francisco Oller\, Henri Matisse\, Pablo Picasso\, Yves Tanguy\, Vasily Kandinsky\, entre outros.
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LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Lugar-comum" no MAC USP
DESCRIPTION:Com a principal premissa de ser uma exposição colaborativa\, a mostra LUGAR-COMUM\, conta com curadoria de Ana Magalhães\, Helouise Costa e Marta Bogéa\, e acontece no MAC (Museu de Arte Contemporânea)\, no período de 12 de março de 2022 a 17 de dezembro de 2023. \n\n\n\nBaseada na interação entre curadores e artistas unidos no propósito de trazer uma nova leitura sobre o acervo do museu\, a exibição foi pensada como um “work in progress”\, ou seja\, como um trabalho em processo\, que não necessariamente tem um fim\, mas sim um progresso contínuo da construção das obras e da exposição. A proposta é abrir espaço para que a curadoria seja experimentada como um processo compartilhado entre as curadoras\, os artistas selecionados para a mostra e os interlocutores convidados. \n\n\n\nA escolha do título está na contramão da definição corrente que considera o lugar-comum como sinônimo de algo banal que perde a força de seu sentido original pelo excesso de repetição. Coloca em discussão a autoridade curatorial do museu\, a relação entre arte e vida cotidiana e as possibilidades de renovação de um acervo institucional a partir de novas leituras resultantes dos diálogos possíveis entre diferentes modos de ver o mundo.
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LOCATION:MAC\, 1301 Av. Pedro Álvares Cabral Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:Instalação David Hammons no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:O Whitney\, em colaboração com o Hudson River Park \, desenvolveu um projeto de arte pública permanente de David Hammons (n. 1943). Intitulada Day’s End (2014–21)\, esta instalação monumental está localizada no Hudson River Park ao longo da margem sul da Península de Gansevoort\, em frente ao Museu. \n\n\n\nProposto ao Whitney por Hammons\, Day’s End se inspira em uma obra de arte de mesmo nome de Gordon Matta-Clark (1943-1978). Em 1975\, Matta-Clark cortou cinco aberturas no galpão Pier 52 que anteriormente ocupava o local. O Hammons’s Day’s End é uma estrutura aberta que segue precisamente os contornos\, dimensões e localização do galpão original – e\, como a intervenção de Matta-Clark\, oferecerá um lugar extraordinário para experimentar a orla. \n\n\n\nEm conjunto com a realização do projeto\, o Whitney apresentou Around Day’s End: Downtown New York\, 1970–1986 \, uma exposição que apresentou obras da coleção relacionadas ao projeto seminal de Matta-Clark. O Whitney também criou materiais interpretativos\, incluindo a primeira série de podcasts do Museu\, Artists Among Us \, bem como vídeos e passeios a pé pelo bairro. Essa mídia de apoio toma os Day’s End s\, conforme previsto por Hammons e Matta-Clark\, como pontos de partida para explorar a história local – da orla e do Meatpacking District\, o papel dos artistas no bairro\, sua história LGBTQ e a ecologia do estuário. Novas pesquisas\, materiais de arquivo e entrevistas de história oral serão incorporadas.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Isaac Julien no Tate Britain
DESCRIPTION:Esta é a maior exposição já dedicada ao trabalho do filmmaker e artista Isaac Julien\, um dos mais importantes da atualidade. Esta mostra revela o escopo dos filmes e instalações iniciais de Isaac Julien do começo da década de 1980 até os dias de hoje. Esta exposição também destaca o pensamento crítico do artista e a forma como seu trabalho é capaz de quebrar barreiras\, transitando entre diversas mídias com desenhos\, filmes\, dança\, fotografia\, música\, teatro \, pinturas e esculturas. Nesta ocasião o visitante conhecerá trabalhos que vão de filmes antigos a videoinstalações em escalas enormes e multi-telas. 
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LOCATION:Tate Britain\, Millbank\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"At the Dawn of a New Age" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Os artistas americanos saudaram o século XX com uma confiança juvenil no progresso e na inovação. Animados pelas mudanças tecnológicas que estavam revolucionando as comunicações e a engenharia\, bem como as mudanças culturais\, como o sufrágio feminino\, os artistas abraçaram o novo em detrimento do tradicional e fixo. Não mais contentes em replicar a realidade\, eles se voltaram para os estilos de vanguarda como forma de comunicar sua empolgação com uma época que o crítico Walter Lippmann caracterizou como “explosiva com novas ideias\, novos planos e novas esperanças”. \n\n\n\nAlguns dos artistas apresentados nesta exposição\, como Georgia O’Keeffe e Marsden Hartley \, são bem conhecidos hoje\, mas muitos modernistas igualmente inovadores foram amplamente esquecidos. Com mais de sessenta obras de quarenta e cinco artistas extraídas principalmente da coleção permanente do Whitney\, At the Dawn of a New Age oferece uma compreensão expandida da complexidade da arte americana produzida entre 1900 e 1930 e recupera a exuberante sensação de liberdade e experimentação subjacente isto. \n\n\n\nEsta exposição é organizada por Barbara Haskell\, curadora.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Hélio Oiticica no Pérez Art Museum Miami
DESCRIPTION:Hélio Oiticica\, um dos artistas mais consagrados do Brasil\, é uma figura importante na história da arte do final do século XX. Estendendo-se desde meados da década de 1950 até a morte do artista\, a trajetória de sua produção começa com pinturas pequenas\, abstrato-geométricas\, e termina em ambientes imersivos carregados de sensações e projetos participativos politicamente carregados. Oiticica criou várias instalações penetráveis\, nas quais o espectador mergulha em cores dentro de ambientes que evocam e celebram as comunidades das favelas do Rio de Janeiro. Penetrável Macaléia (1978) está entre as últimas variações dessa forma concebida por Oiticica. Dedicada a Jards Macalé\, famoso músico que era um querido amigo do artista\, o projeto dessa obra foi inspirado em uma festa épica na casa de Macalé\, descrita vividamente por Oiticica em suas anotações. Luzes de palco iluminavam os artistas nessa estrutura\, cobrindo seus corpos de vermelho\, azul e amarelo. Ao entrar na instalação Penetrável Macaléia\, as telas de malha vermelha\, azul\, amarela e branca brincam sutilmente com a percepção\, lançando cores cintilantes no mundo exterior e dentro dela. Desmaterializando as laterais do objeto\, o efeito se combina com a cativante história por trás da obra para subverter a seriedade pesada e austeridade da arte minimalista e sua forma icônica\, o cubo. Com a adição de cascalho e plantas vivas\, a obra traz de forma lúdica o “mundo real”\, especificamente o Sul Global\, para o espaço asséptico da arte. Penetrável Macaléia funciona brilhantemente tanto dentro quanto fora\, sempre interagindo com seu entorno e seus participantes\, fundindo arte e vida.
