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SUMMARY:Sala de Vídeo: Sky Hopinka
DESCRIPTION:Sky Hopinka (1984) é membro da Nação Ho-Chunk no estado de Wisconsin\, Estados Unidos\, e descendente do grupo Pechanga dos indígenas Luiseño\, do sul da Califórnia. Por meio de seu trabalho\, que inclui fotografia\, vídeo e textos\, Hopinka explora diferentes maneiras de questionar a complexidade da identidade indígena contemporânea. Sua prática artística é inspirada pela comunidade à qual pertence\, e sua obra é uma maneira clara de resistir ao olhar etnográfico que busca situar\, definir e determinar o que é e o que não é autêntico. A etnografia é um ramo da antropologia que se baseia em categorias para a coleta de dados\, partindo da aproximação imersiva e duradoura com o grupo étnico estudado\, mas geralmente realizada por um pesquisador externo àquela comunidade. Hopinka define seu trabalho como uma reflexão etnopoética\, referindo-se a um conceito proposto pelo escritor e tradutor estadunidense Eliot Weinberger\, em seu ensaio de 1992\, The Camera People [O povo da câmera]. A etnopoética é uma conceito que aborda o conflito essencial – e há muito negado na produção de filmes etnográficos – entre o cineasta e o sujeito que está sendo filmado. A etnopoética seria\, então\, o que acontece quando as comunidades que foram observadas\, estudadas e filmadas por etnógrafos brancos ocidentais decidem pegar as câmeras e filmar a si próprias\, o que consideram necessário e relevante. Desse modo\, essas comunidades subvertem a noção de observador externo isento (o etnógrafo tradicional)\, para abraçar uma noção de participante engajado e implicado no grupo a ser estudado. Dois filmes de Hopinka são apresentados aqui: Kicking the Clouds [Chutando as nuvens] (2021) e Mnemonics of Shape and Reason [A mnemônica da forma e da razão] (2021). Ambos manifestam\, por meio da paisagem\, da música e da linguagem\, a persistência de tradições e práticas ancestrais que sobreviveram a sistemas de opressão\, evoluindo e adquirindo novas formas que expressam a complexidade das comunidades ameríndias nos Estados Unidos da atualidade. Sala de vídeo: Sky Hopinka é curada por María Inés Rodríguez\, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea\, MASP.
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