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SUMMARY:"Poéticas do Agora" no Centro Cultural Justiça Federal
DESCRIPTION:Guilhermina Augusti\, Atravecar Escurecer\, Bandeira\, 2022\n\n\n\nEm colaboração inédita\, o Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)\, o Consulado Geral da França e o Goethe-Institut Rio de Janeiro\, no âmbito na cooperação cultural franco-alemã #JuntesnaCultura\, uniram suas forças para criar um evento significativo para o circuito das artes visuais: o Edital de Residência Casa Europa\, que culminará na Mostra Poéticas do Agora\, com abertura marcada para o próximo dia 27 de janeiro\, às 15h. A chamada pública recebeu mais de 200 inscrições de artistas visuais atuantes no estado do Rio de Janeiro. Três deles foram contemplados com bolsas de residência: Guilhermina Augusti\, Loren Minzú e Tainan Cabral.  Ao longo dos últimos meses de 2023\, o grupo desenvolveu projetos inéditos nos ateliês instalados na Casa Europa\, prédio que abriga o Consulado da França\, o Consulado da Alemanha\, entre outras instituições\, no Centro. Outros 16 artistas foram selecionados para participar\, com os três residentes\, da mostra que apresentará os resultados do projeto e será realizada nas galerias do CCJF. A exposição\, dessa forma\, reúne um total de 19 artistas atuantes no estado e que trabalham diferentes aspectos do universo da arte: desde o artista visual indígena Frank Baniwa\, alcançando a artista francesa Marie Hego\, que reside no Rio e atua como carnavalesca. \n\n\n\nPOÉTICAS DO AGORA• Mostra Edital Casa Europa apresenta um recorte atual da nova produção visual em desenvolvimento em diferentes áreas do estado\, trazendo uma pluralidade de visões e expressões oriundas de diferentes setores sociais que nos constituem. Não tendo a pretensão de abarcar a totalidade das manifestações artísticas contemporâneas da região\, esse recorte\, entretanto\, contempla aspectos novos da produção de arte que surgem e se desenvolvem em diferentes setores socioculturais: artistas que se dedicam a questões intrínsecas às favelas e periferias sociais\, outros às questões de gênero\, outros ainda a questões formais relativas ao universo da arte\, discutindo linguagem e forma. \n\n\n\nA mostra configura-se assim como um conjunto experimental\, novo e contundente das imersões artísticas da atualidade. Reunindo diferentes linguagens\, que vão dos procedimentos tradicionais\, como a pintura\, às práticas contemporâneas da vídeo-arte e instalação\, a mostra proporciona ao visitante um panorama do pensamento estético contemporâneo\, bem como das questões sociais\, políticas e culturais do Brasil atual\, em particular do estado do Rio de Janeiro\, onde esses artistas residem e atuam. \n\n\n\nA mostra permanecerá aberta para visitação até 31 de março\, das 11h às 19h. A entrada é gratuita. \n\n\n\nAs obras \n\n\n\n“Plantas do Baile” é uma série iniciada e aprofundada pelo artista Tainan Cabral ao longo da residência. Materiais como 10 mil bicos de lança-perfume — usualmente conhecidos como “bico verde” —\, dispostos em corrente\, simulam a queda das folhas de plantas trepadeiras e\, em outros casos\, com auxílio de hastes de sustentação\, reproduzem a folhagem mais densa de palmeiras. A obra apresentada ilustra uma ideia de ambiente do baile. O título “selva do baile/baile da selva” é uma referência à natureza que inspira o trabalho do autor e\, ao mesmo tempo\, o nome de uma favela de Senador Camará\, Zona Oeste do Rio\, onde acontece um baile que é rodeado de montanhas e de natureza. \n\n\n\nJá “Cenas de Corpo e Segredo” é uma série de videoarte iniciada por Loren Minzú no ano de 2020\, com uma trilogia que inaugurou uma extensa pesquisa acerca das negociações entre a linguagem\, as identidades e a instância do mistério que permeia a totalidade da vida universal. O artista apresentará duas novas cenas de um trabalho que tem a escala da urbanidade enquanto questão. As cenas V e VII expandem e adensam o pensamento da relacionabilidade dentro da arquitetura da cidade do Rio de Janeiro\, evocando novas comunidades e articulações. \n\n\n\nEm “Osram Ne Nsoromma”\, Guilhermina Augusti parte da signografia Adinkra para desestruturar o arsenal da violência que se construiu historicamente\, principalmente em relação às pessoas negras e/ou transexuais. Dessa reflexão surge o desejo de pensar certos signos\, baseados em outra ontologia — ramo da filosofia que estuda conceitos como existência\, ser\, devir e realidade —\, capazes de criar novas formas de interação com o mundo humano e o não-humano. Essas questões são produzidas em plataforma de serigrafia\, bandeira e escrita.
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