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LOCATION:Pérez Art Museum Miami\, 1103 Biscayne Blvd.\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Phraseology" no The Bass
DESCRIPTION:Apresentando obras da Coleção The Bass e obras emprestadas\, a exposição Phraseology explora a linguagem na arte moderna e contemporânea. O termo “phraseology” faz referência à escolha específica de palavras que um comunicador\, neste caso o artista\, usa para destacar certos temas. Com o surgimento do movimento da Arte Conceitual na década de 1960\, muitos artistas começaram a criar obras de arte que valorizavam uma ideia ou conceito em detrimento da obra finalizada. Os artistas queriam redefinir o que a arte poderia ser e os temas que ela abordava\, além da estética visual. Em Phraseology\, os artistas mesclam forma e ideia criando obras que contêm texto\, frases familiares e poesia. Também empregam linguagens possíveis de reconhecer\, frases ou slogans que fornecem modos conflitantes de observação para transmitir uma perspectiva nova ou diferente. Ao colocar o texto no papel central de sua prática artística\, os artistas utilizam jogos de palavras\, ativismo político\, subversão da publicidade ou apropriação de forma para revelar\, amplificar e questionar histórias e questões contemporâneas. As obras em Phraseology enfatizam o poder pessoal de expressão por meio do discurso cívico durante um período de aumento do ativismo. Como base da comunicação\, a linguagem dá voz aos pensamentos internos\, conectando os sentimentos de alguém ao mundo exterior. A linguagem constrói textos\, livros\, discursos\, poesia e documentos para facilitar a troca de ideias entre as pessoas\, enquanto circula informações por meio de redes sociais e culturais. Ao longo da história\, os artistas incluíram palavras\, letras e linguagem como elementos em seu trabalho para fazer uma declaração\, despertar emoção ou integrar experiências pessoais em sua obra.
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LOCATION:The Bass Museum of Art\, 2100 Collins Ave City Center\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:“Um Defeito de Cor” no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:A exposição é baseada nos contextos sociais\, culturais\, econômicos e políticos do século XIX\, abordados no livro de mesmo nome da escritora mineira Ana Maria Gonçalves. Ao todo serão 400 obras de artes entre desenhos\, pinturas\, vídeos\, esculturas e instalações de mais de 100 artistas de localidades\, como Rio de Janeiro\, Bahia\, Maranhão e até mesmo do continenteafricano\, em sua maioria negros e negras\, principalmente mulheres. A exposição tem obras inéditas de Kwaku Ananse Kintê\, Kika Carvalho\, Antonio Oloxedê\, Goya Lopes\, produzidas especialmente para homenagear o livro.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, 5 Praça Mauá Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Donnation Anni et Josef Albers" no Musée d'Art Modérne de Paris
DESCRIPTION:Após a grande exposição Anni et Josef Albers\, L’art et la vie\, organizada pelo Musée d’Art Moderne de Paris de setembro de 2021 a janeiro de 2022\, a Fundação Josef e Anni Albers\, localizada em Bethany\, Connecticut\, fez uma doação excepcional de cinqüenta e sete obras. A doação inclui vinte e duas obras de Josef Albers (1888-1976)\, incluindo três obras da série Homage to The Square e trinta e cinco obras de Anni Albers (1899-1994)\, entre as quais catorze amostras têxteis inspiradas em motivos criados pela artista. O conjunto está em exibição junto das coleções permanentes do MAM. Esta doação é a mais importante feita pela Fundação após a morte dos dois artistas. Ela representa um grande enriquecimento para o museu que\, até agora\, não tinha nenhuma obra de nenhum dos artistas em suas coleções. Nicholas Fox Weber\, diretor da Fundação Josef e Anni Albers\, disse: “Essa doação é o resultado da estreita colaboração entre as equipes do Musée d’Art Moderne de Paris e da Fundação Albers. Estou certo de que Anni e Josef Albers teriam admirado as ousadas escolhas artísticas do Musée d’Art Moderne”. Representando todas as etapas criativas dos dois artistas – desde seu início na Bauhaus\, passando pelo Black Mountain College\, depois em Connecticut e notavelmente (para Josef) na Universidade de Yale – essas cinqüenta e sete obras são significativas da gama de técnicas e materiais utilizados pelo Albers: pintura\, tecelagem\, desenho\, fotografia e vários processos de impressão. Nascidos na Alemanha\, Anni e Josef Albers se conheceram em 1922 na Escola Bauhaus e casaram três anos mais tarde. Em 1933 eles emigraram para os Estados Unidos\, onde foram convidados a ensinar no Black Mountain College\, uma escola experimental nas montanhas da Carolina do Norte. Nesse novo ambiente\, Josef aprofundou sua pesquisa sobre cores enquanto Anni continuava a explorar diferentes técnicas de tecelagem. A ligação íntima e cúmplice entre eles permitiu-lhes apoiar e fortalecer um ao outro ao longo de suas vidas em um diálogo permanente e respeitoso. Com particular atenção a forma\, material e cor\, eles produziram um conjunto de trabalhos que é considerado hoje como um dos fundamentos da arte moderna e teve uma influência considerável na História da Arte do século 20. Seu trabalho\, como artistas\, mas também como professores\, consiste em levantar constantemente novas questões através da observação sensível do mundo visual e tátil.
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SUMMARY:Atos de revolta no MAM
DESCRIPTION:O MAM Rio inaugura a exposição Atos de revolta: outros imaginários sobre independência\, desenvolvida em colaboração com o Museu da Inconfidência. Com curadoria de Beatriz Lemos\, Keyna Eleison\, Pablo Lafuente e Thiago de Paula Souza\, a mostra parte do bicentenário da independência do Brasil para propor uma releitura desse processo histórico desde a arte\, reunindo obras e objetos do período colonial\, em diálogo com a produção de artistas contemporâneos\, de gerações e geografias diversas. \n\n\n\nA exposição foca em uma série de levantes populares e motins que antecederam esse momento ou que ocorreram nas décadas subsequentes – durante o Primeiro e o Segundo Reinado\, e o período regencial. Foram convidados a pensar essa história desde os múltiplos levantes: Arissana Pataxó\, Ana Lira\, Elian Almeida\, Gê Viana\, Gustavo Caboco Wapichana (com Roseane Cadete Wapichana)\, Marcela Cantuária (com a colaboração das Brigadas Populares)\, Tiago Sant’Ana e Giseli Vasconcelos (com Pedro Victor Brandão). Além dos comissionamentos\, a exposição inclui a remontagem de uma obra de Luana Vitra e trabalhos recentes de Arjan Martins\, Glicéria Tupinambá\, Paulo Nazareth e Thiago Martins de Melo.
