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SUMMARY:"What happens when we cry?" na Galerie Derouillon
DESCRIPTION:“What happens when we cry?”\, vista da instalação © Grégory Copitet © Axel Fried © Aurélien Mole © Nicolas Lafon\n\n\n\nA Galerie Derouillon tem o prazer de apresentar sua próxima exposição coletiva “What happens when we cry?”\, com curadoria de Marion Coindeau e participação de: \n\n\n\nMathilde Albouy Miriam Cahn Jina Khayyer Keunmin Lee Armineh Negahdari Bri Williams \n\n\n\nA exposição reúne um grupo de artistas contemporâneos de diferentes origens e cenários\, todos focados em suas práticas na transformação da violência em contextos políticos\, espirituais e individuais. Antes de qualquer projeção de um futuro angustiado\, fantasiado ou desejado\, o foco aqui é capturar o momento em que cruzamos/somos cruzados pela violência e pelas emoções que ela carrega. \n\n\n\nEm uma época em que ela transborda em nossas vidas cotidianas\, quando sua representação implacável tenta dar conta de nossa crueldade – barbárie ou indiferença – precisamos despi-la: afastar-nos de uma imagem explícita\, figurativa\, e recusar um uso chamativo ou até sedutor da violência ou do sofrimento. Não estamos buscando um fim em seu encontro – uma forma – mas um processo de transformação – uma força. Os artistas envolvidos pensam na vulnerabilidade como uma realidade coletiva e propõem um repertório de gestos preferindo a incorporação à representação\, a fim de abordar o que nos atravessa. \n\n\n\nNossas lágrimas funcionam como portais. Quando nossos olhos estão embaçados\, as fronteiras entre nosso eu interno e externo tornam-se porosas\, o eu racional é dissolvido por nossas emoções\, e então estamos mais propensos a nos relacionar com os outros e mudar nosso ponto de vista. As lágrimas inicialmente previstas são aquelas da “raiva construtiva e salutar” que anima a teórica e ativista do feminismo afro-americano bell hooks\, que sentimos em nossa carne e que nos transforma. Essa raiva\, cujas manifestações são examinadas na exposição\, está enraizada em um contexto pós-colonial concreto de luta contra o racismo e a misoginia. A violência passa por corpos\, linguagem e voz\, e se apodera de nossas representações. \n\n\n\nMais intimamente\, o que a experiência dessa violência faz conosco? O que ela abre? \n\n\n\nMarion Coindeau
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LOCATION:Galerie Derouillon\, 13 rue de Turbigo\, Paris\, França
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