BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Arte Que Acontece - ECPv6.15.20//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-WR-CALNAME:Arte Que Acontece
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para Arte Que Acontece
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20210101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20221026T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230226T210000
DTSTAMP:20260418T143309
CREATED:20230213T212851Z
LAST-MODIFIED:20230215T232956Z
UID:38494-1666778400-1677445200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Sidney Amaral no Sesc Belenzinho
DESCRIPTION:Versatilidade artística e experiência cotidiana se encontram\, a partir da perspectiva de uma subjetividade negra na exposição “Viver até o fim o que me cabe! – Sidney Amaral: uma aproximação”\, com curadoria de Claudinei Roberto da Silva. A mostra\, que esteve no Sesc Jundiaí em 2021\, chega ao Sesc Belenzinho para promover e ampliar o diálogo do público com o trabalho de Sidney Amaral (1973 – 2017)\, artista contemporâneo que faleceu de forma precoce\, mas deixou um legado que alarga a reflexão sobre a diáspora africana. Por meio de técnicas e materiais variados (como desenhos a grafite\, pinturas com acrílica\, aquarelas e esculturas)\, Sidney aponta para a aspereza de uma sociedade marcada pelo trauma da escravidão\, do genocídio das populações negras e do racismo estrutural. Seu amplo repertório plástico é estratégico para a proposição de tensões\, como se observa em “O pão nosso” (2014)\, escultura feita de bronze que conjuga o pesado e o leve\, a banalidade e a nobreza. Um dos caminhos bastante explorados pelo artista é o do autorretrato\, que\, em seu projeto\, aciona uma identificação simbólica com os interlocutores negros\, tradicionalmente sub-representados nas artes e historicamente pintados em posição subalterna\, como se observa na produção do século 19. Ao colocar o próprio corpo no centro de suas investigações – um corpo negro –\, o artista faz frente à violência racial que assombra o país e disputa um espaço que foi negado também no sistema de arte aos escravizados e seus descendentes. O corpo se apresenta ainda a partir de seus fragmentos. Na série de desenhos a grafite intitulada “Mãos” (2009)\, Sidney representa o manuseio de pequenos objetos que remetem a um conjunto de habilidades e vivências\, proporcionando uma conexão entre a parte\, uma espécie de close\, e o todo\, o contexto do qual esse close deriva. Sobre o modo como o compromisso crítico se alia ao estético\, o curador Claudinei Roberto da Silva comenta: “Sidney Amaral não esteve alheio às urgentes demandas do nosso tempo nem se omitiu diante dos problemas que mais diretamente afetam as ‘maiorias minorizadas’ do Brasil\, notadamente negras e negros assediados pelo histórico e estrutural racismo\, porém o grau de engajamento do artista com essas questões prementes não ofuscou ou tornou secundário seu compromisso com a arte à qual se dedicou com afinco durante sua curta existência”. A exposição\, composta de 74 obras\, traz também alguns estudos e cadernos de desenho que possibilitam entrever o processo de criação do paulistano. Com o objetivo de estreitar a vinculação entre os visitantes e o trabalho desse artista\, a expografia optou por uma distribuição com bom espaçamento entre as obras\, para que o público tenha intervalos de respiro e reflexão diante da potência de Sidney Amaral. Além disso\, durante todo o período expositivo\, o Sesc também oferece atividades paralelas\, ações formativas e visitação guiada.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/sidney-amaral-no-sesc-belenzinho/
LOCATION:Sesc Belenzinho\, 1000 R. Padre Adelino Belenzinho\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/02/68322571-48091673.jpeg
END:VEVENT
END:VCALENDAR