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LOCATION:MAM Rio\, 85 Av. Infante Dom Henrique Parque do Flamengo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:Maria Bartuszová no Tate Modern
DESCRIPTION:Reunindo muitas obras pouco vistas antes no Reino Unido\, essa exposição retrospectiva apresenta as esculturas abstratas da artista eslovaca nascida em Praga Maria Bartuszová (1936-1996)\, que dedicou sua arte a explorar as relações entre as pessoas\, a natureza\, a matéria e a forma. Nascida em Praga\, ela passou a maior parte de sua carreira na cidade eslovaca da Europa Central de Košice\, perto das fronteiras da Hungria e da Ucrânia. A artista definiu o mundo da escultura em seus próprios termos\, utilizando métodos inovadores de fundição de gesso. De gotas de chuva e ovos ao corpo humano\, Bartuszová se inspirou nas formas e ciclos orgânicos do mundo natural. Ela trabalhou de forma criativa e incansável\, usando o processo fugaz e líquido de fundição para criar obras de arte simultaneamente sólidas e delicadas. A exposição abrange 30 anos de prática de Bartuszová\, desde o início dos anos 1960\, quando começou sua experimentação com a fundição\, até o final dos anos 1980. As esculturas em gesso branco abstrato da artista retêm a presença de seu corpo. Seu toque deixou vestígios\, seja a pressão da mão estampada pela gravidade ou debaixo d’água\, ou moldada pela respiração\, usando sua técnica radical de fundição de gesso com balões inflados. Bartuszová se baseou em sua experiência pessoal e em suas ideias sobre espiritualidade\, interconexão entre as pessoas e a natureza\, e os ciclos das estações. Ela criou um novo vocabulário artístico e escultórico com foco na contínua transformação das formas. Bartuszová trabalhou durante três décadas em Košice\, a segunda maior cidade da Eslováquia. Ela criou cerca de 500 esculturas\, desde pequenas formas orgânicas até comissionamentos para espaços públicos\, bem como land art\, apesar das restrições à sua vida artística durante este período. A exposição começa nos anos 1960\, quando Bartuszová experimentou usando seu próprio método distinto de fundir gesso à mão. Inspirada em brincar com sua jovem filha\, ela criou formas abstratas vertendo gesso em balões de borracha – seu material de assinatura era o gesso branco\, dando às esculturas uma qualidade frágil. As esculturas foram moldadas por meio de pressão\, puxões ou submersão em água\, criando formas únicas e distintas. Algumas sugerem gotas de chuva\, sementes ou ovos\, outras\, o corpo humano. Mais tarde\, ela permitiu que os balões rebentassem\, criando trabalhos delicados semelhantes a casulos ou ninhos. Nos anos 1980\, Bartuszová frequentemente fotografou suas obras ao ar livre para enfatizar seus laços estreitos com a natureza. A exposição também inclui uma seleção dessas imagens marcantes.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:Jumana Manna no MoMA PS1
DESCRIPTION:“Break\, Take\, Erase\, Tally”\, primeira grande individual de Jumana Manna nos EUA\, mostra a pesquisa multidisciplinar da artista\, que explora os efeitos paradoxais das práticas de preservação na agricultura\, na ciência e no direito. Marcando a estreia em Nova York do novo filme de Manna\, “Foragers” (2022)\, a exposição reúne quase 20 obras\, incluindo dois filmes recentes e uma série de esculturas novas e anteriores. Enfocando a terra diante das formas crescentes de sua alienação\, os filmes de Manna usam uma série de métodos narrativos para examinar como as práticas baseadas na terra (agricultura e forragem\, por exemplo) estão envolvidas e lutam contra as políticas neoliberais e coloniais e\, por sua vez\, contra as mudanças climáticas. Extraído de exemplos específicos\, como a primeira retirada do Cofre Global de Sementes de Svalbard em 2015 em resposta à guerra síria (tema de seu filme “Wild Relatives”) Manna” ressalta as limitações científicas na recuperação da perda de vidas biológicas\, em todas as suas formas. Seu trabalho visualiza a lenta violência da agricultura industrial enquanto faz perguntas pungentes sobre que tipo de futuro é possível em um presente precário. Em seu novo filme\, “Foragers”\, Manna se move entre documentário e ficção para abordar confrontos crônicos entre colhedores palestinos de ervas selvagens ‘akkoub e za’atar e a Autoridade Israelense de Proteção da Natureza\, que considerou as plantas ameaçadas de extinção. A recusa dos foragidos e as punições que enfrentam\, devido a grandes multas e tempo de prisão em potencial\, às vezes assumem um tom absurdo e cômico que levanta questões-chave em torno da política de extinção – principalmente\, quem determina o que vive e como vive. Em ambos os filmes da artista\, plantas e sementes são temas primários\, e a relação entre o trabalho humano e a terra é essencial para suas estruturas narrativas. A exposição também apresenta uma nova instalação em larga escala de esculturas que se inspiram nos restos fragmentados de khabyas\, estruturas tradicionais e agora obsoletas para o armazenamento de grãos no Levante. As esculturas são colocadas em diálogo com suas características assemblages de rodapés industriais\, que usam materiais encontrados no ambiente urbano\, em lugares como canteiros de obras e sistemas de drenagem. Através da escultura e do filme\, as obras da artista exploram a terra e seus ritmos como base para formas de vida que também podem servir para resistir\, fugir e transformar estruturas de poder hegemônico.
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LOCATION:MoMA PS1\, 22-25 Jackson Ave LIC\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:Lenora de Barros na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:Com curadoria de Pollyana Quintella\, a exposição “Lenora de Barros: Minha Língua” enfoca as obras da artista que discutem as relações entre corpo e linguagem\, produzidas desde o início de sua trajetória até um comissionamento especial para a Pinacoteca\, “A cara. A língua. O ventre.” (2022)\, vídeo de três atos em que Lenora explora diferentes situações com argila em diálogo com seu próprio corpo. Reunindo cerca de 40 obras da paulistana\, que usa a fotografia\, o vídeo\, a instalação e a performance como suporte\, a mostra apresenta peças emblemáticas\, como “Homenagem a George Segal” (1975-2014)\, “Poema” (1979) e a série “Procuro-me” (2003)\, em estreito diálogo com “Pinacoteca: acervo”\, novo recorte de obras da coleção da instituição.
