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SUMMARY:"Todos os corpos frágeis" de Brisa Noronha na Galeria Luisa Strina
DESCRIPTION:Em sua primeira individual na Luisa Strina\, Brisa Noronha apresentará uma instalação inédita\, formada por distintos conjuntos de esculturas feitas em porcelana e arame de latão\, além de uma série de pinturas\, propondo um diálogo entre as obras e o espaço. A mostra terá abertura em 21 de agosto\, quinta-feira\, das 18h às 21h. \nEm Todos os corpos frágeis\, Noronha explora a tensão entre delicadeza e resistência\, forma e matéria\, gesto e permanência. A porcelana—material comumente associado à fragilidade\, mas que também carrega uma dureza estrutural surpreendente—surge aqui em diálogo com a maleabilidade do latão\, instaurando um campo de forças em que opostos coexistem. As peças resultantes desse embate formal e simbólico\, concebidas com uma exiguidade de materiais que contrasta com o longo tempo de fatura\, desafiam a rigidez dos suportes e propõem um desenho tridimensional que se insinua no espaço expositivo\, num movimento contínuo de precisão e risco. \nConstruídas a partir de componentes elementares formalmente reduzidos\, as esculturas derivam da complexidade das relações que estabelecem entre si. \nA artista demonstra interesse particular pela interação entre leveza e massa\, opacidade e transparência\, precisão e espontaneidade. Na instalação\, esses elementos se articulam como um campo de equilíbrio instável\, em que as esculturas se apoiam\, desafiam e sustentam-se mutuamente. O espaço entre elas se torna ativo\, é nele que o trabalho atinge sua expressão mais completa. Por meio de gestos silenciosos\, as peças evocam experiências humanas como a transformação\, a afeição e a impermanência. Através da atenção e da contemplação direta\, essas obras criam um espaço de ressonância entre o espectador e a matéria\, um lugar de intercâmbio entre materialidade\, cognição e temporalidade. Já a série de pinturas representa objetos domésticos — castiçais\, vasos\, garrafas — em situações espaciais. Segundo a historiadora da arte\, Prof. Petra Lange-Berndt\, autora do texto da exposição: “Nesses quadros Construídas a partir de componentes elementares formalmente reduzidos\, as esculturas derivam da complexidade das relações que estabelecem entre si. A artista demonstra interesse particular pela interação entre leveza e massa\, opacidade e transparência\, precisão e espontaneidade. Na instalação\, esses elementos se articulam como um campo de equilíbrio instável\, em que as esculturas se apoiam\, desafiam e sustentam-se mutuamente. O espaço entre elas se torna ativo\, é nele que o trabalho atinge sua expressão mais completa. \nPor meio de gestos silenciosos\, as peças evocam experiências humanas como a transformação\, a afeição e a impermanência. Através da atenção e da contemplação direta\, essas obras criam um espaço de ressonância entre o espectador e a matéria\, um lugar de intercâmbio entre materialidade\, cognição e temporalidade. Já a série de pinturas representa objetos domésticos — castiçais\, vasos\, garrafas — em situações espaciais. Segundo a historiadora da arte\, Prof. Petra Lange-Berndt\, autora do texto da exposição: “Nesses quadros aparentemente surreais\, a gravidade é suspensa\, castiçais tornam-se abstrações gráficas\, transformam-se em flores ou se espalham em forma de árvores ou tendas. Nada disso é decorativo. Trata-se de uma investigação de sistemas que sustentam a vida — e isso define toda a obra da artista.” \nInteressada sobretudo na pintura e na escultura\, Brisa Noronha parte da escuta atenta dos materiais e de sua capacidade de atuação no processo criativo. “Às vezes começo pelo material em si\, às vezes começo por um assunto ou proposição a ser desenvolvida e a matéria vai inserindo sua importância no processo\, ou até mesmo se tornando o assunto”\, comenta a artista. Suas obras evidenciam um movimento delicado entre a intenção e o acaso\, em que o gesto da modelagem se submete à ação imprevisível da alta temperatura. No calor extremo\, a porcelana revela sua dualidade: enquanto aparenta delicadeza\, adquire uma dureza quase pétrea\, fruto de uma transformação irreversível operada pelo tempo e pela temperatura.
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