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SUMMARY:"O Tempo das Coisas Vivas" no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Obra de Beatriz Lindemberg – Foto: Divulgação\nO Centro Cultural Correios Rio de Janeiro convida para a abertura da exposição coletiva O tempo das coisas vivas\, no dia 23 de julho (quarta-feira)\, das 16h às 20h\, nas galerias B e C\, propondo diálogos entre os trabalhos dos artistas Ana Miguel\, André Vargas\, Beatriz Lindenberg\, Bruno Romi\, Cibelle Arcanjo\, Cildo Meireles\, Hilal Sami Hilal\, Marina Schoereder\, PV Dias\, Rodrigo Braga\, Simone Cosac Naify\, Simone Dutra e Yhuri Cruz. \nCom curadoria de Shannon Botelho\, a mostra parte da teoria do filósofo e sociólogo francês Michel Maffesoli que propõe uma crítica à racionalidade moderna e defende a necessidade de uma nova forma de pensar e viver o mundo\, baseada em uma ecologia integral\, que ele chama de ecosofia. A exposição percorre camadas invisíveis da experiência do viver\, tensionando os limites da cronologia linear. O que está em jogo não é a sucessão dos instantes\, mas aquilo que insiste: o que ressoa\, o que transforma\, o que permanece. \nA mostra é estruturada em torno dos três ecossistemas formulados por Maffesoli — o natural\, o humano e o social —\, e propõe uma abordagem crítica e sensível sobre temas como esgotamentos ambientais\, espiritualidade\, colonialidade\, violências históricas\, experimentação e linguagem. As obras habitam simultaneamente esses três campos\, atravessando questões urgentes por meio de gestos\, materiais e narrativas que convocam à atenção e à escuta. \n“As obras e artistas discutem\, cada qual a seu modo\, enfrentamentos contemporâneos urgentes que\, aproximados em uma narrativa curatorial\, pretende propiciar novas reflexões. Em suas obras\, o tempo se institui como matéria sensível — tecido da memória\, do gesto\, da paisagem e do corpo —\, uma vez que o que permanece não está fora do tempo\, mas é justamente aquilo que\, ao durar\, se transforma”\, explica o curador Shannon Botelho. \nAo invés de um percurso sugerido\, a curadoria propõe agrupamentos flexíveis entre duplas e trios de artistas\, que podem ser reorganizados a partir da experiência do visitante. Entre os diálogos estabelecidos estão: Ana Miguel\, Hilal Sami Hilal e Marina Schroeder que elegem a matéria como elemento de significação e destino das obras. \nAndré Vargas e Cibelle Arcanjo que celebram as encantarias\, afirmam a ciência e a fé nas ervas. Bruno Romi e Yhuri Cruz que põem em diálogo o poder dos materiais e a força que carregam com seus significados. Beatriz Lindenberg e Rodrigo Braga que exploram o corpo como instrumento de mensuração do tempo e da vida. PV Dias e Simone Dutra que rasuram o tempo com o que sobra de seus registros. Cildo Meireles e Simone Cosac Naify que deslocam o juízo do epicentro do presente para um estado de elucubração de outras realidades possíveis. \nDurante a abertura da exposição\, a artista Beatriz Lindenberg realizará a obra Respirar o desenho\, um “desenho-performance”\, como descreve\, na qual\, com o uso do bastão a óleo sobre papel\, investiga os gestos do braço\, seus limites\, encontros e ressonâncias com a respiração. \nCom diferentes linguagens e suportes – pintura\, desenho\, instalação\, escultura\, objeto\, fotografia\, performance e vídeo – O tempo das coisas vivas convida o público a habitá- la: nos seus ciclos\, nas suas ruínas\, nas suas reconfigurações. Há um convite à desaceleração\, à escuta e à permanência — não como resistência passiva\, mas como forma de elaboração e possibilidade.
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