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LOCATION:Pinacoteca Luz\, 2 Praça da Luz Luz\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:Barbara Chase-Riboud na Serpentine Gallery
DESCRIPTION:Primeira individual no Reino Unido da artista\, romancista e poeta Barbara Chase-Riboud (1939\, Filadélfia\, EUA\, vive e trabalha em Paris)\, “Barbara Chase-Riboud: Infinite Folds” apresenta uma seleção de esculturas em larga escala ao lado de trabalhos em papel que datam dos anos 1960 até hoje. A mostra marca a estreia no Reino Unido de algumas peças inéditas e de algumas das obras mais célebres da obra abrangente da artista. Com uma carreira de mais de sete décadas\, Chase-Riboud inovou na técnica escultórica e na materialidade pela interação entre dobras de bronze fundido ou alumínio e bobinas de lã e seda que são atadas\, trançadas\, enlaçadas e tecidas. Ao combinar materiais com diferentes qualidades\, como duro e macio\, leve e pesado\, tátil e rígido\, as obras de Chase-Riboud dão uma abordagem estética à base escultural através do uso de “saias” de fibra\, ainda dentro do interesse da artista em formas artesanais que unem princípios opostos. Paralelamente à sua prática escultórica\, Chase-Riboud é uma distinta poeta e escritora de ficção histórica. Ela obteve sucesso literário já com seu romance de estreia\, “Sally Hemings”. Publicado em 1979\, narra a relação romântica entre o presidente americano Thomas Jefferson e a mulher escravizada Sally Hemings\, revelando que ela era a mãe de seis de seus filhos. Desde então\, Chase-Riboud publicou mais de dez romances e coleções de poesia\, incluindo “Ecos do Leão”\, adaptado para as telas e conhecido internacionalmente como o aclamado “Amistad”. Comprometida com histórias e culturas transnacionais em primeiro plano\, Chase-Riboud se inspira em sua experiência de viver\, trabalhar e viajar pela Europa Ocidental e Oriental\, Ásia Ocidental\, Norte da África e Sudeste Asiático. Os encontros de Chase-Riboud com a arquitetura e escultura clássica e artefatos históricos de tradições ocidentais e não-ocidentais são a fonte de seu fascínio recorrente com o monumento público. Em sua série principal\, “The Monument Drawings”\, e através de uma seleção de esculturas que datam do final dos anos 1960\, Chase-Riboud imagina edificações e memoriais em homenagem a várias figuras históricas\, culturais\, artísticas e literárias. Estas incluem\, entre outras\, Sarah Baartman\, Malcolm X\, a mãe de Peter Paul Rubens\, Josephine Baker\, a Rainha de Sabá e o Rei Salomão\, Cleópatra\, Anna Akhmatova e Lady Macbeth. Essas obras monumentais abrangem as noções de memória\, legado e poder\, levando a uma reflexão sobre quais pessoas e eventos são comemorados\, e por quem. Em cartaz na Serpentine North\, em Kensington Gardens\, onde estátuas públicas emolduram a paisagem\, “Barbara Chase-Riboud: Infinite Folds” destaca as figuras muitas vezes desconhecidas que continuam a moldar nossas impressões sobre o passado e o presente.
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LOCATION:Serpentine Gallery\, Londres Grande Londres Inglaterra\, Londres\, Inglaterra\, Reino unido
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SUMMARY:"Années 80" no Musée des Arts Décoratifs
DESCRIPTION:O museu francês celebra os anos 1980 com a grande exposição intitulada Années 80\, Mode\, Design et Graphisme en France. Desde a eleição de François Mitterrand (presidente francês) em 1981 até a queda do muro de Berlim em 1989\, esta década histórica\, ainda viva na mente das pessoas na França\, é considerada tanto um divisor de águas político quanto um ponto de viragem artística nos campos da moda\, do design e das artes gráficas\, onde o pós-modernismo abre todas as possibilidades artísticas. A mostra reúne mais de 700 obras de arte\, incluindo objetos\, móveis\, criações de moda\, cartazes\, fotografias\, vídeos\, capas de álbuns e fanzines\, retraçando essa década frenética que se tornou sinônimo de ecletismo. Os anos 1980 viram surgir uma nova geração de criadores\, desde Olivier Gagnère\, Elizabeth Garouste e Mattia Bonetti\, até Philippe Starck e Martin Szekely\, todos eles criados em um contexto propício à liberdade de expressão. O design de moda também se libertou dos ditames tradicionais de estilo\, com estilistas como Jean Paul Gaultier e Thierry Mugler subindo para o status de superstars. A década de 1980 foi também o ápice da publicidade\, design gráfico e produção audiovisual através das obras de Jean-Paul Goude\, Jean-Baptiste Mondino e Etienne Robial. \n\n\n\nDa nova onda ao pós-punk e hip-hop\, um novo capítulo também foi escrito na história da música e da dança nas lendárias casas noturnas de Paris. \n\n\n\nA cenografia da exposição\, um choque de formas e desenhos vibrantemente coloridos\, é o trabalho do designer Adrien Rovero. Années 80\, Mode\, Design et Graphisme en France gira em torno de três importantes temas que refletem a fusão de ideias e formas específicas daquela década: uma nova era política e cultural\, design em efervescência e o look dos anos 1980. Nas salas expositivas com vista para o Jardin des Tuileries\, a exposição começa com a eleição de François Mitterrand em 1981\, anunciando uma mudança decisiva na França com um cartaz com o slogan “La Force Tranquille” (A Força Tranqüila). O cartaz\, encomendado por Mitterrand e criado pela lenda publicitária\, Jacques Séguéla\, marcou o início de uma nova era no design visual global e a chegada do marketing eleitoral. Os grandes projetos do novo presidente foram acompanhados por uma nova identidade visual\, com gráficos criados por Grapus para La Villette e o Louvre\, e Jean Widmer para o Musée d’Orsay. Para promover as criações contemporâneas\, o novo presidente chamou cinco designers para renovar os apartamentos particulares do L’Élysée\, incluindo Marc Held\, Ronald Cecil Sportes\, Philippe Starck\, Annie Tribel e Jean-Michel Wilmotte. Jack Lang\, o emblemático Ministro da Cultura\, inaugurou a Fête de la Musique em Paris em 21 de junho de 1982\, encorajou o reconhecimento público da moda francesa com a criação do Institut Français de la Mode (IFM) em 1986\, e apoiou desfiles de moda realizados na Cour Carrée do Louvre\, assim como o Oscar da Moda. A mídia e a produção audiovisual também experimentaram um boom sem precedentes. Étienne Robial criou o conceito de habillage ou apresentações audiovisuais\, para estações de televisão como Canal+\, M6 e Canal 7. Na época\, a proliferação de estações levou aos anos dourados do cinema publicitário graças a diretores icônicos como Étienne Chatiliez\, Jean-Paul Goude e Jean-Baptiste Mondino. A mídia escrita também passou por uma transformação quando Claude Maggiori redesenhou as capas do diário francês ‘Libération’\, enquanto a ‘arte’ do slogan inundou todas as formas de mídia existentes. Todas essas inovações dos anos 1980 ganham palco na exposição do Mad.
