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SUMMARY:"Trançados de Arumã e Tucum: Artes de uma Comunidade Baniwa" no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
DESCRIPTION:Imagem: Francisco Moreira da Costa/Divulgação\n\n\n\nNo dia 4 de abril\, às 17h\, o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP/Iphan) inaugura a nova exposição da Sala do Artista Popular\, intitulada “Trançados de arumã e tucum: artes de uma comunidade baniwa”. A mostra apresenta a produção artística da etnia indígena Baniwa\, residente na região do baixo Içana\, afluente do Rio Negro\, no município de São Gabriel da Cachoeira\, Amazonas. \n\n\n\nAs peças expostas\, como balaios\, jarros\, fruteiras\, peneiras e abanos\, são feitas com o belo trançado de arumã e tucum\, plantas abundantes na região e essenciais para o cotidiano da comunidade. O processo de produção\, que inclui tipitis\, peneiras e aturás\, é utilizado na fabricação de farinha e beiju a partir da mandioca\, para o consumo familiar. \n\n\n\nA tradição do trançado em arumã é mantida por Francisco Luiz Fontes\, conhecido como maadzero\, que também é benzedor\, narrador\, mestre de danças\, cantos\, instrumentos musicais e artesão. Esse conhecimento é transmitido às novas gerações na escola indígena multilíngue e intercultural Kariamã. \n\n\n\nO artesanato em tucum é produzido pelas mulheres da comunidade\, que se dedicam à criação de peças artesanais e à mobilização coletiva\, lideradas por Vigília Arágua Almeida\, também conhecida como Nassaro\, coordenadora da Associação das Artesãs de Assunção de Içana. \n\n\n\nEssas expressões de arte em arumã e tucum são parte integrante da cultura material ligada ao Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro\, reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo Iphan em 2010. A exposição estará em exibição na Sala do Artista Popular até 19 de maio.
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