
Para Rosa Barba, o cinema “permite que tempo e espaço vibrem, colapsem, se sobreponham e se expandam.” Suas investigações conceituais sobre o filme exploram registros históricos, narrativas pessoais e a experiência sensorial da película, muitas vezes documentando paisagens naturais e transformações ambientais causadas pelo ser humano. Esta instalação abrange 15 anos da obra de Barba, reunindo filmes, esculturas cinéticas e sons. No centro da mostra está uma obra inédita, Charge, que investiga a luz como fonte de transformação ecológica e inovação científica. A exposição também inclui uma série de performances concebidas por Barba como um “poema explodido”. Em cada apresentação, as frequências sonoras do percussionista Chad Taylor, da vocalista Alicia Hall Moran e da própria artista Rosa Barba ativarão uma sinfonia de imagens ao longo da instalação.
Para acomodar as performances, a exposição estará fechada durante todo o dia nos dias 15, 17 e 18 de maio, e 26, 28 e 29 de junho.