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LOCATION:Musée des Arts Décoratifs\, 107 Rue de Rivoli Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:Oscar yi Hou no Brooklyn Museum
DESCRIPTION:Em uma época de crescente violência contra as comunidades asiáticas nos Estados Unidos\, Oscar yi Hou questiona o que significa ser “asiático-americano” e quem é considerado “norte-americano”. Oscar yi Hou: East of Sun\, West of Moon\, título de um poema do artista\, compreende onze de suas recentes pinturas figurativas. Em algumas obras\, yi Hou coloca seus amigos e ele mesmo como figuras da história do leste asiático e da cultura visual ocidental\, desde imigrantes chineses do século XIX até Son Goku\, da popular franquia de mídia Dragon Ball. Em outros\, o artista retrata suas amigas\, muitas das quais\, como ele\, se identificam como parte de uma comunidade criativa asiática\, em papéis tradicionalmente brancos e masculinos\, acabando com os estereótipos de longa data. Da mesma forma\, yi Hou olha tanto para a cultura popular quanto para referências passadas\, incluindo as coleções de arte asiática recentemente reinstaladas do Brooklyn Museum\, em sua abordagem para essas composições que remete à colagem. O artista envolve seus temas com o que ele chama de iconografia de “cowboy chinês”\, um caleidoscópio de imagens como bandeiras americanas\, símbolos yin-yang\, chapéus de cowboy e caligrafia chinesa. Através dessa justaposição (e de sua crítica sobre as calúnias contra o povo do Leste Asiático) yi Hou revela a complexidade da questão de identidade nacional\, como evidenciado por sua própria origem sino-britânica. Agora morando no Brooklyn\, ele afirma: “Embora eu seja apenas um norte-americano\, sou resolutamente um asiático-americano”. Oscar yi Hou: East of Sun\, West of Moon é organizado por Eugenie Tsai\, Curador Sênior de Arte Contemporânea do Brooklyn Museum\, com Indira A. Abiskaroon\, Assistente Curatorial de Arte Moderna e Contemporânea.
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LOCATION:Brooklyn Museum\, 200 Eastern Pkwy Brooklyn\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"The Bitter Years" na The Margulies Collection at the WAREhOUSE
DESCRIPTION:Trazendo imagens realizadas por Jack Delano\, Walker Evans\, Dorothea Lange\, Russell Lee\, Carl Mydans\, Arthur Rothstein\, Ben Shahn John Vachon e Marion Post Wolcott\, todos nomes históricos da fotografia norte-americana do início do século 20\, a exposição “The Bitter Years” apresenta quase cem fotografias da Farm Security Administration\, um projeto patrocinado pelo governo de Franklin Roosevelt dentro do plano de medidas New Deal contra a Grande Depressão. O resultado foi uma coleção de milhares de imagens que formam uma memória coletiva da vida durante o período após a quebra da Bolsa de Valores dos EUA em 1929 e a subsequente depressão econômica. Consideradas como alguns dos melhores exemplos da fotografia americana do século 20\, as imagens de estilo documental chamam a atenção para a enorme pobreza e a resistência do povo americano na década de 1930. A exposição apresenta em especial um recorte de fotografias da Margulies Collection realizadas por Dorothea Lange e sua imagem icônica “Mother Migrant” (foto acima)\, que se tornou um símbolo duradouro da Grande Depressão\, e toda a gama de trabalhos de Walker Evans\, incluindo seus estudos de arquitetura e Polaroids dos anos 1970. O título da exposição é uma referência à histórica exposição “The Bitter Years”\, curadoria de Edward Steichen no MoMA em 1962.
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LOCATION:The Margulies Collection at the WAREhOUSE\, 591 NW 27th St Wynwood Art District\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"The Italians" na The Margulies Collection at the WAREhOUSE
DESCRIPTION:A exposição “The Italians” coloca em cartaz trabalhos significativos selecionados na prestigiosa coleção do empresário e mecenas Martin Z. Margulies. Sua Fundação criou e dirige a Warehouse\, espaço expositivo privilegiado de 50 mil pés quadrados que ocupa um armazém desativado e retrofitado para apresentar recortes variados desse acervo artístico. Produzidas em sua maioria no século 21 por artistas italianos com perfis\, estéticas\, idades e trajetórias diversas\, as obras em cartaz em “The Italians” traçam um panorama da atualidade da produção italiana e foram realizadas pelos artistas Massimo Antonaci\, Davide Balliano \, Marco Bagnoli\, Domenico Bianchi\, Luca Campigotto\, Bertozzi & Casoni\, Isabella Ducrot\, Domenico Mangano & Marieke Van Rooy\, Gian Marco Montesano\, Mimmo Paladino\, Claudio Parmiggiani\, Maurizio Pellegrin\, Alessandro Piangiamore\, Paola Pivi\, Paolo Ventura\, Giuseppe Uncini. Um dos fios condutores que conectam esses trabalhos selecionados é um flerte com a geometria\, surgido tanto de forma orgânica e imprecisa quanto meticulosamente esquadrinhado. A geometrização pode ser encontrada tanto numa composição minuciosa sobre alabastro\, caso de “Dove Porta” (2018\, fotografia da obra acima)\, de Marco Bagnoli\, quanto na justaposição de armarinhos de remédios cheios de utensílios e caixas na obra “Composizione nº 8” (2005)\, de Bertozzi & Casoni.
