BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Arte Que Acontece - ECPv6.15.20//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-WR-CALNAME:Arte Que Acontece
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para Arte Que Acontece
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20220101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231215T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240211T180000
DTSTAMP:20260422T074429
CREATED:20231218T175726Z
LAST-MODIFIED:20240202T192659Z
UID:45297-1702634400-1707674400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Sala de vídeo: Cecilia Vicuña no MASP
DESCRIPTION:O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 15 de dezembro de 2023 a 11 de fevereiro de 2024\, no 2o subsolo do museu\, Sala de vídeo: Cecilia Vicuña\, que exibe o vídeo Quipu Mapocho (2017). Com curadoria de Kássia Borges\, curadora-adjunta de arte indígena\, MASP\, a obra registra uma série de performances da artista ao longo do rio Mapocho\, no Chile\, que trazem perspectivas sobre a vida\, a morte\, a cultura\, a memória e a história deste território. \n\n\n\nCecília Vicuña Ramírez (Santiago\, Chile\, 1948) é uma poeta\, cineasta\, ativista e artista visual chilena radicada em Nova York. Em sua produção\, trilha pelo caminho do ecofeminismo e trata das políticas de destruição ecológica\, homogeneização cultural e disparidade econômica. Por meio da linguagem escrita\, de instalações e vídeos\, sua arte perpassa várias dimensões que envolvem a terra. Ao articular poesia\, vídeo\, pintura e ritual\, a artista resgata conhecimentos indígenas sobre o poder das mulheres e os saberes dos seres da floresta.  \n\n\n\nO vídeo Quipu Mapocho é um recorte de seu trabalho no rio Mapocho\, no Chile. Com 110 km de comprimento\, o rio nasce na cidade de Lo Barnechea\, passa pelas cidades de Província\, Santiago e Maipú\, e encontra-se com o Rio Maipo que desemboca no Oceano Pacífico\, próximo à cidade costeira de Llolleo. Ao mergulhar nas múltiplas camadas de sentido que perpassam esse rio\, a artista o descreve como um rio de morte\, já que\, além de estar atualmente contaminado com esgotos e resíduos químicos\, foi um local onde a ditadura chilena despejou os corpos de pessoas torturadas e mortas. \n\n\n\nVicuña cria tecelagens e nós com lã ao longo do rio\, num esforço para curar este sítio das violências ecológica e política e\, assim\, recuperar o lugar sagrado conferido pela história e cultura indígena. “Os sons e as imagens trazem um eco de ancestralidade sem querer ser belo\, mas estético\, no sentido literal da palavra\, despertando todos os sentidos do corpo ao assistir ao filme”\, reflete Kássia Borges. \n\n\n\nSala de Vídeo: Cecilia Vicuña encerra a programação da Sala de Vídeo de 2023\, que tem como temática as Histórias indígenas no MASP e\, ao longo do ano\, incluiu mostras do Coletivo Bepunu Mebengokré\, Sky Hopinka\, Brook Andrew\, Glicéria Tupinambá e Alexandre Mortagua.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/sala-de-video-cecilia-vicuna-no-masp/
LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:Destaque,São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cecilia-Vicuna-Quipu-Mapocho-2017-cortesia-Electronic-Arts-Intermix-EAI-Nova-York-frame-do-video-1-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR