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SUMMARY:"Transformai as Velhas Formas do Viver" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Aline Motta\, “Se o mar tivesse varandas #4”\, 2017. Cortesia Casa Museu Eva Klabin\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA partir do dia 10 de setembro\, a Casa Museu Eva Klabin inaugura a exposição ‘Transformai as velhas formas do viver\, um percurso que reúne obras de Claudia Andujar\, Aline Motta e vasos rituais da Coleção Eva Klabin\, com curadoria de Camilla Rocha Campos’. A mostra ocupará diversos ambientes da casa\, e ficará em cartaz até 14 de dezembro. \nA exposição Transformai as velhas formas do viver propõe um mergulho em registros éticos\, poéticos e materiais que desconstroem a hegemonia do olhar ocidental e reinscrevem no presente temporalidades insurgentes. \nReunindo obras de Claudia Andujar\, Aline Motta e vasos rituais da Coleção Eva Klabin\, a mostra apresenta imagens\, formas e narrativas como evidências sensíveis de valor social e lastro de conhecimento. A fotografia\, a instalação\, o desenho e os artefatos não operam aqui como objetos estéticos\, mas como testemunhos. Eles são expressões de uma arqueologia do presente capaz de desenterrar aquilo que foi silenciado ou transformado em ruína. \nAs obras de Claudia Andujar revelam mais do que uma paisagem: desvelam mundos. Suas fotografias com Amazônicas não apenas documentam\, mas se tornam vestígios de convivência\, de escuta radical e de reconfiguração de linguagem. De modo semelhante\, Aline Motta\, ao trabalhar memória\, território e ancestralidade\, ativa o tempo como corpo fluído\, fragmentado\, atlântico\, onde passado e futuro são também indissociáveis do agora. Ambas constroem uma prática de resistência imagética e política\, comprometida com o testemunho e a reconstrução\, em uma lógica que se aproxima da arquitetura forense: campo onde a arte opera como evidência\, onde o sensível torna-se documento vivo. \nCamilla Rocha Campos\, curadora.
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