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SUMMARY:Frank Bowling no MFA
DESCRIPTION:“O modernismo também me pertenceu”. Assim declarou em 1966 o artista britânico nascido na Guiana Frank Bowling\, quando se mudou de Londres para Nova York\, impelido pela ambição de deixar sua marca na pintura moderna. “Frank Bowling’s Americas” é a primeira exposição dedicada aos anos transformadores que o artista passou nos EUA\, e a primeira grande pesquisa de seu trabalho por uma instituição americana em mais de quatro décadas. A principal residência de Bowling nos EUA foi Nova York\, de 1966 a 1975. Nessa época\, ele entrou em contato com uma cena artística vibrante e tumultuada\, com pintura abstrata em uma ascensão explosiva\, debates acalorados em torno da identidade cultural e prática artística negra e o slogan de Stokely Carmichael “Black Power” emanando do Sul. Ao longo da década\, Bowling escreveu copiosamente para revistas de arte\, ocupou vários cargos de ensino (inclusive no Massachusetts College of Art)\, expôs amplamente (inclusive numa individual no Whitney Museum of American Art\, em 1971)\, e em 1969 fez a curadoria de “5+1”\, uma exposição de cinco importantes artistas abstratos afro-americanos (Melvin Edwards\, Daniel LaRue Johnson\, Al Loving\, Jack Whitten e William T. Williams) mais o próprio Bowling na Stony Brook University\, Nova York. Suas experiências nos EUA catalisaram profundas mudanças em sua pintura\, exploradas aqui através de mais de 30 obras. A exposição reúne uma gama de obras poderosas do Bowling\, entre pinturas de inspiração pop\, telas monumentais e coloridas que evocam extensões oceânicas e exemplos pouco vistos de pinturas tecnicamente pioneiras do artista na área da abstração. Proporcionando pela primeira vez um encontro com esse capítulo crucial da carreira de Bowling\, “Frank Bowling’s Americas” oferece uma contribuição essencial para uma compreensão mais transcultural e global da arte moderna. A exposição será exibida depois de seu encerramento em Boston no San Francisco Museum of Modern Art de 13 de maio a 10 de setembro de 2023. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nServiço de bilheteria
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LOCATION:MFA\, 465 Huntington Ave Fenway–Kenmore\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"You know who you are" no El Espacio 23
DESCRIPTION:A coletiva “You know who you are” apresenta as aquisições recentes de Arte Cubana da Jorge M. Pérez Collection. Após uma significativa doação de arte contemporânea cubana do colecionador ao Pérez Art Museum Miami em 2016\, essa exposição destaca obras adquiridas desde 2017 como parte de uma investigação em andamento que enfoca a arte cubana e da diáspora cubana. Em vez de um levantamento histórico da arte cubana\, a exposição temática reúne mais de cem artistas de diferentes gerações que compartilham experiências coletivas\, mas que ainda assim adotam uma abordagem muito pessoal em sua prática. A mostra é uma declaração de confiança e resistência. No contexto da arte e da cultura cubanas\, conhecer a si mesmo\, ter voz e defender suas crenças é um ato de rebeldia. A história fragmentada da arte cubana tem sido submetida a leituras políticas\, à dicotomia entre o interior e o exterior da ilha e a sua diáspora. Tem sido marcada pela omissão intencional\, pelo esquecimento histórico de artistas talentosos cujo exílio forçado ou voluntário os extraiu do continuum histórico da nação. Também é definida por gerações de cubanos que nem sequer nasceram na ilha. Em meio a uma jornada percorrida por tantos dramas coletivos\, essa exposição se concentra na jornada pessoal de cada artista para encontrar seu lugar. Artistas ao longo da exibição revisitam o passado e o presente de Cuba\, questionando a História\, desconstruindo hierarquias\, refletindo sobre noções de representação\, raça\, gênero\, diversidade e direitos humanos\, enquanto outros recuperam uma conexão com a ilha\, referenciando sua fisicalidade ou seu lugar na memória coletiva. A curadoria de “You know who you are” é de Anelys Alvarez e Patricia Hanna\, ambas do El Espacio 23. Entre os artistas\, figuram nomes que abrangem diversos períodos da arte cubana\, como o coletivo Los Carpinteros\, Tania Bruguera\, Gustavo Acosta\, Carlos Garaicoa\, Wifredo Lam e Iván Capote\, entre muitos outros.
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LOCATION:El Espacio 23\, 2270 NW 23rd St Allapattah\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"A Parábola do Progresso" no Sesc Pompeia
DESCRIPTION:Exposição reflete sobre os ideários de modernidade e independência do país\, buscando projetos inclusivos e  diversos. Com cinco territórios dialógicos\, apresenta a vocação de reunir forças sociais em ambientes acolhedores  para suas comunidades. Um conjunto que marca o 40º aniversário desta unidade\, inaugurada em 1982\, palco para a cultura\, o lazer\, o bem-estar social e a saúde\, qualidades e valores a serem resgatados nesse momento de distopia global. A efeméride coincide ainda com o bicentenário da Independência do Brasil (1822) e o centenário da Semana de Arte Moderna de São Paulo (1922)\, duas datas históricas que atravessam a concepção do projeto\, inserido na programação “Diversos 22” do Sesc São Paulo. A coordenação curatorial é da crítica Lisette Lagnado\, com os curadores associados André Pitol e Yudi Rafael. Com o objetivo de discutir o legado de Lina Bo Bardi para o Sesc Pompeia\, um dos ícones arquitetônicos mais vibrantes da cidade\, a curadoria traz outras referências para somar camadas vivenciais e sociais ao projeto. Sendo assim\, cinco “espaços dialógicos” participam da exposição\, cada um com uma singularidade própria: o Acervo da Laje (subúrbio ferroviário de Salvador\, BA)\, a Aldeia Kalipety (São Paulo\, SP)\, a Casa do Povo (São Paulo\, SP)\, o Quilombo Santa Rosa dos Pretos (Itapecuru Mirim\, MA)\, e Savvy Contemporary – the Laboratory of form-ideas (Berlim\, Alemanha). Em contraposição à derivas autoritárias e demagogas\, diferentes forças sociais têm conseguido entretanto se organizar e gerar espaços de hospitalidade aptos a amparar sua comunidade. Sabendo articular a produção cultural dentro de uma perspectiva de cuidados\, sensibilização e convivialidade\, esses cinco centros de encontro\, implantados agora dentro do Espaço de Convivência do Sesc Pompeia\, reforçam sua transformação em “cidadela”\, ampliando o desejo do Sesc São Paulo quando convidou Lina Bo Bardi e sua equipe para os trabalhos de recuperação da fábrica industrial de tambores: “construir uma outra realidade”. Operam como condutores de esperança dentro da parábola do Positivismo\, chamada para ilustrar a mítica relação desse “país do futuro”\, desde sua colonização e o tráfico afro-atlântico\, passando por diversos fluxos migratórios que construíram a idílica imagem de uma nação hospitaleira\, terra abençoada por uma natureza exuberante\, a generosidade e expansividade emocional de um povo que teria encontrado sua felicidade na mestiçagem de suas raízes. Conhecido pela valorização da cultura popular\, o trabalho de Lina Bo Bardi adquire também novas inflexões hoje na esteira dos estudos decoloniais atentos ao reconhecimento de diferentes graus de extrativismos e silenciamentos.
