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SUMMARY:"Witwe\, uma pintura reencontrada" no Museu Lasar Segall
DESCRIPTION:Detalhe da obra “Witwe”  [Viúva]\, de Lasar Segall. Crédito: Alexandre Santos Silva\n\n\n\nA pintura “Witwe” ou “Viúva”\, de Lasar Segall\, que fez parte da exposição “Arte Degenerada” em Munique\, Alemanha\, iniciativa de Joseph Goebbels durante o governo nazista de Adolf Hitler\, ressurge no Brasil após oito décadas de desaparecimento. Considerada perdida\, a obra foi encontrada na Europa pelo marchand Paulo Kuczynski e estará no centro da mostra ‘Witwe\, uma pintura reencontrada’\, do Museu Lasar Segall\, com inauguração marcada para 19 de maio. Juntamente com a pintura\, serão exibidas gravuras produzidas pelo artista na mesma época\, parte do acervo de mais de 3 mil itens que a instituição conserva e divulga. A exposição abre durante a 22ª Semana Nacional de Museus\, uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) em torno do Dia Internacional dos Museus\, celebrado em 18 de maio\, e segue em cartaz até 18 de agosto.  \n\n\n\nDada como perdida há cerca de 80 anos\, Kuczynski encontrou a pintura na França há cerca de dois anos. “São momentos inesquecíveis na vida de um marchand — o prazer da descoberta. No entanto\, neste caso\, a emoção é de outra natureza e há pouca chance de que se repita na minha vida”\, afirma. “No caso de ‘Viúva’\, no entanto\, existiu um salvador\, e isso me intriga\, faz minha imaginação voar. A pintura certamente magnetizou o olhar de alguém (um oficial nazista?)\, que por ela se encantou a ponto de\, contra as ordens oficiais\, escondê-la e poupá-la da fogueira — um delito grave naquele momento de extremos.” \n\n\n\nDepois de algumas tratativas\, Kuczynski conseguiu trazer a tela para o Brasil e apresentou-a ao Museu Lasar Segall\, centro de referência para o estudo da obra do artista\, onde foi analisada e autenticada pelo então diretor\, Marcelo Monzani\, e sua equipe técnica. Os ex-diretores do museu Marcelo Araújo\, Jorge Schwartz e Giancarlo Hannud também foram convidados para ver a pintura pessoalmente\, que até então só conheciam por fotos em preto e branco de antigos catálogos e livros. “Pude perceber\, ao observar esses apaixonados por Segall\, o frisson provocado pela fatura\, pelo colorido e por toda a carga histórica da obra milagrosamente intacta”\, concluiu. \n\n\n\n“Viúva é uma testemunha da história\, uma obra sobrevivente\, profunda e intrigante que\, reencontrada tantos anos após seu desaparecimento\, mereceria voltar para casa\, para o museu de onde foi confiscada [Folkwang Museum\, em Essen]”\, avalia Pierina Camargo\, museóloga e pesquisadora do Museu Lasar Segall há mais de 40 anos. \n\n\n\nApós análise dos especialistas e autenticidade confirmada\, o público terá chance de encontrar a tela sobrevivente no museu dedicado ao artista\, fundado dez anos após sua morte\, em 1967\, no lugar viveu com a família\, na Vila Mariana.
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LOCATION:Museu Lasar Segall\, 111 Rua Berta Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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