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LOCATION:Sesc Pompeia\, 93 R. Clélia Água Branca\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Pressing Politics" no LACMA
DESCRIPTION:A exposição coletiva Pressing Politics: Revolutionary Graphics from Mexico and Germany explora os temas e as estratégias visuais compartilhados por dois momentos paradigmáticos da gravura política do século 20: o renascimento do grafismo do Expressionismo Alemão em resposta ao fim da 1ª Guerra Mundial\, em 1918\, e a formação do Taller de Gráfica Popular na Cidade do México no final da década de 1930. Embora enraizados em contextos sociais e históricos distintos\, os movimentos de ambos os países responderam às suas respectivas convulsões na sociedade\, na política e na imprensa para se comunicar em termos visuais vigorosos com o público de massa. Examinando pontos de intercâmbio diretos e indiretos\, a mostra Pressing Politics considera os precedentes iconográficos do imaginário político dos artistas envolvidos em cada um desses movimentos a partir de uma ampla gama de trabalhos impressos que eles produziram e das condições que deram origem a sua arte. Com obras vindas principalmente da coleção do LACMA\, a exposição ressalta o poder duradouro da imagem impressa e destaca as contribuições de artistas mexicanos e alemães para uma iconografia global do grafismo político. 
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LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Xingu: Contatos" no IMS Paulista
DESCRIPTION:Primeiro território indígena demarcado no Brasil\, em 1961\, o Xingu serve de moradia para várias etnias dos povos originários que enfrentam há séculos inúmeras formas de invasão e violência e hoje mais do que nunca lutam por seus direitos. Desde registros de viajantes europeus a documentos de expedições do Estado brasileiro\, da extensa cobertura na imprensa à revolução desencadeada nos últimos anos pelo audiovisual indígena\, são muitas as formas de registrar essa busca por autonomia dentro desse território da população originária. A mostra busca revisitar a trajetória percorrida por essas imagens\, por meio de diálogos propostos entre fotografias e filmes produzidos por não indígenas desde o século 19 e o trabalho atual de cineastas\, artistas e comunicadores de povos do Xingu e de outras origens. Entre os trabalhos exibidos\, estão comissionamentos a autores indígenas\, itens de arquivos públicos e particulares\, e exemplos de outras compreensões da imagem próprias das culturas xinguanas\, como grafismos e narrativas orais. \n\n\n\nParte da história do Xingu está registrada em fotografias conservadas no acervo do Instituto Moreira Salles\, que inicia com a mostra um processo de requalificação dessas imagens\, com a colaboração de pesquisadores e lideranças indígenas na identificação de pessoas\, lugares e episódios em foco\, uma forma de o Instituto “colocar o acervo a serviço da reflexão crítica sobre a representação dos povos originários na história do país e do desenvolvimento de novas formas de autorrepresentação indígena”.
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LOCATION:IMS Paulista\, 2424 Av. Paulista Bela Vista\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:Didier William no Moca North Miami
DESCRIPTION:Didier William: Nou Kite Tout Sa Dèyè é a maior exposição individual da carreira de Didier William. Traduzida como “We’ve Left That All Behind” (Deixamos tudo para trás)\, a mostra apresenta um olhar profundo sobre a carreira e a memória do artista nascido em Port-au-Prince (Haiti) em 1983 e criado em North Miami\, onde a exposição está em cartaz\, no Museum of Contemporary Art de North Miami. Com curadoria de Erica Moiah James\, Ph.D.\, a exposição apresenta mais de quarenta obras realizadas em vários suportes\, incluindo algumas de suas mais recentes pinturas. Complementando o trabalho pictórico\, e fazendo referência à estreita relação da pintura e da gravura na prática de William\, figuram na mostra novos desenhos e livros de artista. A individual também apresenta a primeira escultura monumental de William: um corpo de madeira de 12 pés de altura\, que faz referência a uma coluna religiosa presente nos rituais religiosos haitianos. Em uma mistura de reflexões pessoais\, anedotas biográficas e momentos históricos\, algumas das obras apresentadas na mostra recontextualizam uma série de iconografias e conceitos da História da Arte\, despojando-os de suas verdades “conhecidas” e transformando cada um deles em algo inteiramente novo. Com esse procedimento\, William recupera de forma lúdica e sem desculpas a autonomia sobre um registro fragmentado da história\, engajando sua conexão pessoal com a complexidade das narrativas dos imigrantes para criar oportunidades de investigação e redenção. Didier William (Port-au-Prince\, Haiti\, 1983) recebeu seu BFA em pintura no The Maryland Institute College of Art e um MFA em Pintura e Gravura na Yale School of Art. Seu trabalho solo foi exposto na Galeria M+B\, Galeria James Fuentes e Galeria Altman Siegel. Suas exposições coletivas incluem o Museu de Arte do Bronx\, o Museu de Arte Latino-americana\, o Museu da Academia de Belas Artes da Pensilvânia\, e o Museu de Arte Americana de Pontes de Cristal. William foi o ganhador em 2020 da Joan Mitchell Foundation Painters & Sculptors Grant\, e em 2021 da Pew Fellow do The Pew Center for Arts and Heritage. Ele lecionou em várias instituições\, incluindo Yale School of Art\, Vassar College\, Columbia University\, University of Pennsylvania e SUNY Purchase. Atualmente\, é professor assistente na Universidade Rutgers. Didier William vive e trabalha na Filadélfia.
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LOCATION:Moca North Miami\, 770 NE 125th St North Miami\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos" no Sesc 24 de Maio
DESCRIPTION:Pioneiro\, visionário e atuante em um projeto de nação. Assim era Darcy Ribeiro\, um importante personagem da história do país que deixou contribuições em diversas áreas de conhecimento. Para comemorar seu centenário\, o Sesc 24 de Maio sedia a exposição Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos. Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz\, colaboradora de Darcy Ribeiro por mais de 10 anos\, a mostra propõe um diálogo entre uma coleção de objetos e documentos originais da coleção do homenageado\, obras de arte contemporânea\, fotos e aparatos multimídia\, com vídeos diversos e uma grande instalação audiovisual. A exposição integra a ação em rede Diversos 22: Projetos\, Memórias\, Conexões\, desenvolvida pelo Sesc São Paulo no contexto do centenário da Semana de Arte Moderna e do bicentenário da independência do país. No vão central do Sesc 24 de Maio\, área com pé direito mais alto\, os visitantes adentram uma experiência audiovisual imersiva\, projetada em 360 graus\, que apresenta o kuarup realizado em homenagem a Darcy Ribeiro em 2012\, na reserva indígena do Xingu. Já no perímetro do espaço expositivo\, a potência da sua reflexão e de sua obra será apresentada a partir de quatro facetas que traduzem o seu legado: o antropólogo\, o educador\, o político e o ensaísta e pensador do Brasil. Esses núcleos serão compostos de vídeos\, plumárias indígenas coletadas por Darcy\, fotografias\, objetos\, documentos\, obras literárias\, cartas originais inéditas e linha do tempo. Em um momento de grande fragilidade social\, o pensamento de Darcy Ribeiro se mostra valioso. Por isso\, a curadora Isa Grinspum destaca que a contemporaneidade do estudioso é um aspecto importante para a mostra: “Mais do que uma homenagem aos cem anos do Darcy\, mais do que algo memorialístico\, eu quis trazer a potência e a atualidade de muitas das coisas que ele falou\, sobretudo se pensarmos no que estamos vivendo hoje no Brasil. Para mim\, ele não está morto. Não é a celebração de um pensador do século XX. Darcy Ribeiro é extremamente atual\, e essa é uma exposição sobre o Brasil”. Além da curadoria principal\, Utopia brasileira contou com a contribuição do curador assistente Marcelo Macca\, do cineasta Eryk Rocha e dos consultores José Miguel Wisnik e Mércio Gomes. O projeto expográfico é de Marcelo Ferraz. A identidade visual\, trabalhada a partir do conceito de constelação\, explora imagens de intelectuais e artistas que influenciaram a trajetória de Darcy Ribeiro e é assinada por Gustavo Piqueira. Reconhecido como homem de pensamento e ação\, Darcy se destacou na defesa pelos povos indígenas do Xingu; na militância a favor da educação pública e de qualidade\, criando universidades inovadoras\, como a UNB; foi escritor de romances e ensaios de antropologia e sociologia\, entre os quais se destaca O povo brasileiro (1995)\, e de romances\, como Maíra (1976)\, além de atuar em várias frentes políticas.
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SUMMARY:"Um século de agora" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:O Itaú Cultural encerra o seu calendário de exposições de 2022 com a coletiva “Um século de agora”\, que reflete sobre os últimos cem anos de produção artística brasileira. Ela apresenta artistas em atuação atualmente no Brasil e amplia espaços para identidades preteridas no projeto artístico da Semana de 1922\, reforçando a percepção do presente. As obras exibidas datam\, em sua maioria\, de 2022 e questionam noções de tempo\, história\, tradição e nação\, no atual contexto brasileiro. A sergipana Júlia Rebouças\, a baiana Luciara Ribeiro e a matogrossense Naine Terena de Jesus foram convidadas pela instituição para curar essa mostra\, que se insere nas discussões de 2022 sobre a Semana de Arte Moderna. Para puxar este legado em uma releitura que desemboca na prática artística na atualidade no país\, elas pesquisaram o que está sendo produzido em algumas regiões do território nacional\, a partir de uma multiplicidade de idades\, geografias e vivências sociais e políticas. Como parte da estratégia de investigação\, convidaram um grupo de interlocutores para discutir os conceitos da mostra e compartilhar referências artísticas: Fernando Velázquez\, Juma Pariri\, Larissa Lacerda\, Nuttyelly Cena\, Orlando Maneschy\, Ué Prazeres e Uelinton Santana Santos. Idealizada e realizada pelo Núcleo de Artes Visuais do Itaú Cultural\, com expografia da arquiteta Isa Gebara\, Um século de agora procura abrir terreno para ideias que atravessam a experiência de viver o ano de 22 do século 21. Nos três andares do espaço expositivo da instituição\, a mostra apresenta mais de 70 obras em variados suportes\, assinadas por 25 artistas e coletivos de 11 estados brasileiros\, cuja produção artística converge na construção de “agoras” e compõe o mosaico da cultura brasileira.
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LOCATION:Itaú Cultural\, 149 Av. Paulista Bela Vista\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:Nick Cave no Guggenheim
DESCRIPTION:Nick Cave (1959\, Fulton\, Missouri) é mundialmente famoso por ser um dos cantores e compositores mais emblemáticos de sua geração\, mesclando folk ao rock dos anos 1950 e a um acento de blues. O que poucos brasileiros sabem é que Cave também é celebrado internacionalmente por suas elaboradas instalações e trabalhos têxteis\, incluindo seus icônicos Soundsuits\, que misturam escultura\, design de fantasias e fabricação de instrumentos. Nick Cave: Forothermore é uma exposição de pesquisa cobrindo toda a amplitude da carreira do artista\, e apresenta escultura\, instalação\, vídeo\, e obras pouco vistas do início da carreira do artista. O título é um neologismo\, uma nova palavra que reflete o compromisso vitalício do artista em criar espaço para aqueles que se sentem marginalizados pela sociedade e cultura dominante\, especialmente as comunidades da classe trabalhadora e as pessoas afro-americanas e queer. A mostra destacará o desenvolvimento da singular prática artística de Cave\, que interroga as promessas cumpridas ou frustradas que o final do século 20 e início do século 21 oferecem ao Outro. Instaladas nas galerias de torres do museu\, as seções temáticas da mostra são intituladas What it was\, What it is e What it shall be\, inspiradas em uma antiga saudação afro-americana. A exposição se desdobra como uma história tripartite\, com cada capítulo olhando para o passado\, presente e futuro da prática de Cave. What it was explora os primeiros trabalhos que honram os fundamentos criativos e sociais do artista dentro de sua família e além dela. Vivendo e trabalhando em Chicago\, Cave frequentemente cita a verve psicodélica do grupo Parliament-Funkadelic\, de George Clinton\, e o excesso extravagante da house music de Chicago como influências em seu desenvolvimento artístico. What it is inclui o trabalho de Cave sobre opressão\, perda\, luto e lembrança\, mas também sobre alegria e celebração coletiva. Finalmente\, What it shall be reúne sua produção recente\, como as Soundsuits e a série de obras em escala monumental Tondo\, que exemplificam suas estratégias de sobrevivência em meio à injustiça. Nick Cave: Forothermore foi organizada pelo Museum of Contemporary Art Chicago\, com curadoria de Naomi Beckwith\, diretora adjunta e curadora do Guggenheim\, com auxílio de X Zhu-Nowell\, curador assistente do museu.
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LOCATION:Guggenheim\, 1071 5th Ave Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"A Fine Line" no Lowe Art Museum
DESCRIPTION:As obras apresentadas nesta exposição demonstram como os processos de marcação e demarcação linear – sejam eles esculturais\, gestuais\, líricos\, conceituais ou geométricos – formam um fio temático que percorre a coleção de Arte Moderna e Contemporânea da Fundação Berkowitz Contemporary. Elas também instigam os espectadores a considerar as formas pelas quais os artistas\, trabalhando em vários movimentos estilísticos importantes ao longo dos últimos sessenta anos\, têm usado a linha para expressar uma vasta gama de significados por meio de uma ampla variedade de formas\, padrões e texturas. Esta exposição foi curada pela Curadora de Coleções e Exposições do Lowe\, Caitlin Swindell\, e organizada pelo Museu de Arte Lowe.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-fine-line-no-lowe-art-museum/
LOCATION:Lowe Art Museum\, 1301 Stanford Dr Riviera\, Coral Gables\, Flórida\, Estados Unidos
CATEGORIES:Miami
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